Posts de: dezembro/2016

Temporada de cruzeiros pela costa brasileira em 2017 começa com os melhores sabores da Itália

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Costa Fascinosa corta os mares brasileiros: Temporada 2017 já começou

Por Meg Guida

Navios são sempre surpreendentes. A mágica de estar a bordo não é pensar em um transatlântico de cinema, como o Costa Fascinosa, como um meio de transporte. Ele e seu 'irmão' Costa Pacifica vão percorrer até março a costa brasileira, descendo até a Argentina e Uruguai. Deixar o navio para fazer turismo em paraísos como Angra, Búzios e Portobelo, é uma parte interessante da viagem: o mais legal é olhar o gigante da perspectiva do barquinho, quase uma cidade de aço flutuando sobre as águas. Sem deixar de lembrar, claro, que o navio já é um destino maravilhoso e completo em si.

A visão da entrada nas cidades de escala é  mais bonita do convés, com a paisagem desenhada em frames e vento brincando no rosto. Sabe aquela hora mágica de céu rosa indeciso entre o dia e a noite? Em navegação, a linha do horizonte promete grandes cenas. Dá para  ver o sol mergulhando ou escalando o mar da proa ou da popa e ouvir o hipnotizante barulho do navio cortando as ondas. Dá para ver estrelas e até pegar carona sem querer no sinal de wi-fi das plataformas de petróleo no meio daquele nada de marzão. Aí você toma um aperitivo e sai em busca de novidades.

Verdade, se come bem e bastante. O que conta é descobrir o que cada deck reserva de insólito. Regra básica é aprender a andar no navio, saber por onde você chega mais rápido na sua cabine, nos restaurantes, teatros, cassino, bares, discoteca e piscinas. O navio é tão grande que corre-se o risco de caminhar a esmo pelos corredores dos quase três quilômetros de cada um dos seus nove andares.

O Fascinosa homenageia o cinema, de Lucchino Visconti a David Lynch. E muito de Fellini, claro. A principal ponte de acesso às áreas sociais é a Gradisca, no terceiro andar, ode à personagem de 'Amarcord', tão acolhedora em sua fartura. E aí a porta do elevador se abre e você dá de cara com um Marcello Mastroianni com a musa Anita Ekberg de 'La Dolce Vita'. Na companhia deles você continua a viagem -  e escolhe se encara um cafe Illy ou um bichiere de vino Ferrari, marcas que provam por que a Itália, mãe do Fascinosa e de sua tradição em navegação de turismo, é tudo de bom quando o tema é comer com qualidade.

Nessa temporada, aqui e pelo mundo, a frota Costa apresenta o Italy's Finest, festival gastronômico que representa o ato de degustar não só pelo comer, mas como uma experiência sensorial. A marca Barilla, por exemplo, famosa no planeta pelos seus granos duros, faz parte do cardápio criado pelos chefs Fabio Cuchelli e Bruno Barbieri, ambos estrelados pelo Guia Michelin.

O Fascinosa e Pacifica têm ainda postos avançados das pizzarias Pummid'Oro, um must italiano. Servem pizzas com massas feitas 100% com fermento natural, uma colaboração especial com a Universidade de Ciências Gastronômicas de Pollenzo. A bordo, os hóspedes podem ainda saborear sorvetes da marca Agrimontana na Gelateria Amarillo e os hambúrgueres gourmet com carne Fassona 100% italiana.

Nos bares, o destaque são os aperitivos italianos como o Spritz, feito a partir da marca italiana Aperol. Outra inovação  são os bares gourmet dedicados à mussarela de búfala, com queijo produzido diariamente a bordo dos navios.

Em entretenimento, os costumes italianos estão representados pelas festas temáticas La Notte in Maschera (inspirado no carnaval de máscaras de Veneza), La Notte Bianca (festival do branco) e o novo evento Abbronzatissima, que recria a diversão, a música e a atmosfera da Itália dos anos 1950 e 1960. Além disso, há chance de alguém virar astro no shows de talentos The Voice of the Sea. Para as crianças, a companhia da famosa personagem de desenho animado Peppa Pig dão uma folga para os pais curtirem ainda mais a vida, a viagem e o doce balanço do mar. La vita é dolce mesmo.

 

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A incrível e ‘supersônica’ história do Oasis

 

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Oasis: Documentário 'Supersonic' mostra a ascensão da banda britânica

 Por Luis Fernando Rodrigues

Gosto muito do Oasis, sempre gostei. Meus amigos fãs de Hard Rock não se conformam e sempre falam: “como você, que cresceu ouvindo Kiss e Van Halen, pode gostar dessa bandinha de araque?!”. Pois é. Gosto e não é pouco. Para mim, foi a maior banda dos  anos 90, indiscutivelmente. Acho que eles salvaram a década daquela onda de marasmo e derrotismo criada pelo Grunge.

“Mad fer it”, essa foi a expressão criada para definir o amor dos fãs pela banda. É uma espécie de jargão, quase um código, eu diria. Se você ouvir isso em algum lugar, a partir de agora, já sabe do que se trata. Quando alguém pergunta: “Are you Mad fer it?”, está questionando se você é fã também, e já está subentendido de que se trata do Oasis. Tudo dito sem nem pronunciar o nome da banda. Cool, não? Eu acho.

