Publicado em 04/03/2015 às 14h35

Balé Bolshoi pode ser visto na tela do cinema

O Queba Nozes UCI2 Balé Bolshoi pode ser visto na tela do cinema

O Quebra Nozes terá sessão em 18 salas da rede UCI - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os brasileiros vão poder ver um clássico da dança na telona do cinema.

O espetáculo O Quebra Nozes, da companhia russa Balé Bolshoi, será exibido pela rede UCI neste sábado (7) e domingo (8), às 15h30, com inteira a R$ 50.

Participam 18 salas em todo o País — em São Paulo, haverá sessão no UCI Anália Franco, no UCI Jardim Sul e no UCI Santana Parque Shopping.

E a maratona da dança no cinema não para por aí. A UCI ainda vai exibir O Lago dos Cisnes, nos dias 11 e 12 de abril, Romeu e Julieta, nos dias 2 e 3 de maio, e Ivan, o Terrível, nos dias 6 e 7 de junho. Todos os espetáculos com os excelentes bailarinos do Bolshoi.

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Publicado em 27/02/2015 às 19h00

Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta-feira, dia 27/02/2015

miguel arcanjo agenda Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 27/02/2015

Lidiane Shayuri recebe o colunista Miguel Arcanjo Prado no Hora News - Foto: Divulgação

O colunista Miguel Arcanjo Prado conta para Lidiane Shayuri na Agenda Cultural da Record News as melhores dicas para seu fim de semana. Tem exposição sobre Mafalda em São Paulo, Márcia Castro com o projeto Pipoca Moderna em Salvador, a peça O Tribunal de Salomão e o Julgamento das Meias Verdades Inteiras, Orquestra Voadora, no Rio e Capital Inicial em Tubarão (SC). E ainda três dicas no cinema: o drama brasileiro Casa Grande, o francês Em Um Pátio de Paris, a ação com Will Smith e Rodrigo Santoro Golpe Duplo e a animação Tinker Bell e o Monstro da Terra do Nunca. E mais: o lançamento do novo livro de Heródoto Barbeiro. Com edição de Aline Rocha Soares. Veja o vídeo.

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Publicado em 25/02/2015 às 03h03

Conservadores dos EUA ficam irritados com Oscar

alejandro inarritu efe Conservadores dos EUA ficam irritados com Oscar

Alejandro Iñarritu discursa no Oscar: um latino-americano no topo do cinema mundial não agradou à direita norte-americana - Foto: EFE

Por FERNANDO MEXÍA
Da EFE, em Los Angeles

O sucesso do cineasta mexicano Alejandro González Iñárritu no Oscar não caiu bem nos setores mais conservadores dos Estados Unidos, abalados por uma cerimônia que consideraram muito liberal e na qual os direitos dos imigrantes ilegais foram protagonistas.

Iñárritu conquistou estatuetas de melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro, enquanto seu compatriota Emmanuel Lubezki recebeu o prêmio de melhor fotografia, em ambos os casos pelo filme Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância), que foi o grande vencedor da noite.

"Foi uma grande noite para o México, como sempre", disse nesta segunda-feira (23) em declarações ao canal Fox o magnata Donald Trump, que não escondeu frustração pelos reconhecimentos obtidos pela equipe de Iñárritu na noite de gala do cinema.

"Este cara não parava de subir, subir e subir (no palco) O que está fazendo? Está indo embora com todo o ouro. (O filme) é tão bom assim? Eu não ouvi isso", disse Trump indignado.

Conservadores nervosos

Os conservadores americanos torciam pelo sucesso absoluto de Sniper Americano, de Clint Eastwood, que ganhou apenas uma estatueta, a de melhor edição de som.

"O Oscar é uma triste piada, muito parecido ao nosso presidente. Muitas coisas estão erradas!", escreveu Trump no Twitter, enquanto nessa mesma rede social a personalidade da TV Sean Hannity qualificou de "previsível" o mau resultado de Sniper Americano em uma Hollywood "liberal".

Nessa mesma linha foram muitas as críticas aos apelos feitos nos discursos, como o da ganhadora do prêmio de melhor atriz coadjuvante, Patricia Arquette (Boyhood: Da Infância à Juventude) que reivindicou igualdade de direitos e de salários para as mulheres e foi extremamente aplaudida por uns, mas acusada de falar sem saber por outros.

