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Joss Stone: A Rainha do Soul virou Princesa do Reggae

JOSS STONE Camila Cara 016 Joss Stone: A Rainha do Soul virou Princesa do Reggae

Joss Stone no show do Citibank Hall, em São Paulo: A cantora de 27 anos é linda, simpática e talentosa. A foto é de Camila Cara

Joscelyn Eve Stoker tinha apenas 16 anos quando se transformou em Joss Stone. Imediatamente ela chamou a atenção do mundo graças ao contraste de estímulos que provocava nos sentidos do público: enquanto os olhos viam uma garotinha inglesa, linda, loira, ingênua como uma princesa medieval, os ouvidos eram bombardeados por uma voz potente e rouca de cantora gospel, daquelas que pesam facilmente mais de 100 quilos e passam os domingos batendo palmas em corais do Harlem.

Essa estratégia de marketing sustentou a carreira de Joss Stone durante um tempo, até que todo mundo já sabia quem era Joss Stone e que a tal discrepância não causava mais surpresa. Foi aí que percebemos que nada daquilo importava: Joss Stone não era apenas bela nem apenas cantava como uma rainha do soul, mas era uma artista incrível, carismática e talentosa.

Foi essa Joss Stone que vimos ontem no show do Citibank Hall, em São Paulo, em mais um show dela no Brasil. Joss (olha a intimidade) já veio várias vezes ao país – esta foi a sexta vez – e parece que vai continuar voltando. Aposto que ela é feliz em qualquer lugar do mundo, mas sua felicidade no palco aqui é algo palpável, quase físico; o sorriso não sai do rosto, o corpo flutua como se estivesse dançando em frente ao espelho de casa. Ela conversa com o público, pede desculpas por falar demais, depois esquece e fala mais um pouco. É diva, mas desencanada. Joss Stone tem algo de ‘carioca’, aquela espontaneidade singela e tranquila de quem acabou de passar o dia na praia. Se ela for igualzinha em outros países da ‘Total World Tour’, juro que vou me sentir traído.

Por falar em praia, agora a praia de Joss Stone é outra. Nos primeiros discos, ‘The Soul Sessions’ (2003), ‘Mind, Body & Soul (2004) e ‘Introducing Joss Stone’ (2007), Joss Stone era uma típica cantora de soul music, daquelas que a Motown deu à luz e eternizou.

Em ‘Colour me Free’ (2009) e ‘LP1’ (2011), ela passou a flertar um pouco com o Rhythm and Blues, o R&B que colocou Beyoncé e Alicia Keys no topo das paradas. Não dá para culpá-la, até porque são todas variações legítimas da mesma raiz, a música negra norte-americana. Em ‘The Soul Sessions Vol. 2’ (2012) ela voltou ao Soul, mas durou pouco: Joss está apaixonada por um novo estilo musical.

O show de ontem teve poucas músicas antigas e muito repertório novo, algo que ela já anunciou logo no início da apresentação. E pelo que deu para ouvir do novo disco (‘Water for your Soul’, que sai no segundo semestre), Joss deixa de ser a ‘rainha do Soul’ e passa a ser a ‘princesa do reggae’.

Seria fácil fazer um trocadilho com o sobrenome de Joss, ‘Stone’, e aquele jeito que os fãs de reggae ficam depois de ‘acender um Bob Marley’ (‘Stoned’). Mas a verdade é que a Joss tem tudo a ver com esse novo som, principalmente por sua postura meio neo-hippie-chic. O som de Joss Stoned tem uma levada gostosa, boa pra dançar. Seu novo som é, resumindo, ‘o maior barato’.

Além da música, impossível não se encantar com a simpatia de Joss. É incrível como ela parece ser uma pessoa normal, bastante indiferente à fama (dentro do possível, imagino).

