Publicado em 01/04/2015 às 03h04

Mario Vargas Llosa doa 2.000 livros à cidade natal

Vargas Losa Göteborg Book Fair 2011b1 Mario Vargas Llosa doa 2.000 livros à cidade natal

Mario Vargas Llosa prometeu doar 30 mil livros para biblioteca de Arequipa - Foto: Divulgação

Da EFE, em Lima

O Nobel de literatura Mario Vargas Llosa celebrou seu 79º aniversário, no último sábado (28), em sua cidade natal, Arequipa, no sul do Peru, onde doou dois mil livros para a coleção da biblioteca regional que leva seu nome.

Vargas Llosa chegou na noite da sexta-feira a Arequipa após haver presidido durante dois dias o seminário internacional "América Latina: oportunidades e desafios", em Lima organizado pela Fundação Internacional para a Liberdade.

O Nobel de 2010 decidiu passar pela segunda vez seu aniversário em sua cidade natal, e visitou o Museu Virtual instalado na casa em que nasceu e foi homenageado com um almoço privado em um restaurante de comida típica regional.

O escritor estava acompanhado de sua esposa, Patricia, seu filho Álvaro e outros familiares, além da ministra de Cultura, Diana Álvarez Calderón, e os ex-titulares desta pasta Luis Peirano e Juan Ossio, e da governadora regional, Jamila Osorio.

Na Biblioteca Regional, Mario Vargas Llosa fez entrega oficial de um lote de 2.012 de seus livros e revistas de ciências políticas e sociais.

30 mil livros ao todo

Vargas Llosa anunciou em 2012 que doaria 30 mil livros ao centro cultural de Arequipa, que seriam entregues paulatinamente para que estejam sob os cuidados de um patronato conformado pelo governo regional.

Em abril de 2014, já inaugurou a biblioteca que leva seu nome em uma antiga casarão do século 18 do centro histórico de Arequipa e entregou um primeiro lote de 2.741 exemplares de seu coleção particular.

Ao entregar o segundo lote, o escritor confessou que a razão pela qual não entrega sua coleção completa é porque tem "medo" de se desapegar de todos os seus livros.

"Tenho uma relação muito próxima com os livros", declarou, e ressaltou a importância da leitura na formação dos jovens. A governadora Osorio afirmou, por sua vez, que era "grata por receber um arequipeño ilustre como Mario Vargas Llosa, e por sua contribuição à literatura esobretudo a esta biblioteca, onde a população poderá fazer bom proveito de seus livros".

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Publicado em 31/03/2015 às 03h03

Artesãos japoneses sofrem para sobreviver

artesanato japones Artesãos japoneses sofrem para sobreviver

Os tempos atuais não são fáceis para os artesãos japoneses - Foto: Divulgação

Por MARÍA ROLDÁN, da EFE, em Kioto

Os anos têm sido cruéis com as indústrias tradicionais japonesas, como a do quimono, cujos artesãos se viram obrigados a aplicar suas técnicas milenares na criação de produtos modernos, como, por exemplo, capas para tablets.

Em uma pequena casa de madeira na cidade turística de Kyoto, na região central do Japão, Takeshi Nishimura se ajoelha em frente a uma mesa empunhando uma faca fina e traceja uma flor de cerejeira com precisão.

Para fazê-la, Nishimura utiliza uma das quatro técnicas tradicionais para talhar: o "kiribori". Com uma faca com fio de meio círculo em posição vertical, ele gira rápida e suavemente, criando um buraco em forma de círculo.

Embora sua especialidade seja o "kiribori", o artesão também se mostra habilidoso com a "hikibori", técnica utilizada para fazer linhas com grande precisão.

"Não preciso de óculos, mas não enxergo bem de longe. Por isso tenho de me concentrar em coisas pequenas", brinca, levantando rapidamente o olhar, durante uma demonstração de sua arte.

Perto dele há vários desenhos com diferentes temas, de florais a mitológicos. Os padrões que antigamente serviram para tingir delicados quimonos (traje tradicional japonês), hoje em dia são usados em lenços de seda ou em capas de couro para tablets.