Respeito aos latino-americanos

Já Iñárritu dedicou seu grande prêmio da noite aos mexicanos de ambos os lados da fronteira e pediu respeito e dignidade das autoridades para os que residem nos Estados Unidos.

O crítico cinematográfico Christian Toto qualificou de "insulto" o fracasso de Sniper Americano frente ao sucesso Birdman, e de "inapropriados" os pronunciamentos, que tiveram "pedidos de anistia fora de lugar", como a mensagem de Iñárritu.

Abaixo o preconceito

A opinião, no entanto, não foi compartilhada pela diretora do Conselho Nacional La Raza (NCLR), Clarissa Martínez-De-Castro. Para ela, o gesto do mexicano foi "extraordinário", tanto pela ocasião, ao vivo perante milhões de telespectadores em todo o planeta, quanto pelo conteúdo, já que lembra a origem dos Estados Unidos.

Para Alex Nogales, presidente da Coalizão Nacional Hispânica para os Meios de Comunicação (NLMC), Iñárritu e seus colegas diretores Alfonso Cuarón e Guillermo del Toro oferecem uma imagem muito positiva do latino, longe dos estereótipos, "especialmente nos Estados Unidos onde há tantos preconceitos contra o latino".

Nogales disse que acredita que as reações negativas às declarações de Iñárritu aumentem por parte dos conservadores porque muitos membros do Partido Republicano têm posições racistas e são contrários aos imigrantes latinos. "Muitos acham que estamos tomando os trabalhos deles", comentou.

Piada de mau gosto

O diretor de NHMC minimizou a importância do comentário do ator Sean Penn quando entregou o Oscar de melhor filme a Iñárritu. Penn perguntou "Quem foi que deu o Green Card para este filho da p...?", uma frase que soou como ofensa para muitos espectadores que reagiram nas redes sociais, embora não para o mexicano, que explicou que era uma espécie de piada interna, já que os dois são amigos. "É uma piada de mau gosto. Ele (Penn) não é racista, não é conservador, é um desbocado que não tem limites. Aqueles que têm outra agenda (política) vão usar esse comentário", explicou Noguales.

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Publicado em 23/02/2015 às 11h32

Rede de cinema barateia ingressos às segundas

birdman Rede de cinema barateia ingressos às segundas

O vencedor do Oscar Birdman pode ser visto na promoção na rede UCI - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A semana pode começar com uma sessão de cinema sem doer tanto no bolso. Para muitos, pode ser a deixa para ver os ganhadores do Oscar, como Birdman, o melhor filme da cerimônia de 2015.

Esta é a proposta da rede UCI, presente em várias capitais brasileiras. A ação Segunda-Mania começa nesta segunda (23), com descontos em 23 salas da rede no Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza, Salvador, Juiz de Fora, Ribeirão Preto, São Luís, Campo Grande e Curitiba.

Veja as salas participantes e os valores:

São Paulo

UCI Jardim Sul

UCI Anália Franco

UCI Santana Parque Shopping

2D: R$9.00(inteira) R$: 4.50 (meia)

3D: R$11.00(inteira) R$: 5.50(meia)


Rio de Janeiro

UCI New York City Center

UCI Kinoplex NorteShopping

UCI ParkShopping Campo Grande

2D: R$10.00(inteira) R$: 5.00 (meia)

3D: R$12.00(inteira) R$: 6.00 (meia)


Recife

UCI Kinoplex Plaza Casa Forte Shopping

UCI Kinoplex Shopping Tacaruna

UCI Kinoplex Recife Shopping

2D: R$10.00(inteira) R$: 5.00 (meia)

3D: R$12.00(inteira) R$: 6.00 (meia)

 

Fortaleza

UCI Kinoplex Iguatemi Fortaleza

2D: R$10.00(inteira) R$: 5.00 (meia)

3D: R$12.00(inteira) R$: 6.00 (meia)

UCI Shopping Parangaba

2D: R$10.00(inteira) R$: 5.00 (meia)

3D: R$12.00(inteira) R$: 6.00 (meia)

XPLUS 2D: R$11.00(inteira) R$: 5.50(meia)

XPLUS3D: R$13.00(inteira) R$: 6.50(meia)

 

Juiz de Fora

UCI Kinoplex Independência

2D: R$10.00(inteira) R$: 5.00 (meia)

