Publicado em 30/03/2015 às 03h03

Zumbis de The Walking Dead ganham nova série

TheWalkingDead S2 ep01 Z04.jpg cmyk Zumbis de The Walking Dead ganham nova série

The Walking Dead ganha uma série irmã nos EUA - Foto: Divulgação

Da EFE, em Los Angeles

O criador de Walking Dead, Robert Kirkman, anunciou em sua conta no Twitter o título da série que ampliará o universo apocalíptico da franquia televisiva de zumbis: Fear the Walking Dead, que estreará no fim do ano.

Fear the Walking Dead será ambientada em Los Angeles, na Califórnia, e da mesma forma que The Walking Dead focada nas desventuras de pessoas que tentam se manter vivas diante da ameaça dos zumbis.

A série terá novos personagens e roteiro independente do de Walking Dead e também será transmitida pelo canal AMC. Cliff Curtis, Kim Dickens e Frank Dillane lideram o elenco de Fear the Walking Dead que será comandado por Dave Erickson, produtor executivo de Marco Polo e Sons of Anarchy.

AMC já encomendou duas temporadas de Fear the Walking Dead. A primeira temporada terá seis capítulos de uma hora e os episódios serão distribuídos aos mercados internacionais menos de 24 horas após seu estreia nos Estados Unidos.

A quinta temporada de The Walking Dead acabou neste domingo (29) com um episódio de 90 minutos.

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Publicado em 29/03/2015 às 03h03

Unesco tenta defender patrimônio histórico no Iraque dos fanáticos religiosos

mossul Unesco tenta defender patrimônio histórico no Iraque dos fanáticos religiosos

Extremistas fanáticos religiosos destroem peças do Museu de Mossul - Foto: Divulgação

Da EFE, em Bagdá

A diretora geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, apresentou neste sábado (28) na Universidade de Bagdá uma campanha que usará as redes sociais para resistir "a propaganda de limpeza cultural e destruição do patrimônio cultural" dos grupos extremistas.

Com o título #Unite4Heritage, a iniciativa procura apoiar à juventude iraquiana e mobilizar pessoas de todo o mundo para proteger o patrimônio, conforme um comunicado da organização.

Perante estudantes e responsáveis governamentais, Irina afirmou que a "mensagem é clara": "Não aceitamos a limpeza cultural e permaneceremos unidos para fazer o que for possível para detê-la", ressaltou.

"No Iraque e em toda a região, os extremistas violentos estão orquestrando uma campanha abominável de limpeza cultural. Buscam dividir às sociedades, semear ódio e impor visões rígidas e sectárias através da violência e a opressão", disse ela em seu discurso.

Em sua opinião, a estas ações é preciso responder de forma unificada e garantindo que "o patrimônio cultural é o bem comum de toda a humanidade".

#Unite4Heritage tem início depois que o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) destruiu o museu da cidade de Mossul e vários sítios arqueológicos, como o de Nimrud e o de Hatra.

Com esse movimento, a Unesco pretende que as pessoas, e muito especialmente os jovens da região árabe, enviem fotos e escrevam textos sobre os patrimônios que mais gostam.

Durante sua visita a Bagdá, a responsável da Unesco se reuniu com o primeiro-ministro iraquiano, Haidar al Abadi, e o presidente do parlamento, Salim al Jabouri.

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Publicado em 28/03/2015 às 03h03

Russell Crowe vira diretor e afirma: “Não tenho problema em roubar ideias de todo mundo”

russell Russell Crowe vira diretor e afirma: Não tenho problema em roubar ideias de todo mundo

Russell Crowe afirmou que não liga de roubar ideia dos outros - Foto: Divulgação

Por MAGDALENA TSANIS, da EFE, em Madri

Com mais de 50 filmes na carreira, um Oscar por Gladiador (2000) e outras duas indicações, Russell Crowe afirma ter mais experiência em um set de filmagem que a maioria dos diretores, o que o ajudou em sua estreia atrás das câmaras com Promessas de Guerra.

"Não tenho problema em roubar ideias de todo o mundo", disse Crowe à Agência Efe durante sua visita a Madri para promover este drama épico ambientado no pós Primeira Guerra Mundial na Turquia, que estreia em 28 de maio no Brasil.

Mas sempre as passa por seu filtro. "Como ator estive muitas vezes na situação de resolver problemas em um set e a solução que busco com qualquer grande artista como Ridley Scott, Ron Howard ou Darren Aranofsky passa pela minha visão pessoal".

Foi com Ridley Scott que mais teve a oportunidade de aprender sobre o ofício atrás das câmeras. Crowe foi dirigido por ele em Gladiador, Gangster Americano, Robin Hood, Rede de Mentiras, e elogiou "dele aprendi quão atlética pode ser uma câmera e o manejo simultâneo de muitas câmaras", destacou.

