Publicado em 15/04/2015 às 15h40

Qual é o enigma de Greta Garbo?

greta garbo Qual é o enigma de Greta Garbo?

Greta Garbo foi um dos rostos mais bonitos do cinema no mundo - Foto: Divulgação

Por ANNA BUJ, da EFE, em Nova York

Há 25 anos morreu, protegida pelo anonimato que escolheu durante quase meio século, Greta Garbo, que continua a ser uma das mais enigmáticas e belas figuras de Hollywood.

Em 15 de abril de 1990 morreu em Nova York, aos 84 anos, Greta Lovisa Gustafsson, a "esfinge sueca" que se aposentou do mundo do cinema com apenas 36 anos, quando era a atriz mais bem paga de Hollywood, para fugir de uma vida pública que, segundo muitos, sempre a aborreceu.

"Ela tentou ser uma figura misteriosa", afirmou o responsável pelo departamento de cinema do Museu de Arte Moderna de Nova York (Moma), Charles Silver, sobre a personalidade evasiva, fechada e distante de uma mulher que ganhou a alcunha de "quem nunca sorri".

Rosto romântico

Através da produtora Metro-Goldwyn-Mayer (MGM), Garbo foi o icônico rosto de muitos dos filmes românticos mais memoráveis da década de 1930, como "Grande Hotel" (1932), "Rainha Christina" (1933), "O Véu Pintado" (1934), "Anna Karenina" (1935), "Camille" (1936) e "Ninotchka" (1939).

"Pessoalmente acredito que provavelmente é a melhor atriz de cinema que tivemos", opinou Silver, na linha de muitos dos estudiosos do mundo cinematográfico, que consideram que o melhor dos filmes de Garbo é a própria Garbo.

Como em "A Mulher Divina" (1928), o filme perdido que a batizou com o apelido que a perseguiria até o fim de seus dias, Garbo costumava encarnar o sofrimento ao interpretar uma mulher desencantada com a vida que se via em uma busca rumo a um inesperado e desatinado amor.

greta garbo 21 Qual é o enigma de Greta Garbo?

Greta Garbo resolveu abandonar carreira no auge - Foto: Divulgação

Oscar

Suas interpretações valeram três indicações ao Oscar - que nunca ganhou, como ocorreu também com Rita Hayworth, Marilyn Monroe e Marlene Dietrich, com quem há quem diga que teve um romance. Hollywood somente deu a ela o sabor amargo de uma estatueta em honra por sua carreira, em 1954, que a diva sem se preocupou em receber.

Após ter consolidado sua carreira no cinema mudo, a descoberta de sua voz grave em seu primeiro filme sonoro, "Anna Christie" (1930), e a frase de promoção do filme -"Garbo fala!"- a elevaram ao estrelato. "Se aposentou tão jovem que muitos filmes bons foram perdidos depois da guerra", lamentou o curador, que trabalha organizando exibições de cinema no prestigiado museu nova-iorquino desde 1970.

A combinação entre um tímido sucesso comercial de seus últimos trabalhos, o começo da Segunda Guerra Mundial e o fato de "ela nunca ter estado contente sendo uma estrela e nem tendo uma vida tão pública" foram os motivos que Silver atribuiu à precoce aposentadoria da atriz.

Solidão por opção

"Quero estar só" foi a única explicação que deu para seu confinamento em um apartamento de Nova York próximo ao East River, onde viveu durante décadas, passeando pelas ruas de Manhattan com grandes óculos de sol e seu cabelo comprido, até morrer em um hospital próximo.

Garbo, nascida em 18 de setembro de 1905, chegou ao cinema por acaso. Ela foi forçada a deixar os estudos depois da morte de seu pai quando tinha apenas 14 anos e foi procurar emprego em lojas de departamento que a utilizaram como rosto de suas campanhas de publicidade.

Sua beleza sem precedentes - alguém disse que um rosto como o seu só aparece uma vez em cada mil anos - a ajudou a participar de dois curtas e dois longas entre 1920 e 1922, e chegou a estudar por dois anos na Academia Real de Teatro Dramático de Estocolmo, mas apenas em 1924 deu o salto para Hollywood, após ser descoberta pelo famoso diretor finlandês Mauritz Stiller.

