Publicado em 23/05/2015 às 03h04

Megalópoles são retratadas em exposição fotográfica em São Paulo

andré stefano 3 Megalópoles são retratadas em exposição fotográfica em São Paulo

Do R7

Do dia 23 de maio até o dia 1º de junho, quem passar pela Urban Arts, em São Paulo, vai conferir o trabalho do fotógrafo André Stefano na exposição UKSP.

A mostra exibe os registros feitos por André em São Paulo e no Reino Unido, mostrando semelhanças entre as cidades grandes.

— As obras são resultado da experiência de morar fora do Brasil por três anos. Reino Unido e São Paulo são lugares distantes, mas com muito em comum.

Ao todo são dez retratos, em branco e preto, que mostram o trânsito, o barulho e a correria da vida das pessoas, mas sem deixar de ressaltar as qualidades da arquitetura dos locais.

— A sensação de estar em uma megalópole, com muito trânsito e muita correria, é a mesma para ambos. A vida não para! Os compromissos, os horários, as formas de ganhar a vida nos distancia da beleza das cidades. Registrar cidades faz-me sentir mais vivo, mais parte delas. E atento a ângulos ainda não explorados. Me divirto com o inusitado.

No sábado (23), a partir das 15h, acontecerá uma vernissage. Andre Stefano e André Diniz, proprietário da Urban Arts, recepcionarão os convidados.

andré stefano 1 Megalópoles são retratadas em exposição fotográfica em São Paulo

 

andré stefano 2 Megalópoles são retratadas em exposição fotográfica em São Paulo

Exposição UKSP – André Stefano
Quando: De 23 a 1º de junho. Segunda a sábado, das 10h às 19h, domingo, do meio-dia às 18h
Onde: Urban Arts (r. Oscar Freire, 156, Jardins, São Paulo. Informações: 0/xx/ 11 3081-6142)

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Publicado em 20/05/2015 às 03h04

Um outro olhar sobre Jerusalém

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Exposição Jerusalém Arte e Mistério - Foto: Viviana Tagar

Do R7

Um lado desconhecido de Jerusalém. Essa é a proposta de Viviana Tagar em sua exposição Jerusalém Arte e Mistério, que será exibida no MuBE (Museu Brasileiro da Escultura), de 22 de maio a 21 de junho.

A ideia é lançar um olhar amplo e plural sobre a cidade, berço histórico das três religiões monoteístas.

Lucia Barnea, a consulesa de Israel em São Paulo, falou sobre a proposta da exposição.

— A fotógrafa Viviana Tagar nos conduz com sua mirada sensível a recantos diversos da cidade três vezes milenar, que também é urbe contemporânea e pujante, talhada no encontro do Oriente com o Ocidente.

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Nir Barkat, prefeito de Jerusalém, também elogiou as fotos que estão na exposição.

— Viviana Tagar selecionou um mundo de imagens de Jerusalém que desfoca as divisões do tempo e da cultura, para revelar a universalidade subjacente da cidade e o nosso denominador comum. Elegantemente fazendo a correspondência entre o antigo e o moderno, suas fotos surpreendem com perspectivas artísticas e incomuns e persuade a descobrir os segredos da nossa grande cidade.

Jerusalém Arte e Mistério se aventura por uma delicada paleta de imagens filigranadas da geografia humana da Cidade e de suas culturas, e compartilha os segredos de seus recantos arquitetônicos.

Exposição Jerusalém Arte e Mistério
Quando: de 22 a 21 de junho. Terça a domingo, das 10h às 19h
Onde: MuBE (av. Europa, 218, entrada pela r. Alemanha, 221, São Paulo. Telefone: 0/xx/11 2594-2601)
Quanto: Gratuito

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Publicado em 17/05/2015 às 03h04

Equilíbrio em branco e preto

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Usina hidrelétrica Cachoeira do Alecrim, Companhia Brasileira de Alumínio, vale do rio Juquiá - SP, 1975 (Foto: Divulgação/MAC)

Por DAIA OLIVER*
Especial para o R7 Cultura

A dualidade está em tudo que pensamos, sentimos e vemos. Balancear os extremos nos faz chegar, obrigatoriamente, ao meio. Isso é, ao caminho onde se quer chegar. Na fotografia também é assim, quando usamos o brilho e o contraste (obturador e diafragma) para lapidar a imagem de um retrato. Mesmo se a foto não sair como foi idealizada.