Infelizmente, a grande maioria não conhece o Oasis de verdade. Resolvi escrever esse texto para poder entrar no detalhe em relação à essência da banda e quebrar essa percepção tão superficial que observo na maior parte das pessoas. Mas antes, vou de antemão já apresentar a premissa, procurando contextualizar com precisão, a substancialidade do tema em questão: Oasis is Fuckin’ Awesome! Ponto. E aqui está o porquê:

Ícones da Cultura Pop

Uma das primeiras coisas que poucos sabem mundo afora é a importância da banda dentro da Inglaterra. Pelo mundo, eles venderam milhões e lotaram arenas com fãs ansiosos para ouvir os hits da banda. Na Inglaterra, porém, a coisa é bem diferente. Não se trata só de mais uma banda que vendeu milhões e fez muito sucesso.

O Oasis foi a voz de uma geração, uma banda que refletiu a realidade social da época, representantes da classe operária na Inglaterra que passava por um momento bem difícil.

No início dos anos 90, após os anos da ‘Dama de Ferro’ - a senhora Margareth Thatcher -, a polarização das classes sociais aumentou exponencialmente: os pobres ficaram ainda mais pobres, e os ricos ainda mais ricos. Essa realidade foi refletida nas músicas de uma nova banda, formada por cinco meninos da classe operária de Manchester.

A bela “Live Forever” foi a primeira delas, uma música que fala sobre perseverança e amizade e a forma de como transcendem tempos difíceis. Outra menos famosa como “Up in the sky”, criticava a arrogância e prepotência do Parlamento Inglês frente ás classes mais pobres. E a minha favorita : “Cigarettes and Alcohol”. Apesar desse título, a música não é sobre excesso, baladas e bebedeiras e sim sobre a pressão que qualquer jovem adulto sofre quando é cobrado pra arrumar um emprego ‘de verdade’, e se tornar um ‘cidadão digno’, quando tudo que ele quer, é batalhar pelos seus sonhos e aspirações. O verso dessa música que diz: “Is it worth the aggravation, to find yourself a job, when there’s nothing worth working for?”, ficou conhecido como um dos mais relevantes ‘social statements’ da época. Era exatamente o que os jovens viviam no seu dia a dia, procurando emprego numa época de crise, tentando sobreviver, e ao mesmo tempo sonhando com uma carreira nas artes, nos esportes, ou o que fosse. A eterna busca por liberdade evitando ser escravizado pelo sistema. Qualquer semelhança com a realidade presente, não é mera coincidência. Continuo achando essa música bem atual e vale pra qualquer País ou época. É um tipo de situação que todo jovem adulto- em torno de 18 anos - acaba enfrentando um dia.

Outra coisa interessante, era o contraste quanto à imagem da banda. Quando alguém olhava para o segundo guitarrista do Oasis, apelidado de “Bonehead” (“cabeça de osso”, pelo fato de ser careca), deviam pensar: “esse sujeito é a coisa menos Rock’n’Roll que eu já vi na vida!”. E realmente era. Parecia um operário que tinha acabado de sair da fábrica, que pegou uma guitarra e subiu no palco. Essa imagem porém, dizia muito, era algo muito forte que definia a identidade da banda.

Existia algo de especial nessa contradição: cinco meninos de classe operária, sem a menor pinta de Rock Stars, parados no palco, quase estáticos, vestidos como as pessoas da platéia, e tocando músicas incríveis que viraram hinos de uma geração.

A projeção feita pelos fãs foi imediata: “Eles são como a gente! O Liam é um de nós!”, ouvi um garoto dizer quando entrevistado pela TV na fila de um dos shows.

A conexão estava feita e acabou gerando uma identificação absurdamente pessoal entre fãs e ídolos, que dessa vez pareciam mais com os seus vizinhos de rua do que com celebridades. A classe operária estava no palco, e dominou o mainstream do País. O sucesso do primeiro álbum, “Definitely Maybe”, foi absurdo. Vendeu 15 milhões de cópias e bateu um recorde de velocidade de vendas que pertencia aos Beatles. Depois, veio o fantasma do segundo disco: “será que eles ainda conseguem fazer algum sucesso?”. Não fizeram algum, nem igual ao primeiro... fizeram mais.

O segundo disco vendeu 18 milhões de cópias e alavancou a banda para um nível de idolatria que ninguém esperava. Conquistaram o mundo: estádios e arenas, totalmente sold-out por toda Europa, EUA , Japão e mais tarde chegaram na América do Sul também. Essa nova onda ficou conhecida como a nova “British Invasion” em referência á dos Beatles nos anos 60.

Oasis não é ‘Wonderwall' 

Ah, Por favor!! Repitam a frase acima como um mantra inúmeras vezes. Dizer que Oasis é ‘Wonderwall’ é a mesma coisa dizer que Extreme é “More than words”, então por favor: Don’t!

