Publicado em 11/02/2015 às 03h03

Scheila Carvalho é a nossa Moria Casán

scheila carvalho moria casan Scheila Carvalho é a nossa Moria Casán

A brasileira Scheila Carvalho e a argentina Moria Casán: iguaizinhas - Foto: AgNews e Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O assunto foi um só no Baile de Carnaval da revista Vogue: o novo rosto de Scheila Carvalho.

Como a ex-dançarina do É o Tchan e atual apresentadora de TV é personalidade da cultura popular brasileira contemporânea, não há como deixar de lado o assunto.

Muito pelo contrário. É preciso fazer um importante adendo.

Scheila, que já foi eleita inúmeras vezes a mulher mais sexy do mundo pela revista VIP — porque nós brasileiros adoramos ser sempre os mais importantes do mundo, mesmo que os outros povos não sejam avisados —, agora está igualzinha a uma vizinha nossa: a argentina Moria Casán, diva absoluta do teatro e da televisão de Buenos Aires.

Deveriam montar um espetáculos juntas. Com turnê no Brasil e na Argentina, é claro.

Este humilde colunista dá todo o apoio.

moria casan Scheila Carvalho é a nossa Moria Casán

Moria Casán, diva absoluta do teatro argentino - Foto: Divulgação

scheila carvalho sheila mello Scheila Carvalho é a nossa Moria Casán

Scheila Carvalho (de preto), ao lado de Sheila Mello, no Baile da Vogue - Foto: Divulgação

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Publicado em 10/02/2015 às 03h03

Imagem de Napoleão é revista em exposição londrina

Jacques Louis David   The Emperor Napoleon in His Study at the Tuileries   Google Art Project Imagem de Napoleão é revista em exposição londrina

Napoleão Bonaparte, em pintura de Jacques-Louis David - Foto: Divulgação

Da EFE

O Museu Britânico, em Londres, inaugurou uma exposição de desenhos, charges, retratos e imagens que refletem a percepção britânica da figura de Napoleão Bonaparte na mudança do século 18 ao 19.

A mostra, chamada Bonaparte e os Britânicos: Imagens e Propaganda na Era de Napoleão, foca na propaganda visual que agravou e glorificou o general francês.

Napoleão Bonaparte (1769-1821) desperta fascinação por ser o imperador francês que dominou parte da Europa entre os anos 1793 e 1815, e foi objeto de interesse dos artistas e meios de divulgação da época.

A exposição coincide com os 200 anos da batalha de Waterloo, a última grande batalha de Napoleão, derrotado pela Sétima Coligação, que era liderada por Reino Unido e Prússia. A batalha representou o fim do império francês e seu exílio forçado.

A galeria de imagens apresenta como a carreira de Napoleão Bonaparte como militar coincide com um dos momentos mais relevantes e propícios para o exercício da sátira política em ambos os lados do Canal da Mancha.

A exposição contrapõe os trabalhos de alguns dos desenhistas satíricos britânicos mais importantes do período, como James Gillray, Thomas Rowlandson, Richard Newton e George Cruikshank, com imagens mais adoráveis de Napoleão produzidas na França.

O início da mostra é feito com uma série de retratos do jovem e bem-sucedido militar no começo da carreira. Depois, a exposição foca nas charges que se referem a diferentes períodos de sua vida como cônsul, em plenas disputas bélicas como a Batalha de Trafalgar ou suas invasões a Espanha ou Rússia.

Napoleão é caricaturado de diferentes formas, com destaque para uma imagem na qual é representado como uma aranha que tece uma teia para "devorar" a Espanha.

A curadora da mostra, Sheila O'Connell, afirmou que a exposição pretende ressaltar "o papel da propaganda visual no período" que, em muitos casos, pretendia levar a população à guerra. A exposição permanecerá aberta até o dia 16 de agosto de 2015.

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Publicado em 09/02/2015 às 03h03

Maná lança música com participação de Shakira

mana shakira Maná lança música com participação de Shakira

Mexicanos do Maná com a colombiana Shakira: juntos em Mi Verdad - Foto: Divulgação

Da EFE

O grupo mexicano Maná anunciou que lançará neste ano um novo disco de estúdio que incluirá um dueto com a cantora colombiana Shakira.

Por meio de um comunicado, a banda informou que a canção se chama Mi Verdad e será lançada mundialmente nesta segunda (9) e um dia depois estará disponível em plataformas digitais.

Mi verdad será a primeira música de trabalho do novo disco do Maná que será lançado ainda este ano, em uma data ainda não determinada, quatro anos depois de seu último álbum de estúdio, Drama u luz (2011).