3D: R$12.00(inteira) R$: 6.00 (meia)

 

Curitiba

UCI Estação

UCI Palladium

2D: R$9.00(inteira) R$: 4.50 (meia)

3D: R$11.00(inteira) R$: 5.50(meia)

 

Ribeirão Preto

UCI Ribeirão

2D: R$9.00(inteira) R$: 4.50 (meia)

3D: R$11.00(inteira) R$: 5.50(meia)

IMAX 2D: R$13.00(inteira) R$: 6.50(meia)

IMAX 3D: R$15.00(inteira) R$:7.50 (meia)

 

São Luís

UCI Kinoplex Shopping da Ilha

2D: R$9.00(inteira) R$: 4.50 (meia)

3D: R$11.00(inteira) R$: 5.50(meia)

XPLUS 2D: R$11.00(inteira) R$: 5.50(meia)

XPLUS 3D: R$13.00(inteira) R$: 6.50(meia)

 

Campo Grande

UCI Bosque dos Ipês

2D: R$8.00(inteira) R$:4.00(meia)

3D: R$10.00(inteira) R$: 5.00 (meia)

 

Salvador

UCI Orient Shopping Barra

UCI Orient Paralela

UCI Orient Iguatemi Salvador

2D: R$9.00(inteira) R$: 4.50 (meia)

3D: R$11.00(inteira) R$: 5.50(meia)


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Publicado em 23/02/2015 às 08h50

Com mexicano vitorioso, discurso pró imigrantes latino-americanos domina Oscar

alejandro inarritu Com mexicano vitorioso, discurso pró imigrantes latino americanos domina Oscar

O vitorioso Alejandro Iñarritu: defesa dos imigrantes latino-americanos na noite do Oscar - Foto: Divulgação

Por FERNANDO MEXÍA, da EFE

O cineasta mexicano Alejandro González Iñárritu se sagrou o grande vencedor deste domingo (22), na 87ª edição do Oscar, em que seu filme Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) conquistou quatro estatuetas: filme, diretor, roteiro original e fotografia.

O Grande Hotel Budapeste dominou as categorias técnicas e também levou quatro prêmios, um a mais que Whiplash: Em Busca da Perfeição, e Boyhood: da Infância à Juventude, considerado um dos favoritos, só foi premiado com Patricia Arquette, melhor atriz coadjuvante.

"Quem deu o green card para este cara?", brincou Sean Penn antes de anunciar que Birdman era o melhor filme, logo antes de Iñárritu subir ao palco do teatro Dolby pela terceira vez.

Ele aproveitou o gancho para falar do México e da situação migratória nos Estados Unidos.

"Aos meus colegas mexicanos, rezem para que possamos conseguir o governo que merecemos, e aos que estão neste país (Estados Unidos) rezem para que tratem igualmente bem aqueles que vieram antes e construíram esta incrível nação de imigrantes", declarou o diretor.

Iñárritu brincou sobre as vitórias seguidas de mexicanos no Oscar, depois da dupla vitória de Cuarón ano passado por Gravidade, e sugeriu que talvez o governo dos EUA acabaria impondo leis à Academia de Hollywood para impedir que isso se repita.

"Dois mexicanos seguidos é suspeito", ironizou o cineasta, que minutos antes tinha ganhado o Oscar de melhor diretor e de melhor roteiro original, este último dividido com os argentinos Armando Bo e Nicolas Giacobone, e com o americano Alexander Dinelaris Jr.. Bo, que dedicou o prêmio ao seu país, foi um dos que falaram hoje em espanhol no palco, cujo mestre de cerimônias, Neil Patrick Harris, encerrou se despedindo também no idioma, com um simpático "buenas noches".

O Grande Hotel Budapeste levou quatro prêmios técnicos, de melhor trilha sonora, para Alexandre Desplat; de melhor figurino; de maquiagem e cabelo; e de design de produção. Também foi uma grande noite para o independente Whiplash: Em Busca da Perfeição. Ele levou os prêmios de melhor ator coadjuvante (J.K. Simmons), de melhor montagem e de melhor mixagem de som.

Boyhood: da Infância à Juventude, um dos filmes com mais indicações e dos mais elogiados da temporada ganhou somente o Oscar de melhor atriz coadjuvante (Patricia Arquette), um triunfo mais do que previsível, assim como o de Julianne Moore como melhor atriz por Para Sempre Alice e, um pouco menos, o de Eddie Redmayne por A Teoria de Tudo.