Nunca gostei dessa música e não entendo como se tornou o maior sucesso da banda. A bela “Champagne Supernova” do mesmo disco é infinitamente mais expressiva como composição, ou mesmo como um hit pra tocar na rádio.

O problema de “Wonderwall” ter feito tanto sucesso, é que ficou como referência direta pra banda: quando alguém diz ‘Oasis’, é a primeira música que vêm na cabeça das pessoas, o que é péssimo. É daí que vem essa coisa de chamarem eles de ‘bandinha’, que fez aquele hitizinho chato de violão que tocou zilhões de vezes na rádio e na MTV e mimimimimi....

Como fã que conhece todos os discos, posso afirmar que existem dezenas de músicas melhores do que essa, várias pérolas que estão ali, perdidas na posição de quarta música do lado B do vinil e que ninguém conhece e valoriza (com exceção dos “Mad fer it”, lógico). Um exemplo: “Born in a different Cloud”, composição do Liam Gallagher. Se alguém me perguntasse ‘O que é Oasis?’, mostraria isso antes de mais nada a versão ao vivo de “Cigarettes and Alcohol”, que acho bem melhor que a de estúdio, e sumariza bem o que a banda realmente representa.

Se você não gosta e continua não gostando da banda depois de ver esse vídeo, ok.  Mas pelo menos agora, é uma opinião com mais fundamento e que não é baseada exclusivamente na música que tocou na rádio e na MTV sem parar, quase uma lavagem cerebral na mulecada da época.  Oasis não é “Wonderwall”.

Ao vivo, na Inglaterra

Tive a oportunidade de assistir a dois shows da banda na Inglaterra em 2006, e mesmo sendo muito tempo depois da explosão do fenômeno, a relação entre fãs e banda permanecia com o mesmo calibre. Um dos momentos mais memoráveis foi no início, quando apagaram as luzes e um côro gigantesco, pronunciando o nome da banda, tomou conta do estádio. Parecia uma espécie de fanatismo religioso, algo cerimonial e muito mais intenso do que já testemunhei em shows de outras bandas.

Segue um clipe que filmei nessa noite, com uma câmera digital furréca em uma mão e um pint de Guinness na outra:

SUPERSONIC - Novo Documentário

Foi lançado recentemente um novo documentário sobre a história da banda, dando ênfase à fase de maior sucesso.

O documentário "Supersonic” mostra cenas inéditas desse período da carreira dos irmãos Gallagher, que definiu a Cultura Pop dos anos 90.

Nos dias 10 e 11 de Agosto de 1996, a banda fez dois shows em Knebworth na Inglaterra para 250.000 pessoas – até então, o maior show já realizado no País -, e também sendo considerado o momento de ápice do movimento musical conhecido como “British Pop”, que além do Oasis incluia bandas como The Verve e Blur (odeio Blur, nunca gostei. Blur é muito chato. Odeio Blur. Voce gosta? Eu odeio).

Os números desse show são estarrecedores: 4% da população da Inglaterra se registrou para tentar comprar ingressos.

Dá pra entender o que é isso? Não, não dá. Estou falando de TODA a população do País, isso inclui desde recém nascidos, até pessoas com 90 anos de idade. Se fossem considerar só a faixa etária média de pessoas que vão á um show de rock, esse número seria bem maior e mais realista. De acordo com as estimativas, o Oasis poderia ter se apresentado por várias noites com o mesmo número de público ao invés de somente duas. Dá pra entender o que é isso? Dá não.

E você achando que o Foo Fighters é grande, né?

THE END

A banda acabou. Finito. Os irmãos Gallagher saíram no braço e nunca mais voltaram a tocar juntos. Todo mundo sabe que eventualmente vai haver uma reunion, e todo mundo sabe também, que nunca mais será a mesma coisa, nem perto disso. Vai ser bom pra poder matar saudade das músicas com um pint de cerveja na mão, mas é impossível reviver uma época. É impossível reviver Woodstock, os anos 80 ou os 90. Vale pelo deleite nostálgico de poder relembrar os bons tempos cantando os hinos daquela fase.

Independente de qualquer coisa, o verdadeiro legado, é que naquele momento, o fenômeno Oasis foi algo muito verdadeiro. Deu voz á uma geração que era totalmente ignorada; gerou um senso de unidade em uma juventude que estava fragmentada e perdida; criou hinos que são cantados até hoje nas mais diversas situações; deu força de espírito para os que se viam sem perspectiva nenhuma.

Poucas bandas da Inglaterra conseguiram refletir tanto uma realidade social de forma tão simples e verdadeira. Noel Gallagher diz que até hoje as pessoas chegam pra ele contando o quanto o Oasis foi importante em suas vidas, sempre descrevendo detalhes muito pessoais.

E volto a dizer: a realidade descrita nas músicas se aplica a qualquer País, são temas universais. Virei fã justamente por também me identificar muito com os textos das músicas, de várias formas diferentes, e ter passado por situações semelhantes no início da fase adulta, que estavam claramente descritas naquelas canções.

Então fica só mais uma pergunta antes de encerrarmos:

Are you Mad fer it?

