Publicado em 07/06/2015 às 03h04

Angelina Jolie: os 40 anos da maior estrela feminina de Hollywood

joliemarvel Angelina Jolie: os 40 anos da maior estrela feminina de Hollywood

Da EFE,

Ela tem dois prêmios Oscar, uma carreira invejável, uma numerosa família ao lado de um dos homens mais desejados do mundo e exala o glamour das grandes divas de Hollywood, mas Angelina Jolie, que completou 40 anos na quinta-feira (4), sabe que seu poder na indústria está dando apenas os seus primeiros passos.

"Ela possui uma incrível combinação de beleza, inteligência e talento, um triplo triunfo que a transforma em membro de um clube muito exclusivo. Ela tem a rara habilidade de transitar, aparentemente sem esforço, entre os papéis de mãe, esposa, ativista, atriz, diretora, roteirista, produtora, filantropa e demonstra grande paixão em tudo o que faz", disse à Agência Efe Paul Dergarabedian, analista de mídia da Rentrak, empresa especializada em medição de audiências digitais.

Sua primeira estatueta dourada foi com Garota Interrompida (1999) e, desde então, não parou de crescer na telona, seja com heroínas de filmes de ação (de Lara Croft: Tomb Raider a 60 Segundos, Sr. & Sra. Smith e O Procurado) ou alinhavando histórias mais próximas a sua sensibilidade humanitária (Amor Sem Fronteiras e O Preço da Coragem). No entanto, seus maiores sucessos de bilheteria chegaram graças aos filmes de fantasia (fez parte da saga Kung Fu Panda), sobretudo, com Malévola, o retorno da Disney ao universo de A Bela Adormecida com uma versão narrada do ponto de vista da vilã. O filme arrecadou mais de US$ 750 milhões.

Um dos grandes acertos de Angelina foi se cercar de autores de prestígio em projetos como Alexandre (Oliver Stone), O Bom Pastor (Robert De Niro) e A Troca (Clint Eastwood, que rendeu sua segunda candidatura ao Oscar), quando decidiu mergulhar na direção com Na Terra de Amor e Ódio (2011). Os resultados finalmente vieram com Invencível (2014), seu segundo filme como diretora, indicado a três prêmios da Academia de Hollywood e, principalmente, um enorme sucesso de público no mundo todo com mais de US$ 160 milhões de arrecadação.

"Angelina soube expandir sabiamente seus horizontes para além da interpretação. O sucesso de Invencível a coloca em um nível completamente diferente. Agora é vista como alguém que pode atrair os espectadores de qualquer um dos lados da câmera", disse à Agência Efe Phil Contrino, analista do portal BoxOffice.com. Os louros desse filme colocam Angelia perante uma infinidade de oportunidades e, de fato, a imprensa especializada garante que o estúdio Marvel tem interesse em oferecer a ela um de seus novos projetos de super-heróis, mais precisamente, o de Capitã Marvel. Além disso, em novembro será lançado seu terceiro projeto por trás das câmaras, By the Sea, onde divide cenas com o marido, Brad Pitt, o segundo filme em comum depois de Sr. & Sra. Smith, filmagem na qual conheceram. Mas Angelina Jolie é muito mais do que cinema e negócios.

A artista, conhecida por seu interesse e apoio às causas humanitárias e doações a ONGs, adotou três de seus seis filhos com Brad (Maddox, Zahara e Pax) no Camboja, Etiópia e Vietnã. Como enviada especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), viajou por todo o mundo para promover organizações e atividades pra conseguir a justiça social. Também se envolveu em grandes crises humanitárias e deslocamentos em massa de civis com a intenção de chamar a atenção da opinião pública. Essas atividades lhe levaram a ganhar o prêmio humanitário Jean Hersholt - um Oscar honorário - em 2013 e que fosse especulada uma possível fase política, algo para o que ela afirma estar "aberta".

