Publicado em 08/01/2015 às 03h05

Ataque terrorista na França provoca luto nos quadrinhos: todos somos Charlie

charlie capa Ataque terrorista na França provoca luto nos quadrinhos: todos somos Charlie

"O amor é mais forte que o ódio", na capa do Charlie Hebdo - Foto: Reprodução

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os desenhistas brasileiros estão chocados com o ataque terrorista ao jornal francês Charlie Hebdo, nesta quarta (7), em Paris.

Quatro dos maiores cartunistas mundiais foram fuzilados pelos terroristas: Wolinski, Cabu, Charb e Tignous, que desenhavam para o semanário satírico. Brasileiros como Laerte Coutinho, Ique, Ziraldo e Chico Caruso vieram a público manifestar sua indignação com o ocorrido.

A opinião geral entre os chargistas e também entre os jornalistas é que os ataques fundamentalistas não podem intimidar a liberdade de expressão, valor primordial das sociedades ocidentais democráticas e que deve ser defendido por todos.

Por isso, nada mais justo do que todos dizerem: "Je suis Charlie" (Eu sou Charlie), frase que já corre o mundo.

A Associação de Cartunistas do Brasil (ACB) divulgou nota, lamentando o ocorrido e lembrou que os desenhistas sempre foram defensores dos fracos e oprimidos. Veja a íntegra:

"Mais uma vez estamos presenciando a barbárie na história humana com esse atentado de fundamentalistas islâmicos à revista de sátiras Charlie Hebdo, em Paris, nesta quarta-feira (7), matando 12 pessoas.

Entre os mortos estão o editor e chargista Charb (Stephane Charbonnier) os desenhsitas Cabu, Tignous e o famoso cartunista Wolinski. A revista já havia sofrido um ataque em novembro de 2011, numa tentativa dos terroristas em incendiar sua sede.

Em setembro de 2005 o jornal dinamarquês Jyllands-Posten publicou 12 charges que se utilizavam da imagem do profeta Maomé, que pela fé islâmica não pode ser representado em imagem qualquer, para atacar os radicais que se utilizam da religião para promoverem o terrorismo no mundo. Esse acontecimento inflamou a já difícil relação do ocidente com os povos islâmicos.

Por mais que um veículo de mídia, e no caso de desenhistas, possam estar desrespeitando a esses preceitos religiosos, não se justifica essa violência. Isso é prejudicial aos próprios povos do Islã, já que o termo islã está ligado a palavra árabe salam, que significa paz, o que indica o caráter pacífico e tolerante da fé islâmica.

Repudiamos, sempre, todo e qualquer modo de violência à liberdade de expressão. O desenhista é justamente o artista que busca a defesa dos mais fracos e oprimidos desde que as charges começaram há 200 anos. A palavra charge é francesa, e significa carga, por ser sempre uma carga crítica aos governos e dogmas que mancham os direitos humanos e a livre expressão. Esses mesmos desenhistas, mortos, foram críticos em suas vidas em relação aos governos que oprimem povos de países do terceiro mundo.

Casos de abusos sempre devem ser resolvidos nas formas jurídicas e de manifestações pacíficas para que o mundo saiba que somos seres humanos que se tratam como humanos, e não como irracionais.

Esperamos que esse triste acontecimento seja um exemplo de intolerância a ser varrido das relações humanas para que a morte desses jornalistas e desenhistas não seja em vão.

Estamos em luto total.

José Alberto Lovetro
Presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil – ACB
07 de janeiro de 2015"

Leia ainda: Jornal atacado é Pasquim da França

 

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Publicado em 07/01/2015 às 11h06

Jornal atacado em Paris é Pasquim da França

charlie hebdo capa Jornal atacado em Paris é Pasquim da França

Capa do semanário Charlie Hebdo: sempre polêmico - Foto: Reprodução

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O jornal satírico semanal francês Charlie Hebdo, que foi cenário de violento ataque terrorista em Paris nesta quarta-feira (7), quando homens armados fuzilaram a sede do jornal e mataram mais de uma dezena de pessoas, foi fundado em 1969, sob edição de François Cavanna.

Escrito em linguagem coloquial, o jornal tem traços semelhantes a O Pasquim, semanário brasileiro satírico que circulou entre 1969 e 1991, sendo retomado entre 2002 e 2004, com o título de O Pasquim 21.

Assim como seu irmão brasileiro, Charlie Hebdo também teve uma pausa em sua circulação. Ele funcionou até 1981, quando foi fechado, mas retomou suas atividades em 1992, sob comando de Phillipe Val. Este permaneceu no comando do semanário até 2009. A volta foi um sucesso e ele chegou a vender 100 mil exemplares por semana.