Talvez seja porque ela conseguiu manter alguns elementos da sua vida pessoal intactos, como a vida em uma cidade pequena (ela ainda mora em Devon, na Inglaterra, em uma casa perto da família); curte frequentar os pubs locais; tem dois cães, o Rottweiler Missy e o poodle Dusty; gosta de futebol e é torcedora do Liverpool. Só para se ter uma ideia do seu jeito desencanado, perguntaram a ela por que ela costuma se apresentar descalça. Joss respondeu: “porque eu tenho medo de tropeçar”.

Nesses momentos imagino que Joss Stone volta a ser Joscelyn Eve Stoker, aquela garotinha de voz rouca e ingênua como uma princesa medieval que não imaginava ficar famosa tão cedo.

Setlist

You Had Me
Super Duper Love
Molly Town
The Love We Had
Wake Up
Could Have Been You
Star
Love Me
Music/Jet Leg
Stuck On You
I Put A Spell On You (cover do Screamin’ Jay Hawkins)
The Answer
Karma
Harry's Symphony (England)
Fell in Love with a Boy

BIS
Right to Be Wrong
Landlord
Some Kind of Wonderful

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O que se esconde sob a pele de Scarlett Johannson?

Se você está pensando em assistir a ‘Sob a Pele’ porque ouviu falar que é um filme sobre sexo em que a Scarlett Johansson aparece pelada, pense duas vezes. Essa ambiciosa obra-prima do diretor Jonathan Glazer não é um filme como os outros, com personagens definidos ou um roteiro com uma trama lógica e determinada. É uma viagem baseada na percepção, no entendimento que cada um faz dele a partir de suas próprias experiências.

É o que costumamos chamar de ‘obra aberta’, com diversas interpretações possíveis. Essa deve ter sido a razão que levou Glazer a ser comparado ao mestre Stanley Kubrick – além, claro, da influência visual e sonora inspirada na sequência final de ‘2001: Uma Odisseia no Espaço’ que permeia todo o filme.

‘Sob a Pele’ não é um filme mudo, mas poderia ser. Os poucos diálogos utilizados na narrativa não dizem nada, ou melhor, não conduzem a história a nenhum tipo de desfecho lógico. O filme acontece na tela, na grandiosidade e beleza perversa das imagens, mas também na cabeça dos espectadores. ‘O que está acontecendo?’, ‘Quem são essas pessoas?’ ‘O que significa isso?’ são perguntas que exigem a atenção do público ainda durante a exibição do filme, e não apenas após o seu final, como é comum.

Na verdade, as respostas não satisfazem totalmente o intelecto nem após a conclusão do filme. Acho que essa deve ter sido mesmo a intenção de Jonathan Glazer: forçar o pensamento para que ele preencha intuitivamente as lacunas deixadas pelos silêncios. Apesar de tudo isso, há uma história lá, imersa profundamente sob a pele dos personagens, afogada no mesmo líquido viscoso e negro que engole os homens seduzidos pela personagem de Scarlett.

Então, afinal, qual é a história? Scarlett Johansson surge para vingar uma mulher que teria sido, teoricamente, violentada e jogada no acostamento de uma estrada. Ela se veste com as roupas da vítima e sai dirigindo uma van pelas inóspitas paisagens da Escócia, seduzindo e eliminando homens que só estão interessados em sua beleza.

O filme seria, então, uma crítica ao comportamento opressor dos homens e à sociedade machista? Sim, tenho certeza de que esta poderia ser uma das interpretações. O filme pretende promover a valorização da beleza interior (alma) versus a beleza exterior (pele)? Sim, essa pode ser outra das leituras complementares que a trama permite. O filme trata da solidão de quem não consegue amar ou sentir algo pelo próximo? Sim, essa seria mais uma leitura. Ou não, como diria Caetano. São tantos ‘layers’, camadas de entendimento e interpretação, que aposto que o próprio diretor teria dificuldade em defender um único ponto focal.

A apática personagem de Scarlett é uma mulher feita apenas de pele e beleza. Ela existe com o único objetivo de punir os homens que se aproximam de mulheres assim: após serem ingenuamente atraídos para a armadilha, desaparecem em uma substância oleosa que parece ser feita de líquido amniótico. Nascimento e morte, útero e túmulo, alma e sexo: a dialética é parte integrante do filme tanto quanto os efeitos especiais disfarçados de arte contemporânea.