Angelina colecionou manchetes quando anunciou, em maio de 2013, que tinha se submetido a uma mastectomia preventiva de câncer de mama, e em março deste ano, ao explicar que retirou os ovários e as trompas para evitar a doença que causou a morte de sua mãe, sua avó e sua tia. Nas duas ocasiões, quis falar de sua situação para que "outras mulheres em risco" tomassem conhecimento das opções existentes.

É a evolução de quem foi a "menina má" de Hollywood no final dos anos 90. Para trás ficam seus flertes com as drogas, os escândalos sexuais e seus divórcios de Jonny Lee Miller e Billy Bob Thornton. O futuro será o que ela quiser que seja.

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Publicado em 06/06/2015 às 03h04

Primeira edição de O Hobbit é leiloada por US$ 210 mil em Londres

tolkienlibraryfoto Primeira edição de O Hobbit é leiloada por US$ 210 mil em Londres

O Hobbit, primeira edição - Foto: Tolkien Library/Reprodução

Da EFE

A primeira edição de O Hobbit, do britânico J.R.R. Tolkien (1892-1973) foi arrematada na última quinta-feira (4) na casa de leilão de Londres por 137 mil libras (cerca de US$ 210 mil, ou R$ 655 mil).

O exemplar, impresso em 1937, foi um presente do autor a uma de suas primeiras estudantes na Universidade de Leeds, na década de 1920, Katherine Kilbride, com quem trocou correspondência durante grande parte de sua vida.

O livro tem uma dedicatória escrita à mão por Tolkien em "élfico", um dos idiomas fictícios inventados pelo autor de O Senhor dos Anéis. A venda marca um novo recorde para um leilão de uma primeira edição de O Hobbit, cujo preço máximo tinha alcançado 50 mil libras em 2008.

O filólogo britânico escreveu este romance fantástico na década de 20 e, embora estivesse pensada para ser lida por seus filhos, foi finalmente publicada em 21 de setembro de 1937.

No livro, Tolkien apresenta o universo de ficção da Terra Média, onde situaria também futuros livros como O Silmarillion e O Senhor dos Anéis. O exemplar foi leiloado em uma sessão dedicada a livros infantis e ilustrações de meados do século XIX.

Nesse mesmo leilão foi arrematada um exemplar da primeira edição de Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K. Rowling, por 25 mil libras, e um exemplar duplo de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, com dedicatória do autor, por 10 mil libras.

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Publicado em 05/06/2015 às 03h04

Descoberta de navio naufragado honra memória de escravos africanos

11071116 10153047486608152 7087150211523728628 o Descoberta de navio naufragado honra memória de escravos africanos

Museu na África relembra tráfico de escravos com descoberta - Foto: Reprodução/Facebook

Da EFE,

A África do Sul lembrou na última terça-feira (2) os mais de 400 escravos moçambicanos que viajavam no navio português São José-Paquete da África, uma embarcação com destino ao Brasil que naufragou há mais de 200 anos no litoral da Cidade do Cabo.

Os destroços da embarcação escravista, que afundou ao chocar-se com uma rocha dois dias depois do Natal de 1794, foram apresentados no Museu Iziko da Cidade do Cabo para celebrar este achado histórico, o do primeiro navio acidentado com escravos a bordo.

"É a primeira prova concreta do uso de pessoas do leste da África no comércio transatlântico de escravos", afirmou à Agência Efe Melissa Scheepers, do Museu Iziko, destacando a relevância científica da descoberta porque até agora só havia documentos que provavam este fato.

Este êxito arqueológico é responsabilidade do SWP (Slave Wrecks Project), fruto da colaboração entre o Iziko, a Agência Sul-Africana de Patrimônio, a Universidade George Washington e o recém criado Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana dos Estados Unidos.