Em animação houve uma dupla vitória da Disney, com Operação Big Hero como melhor longa-metragem e Feast como melhor curta. Insterstelar levou o Oscar de melhores efeitos especiais e Selma o de melhor canção, por Glory. Um dos outros indicados a melhor filme que havia sido muito elogiado pela crítica, O Jogo da Imitação, ganhou um só prêmio, de melhor roteiro adaptado.

Já o filme argentino Relatos Selvagens não levou o Oscar de melhor filme estrangeiro. Perdeu para o polonês Ida. Veja a lista completa dos ganhadores:

Melhor filme: "Birdman"
Melhor diretor: Alejandro González Iñárritu, "Birdman"
Melhor ator: Eddie Redmayne, "A Teoria de Tudo"
Melhor atriz: Julianne Moore, "Para Sempre Alice"
Melhor ator coadjuvante: J.K. Simmons, "Whiplash - Em Busca da Perfeição"
Melhor atriz coadjuvante: Patricia Arquette, "Boyhood - Da Infância à Juventude"
Melhor roteiro original: "Birdman"
Melhor roteiro adaptado: "O Jogo da Imitação"
Melhor animação: "Operação Big Hero"
Melhor filme estrangeiro: "Ida", da Polônia
Melhor documentário: "Citizenfour"
Melhor edição: "Whiplash - Em Busca da Perfeição"
Melhor fotografia: "Birdman"
Melhor direção de arte: "O Grande Hotel Budapeste"
Melhores efeitos visuais: "Interestelar"
Melhor edição de som: "Sniper Americano"
Melhor mixagem de som: "Whiplash - Em Busca da Perfeição"
Melhor figurino: "O Grande Hotel Budapeste"
Melhor cabelo e maquiagem: "O Grande Hotel Budapeste"
Melhor trilha sonora original: "O Grande Hotel Budapeste"
Melhor canção original: "Glory", do filme "Selma"
Melhor curta-metragem: "The Phone Call"
Melhor curta-metragem de animação: "O Banquete"
Melhor curta-metragem de documentário: "Crisis Hotline: Veterans Press 1"

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Publicado em 16/02/2015 às 15h00

Morre aos 93 anos ator francês Louis Jourdan

louis jourdan Morre aos 93 anos ator francês Louis Jourdan

Louis Jourdan morreu aos 93 anos no último sábado (14), nos EUA - Foto: Divulgação

Da EFE

O ator francês Louis Jourdan, que fez carreira em Hollywood após a Segunda Guerra Mundial e protagonizou filmes como Gigi, morreu em sua casa em Beverly Hills aos 93 anos, informou seu biógrafo, Olivier Minne.

O ator, que fez papéis de galã francês quando era mais novo e depois se especializou nos vilões sofisticados, trabalhando com artistas da envergadura de Brigite Bardot e Maurice Chevalier, morreu de causas naturais, segundo seu biógrafo oficial, que foi o encarregado de anunciar sua morte.

Nascido em Marselha no dia 19 de junho de 1921, Jourdan se educou na França, na Inglaterra e na Turquia e estudou interpretação na famosa escola de Arte Dramática de René Simon.

Comédias e dramas

Quando jovem, trabalhou em várias comédias românticas e dramas em seu país, mas durante a ocupação alemã, depois que seu pai foi detido pela Gestapo, se negou a participar em filmes com propaganda nazista.

Em 1948, o produtor e roteirista David O. Selznick o convidou para participar de uma produção de Hollywood em Agonia de Amor, dirigida por Alfred Hitchcock e protagonizada por Gregory Peck e Ann Todd, filme no qual interpretou um papel secundário.

A partir daí, se transformou em um rosto habitual dos filmes da era dourada de Hollywood, fazendo papéis de galã francês e trabalhando junto com atrizes como Gina Lollobrigida, Joan Fontaine, Marie Laforet, Grace Kelly e Shirley MacLaine.

Filmes de sucesso

Entre os filmes que protagonizou se destacam o musical Gigi (1958), Can-Can (1960), A Vingança de Monte Cristo (1961), Feita em Paris (1966), Julie (1956), na qual fazia papel de vilão, e To Die in Paris (1968), entre muitas outras.