Consumada a vingança, Scarlett sai atrás de novas vítimas, repetidamente. Em um dos casos, uma família é dilacerada na sua frente, sem qualquer traço de emoção aparente. Alguns homens, no entanto, não merecem (ou não podem) ser punidos. Um deles, deformado fisicamente, sequer chegou a cometer o ‘pecado’ de se envolver sexualmente com mulheres. Sua pele, sua beleza exterior, portanto, é ‘defeituosa’, mas ele merece ser salvo porque sua mãos são belas (mãos belas = alma) nobre.

O outro homem trata Scarlett com respeito e chega a inspirar até um sentimento mais nobre que ela nem imaginava ser possível ter. Mas Scarlett continua sofrendo: nem mesmo esse príncipe encantado, que a leva para a única cena romântica do filme – uma brincadeira de Jonathan Glazer, que encena o ato em um castelo –, consegue fazê-la se sentir humana, completa. Ela é e sempre será apenas uma garota bonita, um estereótipo da única coisa para a qual a mulher serve: sexo. Scarlett não existe debaixo da pele.

Scarlett, aliás, merece um elogio especial por esse filme. Ela não é apenas uma das atrizes mais populares de Hollywood, mas também um dos grandes símbolos sexuais da história recente do cinema. Atuar em um projeto experimental como este foi um belo exercício de maturidade profissional, mas também uma prova de coragem e ambição artística.

A atriz é, obviamente, uma mulher deslumbrante, mas no filme ela não se apoia nisso para sustentar sua performance. Está um pouquinho acima do peso, cabelo pintado de preto, lentes de contato. Está bonita, claro, (ela não conseguiria ficar feia nem se quisesse muito), mas não sua beleza não é intimidadora. Faz o papel de uma mulher, digamos, comum.

Acredito que a intenção de Glazer foi mostrá-la como representante das mulheres de uma maneira mais universal. Em alguns momentos, nem lembramos que ela é Scarlett Johannson, a bombshell de ‘Vicky Cristina Barcelona’ e ‘Match Point’. Imagino como deve ter sido difícil para uma atriz acostumada ao star system deixar o ego de lado e sair pela Escócia sofrendo com o clima e caçando estranhos (sim, Glazer utilizou câmeras escondidas e os atores abordados inicialmente não sabiam que estavam sendo filmados).

As imagens geradas espontaneamente dão uma estranheza ainda maior ao filme, uma sensação de que algo realmente inesperado poderia acontecer a qualquer momento. Como, sei lá, um documentário feito sobre o ritual da sedução humana e os riscos implícitos que nunca consideramos porque seria algo racional demais – e, afinal, somos todos primatas. Outra citação ao ‘2001’, de Kubrick?

Não sei exatamente por que Glazer escolheu filmar na Escócia, mas arrisco dizer que o clima do país é uma moldura dramática perfeita para a história: não há dias ensolarados, tampouco tempestades. Há somente chuva e neblina, nada é muito claro. Mesmo as belas paisagens de praias e florestas são tensas, como se a natureza fosse um inimigo contra o qual a humanidade tem que disputar espaço para exercer sua plenitude.

A Escócia é dura, assim como o idioma de seus habitantes. Não há um inverno clássico, com neve ou paisagens branquinhas e lindas, mas exemplos de frieza pessoal que revelam uma solidão não apenas geográfica, mas espiritual. Sim, voltamos ao duelo de alma versus corpo que costura a trama o tempo inteiro.

Quando o filme chega ao fim, estamos com mais perguntas do que respostas, mais reflexões do que certezas. Mas não são assim as obras de arte que valem a pena? Muitas vezes, a experiência de passar duas horas vendo um filme estranho como este pode não ser das mais agradáveis. Mas quando o filme é bom, inteligente, desafiador, provoca um debate de ideias tão interessante e um prazer intelectual tão grande compensam o esforço. E o que era inicialmente um período de duas horas de tensão, dúvida e curiosidade, acaba se tornando um estímulo a discussões que ultrapassam os limites do cinema. Os filmes realmente importantes são assim.

