Publicado em 16/02/2015 às 03h03

Fotógrafa da BBC desvenda grafites em Portugal e Espanha

yana Fotógrafa da BBC desvenda grafites em Portugal e Espanha

Grafite na parede lateral da rodoviária de Sevilha - Foto: Yana Gribovskaya

Da BBC Brasil

Yana Gribovskaya, da BBC Ucrânia, registrou algumas amostras impressionantes da arte de rua da Península Ibérica, percorrendo cidades e locais como Lisboa, Cartagena, Porto, Sevilha, Málaga, entre outros.

As imagens mostram as diferenças de estilo, como o uso de cores brilhantes ou a incorporação da obra no espaço urbano, para romper fronteiras entre realidade e fantasia.

Os grafiteiros da Espanha e de Portugal também aproveitam todos os espaços, novos e antigos: rodoviárias, muros, antigas ruínas e áreas próximas de igrejas.

Muitos aproveitam elementos do mobiliário e da paisagem urbana para mostrar suas obras. Muitos usam até uma simples lata de lixo ou um beco mais obscuro das cidades.

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Publicado em 15/02/2015 às 12h41

América Latina impõe respeito em Berlim; mas iraniano Táxi leva Urso de Ouro

Taxi Still América Latina impõe respeito em Berlim; mas iraniano Táxi leva Urso de Ouro

Cena do filme iraniano Táxi, que levou o Urso de Ouro em Berlim - Foto: Divulgação

Por GEMMA CASADEVALL, da EFE

A América Latina surpreendeu neste sábado (14) no Festival de Berlim, com premiações tanto para dois grandes nomes do cinema chileno, Pablo Larraín e Patrício Guzmán, quanto para o estreante guatemalteco Jayro Bustamante, mas o grande eleito da noite foi o iraniano Jafar Panahi, que ganhou o Urso de Ouro com sabor político que não pode comparecer à cerimônia por ordens de Teerã.

O júri, presidido pelo diretor americano Darren Aronofsky, honrou o compromisso do festival com o cinema que incide nos conflitos mundiais com um histórico marcado pelas denúncias contra as injustiças e a impunidade. Táxi ganhou o Urso de Ouro com uma alegação, disfarçada de doce comédia, contra a repressão que sofrem criadores como o próprio Panahi, inabilitado pelo Irã, e transformado em taxista que colhe opiniões de seus compatriotas.

Era um reconhecimento a um velho conhecido do festival, pois o diretor esteve presente na competição em 2011, com Fora do Jogo, e em 2013 com Cortinas Fechadas-, um filme irônico, delicado e de roteiro impecável, que brinca com as restrições impostas.

Urso de Prata

El Club, dirigido por Larraín, ganhou o Urso de Prata, prêmio especial do júri, com um filme que retrata a impunidade de uma igreja obstinada em arrumar a casa por conta de seus pecados, tais como a pederastia e a cumplicidade com torturadores, entre outras atrocidades.

El Botón de Nácar, de Guzmán, ganhou como melhor roteiro com um filme que começa com o Deserto do Atacama e segue até a Ilha de Dawson, cemitério tanto para os indígenas, que o colonialismo quase exterminou, quanto para os desaparecidos da ditadura de Augusto Pinochet.

O cinema de corte indígena era um eixo temático da 65ª edição do Festival de Berlim e do guatemalteco Bustamante, à frente de seu primeiro longa-metragem e também o primeiro filme da Guatemala a competir no festival, obteve o prêmio Alfred Bauer, dedicado aos novos nomes do cinema, com Ixcanul.

Os três filmes latino-americanos da competição caçaram assim seus ursos, mas os prêmios à América Latina não ficaram na seção oficial, já que o mexicano 600 Millas, dirigido por Gabriel Ripstein e exibido na sessão Panorama, obteve o prêmio de melhor estreia do Festival de Berlim.

Melhores atores

Os ursos às melhores interpretações foram para Charlotte Rampling, excelente no papel de esposa exausta no filme 45 Years, de Andrew Haigh. Já o prêmio de melhor ator foi, como não podia ser diferente, para seu marido no filme, Tom Courtenay.

No quesito melhor diretor houve empate entre o Radu Jude, de Aferim!, e a polonesa Malgorzata Szumowska, de Body, ambos expoentes do bom cinema de baixo orçamento procedente do leste europeu.