A canção foi produzida pelo cantor da banda, Fher Olvera, e pelo americano George Noriega, produtor de artistas como Ricky Martin e da própria Shakira.

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Publicado em 08/02/2015 às 15h21

Relatos Selvagens conquista Goya na Espanha

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A atriz argentina Erica Rivas em cena do filme Relatos Selvagens: Goya de melhor filme ibero-americano - Foto: Divulgação

Por ALICIA GARCIA, da EFE

Relatos Selvagens levou neste sábado (7) o Goya de melhor filme ibero-americano, o único dos nove aos que foi indicado na 29ª edição dos prêmios - o Oscar do cinema espanhol -, nos quais o "thriller" La Isla Mínima, de Alberto Rodríguez, foi o grande vencedor com dez estatuetas.

Melhor filme, diretor, roteiro original, ator (Javier Gutiérrez), atriz revelação (Nerea Barros), trilha sonora, direção de fotografia, montagem, direção de arte e vestiário são os prêmios que conseguiu La Isla Mínima que confirmou assim sua condição de favorita.

El Niño, o segundo mais indicado, com 16, ficou com quatro Goyas: direção de produção, som, efeitos especiais e canção para Niño sin Miedo de David Santisteban, Índia Martínez e Riki Rivera.

Relatos Selvagens, co-produzido pela argentina Kramer & Sigman Films e a espanhola El Deseo - dos irmãos Pedro e Agustín Almodóvar -, foi indicado aos Goya de melhor filme, direção, roteiro (Szifrón), ator (Ricardo Darín), música (Gustavo Santaolalla), direção de produção, montagem, maquiagem e melhor filme ibero-americano.

Na categoria na qual ganhou, Szifrón disputava o prêmio com Kaplan, de Álvaro Brechner (Uruguai), Conducta, de Ernesto Daranas (Cuba) e La Distancia Más Larga, de Claudia Pinto Emperador (Venezuela).

Relatos Selvagens repete quase ao pé da letra em 2010 O Segredo de Seus Olhos, de seu compatriota Juan José Campanella, que chegou aos Goya com nove indicações, das quais levou o de melhor filme ibero-americano e de melhor atriz revelação (Soledad Villamil). O Segredo de Seus Olhos conseguiu posteriormente o Oscar de melhor filme de língua estrangeira, um prêmio ao que também concorre Relatos Selvagens e cujo resultado será conhecido no dia 22 de fevereiro.

Pouco acento latino em uma festa na qual se cumpriram as apostas e quase não houve surpresas. Javier Gutiérrez "à beira do colapso" e "afônico", cumpriu as previsões com o prêmio de melhor ator principal por seu obscuro inspetor policial, da mesma forma que Bárbara Lennie, que ficou com o de melhor atriz protagonista por Magical Girl.

As categorias de interpretações secundárias foram para a comédia Ocho Apellidos Vascos, um filme que também teve um grande sucesso internacional. Os veteranos Karra Elejalde e Carmen Machi conseguiram os prêmios de atores coadjuvantes e Dani Rovira ficou com o de melhor ator revelação.

Mortadelo y Filemón contra Jimmy el Cachondo, de Javier Fesser, ganhou os prêmios de melhor filme de animação e melhor roteiro adaptado e Carlos Marqués Marcet com o Goya de melhor diretor revelação por 10.000 km. E o prêmio de melhor filme europeu foi para o polonês Ida, de Pawel Pawlikowsky, que venceu o documentário O Sal da Terra (França); Dios mío, ¿Pero qué Hemos Hecho? (França) e El Abuelo que Saltó por la Ventana y se Largó (Suécia).

Tudo isso em uma festa marcada pelo Goya de Honra que recebeu Antonio Banderas, que definiu a vida "como aventura e como brincadeira", assegurando que "o caos é o melhor aliado de qualquer artista", uma profissão "sempre em crise". O prêmio dedicou, muito emocionado, à sua filha Stella del Carmen. "É quem mais sofreu com minha ausência", disse, antes de ressaltar que, apesar de suas aventuras hollywoodianas, sua mente sempre está na Espanha.

Banderas recebeu o prêmio das mãos de seu grande amigo, o diretor Pedro Almodóvar que disse do ator: "Ele se lançou sem controle e sem preconceitos a todos os abismos aos que lhe empurrei". E outra protagonista da festa foi Penélope Cruz, que retornou após quatro edições ausente para entregar o Goya de melhor filme. Cruz, da mesma forma que a maioria de participantes do evento, aproveitou para destacar o bom ano do cinema espanhol e a 'reconciliação' com os espectadores devido principalmente ao impulso de Ocho Apellidos Vascos.