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Maria Sharapova, minha tenista favorita

sharapova2 Maria Sharapova, minha tenista favorita

Ela está entre nós. A tenista russa Maria Sharapova esteve hoje em São Paulo e vai participar amanhã de uma partida de exibição contra Gisela Dulko em Porto Feliz, interior do Estado. A russa é a minha tenista favorita, embora, para falar a verdade, eu nunca tenha visto ela jogar.

Sharapova, que já foi campeã de Wimbledon, tenta voltar ao topo do ranking - ao topo do meu ranking ela nunca saiu. Decidi que não assistirei a partida ao vivo porque acho que meu coração não aguentaria. Talvez seja também porque não tenho convite. Mas verei a minha querida Sharapovinha no canal SporTV às 11h30.

Para terminar, gostaria de te deixar uma mensagem em russo:

Я люблю Шарапова. Я люблю играть в теннис с вами дома, когда вы принимаете?
Большой поклонник Kiss, Фелипе Мачадо

Eu não tenho medo de Amanda

amanda righetti Eu não tenho medo de Amanda

A atriz americana Amanda Righetti, de 26 anos, adora atuar em filmes de terror, como fez nos remakes dos filmes 'Sexta-Feira 13' e 'De Volta à Casa da Colina'. Vendo a foto acima, acho difícil alguém se assustar, ainda mais se ela aparecer de surpresa à meia-noite.

Bia Castilho: Beleza sem limites

2m Bia Castilho: Beleza sem limites

Chegar em casa do trabalho e encontrar a Bia te esperando: happy hour

Faz tempo que não publico nenhum post da seção 'Borracharia', mas agora não resisti. Recebi essa foto da Bia Castilho, ex-No Limite, que acaba de posar para o site Paparazzo (foto de Ernani D´almeida). Acho que não é preciso dizer por que eu não resisti a publicá-la.

Se ela tivesse posado para o site antes do programa estrear, talvez ele tivesse alguma audiência. Eu, pelo menos, teria visto.

Segue a ficha técnica (pra quê?) da Bia:

Nome completo: Bianca de Castilho Amaral
Bonito nome, mas Bianca de Castilho Amaral Machado ficaria melhor.

Data de nascimento: 21/09/1984
Adoro o ano em que ela nasceu: me lembra o livro do George Orwell (Big Brother, No Limite... tudo a ver)

Signo: Virgem
Me dou muito bem com esse signo. Pode soar estranho o que vou dizer agora, mas meu pai e minha mãe são Virgens.

O que mais gosta em seu corpo: Os olhos
Quando eu vejo as fotos dela, a coisa que eu mais gosto no meu corpo também são os olhos.

Perfume: CK One, da Calvin Klein
Ótimo, me lembra minha música favorita do U2.

Homem bonito: Johnny Depp
Tem gosto pra tudo, já me disseram que sou a cara dele (foi na sala de espera do oftalmologista, a mulher tinha sérios problemas na vista).

Mulher bonita: Fernanda Lima
Mais um ponto em comum: temos o mesmo gosto para mulheres.

O que mais gosta num homem: Inteligência.
U-hu! Me dei bem.

O que não tolera num homem: Burrice
U-hu 2. Me dei bem de novo.

Não vivo sem...: As pessoas que amo
Profundo, isso significa que, se ela se apaixonar por mim, viveremos felizes para sempre.

O que te tira do limite: Nada
Adoro mulheres ilimitadas.

A rainha da minha bateria

jaqueline3 A rainha da minha bateria

Acho que a Jaqueline Khury participou de algum Big Brother, mas está tão diferente... (e muito mais bonita!) Depois de ver a rainha da bateria da Acadêmicos do Tatuapé, estou até pensando em passar o Carnaval em São Paulo. Em um certo bairro da Zona Leste, para ser mais exato.