Clientes estão sumindo

Nishimura, que fará 62 anos em março, pertence à segunda geração de sua família que exerce esse ofício, mas há quase dois anos começou a diversificar seu negócio, ao compreender que "precisava fazer algo moderno".

"É necessário ganhar a vida. Atualmente não é possível sobreviver apenas com o artesanato", afirma com um sorriso melancólico.

O artesão ainda trabalha na produção de quimonos, mas afirma que a procura diminuiu drasticamente. A demanda em 1971 era de 100%, mas em 2013 caiu para apenas 2,6%.

"Eu tenho muitas ideias", conta o artista, enquanto anda pelo quarto para pegar uma capa de tablet, que desenvolveu no ano passado e com a qual já viajou para Paris.

"Acho que posso usar minhas habilidades para isso, porque a demanda não se limita ao Japão", acrescenta.

Ofício passado de pai para filho

Nishimura, demora de oito a dez horas para fazer uma capa grande, que vende por cerca de 30 mil ienes (R$ 715,00) em seu site e também em famosas lojas de departamento Mitsukoshi de Nihombashi, distrito empresarial de Tóquio.

Além de capas para tablets, Nishimura também faz impressões em papel para fins decorativos, estampas para garrafas térmicas e capas para celulares e cartões de crédito.

O artista aprendeu o ofício há 43 anos com seu pai, em uma época que ainda era comum que as crianças ajudassem os pais no trabalho. Algo que ele "não poderia pedir" para seus filhos, atualmente envolvidos em carreiras inovadoras e modernas, como a informática.

Para poder seguir adiante com seu trabalho, Nishimura diz contar com o apoio de sua esposa, que também trabalha, para que ele possa dar continuidade à sua profissão.

Prefeito de quimono

O prefeito de Kioto, Daisaku Kadokawa, afirmou recentemente que o "alto" preço dos quimonos e os "custosos processos" são alguns dos problemas enfrentados por esses profissionais.

Sempre vestido com um quimono, em apoio à indústria, o prefeito disse também que esse não é o único setor que atravessa problemas. Manufaturas como a cerâmica ou o saquê buscam novos nichos de mercado para não cair no esquecimento e atrair o interesse dos estrangeiros, que muitas vezes não compreendem a "sensibilidade" à qual a tradição japonesa se refere.

"As pessoas envolvidas nestes setores se esforçam ao máximo para desenvolver um produto perfeito (segundo a tradição japonesa), mas às vezes estes produtos não são apreciados pelos turistas. E, por isso, as vendas não vão bem", concluiu o prefeito.

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Publicado em 30/03/2015 às 03h03

Zumbis de The Walking Dead ganham nova série

TheWalkingDead S2 ep01 Z04.jpg cmyk Zumbis de The Walking Dead ganham nova série

The Walking Dead ganha uma série irmã nos EUA - Foto: Divulgação

Da EFE, em Los Angeles

O criador de Walking Dead, Robert Kirkman, anunciou em sua conta no Twitter o título da série que ampliará o universo apocalíptico da franquia televisiva de zumbis: Fear the Walking Dead, que estreará no fim do ano.

Fear the Walking Dead será ambientada em Los Angeles, na Califórnia, e da mesma forma que The Walking Dead focada nas desventuras de pessoas que tentam se manter vivas diante da ameaça dos zumbis.

A série terá novos personagens e roteiro independente do de Walking Dead e também será transmitida pelo canal AMC. Cliff Curtis, Kim Dickens e Frank Dillane lideram o elenco de Fear the Walking Dead que será comandado por Dave Erickson, produtor executivo de Marco Polo e Sons of Anarchy.

AMC já encomendou duas temporadas de Fear the Walking Dead. A primeira temporada terá seis capítulos de uma hora e os episódios serão distribuídos aos mercados internacionais menos de 24 horas após seu estreia nos Estados Unidos.

A quinta temporada de The Walking Dead acabou neste domingo (29) com um episódio de 90 minutos.

