Publicado em 11/05/2015 às 03h04

Milionário chinês adquire obra de Picasso por US$ 29,9 milhões

picasso femme chignon Milionário chinês adquire obra de Picasso por US$ 29,9 milhões

Da EFE

O empresário Wang Zhongjun, um dos homens mais ricos da China e presidente do estúdio cinematográfico Huayi Brothers, adquiriu uma obra de Picasso por US$ 29,9 milhões, informou na última sexta-feira (8) o jornal oficial Diário do Povo.

Wang comprou o quadro "Femme au chignon dans un fauteuil" (1948), um retrato de Françoise Gilot, a amante do célebre pintor espanhol, leiloado na terça-feira (5) em Nova York pela Sotheby's, junto a outras obras-primas da arte em um pregão dedicado ao Impressionismo e à Arte Moderna.

O retrato pertencia à coleção da família Goldwyn, adquirida em 1956 pelo lendário produtor de Hollywood Samuel Goldwyn.

"Fiquei apaixonado pelo quadro e por sua história. A família Goldwyn é lendária em nossa indústria e neste quadro não só vejo o gênio Pablo Picasso, mas também a visão criativa de Samuel", afirmou o empresário chinês ao jornal.

Apesar dos Goldwyn serem mais conhecidos por seu extraordinário legado à indústria hollywoodiana, Samuel Goldwyn e o filho eram apaixonados colecionadores que adquiriram importantes obras de arte ao longo de 50 anos.

"Foi um privilégio apresentar a grandes colecionadores como Wang Zhongjun a coleção de obras da família Goldwyn", explicou Simon Shaw, cofundador do departamento de Impressionismo e Arte da casa de leilões nova-iorquina, de acordo com o jornal oficial.

"Nos últimos anos aumentou o número de colecionadores asiáticos", explicou Patty Wong, presidente da Sotheby's na Ásia. Em novembro do ano passado, Wang comprou o quadro "Nature Morte Vase aux Marguerites et Coquelicots", do artista holandês Vicent Van Gogh, por US$ 62 milhões. Outro milionário chinês e atualmente o homem mais rico do país, Wang Jianlin, dono do Dalian Wanda Group, adquiriu recentemente uma importante obra de Picasso por US$ 22 milhões.

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Publicado em 03/03/2015 às 03h03

Artistas chineses irmãos sofrem com falta de liberdade

gao brothers Artistas chineses irmãos sofrem com falta de liberdade

Gao Brothers: liberdade para arte ainda está distante na China - Foto: Divulgação

Por PALOMA ALMOGUERA
Da EFE, em Pequim

Ser artista independente, com obras com componentes de denúncia e irreverência, não é tarefa fácil na China. Isso para artistas famosos ou anônimos. Por isso, muitos optaram por sair do sistema para que ninguém dite suas obras, embora isso complique suas vidas.

"Muitos não se atrevem a cooperar conosco por causas políticas", disse à Agência Efe Gao Qiang, o menor dos "Gao Brothers" (Irmãos Gao), em uma cafeteria que os conhecidos artistas frequentam no distrito 798 de Pequim, uma antiga zona industrial ao norte da capital que atualmente acolhe modernas galerias de arte.

A sua está muito perto dali, mas hoje só é utilizada como lugar de trabalho. O governo chinês a fechou ao público em 2007, embora ali ainda estejam armazenadas várias de suas obras. Entre elas, a chamativa "Execução de Cristo", na qual seis réplicas de bronze de Mao Tsé-Tung apontam para um Jesus Cristo em posição indefesa, ou vários indecorosos bustos do líder também conhecido como "Grande Timoneiro" com o colo feminino e as extremidades abertas em postura de parto.

Claramente controversa, sua última exposição em Pequim foi permitida em 2010. Desde então, vive de seu êxito no exterior, onde a rebeldia de suas criações chamou a atenção de atores de Hollywood ou altos executivos de Wall Street, segundo fontes próximas aos artistas. Apesar de o governo chinês ter devolvido o passaporte aos artistas em 2003 e terem a permissão de viajar, eles asseguram que isso não é nenhuma garantia.