Preferência mundial

melanie Preferência mundial

Brasi-si-sil!

A modelo gaúcha Melanie Fronckowiak acaba de ganhar o concurso internacional de 'Miss Bumbum', organizado pela marca de calcinhas Sloggi/Triumph. Melanie atropelou 45 finalistas de 26 países no evento realizado hoje em Paris. Antes, ela já havia sido escolhida entre 11.200 fotos, votadas no site do evento por impressionantes 31,8 milhões de internautas.

Além da beleza da brasileira, sabe o que me chamou a atenção no release sobre o evento? O corpo de jurados. Vamos lá:

Adriana Karembeu, supermodelo e atriz
Stan Murmur, artista conceitual
Lomig Guillo, editor-chefe da revista FHM
Michelle Rice, da Intimate Apparel and Swimwear
'Mr. Sloggi' Thomas Herreiner, diretor da marca
Kristina Dimitrova e Andrei Andrei, vencedores do concurso em 2007

e... Paolo Nespoli, astronauta

Peraí, astronauta? O que tem a ver um astronauta com bumbuns? Ah, já sei. Ele é um especialista em gravidade. Ou então ele passa tanto tempo no espaço sem ver um bumbum que conhece o assunto melhor do que ninguém.

PS. Quem ganhou a versão masculina do concurso foi o francês Saba Bombote. E daí?

Mulheres e cartões-postais

gianne Mulheres e cartões postais

Desde que olhei para essa foto não consigo mais pensar em outra coisa: como nós, brasileiros, temos sorte. Nossas mulheres são tão incríveis que conseguem deixar até os cartões-postais mais bonitos.

Gianne Albertoni (Nana Moraes/Paparazzo)

Para acessar o blog 'Ping Pong - Felipe Machado é chinês... por um mês', clique aqui.

Atenção: Leona Cavalli está solteira

leonacavalli2 Atenção: Leona Cavalli está solteira

Bom, a pedidos, vamos deixar os gays um pouco de lado e... Borracharia já!
Para as garotas, prometo a foto do George Clooney em breve, ok?

(Esse post é para ser lido ao som daquela música do Caetano Veloso, 'gosto muito de você, Leoninha'...)

Não acompanho a novela das oito (só gosto das novelas escritas por Gilberto Braga - aliás, Gilberto, cadê você?), mas me disseram que a atriz Leona Cavalli faz um papel bastante polêmico em 'Duas Caras'. Parece que ela mora com dois homens, algo assim, e eles vivem numa espécie de triângulo-amoroso-bizarro. Ué, então a novela não devia se chamar 'Dois Caras'?

Enfim, o que importa não é isso. O que importa é que recebi essas fotos de divulgação do site Paparazzo (by Edurado Rezende) e um release bastante interessante. Fala sobre a carreira dela, "atriz gaúcha de 38 anos, que já atuou em vários filmes, peças de teatro", etc.

Mas o que me chamou a atenção foi a seguinte frase: "Leona Cavalli, que está solteira..." Por que será que o release traz essa informação? Vou ligar pra Leona para descobrir.

leonacavalli111 02 Atenção: Leona Cavalli está solteira

As curvas e as ondas

juliana bbb As curvas e as ondas

Ai, nada como uma Borracharia para alegrar o fim de semana... icon smile As curvas e as ondas

Uma perguntinha básica: você gosta de surf e, por acaso, vai passar o fim de semana em Porto de Galinhas, Pernambuco? Então una o agradável ao... mais agradável ainda: Juliana Góes, a ex-BBB que está na capa da Playboy deste mês, estará por lá.

A morena estará na praia do Cupe durante a etapa do festival SuperSurf, o maior evento do gênero no Brasil. Segundo o release da Playboy, "ela estará distribuindo autógrafos e dando uma atenção especial aos fãs", o que quer que isso queira dizer.

Se você der uma passada por lá e encontrar a Ju, por favor diga que Felipe Machado mandou um beijo. Valeu.

(Foto: J.R. Duran)