Já mais velho, começou a fazer papéis de vilão, como no filme 007 Contra Octopussy (1983), da saga de James Bond, e em O Homem da Máscara de Ferro (1977), com Richard Chamberlaine. Em 2010 recebeu a Legião de Honra, a máxima condecoração da França. Sua esposa, Berthe Frederique Jourdan, com quem esteve casado por mais de 60 anos, morreu no ano passado.

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Publicado em 15/02/2015 às 12h41

América Latina impõe respeito em Berlim; mas iraniano Táxi leva Urso de Ouro

Taxi Still América Latina impõe respeito em Berlim; mas iraniano Táxi leva Urso de Ouro

Cena do filme iraniano Táxi, que levou o Urso de Ouro em Berlim - Foto: Divulgação

Por GEMMA CASADEVALL, da EFE

A América Latina surpreendeu neste sábado (14) no Festival de Berlim, com premiações tanto para dois grandes nomes do cinema chileno, Pablo Larraín e Patrício Guzmán, quanto para o estreante guatemalteco Jayro Bustamante, mas o grande eleito da noite foi o iraniano Jafar Panahi, que ganhou o Urso de Ouro com sabor político que não pode comparecer à cerimônia por ordens de Teerã.

O júri, presidido pelo diretor americano Darren Aronofsky, honrou o compromisso do festival com o cinema que incide nos conflitos mundiais com um histórico marcado pelas denúncias contra as injustiças e a impunidade. Táxi ganhou o Urso de Ouro com uma alegação, disfarçada de doce comédia, contra a repressão que sofrem criadores como o próprio Panahi, inabilitado pelo Irã, e transformado em taxista que colhe opiniões de seus compatriotas.

Era um reconhecimento a um velho conhecido do festival, pois o diretor esteve presente na competição em 2011, com Fora do Jogo, e em 2013 com Cortinas Fechadas-, um filme irônico, delicado e de roteiro impecável, que brinca com as restrições impostas.

Urso de Prata

El Club, dirigido por Larraín, ganhou o Urso de Prata, prêmio especial do júri, com um filme que retrata a impunidade de uma igreja obstinada em arrumar a casa por conta de seus pecados, tais como a pederastia e a cumplicidade com torturadores, entre outras atrocidades.

El Botón de Nácar, de Guzmán, ganhou como melhor roteiro com um filme que começa com o Deserto do Atacama e segue até a Ilha de Dawson, cemitério tanto para os indígenas, que o colonialismo quase exterminou, quanto para os desaparecidos da ditadura de Augusto Pinochet.

O cinema de corte indígena era um eixo temático da 65ª edição do Festival de Berlim e do guatemalteco Bustamante, à frente de seu primeiro longa-metragem e também o primeiro filme da Guatemala a competir no festival, obteve o prêmio Alfred Bauer, dedicado aos novos nomes do cinema, com Ixcanul.

Os três filmes latino-americanos da competição caçaram assim seus ursos, mas os prêmios à América Latina não ficaram na seção oficial, já que o mexicano 600 Millas, dirigido por Gabriel Ripstein e exibido na sessão Panorama, obteve o prêmio de melhor estreia do Festival de Berlim.

Melhores atores

Os ursos às melhores interpretações foram para Charlotte Rampling, excelente no papel de esposa exausta no filme 45 Years, de Andrew Haigh. Já o prêmio de melhor ator foi, como não podia ser diferente, para seu marido no filme, Tom Courtenay.

No quesito melhor diretor houve empate entre o Radu Jude, de Aferim!, e a polonesa Malgorzata Szumowska, de Body, ambos expoentes do bom cinema de baixo orçamento procedente do leste europeu.

A produção alemã Victoria, de Sebastian Schipper, estava entre as favoritas como representante de uma nova linguagem, em um filme rodado em uma só sequência, em que a câmera segue uma mulher espanhola - a atriz Laia Costa - pela noite berlinense.

O filme ganhou por melhor contribuição artística pelo singular movimento da câmera, prêmio dado a partir da escolha combinada com outros dois dos júris independentes do festival - o Guild à criação artística, e o dos leitores do jornal Berliner Morgenpost.

Após a cerimônia de entrega dos prêmios, o Festival de Berlim dedica este domingo (15) ao público no Dia do Espectador. Conforme a tradição, 300 mil entradas serão colocadas à venda para 400 filmes exibidos em dez dias.