"Do que temos certeza agora, não quer dizer que teremos depois. Qualquer ação pode nos causar um problema. Na China, a política é como o ar: está em todas as partes", declarou à Agência Efe o mais velho dos irmãos, Zhen Gao. Mas isso não tira a coragem de seguirem em frente, pelo contrário. "Muitas das nossas obras têm a ver com a realidade da sociedade chinesa e queremos ver essa mudança aqui", comentou o mais novo dos artistas, cuja obra asseguram estar marcada por eventos como a Revolução Cultural (1966-1976).

Cárcere e trabalho forçado

Com a missão de "limpar" as influências do capitalismo na China, o então secretário do Partido Comunista, Mao Tsé-tung, ordenou o encarceramento e o envio de milhões de pessoas a campos de trabalho.

Entre essas pessoas estava o pai dos Gao Brothers, que, segundo a versão do governo, acabou se suicidando na prisão. Reminiscências desse período são sentidas agora, meio século depois, sob o mandato de Xi Jinping. Por ordem do governo, artistas e profissionais dos meios de comunicação terão que passar períodos no campo para deixar para trás a "escravidão do mercado", como expressou o líder há poucos meses.

"Não tiramos nem um fen (um centésimo de iuane) do Partido Comunista e não vamos ao campo como eles querem. Estamos fora do sistema e isso não nos afeta", contou à Efe Yang Weidong, autor de um volume de entrevistas sobre temas delicados na China (chamado "Sinal"), como a democracia, em um café de Pequim. Embora menos influentes que as obras dos Gao, seus livros e obras de arte também estão censurados na China continental, e, após receber ameaças por parte das autoridades, assegura que se protege "tentando controlar" o que diz.

Mordaz, intercala um tema com outro, assegurando que "90% dos chineses não acreditam no Partido Comunista", e que ele quer "apresentar o estado real das coisas", distinguido-se dos artistas que "estão dentro do sistema". "É como uma grande atuação. Eles têm salários pagos pelo Partido. Eles sim irão aos campos", acrescentou.

No entanto, a linha entre os artistas oficiais e os supostos independentes é difusa na China. Em círculos do setor, há críticas de que alguns artistas, como os Irmãos Gao e Ai Weiwei, estão protegidos pela fama internacional, ou que o governo é mais permissivo porque contam com um padrinho do Partido.

Mas Yang, que apesar de afirmar ser primo do vice-presidente Liu Yuanchao, diz que não o conhece pessoalmente, conta que "pelo menos cinco policiais" o vigiam "sempre" e acredita que as coisas pioraram para eles, embora os "antissistema" tentem unir forças criando associações como a Aliança de Artistas Independentes da China.

Artistas presos

Os Gao têm a mesma opinião e lembram que dezenas de artistas independentes foram detidos por mostrar simpatia aos protestos pró-democráticos de Hong Kong do final do ano passado, e que alguns seguem detidos.

Tendo ou não uma posição vantajosa, tanto os Gao como Yang decidiram ficar na China e aproveitar sua influência ainda dentro do país, com as limitações que enfrentam e apesar do governo de Xi se mostrar mais repressivo com relação a intelectuais, ativistas e artistas, sem reparar em sua fama ou prestígio.

"Eu encontro a liberdade em minhas obras", concluiu Yang, minutos antes de sair na rua e se encontrar de novo com os cinco policiais que o "escoltam".

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Publicado em 08/02/2015 às 15h00

Quadro de Miró ultrapassa R$ 60 milhões

miro Quadro de Miró ultrapassa R$ 60 milhões

Quadro de Miró conseguiu ultrapassar os R$ 60 milhões em leilão - Foto: Divulgação

Da EFE

A obra Painting (Women, Moon, Birds), uma pintura a óleo de 1950 do pintor catalão Joan Miró, foi vendida na última quarta-feira (4) na casa Christie's de Londres em um leilão de arte surrealista por 15,5 milhões de libras (mais de R$ 60 milhões), muito acima do valor estimado.

A obra, avaliada inicialmente entre 4 e 7 milhões de libras (cerca de R$ 16 milhões e R$ 29 milhões) se transformou na peça estrela de um leilão no qual foram vendidas outras quatro obras do artista que nasceu 1893 e faleceu em 1983.