Stiller a fez deixar seu longo nome sueco para trás, rodar "A Lenda de Gösta Berling" (1924) e que entrasse pela porta da frente em Hollywood pela MGM.

"Minha vida foi uma travessia de esconderijos, portas traseiras, elevadores secretos, e todas as maneiras possíveis de passar despercebida para não ser incomodada por ninguém", afirmou em uma das poucas vezes que falou com os jornalistas, obsessivos em fotografar Garbo. "Também fizemos uma retrospectiva no Moma e ela não apareceu", lembrou Silver, que transpareceu saudade quando disse haver se dado conta "de que já se passaram tantos anos sem a divina".

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Publicado em 12/04/2015 às 03h03

Em Portugal, Lázaro Ramos defende novos gêneros no cinema brasileiro

O Vendedor de Passados1 Em Portugal, Lázaro Ramos defende novos gêneros no cinema brasileiro

Lázaro Ramos lançou O Vendedor de Passados em Lisboa - Foto: Divulgação

Da EFE, em Lisboa

O ator Lázaro Ramos, que apresentou em Lisboa o filme O Vendedor de Passados, defendeu a importância da formação de novos públicos" no Brasil, que não se limite a sucessos de gêneros como comédia, violência urbana ou biografias.

"No Brasil, os filmes que vendem são as comédias, filmes sobre violência urbana e, às vezes, biografias. Investir em outros gêneros é importante, se não ficamos com um mercado muito limitado e sem formar novos públicos", disse o ator, que apontou gêneros como o suspense.

Presente no lançamento do Festival de Cinema Itinerante de Língua Portuguesa (FESTin), Lázaro, de 36 anos, é o protagonista de O Vendedor de Passados, um longa-metragem de suspense adaptado da obra do angolano José Eduardo Agualusa.

Vicente, o personagem de Lázaro, é um profissional especializado em recriar o passado de seus clientes, substituindo-o por uma versão aperfeiçoada de suas memórias através da manipulação digital.

"Temos como referência pessoas que estão insatisfeitas com seu físico e se submetem a cirurgias plásticas, pessoas que mudam de sexo, pessoas que vivem uma vida falsa na internet", assinalou.

O filme, dirigido pelo carioca Lula Buarque de Hollanda, fez sua pré-estreia mundial no FESTin, que acontece em Lisboa até 14 de abril. Alinne Moraes, 32, interpreta a misteriosa Clara, uma cliente que quer manter o anonimato.

Da literatura ao cinema, o filme passou por um processo de adaptação à realidade brasileira, e foi ambientado no Rio de Janeiro. O predominante gênero de suspense se mistura com o romance e o drama que resulta, segundo Lázaro, em "um gênero híbrido", quase um laboratório de experimentação para novos formatos no cinema brasileiro.

Carreira no cinema

Com mais de duas décadas de carreira, o baiano Lázaro Ramos começou como ator aos 15 anos, no Grupo de Teatro Olodum, formado só por atores negros. No cinema, teve papéis em alguns dos melhores filmes do cinema brasileiro Madame Satã (2002), Carandiru (2003), O Homem que Copiava (2003), Cidade Baixa (2005) e Ó Paí, Ó (2007).

Casado há quase 11 anos com a atriz carioca Taís Araújo, o casal tem dois filhos, João Vicente, de 3 anos, e Maria Antônia, de três meses.

"Já vivemos todas as fases, opinando mutuamente sobre nossas carreiras, mas hoje estamos em uma fase que é ótima, só de elogios", contou, em tom relaxado.

O papel de Foguinho, na telenovela Cobras&Lagartos, promoveu Lázaro internacionalmente. "Depois da novela, me convidaram para ir a Angola e quando cheguei ao aeroporto, havia oito garotos com o bigode pintado de loiro", disse, lembrando da homenagem ao personagem.

Conquistada a simpatia do público da África e de Portugal, Lázaro se revelou um entusiasta do fortalecimento das culturas luso-parlantes através do cinema.

Este ano lançará o filme O Grande Kilapy, uma co-produção entre Brasil, Portugal e Angola, em que interpreta um trapaceiro angolano. O ator antecipou que embarcará na direção de uma ficção filmada no continente africano, prevista para 2016. "Através dessa ideia de integrar os países de língua portuguesa, queremos encontrar um novo mercado e uma maneira de dialogar", destacou.

