Publicado em 29/10/2014 às 15h50

#VaivENO: Vamos Dividir? por Eduardo Enomoto

eduardo enomoto vamos dividir #VaivENO: Vamos Dividir? por Eduardo EnomotoFoto EDUARDO ENOMOTO

Dá para calcular o espaço onde duas pessoas se divertem ou o espaço onde 30 pessoas moram? Sim. Basta saber de qual lado do muro você está.

*Eduardo Enomoto é fotojornalista do R7. Sua coluna, #VaivENO, é publicada toda quarta aqui no blog.

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Publicado em 29/10/2014 às 03h08

Festival Contemporâneo de Dança tem sessões grátis

guintche credito c2a9joao figueira Festival Contemporâneo de Dança tem sessões grátis

Guintche, de Marlene Monteiro, representa Cabo Verde e Portugal - Foto: João Figueira

São Paulo abriga entre esta quinta (30) e 16 de novembro a 7ª edição do Festival Contemporâneo de Dança. O evento traz à cidade ícones da dança contemporânea mundial em apresentações gratuitas e com ingresso a preço popular. Cinco espaços da cidade têm programação0: Galeria Olido, Centro Cultural São Paulo, Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Funarte, Sesc Santana e Sesc Vila Mariana. A diretora artística do evento e também coreógrafa Adriana Grechi esteve no R7 para conversar com o editor de Cultura Miguel Arcanjo Prado sobre o evento.  Veja, abaixo, o vídeo. Conheça também a programação!

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Publicado em 28/10/2014 às 14h13

Viva Mário Lago! Mostra celebra artista em SP

mario lago Viva Mário Lago! Mostra celebra artista em SP

Mário Lago (1911-2002): além de ator, ele também foi compositor - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Mário Lago (1911-2002) foi um dos maiores artistas que o Brasil conheceu.

Ator, compositor e militante político da esquerda, marcou a história dos palcos, do rádio e da televisão, sempre com seu charme e inteligência inconfundíveis.

A partir desta quinta (30), dia em que haverá uma roda de samba no local para a abertura, o público paulistano pode conferir sua vida na mostra Eu Lago Sou – Mário Lago, um Homem do Século 20, no Centro Cultural Correios, na avenida São João com vale do Anhangabaú.

A exposição já esteve no Rio, em Brasília e no Recife e tem curadoria de Mário Lago Filho.

A entrada é gratuita, até o dia 30 de dezembro, de terça a domingo, das 11h às 17h.

Em destaque, imagens, versos, cenas de novelas e peças, manuscritos, troféus, capas de discos e livros e também as figuras da boemia carioca que fizeram parte da vida do artista.

Salve, Mário Lago!

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Publicado em 27/10/2014 às 03h08

Música ajuda desenvolvimento de crianças

musica thinkstock Música ajuda desenvolvimento de crianças

Cultura e ciência juntas: música é importante na educação infantil - Foto: Thinkstock

Com RESSOAR/RECORD NEWS

Os pequeninos amam ritmos e sons. Não é para menos. A música melhora a concentração e a coordenação motora das crianças, além de ajudar a desenvolver o cérebro deles. Veja como a música é primordial no desenvolvimento infantil no vídeo:

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Publicado em 27/10/2014 às 03h05

Artesanato do Japão conquista Brasília

japao Artesanato do Japão conquista Brasília

Artesanato do Japão: bem pertinho dos moradores de Brasília - Foto: Divulgação

Com DF RECORD

Está na reta final em Brasília a exposição Artesanato do Japão - Tradições e Técnicas, que termina nesta quarta (29).

Em foco, um recorte do artesanato do Japão, sob o olhar das tradições e técnicas adotadas por reconhecidos artesãos, compartilhando a habilidade e criatividade de seus trabalhos.

Estão expostos cerâmica, tingimento de tecidos, metais, laqueados, bambu e madeira e papel. Objetos que fazem parte do acervo da Japan Foundation. A mostra que já esteve no Rio e em Curitiba, segue após Brasília para Manaus, Belém, Recife e São Paulo.

Veja o vídeo:

Exposição Itinerante Artesanato do Japão: Tradições e Técnicas
Quando: diariamente, 8h às 18h, até 29/10/2014
Onde: Sesc 504 Sul – W3 Sul (W3 Sul, Quadra 504/505, Bloco “A”, s/n, Brasília-DF)
Quanto: Grátis
Classificação etária: livre

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Publicado em 26/10/2014 às 03h08

Daniel Martins: Comida, diversão e arte?