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Publicado em 29/03/2015 às 03h03

Unesco tenta defender patrimônio histórico no Iraque dos fanáticos religiosos

mossul Unesco tenta defender patrimônio histórico no Iraque dos fanáticos religiosos

Extremistas fanáticos religiosos destroem peças do Museu de Mossul - Foto: Divulgação

Da EFE, em Bagdá

A diretora geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, apresentou neste sábado (28) na Universidade de Bagdá uma campanha que usará as redes sociais para resistir "a propaganda de limpeza cultural e destruição do patrimônio cultural" dos grupos extremistas.

Com o título #Unite4Heritage, a iniciativa procura apoiar à juventude iraquiana e mobilizar pessoas de todo o mundo para proteger o patrimônio, conforme um comunicado da organização.

Perante estudantes e responsáveis governamentais, Irina afirmou que a "mensagem é clara": "Não aceitamos a limpeza cultural e permaneceremos unidos para fazer o que for possível para detê-la", ressaltou.

"No Iraque e em toda a região, os extremistas violentos estão orquestrando uma campanha abominável de limpeza cultural. Buscam dividir às sociedades, semear ódio e impor visões rígidas e sectárias através da violência e a opressão", disse ela em seu discurso.

Em sua opinião, a estas ações é preciso responder de forma unificada e garantindo que "o patrimônio cultural é o bem comum de toda a humanidade".

#Unite4Heritage tem início depois que o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) destruiu o museu da cidade de Mossul e vários sítios arqueológicos, como o de Nimrud e o de Hatra.

Com esse movimento, a Unesco pretende que as pessoas, e muito especialmente os jovens da região árabe, enviem fotos e escrevam textos sobre os patrimônios que mais gostam.

Durante sua visita a Bagdá, a responsável da Unesco se reuniu com o primeiro-ministro iraquiano, Haidar al Abadi, e o presidente do parlamento, Salim al Jabouri.

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Publicado em 28/03/2015 às 03h03

Russell Crowe vira diretor e afirma: “Não tenho problema em roubar ideias de todo mundo”

russell Russell Crowe vira diretor e afirma: Não tenho problema em roubar ideias de todo mundo

Russell Crowe afirmou que não liga de roubar ideia dos outros - Foto: Divulgação

Por MAGDALENA TSANIS, da EFE, em Madri

Com mais de 50 filmes na carreira, um Oscar por Gladiador (2000) e outras duas indicações, Russell Crowe afirma ter mais experiência em um set de filmagem que a maioria dos diretores, o que o ajudou em sua estreia atrás das câmaras com Promessas de Guerra.

"Não tenho problema em roubar ideias de todo o mundo", disse Crowe à Agência Efe durante sua visita a Madri para promover este drama épico ambientado no pós Primeira Guerra Mundial na Turquia, que estreia em 28 de maio no Brasil.

Mas sempre as passa por seu filtro. "Como ator estive muitas vezes na situação de resolver problemas em um set e a solução que busco com qualquer grande artista como Ridley Scott, Ron Howard ou Darren Aranofsky passa pela minha visão pessoal".

Foi com Ridley Scott que mais teve a oportunidade de aprender sobre o ofício atrás das câmeras. Crowe foi dirigido por ele em Gladiador, Gangster Americano, Robin Hood, Rede de Mentiras, e elogiou "dele aprendi quão atlética pode ser uma câmera e o manejo simultâneo de muitas câmaras", destacou.

De Peter Weir (Mestre dos Mares - O Lado Mais Distante do Mundo) tomou a ideia de pôr música para os atores para transmitir uma determinada energia. "Sou como um DJ em um clube: tento ajudar os atores a encontrarem o melhor de si mesmos", disse.

Na realidade, o ator neozelandês, embora australiano de adoção, já tinha feito dirigido os videoclips de sua própria banda, e três documentários, mas a decisão de dar o passo para a ficção foi tomada ao descobrir o roteiro de Andrew Knight e Andrew Anastasios.