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2017: Um pouco do que vem por aí no metal brasileiro

 

AndreMatosp 2017: Um pouco do que vem por aí no metal brasileiro

Andre Matos: Uma das bandas brasileiras que devem se destacar em 2017

Por Eduardo Paulista Simões

2016 foi um ano tenso. Ainda nem tínhamos nos recuperado da morte de Lemmy em 28 de dezembro 2015 e perdemos David Bowie em 10 de janeiro. Também morreram Prince, Jimmy Bain, Greg Lake, Leonard Cohen, Daminhão Experiência e vários outros. E é melhor nem falar sobre o que anda acontecendo nos terrenos da política e economia.

Claro, nem tudo foi um desastre. Tivemos shows do Iron Maiden e Black Sabbath e CD novo do Metallica. Mas, no geral, foi um ano tenso.

A presente matéria, restrita às bandas brasileiras, destaca coisas boas que devem acontecer em 2017.

IMPORTANTE: não irei enfrentar ou me posicionar as diferenças pessoais entre músicos e bandas mencionados na matéria. Torço para que todos continuem fazendo música de qualidade e obtendo bons resultados. Isso que importa!

 

SEPULTURA

Quem é: toda e qualquer lista sobre heavy metal brasileiro deve começar com o Sepultura. A banda possui diversos discos lançados no mercado mundial e dezenas turnês realmente grandes. Nos EUA, por exemplo, já tocaram com Ozzy, Metallica, Pantera e Ministry.

O baterista Eloy Casagrande é considerado um dos melhores do mundo no estilo. E Andreas Kisser... Bom, já foi cogitado para tocar guitarra no lugar de James Hetfield em uma turnê do Metallica e já excursionou com o Anthrax substituindo Scott Ian.

O Sepultura continua sendo uma das bandas de thrash mais talentosas do mundo, mas, infelizmente, não conseguem ter no Brasil o mesmo respeito que possuem no exterior. Santo de casa...

O que talvez você não saiba: a primeira turnê mundial do Sepultura foi em 1989, abrindo para os alemães do Sodom. Como os seus shows agradavam mais do os que da atração principal, passaram a sofrer perseguição implacável, com boicotes de som, luz e algumas vezes tendo que entrar no palco antes mesmo de permitirem a entrada do público. O tempo mostrou que os alemães tentavam "tapar o sol com a peneira".

Por problemas de saúde a banda se apresentou como trio em três shows, com Andreas cantando e Max observando da plateia.

O esperar em 2017: o novo disco, Machine Messiah, gravado na Suécia com produção de Jens Bogren, sai em janeiro. O tema: robotização da sociedade e química da intrusão. Além dos consequentes shows no Brasil e turnês internacionais, incluindo os grandes festivais da Europa, podemos esperar o lançamento nos cinemas de um documentário.

 

SOULFLY

Quem é: Max é um dos fundadores do Sepultura e participou de parte da história contada acima. Quando se desentendeu com o Sepultura saiu e montou o Soulfly.

Assim como a sua banda original, goza de mais respeito e prestígio no exterior do que no Brasil.

De novo: santo de casa...

O que talvez você não saiba: Max sempre gostou de pesquisar sonoridades de outros países e outras culturas. No CD Prophecy, por exemplo, Max explora a cultura da Sérvia, onde passou alguns anos em um retiro espiritual;

O esperar em 2017: a banda irá gravar o seu 10° CD e comemorar 20 anos. Max já informou que anda escutando metal extremo, o que deve influenciar no direcionamento do disco.

Max também deve manter vivo o excelente Cavalera Conspiracy, onde mantém a profícua parceria com o seu irmão, Iggor Cavalera.

Espere dois excelentes discos e participação nos grandes festivais da Europa.

 

ANDRE MATOS

Quem é: Andre Matos é vocalista, compositor, maestro, pianista... E consegue ser excepcional em todas essas áreas.

Compare músicas como Here I Am do Shaman com Holy Land do Angra, ambas composições do músico. Certamente um dos músicos mais competentes e versáteis do país.

Despontou para o mundo da música ainda adolescente, quando gravou o disco Soldiers of Sunrise com o Viper.

Fechou o ano de 2016 fazendo shows comemorando os 20 anos do clássico Holy Land, do Angra.

Possui um alcance vocal invejável.

O que talvez você não saiba: antes de entrar no Viper já tocava piano.

O primeiro CD solo, Time to Be Free, contou com a participação de Pit Passarell, talentoso colega do Viper.

Embora seja frequentemente convidado para novos projetos, tenta manter o foco na carreira solo – exceção apenas para os shows onde apresenta com o Viper os seus dois primeiros discos na íntegra.

Todos que já passaram pela banda – sem exceção – são virtuoses nos seus instrumentos.

André possui discos lançados em todo o mundo por várias bandas: Viper, Angra, Shaman, Virgo e André Matos.

O esperar em 2017: além de um novo CD, o primeiro com o excelente guitarrista João Milliet, podemos esperar shows de lançamento no Brasil e turnês na Europa, Japão, etc. Não ficaria surpreso se tocasse novamente no Rock in Rio.