Boi Caprichoso TL1 Daniel Martins: Comida, diversão e arte?

"Do boi de Parintins aos blocos afro de Salvador. Todas essas expressões culturais contribuem para o que somos como povo e nação", diz Daniel Martins - Foto: Divulgação

Por DANIEL MARTINS
Especial para o R7*

Neste domingo (26), milhões de brasileiros vão às urnas para o ato final de uma campanha política intensa, disputada como há muito tempo não se via.

Dois projetos, colocados frente a frente, à escolha do eleitor, que teve a sua disposição as propagandas eleitorais, uma dezena de debates televisivos e entrevistas para amadurecer sua decisão.

Em todo este processo, me chamou a atenção, de maneira negativa, o pouco espaço concedido à cultura. Raramente abordado em entrevistas, pouco explorado no horário eleitoral, a despeito de cantorias e declarações de votos de artistas, e inexistente nos debates.

Parece não haver espaço para a cultura na cumbuca do Bonner, nem na dos demais mediadores de debates realizados em quatro emissoras distintas, bem como para questões também no âmbito da cultura, em seu sentido antropológico, como os saberes, fazeres, viveres das populações tradicionais, indígenas e quilombolas, e seus ricos patrimônios culturais materiais e imateriais.

É claro que saúde, educação e segurança são as pautas primeiras de toda campanha eleitoral realizada no País, mas a incipiência da cultura nos discursos políticos deixa transparecer a falta de entendimento de nossos governantes sobre a importância e potencialidade da atividade cultural para toda e qualquer sociedade.

Ao envolver as atividades do agente, do propagador e do espectador cultural, a mesma contribui para a elaboração de uma identidade cultural que funda uma consciência de povo, valorizando e respeitando as diferenças próprias de cada região onde a cultura é produzida, difundida e apreciada. Contribui com o processo educativo para além dos muros da escola, para a diminuição da violência, para o exercício da cidadania, dentre outras.

Da apresentação de uma orquestra sinfônica ao duelo de MC’s debaixo de um viaduto. Da exposição dos painéis Guerra e Paz de Portinari ao grafite que colore as ruas de nossas cidades. Da literatura de Machado de Assis aos cordéis de João Martins de Athayde. Das formas de Amilcar de Castro à poesia concreta de Carybé e Mestre Vitalino. Do boi de Parintins aos blocos afro de Salvador. Todas essas expressões culturais contribuem para o que somos como povo e nação. São, desse modo, eminentemente políticas.

Diante das propostas de ambos os candidatos, vejo pontos importantes como a revisão da Lei Rouanet, investimentos em nosso sistema nacional de bibliotecas, ampliação de editais de cultura que contemplem negros e gays e valorização de manifestações culturais regionais que poderiam muito bem ser encampadas por qualquer dos futuros governos.

É uma pena que a campanha tenha chegado ao fim com estes e outros temas, como o relativo à participação do Estado na esfera cultural, deixados de lado. Há muito, os Titãs já deram o recado: a gente não quer só comida.

daniel martins r7 cultura Daniel Martins: Comida, diversão e arte?*DANIEL MARTINS é bacharel em Ciências Sociais e mestre em Sociologia pela UFMG. É doutorando em Sociologia pela Unicamp, onde dedica-se ao estudo da Sociologia da Cultura. Colunista convidado, escreve no R7 Cultura todo quarto domingo do mês. A opinião dos colunistas convidados não reflete, necessariamente, a opinião do R7.

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Publicado em 25/10/2014 às 03h08

Mariana Queen: Por que Brasil rejeitou filme negro?

o dia de jerusa laura carvalho 2 Mariana Queen: Por que Brasil rejeitou filme negro?

Léa Garcia, em primeiro plano, no filme O Dia de Jerusa - Foto: Laura Carvalho

Por MARIANA QUEEN NWABASILI
Especial para o R7*

Nem a 38ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, nem o Festival do Rio e nem o 42º Festival de Cinema de Gramado.

O curta-metragem O Dia de Jerusa, dirigido pela baiana e negra Viviane Ferreira, e protagonizado pelas atrizes, também negras, Léa Garcia (ilustríssima) e Débora Marçal, não foi selecionado para os festivais nacionais de cinema realizados neste ano.

No entanto, o reconhecimento estrangeiro surpreende: a obra foi uma das que integrou a programação do "Short Film Corner" (mostra de curtas-metragens) da 7ª edição do Festival de Cannes, ocorrida em maio deste ano na França.