A produção alemã Victoria, de Sebastian Schipper, estava entre as favoritas como representante de uma nova linguagem, em um filme rodado em uma só sequência, em que a câmera segue uma mulher espanhola - a atriz Laia Costa - pela noite berlinense.

O filme ganhou por melhor contribuição artística pelo singular movimento da câmera, prêmio dado a partir da escolha combinada com outros dois dos júris independentes do festival - o Guild à criação artística, e o dos leitores do jornal Berliner Morgenpost.

Após a cerimônia de entrega dos prêmios, o Festival de Berlim dedica este domingo (15) ao público no Dia do Espectador. Conforme a tradição, 300 mil entradas serão colocadas à venda para 400 filmes exibidos em dez dias.

Brasileiro e chileno

O filme brasileiro Que Horas Ela Volta, de Anna Muylaert, ganhou o prêmio da Confederação de Cinemas de Arte e Ensaio na seção Panorama do festival de Berlim, em um bom dia para o cinema latino-americano, já que o filme chileno O Botão de Nácar, de Patrício Guzmán, também recebeu neste sábado (14) o Prêmio do Júri Ecumênico.

O longa de Muylaert fala sobre a espera da filha de uma migrante nordestina que vai para São Paulo tentar uma vida melhor. Anos depois, quando a menina se muda para encontrar a mãe, interpretada por Regina Casé, um conflito com seus empregadores complica a situação da família. Que Horas Ela Volta? já tinha ganhado o prêmio de melhor interpretação feminina no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, dividido entre Regina Casé e Camila Márdila.

O documentário de Guzmán fala sobre os desaparecidos lançados ao mar pela ditadura de Augusto Pinochet, e do genocídio infligido às comunidades indígenas pelo colonialismo

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Publicado em 14/02/2015 às 13h03

X-9 Paulistana tem ala pela luta antimanicomial

 X 9 Paulistana tem ala pela luta antimanicomial

Desfile da X-9 em 2013: escola apoia a luta antimanicomial - Foto: Eduardo Enomoto

Por CLEYTON VILARINO, da EFE

Um dos eventos carnavalescos mais conhecidos do País, o desfile das escolas de samba de São Paulo, completa nesta edição 14 anos de luta antimanicomial com a ala Loucos pela X, da agremiação X9 Paulistana, que reúne pacientes de serviços de saúde mental.

O projeto teve início com o "encontro" entre a escola de samba e um serviço de saúde mental da região do Tucuruvi, onde fica o ateliê no qual 13 aderecistas trabalham na confecção de 240 fantasias para esta e outras alas.

Potencial criativo

Coordenadora do projeto, Simone Ramalho explica que, inicialmente, a ideia do carnavalesco era abordar o potencial criativo da loucura representando a história do artIsta plástico Arthur Bispo do Rosário, diagnosticado como "esquizofrênico-paranoico" e comparado a grandes artistas como Duchamp por sua obra vanguardista realizada a partir de materiais recicláveis.

No entanto, sem ter tido os direitos autorais do artista liberados, a escola precisou alterar o tema do samba-enredo em 2002 para abordar a história do papel, quando esbarrou com um projeto de reciclagem executado por um centro de tratamento de saúde mental da região Norte, como conta Ramalho.

— Foi um encontro muito bonito entre um ator social que é uma escola de samba, que muito tempo vem se constituindo no país como um espaço aberto na vida das grandes cidades para lidar com as diferenças. lidar com a diferença é algo cotidiano e fundamental em uma escola de samba.

Prêmios

Em 14 anos, o resultado não poderia ser diferente: em 2014 o projeto recebeu o Prêmio de Empreendimento Mais Socialmente Inclusivo do Carnaval Brasileiro, durante o 1º Prêmio Nacional Edison Carneiro promovido pela Unirio.

Entre os aspectos positivos que pesaram para a indicação ao prêmio e na vida dos participantes do projeto, a coordenadora Simone Ramalho destaca o que chama de "transformação existencial" tanto para quem sofre com algum tipo de problema psíquico quanto para quem abraçou o projeto encampado pela escola de samba.

— Quem trabalha na Loucos pela X percebe que pode trabalhar e fazer algo que tem um significado e um reconhecimento social bastante importante, e que daqui a pouco estará na passarela do samba.

