Publicado em 12/11/2014 às 16h12

#VaivENO: Takeshita Street por Eduardo Enomoto

tokyo eduardo enomoto toquio #VaivENO: Takeshita Street por Eduardo EnomotoFoto EDUARDO ENOMOTO*
Enviado especial do R7 ao Japão

Takeshita street... Uma rua no bairro de Harajuku, em Tokyo, onde as "cosplays" compram suas roupas. Lugar descolado do Japão. Quem puder vá lá e conheça esta rua. Uma inundação de cores, diferenças e japoneses malucos. Brechós espalhados por todos os cantos. Referência mundial no mundo da moda. Para o meu amigo Miguel Arcanjo, Made in Japan. Arigatooooo!

Veja mais fotos de Enomoto no Japão

*Eduardo Enomoto é fotojornalista do R7. Sua coluna, #VaivENO, é publicada toda quarta aqui no blog R7 Cultura.

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Publicado em 12/11/2014 às 03h07

Nem Secos é música boa contra a ostentação

nem secos Nem Secos é música boa contra a ostentação

Nem Secos: eles são autênticos, bons músicos e nada idiotas; na foto, da esq. p/ dir, frente: Carlos Linhares, Leandro Said, Deh Mussulini e Luã Linhares; atrás, tb da esq. p/ dir.: Alexandre Mestiço, Sune Salminen e Leonardo Clementine - Foto: Ciléia Botelho

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Qualidade musical aliada a um discurso potente e libertário. Num mundo musical submerso até o último fio da cabeça no mercado voraz – que o diga a ostentação dominante – ver uma banda que propõe justamente o contrário é algo que ainda faz a gente querer acreditar que o interessante um dia pode (voltar a) ser normal (e não marginal). Porque, como eles cantam em A Manha e o Paia, "O que vai ser do mundo? O mundo se vendeu..."

A música deles é ótima. As letras também. Quem foi ao último show que fizeram, na manhã de sol do último domingo (9), no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte, sabe muito bem: a banda Nem Secos é boa demais da conta, sô. É uma das melhores coisas que a atual cena musical mineira produziu.

Quem duvidar que ouça o disco Dançando a Vida, que deve ser prensado ano que vem, assim que o grupo conseguir a grana, porque o mercado atual anda burro demais.

Alexandre Mestiço (com sua voz soul e presença intensa no palco), Carlos Linhares (espécie de Tom Zé mineiro e mentor do grupo), Deh Mussulini (segura nos vocais e única mulher da banda, talvez por isso ainda tímida no palco, mas que tem tudo para desabrochar cada vez mais), Delano Soares (em participação especial na percussão), Leandro Said (virtuoso e propositivo nos instrumentos de sopro) , Leonardo Clementine (guitarrista; mais na dele, mas fundamental), Luã Linhares (pianista talentoso e dono de uma voz jovem) e Sune Salminen (baterista cheio de ginga) são uma mistura dos Mutantes com Novos Baianos, mas com (muita) pegada própria.

O nome talvez os remeta, excessivamente e erroneamente, a uma espécie de cover da banda Secos & Molhados, ícone dos anos 1970. Mas, não são. Só foram, lá no comecinho da história da banda, 11 anos atrás.

Hoje, digamos que o espírito da banda que lançou Ney Matogrosso está presente de alguma forma, mas a Nem Secos consegue transformar aquele discurso de 40 anos atrás em algo que dialoga freneticamente com as relações líquidas do contemporâneo. E dão uma sacudida na pasmaceira vigente.

É preciso acentuar a exuberância musical do pianista Luã Linhares, filho do vocalista e baixista Carlos Linhares. Luã é um músico que faz a gente se lembrar do roqueiro argentino Charly García na juventude com seu excesso de potência.

Os Nem Secos são favor da paz, do amor (livre), da arte, do homem, da inteligência, da música, do talento. E contra toda a idiotização de tudo, o que fazem muito bem. Para eles, bem melhor que ostentar, é simplesmente ser. E não ter discurso pronto, vendido. Como cantam, com toda a ironia do mundo, em A Seita que Não Aceita: "Ai, ai, ai, ai, ai, ai, mas eu vou fundar uma nova seita que não aceita ninguém com mais uma ideia pronta".

Este é o recado debochado, inteligente e potente do Nem Secos no palco, na arte, na vida.

