Publicado em 05/11/2014 às 20h44

#VaivENO: Cadê você? por Eduardo Enomoto

eduardo enomoto sampa #VaivENO: Cadê você? por Eduardo EnomotoFoto EDUARDO ENOMOTO
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Na cidade tudo é cinza. É prédio. É asfalto. É pó, poluição. Tudo é aperto, sujeira, choro, ganância, grana, crueza, egoísmo e solidão. Cadê o verde? Cadê a água? Cadê a gente? Cadê você? Cadê?

*Eduardo Enomoto é fotojornalista do R7. Sua coluna, #VaivENO, é publicada toda quarta aqui no blog.

Curta a nossa página no Facebook

Leia também:

Saiba o que os atores fazem nos palcos e nos bastidores

Descubra a cultura de uma maneira leve e inteligente

Todas as notícias que você quer saber em um só lugar

Posts Relacionados

Publicado em 05/11/2014 às 13h31

Abaixo-assinado pede volta do tropeirão ao Mineirão

fejao tropeiro Abaixo assinado pede volta do tropeirão ao Mineirão

Típico prato da cultura culinária mineira, feijão tropeiro foi banido do Mineirão - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Em Minas, os torcedores de futebol já o conheciam há muito tempo.

Há meio século, ir ao estádio do Mineirão, na Pampulha, em Belo Horizonte, era sinônimo de torcer pelo seu time do coração e ainda saborear o gostoso feijão tropeiro vendido nas barraquinhas. O famoso tropeirão, para os mais íntimos.

O prato sempre quebrou barreiras de torcidas, sendo apreciado tanto por americanos quanto atleticanos e cruzeirenses.

Contudo, o tropeirão foi banido do espaço há quatro anos, por conta da reforma do estádio para a Copa do Mundo de 2014.

Consideraram que ele não estava dentro dos “padrões Fifa”. E os barraqueiros foram expulsos do local. A Copa passou e o tropeirão nunca mais deu o ar de seu sabor no estádio.

Revoltados, os mineiros resolveram fazer um abaixo-assinado pela volta do tropeirão ao Mineirão. A ideia foi do grupo Apoiadores dos Barraqueiros e Barraqueiras do Mineirão. Quase 15 mil pessoas já assinaram o manifesto.

Afinal, com tradição mineira não se mexe assim, da noite para o dia.

Curta a nossa página no Facebook

Leia também:

Saiba o que os atores fazem nos palcos e nos bastidores

Descubra a cultura de uma maneira leve e inteligente

Todas as notícias que você quer saber em um só lugar

Posts Relacionados

Publicado em 04/11/2014 às 03h05

Exposição Castelo Rá-Tim-Bum abre na madrugada

castelo ra tim bum Exposição Castelo Rá Tim Bum abre na madrugada

Protagonistas da série Castelo Rá-Tim-Bum, da TV Cultura - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Se durante o dia as filas são intermináveis, quem sabe rola mais paz na madrugada para conferir de perto Castelo Rá-Tim-Bum - A Exposição, em São Paulo?

A mostra, em cartaz no MIS (av. Europa, 158, Jardim Europa), fará uma maratona neste fim de semana: vai abrir no sábado (8), à meia-noite, e dura até 20h de domingo (9).

Os ingressos para a virada serão vendidos apenas na bilheteria do MIS durante este horário especial.

Se não tiver com pique para ir a museu na madrugada, não precisa se desesperar: a

exposição sobre o programa infantil da TV Cultura foi prorrogada até 25 de janeiro de 2015. Ufa!