Inserção social

Ela lembrou ainda que o projeto contribui para a inserção social dos pacientes que passam a ter autonomia em um aspecto mais amplo, inclusive o financeiro, trazendo essa questão do "aspecto simbólico" para algo mais "concreto".

É o caso de Renato Cândido dos Santos, que aos 31 anos tem no projeto seu primeiro ofício. Há apenas três meses no projeto, Cândido conta que descobriu a Loucos pela X a partir de uma colega do centro de tratamento psiquiátrico que frequenta.

— Este é praticamente meu primeiro emprego, eu nunca tinha trabalhado. Então eu gostei bastante de vir aqui. Para mim é importante, tenho comprado minhas coisas e me sustentado, coisa que não conseguia fazer e estou conseguindo aqui.

Para a veterana Maria Sônia de Santana, no projeto desde o início, há 14 anos, o melhor momento é o do desfile, quando todos entram juntos na avenida sem distinção de classe, cor ou condição social.

— A nossa maior alegria é quando a gente está no Anhembi. Todo mundo com as fantasias que a gente faz e todo mundo junto desfilando com a gente também na maior alegria.

Neste ano, a escola de samba X9 vai para a avenida com o samba-enredo Sambando na Chuva, num Pé D'água ou na Garoa, Sou a X9 numa Boa! numa referencia à chuva que castigou a escola no ano anterior e que, neste ano escasseou, contribuindo para a seca na capital paulista. A escola é a última do Grupo Especial a entrar no Anhembi, já na madrugada do domingo (15).

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Publicado em 14/02/2015 às 03h03

Por Bob Marley, Muzenza desfila com 350 restafáris

muzenza Por Bob Marley, Muzenza desfila com 350 restafáris

Muzenza celebra os 70 anos de nascimento de Bob Marley, com 350 rastafáris no Carnaval de Salvador - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O Muzenza, tradicional bloco afro da Bahia, começa neste sábado (14), no circuito do Campo Grande, sua participação no Carnaval de Salvador.

O clima é de festa, pois, nesta folia de 2015, o grupo celebra 34 anos de história. O bloco ainda desfilará na segunda (16), ainda no Campo Grande, e na terça (17), no circuito Barra-Ondina.

Este ano, o tema é Nordeste Negro, com fantasias assinadas pelo artista plástico Mundão. E o batuque do bloco será potente: cem percussionistas vão animar as seis alas com 2.000 integrantes, compostos por centenas de dançarinos, capoeiristas, baianas e a tradicional ala que homenageia Bob Marley, ícone do reggae jamaicano que teria completado 70 anos neste mês. Serão 350 rastafáris na avenida.

O Muzenza foi criado em 1981, ano da morte de Marley, no bairro da Liberdade, em Salvador, como um tributo ao cantor jamaicano.

Entre os sucessos do Muzenza estão Swing da Cor, gravada por Daniela Mercury, e Brilho e Beleza, gravada por Gal Costa. A canção de 2014 é Tá na Veia Muzenzeira, de Adailton Poesia e Valter Farias.

Para o presidente do bloco, Jorge dos Santos, o objetivo do Muzenza é "elevar a cultura negra no Carnaval da Bahia". Faz muito bem.

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Publicado em 13/02/2015 às 15h05

Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta-feira, dia 13/02/2015

agenda cultural Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 13/02/2015

Miguel Arcanjo Prado conta as dicas culturais para Lidiane Shayuri na Record News

O colunista Miguel Arcanjo Prado conta para Lidiane Shayuri as melhores dicas para o feriadão do Carnaval em todo o Brasil. Tem folia na Bahia, com grandes estrelas e também o MicroTrio. Em São Paulo, mais de 300 blocos. No Rio também a pedida é ir pular o Carnaval nas ruas da Cidade Maravilhosa. E tem opção para quem quer ir ao teatro: As Moças - O Último Beijo. E no cinema, a estreia de Annie. É a Agenda Cultural do Hora News, na Record News. Veja o vídeo:

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Publicado em 13/02/2015 às 03h03

Daniela Mercury vira Rainha Má do Carnaval da Bahia

daniela mercury juci ribeiro ag fio condutor Daniela Mercury vira Rainha Má do Carnaval da Bahia

Daniela Mercury incorpora Rainha Má no Carnaval - Foto: Juci Ribeiro/Ag.Fio Condutor

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Daniela Mercury não está disposta a abandonar o trono de rainha do Carnaval de Salvador tão cedo. Se o axé faz 30 anos, ela é responsável por boa parte desse sucesso. E sabe disso muito bem.