E tal discurso está presente até na harmonia deles no palco, onde fazem transitar a importância entre todos os seus integrantes (vestidos com roupas coloridas e de farta inspiração afrobrasileira) durante o show. Mais do que o jogo de egos comuns nas bandas mundo afora, mostram que o coletivo pode funcionar. Nem que seja em sua música mergulhada (ainda bem) na utopia.

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Publicado em 11/11/2014 às 13h43

Brasileiro conquista o mundo com choro moderno

danilo brito Brasileiro conquista o mundo com choro moderno

Danilo Brito: aos 29 anos, bandolinista brasileiro é reverenciado no mundo; músico lança disco com seu nome no Sesc Belenzinho, em SP, no dia 16 - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O músico paulistano Danilo Brito é a prova de que o choro não é um objeto de museu para ser guardado em uma gaveta histórica.

Em seu quinto disco, que leva seu nome, o bandolinista que conquistou o sucesso ainda na infância — ele toca desde os três anos — aposta em composições próprias que fazem o estilo instrumental brasileiro dialogar com vertentes contemporâneas da música.

O lançamento será no próximo domingo (16), em show às 18h no Sesc Belenzinho (r. Padre Adelino, 1000, tel. 0/xx/11 2076-9700), em São Paulo, com entradas entre R$ 7,50 para comerciários e dependentes a R$ 25, valor de inteira.

Como, infelizmente, os gringos costumam valorizar mais nossa cultura do que nós mesmos, o álbum Danilo Brito foi lançado primeiramente nos Estados Unidos, no primeiro semestre. Lá o músico é velho conhecido dos admiradores de estilos próximos ao jazz.

Dedicado, Brito fez um disco conceitual, sofisticado e enxuto — são 30 minutos ao todo distribuídos em nove músicas —, trazendo ao choro o som do século 21, fazendo-o conversar com ritmos como o maxixe, a valsa e o afoxé. Assim, em suas mãos, o sincretismo musical torna-se real.

Sua expertise no bandolim é tanta que o nosso músico autodidata foi definido assim pelo grande bandolinista norte-americano David Grisman, durante o Simpósio de Bandolins Internacional de Santa Cruz, na Califórnia, neste ano: “um fenômeno do bandolim, o maior representante da música instrumental brasileira”.

Realmente, não é para qualquer um.

danilo brito disco Brasileiro conquista o mundo com choro moderno

Capa do disco Danilo Brito: chorinho mais que atual e autoral - Foto: Divulgação

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Publicado em 10/11/2014 às 17h26

Musa do cinema, Gilda Nomacce é celebrada no Rio

gilda nomacce carlos locatelli Musa do cinema, Gilda Nomacce é celebrada no Rio

Gilda Nomacce: mais de 50 filmes no currículo - Foto: Carlo Locatelli

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Ela já virou musa do novíssimo cinema brasileiro de qualidade.

Com presença cênica sempre repleta de mistério e força, Gilda Nomacce ganha homenagem por sua trajetória pungente nesta terça (11), no Festival Curta Cinema 2014 – Festival Internacional de Curtas-Metragens do Rio de Janeiro. O evento é dirigido por Ailton Franco e tem curadoria de Andy Malafaya.

Além da homenagem, há uma retrospectiva de 24 filmes com a atriz. “Fui tomada pela emoção ao ver meus trabalhos reunidos”, conta a atriz. Ela ainda diz que receber a honraria a “inspira e dá força para trabalhos futuros”.

Sobre trabalhar com “diretores em construção”, como chama os principiantes que fazem curtas, tem opinião certeira: “Os diretores de curta estão numa urgência que leva a criação para um lado muito intenso”.

50 filmes

Com tanta abertura ao novo, Gilda Nomacce tem um currículo para impressionar qualquer um: já atuou em 50 filmes e 15 peças.

Por conta disso, ela já arregimentou um grupo fiel de fãs. E gente da melhor qualidade: muitos são diretores, produtores de cinema e até jornalistas especializados no mundo cultural (caso do coleguinha Bruno Machado). "Eu fico emocionada, porque muita gente do cinema chega para falar comigo, me dizendo que viu um filme meu e gostou", explica.

E Gilda não pensa em manter o ritmo frenético de trabalho: "Gravo bastante, meus amigos sabem que eu vivo tendo de dizer 'não posso sair, eu estou gravando'. Acho que agora estão começando a entender... Essa retrospectiva é um atestado, uma prova de que estou falando mesmo a verdade! [risos]".

Saiba mais sobre o Curta Cinema 2014.

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Publicado em 08/11/2014 às 11h04

Ramon Cotta: Comparar pra quê?

duvida 600x314 Ramon Cotta: Comparar pra quê?