Curta a nossa página no Facebook

Leia também:

Saiba o que os atores fazem nos palcos e nos bastidores

Descubra a cultura de uma maneira leve e inteligente

Todas as notícias que você quer saber em um só lugar

Posts Relacionados

Publicado em 03/11/2014 às 03h08

Mulher de Guimarães Rosa ajudou a salvar judeus

Aracy GUimararaes Rosa Mulher de Guimarães Rosa ajudou a salvar judeus

Aracy Guimarães Rosa: heroína anônima até agora - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A produtora Cine Group convidou Caco Ciocler para dirigir o documentário Esse Viver Ninguém me Tira, exibido no último Festival do Rio e que tem exibição nesta segunda (3), às 19h, no MIS, em São Paulo. É o primeiro longa dirigido pelo ator.

O filme conta a vida de Aracy Guimarães Rosa, mulher do escritor mineiro Guimarães Rosa. Enquanto foi chefe do departamento de passaportes do consulado brasileiro em Hamburgo, Alemanha, ela ajudou muitos judeus a escaparem do horror nazista para o Brasil. Corajosa, ela foi de encontro ao próprio governo de Getúlio Vargas, simpatizante alemão durante muito tempo.

O grande objetivo do filme é tirar Aracy da sombra do marido famoso e mostrar que ela foi uma grande e corajosa heroína.

Esse Viver Ninguém me Tira teve produção de Mônica Monteiro e codireção de Alessandra Paiva, além de direção de fotografia de Jacob Solitrenick e Geronimo Lessa, direção de arte de Rhamay Lima, trilha de Felie Grytz, montagem de Caroline Leone e Mariela Falatycki.

Curta a nossa página no Facebook

Leia também:

Saiba o que os atores fazem nos palcos e nos bastidores

Descubra a cultura de uma maneira leve e inteligente

Todas as notícias que você quer saber em um só lugar

 

Posts Relacionados

Publicado em 02/11/2014 às 03h08

Maíra Moraes: Preconceito contra nordestino é burrice

mudanca de sertanejo xilogravura j borges Maíra Moraes: Preconceito contra nordestino é burrice

Por MAÍRA MORAES
Especial para o R7*

O resultado das eleições do último domingo (26) a favor de Dilma Rousseff foram o estopim de mensagens preconceituosas contra nordestinos nas mídias digitais, redes sociais e nas ruas.

A grande maioria delas com palavrões, desqualificações, depreciações diversas e até a proposição de separação entre as regiões por meio de um muro, visualizada por infográficos e mapas. Compartilhados por políticos, celebridades e cidadãos comuns.

E, infelizmente, parte da mídia apoiou de muitas formas essas depreciações, utilizando uma linguagem mais refinada que ia de “regiões mais dependentes de programas sociais do governo”, ou até a fala do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (formado em sociologia, diga-se de passagem) “votam no PT, porque são desinformados”.

O preconceito contra a população nordestina, em especial em São Paulo, é antigo e deriva de uma incapacidade de compreender a ideia de Estado de Direito ou mesmo a noção de Estado.

Cadê a cordialidade?

O Brasil, ao contrário do que se pensa, está longe da ideia de cordialidade. E, em especial, muitos dos que compartilharam ódio na noite do último domingo desconhecem a própria história do País.

O fluxo da população jovem nordestina em meados das décadas de 1940 e 1950 para ocupar os postos de trabalho foi fundamental para a construção da cidade de São Paulo.

O êxodo das áreas rurais do Norte/Nordeste era resultante não só das condições locais, mas do projeto de desenvolvimento econômico brasileiro de concentração econômica, proposital, na região Sudeste.

Basta nos lembrarmos da construção de Brasília, que surgiu apenas para centralizar o poder político. Desse modo, houve incentivos e muitos, para que nordestinos pudessem vir a São Paulo.

Em uma breve tentativa, basta nos lembrarmos de que o capital movimenta-se nas condições que lhe são favoráveis. Urbanização e industrialização foram e são incentivadas pela economia e pelo Estado, e nesse caso, o planejamento estrutural econômico brasileiro foi totalmente voltado para o desenvolvimento dessas regiões.A professora J. Borges 48X66 Maíra Moraes: Preconceito contra nordestino é burriceObrigados a migrar

Sendo assim, os nordestinos não chegaram procurando oportunidades, foram obrigados a vir, pela própria política econômica do Brasil, incluindo na era da ditadura civil-militar que os pseudo ufanistaspaulistas gostam de vangloriar (sem nunca tê-la conhecido verdadeiramente).