Brasileiro e chileno

O filme brasileiro Que Horas Ela Volta, de Anna Muylaert, ganhou o prêmio da Confederação de Cinemas de Arte e Ensaio na seção Panorama do festival de Berlim, em um bom dia para o cinema latino-americano, já que o filme chileno O Botão de Nácar, de Patrício Guzmán, também recebeu neste sábado (14) o Prêmio do Júri Ecumênico.

O longa de Muylaert fala sobre a espera da filha de uma migrante nordestina que vai para São Paulo tentar uma vida melhor. Anos depois, quando a menina se muda para encontrar a mãe, interpretada por Regina Casé, um conflito com seus empregadores complica a situação da família. Que Horas Ela Volta? já tinha ganhado o prêmio de melhor interpretação feminina no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, dividido entre Regina Casé e Camila Márdila.

O documentário de Guzmán fala sobre os desaparecidos lançados ao mar pela ditadura de Augusto Pinochet, e do genocídio infligido às comunidades indígenas pelo colonialismo

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Publicado em 12/02/2015 às 10h14

Narjara Turetta faz longa e blog de cães famosos

Cleia pronta Narjara Turetta faz longa e blog de cães famosos

Narjara Turetta como a personagem Cleia, no longa Escravidão - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O ano de 2015 começou com tudo para a atriz Narjara Turetta. Além de ser convidada para fazer seu primeiro longa-metragem, a atriz também lançou um blog dedicado a falar de cães do mundo das celebridades.

Narjara integra o elenco do longa de época Escravidão, da diretora brasiliense Alessandra Leles, que vai retratar, como diz o nome, o Brasil escravocrata. Ela contracenou com Érico Brás e Carlos Bonow nas filmagens para um teaser.

— O teaser é pra correr atrás de patrocínio para o filme, que deverá ser rodado entre junho e julho, no Pólo Audiovisual de Barra do Piraí, no interior do Rio. É meu primeiro longa em mais de 40 anos de carreira.

I Phone 2015 227 Narjara Turetta faz longa e blog de cães famosos

Narjara, entre Érico Brás e Carlos Bonow: longa de época - Foto: Divulgação

Cães famosos

Além das filmagens, a atriz agora também se dedica ao blog Pet dos Famosos, que lançou neste mês. No espaço, “conversa” com bichinhos de estimação das celebridades.

— O entrevistado é o pet do famoso e não o famoso! Os colegas embarcaram na brincadeira e responderam como se fossem seus bichinhos! Tem Walcyr Carrasco, Gloria Perez, Gloria Pires, Miguel Falabella, Naum Alves de Souza, Adriano Garib, Larissa Maciel, Vera Gimenez e Lima Duarte, entre outros.

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Publicado em 08/02/2015 às 15h21

Relatos Selvagens conquista Goya na Espanha

erica rivas em cena de relatos selvagens 1413483857763 956x500 Relatos Selvagens conquista Goya na Espanha

A atriz argentina Erica Rivas em cena do filme Relatos Selvagens: Goya de melhor filme ibero-americano - Foto: Divulgação

Por ALICIA GARCIA, da EFE

Relatos Selvagens levou neste sábado (7) o Goya de melhor filme ibero-americano, o único dos nove aos que foi indicado na 29ª edição dos prêmios - o Oscar do cinema espanhol -, nos quais o "thriller" La Isla Mínima, de Alberto Rodríguez, foi o grande vencedor com dez estatuetas.

Melhor filme, diretor, roteiro original, ator (Javier Gutiérrez), atriz revelação (Nerea Barros), trilha sonora, direção de fotografia, montagem, direção de arte e vestiário são os prêmios que conseguiu La Isla Mínima que confirmou assim sua condição de favorita.

El Niño, o segundo mais indicado, com 16, ficou com quatro Goyas: direção de produção, som, efeitos especiais e canção para Niño sin Miedo de David Santisteban, Índia Martínez e Riki Rivera.

Relatos Selvagens, co-produzido pela argentina Kramer & Sigman Films e a espanhola El Deseo - dos irmãos Pedro e Agustín Almodóvar -, foi indicado aos Goya de melhor filme, direção, roteiro (Szifrón), ator (Ricardo Darín), música (Gustavo Santaolalla), direção de produção, montagem, maquiagem e melhor filme ibero-americano.