"Li e tive uma reação muito visceral, que é o que sempre busco como ator, mas aqui havia ainda outra voz que nunca tinha ouvido nunca antes, que me dizia que deveria tomar a responsabilidade de contar esta história e que eu era o único que podia fazê-lo".

A história, também protagonizada por ele, de um granjeiro australiano que viaja para Istambul para descobrir que o que aconteceu com seus filhos, declarados desaparecidos em combate na sangrenta batalha de Galípoli (já levada ao cinema por Peter Weir em 1981).

Ali ele conhece Ayshe (Olga Kurylenko), proprietária do hotel em que se hospeda, que também perdeu a seu marido na guerra. O filme se movimenta entre a aventura épica e o drama romântico e, embora comova o espectador, em alguns momentos peca pelos clichês e pelo excesso de melodrama.

Ponto de vista turco

Os laços culturais e pessoais com a história, Crowe contou que seu pai tinha a mesma habilidade que o protagonista para detectar a presença de água sob o solo, foram também importantes em sua decisão. Assim como a possibilidade de contar a batalha de Dardanelos, que completa cem anos em abril, do ponto de vista turco.

"Três dias antes do início das filmagens comecei a me perguntar onde me tinha metido", admitiu, "mas vivi a minha vida toda com esse tipo de ansiedade antes de entrar em cena e sei o que significa; significa que se importa com o que está fazendo, e o dia que não senti-la será o momento de deixar os palcos".

Olga Kurylenko, lançada à fama como Bond Girl em 007: Quantum of Solace (2008), minimizou a fama de "difícil" que Crowe tem nos sets. "Este é seu primeira filme; estava muito emocionado, porque havia tempo desejava fazê-lo, a filmagem correu muito bem. Ele ajuda muito e como diretor procura torna-la o mas fácil possível", disse a atriz ucraniana. "Por ser também ator, falamos o mesmo idioma, e isso é para agradecer, é um dos melhores com quem trabalhei", acrescentou Kurylenko.

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Publicado em 27/03/2015 às 03h03

Jazz é alternativa ao Lollapalooza em SP

marsalis1 Jazz é alternativa ao Lollapalooza em SP

Marsalis é uma das grandes atrações do jazz em São Paulo nestes dias - Foto: Rob Waymen

Por DANIEL MUÑOZ, da EFE

Enquanto São Paulo se prepara para receber neste fim de semana a quarta edição brasileiras do festival Lollapalooza, a cidade também é inundada por jazz de "alto calibre" com dois festivais internacionais, que trazem ao país nomes como Wynton Marsalis.

A partir desta sexta-feira (27), o Auditório de Ibirapuera dará as boas-vindas à 30ª edição do Brasiljazzfest, que está com a bilheteria esgotada.

No domingo (29), na noite de fechamento da edição, que celebra três décadas do jazz de "alto calibre" no Brasil, o americano Marsalis e a Jazz at Lincoln Center Orchestra se apresentarão para 15 mil pessoas em um show gratuito de encerramento no espaço aberto do auditório.

Marsalis e sua orquestra são conhecidos também no mundo do blues pelo álbum gravado em 2011 com Eric Clapton, que faz aniversário dia 30, em uma excursão do jazz a outros gêneros musicais.

A lista de músicos do festival é completada pelo grupo brasileiro André Mehmari Trio, pela banda norueguesa Tord Gustavsen Trio, os porto-riquenhos Miguel Zenón Quartet e os americanos The Cookers.

Nesta quinta (25), no Sesc Pompeia e na cidade de São José dos Campos, começou a quinta edição brasileira do Nublu Jazz Festival, que incorpora também representantes de soul, rap, hip-hop e blues.

O músico americano Brian Jackson se apresentará pela primeira vez no Brasil, na sexta-feira (27), ao lado do grupo Zulumbi, abrindo para a banda australiana Hiatus Kaiyote, já indicada ao Grammy.

O grupo sueco-turco Ilhan Ersahin's Istanbul Sessions - criadores do festival, o francês de Erik Truffaz, e a banda americana James Farm também são atrações.