Assim, mesmo diante da competição ferrenha de Ivete Sangalo e Claudia Leitte, que surgiram depois dela, Daniela mantém sua alteza na folia soteropolitana a qualquer custo.

Prova de seu afã em continuar com a coroa na cabeça é o tema que escolheu para sua folia deste ano. Daniela surgirá fantasiada de Rainha Má.

Assim como Angelina Jolie e Meryl Streep em Hollywood, ela utiliza a personagem para se reinventar diante das novinhas.

Para garantir uma maior democratização de seu desfile, na terça-feira (17) sairá com seu triato  elétrico (uma mistura de palco teatral com trio elétrico, na concepção da baiana) no Bloco Crocodilo sem cordas, no circuito Dodô, no Campo Grande. Quem quiser pode sair pulando atrás sem pagar abadá.

Ela garante praticamente todos os hits das três décadas de axé no repertório. Daniela escolheu uma canção a dedo para ser o hit de seu Carnaval 2015: Rainha Macumbeira.

Ivete e Claudinha que se cuidem.

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Publicado em 12/02/2015 às 14h17

Tomie Ohtake colocou sua arte no meio do povo

Tomie Ohtakebyjuanestevez Tomie Ohtake colocou sua arte no meio do povo

Tomie Ohtake, que morreu aos 101 anos nesta quinta (12) - Foto: Juan Esteves

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Tomie Ohtake, que morreu em São Paulo nesta quinta (12), aos 101 anos, foi uma espécie de Oscar Niemeyer (1907-2012) das artes plásticas. Viveu tanto ao ponto de ver sua obra consagrada e seu nome virar referência e até um cultural, o que leva seu nome em um dos mais imponentes e bonitos edifícios do bairro de Pinheiros.

Sua arte está no meio do povo, seja numa plataforma de metrô lotado, em uma escultura em meio a um congestionamento no trânsito ou ao lado do terminal aéreo mais movimentado do País. Ela soube criar poesia no caos da cidade.

De certa forma, a permanência da obra de Tomie Ohtake é algo tão concreto quanto suas obras espalhadas por São Paulo, que integram de forma profunda o cotidiano da metrópole.

Assim como Niemeyer, de quem foi parceiro (é dela a escultura vermelha no hall do Auditório Ibirapuera), ela sempre preferiu a curva em vez da linha reta.

Tinha um olhar poético sobre a vida, sobre a cidade, sobretudo, São Paulo, terra que a acolheu. Como poucas, soube reinventar-se e fazer-se presente em grandes obras que marcam a cara da Selva de Pedra.

Como passar pela avenida 23 de Maio e não notar suas ondas de concreto que celebraram os 80 anos da imigração japonesa no Brasil? Ou esperar o metrô na estação Consolação, na linha verde, e não mergulhar no profundo das cores de seus painéis feitos de pastilhas vitrificadas representando as quatro estações?

Como ainda ir a um concerto no Auditório Simón Bolívar do Memorial da América Latina e não se abismar com o furor que emanava de sua tapeçaria gigante — infelizmente destruída pelo incêndio de 2013? Ou chegar a São Paulo no aeroporto de Guarulhos e não notar sua enorme escultura vermelha que recepciona a todos do lado de fora do terminal?

tomie ohtake eduardo enomoto Tomie Ohtake colocou sua arte no meio do povo

Tomie Ohtake recebe o Prêmio Especial da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) em 2014 - Foto: Eduardo Enomoto

Nascida no Japão, em Kioto, em 1913, Tomie migrou para o Brasil em 1936 e começou a carreira de artista plástica tarde, quando já estava com 40 anos e se naturalizou brasileira. Despontou para a crítica e o público na década de 1960 e, desde então, é considerada uma das grandes damas das artes plásticas nacionais, seja com suas pinturas, esculturas, gravuras, tapeçarias e painéis.

Em seu trabalho, de formas geométricas livres, ela surpreendida sempre ao brincar com o espaço e seu entorno. Com o pequeno e com o gigante. Pequenina, foi gigante em sua arte e soube, como poucas, dialogar de forma sensível com o povo.