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Publicado em 07/04/2015 às 03h03

Estrela de Pulp Fiction, Maria de Medeiros faz show em SP

maria de medeiros eduardo enomoto1 Estrela de Pulp Fiction, Maria de Medeiros faz show em SP

Maria de Medeiros faz show em São Paulo nesta terça-feira (7) no Bourbon Street - Foto: Eduardo Enomoto

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Uma das estrelas do filme Pulp Fiction, clássico de Quentin Tarantino de 1994, a estrela portuguesa Maria de Medeiros faz show em São Paulo nesta terça (5).

A apresentação começa às 21h, no Bourbon Street (r. dos Chanés, 127, Moema) com ingresso a R$ 90.

Ela vai cantar as músicas de seu terceiro disco, Pássaros Eternos.

Além de atuar e dirigir no cinema, Maria de Medeiros também é cantora. E das boas.

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Publicado em 28/03/2015 às 03h03

Russell Crowe vira diretor e afirma: “Não tenho problema em roubar ideias de todo mundo”

russell Russell Crowe vira diretor e afirma: Não tenho problema em roubar ideias de todo mundo

Russell Crowe afirmou que não liga de roubar ideia dos outros - Foto: Divulgação

Por MAGDALENA TSANIS, da EFE, em Madri

Com mais de 50 filmes na carreira, um Oscar por Gladiador (2000) e outras duas indicações, Russell Crowe afirma ter mais experiência em um set de filmagem que a maioria dos diretores, o que o ajudou em sua estreia atrás das câmaras com Promessas de Guerra.

"Não tenho problema em roubar ideias de todo o mundo", disse Crowe à Agência Efe durante sua visita a Madri para promover este drama épico ambientado no pós Primeira Guerra Mundial na Turquia, que estreia em 28 de maio no Brasil.

Mas sempre as passa por seu filtro. "Como ator estive muitas vezes na situação de resolver problemas em um set e a solução que busco com qualquer grande artista como Ridley Scott, Ron Howard ou Darren Aranofsky passa pela minha visão pessoal".

Foi com Ridley Scott que mais teve a oportunidade de aprender sobre o ofício atrás das câmeras. Crowe foi dirigido por ele em Gladiador, Gangster Americano, Robin Hood, Rede de Mentiras, e elogiou "dele aprendi quão atlética pode ser uma câmera e o manejo simultâneo de muitas câmaras", destacou.

De Peter Weir (Mestre dos Mares - O Lado Mais Distante do Mundo) tomou a ideia de pôr música para os atores para transmitir uma determinada energia. "Sou como um DJ em um clube: tento ajudar os atores a encontrarem o melhor de si mesmos", disse.

Na realidade, o ator neozelandês, embora australiano de adoção, já tinha feito dirigido os videoclips de sua própria banda, e três documentários, mas a decisão de dar o passo para a ficção foi tomada ao descobrir o roteiro de Andrew Knight e Andrew Anastasios.

"Li e tive uma reação muito visceral, que é o que sempre busco como ator, mas aqui havia ainda outra voz que nunca tinha ouvido nunca antes, que me dizia que deveria tomar a responsabilidade de contar esta história e que eu era o único que podia fazê-lo".

A história, também protagonizada por ele, de um granjeiro australiano que viaja para Istambul para descobrir que o que aconteceu com seus filhos, declarados desaparecidos em combate na sangrenta batalha de Galípoli (já levada ao cinema por Peter Weir em 1981).

Ali ele conhece Ayshe (Olga Kurylenko), proprietária do hotel em que se hospeda, que também perdeu a seu marido na guerra. O filme se movimenta entre a aventura épica e o drama romântico e, embora comova o espectador, em alguns momentos peca pelos clichês e pelo excesso de melodrama.

Ponto de vista turco

Os laços culturais e pessoais com a história, Crowe contou que seu pai tinha a mesma habilidade que o protagonista para detectar a presença de água sob o solo, foram também importantes em sua decisão. Assim como a possibilidade de contar a batalha de Dardanelos, que completa cem anos em abril, do ponto de vista turco.