Debate na USP

Em um debate realizado neste mês na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), Viviane mencionou que entre as justificativas da recusa de filme pelos festivais brasileiros estava o estranhamento – ou seria descabimento? – com o fato de o elenco ser composto totalmente por atores negros.

– O cinema que me disponho a fazer perpassa minhas observações e vivencias cotidianas, então é o cinema que eu sinto em minha pele, que reflito no brilho dos fios de meu cabelo. Mas, no Brasil, existe um cenário de total agressão às subjetividades negras. Por isso, não podemos parar de produzir nunca, e os diretores e diretoras negros vêm resistindo. O dia que abandonarmos nossas histórias, nossa estética e subjetividades, significa que o racismo venceu, diz Viviane em entrevista para este blog.

o dia de jerusa Mariana Queen: Por que Brasil rejeitou filme negro?

Léa Garcia no curta que o Brasil rejeitou, mas Cannes abraçou - Foto: Laura Carvalho

Elenco negro

A escolha da diretora pela representatividade exclusivamente negra na tela, bem como pelo roteiro, também tem relação com a proposta da produtora do filme. A Odun Formação e Produção trabalha com produções (cinema, teatro, dança e música) e formações (oficinas, palestras, cursos) sobre bens culturais, priorizando temas relacionados à cultura afrobrasileira.

Com 20 minutos de duração, O Dias de Jerusa se coloca como uma homenagem à tradição oral negra transmitida pelos relatos dos mais velhos. A história expõe a memória ancestral de Jerusa (Léa Garcia), uma senhora moradora de um sobrado no bairro do Bexiga em São Paulo. Ao fazer uma entrevista para uma pesquisa de opinião, concedida a Silvia (Débora Marçal), sobre o uso do sabão em pó, Jerusa passa a expor lembranças de toda uma vida.

Se no Brasil o enredo e o elenco não agradaram, no exterior o que agradou foi justamente o foco sobre uma história ocorrida com a moradora negra em meio um bairro muito habitado por negros – como tantos no Brasil, de periferias a quilombos.

Ajuda em Cannes

Mas nem tudo foi festa em Cannes. Ao jornal A Tarde, um dos poucos veículos que registrou o feito, a diretora Viviane contou que para se manter durante o festival teve a ajuda de diversas instituições e amigos.

Ela diz ainda que produtora Odun continuará a enviar o filme para outros festivais internacionais e nacionais que acontecem até março de 2015. Negociações com canais de TV também estão entre os planos.

— Fui para Cannes com a tranquilidade de que não é o holofote do glamour que me impulsiona a fazer cinema, mas consciente de que ele é essa impulsão é importante para jogarmos luz na realidade desigual que a indústria audiovisual submete cineastas negros brasileiros.

*MARIANA QUEEN NWABASILI é repórter de Educação do R7. É formada em jornalismo pela ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP (Universidade de São Paulo). Colunista convidada, escreve no R7 Cultura todo quarto sábado do mês. A opinião dos colunistas convidados não reflete, necessariamente, a opinião do R7.

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Publicado em 24/10/2014 às 03h08

O Retrato do Bob: Mikhail Baryshnikov, a lenda

mikhail baryshnikov foto bob sousa O Retrato do Bob: Mikhail Baryshnikov, a lendaFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Cada arte tem seus mitos. Na dança, Mikhail Baryshnikov é sinônimo de quando a técnica se encontra com o coração em cima de um palco. Seja nas mais importantes companhias do mundo ou em solos memoráveis, sempre arrancou aplausos fartos, frenéticos. Ao lado de Nijinksky e Nuereyev, forma a trindade dos maiores bailarinos que o mundo já viu dançar. No encontro com Bob Sousa, há o peso de quem é uma lenda.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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Publicado em 23/10/2014 às 17h41

Maria Bethânia ou você não entende nada

Maria Bethania hoz 3 Leituras foto Joâo Milet Meirelles GDE1 Maria Bethânia ou você não entende nada

Maria Bethânia, presente, mas parte do público prefere o celular - Foto: João Milet Meirelles

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Antes de Maria Bethânia entrar no palco do Theatro NET São Paulo, na noite desta quarta (22), o público assiste ao depoimento do jornalista Reynaldo Jardim, em trechos do filme Profana Via Sacra, de Alisson Sbrana, de 2010.

