Camélia, espetáculo da Márcia Milhazes Cia de Dança, acontece neste fim de semana. A obra tem cenografia da artista plástica Beatriz Milhazes, e iluminação da mãe delas, Glauce. Cinco lustres cromáticos tridimensionais têm uma complexa função cênica. Uma dança do olhar, sem acomodações, por meio de múltiplos detalhes de formas geométricas articuladas e sobrepostas. O denso campo cromático cria um itinerário de sensações vertiginosas, promovendo um encontro de imagens em movimento. Debruçados sobre a cena dourada, artistas da dança desenham com os seus corpos, gestos divididos em três interlúdios como sonetos sussurrados entre si. A cena se revela numa rigorosa estrutura, em que películas de movimentos vão formando uma grande colagem apresentada em solos, duetos, trios e, assim, preenchendo um campo invisível da alma. A dança íntima converte bailarinos, cenário, música e arquitetura que os cercam numa massa amorosa, movida pelo desejo de caminhar dentro do outro. Camélia Quando: sábado (25), às 21h; domingo (26) às 18h. Duração: 60 min. Faixa etária livre. Onde: Teatro Anchieta, r. Doutor Vila Nova, 245, Vila Buarque, centro, SP; tel.: 00xx11-3234 3000. 280 lugares. Quanto: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (usuário matriculado no Sesc e dependentes, pessoas com mais de 60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes).
Rios é um projeto do artista plástico Artur Lescher que nasceu em conversa com o escritor argentino Carlos Gamerro, o poeta espanhol Adolfo Montejo Navas, a editora Alexandra Garcia Waldman  (Leia mais(mais...)
O fotógrafo paulista de nascença, mas carioca por opção, Almir Reis, acaba de criar uma série de caixas de acrílico no tamanho 20x30 com as paisagens do Rio (Leia mais) (mais...)
O artista plástico italiano Antonio Natale usa o dinheiro de várias maneiras para criar arte. Usa cédulas fora de circulação como fonte de expressão singular, transformando-as em narrativas pop, (Leia mais) (mais...)
O Diário de Frida Kahlo - Um Autorretrato Íntimo é a reprodução fiel do diário escrito nos dez últimos anos em que viveu a artista mexicana. (mais...)
A artista plástica Adriana Barreto lança nesta quarta-feira (7) o livro Agora Sim, no qual exibe seu múltiplo talento apresentado em telas, esculturas, vídeos (Leia mais) (mais...)
“Um muro sempre foi o melhor lugar para divulgar seu trabalho. As pessoas que mandam nas cidades não entendem o grafite porque acham que nada tem o direito de existir se não gerar lucro, o que torna a opinião delas desprezível. Essas pessoas dizem que o grafite assusta o público e é um símbolo do declínio da sociedade. O perigo, porém, só existe na cabeça de três tipos de indivíduos: políticos, publicitários e grafiteiros.” (Banksy) Ninguém sabe quem é Banksy, o artista do estêncil e do spray que tem deixado a marca de sua irreverência em paredes de cidades do mundo inteiro. Sabe-se apenas que teria nascido em Bristol, no sul da Inglaterra, onde iniciou suas atividades. A obra de Banksy é inconfundível: ratos de guarda-chuva, macacos ameaçando dominar o mundo, inusitados sinais de trânsito e comentários mordazes sobre a sociedade contemporânea, o consumismo, as guerras e o conformismo. Sua arte em grafite ganhou fãs em toda parte, é amplamente reproduzida pela internet e já foi vendida por mais de 50 mil libras (R$ 163,2 mil, aproximadamente) em leilões. Guerra e Spray reúne o melhor de seus trabalhos e expõe alguns de seus pensamentos nas palavras do próprio Banksy. Além das obras criadas para as ruas, o livro inclui também intervenções que o artista fez em locais privados, como museus de Nova York e o zoológico de Barcelona (Espanha). Excelente para ter em casa. Sensacional para dar de presente. (Indicado por Ligia Braslauskas, gerente de jornalismo do R7, @ligiakas) Guerra e Spray 240 páginas R$ 49,90 Editora Intrínseca  
O curador Eder Chiodetto, a convite da Shiseido Gallery, em Tóquio, e com apoio da Embaixada Brasileira no Japão, comanda a mostra Mythologies: Brazilian Contemporary Photography (Leia mais) (mais...)
Até o dia 3 de novembro, o escritório de arte James Lisboa, em São Paulo, apresenta a exposição da artista plástica Marisya Portinari, que leva o nome Ana Luz. (mais...)
O menino Candinho era um garoto observador e, quando cresceu, contou com pincéis e cores muito do que viu na infância: plantações de café, trem de ferro e estripulias das crianças. (mais...)
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