É justo refletirmos que São Paulo não é e nem nunca foi uma mãe de braços abertas a qualquer migrante. As provações diárias que muitos tiveram de passar, desde salários baixos, más condições de vida, humilhações e preconceito. Somando ainda, o racismo, já que muitos estados do Nordeste assumem-se como negros, ao contrário de alguns locais sulistas.

Preconceito é burrice

Infelizmente, vivemos em um País em que a educação e os direitos humanos são desprezados. E o comportamento de certos profissionais de mídia, celebridades e cidadãos nos apontam para um caminho conturbado. Indiferente de qualquer conjuntura política, o preconceito contra nordestinos irá emergir, porque ele é resultante da desinformação e da burrice.

A pergunta que se coloca é por que compartilhamos conteúdos mentirosos, se nós próprios desconhecemos os fatos de nossa história? A saber: programas sociais não sustentam o Nordeste, qualquer dúvida, favor consultar os dados econômicos da região (não as redes sociais), uma das mais crescentes no País. Na era do Facebook e do Twitter, quem tem cérebro e se informa verdadeiramente, é rei.

maira moraes Maíra Moraes: Preconceito contra nordestino é burrice*MAÍRA MORAES é historiadora formada pela USP (Universidade de São Paulo), na qual também é pós-graduada em Mídia, Informação e Cultura. Colunista convidada, escreve no R7 Cultura todo primeiro domingo do mês. A opinião dos colunistas convidados não reflete, necessariamente, a opinião do R7.

Curta a nossa página no Facebook

Leia também:

Saiba o que os atores fazem nos palcos e nos bastidores

Descubra a cultura de uma maneira leve e inteligente

Todas as notícias que você quer saber em um só lugar

Posts Relacionados

Publicado em 01/11/2014 às 03h08

Cinema africano ganha sessões em SP e no Rio

Mandela 1.1 Cinema africano ganha sessões em SP e no Rio

Líder sul-africano Nelson Mandela é o grande homenageado no Rio - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O cinema africano quase nunca aparece nas telonas brasileiras, infelizmente. Pois duas mostras especiais querem mudar essa triste realidade nas duas principais cidades do Brasil: São Paulo e Rio de Janeiro.

Em São Paulo, acontece no Cine Olido, na Galeria Olido (av. São João, 473), até este domingo (2), o Kilimanjaro Ciné African Film Festival. Ao todo, serão exibidos oito longas africanos em dez sessões, todas com entrada a R$ 1.

Já no Rio, entre 4 e 12 de novembro, no Instituo Moreira Salles (r. Marquês de São Vicente, 476), na Gávea, acontece a Mostra África Hoje. O grande homenageado é Nelson Mandela. São 16 fimes de países como África do Sul, França, Madagascar, Moçambique, Angola, Congo, Suíça, Burkina Faso e Tunísia.

Mariana Marinho, idealizadora da mostra carioca, diz que o objetivo é "proporcionar horizontes diferentes daqueles a que estamos acostumados". No Rio, a entrada é R$ 8 a inteira e R$ 4 a meia.