O resultado traz indicações do que deve fazer, mais brilho, menos contraste, para chegar o mais próximo a percepção dos olhos do fotógrafo e o que ele quer passar com a imagem. Perfeição? É uma questão do que se quer mostrar. O degradê que forma os tons entre branco e preto são responsáveis por transmitir sensações, dão a ambientação, a plasticidade do retrato.

No mês de junho termina a mostra do fotógrafo imigrante alemão, de origem judaica, Hans Gunter Flieg, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP), no Ibirapuera.

A exposição fotográfica faz uma retrospectiva a história da fotografia moderna no Brasil em segmentos pouco estudados, como é o caso da produção voltada à indústria, à arquitetura, ao design e à publicidade. Ao longo de quatro décadas, Flieg registrou o desenvolvimento industrial brasileiro.

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Livro
Tema: Preto e Branco
Autor: Flávio Damm
Editora: Editora Photos

Filme
Título: O Sal da Terra
Ano: 2014
País: Brasil, França e Itália
Direção: Juliano Ribeiro Salgado e Win Wnders
Direção de fotografia: Juliano Ribeiro Salgado e Win Wenders

Exposição
Fotógrafo: Hans Gunter Flieg
Tema: Indústria, design, publicidade, arquitetura e artes de Hans Gunter Flieg
Onde: MAC – Museu de Arte Contemporânea Ibirapuera
Onde: Av. Pedro Álvares Cabral, 1301
Quando: Até 14 de junho (final da temporada)
Horário: Terça das 10h às 21h, de quarta a domingo 10h às 18h
Preço: Gratuito

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Torre da Willys-Overland do Brasil, São Bernardo do Campo, São Paulo, 1954 (Foto: Divulgação/MAC)

*DAIA OLIVER é fotojornalista do R7.

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Publicado em 16/05/2015 às 03h04

Lugar de lixo é na Oca: exposição provoca reflexão sobre o descarte de resíduos

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Começa neste sábado (16), a exposição Reverta, na Oca, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, a partir das 9h. A mostra busca provocar reflexões sobre a produção, o uso e o descarte do lixo no Brasil.

Aliando ciência, arte e interatividade, a exposição quer impactar o público com obras que visam despertar uma nova percepção em relação ao lixo. Aquilo que é jogado fora precisa ser encarado como resído (e ser tratado!), pois disso depende a preservação ambiental, mas também inclusão social e renda.

De acordo com Mário Domingos, curador científico da Reverta e do Instituto Abramundo, o destino que se dá ao resíduo é muito importante e deve ser foco de políticas públicas, uma vez que a destinação inadequada pode causar danos ao meio ambiente e até mesmo às pessoas.

— Além de preservar o meio ambiente, a reciclagem é, muitas vezes, a única fonte de renda de várias famílias. Segundo o Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE), em 2012, a coleta, a triagem e o processamento dos materiais em indústrias recicladoras geraram um faturamento de R$ 10 bilhões no Brasil.

Alguns artistas plásticos, designers, cineastas e cartunistas fizeram obras especialmente para a exposição; outros vão expor releituras de suas obras ou trabalhos bastante conhecidos. O percurso artístico contará com: Alessandra Colasanti, André Dahmer, Andrei Thomaz, Augusto de Campos, Brigida Baltar, Esmir Filho, Gisela Motta e Leandro Lima, Gregg Segal, Guto Lacaz, Héctor Zamora, Jac Leirner, Lenora de Barros, Loud Noises, Lucia Koch, Marcos Prado, Mariana Manhães, Marilá Dardot, Maurício de Sousa e Opavivará.

Durante a exposição, os visitantes poderão acessar uma série de interativos e games, com a possibilidade de jogá-los pelo site da própria mostra (www.reverta.com.br). O espaço estará aberto à visitação de grupos escolares, que poderão realizar o agendamento diretamente com a Diverte Cultural (http://www.divertecultural.com.br).

Exposição Reverta
Quando: 16 de maio até 5 de julho. De terça a domingo, das 9h às 17h
Onde: Oca – Parque Ibirapuera (av. Pedro Alvares Cabral, Vila Mariana, São Paulo)
Quanto: Entrada gratuita

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Publicado em 09/05/2015 às 03h03

Despretensão e elegância da mulher francesa são temas de mostra fotográfica

a parisiense Despretensão e elegância da mulher francesa são temas de mostra fotográfica

Exposição "A Parisiense" - Foto: Sylvia Galmot/Divulgação

Da EFE

Sempre na moda e aproveitando a vida em uma combinação perfeita de elegância e naturalidade, a ideia da parisiense impertinente e ao mesmo tempo refinada ficou gravada no imaginário coletivo. Mas o que há de real nela? A Galeria ArtCube de Paris inaugurou a exposição "A parisiense", que tenta identificar pela fotografia a ideia de como são as mulheres da cidade e o "savoir faire" que as caracteriza.