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Publicado em 08/02/2015 às 15h00

Quadro de Miró ultrapassa R$ 60 milhões

miro Quadro de Miró ultrapassa R$ 60 milhões

Quadro de Miró conseguiu ultrapassar os R$ 60 milhões em leilão - Foto: Divulgação

Da EFE

A obra Painting (Women, Moon, Birds), uma pintura a óleo de 1950 do pintor catalão Joan Miró, foi vendida na última quarta-feira (4) na casa Christie's de Londres em um leilão de arte surrealista por 15,5 milhões de libras (mais de R$ 60 milhões), muito acima do valor estimado.

A obra, avaliada inicialmente entre 4 e 7 milhões de libras (cerca de R$ 16 milhões e R$ 29 milhões) se transformou na peça estrela de um leilão no qual foram vendidas outras quatro obras do artista que nasceu 1893 e faleceu em 1983.

Painting superou L'oiseau au Plumage Déployé Vole Vers L'arbre Argenté, também de Miró, um óleo sobre lenço que alcançou 9,1 milhões de libras (mais de R$ 37 milhões). A tela, de 1953, emprega alguns dos elementos mais recorrentes do pintor espanhol na década de 50, como são os pássaros, as árvores, o Sol e a Lua.

O leilão foi descrito pelo diretor internacional e sub-chefe do setor de impressionismo e do departamento de arte moderna da casa, Olivier Camu, como "o melhor grupo de obras de Miró a chegar ao mercado em uma só venda".

Além dos trabalhos de Miró, a Christie's leiloou peças de René Magritte, Marc Chagall, Francis Picabia, Jean (Hans) Arp e Max Ernst.

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Publicado em 08/02/2015 às 03h03

Bob Marley tem imagem diferente na Jamaica

bob marley2 Bob Marley tem imagem diferente na Jamaica

Bob Marley, que teria feito 70 anos na última sexta (6) - Foto: Divulgação

Por NATALIA BONILLA, da EFE

A imagem que se tem de Bob Marley em sua terra natal é muito diferente da que existe no resto do mundo, onde o cantor não é somente o máximo expoente do reggae, mas também do movimento rastafári, do consumo de maconha e da Jamaica em si.

Assim concordam em apontar diferentes especialistas jamaicanos consultados pela Agência Efe, entre eles Ray Hitchins, professor da Unidade de Estudos de Reggae do Instituto de Estudos do Caribe, da universidade jamaicana de West Indies.

"Enquanto no exterior pensam que Bob Marley é uma superestrela, na Jamaica é visto igual a muitos outros artistas do gênero", explicou em conversa telefônica este especialista. "Devemos entender que os jamaicanos não têm a mentalidade de superestrelas. Aqui as celebridades não são colocadas em um pedestal, como ocorre em outras partes do mundo", acrescentou.

"Valor turístico"

Efetivamente, os jamaicanos são conscientes do valor turístico e promocional que tem a figura do falecido Bob Marley, que nesta última sexta-feira (6) teria completado 70 anos, e sabem que é seu cidadão mais conhecido em nível internacional.

No entanto, para olhos estrangeiros, são poucos os festejos programados na ilha para homenagear o nascimento de Marley, que morreu aos 36 anos sem ter sequer lançado Legend (1984), o álbum de reggae mais vendido de todos os tempos, com mais de 25 milhões de cópias no mundo todo.

Um simpósio no Museu de Bob Marley, com presença de especialistas e parentes na última sexta, data de seu aniversário, e um grande concerto neste sábado (7) foram os dois únicos grandes atos oficiais programados na Jamaica.

Isso porque, em nível nacional, o cantor jamaicano compartilha o reconhecimento de ser um bom expoente do gênero junto com muitos outros artistas locais, que trataram temas similares em suas letras, como Dennis Brown, Gregory Isaacs, Peter Tosh - que fez parte do The Wailers - e John Holt.

bob marley Bob Marley tem imagem diferente na Jamaica

Bob Marley tornou o rastafári popular em todo o mundo - Foto: Divulgação

Politicamente consciente

No entanto, a visão do produtor britânico Chris Blackwell ajudou a impulsionar a imagem e música da lenda do reggae, ao distingui-lo dos demais por comercializar suas canções em nível internacional. "Um dos maiores atrativos da história de Bob Marley é sua própria história: sua origem humilde e como transmitia sua essência, porque isso fez ele se conectar com as massas fora de seu país, enquanto na Jamaica não chamava tanta atenção", opinou Hitchins.