A primeira prova física da existência do São José-Paquete da África remonta ao anos 80, quando exploradores de tesouros marítimos encontraram restos do navio, que foi identificado então como uma embarcação holandesa. Anos depois, em 2011, o arqueólogo do Iziko, Jaco Boshoff, encontrou nos arquivos do Cabo uma declaração judicial sobre o naufrágio do capitão do São José, que o fez reunir dados e concluir que o navio holandês era na realidade esta embarcação escravista procedente de Moçambique.

Documentos achados em arquivos portugueses e moçambicanos - sobre a carga do navio ao partir de Lisboa e a compra de escravos no país africano, respectivamente - confirmaram pouco depois a teoria de Boshoff, segundo contam fontes do museu sul-africano.

Seguindo o delicado processo científico que permite conservar em bom estado todos os objetos para seu posterior estudo, os destroços do naufrágio foram trazidos à superfície, o que permitirá reconstruir os detalhes das condições nas quais viajavam escravos e traficantes. Segundo informações dos arquivos, a tripulação foi resgatada e levada a terra, assim como, aproximadamente, metade dos escravos, que foram revendidos na Cidade do Cabo e para quem a salvação só representou uma mudança de donos.

A outra metade dos moçambicanos morreu entre as violentas ondas do Atlântico, muito longe das plantações brasileiras de cana de açúcar, seu destino quando embarcaram em 3 de dezembro de 1794.

"É realmente um lugar diante do qual se deve abaixar a cabeça em sinal de respeito, um lugar no qual refletir sobre todos os que fizeram essa viagem, sobre todos os que morreram", comentou o diretor do Museu de História Afro-Americana, Lonnie G. Bunch, sobre o local de descoberta do navio.

Os objetos coletados do fundo do Atlântico serão cedidos durante dez anos pelo Iziko à instituição dirigida por Bunch, que abrirá suas portas ao público o ano que vem em Washington. "Está projetado quase como um memorial", afirmou Bunch sobre a maneira em que os destroços do navio serão expostos no museu.

Entre o material achado no litoral da Cidade do Cabo, utilizado frequentemente como escala pelos navios que navegavam entre o Índico e o Atlântico, há algemas e correntes para imobilizar os escravos, além de diversas ferramentas de ferro e de madeira utilizadas no funcionamento da embarcação.

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Publicado em 04/06/2015 às 03h04

Filmes de Brasil e Costa Rica competirão no Festival de Karlovy Vary

aspirantes Filmes de Brasil e Costa Rica competirão no Festival de Karlovy Vary

Aspirantes concorre a prêmio em festival - Foto: Reprodução/Facebook

Da EFE

O Festival de Cinema de Karlovy Vary terá dois filmes latinos na seção competitiva Fórum de Independentes, divulgou na última terça-feira (2) a organização do festival, que acontecerá entre 3 e 11 de julho na cidade balneário do sudoeste da República Tcheca.

O Fórum de Independentes, uma das quatro seções competitivas, será inaugurada pelo filme brasileiro Aspirantes, estreia de Ives Rosenfeld sobre o sonho de um jovem jogador, e terá ainda o filme costa-riquenho Viagem, de Paz Fábrega, uma história de amor que tem o vulcão Rincón de la Vieja como cenário de fundo.

Nesta mesma seção concorrerão os filmes filipinos Shadow Behind the Moon, de Jun Robles Lana, e Violator, de Dodo Dayao, no que é considerada uma nova onda do cinema do país asiático.

Karlovy Vary não contará este ano com filmes hispano-americanos na disputa ao Globo de Cristal na Seção Principal, que apresentará 13 trabalhos, sete estreias mundiais e seis internacionais.

Entre os filmes do concurso principal desta 50ª edição do Karlovy Vary se destacam Heil, a comédia satírica antinazi do alemão Dietrich Brüggemann, e Antonia, um retrato biográfico da poetisa Antonia Pozzi que é a estreia em longa-metragem do diretor italiano Ferdinando Cito Filomarino. Depois está The Magic Mountain, da romena Anca Damian, uma animação sobre as aventuras do escalador e fotógrafo Adam Winkler ao lado dos mujahedins em sua luta contra os russos no Afeganistão.