 

DORSAL ATLÂNTICA

Quem é: uma das bandas mais cultuadas do Brasil.

Começou nos anos 80, no Rio de Janeiro, liderada pelo músico, escritor e jornalista Carlos Lopes (na época Carlos Vândalo). O CD Antes do Fim é considerado um marco no metal nacional.

O que talvez você não saiba: de acordo com Max Cavalera o Dorsal Atlântica foi uma das principais influências do Sepultura.

O esperar: a banda prepara uma ópera thrash sobre a guerra de Canudos. O projeto será financiado por crowdfunding, ou seja, com os fãs financiando as gravações.

Hora de apoiar: http://www.dorsalatlantica.com.br/

 

TOYSHOP

Quem é: banda que mistura riffs simples, com influência de Ramones, com vocalizações alegres e refrões bons pra cantar junto. Música com boas energias.

A banda já foi classificada como “beer rock”, ou seja, rock pra ouvir tomando uma cerveja e se divertindo. Mas é mais do que isso. O guitarrista Val Santos é um excelente compositor e nos dois CDs da banda isso fica claro. Canções que te deixam com vontade de ouvir de novo.

A voz de Natacha continua envolvente e a cozinha, formada por Nando Machado e Guilherme Martin, um dos melhores do gênero.

O que talvez você não saiba: com a grande exposição da banda nos anos 90 gravaram um primeiro CD com a produção e Iggor Cavalera, entretanto, por aqueles motivos que só Deus entende, o álbum nunca foi lançado.

Mesmo com esse revés, a banda tem dois bons CDs lançados e turnê nos EUA na bagagem.

O esperar: shows de divulgação do CD Candy.

 

KIKO LOUREIRO

Quem é: guitarrista do Megadeth (foi “roubado” do Angra por Dave Mustaine pouco antes da banda começar a gravar o CD Dystopia).

Recentemente ganhou prêmio Dimebag Darrel de guitarrista do ano no Revolver Awards.

O que talvez você não saiba: apesar de canhoto, Kiko toca guitarra como destro.

Nos anos 80 tocou na banda paulista A Chave, substituindo Eduardo Ardanuy.

Além dos clássicos CDs do Angra, também gravou quatro discos solo que merecem a sua atenção.

O esperar em 2017: além de continuar excursionando com o Megadeth, Kiko tende a se tornar figura carimbada em eventos dedicados à guitarra, ajudando no aprimoramento de músicos mais jovens. Em julho de 2016, por exemplo, participou de um evento organizado por Paul Gilbert.

 

FM (Felipe Machado)

Quem é: projeto solo do guitarrista, compositor e produtor Felipe Machado, um dos fundadores do Viper.

O primeiro CD, “FM Solo”, traz uma interessante mistura de U2, Morrissey, The Killers e NIN com aquelas guitarristas típicas do Viper. A excelente instrumental Iceland, por exemplo, poderia estar em qualquer trabalho da banda.

Ao contrário do que ocorre com as bandas hoje em dia, não há aquela queda de qualidade na medida em que o disco avança: todas as músicas são muitas boas. A citada Iceland, por exemplo, é a última do CD.

O que talvez você não saiba: o Viper fez muito sucesso nos anos 80 e 90. Chegaram a ter clipes em primeiro lugar nas paradas da MTV Brasil, músicas nas rádios, etc. Também fizeram turnês nos EUA, Europa e Japão. Durante o hiato da banda, Felipe Machado, que também é jornalista, escreveu cinco livros, inclusive o recém-lançado 'Um Lugar Chamado Aqui'.

No CD “God Man Ape” há uma regravação da música The Shelter, composta por ele para o CD Evolution do Viper.

O disco foi produzido pelo guitarrista Val Santos, do Toyshop, que também toca nos shows de divulgação.

O esperar: o primeiro CD teve enorme aceitação de público e crítica e a banda é presença frequente nas casas de shows de São Paulo. Espere mais shows e um segundo CD.

 

THE UNABOMBER FILES

Quem é: projeto paralelo de músicos do Chakal, The Mist, Eminence, Overdose e Sepultura com objetivo de fazer um thrash metal cru e eficiente.

As letras o vocalista Korg são sarcásticas e originais, “comemorando” a habilidade de fazer um círculo perfeito com a nova cadeira de rodas ou sentenciando que “o inimigo do meu inimigo é o meu melhor amigo”.

Em 2013 a banda lançou um EP com seis músicas.

O que talvez você não saiba: Paulo Xisto já foi questionado no Brasil por não ser, supostamente, merecedor do cargo que ocupa no Sepultura. Bobagem! Depois de dividir o palco com Steve Vai no Rock in Rio Vegas o baixista recebeu elogios pela firmeza e "swing" nas linhas de baixo. Mas santo de casa...

O esperar: o primeiro CD e, se as agendas permitirem, a primeira turnê internacional.

 

ALMAH

Quem é: nasceu como projeto paralelo do vocalista Edu Falaschi, ainda na época em que era vocalista do Angra. Com a sua saída, o Almah passou a ganhar dedicação integral.