Críticas ferozes

A publicação, que sai toda quarta-feira, é de forte influência esquerdista, e sempre teve em charges, piadas e polêmicas seu ponto forte e que também sempre despertou polêmicas e crises internacionais, sobretudo com os povos islâmicos.

Libertário, o jornal sempre publica críticas ferozes não só à extrema direita como também às religiões, alfinetando tanto o catolicismo quanto o islamismo e o judaísmo.

Ódio islâmico

O jornal francês publicou um artigo em 2000, assinado por seu editor de então, Phillippe Val, que chamava os palestinos de “não-civilizados”. Na época, a jornalista Mona Chollet protestou contra o texto e foi demitida.

Outra polêmica aconteceu em 2009, quando o jornal publicou em sua capa uma caricatura do profeta Maomé, dizendo: “É difícil ser amado por idiotas”. A edição vendeu 160 mil cópias e outras 150 mil precisaram ser reimpressas às pressas. Além do sucesso comercial, a publicação atiçou a ira dos muçulmanos em todo o mundo. O jornal ganhou o ódio islâmico e foi processado por grupos islâmicos, mas ganhou a ação.

Na época, o presidente da França, Jacques Chirac, condenou a manchete, que poderia “inflamar paixões”. Já o presidente Nicolas Sarkozy e o atual François Hollande manifestaram, posteriormente, apoio ao jornal, defendendo “a liberdade de expressão”, uma das bases da sociedade francesa.

Provocação

Em 2011, a sede do jornal já havia sido atacada por terroristas. No ano seguinte, o jornal voltou a publicar charges de Maomé, inclusive com caricaturas do profeta nu. O ministro das Relações Exteriores da França na época, Laurent Fabius, falou que a publicação estava “derramando óleo em fogo”.

Na época, o jornal se defendeu, dizendo: “Nós fazemos caricaturas de todos. Só quando fazemos do Profeta é que isso é chamado de provocação”.

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Publicado em 06/01/2015 às 13h00

Você sabe a verdade sobre Getúlio Vargas?

getulio vargas Você sabe a verdade sobre Getúlio Vargas?

O político gaúcho Getúlio Vargas: ele foi vilão ou um herói?

A chefe de reportagem do R7, Edna Dantas, conversou com Lira Neto, biógrafo do ex-presidente Getúlio Vargas. Ele revela, nesta entrevista em vídeo, toda a verdade sobre o político que uns acham ser herói e outros um grande vilão. Qual será a verdade? Veja o vídeo abaixo:

lira neto edna dantas Você sabe a verdade sobre Getúlio Vargas?

Jornalista Edna Dantas conversa com o biógrafo Lira Neto em SP - Foto: Reprodução

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Publicado em 06/01/2015 às 03h08

Verão Arte Contemporânea agita BH nas férias

belo horizonte Verão Arte Contemporânea agita BH nas férias

Belo Horizonte: verão com arte por todos os cantos - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Houve um tempo, não muito distante, em que passar o verão em Belo Horizonte era sinônimo de marasmo e nada para fazer. Hoje, o cenário é outro.

Neste período de férias a capital mineira fervilha não só nos bares como também em 24 espaços culturais. São eles que abrigam um dos principais eventos desta época do ano: o Verão Arte Contemporânea, ou apenas VAC para os mais íntimos.

Ele chega à sua 9ª edição entre 9 de janeiro e 12 de fevereiro de 2015, com programação robusta que engloba 46 atrações que passam pelas artes visuais, a dança, a literatura, o cinema, o teatro, a música, a arquitetura, a gastronomia e a moda.

Afinal, nas montanhas de Minas o antigo convive com o novo em perfeita harmonia.

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Publicado em 05/01/2015 às 03h08

Peru é desvendado em exposição de Martín Chambi

machu picchu martin chambi  Peru é desvendado em exposição de Martín Chambi

Imagem de Machu Picchu, no Peru, pela lente do fotógrafo Martín Chambi

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A beleza do Peru e de sua gente sempre foi o objeto artístico do fotógrafo peruano Martín Chambi (1891-1973). Ele foi pioneiro no registro de seu país.

Sua obra pode ser conferida de perto em São Paulo, na exposição Face Andina, em cartaz até 22 de fevereiro de 2015 no Instituto Moreira Salles (r. Piauí, 844, 1º andar, Higienópolis, tel. 0/xx/11 3825-2560).

A mostra traz 88 fotografias, além de 23 postais. Todas as fotografias expostas foram feitas entre as décadas de 1910 e 1960. A entrada é gratuita. A visitação acontece de terça a sexta, de 13h às 19h. Já sábado e domingo fecha uma hora mais cedo, às 18h.