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Publicado em 03/06/2015 às 03h04

Biografias de Gandhi e Dalai Lama em mangá chegam ao Brasil

Do R7

Quem nunca sonhou ser um super-herói? Se os poderes e efeitos especiais ainda parecem distantes, os vilões e problemas da vida real estão presentes todos os dias nas manchetes dos jornais, assim como histórias verdadeiras de líderes que, ao redor do mundo, fazem da própria vida um exemplo de coragem.

A partir da necessidade de contar essas histórias reais, de heróis que mudaram (e ainda inspiram!) o mundo que conhecemos, Eji Han Shimizu criou uma série de graphic novels, que contam a vida de líderes famosos, pessoas que lutaram pelos direitos humanos e acreditaram numa vida melhor para todos.

Nascido em Yokohama, no Japão, o criador da série escolheu Dalai Lama, Madre Teresa de Calcutá, Mahatma Gandhi e Che Guevara como heróis de seus livros, publicados em mais de 25 países.

Uma intensa pesquisa foi necessária para contar a história de personagens tão notórios. Eji contou com a ajuda de especialistas em várias áreas. Alguns países como Índia, Nepal e Estados Unidos, já utilizam os mangás nas escolas.

No Brasil, a série toda será publicada pela Tambor Digital e Case Editorial. Em maio deste ano, já chegaram ao público as biografias de Mahatma Gandhi e Dalai Lama.

gandhi Biografias de Gandhi e Dalai Lama em mangá chegam ao Brasil

Gandhi - Uma Biografia em Mangá - Foto: Divulgação

“Os fracos jamais podem perdoar. O perdão é um atributo dos fortes” – Mahatma Gandhi

Com ilustrações de Kazuki Ebine, é impossível não se sentir tocado com a história de vida de Gandhi, que com sua resistência pacífica e silenciosa, marcou a história de luta da Índia contra a dominação britânica.

Gandhi inspirou multidões e ainda hoje suas máximas servem de inspiração a povos no mundo inteiro, que ainda enfrentam regimes opressores. Na biografia em mangá é possível conhecer um homem de imensa força moral, força quase imperceptível nos antigos retratos do líder, que costumam mostrar uma figura sempre simpática, magérrima e simples.

Sua face sorridente ganha novo significado quando se tem contato com a história de vida de Gandhi, marcada por sofrimento, luta e persistência. Uma história de fé, mas também de amor. Gandhi ainda é um mistério e sua história não pode jamais ser esquecida.

dalai lama Biografias de Gandhi e Dalai Lama em mangá chegam ao Brasil

O 14º Dalai Lama - Uma Biografia em Mangá - Foto: Divulgação

“Porque violência só pode ensejar mais violência e sofrimento, nossa luta deve manter-se não violenta e livre de ódio” – Dalai Lama

A biografia ganhou ilustrações de Tetsu Saiwai. Diferente de Gandhi, o 14º Dalai Lama mergulhou no bom-humor e otimismo que o próprio personagem imprime em suas palestras pelo mundo. De tão famosas, elas estão presentes na obra.

O mangá nos diverte com as histórias da infância dele, uma criança esperta, que logo cedo precisou assumir uma responsabilidade imensa. Dá para rir com o pequeno Dalai Lama e suas travessuras, desconhecidas para o público tão acostumado com o perfil atual, bondoso e tranquilo do líder espiritual.

O livro é feliz em mostrar a mudança de atitude do Dalai Lama ao se deparar com um cenário violento e totalitário da China Comunista em relação ao Tibete.

Outro grande momento da história é quando Sua Santidade conhece o alpinista austríaco Heinrich Harrer, que foi professor e amigo de Dalai Lama, e que escreveu o livro Sete Anos no Tibete. A obra ficou imortalizada no cinema, quando Brad Pitt interpretou o protagonista.