O especialista em etnomusicologia enfatizou que, com seu primeiro álbum, Catch a Fire, Bob Marley e seu grupo ganharam notoriedade ao apresentar canções que desafiavam o status quo em tempos em que existiam múltiplos movimentos de descolonização no mundo. "Ele era politicamente consciente. Estava antecipado em seu tempo", disse Hitchins, após destacar o fato de que o músico abordou o assunto da supremacia branca a partir do lançamento de seu primeiro álbum em 1972, justo uma década depois que a Jamaica ficou independente do Reino Unido.

De fato, o cantor foi um dos primeiros artistas de reggae a admitir publicamente que era rastafári, uma religião que promove a supremacia negra e as raízes africanas, e a deixou ver em suas músicas. Isso talvez não o tenha ajudado a ganhar o público nacional, onde os rastafáris ainda eram discriminados, mas sim em nível internacional, onde pouco se conhecia sobre este movimento.

No julgamento do especialista, Bob Marley é mais famoso agora do que antes de morrer, em 1981, e isso se deve em grande parte à comercialização sistemática - promovida por sua própria família - de sua imagem até transformá-lo em um "sinônimo da Jamaica".

A venda de camisetas, álbuns e até produtos como café e cannabis sob a marca de Bob Marley são, na opinião de Hitchins, um indício de que sua popularidade continuará em ascensão. "Seu legado não está completo. Sua influência ainda cresce e se expande. Ainda não alcançou seu máximo potencial", concluiu o especialista.

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Publicado em 07/02/2015 às 14h11

Da ficção ao real: um cachorro chamado Pó de 10

pc3b3 Da ficção ao real: um cachorro chamado Pó de 10

Por SILVIA RIBEIRO*

O homem barrigudo, chinelo de dedo, bigode preto, percebeu meu interesse pelo cão e ficou me encarando. Ele apoiava as mãos no guidão de uma bicicleta, com um riso malicioso.

Eu que tirava fotos do bicho.

Animal de cor esquisita, olhos de cabra injetados, pelo manchado, batido, aspecto descarnado.

Estava na Pedra do Sal, próximo ao Cais do Valongo, região portuária do Rio, que, há pouco mais de 100 anos, fora porta de entrada de mais de 500 mil africanos.

— Esse cachorro é seu? Como chama?

— Pó de 10.

— Pode 10? Pode o que?

— Não. Pó de 10 mesmo.

— Pó de cocaína?

— É… – e ficou me espiando, como se eu desafiasse a verdade e fosse perder.

— Mas por que ele se chama Pó de 10?

— O dono dele chamava ele assim. Ele era traficante, tá trancado faz pouco mais de um mês… O cachorro ficou.

— O senhor tá brincando comigo…

— ÔÔÔÔ PÓ DE DEEEEEZ!!!!

E o cachorro desembestou a correr na direção de tão singela convocatória.

Gosto de a realidade não carecer de elementos verossímeis. Ela se banca e esfrega na cara o que seria facilmente taxado de mera invencionice. Já a ficção, essa sim, precisa acercar-se de mais “cacos do real” do que a própria realidade.

 

*SILVIA RIBEIRO é editora executiva do R7 no Rio. Colunista convidada, escreve no R7 Cultura todo primeiro sábado do mês. A jornalista também integra o Blog Inverso. A opinião dos colunistas convidados não reflete, necessariamente, a opinião do R7.

Publicado em 07/02/2015 às 12h49

Filme Ausência defende Brasil em Berlim

AUSENCIA FOTO 1   cred Mujica Filme Ausência defende Brasil em Berlim

Matheus Fagundes e Gilda Nomacce em Berlim: representante brasileiro - Foto: Mujica

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Este domingo (8) é dia de emoção brasileira na capital da Alemanha. E nada tem a ver com futebol. Muito pelo contrário, o tema é cinema.

O segundo longa do cineasta paulistano Chico Teixeira, Ausência, será exibido na programação da 36ª Mostra Panorama do 65º Festival de Berlim, que começou nesta quinta (5) e é um dos principais eventos cinematográficos do mundo.

O filme conta a história de Serginho, um garoto de 15 anos em busca de afeto, intepretado por Matheus Fagundes. No elenco estão Gilda Nomacce, como sua mãe, Irandhir Santos, como seu professor, e Francisca Gavilán, como a mulher do mágico.

Assinado pela brasileira BossaNovaFilms e pela chilena Wood Producciones, o filme é uma coprodução entre Brasil, Chile e França.