De Peter Weir (Mestre dos Mares - O Lado Mais Distante do Mundo) tomou a ideia de pôr música para os atores para transmitir uma determinada energia. "Sou como um DJ em um clube: tento ajudar os atores a encontrarem o melhor de si mesmos", disse.

Na realidade, o ator neozelandês, embora australiano de adoção, já tinha feito dirigido os videoclips de sua própria banda, e três documentários, mas a decisão de dar o passo para a ficção foi tomada ao descobrir o roteiro de Andrew Knight e Andrew Anastasios.

"Li e tive uma reação muito visceral, que é o que sempre busco como ator, mas aqui havia ainda outra voz que nunca tinha ouvido nunca antes, que me dizia que deveria tomar a responsabilidade de contar esta história e que eu era o único que podia fazê-lo".

A história, também protagonizada por ele, de um granjeiro australiano que viaja para Istambul para descobrir que o que aconteceu com seus filhos, declarados desaparecidos em combate na sangrenta batalha de Galípoli (já levada ao cinema por Peter Weir em 1981).

Ali ele conhece Ayshe (Olga Kurylenko), proprietária do hotel em que se hospeda, que também perdeu a seu marido na guerra. O filme se movimenta entre a aventura épica e o drama romântico e, embora comova o espectador, em alguns momentos peca pelos clichês e pelo excesso de melodrama.

Ponto de vista turco

Os laços culturais e pessoais com a história, Crowe contou que seu pai tinha a mesma habilidade que o protagonista para detectar a presença de água sob o solo, foram também importantes em sua decisão. Assim como a possibilidade de contar a batalha de Dardanelos, que completa cem anos em abril, do ponto de vista turco.

"Três dias antes do início das filmagens comecei a me perguntar onde me tinha metido", admitiu, "mas vivi a minha vida toda com esse tipo de ansiedade antes de entrar em cena e sei o que significa; significa que se importa com o que está fazendo, e o dia que não senti-la será o momento de deixar os palcos".

Olga Kurylenko, lançada à fama como Bond Girl em 007: Quantum of Solace (2008), minimizou a fama de "difícil" que Crowe tem nos sets. "Este é seu primeira filme; estava muito emocionado, porque havia tempo desejava fazê-lo, a filmagem correu muito bem. Ele ajuda muito e como diretor procura torna-la o mas fácil possível", disse a atriz ucraniana. "Por ser também ator, falamos o mesmo idioma, e isso é para agradecer, é um dos melhores com quem trabalhei", acrescentou Kurylenko.

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Publicado em 27/03/2015 às 03h03

Jazz é alternativa ao Lollapalooza em SP

marsalis1 Jazz é alternativa ao Lollapalooza em SP

Marsalis é uma das grandes atrações do jazz em São Paulo nestes dias - Foto: Rob Waymen

Por DANIEL MUÑOZ, da EFE

Enquanto São Paulo se prepara para receber neste fim de semana a quarta edição brasileiras do festival Lollapalooza, a cidade também é inundada por jazz de "alto calibre" com dois festivais internacionais, que trazem ao país nomes como Wynton Marsalis.

A partir desta sexta-feira (27), o Auditório de Ibirapuera dará as boas-vindas à 30ª edição do Brasiljazzfest, que está com a bilheteria esgotada.

No domingo (29), na noite de fechamento da edição, que celebra três décadas do jazz de "alto calibre" no Brasil, o americano Marsalis e a Jazz at Lincoln Center Orchestra se apresentarão para 15 mil pessoas em um show gratuito de encerramento no espaço aberto do auditório.

Marsalis e sua orquestra são conhecidos também no mundo do blues pelo álbum gravado em 2011 com Eric Clapton, que faz aniversário dia 30, em uma excursão do jazz a outros gêneros musicais.

A lista de músicos do festival é completada pelo grupo brasileiro André Mehmari Trio, pela banda norueguesa Tord Gustavsen Trio, os porto-riquenhos Miguel Zenón Quartet e os americanos The Cookers.

Nesta quinta (25), no Sesc Pompeia e na cidade de São José dos Campos, começou a quinta edição brasileira do Nublu Jazz Festival, que incorpora também representantes de soul, rap, hip-hop e blues.

O músico americano Brian Jackson se apresentará pela primeira vez no Brasil, na sexta-feira (27), ao lado do grupo Zulumbi, abrindo para a banda australiana Hiatus Kaiyote, já indicada ao Grammy.

O grupo sueco-turco Ilhan Ersahin's Istanbul Sessions - criadores do festival, o francês de Erik Truffaz, e a banda americana James Farm também são atrações.