"Três dias antes do início das filmagens comecei a me perguntar onde me tinha metido", admitiu, "mas vivi a minha vida toda com esse tipo de ansiedade antes de entrar em cena e sei o que significa; significa que se importa com o que está fazendo, e o dia que não senti-la será o momento de deixar os palcos".

Olga Kurylenko, lançada à fama como Bond Girl em 007: Quantum of Solace (2008), minimizou a fama de "difícil" que Crowe tem nos sets. "Este é seu primeira filme; estava muito emocionado, porque havia tempo desejava fazê-lo, a filmagem correu muito bem. Ele ajuda muito e como diretor procura torna-la o mas fácil possível", disse a atriz ucraniana. "Por ser também ator, falamos o mesmo idioma, e isso é para agradecer, é um dos melhores com quem trabalhei", acrescentou Kurylenko.

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Publicado em 23/03/2015 às 11h50

Paris comemora 120 anos do cinema

lumiere Paris comemora 120 anos do cinema

Primeiro filme mostrava a movimentação na saída de uma fábrica - Foto: Divulgação

Da EFE, em Paris

A França lembrou neste domingo (22) o nascimento do cinema, há exatamente 120 anos, com a projeção em Paris do primeira filme da história, um curta-metragem de 46 segundos rodado pelos irmãos Auguste e Louis Lumière em 1895 e conhecido atualmente como A Saída da Fábrica Lumière em Lyon.

O curta, que mostra um grupo de operários na porta de uma fábrica em que a família Lumière fabricava material fotográfico em Lyon, no leste da França, foi exibido em 22 de março de 1895 na Société d'Encouragement pour l'Industrie Nationale de Paris para um grupo de cientistas e empresários.

O filme foi projetado novamente na agora conhecida como Sala Lumière, no mesmo edifício que abrigou aquela sessão histórica, e com a presença do diretor Bertrand Tavernier, presidente do Instituto Lumière, que trabalha na restauração dos cerca de 200 filmes rodados pelos inovadores irmãos entre final do século XIX e início do século XX.

"O espírito Lumière é a inocência e a captura de uma sinceridade eterna", comentou o delegado geral do Festival de Cannes, Thierry Frémaux, durante uma projeção de homenagem realizada esta semana em Lyon. "Podemos perceber que os operários sabiam que estava sendo filmados porque olham furtivamente para a câmera", acrescentou Frémaux, organizador também do Festival Lumière, para o qual diretores como Quentin Tarantino, Pedro Almodóvar, Xavier Dolan, Michael Cimino, Jerry Schatzberg e Paolo Sorrentino rodaram filmaram versões do primeiro filme do cinema.

Os próprios irmãos ironicamente acreditavam que cinema tinha uma função essencialmente técnica-científica, e afirmaram na época: "o cinema é uma invenção sem nenhum futuro comercial". No entanto, o grande público não soube de A Saída da Fábrica Lumière em Lyon nem do que era o cinema até 28 de dezembro de 1895, quando os Lumière exibiram no Salon Indien du Grand Café de Paris esse e outros dez curtas-metragens, entre eles o célebre L'Arroseur Arrosé.

Divergências

Alguns historiadores consideram que o nascimento do cinema deve ser atribuído ao americano Thomas Edison, que alguns anos antes tinha gravado imagens em movimento que os espectadores podiam com uma espécie de óculos, um sistema conhecido como cinetoscópio , que tinha sido projetado por William Dickson.

Antes já haviam sido desenvolvidas outras formas mais rudimentares de protocine para contemplar imagens animadas, como o fenaquistiscopio, uma roda com imagens que giradas em frente ao espelho criava uma ilusão de movimento que evoluiria depois para a lanterna mágica do francês Jules Duboscq.

O prestigiado professor americano Noël Burch lidera o grupo de historiadores que sustenta que o nascimento da sétima arte, como conhecemos, surgiu com o O Nascimento de uma Nação, de 1915. Nesse filme, cujo polêmico argumento foi muito criticado por mostrar os defensores da supremacia branca do Ku Klux Klan como heróis, o diretor D.W. Griffith introduziu técnicas como a montagem paralela, movimentos de câmera, sequências e planos curtos ou panorâmicos que assentaram as bases da linguagem cinematográfica moderna.