Em Gandhi e em O 14º Dalai Lama, os personagens reais passam por uma dolorosa fase de transição para a maturidade, fase cheia de descobertas e marcada por tomadas de consciência e posição. São histórias que precisam ser lidas e conhecidas especialmente pelos jovens (e a todos os apaixonados por heroísmos), que ainda pensam em mudar o mundo.

Gandhi – Uma Biografia em Mangá
Autor: Kazuki Ebine
O 14º Dalai Lama – Uma biografia em Mangá
Autor: Tetsu Saiwai
Editora: ambos Tambor Digital/Case Editorial
Preço: ambos R$ 14,90
Onde comprar: www.popster.com.br e www.caseeditorial.commercesuite.com.br

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Publicado em 02/06/2015 às 03h04

Mostra de Cinema de Ouro Preto chega à 10ª edição com homenagem a Milton Gonçalves

milton gonçalves Mostra de Cinema de Ouro Preto chega à 10ª edição com homenagem a Milton Gonçalves

Do R7

A Mostra de Cinema de Ouro Preto 2015 promete apresentar 105 filmes em pré-estreias e retrospectivas e promover 15 debates, entre 17 e 22 de junho, na cidade histórica mineira, neste ano em que completa dez anos.

O evento busca ser instrumento de reflexão e luta pela salvaguarda do patrimônio audiovisual brasileiro em diálogo com a educação e em intercâmbio com o mundo.

Nesta edição, a CineOP tem como eixo temático a discussão em torno do acesso e da acessibilidade nos contextos da preservação audiovisual, pesquisa histórica e educação, já que um dos maiores problemas da sociedade brasileira é o acesso aos bens culturais por ela mesma produzidos.

O patrimônio audiovisual, uma expressão em si mesmo, é um instrumento privilegiado de difusão dos conteúdos mais variados, não fossem os entraves ainda encontrados quanto à sua preservação física, inventário, estudo e qualificação histórica, conversão de formatos, suportes e padrões de novas tecnologias e inserção das obras audiovisuais junto aos mais diferentes públicos, incluindo pessoas com necessidades especiais de deslocamento e cognição e espaços educativos para além do mercado.

Entre os títulos selecionados na mostra, o destaque é para as produções históricas, com um recorte que enfoca a temática desta edição: "O Negro em Movimento". O mote estará representando na abertura do evento, com a exibição do longa A Rainha Diaba (Antônio Carlos da Fontoura, 1974). Também fazem parte da programação o curta-metragem Alma no Olho (Zózimo Bulbul, 1973) e os longas Também Somos Irmãos (José Carlos Burle, 1949),Ganga Zumba (Cacá Diegues, 1964), A Negação do Brasil (Joel Zito Araújo, 2000), ÔrÉ (Raquel Gerber, 1989) e Branco Sai, Preto Fica (Adirley Queirós, 2014).

A abertura da 10ª CineOP acontece no dia 18 de junho, às 20h30, no Cine Vila-Rica, com a exibição de A Rainha Diaba (1974), de Antônio Carlos da Fontoura. Na ocasião, também serão prestadas homenagens nos três diferentes eixos trabalhados pelo evento: ao ator Milton Gonçalves, na temática Histórica, à conservadora audiovisual Fernanda Coelho, na temática Preservação, e ao Cineduc – Cinema e Educação, entidade sem fins lucrativos fundada no Rio de Janeiro, em 1970, na temática Educação.

Uma das novidades desta edição é a Mostra Educação que reúne 41 curtas produzidos pelos alunos no contexto escolar que será exibida em duas sessões durante a 10ª CineOP.

A entrada é franca e todas as informações sobre a mostra, incluindo a programação completa, estão no site oficial do evento www.cineop.com.br e no telefone (31) 3282-2366.