A Mostra Panorama é focada em produções independentes, que fazem estreias mundiais e europeias todos os anos em Berlim. O roteiro de Ausência é assinado por Chico Teixeira, Cesar Turim e Sabina Anzuategui. Já a direção de fotografia é de Ivo Lopes de Araújo.

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Publicado em 07/02/2015 às 03h02

Rael abre shows grátis às quintas no Itaú Cultural

rael Rael abre shows grátis às quintas no Itaú Cultural

O cantor Rael abriu série de programação grátis no Itaú Cultural - Foto: Divulgação

Por FRANCINE COSTANTI, repórter do R7

Este ano, o Itaú Cultural intensificará suas atividades na programação semanal. Além dos espetáculos teatrais, artes visuais e palestras, neste mês de fevereiro, o instituto fará mais shows na Sala Itaú Cultural.

Para estrear o projeto Quintas Musicais, nesta última quinta-feira (5), o instituto convidou o paulistano Rael. No show, o rapper apresentou músicas do CD Ainda Bem Que Eu Segui As Batidas Do Meu Coração, de 2013, e de seu último trabalho, o EP Diversoficando.

Lançado no ano passado, o EP foi divulgado de uma forma inovadora, Rael instalou fones de ouvido por todos os cantos de São Paulo para que as pessoas pudessem ouvir as músicas gratuitamente. O single Envolvidão já está entre os mais tocados nas rádios do País.

Para atender ao público gigante que compareceu ao local, o rapper fez três apresentações de uma hora, cantando músicas como Coração, Ela me Faz, QuizumbaSemana e sucessos da carreira com o Pentágono, grupo que fazia parte.

O repertório faz parte da turnê Ainda Bem Tour, prevista para terminar no final do mês.

Em fevereiro, o projeto Quintas Musicais ainda traz Marcio Werneck, com Baile dos Werneck, Carlos Zimbher, e a cantora e arranjadora Andrea dos Guimarães.

Já neste final de semana, de 6 a 8 de fevereiro, o Itaú Cultural retoma a série de shows Toca Brasil, que periodicamente leva ao público apresentações de artistas nacionais de diferentes estilos. Neste sábado (7), às 20h, o premiado Trio Corrente sobe ao palco com o seu som original, mesclado de jazz, choro e inspirações do samba.

Às 19h do domingo (8), Marcos Bowie lança Bom Como Beber Água, o seu primeiro álbum solo.

Desde 2010, os shows Toca Brasil acontecem na Sala Itaú Cultural. Artistas como Yamandu Costa, Ellen Oléria, Nina Becker, Beto Só e Frank Jorge, Ensemble Brasileiro de Música Moderna, Bárbara Ohana e João Gil já se apresentaram em outras edições.

O projeto Terça Tem Teatro traz nesta terça-feira (10), a peça Verbo, um monólogo tragicômico, com direção de Cássio Pires, no qual uma personagem busca reconstruir o acerto de contas que teve com o marido na noite que descobriu que estava sendo traída por ele.

Confira a próximas atrações do Itaú Cultural em fevereiro

TOCA BRASIL 

Trio Corrente

Dias 6 e 7 (sexta-feira e sábado), às 20h
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: livre

Marcos Bowie

Dia 8 de fevereiro (domingo), às 19h
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: livre
Sala Itaú Cultural (249 lugares)

TERÇA TEM TEATRO

Verbo

Dia 10 de fevereiro (terça-feira), às 20h
Classificação indicativa: livre
Sala Itaú Cultural (249 lugares)

QUINTAS MUSICAIS

Baile dos Werneck - Homenagem a Jorge Benjor e Tim Maia

Dia 12 de fevereiro (quinta-feira), às 20h
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: livre
Sala Itaú Cultural (249 lugares)

Entrada franca (ingressos distribuídos com meia hora de antecedência).

Estacionamento com manobrista: R$ 14 uma hora; R$ 6 a segunda hora; e mais R$ 4 p/ hora adicional. Estacionamento gratuito para bicicletas. Acesso para deficientes físicos. Ar condicionado.

Itaú Cultural: Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô. Fones: 11. 2168-1776/1777. Email para contato: atendimento@itaucultural.org.br

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Publicado em 06/02/2015 às 17h12

Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta-feira, dia 06/02/2015

agenda Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 06/02/2015

Miguel Arcanjo Prado conta as dicas culturais para Lidiane Shayuri no Hora News - Foto: Divulgação

A Agenda Cultural do Hora News, na Record News, está recheada de atrações selecionadas pelo colunista de Cultura, Miguel Arcanjo Prado. Com edição de Aline Rocha Soares. Veja o vídeo!

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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