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Publicado em 17/03/2015 às 11h13

Franceses dão curso grátis de documentário em SP

2 2 Franceses dão curso grátis de documentário em SP

Inscrições estão abertas para oficina gratuita de documentário no Sesc - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os cineastas (ou aspirantes a) que queiram aprender mais sobre o cinema documental têm uma chance e tanto nos próximos dias.

Estão abertas até 31 de março as inscrições para a oficina de projeto de documentário que será ministrada em São Paulo pelo grupo francês Ateliers Varan, em parceria com o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc.

O grupo foi fundado em 1981 por Jean Rouch em Paris e desde então é referência na área.

Segundo Adriana Komives, roteirista do grupo, eles não fazem "distinção entre documentário e a ficção, pois a fronteira é muito tênue". Ela diz o que gostam: "Preferimos falar de cinema, em oposição ao sistema da reportagem. Os filmes não são feitos sobre as pessoas, mas com as pessoas. Acreditamos que o cinema feito assim pode sensibilizar o mundo".

Os inscritos passarão por três etapas de seleção. Leia o edital e saiba como se inscrever. Os aprovados serão divulgados em 29 de junho. As aulas serão entre 10 de agosto e 30 de setembro. O curso é gratuito.

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Publicado em 17/03/2015 às 03h04

Filmes da Mostra Tiradentes são exibidos em SP

publico ve o segredo dos diamantes foto leo lara tiradentes 2015 Filmes da Mostra Tiradentes são exibidos em SP

Público assiste a filme na Mostra Tiradentes - Foto: Leo Lara/Universo Produção

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Começa nesta terça (17) a Mostra Tiradentes/SP. O objetivo é que o público paulistano tenha acesso aos filmes da nova safra brasileira. As obras foram exibidos na cidade histórica mineira na 18ª edição do festival, que teve público de 35 mil espectadores em janeiro deste ano e que contou com cobertura do R7 Cultura.

Até o próximo domingo (22), serão exibidos 12 longas e 17 curtas, somando 29 produções da cena independente. O evento ainda terá três debates e duas oficinas. E o melhor: toda a programação é gratuita e acontece no Sesc Consolação (r. Dr. Vila Nova, 245, Vila Buarque, São Paulo).

Cléber Eduardo, curador da Mostra Tiradentes diz que a pegada dos filmes exibidos é de propostas desafiantes e que focam em um público “existente e exigente”.

Para Raquel Hallak, diretora da Universo Produção, responsável pela Mostra Tiradentes, “a pluralidade de conteúdos audiovisuais” é uma marca do evento, que agora influencia também o público do maior centro urbano do País. “A exibição destes filmes em São Paulo amplia olhares e possibilidades de negócios para o audiovisual brasileiro”, pontua.

Além do vencedor da Mostra Aurora, o filme carioca Mais do Que Eu Possa me Reconhecer, de Allan Ribeiro, também serão exibidos O Animal Sonhado, do Ceará, Teobaldo Morto, Romeu Exilado, de Rodrigo de Oliveira, do Espírito Santo, e Ressurgentes: Um Filme de Ação Direta, de Dácia Ibiapina, do Distrito Federal.

Os torcedores do Atlético-MG na capital paulista ainda poderão ver O Dia do Galo, de Cris Azzi e Luiz Felipe Fernandes, que foi eleito pelo público tiradentino o melhor da última edição do festival. Saiba mais sobre a Mostra Tiradentes/SP.

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Publicado em 16/03/2015 às 03h02

Disney garante Frozen 2 e Guerra nas Estrelas 8

frozen Disney garante Frozen 2 e Guerra nas Estrelas 8

Turminha de Frozen: continuação do filme está garantida pela Disney - Foto: Divulgação

Da EFE, em Los Angeles (EUA)

Bob Iger, executivo-chefe da Disney, anunciou que Frozen: Uma Aventura Congelante, ganhador do Oscar de melhor filme de animação no ano passado, contará com uma segunda parte.

Ele ainda revelou que o Episódio VIII de Guerra nas Estrelas tem estreia marcada para maio de 2017.

Durante a reunião de acionistas da empresa, realizada em San Francisco (Califórnia), Iger revelou que Frozen, que arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão no mundo todo, voltará a contar com os diretores da primeira entrega, Jennifer Lee e Chris Buck.