Além do talentoso vocalista e compositor Edu, a banda sempre contou com excelentes músicos, como Felipe Andreoli, Bill Hudson, Marcelo Moreira, Eduardo Ardanuy e Aquiles Priester.

Acaba de lançar mais um bom CD, E.V.O., e um clipe para a faixa Speranza.

O que talvez você não saiba: Em 2011, perdeu o guitarrista Paulo Schroeber, que deixou a banda por problemas de saúde. Em 2014 o guitarrista faleceu por problemas no coração.

O esperar: shows de lançamento do CD pelo Brasil, provavelmente continuando a dobradinha com o Angra.

 

CHAKAL

Quem é: eficiente banda mineira de thrash formada nos anos 80. Donos de um humor peculiar, já colocaram na capa de um trabalho porquinhos assando um lobo mau, em um desenho com estilo de história em quadrinhos. Nas letras exploram temas “diferentes”, como o câncer de pele do papai Noel, causado pelos buracos na camada de ozônio (Santa Claus has Got Skin Cancer).

O último CD, Destroy, recebeu elogios rasgados no Brasil e no exterior.

O guitarrista Mark A. é um destaque à parte. Preste atenção nos solos!

O que talvez você não saiba: a música ACME Dead End Road foi tocada nas rádios da Inglaterra nos anos 80. Na letra o personagem dos desenhos Wille Coyote consegue caçar o papa-léguas após contratar o seu primo chacal para criar enredos para os desenhos.

O esperar: a nova formação prepara uma comemoração para os 25 anos do disco The Man is His Own Jackal.

 

ANGRA

Quem é: a banda está na ativa desde 1995, quando lançou o CD Angels Cry. Desde então foram vários CDs, turnês e muito, muito, muito sucesso. Aqui, na Europa, nos EUA e, principalmente, no Japão.

Hoje conta com o italiano Fabio Lione no vocal.

Apesar das várias mudanças de formação a banda continua ativa lançando CDs e fazendo shows que agradam o público.

O que talvez você não saiba: como a banda tinha acabado de perder o baterista antes de gravar o CD Angels Cry na Alemanha, convidaram o alemão Alex Holzwarth para cuidar das baquetas. O problema: a música Never Understand possui ritmos “diferentes”, talvez nunca antes escutados por ele e certamente nunca gravados em um disco de heavy metal. Algo próximo de baião... Como na época a internet praticamente não existia, os músicos tiveram que “ensinar” o baterista o que era baião dançando.

Todos que já passaram pela banda – sem exceção – são virtuoses nos seus instrumentos.

Você talvez não saiba o que é Z.I.T.O. Mas isso eu não posso contar porque também não sei...

O esperar em 2017: o CD Secret Garden é de 2014. Além de continuar com os shows deve começar a compor o seu sucessor.

 

BUSIC

Quem é: banda formada pelos irmãos Andria e Ivan Busic após o término do Dr. Sin, também conta com Hard Alexandre e Zeca Salgueiro nas guitarras.

Já está com um CD nas lojas.

Os irmãos continuam com boas canções e riffs, mas, ao contrário do Dr. Sin, optaram por cantar em português.

O que talvez você não saiba: os irmãos Andria e Ivan Busic já emprestarem o seu talento para bandas como Ultraje a Rigor, Taffo, Supla, Chave do Sol, Supla e Platina. Estão atualmente engajados em campanha nas redes sociais para evitar a desintegração do trabalho de 27 anos da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo (https://www.change.org/p/emenda-parlamentar-para-manuten%C3%A7%C3%A3o-da-banda-sinf%C3%B4nica-do-est-de-s%C3%A3o-paulo-jazz-sinf%C3%B4nica-e-orthesp).

O esperar em 2017: shows em todo o Brasil para divulgar o primeiro trabalho, que deve ser conferido!

 

HELLS PUNCH

Quem é: banda de thrash formada por músicos experientes do cenário de Belo Horizonte.

O primeiro CD, Burn It Down, é sutil como um soco na cara... Paulada de primeira que vai agradar em cheio fãs de Slayer, Sepultura e Pantera. Mas também possui influências do Hard Core nova-iorquino, especialmente de Sick of It All e Biohazard.

O CD também está sendo distribuído nos EUA.

O que talvez você não saiba: com o Overdose o guitarrista e vocalista Sérgio Ferreira teve música em segundo lugar nas rádios de heavy metal dos EUA. Também fez várias turnês nos EUA e Europa.

O esperar: shows no CD e nos EUA para lançar o primeiro CD.