Outros artistas do Nublu Jazz Festival, que acontece até domingo nas duas cidades, são o músico americano Chris Dave e o britânico Tricky, que mistura ritmos como hip-hop, house, jazz, blues, rock e reggae.

Além dos dois festivais, algumas casas especializadas em jazz em São Paulo aproveitaram a "temporada" para programar apresentações individuais com artistas internacionais do gênero, como os colombianos do Suricato, que estão em tour pelo Brasil desde 20 até este sábado (28).

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Publicado em 25/03/2015 às 03h06

Arquivo X volta à TV em formato de minissérie

xfiles2 Arquivo X volta à TV em formato de minissérie

Imagens da série Arquivo X, que deixou de ser feita há 13 anos e volta em formato de minissérie - Foto: Divulgação

Da EFE

Treze anos após a exibição de seu último episódio, o célebre seriado de ficção científica Arquivo X voltará às telinhas em formato de minissérie com seis novos capítulos, informou a Fox.

Em comunicado, a emissora norte-americana revelou que os episódios serão dirigidos pelo criador e produtor executivo da série, Chris Carter, e protagonizados por David Duchovny e Gillian Anderson, que voltam aos papéis dos agentes do FBI Fox Mulder e Dana Scully.

"Foi como um recesso de 13 anos. A boa notícia é que o mundo, neste intervalo, se tornou ainda mais estranho, um momento perfeito para contar essas seis histórias", afirmou Carter.

Dan Walden e Gary Newman, presidentes do Fox Television Group, anunciaram que as gravações dos novos episódios serão iniciadas no próximo verão do hemisfério norte.

"Arquivo X não foi só um programa transcendental para o estúdio e a emissora, mas um fenômeno mundial que contribuiu para a cultura pop e que continua sendo uma joia para legiões de fãs que o acompanharam desde o início", afirmaram os executivos no comunicado.

Vencedor de 16 prêmios Emmy e cinco Globos de Ouro, o seriado Arquivo X estreou em setembro de 1993 e teve nove temporadas, se transformando em um sucesso mundial graças ao carisma de Mulder e Scully enquanto investigavam casos paranormais.

A série teve duas adaptações cinematográficas também protagonizadas por Duchovny e Anderson: Arquivo X: O Filme (1998) e Arquivo X: Eu Quero Acreditar (2008).

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Publicado em 23/03/2015 às 11h50

Paris comemora 120 anos do cinema

lumiere Paris comemora 120 anos do cinema

Primeiro filme mostrava a movimentação na saída de uma fábrica - Foto: Divulgação

Da EFE, em Paris

A França lembrou neste domingo (22) o nascimento do cinema, há exatamente 120 anos, com a projeção em Paris do primeira filme da história, um curta-metragem de 46 segundos rodado pelos irmãos Auguste e Louis Lumière em 1895 e conhecido atualmente como A Saída da Fábrica Lumière em Lyon.

O curta, que mostra um grupo de operários na porta de uma fábrica em que a família Lumière fabricava material fotográfico em Lyon, no leste da França, foi exibido em 22 de março de 1895 na Société d'Encouragement pour l'Industrie Nationale de Paris para um grupo de cientistas e empresários.

O filme foi projetado novamente na agora conhecida como Sala Lumière, no mesmo edifício que abrigou aquela sessão histórica, e com a presença do diretor Bertrand Tavernier, presidente do Instituto Lumière, que trabalha na restauração dos cerca de 200 filmes rodados pelos inovadores irmãos entre final do século XIX e início do século XX.

"O espírito Lumière é a inocência e a captura de uma sinceridade eterna", comentou o delegado geral do Festival de Cannes, Thierry Frémaux, durante uma projeção de homenagem realizada esta semana em Lyon. "Podemos perceber que os operários sabiam que estava sendo filmados porque olham furtivamente para a câmera", acrescentou Frémaux, organizador também do Festival Lumière, para o qual diretores como Quentin Tarantino, Pedro Almodóvar, Xavier Dolan, Michael Cimino, Jerry Schatzberg e Paolo Sorrentino rodaram filmaram versões do primeiro filme do cinema.

Os próprios irmãos ironicamente acreditavam que cinema tinha uma função essencialmente técnica-científica, e afirmaram na época: "o cinema é uma invenção sem nenhum futuro comercial". No entanto, o grande público não soube de A Saída da Fábrica Lumière em Lyon nem do que era o cinema até 28 de dezembro de 1895, quando os Lumière exibiram no Salon Indien du Grand Café de Paris esse e outros dez curtas-metragens, entre eles o célebre L'Arroseur Arrosé.

Divergências

Alguns historiadores consideram que o nascimento do cinema deve ser atribuído ao americano Thomas Edison, que alguns anos antes tinha gravado imagens em movimento que os espectadores podiam com uma espécie de óculos, um sistema conhecido como cinetoscópio , que tinha sido projetado por William Dickson.