10ª CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto
Quando: De 17 a 22 de junho
Onde: Cine Vila Rica, Centro de Artes e Convenções, Praça Tiradentes
Quanto: Grátis

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Publicado em 01/06/2015 às 03h04

Um outro lado de Dorival Caymmi

unnamed Um outro lado de Dorival Caymmi

Marina por Dorival Caymmi - Divulgação

Do R7

A faceta de ilustrador de Dorival Caymmi pode ser conhecida pelo público na mostra Aos Olhos de Caymmi – Exposição de Canções Ilustradas, em cartaz até o dia 14 de junho, no Salão de Atos do Memorial da América Latina, em São Paulo.

Dorival conseguiu traduzir em suas composições cenários tipicamente baianos: o coqueiral de Itapuã, a areia branca do Abaeté, as festas populares, uma puxada da rede ou um acarajé com vatapá.

Na mostra, que teve início em Salvador, na Bahia (como não podia deixar de ser!), ainda será levada ao Rio de Janeiro, com dez ilustrações feitas a partir de canções de sua autoria, além de fotos do arquivo da família, áudios, e vídeos que fazem um resgate histórico.

A curadora Rose Lima falou um pouco sobre os objetivos da mostra.

— Buscamos conectar o universo de inspiração de cada ilustração reunindo música, partitura, contexto, fonograma, intérpretes, admiradores e algumas curiosidades. Assim apresentamos o pintor Dorival Caymmi, cujos olhos de artista traduziu palavras e sons em imagens.

Exposição Aos Olhos de Caymmi
Quando: terça a domingo, das 9h às 18h. Até 14/6/2015
Onde: Salão de Atos do Memorial da América Latna (av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda, São Paulo)
Quanto: Grátis

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Publicado em 31/05/2015 às 03h04

Encontro promove troca entre mulheres negras da dança e o público

Espetáculo Dikanga Calunga Créd. Mônica Cardim Encontro promove troca entre mulheres negras da dança e o público

Espetáculo Dikanga Calunga - Foto: Mônica Cardim/Divulgação

Do R7

O I Encontro de Mulheres Negras na Dança acontece em São Paulo e em Taboão da Serra, de 4 a 7 de junho, com o objetivo de proporcionar a experiência estética, o contato e a troca entre artistas negras da dança e o público.

Serão três espetáculos, uma roda de conversa e duas oficinas de dança realizados pelas artistas e companhias convidadas. As atividades acontecerão no Espaço Clariô, em Taboão, e no Espaço Cita, no bairro do Campo Limpo, em São Paulo.

As atividades e espetáculos do evento revelam diversas perspectivas sobre o fazer artístico, com materiais, estéticas e temáticas muito diversas. É a partir da perspectiva artística que a Nave Gris Cia. Cênica, que está promovendo o encontro, busca abordar e propor o diálogo sobre as questões étnico-raciais e de gênero presentes nas obras, fazeres e/ou trajetória profissional dessas artistas.

Na abertura do encontro será realizada uma roda de conversa com artistas negras da dança de diferentes gerações: a coreógrafa, coordenadora do Grupo Lapett e professora da ECA-USP Sayonara Pereira, a diretora da E² Cia. Teatro e Dança Eliana de Santana, que iniciou sua carreira no teatro com diretores como Antunes Filho, Antônio Abujamra e Gerald Thomas,  e a diretora da Cia. Sansacroma, dançarina, atriz, coreógrafa e gestora cultural Gal Martins e com mediação da bailarina, mestranda em artes cênicas pela Unesp, Kanzelumuka. A roda de conversa será no Espaço Clariô, em Taboão da Serra e as discussões abertas ao público em geral.

Baseado na obra Afro Margin, do pintor britânico Chris Ofili, o espetáculo homônimo trabalha a verticalidade do corpo em suspensão e a poética do duplo sentido de margem. A produção é da E² Cia. de Teatro e Dança. Já na peça coreografada do Grupo Lapett Unterweg(s) (estar a caminho, em alemão), o elenco se coloca a caminho em diferentes fases de sua vida. Concebido pela Nave Gris Cia. Cênica, o espetáculo Dikanga Calunga (mar distante, em quimbundo0 remete ao fluxo entre ancestralidade, tradição e contemporaneidade no corpo. Sob a perspectiva do feminino tem a água como elemento transformador, que conecta o humano ao que lhe é ancestral e sagrado.