Curta a nossa página no Facebook

Leia também:

Saiba o que os atores fazem nos palcos e nos bastidores

Descubra a cultura de uma maneira leve e inteligente

Todas as notícias que você quer saber em um só lugar

Posts Relacionados

Publicado em 31/10/2014 às 16h51

O Retrato do Bob: Alberto Guzik, ausente e presente

alberto guzik foto bob sousa O Retrato do Bob: Alberto Guzik, ausente e presenteFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Tudo na vida dele foi muito intenso, muito rápido. Assim, ele nos deixou em 2010, com apenas 66 anos, vítima de um câncer. Mas a doença jamais conseguiu apagar o que ele representa para a cultura brasileira, sobretudo para o nosso teatro. Alberto Guzik cobriu os palcos como ninguém. Também foi crítico que deixou sua marca nas peças que assistiu e analisou. No fim da vida, mudou de lado. Foi para o palco, na companhia de seus amigos do grupo Os Satyros. Reinou na praça Roosevelt. Mas nunca deixou de ser um homem das letras. Tanto que foi diante de seus muitos livros que posou para nosso Bob Sousa. Com mestrado na USP sobre o lendário TBC, o Teatro Brasileiro de Comédia, ele conhecia cada meandro da história do teatro brasileiro. Nem parece, mas ele se foi há quatro anos. E faz uma baita falta esse grande homem de nossa cultura. Ausente, mas ainda tão presente.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

Curta a nossa página no Facebook

Leia também:

Saiba o que os atores fazem nos palcos e nos bastidores

Descubra a cultura de uma maneira leve e inteligente

Todas as notícias que você quer saber em um só lugar

Posts Relacionados

Publicado em 31/10/2014 às 03h09

Sabia que Malandragem não era para Cassia Eller?

CASSIA ELLER Sabia que Malandragem não era para Cassia Eller?

Cássia Eller herdou canção rejeitada por outra cantora - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

"Quem sabe ainda sou uma garotinha, esperando o ônibus da escola, sozinha... Cansada, com minhas meias três-quartos, rezando baixo pelos cantos, por ser uma menina má..."

Com certeza os versos de Malandragem faz você se lembrar de Cássia Eller (1962-2001).

Contudo, a música composta pela dupla Roberto Frejat e Cazuza foi feita para outra cantora, Angela Rô Rô. Aquela que na década de 1980 aprontava todas no Baixo Leblon.

Mas, ao ouvir a canção, Rô Rô não quis saber da música. Ficou revoltada e disse para Cazuza e Frejat que a letra não tinha nada a ver com ela, como contou ao programa Por Trás da Canção, do Canal Bis.

Assim que conheceu Cássia Eller, com Cazuza já morto, Frejat resolveu oferecer a canção para a nova cantora que despontava.

Antes, para não criar inimizades, pediu autorização para Rô Rô, que liberou a música sem problema algum, já que não gostava mesmo da canção.

Cássia Eller, ao contrário, ficou apaixonada pela música e a gravou em 1994. Ela se tornou seu maior sucesso.

Será que depois Ângela Rô Rô se arrependeu?

ANGELA RO RO Sabia que Malandragem não era para Cassia Eller?

 

Curta a nossa página no Facebook

Leia também:

Saiba o que os atores fazem nos palcos e nos bastidores

Descubra a cultura de uma maneira leve e inteligente

Todas as notícias que você quer saber em um só lugar

Posts Relacionados

Publicado em 30/10/2014 às 16h59

Zuenir Ventura é o novo imortal da ABL

zuenir ventura Zuenir Ventura é o novo imortal da ABL

Jornalista e escritor, Zuenir Ventura fica com vaga de Suassuna na ABL - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O jornalista e escritor mineiro Zuenir Ventura, de 83 anos, é o novo imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL).

Ele obteve 35 votos do total de 37, a maioria absoluta na eleição realizada nesta quinta (30), na sede da entidade, no centro do Rio. Seu nome foi anunciado pelo presidente da ABL, Geraldo Holanda Cavalcanti, como o escolhido para ocupar a cadeira de número 32, ocupada até 23 de julho último por Ariano Suassuna, que morreu nesta data.

Zuenir concorreu com os escritores Thiago de Mello, John Müller e Olga Savary. Seu nome só foi anunciado depois que os votos foram queimados, para manter o segredo sobre os mesmos, como reza a tradição.