 

 

 

 

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Peter Hook: “É mais natural para mim tocar Joy Division do que New Order”

PETERHOOKp Peter Hook: É mais natural para mim tocar Joy Division do que New Order

Peter Hook: Baixista influenciou uma geração de músicos, do pop eletrônico ao rock, com seu estilo preciso e melódico

O New Order, banda que estourou nos anos 1980 em todo o mundo como uma das pioneiras no som eletrônico, teve como embrião o Joy Division, que chegou ao fim com a morte do vocalista Ian Curtis. O que as duas tinham em comum? Muitas coisas, mas principalmente o vocalista Bernard Sumner e o baixista Peter Hook. Por uma dessas coincidências do destino - e do showbiz - tanto Bernard Summer como Peter Hook tocam em São Paulo no início de dezembro. Ontem, Bernard Summer e o New Order, digamos, 'oficial', tocou ontem no Espaço das Américas.Enquanto isso, Peter Hook tocava no Teatro Rival, no Rio de Janeiro. Hoje, Hook toca em Curitiba; amanhã, em Porto Alegre. E, na próxima terça-feira, Peter Hook, que não reconhece a banda do ex-companheiro Sumner e cuja discussão está na Justiça, se apresenta com sua banda The Light no Cine Joia, em São Paulo

Peter Hook, que muitos apontam ser a alma do Joy Division e do New Order, conversou com o blog pouco antes de chegar em São Paulo. No papo, nada de discussões jurídicas ou intrigas sobre o legado das bandas britânicas. O que me interessa em Peter Hook é o som único que sai de seu baixo e o estilo que influenciou e influencia gerações e gerações de músicos em todo o mundo. Vamos lá:

O Joy Division foi muito importante para a sua carreira, mas também para a música pop em geral. Qual foi a principal razão para esse sucesso, as letras ou a atitude de Ian Curtis?

As duas coisas, além também de estar no lugar certo na hora certa. Éramos quatro grandes músicos fazendo canções que passaram pelo teste do tempo. Martin Hannett, nosso produtor, também estava no auge, um cara talentoso e inovador. E ainda estávamos na Factory, uma gravadora independente que queria mudar o mundo. Tudo isso contribuiu para criar a lenda em torno do Joy Division. Entretanto, não há dúvida de que a música e as letras de Ian foram responsáveis por fazer a banda se tornar tão popular. E todas as histórias da época também ajudaram a eternizar essa lenda.

Como você acha que a música da Joy Division evoluiria se Ian Curtis estivesse vivo? Você acha que acabariam soando mesmo como o New Order ou se tornaria algo completamente diferente?

Sim, eu penso que teríamos continuado basicamente no estilo que seguimos. Ian foi sempre muito ativo e voltado para a música, ele foi quem nos apresentou novos sons eletrônicos que estavam surgindo, como o Kraftwerk. Tenho certeza de que Ian teria cantado ‘Blue Monday’ e teria seguido conosco nesse estilo, o nosso caminho musical teria sido o mesmo.

Você tem tocado músicas do Joy Division e New Order na sua nova turnê. Como esse repertório trabalha em conjunto? Você vê esse material como uma obra de duas bandas separadas ou há uma conexão em termos de estilo?

Há uma semelhança no estilo, mas o som do New Order teve uma base mais eletrônica, enquanto o Joy Division tinha uma formação mais tradicional. O trabalho do New Order é diferente, muito mais delicado, enquanto o Joy Division é muito mais natural. Para mim é um trabalho duro tocar as músicas do New Order, elas são bem mais complicadas.

Seu filho Jack Bates toca com você como baixista da banda The Light. Como é olhar para o lado no palco e ver seu filho tocando o instrumento que você transformou em ícone?

É muito bom, quando olho em volta sinto um orgulho incrível. Ele é um grande cara e cuida muito bem de mim na turnê. Tenho sorte, porque nem todos os pais sabem onde seus filhos estão o tempo todo, não é? Ele é um grande baixista e já tocou com o Smashing Pumpkins, além do The Light. Hoje ele é muito dedicado à banda.

Como surgiu o seu projeto Freebass, só com baixistas como Mani (do Stone Roses) e Andy Rourke (The Smiths)? Você se sente como um embaixador do instrumento?

É muito legal da sua parte dizer isso. É verdade, muitas vezes tenho sido identificado com o instrumento. Nos juntamos para gravar o Freebass porque queríamos tentar algo novo e inovador e também porque temos estilos diferentes de tocar. Logo percebemos que os estilos de Mani e Rourke eram bem complementares, e daí eu vinha depois e amarrava tudo com esse estilo mais agudo. Freebass acabou levando muito tempo para ser lançado, mas gostei bastante da nossa turnê pela Inglaterra e tenho orgulho do álbum. Há grandes músicas ali, ‘Plan B’, por exemplo, é uma bela música.

Você fez uma revolução no modo de tocar baixo, transformando um instrumento rítmico em um melodicamente relevante. Para mim, isso influenciou o som do New Order mais até do que o do Joy Division, que tinha uma urgência mais pós-punk. Como você desenvolveu seu estilo de tocar?

Veio instintivamente, nunca foi intencional em minha parte. Ian foi o primeiro a reconhecer esse meu estilo como algo mais incisivo e que conduzia o som, ele quem me encorajou a desenvolvê-lo!  Tenho muita sorte, já que acabou se tornando um sinônimo do meu som e minha marca registrada. Um estilo que é batizado com seu nome, “linhas de baixo no estilo ‘Hooky’”... Criar um estilo reconhecido mundialmente é sempre motivo de orgulho. No entanto, tocar dessa maneira nunca foi muito bom para as minhas costas...