Desde pequenos, costumam nos comparar aos outros: pra quê? - Foto: Thinkstock

Por RAMON COTTA
Especial para o R7*

Logo que a gente nasce, já nos comparam aos nossos pais. ''Puxou a cara da mãe'', dizem.

Aos dois anos de idade já falam que temos o temperamento de alguém da família. ''Esse menino vai ser igual ao pai, com a personalidade forte'', dizem.

Aos oito nos comparam com o irmão e cobram de você atitudes que não fazem parte do seu jeito de ser. ''Na idade que você está, seu irmão mais velho já estava andando de bicicleta por aí'', dizem.

Aos 14 anos, nos comparam com o filho da vizinha. ''O Joãozinho na sua idade já está indo às festas, arrumando paqueras'', dizem.

Aos 18 anos. nos comparam com o primo. ''Seu primo já entrou na faculdade de medicina, e você nem sabe o que quer da vida'', dizem.

Aos 20 anos nos comparam com a prima. ''Sua prima já está lá, formando e namorando e você aí chegando bêbado da balada'', dizem.

Aos 28 anos nos comparam com o filho da amiga da mãe. ''O Pedrinho está formado, empregado e vai se casar mês que vem, e você está aí, perdido''.

Nos comparam com o outro desde pequeno e nos entregam o modelo ideal de felicidade. É um roteiro de comercial de margarina aplicado obrigatoriamente à nossa realidade.

Ser feliz. nos dizem, é seguir a vida de Joãozinho, Mariazinha, Pedrinho e Joaninha. É fazer a escolha correta moralmente aceita pela sociedade.

É estar nessa cadeia que promove a geração ''lado bom da vida adulta: nunca vi, nem comi e só ouço falar''. Nos comparam tanto com o outro, que a gente começa a se comparar também. Por que ele tem e eu não? Por que ela merece e eu não? Por quê?, nos questionamos.

Mas a vida ensina que o melhor caminho da felicidade é aquele da escolha ''eu quis, minha vida é única e optei pela liberdade''. Talvez o meu caminho não é o mesmo do filho da vizinha, do meu primo, da minha amiga ou de tudo aquilo que planejei/planejaram pra mim, mas será um caminho apenas meu. Será a minha história.

Talvez tudo aquilo que falaram o que é ser um pessoa feliz é somente mais uma opção entre várias escolhas.

A essência de o que é ser feliz pode ser a mesma e única, mas as formas de felicidades, no plural mesmo, são infinitas e diversas, e que bom que são assim.

ramon cotta Ramon Cotta: Comparar pra quê?*RAMON COTTA é jornalista formado pela UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto) e cronista. Colunista convidado, escreve no R7 Cultura todo segundo sábado do mês. A opinião dos colunistas convidados não reflete, necessariamente, a opinião do R7.

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Publicado em 07/11/2014 às 03h05

O Retrato do Bob: Marcia Castro, menina dos olhos

marcia castro bob sousa O Retrato do Bob: Marcia Castro, menina dos olhosFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Marcia Castro já vem. Chegando de mansinho, mas com tudo o que tem direito, para deixar nossa MPB bem mais interessante. Reverenciada por mestres como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Zé e Ney Matogrosso, já está no terceiro disco, Das Coisas que Surgem. O álbum chega às lojas agora em novembro pela Sony Music. Para celebrar, faz show duplo gratuito em São Paulo, terra que abriga esta doce baiana, neste fim de semana. Sábado (8), às 19h, no Centro Cultural São Paulo. Domingo (9), também às 19h, no Teatro Décio de Almeida Prado. Ambos dentro do Circuito São Paulo de Cultura. Marcia Castro é de verdade, coisa rara hoje em dia. Um talento só. Por isso, num primeiro encontro, já se torna a menina dos olhos.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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Publicado em 06/11/2014 às 16h21

Qual o pecado de Leticia Sabatella?

leticia sabatella Qual o pecado de Leticia Sabatella?

Leticia Sabatella: ela bebeu com amigos, sambou e deitou no chão — e daí? - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O Brasil anda cada vez mais mergulhado na hipocrisia. Em níveis cada vez mais profundos.

As redes sociais impulsionaram, é claro, o patrulhamento da vida alheia.

Tudo é fotografado e postado instantaneamente, já que ninguém mais tem mais paciência de simplesmente ser e prefere investigar a vida dos outros.

Quem resolve viver que tome pedrada.