Muitos são os que as colocaram diante de suas objetivas, vestidas ou nuas, posando ou flagradas. De Cartier Bresson a Willy Ronnis, todos mostraram fascinação em desentranhar a essência — ou o segredo — das parisienses. Nesta mostra, os fotógrafos Patrick Chelli, Sylvia Galmot e Daniel Waks mostram sua particular visão deste clichê, apresentando uma mulher moderna que fuma, bebe e se move com graça entre o mundo da moda e a cultura.

"A mulher parisiense não é como a de outras cidades que corre pela rua com um café do Starbucks, ela prefere aproveitar seu tempo, sentar em um terraço e fumar um cigarro tranquilamente", contou à Agência EFE Jonathan Gervoson, curador da exposição. Segundo Gervoson, um dos melhores lugares para encontrar as parisienses em estado puro é Sant Germain dês Prés, um dos bairros mais típicos de Paris, na margem esquerda do Sena, e onde está localizada a galeria.

Assim como as americanas "comem hambúrgueres, a parisiense come baguetes com queijo", um tópico talvez um tanto fácil que se reflete em algumas das imagens expostas. A maioria de imagens são posadas, com mulheres belas e bem vestidas em pontos icônicos da capital, embora também haja algumas pérolas, imagens roubadas de mulheres lendo nas bordas do Sena ou esperando o metrô: as verdadeiras parisienses.

Em Paris, as mulheres não só usam saltos e se vestem com a alta costura, uma volta pela rua é suficiente para ver que calças jeans e as jaquetas estão na ordem do dia, sem que isso tire delas um milímetro de refinamento nem a individualidade. Como escreveu o jornalista Jean-Louis Bory, "a parisiense é um animal lendário. Como o unicórnio. Sem que ninguém a tenha visto nunca, todos a conhecem".

As revistas, o cinema e a literatura deram asas a um clichê surgido no século XIX, quando as parisienses já despertavam fascinação entre suas vizinhas. Os irmãos Goncourt as definiam assim em seu "Renée Mauperin": "Elas tinham tudo o que caracteriza a parisiense, sem serem belas, encontravam uma maneira de serem quase bonitas com um sorriso, um olhar, detalhes, aparências e lampejos de humor".

Ser parisiense não é tanto uma forma de se vestir quanto uma maneira de se comportar, uma forma de ser que representa uma mulher forte e segura de si mesma, com uma elegância natural que não abstrai de impertinência nem inteligência. Apesar das imagens desta exposição estarem muito marcadas pelos tópicos clássicos, Chelli, Galmot e Waks conseguiram representar o paradigma da mulher com uma rica personalidade. Bela, divertida, sensual e suave, mas, sobretudo, em perfeita simbiose com as ruas de uma cidade que respira modernidade e história em medidas iguais.

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Publicado em 02/03/2015 às 15h31

Mostra em SP e Rio faz Picasso conversar com outros artistas da Espanha

picasso Mostra em SP e Rio faz Picasso conversar com outros artistas da Espanha

Pablo Picasso, em foto de 1948: mostra o faz dialogar com outros artistas do modernismo espanhol - Foto: Divulgação

Da EFE, no Rio de Janeiro

São Paulo e Rio de Janeiro acolherão neste ano a exposição Picasso e a Modernidade Espanhola, que inclui 90 obras de artistas espanhóis, em sua maioria do pintor malaguenho, pertencentes ao Museu Rainha Sofía de Madri.

A mostra, que ficou aberta para o público até o dia 25 de janeiro no Palazzo Strozzi de Florença (Itália), poderá ser vista entre 25 de março e 8 de junho no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo e entre 24 de junho e 7 de setembro na sede do CCBB do Rio de Janeiro, informaram nesta segunda-feira (2) seus organizadores.

A exposição, com obras de 37 autores, aborda a contribuição de Pablo Picasso ao cenário espanhol e internacional da arte e a influência do fundador do Cubismo e de seus contemporâneos.

O curador da exposição no Brasil será Eugenio Carmona, professor de História da Arte da Universidade de Málaga e especialista em Picasso. "Picasso e os artistas espanhóis tiveram um papel decisivo na criação e nas definições da arte moderna internacional e a exposição pretende propor um encontro com as mais singulares contribuições desses criadores, mas não de forma convencional, com seus rótulos, mas a partir dos fundamentos estéticos que configuraram as experiências espanholas da modernidade", segundo o curador.