Painting superou L'oiseau au Plumage Déployé Vole Vers L'arbre Argenté, também de Miró, um óleo sobre lenço que alcançou 9,1 milhões de libras (mais de R$ 37 milhões). A tela, de 1953, emprega alguns dos elementos mais recorrentes do pintor espanhol na década de 50, como são os pássaros, as árvores, o Sol e a Lua.

O leilão foi descrito pelo diretor internacional e sub-chefe do setor de impressionismo e do departamento de arte moderna da casa, Olivier Camu, como "o melhor grupo de obras de Miró a chegar ao mercado em uma só venda".

Além dos trabalhos de Miró, a Christie's leiloou peças de René Magritte, Marc Chagall, Francis Picabia, Jean (Hans) Arp e Max Ernst.

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Publicado em 04/01/2015 às 03h08

Novos artistas mineiros fazem mostra gratuita

centro cultural ufmg Novos artistas mineiros fazem mostra gratuita

Centro Cultural UFMG sedia mostra de novos artistas - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os 23 artistas plásticos que se formaram agora na Escola de Belas Artes da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) se reuniram em uma mostra coletiva, com organização do professor de história da arte Rodrigo Vivas. O nome da exposição é Fragmentos e Trajetos.

As obras estão expostas ao público no Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, tel. 0/xx/31 3409-8290), na praça da Estação, centro de Belo Horizonte.

A mostra é diversa e traz trabalhos que retratam o homem e seu entorno também.

A visitação, gratuita, acontece de terça a sexta, das 10h às 22h, e sábado e domingo, 10h às 18h, até 1º de fevereiro de 2015.

eba ufmg1 Novos artistas mineiros fazem mostra gratuita

Cartaz da mostra dos formandos da Escola de Belas Artes da UFMG

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Publicado em 19/12/2014 às 03h07

Gigantes de Ron Mueck viram frenesi em SP

praia ron mueck Gigantes de Ron Mueck viram frenesi em SP

Escultura de casal de idosos na praia chama a atenção dos visitantes - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Depois de correr mundo, sempre com sucesso, exposição do australiano Ron Mueck anda causando frenesi na Pinacoteca do Estado (praça da Luz, 2, São Paulo, tel. 0/xx/11 3324-1000), que tem registrado filas enormes.

Por isso mesmo, a pedida é aproveitar esses dias de correria pré-Natal e Ano-Novo para conferir a mostra, já que muita gente estará mais preocupada com compras do que em visitar um museu.

Com nove de suas mais famosas obras reunidas, que reproduzem com perfeição seres humanos em um hiper-realismo desconcertante, a exposição vai até 22 de fevereiro de 2015.

A entrada custa R$ 6 (aos sábados é grátis, mas as filas são gigantes). O horário é terça, quarta e de sexta a domingo, das 10h às 17h30; na quinta, vai até 21h30. Já às segundas não abre. É uma mostra impactante e que vale a pena ser vista de pertinho.

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Publicado em 25/11/2014 às 11h09

Portugal analisa presença na Bienal de São Paulo

consulado portugal Portugal analisa presença na Bienal de São Paulo

Sede do Consulado de Portugal em SP: análise da parceria artística - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

As relações entre Brasil e Portugal sempre foram intensas, sobretudo no mundo das artes. O Consulado Geral de Portugal em São Paulo realiza, no próximo sábado (29), um bate-papo sobre a representação portuguesa na Bienal de Veneza e na Bienal de São Paulo, dois dos mais importantes eventos das artes plásticas no mundo.

As pesquisadoras de arte Lígia Afonso e Ughetta Molin Fopp participam do evento, previsto para começar às 18h na sede do consulado.

O encontro é um desdobramento da exposição Cartas de São Paulo, com curadoria de Ligia Afonso e Isabela Lenzi, em cartaz no local.

A mostra foca na correspondência sobre a cena artística paulistana publicada entre 1959 e 1996 na revista Colóquio Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, de Lisboa. O objetivo é, sobretudo, propor uma reflexão da presença portuguesa na Bienal de São Paulo.