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Publicado em 12/02/2015 às 10h14

Narjara Turetta faz longa e blog de cães famosos

Cleia pronta Narjara Turetta faz longa e blog de cães famosos

Narjara Turetta como a personagem Cleia, no longa Escravidão - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O ano de 2015 começou com tudo para a atriz Narjara Turetta. Além de ser convidada para fazer seu primeiro longa-metragem, a atriz também lançou um blog dedicado a falar de cães do mundo das celebridades.

Narjara integra o elenco do longa de época Escravidão, da diretora brasiliense Alessandra Leles, que vai retratar, como diz o nome, o Brasil escravocrata. Ela contracenou com Érico Brás e Carlos Bonow nas filmagens para um teaser.

— O teaser é pra correr atrás de patrocínio para o filme, que deverá ser rodado entre junho e julho, no Pólo Audiovisual de Barra do Piraí, no interior do Rio. É meu primeiro longa em mais de 40 anos de carreira.

I Phone 2015 227 Narjara Turetta faz longa e blog de cães famosos

Narjara, entre Érico Brás e Carlos Bonow: longa de época - Foto: Divulgação

Cães famosos

Além das filmagens, a atriz agora também se dedica ao blog Pet dos Famosos, que lançou neste mês. No espaço, “conversa” com bichinhos de estimação das celebridades.

— O entrevistado é o pet do famoso e não o famoso! Os colegas embarcaram na brincadeira e responderam como se fossem seus bichinhos! Tem Walcyr Carrasco, Gloria Perez, Gloria Pires, Miguel Falabella, Naum Alves de Souza, Adriano Garib, Larissa Maciel, Vera Gimenez e Lima Duarte, entre outros.

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Publicado em 12/02/2015 às 03h03

MicroTrio garante folia grátis e ecológica na Bahia

MicroTrio de IvanHuol foto Leo de Azevedo 2 MicroTrio garante folia grátis e ecológica na Bahia

MicroTrio desfila pelas ruas de Salvador: ecologicamente correto - Foto: Leo de Azevedo

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Nada de trios elétricos gigantes com estrelas do axé bombadas na mídia.

Muito pelo contrário, a proposta é uma aventura carnavalesca bem mais intimista, mas, nem por isso, menos interessante e festiva.

O MicroTrio de Ivan Huol aposta em foliões sofisticados no Carnaval de Salvador. O carrinho diminuto desfila dois dias, sem cordas (o que é louvável em um Carnaval cada vez mais vendido).

Nesta sexta (13), sai à tarde no Circuito Osmar, no Campo Grande. Já na Terça-Feira de Carnaval (17), sai no Circuito Dodô, que faz o trajeto Barra-Ondina, também à tarde. Neste dia, Chico César integra a banda, fazendo o que chama de "Jam Session de Asfalto".

IMG 7350 MicroTrio garante folia grátis e ecológica na Bahia

Os atores baianos Danielle Rosa e Beto Mettig: foliões do MicroTrio - Foto: Leo de Azevedo

O MicroTrio de Ivan Huol existe desde 1996 e é queridinho dos artistas. Tanto que os atores Danielle Rosa e Beto Mettig, do Teat(r)o Oficina, de São Paulo, são foliões habituais e confirmaram presença para os desfiles deste Carnaval. Danielle é a musa absoluta do bloco.

O tema deste ano é MicroTrioSolar, já que o carrinho utilizará placas solares para obter energia limpa. Mais ecologicamente correto impossível.

MicroTrio de IvanHuol foto Leo de Azevedo 5 MicroTrio garante folia grátis e ecológica na Bahia

Na Terça-Feira Gorda, Chico César vai tocar no MicroTrio - Foto: Leo de Azevedo

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Publicado em 11/02/2015 às 13h03

#VaivENO: Agora, é Carnaval

 

enomoto eduardo sabrina sato #VaivENO: Agora, é CarnavalFoto EDUARDO ENOMOTO

O Carnaval já chega. Hora de corpos, flashes, fantasias, beijos, conquistas, vida pulsante na avenida e nas ruas Brasil afora. Mesmo repleto de problemas, o País torna-se terra da alegria. Num passe de mágica. Porque, pelo menos durante alguns míseros dias do ano, a gente merece ser feliz.

*Eduardo Enomoto é fotojornalista do R7. Sua coluna, #VaivENO, é publicada toda quarta aqui no blog R7 Cultura.

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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