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Crônica do Cosme: ECONOMISTAS

Por Luis Cosme Pinto*

Os jornalistas que gosto de ler, os amigos que entendem de música, e outras pessoas que só conheço de nome começaram a comentar. 

Aí o que prometia ser programa para poucos, virou notícia. Mesmo quem não tem muita intimidade com o assunto, passou a alardear por botecos, programas na TV a cabo e rádios, vem aí “o” show.  Virou modismo elogiar, anunciar, mesmo sem saber se se tratava ou não de propaganda enganosa.

Não era. Elton Medeiros sempre foi titular do primeiro time. Parceiro e amigo – esta palavra tem muita importância para ele e falo sobre isso daqui a pouco - de Cartola, Nelson Cavaquinho, Ismael Silva, Zé Ketti, Paulinho da Viola...

Elton Medeiros nunca precisou de grandes sucessos, Discos de Ouro ou Platina, para mostrar a qualidade de sua obra.

Nunca fez marketing, nunca foi ao Faustão, dá poucas entrevistas, sabe compor e cantar. Faz samba de primeira, o Elton.

É magnífico também com a caixa de fósforos que nas mãos dele vira instrumento de percussão. Afinadíssimo!

E mais: só trabalha com amigos. Pode conhecer o sambista, mas só depois de encontrar identificação de ideias e opiniõe conversar muito, conhecer a família e, de novo, os amigos, aceita a parceria. Elton não tem pressa.

Compõe brincando, ele gosta de contar. Com Paulinho já fez sambas até no banheiro.

O show comemorava os 75 anos de vida dele. O endereço: uma casa de shows na Lapa carioca, claro.

Eu, estava em São Paulo, viajei até o Rio e do aeroporto fui direto para a bilheteria.

Não havia mais ingressos, me informou o segurança. Mas, me deu alguma esperança: 

- Chegue cedo, entre na fila que sempre tem convidado que não aparece. É uma gente rica e mal educada, onde já se viu perder uma oportunidade dessas, ele concluiu. 

Como ainda faltavam 12 horas fui até o Leblon visitar meu irmão Roberto.

Mal sabia eu que outro show estava para começar.

Era início de tarde e Roberto me convidou para um passeio no calçadão.

Meu irmão, economista de formação, não gosta de samba, mas quando vê que eu me interesso, se interessa também.

Contei para ele, em detalhes, é assim que ele gosta das histórias, todos os rumores que rondavam o show, como a apresentação única do sambista,  antes mesmo de começar já era histórica.

Expliquei quem era Elton Medeiros, a importância dos parceiros, cantarolei algumas músicas e ele, quieto, no máximo sorria.

Depois que falei bastante, ele disse com toda naturalidade: 

- Ah, o seu Elton, esse eu conheço bem!

Que surpresa, nunca imaginei que meu irmão – nossa até ele - tivesse passado a conhecer o Elton.

E então, perguntei:

- O que me diz das músicas?

- Nunca ouvi, ele respondeu mantendo o mesmo sorriso.

Como assim, quis saber, já ansioso.

- Seu Elton é velho amigo.

Aí foi demais, em vez de ansioso fiquei irritado.

- Como você conhece um ídolo meu e nunca me conta, nunca dá uma pista. Ou você está brincando?

Silêncio, sorriso, ar de superioridade.

- Fala!

- Calma, ele diz se divertindo, seu Elton estudou comigo.

Senti-me traído, mas não podia correr o risco de perder a revelação e engoli calado.

Roberto contou com calma. 

- Seu Elton entrou na nossa turma do curso de Economia, nos anos setenta, sentava lá atrás, era bem mais velho.

Ele falava pouco, estudava muito, era um dos primeiros da classe.

Numa época em que era obrigatório na turma comprar os discos de Led Zepellin, Pink Floyd e Uriah Heep, fomos descobrindo que havia um sambista no grupo. 

Totalmente surpreso e desconcertado, perguntei:

- Roberto, por que você nunca me contou?

- Ora, ora, você nunca me perguntou.

Aí piorou de vez, uma provocação daquelas que os só irmãos sabem fazer.

Como poderia eu adivinhar?

Minha vontade era rebater: como se eu não sabia, como se você nunca me deu uma pista, é como se eu perguntasse agora: é verdade que você é vizinho do Paulinho da Viola, frequenta a mesma livraria que a Fernanda Montenegro, costuma pegar carona com  Gisele Bündchen?

Mas Roberto me acalmou contando mais. Falou do jeito discreto do seu Elton, de como foram divertidas as poucas vezes que saíram juntos, de como o sambista entendia de juros compostos e fluxo de caixa. 