Outros artistas do Nublu Jazz Festival, que acontece até domingo nas duas cidades, são o músico americano Chris Dave e o britânico Tricky, que mistura ritmos como hip-hop, house, jazz, blues, rock e reggae.

Além dos dois festivais, algumas casas especializadas em jazz em São Paulo aproveitaram a "temporada" para programar apresentações individuais com artistas internacionais do gênero, como os colombianos do Suricato, que estão em tour pelo Brasil desde 20 até este sábado (28).

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Publicado em 25/03/2015 às 03h06

Arquivo X volta à TV em formato de minissérie

xfiles2 Arquivo X volta à TV em formato de minissérie

Imagens da série Arquivo X, que deixou de ser feita há 13 anos e volta em formato de minissérie - Foto: Divulgação

Da EFE

Treze anos após a exibição de seu último episódio, o célebre seriado de ficção científica Arquivo X voltará às telinhas em formato de minissérie com seis novos capítulos, informou a Fox.

Em comunicado, a emissora norte-americana revelou que os episódios serão dirigidos pelo criador e produtor executivo da série, Chris Carter, e protagonizados por David Duchovny e Gillian Anderson, que voltam aos papéis dos agentes do FBI Fox Mulder e Dana Scully.

"Foi como um recesso de 13 anos. A boa notícia é que o mundo, neste intervalo, se tornou ainda mais estranho, um momento perfeito para contar essas seis histórias", afirmou Carter.

Dan Walden e Gary Newman, presidentes do Fox Television Group, anunciaram que as gravações dos novos episódios serão iniciadas no próximo verão do hemisfério norte.

"Arquivo X não foi só um programa transcendental para o estúdio e a emissora, mas um fenômeno mundial que contribuiu para a cultura pop e que continua sendo uma joia para legiões de fãs que o acompanharam desde o início", afirmaram os executivos no comunicado.

Vencedor de 16 prêmios Emmy e cinco Globos de Ouro, o seriado Arquivo X estreou em setembro de 1993 e teve nove temporadas, se transformando em um sucesso mundial graças ao carisma de Mulder e Scully enquanto investigavam casos paranormais.

A série teve duas adaptações cinematográficas também protagonizadas por Duchovny e Anderson: Arquivo X: O Filme (1998) e Arquivo X: Eu Quero Acreditar (2008).

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Publicado em 23/03/2015 às 11h50

Paris comemora 120 anos do cinema

lumiere Paris comemora 120 anos do cinema

Primeiro filme mostrava a movimentação na saída de uma fábrica - Foto: Divulgação

Da EFE, em Paris

A França lembrou neste domingo (22) o nascimento do cinema, há exatamente 120 anos, com a projeção em Paris do primeira filme da história, um curta-metragem de 46 segundos rodado pelos irmãos Auguste e Louis Lumière em 1895 e conhecido atualmente como A Saída da Fábrica Lumière em Lyon.

O curta, que mostra um grupo de operários na porta de uma fábrica em que a família Lumière fabricava material fotográfico em Lyon, no leste da França, foi exibido em 22 de março de 1895 na Société d'Encouragement pour l'Industrie Nationale de Paris para um grupo de cientistas e empresários.

O filme foi projetado novamente na agora conhecida como Sala Lumière, no mesmo edifício que abrigou aquela sessão histórica, e com a presença do diretor Bertrand Tavernier, presidente do Instituto Lumière, que trabalha na restauração dos cerca de 200 filmes rodados pelos inovadores irmãos entre final do século XIX e início do século XX.

"O espírito Lumière é a inocência e a captura de uma sinceridade eterna", comentou o delegado geral do Festival de Cannes, Thierry Frémaux, durante uma projeção de homenagem realizada esta semana em Lyon. "Podemos perceber que os operários sabiam que estava sendo filmados porque olham furtivamente para a câmera", acrescentou Frémaux, organizador também do Festival Lumière, para o qual diretores como Quentin Tarantino, Pedro Almodóvar, Xavier Dolan, Michael Cimino, Jerry Schatzberg e Paolo Sorrentino rodaram filmaram versões do primeiro filme do cinema.