Pouco antes de sua morte, em 2011, Jardim fala sobre sua relação com a cantora e o livro que fez para ela: Maria Bethânia Guerrilha Guerrilheira. Agora relançada pela Debê Produções, a obra saiu primeiramente no fim de 1968, 15 dias antes do AI-5, que cassou direitos civis dos brasileiros e colocou o livro debaixo de censura.

O depoimento de Reynaldo Jardim serve de preparatório para o espetáculo Bethânia e as Palavras.

Tal qual uma professora de literatura do Recôncavo Baiano, Bethânia surge com uma pastinha que contém os textos poéticos que pretende ler ao longo da noite, entremeados por uma ou outra canção executada na companhia de dois músicos, um no violão e outro na percussão.

Bethânia conta que o projeto surgiu de um convite da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), mas que ela quis dividi-lo com seu público. Fala da importância da poesia, e de seu tempo, de sua troca, neste mundo cada vez mais veloz.

Bethânia conclama palavra, essência.

E lembra que, nos tempos de ditadura, quando alguém encontrava algo que valia a pena, logo compartilhava com os demais. Olho nos olhos.

A dicotomia do desejo de Bethânia em relação aos espectadores é grande. A artista encontra uma plateia completamente conectada, que não consegue se desplugar para o tempo que seu espetáculo exige.

Pode ser uma viagem de Bethânia querer catequizar essas pessoas submersas nas novas tecnologias ao seu tempo artístico de tanta sensibilidade. Pode ser. Mas quem, em sã consciência, tira a razão de Bethânia?

Lembrando de seu professor de literatura, que também deu aula a Caetano Veloso, seu irmão, discursa apoio à escola pública de qualidade para uma plateia cujos filhos frequentam os mais caros colégios particulares. É aplaudida. E os celulares continuam a registrar tudo.

Contrastando com a luz que ilumina Bethânia, há muitas outras luzes, menores, em cada assento. Ávidas pelo registro fácil, rápido e que rouba a troca real.

Gravam Bethânia sem parar. Parecem não querer ouvir sua voz, dizendo aquelas poesias. Parecem não se importar com o que ela tem a compartilhar.

Bethânia se doa em prol do que acredita. Pede amor ao público, que só ama a si próprio, como surge em sua boca.

Mais do que beber a delicadeza daquelas poesias, que ganham força na voz de Bethânia, muitos querem apenas o registro fugaz para ser compartilhado nas redes sociais o quanto antes. Num relato frenético que nem George Orwel foi capaz de prever. Não é preciso o olho do Grande Irmão de 1984 para vigiar tudo e todos. Cada qual é seu próprio olho investigador, seu autoespia.

Mas, alguns, muito poucos, entendem o que é estar no mesmo espaço que Bethânia. Ouvir sua voz, na batida de sua respiração. Ali, tão perto. E tentam se conectar com o que a artista oferece. Com o real.

Bethânia está ali, viva, entregue, naquele momento único de troca energética que só existe no encontro de palco e plateia.

No mundo altamente mergulhado nas mediações tecnológicas, sem respiro para o real, cercado de filtros por toda a parte, Bethânia parece quase sozinha naquele palco, não fossem estes poucos cúmplices resistentes. Porque a maioria, infelizmente, não entende nada.

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Publicado em 23/10/2014 às 15h20

Marcia Castro divide palco com Rada no Uruguai

marcia castro rada Marcia Castro divide palco com Rada no Uruguai

El Negro Rada com Marcia Castro em Montevidéu: ginga do candombe misturada à sensibilidade da cantora baiana em terras uruguaias - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A noite desta última quarta (22) foi de encontro entre a música brasileira e uruguaia.

No show realizado no Periscopio, em Montevidéu, a baiana Márcia Castro cantou com o mito uruguaio Ruben "Negro" Rada — que foi também destaque no cinema argentino recentemente com o filme Por un Puñado de Pelos.

Ela misturou sua essência baiana à força do ritmo do candombe uruguaio.

Ambos foram convidados da artista espírito-santense Tamy, cantora radicada no Uruguai, onde faz ao longo deste ano o projeto Tamy Invita (Tamy Convida).

Tamy quer deixar os uruguaios bem mais próximos de nós.

Faz ela muito bem.

tamy Marcia Castro divide palco com Rada no Uruguai

Radicada no Uruuguay, a brasileira Tamy aproxima nossa MPB de nossos vizinhos do sul - Foto: Divulgação

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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