Na categoria na qual ganhou, Szifrón disputava o prêmio com Kaplan, de Álvaro Brechner (Uruguai), Conducta, de Ernesto Daranas (Cuba) e La Distancia Más Larga, de Claudia Pinto Emperador (Venezuela).

Relatos Selvagens repete quase ao pé da letra em 2010 O Segredo de Seus Olhos, de seu compatriota Juan José Campanella, que chegou aos Goya com nove indicações, das quais levou o de melhor filme ibero-americano e de melhor atriz revelação (Soledad Villamil). O Segredo de Seus Olhos conseguiu posteriormente o Oscar de melhor filme de língua estrangeira, um prêmio ao que também concorre Relatos Selvagens e cujo resultado será conhecido no dia 22 de fevereiro.

Pouco acento latino em uma festa na qual se cumpriram as apostas e quase não houve surpresas. Javier Gutiérrez "à beira do colapso" e "afônico", cumpriu as previsões com o prêmio de melhor ator principal por seu obscuro inspetor policial, da mesma forma que Bárbara Lennie, que ficou com o de melhor atriz protagonista por Magical Girl.

As categorias de interpretações secundárias foram para a comédia Ocho Apellidos Vascos, um filme que também teve um grande sucesso internacional. Os veteranos Karra Elejalde e Carmen Machi conseguiram os prêmios de atores coadjuvantes e Dani Rovira ficou com o de melhor ator revelação.

Mortadelo y Filemón contra Jimmy el Cachondo, de Javier Fesser, ganhou os prêmios de melhor filme de animação e melhor roteiro adaptado e Carlos Marqués Marcet com o Goya de melhor diretor revelação por 10.000 km. E o prêmio de melhor filme europeu foi para o polonês Ida, de Pawel Pawlikowsky, que venceu o documentário O Sal da Terra (França); Dios mío, ¿Pero qué Hemos Hecho? (França) e El Abuelo que Saltó por la Ventana y se Largó (Suécia).

Tudo isso em uma festa marcada pelo Goya de Honra que recebeu Antonio Banderas, que definiu a vida "como aventura e como brincadeira", assegurando que "o caos é o melhor aliado de qualquer artista", uma profissão "sempre em crise". O prêmio dedicou, muito emocionado, à sua filha Stella del Carmen. "É quem mais sofreu com minha ausência", disse, antes de ressaltar que, apesar de suas aventuras hollywoodianas, sua mente sempre está na Espanha.

Banderas recebeu o prêmio das mãos de seu grande amigo, o diretor Pedro Almodóvar que disse do ator: "Ele se lançou sem controle e sem preconceitos a todos os abismos aos que lhe empurrei". E outra protagonista da festa foi Penélope Cruz, que retornou após quatro edições ausente para entregar o Goya de melhor filme. Cruz, da mesma forma que a maioria de participantes do evento, aproveitou para destacar o bom ano do cinema espanhol e a 'reconciliação' com os espectadores devido principalmente ao impulso de Ocho Apellidos Vascos.

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Publicado em 07/02/2015 às 12h49

Filme Ausência defende Brasil em Berlim

AUSENCIA FOTO 1   cred Mujica Filme Ausência defende Brasil em Berlim

Matheus Fagundes e Gilda Nomacce em Berlim: representante brasileiro - Foto: Mujica

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Este domingo (8) é dia de emoção brasileira na capital da Alemanha. E nada tem a ver com futebol. Muito pelo contrário, o tema é cinema.

O segundo longa do cineasta paulistano Chico Teixeira, Ausência, será exibido na programação da 36ª Mostra Panorama do 65º Festival de Berlim, que começou nesta quinta (5) e é um dos principais eventos cinematográficos do mundo.

O filme conta a história de Serginho, um garoto de 15 anos em busca de afeto, intepretado por Matheus Fagundes. No elenco estão Gilda Nomacce, como sua mãe, Irandhir Santos, como seu professor, e Francisca Gavilán, como a mulher do mágico.

Assinado pela brasileira BossaNovaFilms e pela chilena Wood Producciones, o filme é uma coprodução entre Brasil, Chile e França.

A Mostra Panorama é focada em produções independentes, que fazem estreias mundiais e europeias todos os anos em Berlim. O roteiro de Ausência é assinado por Chico Teixeira, Cesar Turim e Sabina Anzuategui. Já a direção de fotografia é de Ivo Lopes de Araújo.

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Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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