Já as oficinas terão três horas de duração cada. A primeira delas é a Oficina A Dança da Indignação, conceito criado por Gal Martins, com a Cia. Sansacroma. O termo é inspirado na obra do pedagogo Paulo Freire. Usa uma linguagem estética que possa reverberar as indignações sociais e pessoais numa abordagem política trazendo elementos entre vida e arte, arte e vida.

A segunda é a Oficina Dança Negra Contemporânea: procedimentos criativos, com a Nave Gris Cia. Cênica. A oficina pretende ser um espaço para o estudo e desenvolvimento de uma dança autoral que parte das corporeidades da tradição afro-brasileira de origem banto.

I Encontro Mulheres Negras na Dança
Quando: 4 a 7 de junho, quinta a domingo.
Onde: Espaço Clariô (r. Santa Luzia, 96, Vila Santa Luzia, Taboão da Serra. Informações: 0/xx/11 4701-8401) e Espaço Cita, somente sábado e domingo (r. Aroldo de Azevedo, 20, Jardim Bom Refúgio, São Paulo. Informações 0/xx/11 5844-4116)
Quanto: Grátis
Inscrições: navegriscriacenica@gmail.com. Até o dia 1º de junho.

Espetáculo Dikanga Calunga Créd. Mônica Cardim 5 Encontro promove troca entre mulheres negras da dança e o público

Espetáculo Dikanga Calunga - Foto: Mônica Cardim/Divulgação

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Publicado em 30/05/2015 às 03h04

Grupo faz show inspirado no universo de Guimarães Rosa

Canto Livro DSC0987 crédito Patricia Ribeiro Grupo faz show inspirado no universo de Guimarães Rosa

Canto Livro se apresenta no MAM - Foto: Patricia Ribeiro/Divulgação

Do R7

Idealizado por Joana Garfunkel e seu pai, Jean Garfunkel, o Canto Livro pretende aproximar a literatura da música para encurtar a distância entre o livro e o público entremeando texto e música num contraponto dinâmico e divertido.

Neste sábado (30), às 16h30, o grupo se apresenta no Museu de Arte Moderna, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. O show O Som dos Meninos Quietos percorre o universo do escritor Guimarães Rosa.

O menino quieto sempre observando a natureza, criando seus próprios brinquedos, brincando de imaginar é o protagonista desse show, que faz uma viagem pela infância sertaneja baseada na obra Roseana por meio da oralidade e da canção, traços essenciais de nossa identidade cultural.

Com pesquisa e roteiro de Selma Maria e arranjos de Natan Marques, o show é formado por um conjunto de canções inspiradas no folclore brasileiro, na infância sertaneja e no respeito ao meio ambiente.

No repertório, músicas compostas por Jean e Paulo Garfunkel como Meninos Quietos, Os Encantados, Tio Barnabé, Caminho de Rio, Estrelas da Floresta, O Filhote do Filhote, além de clássicos do cancioneiro infantil, entre eles, Se Esta Rua Fosse Minha, Terezinha de Jesus, Sambalelê e Ciranda Cirandinha, todas de domínio público.

Show Canto Livro – O Som dos Meninos Quietos
Quando: Neste sábado (30), às 16h30.
Onde: MAM (Museu de Arte Moderna) (Parque Ibirapuera, portão 3, Pinheiros, São Paulo. Informações: 0/xx/11 5085-1300)
Quanto: Grátis

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Publicado em 29/05/2015 às 03h04

Prêmios Platino procuram se afirmar como referência do cinema ibero-americano

platino Prêmios Platino procuram se afirmar como referência do cinema ibero americano

Eugenio Derbez e Alessandra Rosaldo já comandaram a premiação

Da EFE

Os Prêmios Platino deram um "enorme passo" da primeira edição, no Panamá, para a segunda, que será realizada em julho na Espanha, explicou à Agência Efe um de seus diretores, o jornalista colombiano Juan Carlos Arciniegas, para quem a premiação preenche um vazio existente no setor.