Vida dedicada à fotografia

Martín Chambi nasceu no povoado de Coasa, província de Carabaya, departamento de Puno, próximo ao lago Titicaca. Começou a fotografar ainda jovem, ao obter uma colocação como assistente de fotógrafo na Mineradora Santo Domingo, na cidade de Cambaya, para onde seus pais se mudaram impulsionados pelo ciclo do ouro na região.

Já em Arequipa, em 1908, teve como mestre Max T. Vargas, célebre fotógrafo local, com quem trabalhou até montar seu próprio estúdio, em Sicuani, nove anos depois. Na ocasião, publicou, de forma pioneira no Peru, seus primeiros cartões-postais.

Segundo texto da mostra, o artista dedicou-se a registrar a população nativa do país, principalmente as etnias Quéchua e Aymará. Por sua origem indígena, Chambi buscou uma abordagem diferente da forma exótica comum à época. Registrou a humildade da vida andina sem desrespeitá-la, tornando seu trabalho reconhecido mundialmente, tanto pelo caráter etnográfico quanto pelo aspecto artístico.

Pioneiro em Machu Picchu

Ele foi um dos primeiros a fotografar Machu Picchu, a cidade sagrada dos incas, descoberta em 1911, Chambi ficou também conhecido como fotojornalista, tendo trabalhado nos jornais locais de Cusco. Teve fotos publicadas em outros países, como no jornal argentino La Nación e na revista National Geographic.

Chambi entendeu o Peru como uma nação mestiça e multicultural. Nas suas frequentes viagens pelos Andes, capturou imagens impressionantes de ruínas incas, bem como a cor local das paisagens desoladas e de seus habitantes. Ele conseguiu mesclar a tradição europeia, próxima da pintura, com os retratos em estúdio.

Chambi lançou um olhar antropológico e simultaneamente terno sobre o lado mais esquecido do país – aquele habitado pelos povos de origem pré-colombiana. O uso da luz natural e seu sentido de composição engrandeceram as imagens e os personagens retratados.

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Publicado em 04/01/2015 às 03h08

Novos artistas mineiros fazem mostra gratuita

centro cultural ufmg Novos artistas mineiros fazem mostra gratuita

Centro Cultural UFMG sedia mostra de novos artistas - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os 23 artistas plásticos que se formaram agora na Escola de Belas Artes da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) se reuniram em uma mostra coletiva, com organização do professor de história da arte Rodrigo Vivas. O nome da exposição é Fragmentos e Trajetos.

As obras estão expostas ao público no Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, tel. 0/xx/31 3409-8290), na praça da Estação, centro de Belo Horizonte.

A mostra é diversa e traz trabalhos que retratam o homem e seu entorno também.

A visitação, gratuita, acontece de terça a sexta, das 10h às 22h, e sábado e domingo, 10h às 18h, até 1º de fevereiro de 2015.

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Cartaz da mostra dos formandos da Escola de Belas Artes da UFMG

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Publicado em 03/01/2015 às 03h08

Descubra 7 curiosidades sobre Ron Mueck, escultor que já levou 330 mil brasileiros ao museu

ron mueck Descubra 7 curiosidades sobre Ron Mueck, escultor que já levou 330 mil brasileiros ao museu

O australiano Ron Mueck em escultura autorretrato - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Mais de 100 mil pessoas já visitaram a exposição do escultor australiano Ron Mueck na Pinacoteca do Estado, na região da Luz, centro de São Paulo. No Rio, a mostra foi vista por 230 mil pessoas. Assim, mais de 330 mil brasileiros já estiveram em contato com suas obras. Todos ficam impressionados com o hiper-realismo presente em suas obras, muitas delas reproduzindo com perfeição figuras humanas, inclusive o próprio artista. O R7 pesquisou a vida dele e conta sete curiosidades:

1 - Ron Mueck nasceu em Melbourne, Austrália, em 1958, mas atualmente mora na Grã-Bretanha.

2 - Ele herdou a mania de perfeição do pai, que era fabricante de brinquedos e gostava de tudo certinho nos mínimos detalhes.

3 - O começo da carreira foi fazendo marionetes (sua mãe fazia bonecos de pano e lhe ensinou a técnica).

4 - Para ninguém pensar que sua escultura é um ser vivo, já que são perfeitas, ele sempre faz seus bonecos muito maior ou muito menor do que o real.

5 - Se colocadas em uma balança, as obras expostas na Pinacoteca pesam juntas 7 toneladas.

6 - A mostra Ron Mueck já esteve no Rio, onde foi vista por 230 mil pessoas. Em São Paulo, a exposição já foi vista por 100 mil pessoas. E o número não para de crescer.