Antes já haviam sido desenvolvidas outras formas mais rudimentares de protocine para contemplar imagens animadas, como o fenaquistiscopio, uma roda com imagens que giradas em frente ao espelho criava uma ilusão de movimento que evoluiria depois para a lanterna mágica do francês Jules Duboscq.

O prestigiado professor americano Noël Burch lidera o grupo de historiadores que sustenta que o nascimento da sétima arte, como conhecemos, surgiu com o O Nascimento de uma Nação, de 1915. Nesse filme, cujo polêmico argumento foi muito criticado por mostrar os defensores da supremacia branca do Ku Klux Klan como heróis, o diretor D.W. Griffith introduziu técnicas como a montagem paralela, movimentos de câmera, sequências e planos curtos ou panorâmicos que assentaram as bases da linguagem cinematográfica moderna.

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Publicado em 22/03/2015 às 10h38

Supla e João Suplicy falam de Melodies from Hell, terceiro disco do Brothers of Brazil

supla joao Supla e João Suplicy falam de Melodies from Hell, terceiro disco do Brothers of Brazil

Supla e João Suplicy: dupla Brothers of Brazil lança terceiro disco, Melodies from Hell - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O R7 Cultura foi até o estúdio no apartamento de Supla, no centro de São Paulo, para uma entrevista exclusiva com ele e seu irmão, João Suplicy, sobre o terceiro disco da dupla Brothers of Brazil: Melodies from Hell.

O álbum foi produzido por ninguém menos do que os norte-americanos Jon Tive e Jimmy Walls, que já produziram discos de BB King e Robert Plant, em Nashville, Estados Unidos, onde o disco foi finalizado.

Os músicos falaram sobre o álbum e também a música Tudo pelo Poder, na qual abordam o tema da política. Filhos da senadora Marta Suplicy e do secretário de Direitos Humanos de São Paulo, Eduardo Suplicy, Supla e João comentaram o atual momento político tenso no País, com manifestações pelas ruas. Supla ainda deu a sua opinião sobre aqueles que pedem a volta da ditadura e ainda comentou um episódio no qual se envolveu em uma discussão no Facebook para defender seu pai. E fez questão de ressaltar que respeita muito o trabalho dos policiais.

Veja o vídeo:

 

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Publicado em 20/03/2015 às 11h00

Exclusivo – Jorge Drexler fala sobre disco Bailar en la Cueva e a turnê que chega ao Brasil

DREXLER BAILAR EN LA CUEVA 5 Exclusivo   Jorge Drexler fala sobre disco Bailar en la Cueva e a turnê que chega ao Brasil

Uruguaio Jorge Drexler encerra turnê mundial Bailar en la Cueva com três shows no Brasil na próxima semana: São Paulo, Porto Alegre e Curitiba - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Jorge Drexler escolheu o Brasil para terminar a turnê mundial de seu mais recente disco, o dançante Bailar en la Cueva. Com oito artistas em cima do palco, abre o show com coreografia. Reencontra seu corpo neste trabalho pulsante, composto em uma praia.

A turnê se concentra na parte sul do Brasil, onde tem mais admiradores. O músico se apresenta em São Paulo no próximo dia 26, quinta-feira, no Teatro Bradesco. Na sexta, 27, o show é no Bar Opinião, em Porto Alegre, e no domingo, 29, encerra a turnê mundial no Vanilla Music Hall, Curitiba, onde toca pela primeira vez.

O músico ainda sonha em tocar mais ao norte, em Salvador, Recife e Fortaleza, mas espera conseguir fazer isso na próxima vinda.

Uruguaio radicado na Espanha, Drexler, que tem 50 anos, conquistou o mundo em 2005, quando sua música Al Otro Lado del Rio, tema do filme Diários de Motocicletas, de Walter Salles, foi a primeira em outro idioma que não o inglês a levar o Oscar de melhor canção original na história.

Impedido de cantar a música na cerimônia — ela foi interpretada por Antonio Banderas, nome mais hollywoodiano —, Drexler utilizou o tempo de agradecimento para cantar sua música. No mesmo instante, com a atitude corajosa e contestatória, abocanhou fãs em todo o planeta, sobretudo latino-americanos que sentiram-se identificados com seu gesto.

Direto de um hotel na Cidade do México, o cantor e compositor, que é formado em medicina, conversou, com exclusividade, com o R7 Cultura, sobre o disco Bailar en la Cueva. Entre outras coisas, falou da participação de Caetano Veloso na música Bolívia, que já entrou para a lista de suas músicas prediletas, das relações com a imprensa, com a tecnologia, com o mar, com o corpo e com a vida.