Diálogo com outros artistas

A mostra apresenta os diálogos, as relações e os desafios que são estabelecidos entre Picasso e outros artistas modernos espanhóis como Juan Gris, Joan Miró, Salvador Dalí, Julio González, Óscar Domínguez, Eduardo Chillida, Martín Chirino, Pancho Cossío, Ángel Ferrant, Manuel Millares, Benjamín Palencia, Antonio Saura, José Gutiérrez Solana, Antoni Tàpies e Daniel Vázquez Díaz.

Entre as obras de Picasso presentes na mostra destacam-se Cabeza de Mujer (1910), Busto y Paleta (1932), Retrato de Dora Maar (1939), El Pintor e la Modelo (1963) e Mujer Sentada Apoyada sobre los Codos (1939).

Entre as pinturas, esculturas, desenhos e gravuras da rainha Sofía também destacam-se as obras Siurana, el Camino, de Miró; El Violín, de Juan Gris e Composición Cósmica, de Óscar Domínguez.

As obras chegarão ao Brasil por iniciativa conjunta da Fundação Mapfre e do CCBB, as duas instituições responsáveis por Impressionismo: Paris e a Modernidade, a exposição mais visitada no mundo em 2013.

A mostra estará dividida em oito salas, entre as quais Picasso: o trabalho do artista e Picasso, variações, que mostram a relação do artista com a modernidade e sua diversidade criativa.

guernica Mostra em SP e Rio faz Picasso conversar com outros artistas da Espanha

Guernica imortalizou o horror da Guerra Civil Espanhola - Foto: Divulgação

Guernica e Dalí

Uma terceira sala entra no imaginário de Picasso para tentar descrever como concebeu Guernica e inclui estudos da obra sobre o bombardeio nazista sofrido por essa cidade. As outras salas mostram de forma transversal a relação do pintor malaguenho e dos outros modernistas espanhóis com conceitos como "ideia e forma", "sinal, superfície e espaço", "realidade e super-realidade" e "natureza e cultura".

A última sala destaca como a arte espanhol no final da década de 1950 foi "Em direção a outra modernidade". A exposição de Picasso desembarca no Brasil apenas dois meses depois da de Salvador Dalí, a mais completa exposição do pintor catalão até agora organizada no País, que recebeu um recorde de 1,5 milhão de visitantes entre Rio e São Paulo. Salvador Dalí, com 150 obras entre pinturas, desenhos e gravuras, foi a mostra mais visitada nos 25 anos do CCBB do Rio de Janeiro, com 978 mil visitas. Em 2000, outra exposição monumental de artistas espanhóis, Esplendores da Espanha, de El Greco a Velázquez, composta por 140 obras do Século de Ouro espanhol, também atraiu uma multidão ao Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.

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Publicado em 10/02/2015 às 03h03

Imagem de Napoleão é revista em exposição londrina

Jacques Louis David   The Emperor Napoleon in His Study at the Tuileries   Google Art Project Imagem de Napoleão é revista em exposição londrina

Napoleão Bonaparte, em pintura de Jacques-Louis David - Foto: Divulgação

Da EFE

O Museu Britânico, em Londres, inaugurou uma exposição de desenhos, charges, retratos e imagens que refletem a percepção britânica da figura de Napoleão Bonaparte na mudança do século 18 ao 19.

A mostra, chamada Bonaparte e os Britânicos: Imagens e Propaganda na Era de Napoleão, foca na propaganda visual que agravou e glorificou o general francês.

Napoleão Bonaparte (1769-1821) desperta fascinação por ser o imperador francês que dominou parte da Europa entre os anos 1793 e 1815, e foi objeto de interesse dos artistas e meios de divulgação da época.

A exposição coincide com os 200 anos da batalha de Waterloo, a última grande batalha de Napoleão, derrotado pela Sétima Coligação, que era liderada por Reino Unido e Prússia. A batalha representou o fim do império francês e seu exílio forçado.

A galeria de imagens apresenta como a carreira de Napoleão Bonaparte como militar coincide com um dos momentos mais relevantes e propícios para o exercício da sátira política em ambos os lados do Canal da Mancha.

A exposição contrapõe os trabalhos de alguns dos desenhistas satíricos britânicos mais importantes do período, como James Gillray, Thomas Rowlandson, Richard Newton e George Cruikshank, com imagens mais adoráveis de Napoleão produzidas na França.