7 - As peças expostas em São Paulo valem R$ 77,4 milhões.

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Publicado em 02/01/2015 às 03h08

Dira Paes será musa absoluta de Tiradentes

Dira Paes Dira Paes será musa absoluta de Tiradentes

Dira Paes será homenageada na Mostra Tiradentes 2015 - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Nas últimas duas décadas, seu nome foi uma constante nos créditos finais dos bons filmes brasileiros. A paraense Dira Paes tornou-se uma das mais requisitadas atrizes, queridinhas por diretores como Cláudio Assis, Sérgio Bianchi e Walter Lima Jr.

Nada mais justo do que seu nome ter sido o escolhido para ser a grande homenageada da 18ª edição da Mostra Tiradentes, que acontece entre 23 e 31 de janeiro de 2015 na bucólica cidade histórica mineira.

Primeiro grande evento do cinema nacional do ano, o evento coordenado por Raquel Hallak prepara mais de cem filmes em sua programação gratuita para um público de pelo menos 35 mil pessoas.

No esplendor de seus 45 anos, Dira Paes será a musa absoluta do festival.

Alguém aí duvida?

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Publicado em 01/01/2015 às 03h08

Arte de Inhotim invade galeria de Belo Horizonte

palacio das artes Arte de Inhotim invade galeria de Belo Horizonte

Palácio das Artes recebe obras de arte de Inhotim até 8 de março - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O Museu Inhotim, em Brumadinho, na Grande Belo Horizonte, já é reconhecido internacionalmente pelo seu precioso acervo. Parte dele está mais pertinho dos belo-horizontinos, na primeira exposição fora de sua sede. A mostra Do Objeto para o Mundo - Coleção Inhotim está em cartaz no Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1537, centro, tel. 0/xx/31 3263-7400), com entrada gratuita. A visitação acontece de terça a sábado, 9h30 às 21h; domingo, 16h às 21h, até 8 de março de 2015. Estão na mostra obras de Hélio Oiticica e Lygia Pape.

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Publicado em 31/12/2014 às 03h08

Shows gratuitos animam Ano-Novo no Rio de Janeiro

SEU JORGE Shows gratuitos animam Ano Novo no Rio de Janeiro

Seu Jorge é uma das atrações do Réveillon de Copacabana - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O mais tradicional Réveillon do Brasil, o da praia de Copacabana, no Rio, terá shows gratuitos em três pontos distintos da praia. Turistas e cariocas poderão confraternizar ao som de grandes nomes de nossa música. Veja, abaixo, a lista completa de shows em cada palco:

PRAIA DE COPACABANA

Palco Principal – em frente ao Copacabana Palace
18:00: Abertura com DJ
19:30: Baia Toca Raul
20:30: Detonautas
22:20: Titãs
00:00: Espetáculo de Fogos Musicados
00:16: Seu Jorge (Show da Virada)
02:40: G.R.E.S. Unidos da Tijuca
03:30: Encerramento

Palco Santa Clara – em frente à rua Santa Clara
18:00: Abertura com DJ
19:30: Bossa Cuca Nova
20:50: Revelação
22:20: Maria Rita
00:00: Espetáculo de Fogos Musicados
00:16: Roupa Nova
02:40: G.R.E.S. Salgueiro e G.R.E.S. Portela (25 minutos cada)
03:00: Encerramento

Palco Leme
18:00: DJ Ailton
19:00: Grupo 100%
20:20: Grupo RP com participações
21:30: Leandro Sapucahy
23:10: Grupo RP com participações
00:00: Espetáculo de Fogos Musicados
00:16: Styllo X
01:30: DJ Ailton
03:00: Encerramento

OUTRAS REGIÕES DO RIO

Madureira
Velha Guarda da Império Serrano, Ferrugem, Clareou e Bateria da Mangueira

Flamengo
Leo Russo e Thaís Macedo, Silvinho Blau Blau, Gabriel Moura e baterias da Beija-Flor e da São Clemente

Ilha do Governador
Pura Amizade, Swing e Simpatia, Tá na Mente e bateria da União da Ilha

Piscinão de Ramos
MCs do Funk, Nosso Sentimento e bateria da Grande Rio

Penha
Samba Legal, Preto Joia, Celebrare, Imaginasamba e bateria da Imperatriz

Ilha de Paquetá
Bruno Maia, Coisa Séria, Alex Cohen e bateria da Viradouro

Sepetiba
Curtindo a Vida, Dilsinho, Marquinhos Sensação e bateria da Mocidade Independente

Guaratiba
Disfarce, Michael Sullivan, Reinaldo Príncipe do Pagode e bateria da Vila Isabel

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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