Leia com toda a calma do mundo.

DREXLER BAILAR EN LA CUEVA 4 Exclusivo   Jorge Drexler fala sobre disco Bailar en la Cueva e a turnê que chega ao Brasil

Aos 50 anos, Jorge Drexler redescobre o corpo com música - Foto: Divulgação

MIGUEL ARCANJO PRADO —Por que um disco para dançar?
JORGE DREXLER —
Olha, eu gosto do ser humano de uma maneira mais completa. Em relação seus diferentes componentes: a mente, as emoções, o corpo. Eu sempre tive a sensação de que escrevia mais desde a mente e as emoções. E eu sou um filho da ditadura no Uruguai. Eu me criei em uma sociedade onde não se dançava, na qual o corpo era o grande ausente, pela repressão da ditadura. Então, demorei a chegar ao meu corpo. Eu creio que terminei de me dar conta da importância do corpo neste ano que estou com 50 anos. Há alguns anos, comecei a me dar conta que o corpo não é infinito. E algo em mim, não sei o quê, me fez entrar mais no corpo. Escrevo desde o corpo como uma tentativa de ganhar a batalha contra a ditadura, trinta anos depois.

MIGUEL ARCANJO PRADO — E o que você pensa das pessoas que atualmente no Brasil estão pedindo a volta da ditadura militar?
JORGE DREXLER —
Não tenho ideia de que isso está acontecendo. Onde foi isso?

MIGUEL ARCANJO PRADO —Nas grandes cidades do Brasil houve protestos contra o governo Dilma e havia grupos que colocaram bandeiras do Brasil e muitas pessoas levaram cartazes pedindo a volta dos militares.
JORGE DREXLER —
Pedindo a volta dos militares?

MIGUEL ARCANJO PRADO — Isso.
JORGE DREXLER —
Que loucura, não?... Agora estou de turnê e quando estou de turnê não leio muito as notícias. Fico um pouco isolado.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Mudando de assunto, eu tenho uma amiga no Brasil que é filha de bolivianos e jornalista, a Elba Kriss. Ela gosta muito da canção Bolívia, do seu disco Bailar en la Cueva, porque se sente representada. Você sabe que em São Paulo há mais de 300 mil imigrantes bolivianos e muitos trabalham em situação irregular? Fale um pouco dessa música, sua relação com a Bolívia e a participação do Caetano Veloso.
JORGE DREXLER —
Para mim Bolívia é uma das canções mais importantes do disco por muitas razões. Há dois anos, quando fui tocar na Bolívia, eu me dei conta da dívida que tinha com este país. Senti que eu devia algo a Bolívia, porque a família de meu pai, em janeiro de 1939, saiu da Alemanha e o único país que os recebeu foi Bolívia, na América Latina. Em janeiro de 1939, as chancelarias das embaixadas latino-americanas, em um gesto vergonhoso, negaram a concessão de vistos para os judeus alemães. Isso se sabe pouco. Mas, foi assim. Meus pais, que eram de uma família de judeus alemães, conseguiram visto para entrar na Bolívia, porque os bolivianos foram muito valentes e mantiveram abertas suas chancelarias. Então, quando fui tocar na Bolívia, dois anos atrás, pela primeira vez, me dei conta que lhes devia algo e que estava muito agradecido. E, mais, me parecia mais maravilhoso o gesto porque vinha de um dos países mais pobres da América Latina. O mais pobre estava ajudando a cidadãos centro-europeus, recebendo refugiados centro-europeus. A importância que isso tinha como símbolo histórico, o significado. Como o pêndulo da história vai para um lado e logo para o outro. Como hoje em dia tratamos aos imigrantes bolivianos no Uruguai? E no Brasil?

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Drexler compôs Bolivia como agradecimento ao país que acolheu sua família - Foto: Divulgação

MIGUEL ARCANJO PRADO —No Brasil, muitos bolivianos são escravos clandestinos.
JORGE DREXLER —
Os mais de 300 mil imigrantes que há no Brasil, no Uruguai há muitos também, e nem sempre são bem tratados. É vergonhoso que não saibamos devolver esses favores. Cheguei à Bolívia e fiquei muito emocionado. Queria dedicar uma canção a um país valente e generoso, apesar de seus poucos recursos econômicos. Mas com muitos recursos humanos, muita generosidade, um país que conheço pouco, mas que me deixa maravilhado. Eu quis cantar essa história: que num momento da História todo mundo dizia que não, mas à minha família lhe disse que sim Bolívia [fazendo referência ao refrão da música: "Todos decían que no. Cuando dijo que sí, Bolivia"]. Uma homenagem à Bolívia.