É como se o mundo, de uma hora para a outra, houvesse incorporado a personagem Dona Loló Ventura, aquela senhorinha que vivia defendendo os valores da tradicional família mineira em Hilda Furacão, livro de Roberto Drummond que virou minissérie de sucesso.

A última dos controladores da vida alheia de plantão foi o escândalo (?) porque Leticia Sabatella foi vista tomando cerveja e sambando em Brasília, ao lado de amigos.

E o mais grave: ela resolveu deitar no chão!

Oh, que espanto! Como ela pôde deitar no chão?!

O fuzuê logo foi armado.

Geralmente, pessoas saudáveis e maiores de idade se divertirem com os amigos, tomam cerveja, sambam, comemoram.

Brasileiros costumam fazer isso costumeiramente nos quatro cantos do País.

E até são conhecidos (e admirados) mundialmente, justamente por terem este traço cultural de levar a vida de forma mais leve e menos sisuda.

Pelo jeito, este Brasil menos hipócrita é uma construção que não mais condiz com a realidade.

Pobres de nós. Cada vez mais caretas e sem compasso.

PS. Com vocês, as palavras da própria Letícia Sabatella:

"Que auê por causa de uma noitada de cantoria e pisco sauer com os amigos! Deitar no chão de tanto rir, e beber do céu as estrelas! Quem não precisa rir de si mesmo de vez em quando? Me recuso a sentir vergonha com esta pedra (bosta) moralista com que tentam me atingir. A vocês, queridos acusadores, ofereço Um Brinde!"

Tim tim.

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Publicado em 05/11/2014 às 20h44

#VaivENO: Cadê você? por Eduardo Enomoto

eduardo enomoto sampa #VaivENO: Cadê você? por Eduardo EnomotoFoto EDUARDO ENOMOTO
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Na cidade tudo é cinza. É prédio. É asfalto. É pó, poluição. Tudo é aperto, sujeira, choro, ganância, grana, crueza, egoísmo e solidão. Cadê o verde? Cadê a água? Cadê a gente? Cadê você? Cadê?

*Eduardo Enomoto é fotojornalista do R7. Sua coluna, #VaivENO, é publicada toda quarta aqui no blog.

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Publicado em 05/11/2014 às 13h31

Abaixo-assinado pede volta do tropeirão ao Mineirão

fejao tropeiro Abaixo assinado pede volta do tropeirão ao Mineirão

Típico prato da cultura culinária mineira, feijão tropeiro foi banido do Mineirão - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Em Minas, os torcedores de futebol já o conheciam há muito tempo.

Há meio século, ir ao estádio do Mineirão, na Pampulha, em Belo Horizonte, era sinônimo de torcer pelo seu time do coração e ainda saborear o gostoso feijão tropeiro vendido nas barraquinhas. O famoso tropeirão, para os mais íntimos.

O prato sempre quebrou barreiras de torcidas, sendo apreciado tanto por americanos quanto atleticanos e cruzeirenses.

Contudo, o tropeirão foi banido do espaço há quatro anos, por conta da reforma do estádio para a Copa do Mundo de 2014.

Consideraram que ele não estava dentro dos “padrões Fifa”. E os barraqueiros foram expulsos do local. A Copa passou e o tropeirão nunca mais deu o ar de seu sabor no estádio.

Revoltados, os mineiros resolveram fazer um abaixo-assinado pela volta do tropeirão ao Mineirão. A ideia foi do grupo Apoiadores dos Barraqueiros e Barraqueiras do Mineirão. Quase 15 mil pessoas já assinaram o manifesto.

Afinal, com tradição mineira não se mexe assim, da noite para o dia.

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Publicado em 04/11/2014 às 03h05

Exposição Castelo Rá-Tim-Bum abre na madrugada

castelo ra tim bum Exposição Castelo Rá Tim Bum abre na madrugada

Protagonistas da série Castelo Rá-Tim-Bum, da TV Cultura - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Se durante o dia as filas são intermináveis, quem sabe rola mais paz na madrugada para conferir de perto Castelo Rá-Tim-Bum - A Exposição, em São Paulo?

A mostra, em cartaz no MIS (av. Europa, 158, Jardim Europa), fará uma maratona neste fim de semana: vai abrir no sábado (8), à meia-noite, e dura até 20h de domingo (9).

Os ingressos para a virada serão vendidos apenas na bilheteria do MIS durante este horário especial.

Se não tiver com pique para ir a museu na madrugada, não precisa se desesperar: a

exposição sobre o programa infantil da TV Cultura foi prorrogada até 25 de janeiro de 2015. Ufa!

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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