O início da mostra é feito com uma série de retratos do jovem e bem-sucedido militar no começo da carreira. Depois, a exposição foca nas charges que se referem a diferentes períodos de sua vida como cônsul, em plenas disputas bélicas como a Batalha de Trafalgar ou suas invasões a Espanha ou Rússia.

Napoleão é caricaturado de diferentes formas, com destaque para uma imagem na qual é representado como uma aranha que tece uma teia para "devorar" a Espanha.

A curadora da mostra, Sheila O'Connell, afirmou que a exposição pretende ressaltar "o papel da propaganda visual no período" que, em muitos casos, pretendia levar a população à guerra. A exposição permanecerá aberta até o dia 16 de agosto de 2015.

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Publicado em 10/01/2015 às 03h03

Última chance para ver Dalí em São Paulo

salvador dali Última chance para ver Dalí em São Paulo

O mestre espanhol Salvador Dalí: exposição em SP termina domingo - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

As filas são imensas. E, neste fim de semana, deverão estar maiores ainda.

Mas, para quem é fã do pintor surrealista Salvador Dalí (1904-1989) não há outra opção do que rumar para o Instituto Tomie Ohtake (r. Copropés, 88, metrô Faria Lima, tel. 0/xx/11 2245-1900).

Tudo para ver a mostra gratuita que leva o nome do mestre e que só tem mais dois dias de visitação: este sábado (10) e este domingo (11), entre 11h e 20h.

É a maior exposição de Dalí já realizada no Brasil.

Os números são grandiosos: 135 desenhos, 24 pinturas, 40 documentos, 15 fotografias e ainda quatro filmes.

A aventura neste fim de semana promete mesmo ser surreal.

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Publicado em 04/01/2015 às 03h08

Novos artistas mineiros fazem mostra gratuita

centro cultural ufmg Novos artistas mineiros fazem mostra gratuita

Centro Cultural UFMG sedia mostra de novos artistas - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os 23 artistas plásticos que se formaram agora na Escola de Belas Artes da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) se reuniram em uma mostra coletiva, com organização do professor de história da arte Rodrigo Vivas. O nome da exposição é Fragmentos e Trajetos.

As obras estão expostas ao público no Centro Cultural UFMG (av. Santos Dumont, 174, tel. 0/xx/31 3409-8290), na praça da Estação, centro de Belo Horizonte.

A mostra é diversa e traz trabalhos que retratam o homem e seu entorno também.

A visitação, gratuita, acontece de terça a sexta, das 10h às 22h, e sábado e domingo, 10h às 18h, até 1º de fevereiro de 2015.

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Cartaz da mostra dos formandos da Escola de Belas Artes da UFMG

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Publicado em 03/01/2015 às 03h08

Descubra 7 curiosidades sobre Ron Mueck, escultor que já levou 330 mil brasileiros ao museu

ron mueck Descubra 7 curiosidades sobre Ron Mueck, escultor que já levou 330 mil brasileiros ao museu

O australiano Ron Mueck em escultura autorretrato - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Mais de 100 mil pessoas já visitaram a exposição do escultor australiano Ron Mueck na Pinacoteca do Estado, na região da Luz, centro de São Paulo. No Rio, a mostra foi vista por 230 mil pessoas. Assim, mais de 330 mil brasileiros já estiveram em contato com suas obras. Todos ficam impressionados com o hiper-realismo presente em suas obras, muitas delas reproduzindo com perfeição figuras humanas, inclusive o próprio artista. O R7 pesquisou a vida dele e conta sete curiosidades:

1 - Ron Mueck nasceu em Melbourne, Austrália, em 1958, mas atualmente mora na Grã-Bretanha.

2 - Ele herdou a mania de perfeição do pai, que era fabricante de brinquedos e gostava de tudo certinho nos mínimos detalhes.

3 - O começo da carreira foi fazendo marionetes (sua mãe fazia bonecos de pano e lhe ensinou a técnica).

4 - Para ninguém pensar que sua escultura é um ser vivo, já que são perfeitas, ele sempre faz seus bonecos muito maior ou muito menor do que o real.

5 - Se colocadas em uma balança, as obras expostas na Pinacoteca pesam juntas 7 toneladas.

6 - A mostra Ron Mueck já esteve no Rio, onde foi vista por 230 mil pessoas. Em São Paulo, a exposição já foi vista por 100 mil pessoas. E o número não para de crescer.

7 - As peças expostas em São Paulo valem R$ 77,4 milhões.

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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