MIGUEL ARCANJO PRADO — E a participação de Caetano?
JORGE DREXLER —
É uma parte importantíssima da canção, que necessitava uma voz com autoridade artística para cantar o recitado final: [cantarolando] "Y el péndulo viene y va y vuelve a venir e irse. Y tras alejarse vuelve. Y tras volver, se distancia"... E Caetano estava apresentado seu maravilhoso disco Abraçaço em Bogotá quando estava gravando meu disco. E Caetano nos convidou a ver o show e logo a comer com ele. Estávamos no jantar, conversando, e alguém perguntou: e vocês dois, para quando farão uma parceria? E Caetano respondeu: "ficaria encantado". Porque não tínhamos feito nada juntos ainda. Então, eu lhe mandei a canção e ele gravou os versos. E, na verdade, foi o som da canção, o significado da canção para mim e a voz de Caetano fizeram com que essa canção se transforme em uma das minhas canções favoritas de toda minha carreira.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Também gosto muito dessa canção. Agora, falando de outra do disco, em Data Data, você diz assim: "Nadie existe si nos es noticia" e também você fez outra canção, muito dura, em relação aos paparazzi, La Plegaria del Paparazzo, em forma de oração. Eu queria saber qual é sua relação com imprensa, sobretudo com a de celebridades.
JORGE DREXLER —
Bom, eu não sou uma celebridade, na verdade. Sou uma pessoa conhecida. Às vezes mais, às vezes menos, depende do país. Mas nunca me movi dentro do mundo das celebridades, um mundo que não me interessa. Nunca dei uma entrevista para esse tipo de revista. Em uma época, como minha mulher é atriz e é uma pessoa muito conhecida na Espanha, quando começamos a estar juntos, durante um tempo nos seguiram. E, depois, não sei se deram conta de que nossas vidas eram muito chatas, e que não tinham nada que encontrar aí. E tampouco nós entrávamos nesse jogo. Essa canção eu escrevi faz um tempo, quando isso me incomodava, me incomodou. Porque apareceram meus filhos em fotos e me senti invadido em um momento. Mas, olha, eu creio que cada um é responsável também da relação que tem com a imprensa de celebridades. Se você quer, de verdade, que te deixem tranquilo, te deixam tranquilo. É muito fácil fazer com que percam o interesse em você. E a maneira que descobri para que percam o interesse em mim é viver com naturalidade, sair em minha bicicleta por Montevidéu ou por Madri. Ir aos lugares como sempre, reunir-me com meus amigos, comer no mesmo restaurante até que se aborreçam e se dão conta que sua vida não é interessante. Nem vá discutir com eles e não vai dar nenhum motivo para que te sigam. Me deixaram em paz e pude gravar esta canção. É uma canção dura, mas é uma canção divertida, porque tem ironia. E tem, quase que ironicamente, um ponto de empatia com o paparazzo. Se coloca em seu lugar. Isto é, a canção diz o que pensaria a cabeça do paparazzo. "Que el pulso no me tiemble en el ultimo instante, que el foco no pierda detalle de los dos amantes". Digamos, o que ele pede a Deus.

MIGUEL ARCANJO PRADO — O que você acha, Drexler, destes tempos em que a gente quer ser notícia em seu meio familiar, no Facebook? As pessoas se fazem notícia o tempo todo. Que te parece estes tempos que não são mais Aquellos Tiempos?
JORGE DREXLER —
Bom, eu não sou uma pessoa nostálgica. O melhor tempo que tenho é o que vivo agora. É o único sobre o qual posso atuar. Não tenho nostalgia do passado. Eu não era mais feliz há 25 anos que agora. Nem me parece que o tempo era melhor que agora. Não sou uma pessoa nostálgica. Eu acho que esta é uma época muito interessante e muito difícil para viver. É tão interessante e tão difícil quanto têm sido todas, com diferentes dificuldades. O que sim está claro é que hoje em dia a notoriedade é um bem muito mais apreciado que antes. Todo mundo quer ganhar seus 15 minutos de fama, como dizia Andy Warhol. Todo mundo o vive realmente hoje em dia. Quando tem a possibilidade de ser notícia por um dia. E é muito importante para as pessoas, hoje em dia. A canção não é um juízo de valor. Não é uma crítica, é assim que o que eu vejo. O paradigma desta época é o surf, andamos pela superfície das coisas. Sabemos muito pouco de muitíssimas coisas. Antes, sabíamos muito de poucas coisas. Eu escutava um disco durante três meses antes. Agora escuto 40 canções diferentes por dia. Não é melhor, não é pior, mas é diferente. Agora, minha pergunta também é a seguinte: nessa avalanche, nessa catarata de informações, como você pode beber sem se molhar? É impossível. Não depende só da quantidade de água que tenha, se é fácil beber. Há tanta informação na internet que é muito difícil administrá-la. É como uma cachoeira de informações. Que você entra a beber e se molha de outras coisas.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Imagina um jornalista.
JORGE DREXLER —
Imagino. Mas, também, há que se considerar a ferramenta que você tem. Você quer fazer esta entrevista e dá um Google sobre mim e em duas horas tem mais informações sobre mim do que a que eu tenho.  Agora, a informação não é conhecimento. Necessita de outros componentes: de assimilação, de vivência. Muita gente confunde informação com conhecimento. Muita gente confunde amizade no Facebook com amizade. As palavras tem perdido um pouco seu valor. Quantos amigos tem? "Eu quero ter um milhão de amigos" [risos]. Todo mundo quer "um milhão de amigos".