Apresentador e produtor do programa Showbiz, da rede CNN en Español, Arciniegas disse que a próxima cerimônia incluirá "uma surpresa interessante" e voltará a contar com o ator mexicano Eugenio Derbez, mas não revelou o que o protagonista de Não Aceitamos Devoluções fará.

No ano passado, a cerimônia teve a presença da atriz Sonia Braga, que ganhou o Prêmio de Honra, em reconhecimento à carreira.

Derbez teve um papel importante na primeira premiação, onde apresentou a festa com um toque de humor, enquanto sua esposa, a atriz Alessandra Rosaldo, e Juan Carlos Arciniegas marcaram o ritmo da entrega dos prêmios.

O jornalista disse se sentir bem em trabalhar com Alessandra, já que ela o ajudou a superar a impressão inicial que a dimensão do evento lhe causou.

— Me abalou um pouco a situação. Pensei que não seria capaz. Estou acostumado a ficar em um estúdio com um cinegrafista. Fiquei nervoso nos ensaios, mas chegou o dia e foi fantástico. Neste ano, já sei que vou ficar nervoso de novo — reconheceu Arciniegas, que repete a dobradinha com Alessandra à frente da cerimônia.

O jornalista revelou que os detalhes do evento, que acontecerá em 18 de julho em Marbella, na Espanha, durante o Festival de Cultura e Tendências Starlite, começarão a ser vistos a partir de hoje em Los Angeles.

Em sua opinião, a chave para realizar uma cerimônia atrativa é a agilidade, para que não dure mais do que 90 minutos e não tenha discursos institucionais muito longos. Além disso, imagem, música e movimento são fundamentais. Sua lista ideal de apresentações inclui Jorge Drexler e Natalia Lafourcade, por exemplo.

Arciniegas, que tem longa experiência cobrindo e participando de prêmios e festivais, se sente mais próximo do estilo descontraído do Globo de Ouro do que da sobriedade do Oscar, e afirmou que na reunião do comitê de organização sugerirá que seja servido "muita bebida alcoólica ao público".

— As pessoas entram muito mais tranquilas. Vão se sentir melhor e com menos tensão.

Os Prêmios Platino são uma iniciativa dos produtores da Entidade Espanhola de Gestão de Direitos Audiovisuais (Egeda) em parceria com a Federação Ibero-Americana de Produtores (Fipca) e engloba à indústria audiovisual de 23 países. Pela primeira vez, a premiação será transmitida pela rede TNT na América Latina e poderá ser vistos em mais de 50 países. "Em um ano, a premiação cresceu muito", comemorou Arciniegas, que acredita que embora, "muitas pessoas possam ainda não saber exatamente do que se trata", em cinco anos o prêmio pode se tornar uma referência do cinema ibero-americano.

— É algo com que sonhava há muito tempo, uma premiação desta envergadura. Era justo e necessário que as produções ibero-americanas recebessem um reconhecimento à altura, que, além disso, é uma plataforma de exibição e divulgação desses filmes.

Para Arciniegas, os latinos devem sentir orgulho do cinema de seus países, e ele vê na premiação uma ponte que aproxima obras e artistas da região entre si e do público.

— As pessoas na Argentina e na República Dominicana, por exemplo, identificam perfeitamente Mel Gibson, mas talvez não a chilena Paulina García. Estes prêmios servem também para criar um 'star system.

Paulina recebeu o prêmio de melhor atriz em 2014 pelo filme Gloria, grande vencedor da noite.

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Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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