A mostra traz arquivo de Wanda Swevo e da Biblioteca de Arte da Gulbenkian, além de uma obra da artista Mafalda Santos.

A exposição está em cartaz até 5 de dezembro na Sala Camões do Consulado Geral de Portugal em São Paulo (r. Canadá, 324, Jardim América, tel. 0/xx/11 3084-1800). A visitação é de segunda a sábado, das 12h às 17h. A entrada é gratuita.

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Publicado em 18/11/2014 às 03h05

Memorial ganha feira de arte independente

memorial Memorial ganha feira de arte independente

Artistas latino-americanos mostram suas obras no Memorial - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O Memorial da América Latina, ao lado do metrô Barra Funda, em São Paulo, vai se transformar em um grande mercado de artes no começo do mês de dezembro, com entrada gratuita e aberta ao público.

É a FilaAC (Feira Independente LAtino-Americana de Arte Contemporânea), que acontece nos dias 4 (9h às 22h), 5 (9h às 18h), 6 (9hàs 18h) e 7 (10h às 20h) de dezembro, na Galeria Marta Traba, no Memorial.

Cada obra será vendida ao preço máximo de R$ 5 mil. Além de brasileiros, participam artistas argentinos, uruguaios, paraguaios, colombianos, bolivianos, venezuelanos, chilenos, mexicanos e cubanos.

O evento tem parceria com a Desvenda - Feira de Arte Contemporânea de Porto Alegre.

Segundo a organização, trata-se de "um evento inédito no universo das tradicionais feiras de artes, porque também será um eclético ponto de encontro entre artistas e agentes culturais latino-americanos".

A curadora Ângela Barbour diz que o objetivo é "estimular a criação de um mercado específico para as obras de arte e, simultaneamente, oferecer aos participantes a oportunidade de difundir e financiar suas produções artísticas".

 

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Publicado em 13/10/2014 às 17h33

Eduardo Kobra faz mural com público de shopping

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Eduardo Kobra em frente a um de seus murais: cores na cidade cinza - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os murais que o artista plástico Eduardo Kobra cria não costumam passar despercebidos aos olhos dos paulistanos. Cheios de cores que ressaltam no cinza da cidade, eles costumam homenagear grandes ícones culturais com retratos estilizados.

O artista acaba de ser convocado para criar um painel comemorativo dos 15 anos do Shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo. Os homenageados dessa vez, em vez de ícones pop, são os frequentadores do espaço.

A obra estará exposta no local entre 22 e 31 de outubro e, depois, ficará na fachada do shopping, na avenida Higienópolis. Vai medir 6m x 3,5m.

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Mural de Eduardo Kobra em homenagem a Oscar Niemeyer, na região da avenida Paulista: retratos estilizados - Foto: Divulgação

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Publicado em 13/10/2014 às 03h08

Pontos de Vista e seus encontros inesperados

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Femme à L'oreiller, feita por Picasso, em 1969: influência no trabalho do finlandês Elija-Liisa Ahtila - Foto: Reprodução

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Todo mundo tem suas referências.

E quando elas são de qualidade, acabam por frutificar também em novos trabalhos de qualidade.

No mundo das artes plásticas, não é diferente.

Prova disso é o livro Pontos de Vista - Artistas e Seus Referenciais, que as Edições Sesc lançam com organização do historiador Simon Grant (R$ 65, 208 pág.).

A obra traz 78 textos de artistas contemporâneos que esquadrinham seus mestres.

Assim, o brasileiro Vik Muniz fala do pintor flamenco Peter Paul Rubens (1577-1640) ou a também brasileira Beatriz Milhazes expõe sua relação com a obra de Hans Memling (1430-1494).

Um livro de encontros inesperados.

pontos de vista Pontos de Vista e seus encontros inesperados

Pontos de Vista, pelas Edições Sesc - Foto: Divulgação

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Publicado em 18/12/2010 às 08h00

Artista expõe no tradicional bar Beto Batata

A partir deste sábado (18), quem for ao restaurante Beto Batata, dentro do shopping Barigui, em Curitiba (PR), poderá conferir algumas ilustrações do artista paulista Matheus Vigliar. 

(mais...)

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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