MIGUEL ARCANJO PRADO — É verdade. Todos querem ser como Roberto Carlos.
JORGE DREXLER — Eu tenho oito ou nove amigos.

DREXLER BAILAR EN LA CUEVA Exclusivo   Jorge Drexler fala sobre disco Bailar en la Cueva e a turnê que chega ao Brasil

Jorge Drexler não tem um milhão de amigos: "Tenho oito ou nove amigos" - Foto: Divulgação

MIGUEL ARCANJO PRADO —Você falou de um tempo onde escutava um disco durante muito tempo. Escutei seu disco muito durante o verão, em uma praia aqui em São Paulo, e me pareceu que seu disco combinava com o cenário. Até tem uma canção que falava de praia, La Luna de Rasquí. Queria saber se acha seu disco solar, para acima, um disco de praia?
JORGE DREXLER —
É um disco de movimento, é um disco escrito desde os pés. Mas nem todo o disco é solar. Para mim, o que quero resgatar, que no Brasil, ademais, sabem muito disso, é que a dança, o movimento, serve para expressar toda a gama de sentimentos. Desde a alegria até a tragédia. Brasil sabe muito disso. Brasil tem muitos sambas de Caetano Veloso, Chico Buarque que são sambas escuros. Como a música Navio Negreiro, de Caetano. Vários sambas do Chico, como Construção, por exemplo, que não se pode dizer que são uma canção luminosa. Entretanto, têm um pode ritmo muito grande, então eu entendo que você estava luminoso porque estava no verão. Em que praia estavas?

MIGUEL ARCANJO PRADO — Maresias, uma praia do litoral norte de São Paulo.
JORGE DREXLER —
Eu conheço. Já estive em Maresias no verão. O disco está feliz de ter lhe acompanhado. Há canções como Data Data, La Noche no Es una Ciencia Exata, La Plegaria del Paparazzo, não sei se tem mais canções escuras. Também estão Bailar en la Cueva, La Luna de Rasquí que são canções muito luminosas. Eu escrevi este disco também em uma praia. Eu fui para o norte da Espanha, à praia de Somo, em Cantabria. Uma praia de veleiros (Eu gosto de surf. Na turnê, quando posso, vou surfar. Agora vamos ir a Costa Rica, e vou surfar lá. Já surfei em Florianópolis e sempre que posso me escapo). Então, eu fui com minha prancha e meu violão, a uma casa, sozinho, de frente para o mar. Aí, baixava à praia uma hora e voltava para compor. Queria que o disco surgisse do corpo, em uma atividade física, de uma relação física com a música. Queria ter o corpo desperto.

MIGUEL ARCANJO PRADO —Creio que conseguiu.
JORGE DREXLER —
Bom, fico feliz. Se o disco conseguiu. O show é muito físico também, se abre com uma coreografia. Onde você vai ver o show?

MIGUEL ARCANJO PRADO — Em Curitiba.
JORGE DREXLER —
Esse concerto, do dia 29, será muito especial para mim. Te conto o porquê. Curitiba é uma cidade que conheci 25 anos atrás. Eu fui com um amigo e nunca mais voltei. Sempre quis ir tocar lá. E esta vai ser a primeira vez que toco em Curitiba. E, além disso, este será o último show da turnê Bailar en la Cueva. Essa noite, eu me despeço da minha equipe e dos meus músicos no palco. E não sei quando voltaremos a tocar juntos, porque depois vou começar outro tipo de turnê, diferente.