Um dos jornalistas mais respeitados da imprensa brasileira, Zuenir Ventura é autor do best seller 1968 - O Ano que Não Terminou, que escreveu em 1988 e lançou no ano seguinte.

A obra, considerada uma das melhores reportagens em forma de livro da história do Brasil, inspirou a minissérie da Globo Anos Rebeldes, exibida com sucesso em 1992.

Em 2009, lançou 1968 - O que Fizemos de Nós, uma espécie de continuação de seu clássico. É também autor do livro Cidade Partida, que lhe valeu o Prêmio Jabuti em 1995, no qual fala sobre a situação do Rio em que pobres e ricos vivem em espaços distintos e, ao mesmo tempo, próximos: a favela e o asfalto.

Quem é Zuenir Ventura?

Nascido em Além Paraíba, na Zona da Mata mineira, em 1º de junho de 1931, desde 1954, Zuenir Ventura mora no Rio, onde formou-se em letras pela atual UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em 1958.

Em 1959, foi estudar no Centro de Formação de Jornalistas em Paris, na França, onde tornou-se correspondente do jornal A Tribuna.

De volta ao Brasil, nos anos 1960, foi ser editor de Internacional no Correio da Manhã. Em 1965, virou chefe de reportagem da revista O Cruzeiro. Em 1967, tornou-se chefe da sucursal carioca da revista Visão.

Em 1968, foi preso sob acusação de subversão e chegou a dividir cela com Hélio Pellegrino (1924-1988) e Ziraldo, entre outros.

Em 1975, fez o roteiro do documentário Que País É Esse?, de Leon Hirzman, que mais tarde inspirou a música de Renato Russo, da Legião Urbana. Em 1977, passso a chefiar a sucursal da Veja no Rio. Em 1981, assumiu a sucursal carioca da IstoÉ.

Em 1989, investigou a morte de Chico Mendes (1944-1988) para o Jornal do Brasil como repórter especial. Ganhou dois Prêmio Esso e o Prêmio Vladimir Herzog com a reportagem. Em 1993, ajudou a criar a ONG Viva Rio. Atualmente, é colunista do jornal carioca O Globo.

Curta a nossa página no Facebook

Leia também:

Saiba o que os atores fazem nos palcos e nos bastidores

Descubra a cultura de uma maneira leve e inteligente

Todas as notícias que você quer saber em um só lugar

Posts Relacionados

Publicado em 30/10/2014 às 16h11

Em votação secreta, ABL escolhe novo imortal

abl alberto araujo2 Em votação secreta, ABL escolhe novo imortal

Petit Trianon, sede da Academia Brasileira de Letras, no Rio - Foto: Alberto Araújo

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Começou às 16h desta quinta (30), em sua sede, no Rio, a votação para escolher o ocupante da cadeira de número 32 da Academia Brasileira de Letras (ABL).

O novo imortal ocupará a vaga deixada com a morte do poeta e romancista Ariano Suassuna, no dia 23 de julho último.

O jornalista e escritor mineiro Zuenir Ventura deve sair vitorioso da votação. Bem relacionado e admirado pelos atuais membros, deve levar a maioria dos 37 votos dos imortais.

Mas, como em toda eleição, tudo pode acontecer. Concorrem com ele os escritores Thiago de Mello, John Müller e Olga Savary.

Serão no máximo quatro votações, até um dos concorrentes obter maioria absoluta.

Assim que isso acontecer, o presidente da ABL, Geraldo Holanda Cavalcanti queimará os votos, para manter o segredo sobre os mesmos e anunciará o novo imortal.

 

Curta a nossa página no Facebook

Leia também:

Saiba o que os atores fazem nos palcos e nos bastidores

Descubra a cultura de uma maneira leve e inteligente

Todas as notícias que você quer saber em um só lugar

Posts Relacionados

Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

PUBLICIDADE

Home de Blogs +
Ir para a home do site
Todos os direitos reservados - 2009- Rádio e Televisão Record S/A
exceda.com