Os próprios irmãos ironicamente acreditavam que cinema tinha uma função essencialmente técnica-científica, e afirmaram na época: "o cinema é uma invenção sem nenhum futuro comercial". No entanto, o grande público não soube de A Saída da Fábrica Lumière em Lyon nem do que era o cinema até 28 de dezembro de 1895, quando os Lumière exibiram no Salon Indien du Grand Café de Paris esse e outros dez curtas-metragens, entre eles o célebre L'Arroseur Arrosé.

Divergências

Alguns historiadores consideram que o nascimento do cinema deve ser atribuído ao americano Thomas Edison, que alguns anos antes tinha gravado imagens em movimento que os espectadores podiam com uma espécie de óculos, um sistema conhecido como cinetoscópio , que tinha sido projetado por William Dickson.

Antes já haviam sido desenvolvidas outras formas mais rudimentares de protocine para contemplar imagens animadas, como o fenaquistiscopio, uma roda com imagens que giradas em frente ao espelho criava uma ilusão de movimento que evoluiria depois para a lanterna mágica do francês Jules Duboscq.

O prestigiado professor americano Noël Burch lidera o grupo de historiadores que sustenta que o nascimento da sétima arte, como conhecemos, surgiu com o O Nascimento de uma Nação, de 1915. Nesse filme, cujo polêmico argumento foi muito criticado por mostrar os defensores da supremacia branca do Ku Klux Klan como heróis, o diretor D.W. Griffith introduziu técnicas como a montagem paralela, movimentos de câmera, sequências e planos curtos ou panorâmicos que assentaram as bases da linguagem cinematográfica moderna.

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Publicado em 22/03/2015 às 10h38

Supla e João Suplicy falam de Melodies from Hell, terceiro disco do Brothers of Brazil

supla joao Supla e João Suplicy falam de Melodies from Hell, terceiro disco do Brothers of Brazil

Supla e João Suplicy: dupla Brothers of Brazil lança terceiro disco, Melodies from Hell - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O R7 Cultura foi até o estúdio no apartamento de Supla, no centro de São Paulo, para uma entrevista exclusiva com ele e seu irmão, João Suplicy, sobre o terceiro disco da dupla Brothers of Brazil: Melodies from Hell.

O álbum foi produzido por ninguém menos do que os norte-americanos Jon Tive e Jimmy Walls, que já produziram discos de BB King e Robert Plant, em Nashville, Estados Unidos, onde o disco foi finalizado.

Os músicos falaram sobre o álbum e também a música Tudo pelo Poder, na qual abordam o tema da política. Filhos da senadora Marta Suplicy e do secretário de Direitos Humanos de São Paulo, Eduardo Suplicy, Supla e João comentaram o atual momento político tenso no País, com manifestações pelas ruas. Supla ainda deu a sua opinião sobre aqueles que pedem a volta da ditadura e ainda comentou um episódio no qual se envolveu em uma discussão no Facebook para defender seu pai. E fez questão de ressaltar que respeita muito o trabalho dos policiais.

Veja o vídeo:

 

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Publicado em 19/03/2015 às 03h03

Victorio Ghava descobre mistérios da ciência

quantaenergia3 manguinhos Victorio Ghava descobre mistérios da ciência

Victório Ghava (loiro, de rosa) participa da brincadeira científica - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Victorio Ghava, ator mirim do elenco de Os Dez Mandamentos, que estreia no próximo dia 23, na Record, é um menino curioso. Sobretudo quando o assunto é ciência.

Ele participou do projeto Quanta Energia, na Biblioteca Parque de Manguinhos, no Rio. Em uma oficina didática promovida pela Light, foi voluntário de uma experiência com um gerador energético.

Na brincadeira com os cientistas da empresa canadense Mad Science, seus cabelos ficaram em pé.

"Senti até os cabelos dos braços e das pernas subindo. Foi arrepiante mesmo", conta o garoto.

victorio manguinhos Victorio Ghava descobre mistérios da ciência

Victório Ghava fica com os cabelos arrepiados - Foto: Divulgação

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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