DREXLER BAILAR EN LA CUEVA 2 Exclusivo   Jorge Drexler fala sobre disco Bailar en la Cueva e a turnê que chega ao Brasil

Drexler compôs Bailar en la Cueva em uma praia no norte da Espanha - Foto: Divulgação

MIGUEL ARCANJO PRADO —Vou estar então em uma noite histórica.
JORGE DREXLER —
Vamos estar todos muito emocionados.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Vou retomar outro verso seu nesta última pergunta: "No ves que yo no sé que hacer con mis dos universos paralelos". Como é ser um uruguaio que vive na Espanha, como é voltar ao Uruguai? É estrangeiro nos dois lados? Como lida com isso, de não estar em sua casa e sua casa já não ser mais sua casa?
JORGE DREXLER — A verdade é que o vivo sem drama hoje em dia. Sou um imigrante muito sortudo. Porque tenho a possibilidade de ir quando quero ao Uruguai. Vou três ou quatro vezes por ano. E de alguma maneira minha relação de pertencimento se abriu. Não sei como te explicar de outra maneira. Mas, me sinto em casa em muitos lugares. Eu me sinto em casa quando estou de viagem. Me sinto em casa no Equador, no México, Chile, Bolívia, no sul do Brasil. Na Argentina. Olha, de março do ano passado até agora, fiz praticamente 90 concertos de Bailar en la Cueva. E eu passei quase meio ano fora da minha casa. Então, um vai se acostumando à estrada, a estar longe. E faz vários anos que deixei de ter fortes saudades com Uruguai. Já me acostumei a estar num estado intermédio. Mas, na música Universos Paralelos, eu não falo dessa relação de Uruguai e Espanha. Falo da dissociação entre a vontade de uma pessoa, os atos de uma pessoa e seus desejos ocultos. É mais freudiana. É mais Freud que geografia.

Agradecimento: Juan Manuel Tellategui e Túlio Moura

SERVIÇO:

Bailar en la Cueva, de Jorge Drexler

São Paulo:
Data: 26/03/2015 (ESGOTADO)
Local: Teatro Bradesco (shopping Bourbon)
Horário: 21h00
Ingressos: www.ingressorapido.com.br

Porto Alegre:
Data: 27/03/2015
Local: Bar Opinião (Rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa ­ Porto Alegre/RS)
Horário: 20h00
Ingressos: www.minhaentrada.com.br
PISTA 3 LOTE: R$200,00 (Inteira ­ 20% de desconto para Meia­Entrada)
MEZANINO: R$200,00 (Inteira ­ 20% de desconto para Meia­Entrada)

Curitiba:
Data: 29/03/2015
Local: Vanilla Music Hall (Rua Mateus Leme, 3690 ­ São Lourenço ­ Curitiba/PR)
Horário: 20h30
Ingressos: www.ingressorapido.com.br
PISTA 1 LOTE: R$160,00 (Inteira); R$80,00 (Meia­ Entrada)
CAMAROTE: R$260,00 (Inteira); R$130,00 (Meia­ Entrada)

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Publicado em 20/03/2015 às 10h40

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Lidiane Shayuri recebe Miguel Arcanjo Prado na Agenda Cultural da Record News

O colunista Miguel Arcanjo Prado conta para Lidiane Shayuri as melhores dicas culturais no quadro Agenda Cultural, no telejornal Hora News, na Record News. Tem a peça Noturno, do Teatro Invertido, no CCBB, em BH. Em São Paulo, tem a peça espanhola Uma Casa na Ásia, no Sesc Santana. Na capital paranaense tem o Festival de Teatro de Curitiba. E mais: o uruguaio Jorge Drexler faz a turnê Bailar en la Cueva em São Paulo, Porto Alegre e Curitiba. Para as crianças, tem a visita ao Museu da Imigração, em São Paulo. E, nos cinemas, a estreia do premiado filme brasileiro Branco Sai, Preto Fica, de Adirley Queiroz. Veja o vídeo:

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Publicado em 20/03/2015 às 03h04

Maria Creuza é homenageada em Buenos Aires

MariaCreuza1 Maria Creuza é homenageada em Buenos Aires

Ícone da bossa nova: Maria Creuza é homenageada na Argentina - Foto: Divulgação

Da EFE

A cantora Maria Creuza foi homenageada na última quarta-feira (18) como "hóspede de honra" de Buenos Aires durante uma cerimônia realizada na sede do parlamento portenho, na qual a cantora brindou um breve recital junto ao marido, o argentino Víctor Díaz Vélez.

Creuza, um dos símbolos da bossa nova, foi homenageada a partir de uma iniciativa dos deputados Enzo Pagani e Hélio Rebot, do partido Proposta Republicana, aprovada pelo parlamento no fim de 2014.

"Me sinto em casa. Eu sou brasileira, da Bahia, mas meu coração é argentino", disse a artista, que está em turnê por cidades argentinas, com base em um repertório que inclui as obras de Vinícius de Moraes, Tom Jobim e outros grandes mestres do gênero.

Maria Creuza é uma das vozes mais famosas da bossa nova desde os anos 1970, quando foi revelada para o mundo com um disco gravado em Buenos Aires com Vinícius chamado Vinicius de Moraes en La Fusa com Maria Creuza e Toquinho.

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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