O New Order é um dos principais nomes da música eletrônica, construiu uma reputação importante e influenciou o som que ouvimos hoje nas pistas de dança. Por outro lado, você se parece muito mais com um punk, sempre com casaco de couro e visual Harley-Davidson, principalmente no período com a banda Revenge. Você gosta de punk, hardcore e heavy metal ou é apenas o seu estilo de vida? E se é assim, podemos esperar um álbum com guitarras pesadas algum dia?

Sim, é uma contradição interessante que eu tenho, acho que já fui punk, roqueiro e fã de música eletrônica em diferentes períodos da minha carreira. Mas sempre fui mais roqueiro, amo rock ‘n roll e já devo ter passado por todos os clichês do estilo. Já fui motoqueiro, mas hoje em dia, aos 60 anos, ficou meio perigoso. A gente já não tem a mesma resistência quando cai...
Quais são suas bandas favoritas hoje em dia? Você ainda tenta ouvir novos artistas? Como eles influenciam o seu trabalho?

Hoje em dia costumo ouvir dance music e rap. Ouço muita música e tento acompanhar a cena em Manchester. Duas bandas que as pessoas deveriam prestar atenção são Blossoms e The Slow Readers Club, ambas estão indo muito bem na Inglaterra.

Quais são seus cinco baixistas favoritos de todos os tempos?

Carol Kaye (baixista de estúdio dos anos 1960 e 1970), John Entwistle (The Who), Jean-Jacques Burnel (The Stranglers), Paul Simenon (The Clash) e, sem ser arrogante, tenho que dizer: eu mesmo.

Os baixistas são geralmente tímidos ou gostam de ficar na parte de trás do palco e apenas alguns têm a atitude de líder da banda. De cara eu penso em Steve Harris, do Iron Maiden, Lemmy, do Motorhead, e você. Existe uma razão psicológica para isso? Você acha que a maioria dos baixistas ou músicos em geral escolhem o instrumento com base na sua personalidade?

Definitivamente os baixistas são vistos como músicos tímidos, mas eu quis quebrar essa ideia. Você não mencionou o meu amigo Pal Mani, do Stone Roses, que está longe de ser um cara tranquilo. São sempre os baixistas que dirigem a van durante as turnês, são mais legais e confiáveis do que os outros músicos. São os caras legais da indústria fonográfica e que odeiam qualquer forma de injustiça.

 

PETER HOOK AND THE LIGHT

CURITIBA
Local: 4Take -  Avenida do Batel, 1693 – Batel, Curitiba/PR.
Data: 2 de dezembro.
Horário: abertura da casa: 21h. Show a partir das 23h.
Classificação etária: 18 anos.

PORTO ALEGRE
Local: Bar Opinião -  R. José do Patrocínio, 834 - Cidade Baixa, Porto Alegre / RS.
Data: 3 de dezembro.
Horário: abertura da casa: 19h. Show a partir das 20h30.
Classificação etária: 16 anos.

SÃO PAULO
Loca: Cine Joia - Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo/ SP. Tel (11) 3101-1305.
Data: 6 de dezembro.
Horário: abertura da casa: 20h. Show a partir das 22h.
Classificação etária: 18 anos

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Hoje é Dia Mundial de Luta Contra a Aids: Use preservativo!

prudencep Hoje é Dia Mundial de Luta Contra a Aids: Use preservativo!

Prudence e Palavra de Homem: Campanha para estimular o uso de preservativo

Hoje é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Do início da epidemia da Aids no Brasil, nos anos 1980, até junho de 2015, foram registrados 798.366 casos, de acordo com o Ministério da Saúde. Além disso, o Brasil responde por 40% das novas infecções na América Latina – segundo estimativas recentes da ONU, enquanto Argentina, Venezuela, Colômbia, Cuba, Guatemala, México e Peru respondem por outros 41% desses casos. Ou seja, Aids ainda é um problema muito sério não apenas no Brasil, mas no mundo.

A Prudence, marca de preservativos da DKT Brasil, está fazendo uma campanha para alertar sobre a importância do sexo seguro. Eu, como autor do blog Palavra de Homem, assino embaixo. Nos 26 anos de atuação da marca no mercado nacional, mais de 1,5 bilhão de camisinhas Prudence já circularam pelo País. A DKT do Brasil apoia ações de ONGs que têm compromisso com o marketing social, focando em projetos voltados ao planejamento familiar e prevenção das doenças sexualmente transmissíveis. Estou junto nessa campanha porque acho importante divulgar a importância do uso do preservativo.

Para estimular o uso das camisinhas, a Prudence quer mostrar que o sexo seguro também pode ser divertido. Por isso, lançaram camisinhas com aroma, cheiro e sabor, assim como texturas diferentes – e até que brilham no escuro.

De qualquer maneira, não importa qual preservativo você use, o importante é usá-lo. No Dia Mundial de Luta Contra a Aids, é bom lembrar que o único jeito de ganhar essa luta é se protegendo contra ela. Pense nisso!

#sexoseguro #usecamisinha #planejamentofamiliar #mktsocial #DKT

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