"Jennifer e Chris deram uma ideia genial para a segunda parte", disse John Lasseter, responsável criativo do estúdio, sem dar mais detalhes.

guerra nas estrelas 2 Disney garante Frozen 2 e Guerra nas Estrelas 8

Guerra nas Estrelas na década de 1970: filme chega à oitava franquia - Foto: Divulgação

No encontro, Iger também anunciou que o Episódio VIII da saga galáctica Guerra nas Estrelas estreará em maio de 2017 e que o primeiro filme derivado da franquia se chamará Rogue One, com a atriz britânica Felicity Jones como protagonista.

Rian Johnson será o encarregado de dirigir e escrever o filme, sequência direta de Guerra nas Estrelas: O Despertar da Força, que chegará às salas em dezembro deste ano.

Guerra nas Estrelas: Episódio VIII estreará em 26 de maio de 2017, 40 anos e um dia depois do lançamento da primeira entrega, Guerra nas Estrelas: Uma Nova Esperança, de 1977.

Rogue One será dirigido por Gareth Edwards (Godzilla) e escrito por Chris Weitz (Cinderela, Um Grande Garoto).

A produção começará a ser filmada ainda neste semestre em Londres e estreará em dezembro de 2016.

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Publicado em 07/03/2015 às 03h03

Argentina não leva Oscar, mas vai a Miami

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Cena do filme argentino indicado ao Oscar Relatos Selvagens - Foto: Divulgação

Com EFE

A Argentina não levou o Oscar de melhor filme estrangeiro para Relatos Selvagens, mas o filme que conquistou críticos no mundo todo e também os brasileiros segue sua saga internacional em Miami.

Além dele, a pluralidade de estéticas e uma homenagem ao cinema independente cubano são o foco da 32ª edição do Festival Internacional de Cinema de Miami (MIFF), em EUA, que começou nesta sexta-feira (6). O evento está cada vez mais mais importante na cena cinematográfica norte-americana, graças à numerosa participação de atores, produtores e diretores.

A grande festa do cinema de Miami soube cultivar durante estes últimos anos um "estilo único", justificou o diretor do MIFF, Jaie Laplante, por reunir projeções e estreias mundiais, conversas, apresentação de estrelas e diversão.

A 32ª edição vai até 15 de março, com a expectativa de receber mais de 60 mil espectadores e o "triplo de profissionais da indústria do que em 2011", ressaltou Laplante.

A cerimônia inaugural desta noite no Olympia Theater do Gusman Center terá como prato principal a exibição do filme Relatos Selvagens, do cineasta argentino Damián Szifrón, indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

O cinema ibero-americano é um dos protagonistas dessa edição. Um dos eixos do festival é, sem dúvida, a homenagem ao "cineasta independente cubano", que começa no próximo domingo com a estreia nos Estados Unidos de A Obra do Século (2015), do cubano Carlos Quintela, uma co-produção cubana, argentina e alemã.

O segundo trabalho de Quintela narra as expectativas criadas nos anos 80 na população da "cidade nuclear", perto de Cienfuegos, com a construção da primeira usina nuclear no Caribe. Mas este mundo de possibilidades desmorona com o afundamento da União Soviética.

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Publicado em 04/03/2015 às 14h35

Balé Bolshoi pode ser visto na tela do cinema

O Queba Nozes UCI2 Balé Bolshoi pode ser visto na tela do cinema

O Quebra Nozes terá sessão em 18 salas da rede UCI - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os brasileiros vão poder ver um clássico da dança na telona do cinema.

O espetáculo O Quebra Nozes, da companhia russa Balé Bolshoi, será exibido pela rede UCI neste sábado (7) e domingo (8), às 15h30, com inteira a R$ 50.

Participam 18 salas em todo o País — em São Paulo, haverá sessão no UCI Anália Franco, no UCI Jardim Sul e no UCI Santana Parque Shopping.

E a maratona da dança no cinema não para por aí. A UCI ainda vai exibir O Lago dos Cisnes, nos dias 11 e 12 de abril, Romeu e Julieta, nos dias 2 e 3 de maio, e Ivan, o Terrível, nos dias 6 e 7 de junho. Todos os espetáculos com os excelentes bailarinos do Bolshoi.

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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