Até no futebol seu Elton comparecia, mas aí apenas como torcedor.

Fiquei encantado e ao mesmo tempo estupefato por nunca ter lido uma linha sobre isso.

Na hora pensei: acabo de ganhar um trunfo. Na verdade, uma informação preciosa, daquelas que gostamos de exibir numa roda de amigos, eu, pelo menos, adoro. Um furo, diria um jornalista.

Despedi-me e voltei à Lapa. Logo pude comprar um ingresso desprezado por um vip qualquer, como bem disse o segurança.

Faltava meia hora e vi chegarem os bambas do samba e do jornalismo. Foi bonito assistir a chegada de Ruy Castro, Ivan Lessa, Lucia Guimarães, João Máximo, os Sergios, Augusto e Cabral(estudioso de MPB e pai do governador Sergio Cabaral) e sambistas como Valter Alfaiate, Casquinha e Carlinhos Vergueiro.

O show foi mesmo inesquecível. Elton interpretou músicas inéditas, harmonias belíssimas e, ao mesmo tempo tão simples, gostosas de cantar.

Simples também os nomes dos sambas. Vestido Tubinho, Partiu, Dívidas, Mundo, um melhor que o outro.

A casa lotada, todos em silêncio, maravilhados.

O nome do show foi Bem que Mereci, Elton explicou que era uma homenagem aos 75 anos de vida, aos amigos e aos amores que ele bem mereceu.

Estava feliz e elegante num paletó azul marinho, calça branca com vinco e sapato de verniz. 

O show acabou e eu apenas atravessei a rua. Na outra calçada, me esperava o bar Nova Capela.

Estava sozinho e sentei na única mesa disponível, oito lugares. É comum nas noites cariocas, em especial na Lapa e em bares do subúrbio, as pessoas dividirem a mesa. Ocupei a cadeira da ponta e alguns minutos depois chegaram  vários músicos, todos estavam no show e vieram para a saideira. Perguntaram se podiam sentar e foram se acomodando. Para minha sorte Valter Alfaiate sentou ao meu lado, em frente, um pianista de casas noturnas especializado em Cartola, junto dele um parceiro de Valter e um ritmista da Mangueira. Eles esperavam a chegada de outros amigos.

Tomaram caldo verde, beberam cerveja, elogiaram a voz e a boa forma de Elton. Ouvi, quieto, algumas revelações do grupo e quando passava das três da manhã,  disparei com intimidade e displicência. 

- Nem parece economista, o Elton, não é?

Alfaiate quase se engasgou com um naco de paio.

- Como é que é? Perguntou surpreso.

Mantive a pose.

-Você não sabia?

Silêncio, olhares se cruzando.

Peguei um copo de cerveja, saboreei e recoloquei na mesa com a calma dos sábios.

Segui em frente valorizando cada informação, cada detalhe;

- É, fez economia na Cândido Mendes, aqui perto, no centro.

Bom aluno e acreditem: um craque em juros compostos, um ás em fluxo de caixa.

Não gostava muito de História, mas no geral era ótimo, menti com a maior cara de pau.

Pigarreei, sorvi mais um gole:

- Excelente o Elton, aluno mais velho da turma, acalmava a garotada, vez por outra saía com os colegas pelos botecos. Até o futebol ele frequentava.

Quem estava na outra ponta da mesa se levantou para ouvir de perto, Alfaiate insistia.

- Rapaz, nunca ouvi falar disso. Conta mais, chegava cedo o boêmio?

- Pontualíssimo.

Foi assim que tive meus quarenta e cinco minutos de glória, estiquei o quanto pude, falei do preço da mensalidade, do rigor dos professores, das boas notas do mestre.

Quando eles quiseram saber como eu tinha conhecimento dessa história incrível, fui enigmático.

- Nas rodas de samba sabe-se de tudo, meus amigos

Despedi-me e enquanto ia em direção à porta ouvi orgulhoso, já pensando em contar tudo ao meu irmão.

- Rapaz, o cara sabe tudo, hein?

Naquela noite voltei cantando os sucessos do sambista e louco para contar a história ao meu economista preferido.

Elton Medeiros e Cartola = O sol nascerá por perolasblogs no Videolog.tv.

Paulinho da Viola e Elton Medeiros = Recomeçar por perolasblogs no Videolog.tv.

*Luis Cosme Pinto é jornalista e editor executivo do Domingo Espetacular.

Publicado em 28/09/2012 às 06h00

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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