Publicado em 24/02/2015 às 03h03

Vinil resiste bravamente à invasão digital

vinil Vinil resiste bravamente à invasão digital

Em tempos de digitalização de tudo, vinil mostra força - Foto: Divulgação

Por ANTONIO ZAVALA, da EFE

Há algo na experiência de abrir os discos de vinil, tirá-los da capa e colocá-lo na ponta da agulha que continua a fascinar os amantes da música e isso está se traduzindo em um grande aumento dos números de vendas nos Estados Unidos.

A tão anunciada morte dos discos de vinil nunca aconteceu e em mundo cada dia mais digital, em 2014 foram vendidos nos Estados Unidos 9,2 milhões de LPs, 51,8% a mais que em 2013, segundo dados da agência de medição Nielsen.

Por outro lado, os downloads caíram 9% no caso de discos e 12% de singles, apontou o relatório da Nielsen Soundscan, que também mostrou que a compra dos CDs, responsáveis pelo quase desaparecimento dos discos de vinil, caíram 14% ano passado, para 140 milhões.

Tendência de crescimento

Esta tendência se refletiu no Reino Unido, o segundo mercado musical mais representativo do mundo e onde em 2014 foram vendidos mais de um milhão de cópias de discos ano passado, segundo a Official UK Charts Company, um volume de vendas que não era visto desde 1996.

Os fãs das bolachas juram que a experiência é melhor, mais completa. "É um processo desde que compra um álbum, o abre, o cheiro... muitas coisas", confessou à Agência Efe o mexicano Gildelgar Sánchez, dono de uma coleção de 500 discos de vinil com os quais iniciou uma carreira de DJ em cafés e galerias de Chicago, nos Estados Unidos. Sánchez ressaltou que esta experiência é "algo único, que não se compara com a compra de CDs ou downloads".

Os discos de vinil foram o formato mais popular de música entre as décadas de 50 e 90, quando os então inovadores 'compact discs' os superaram em vendas. Mas agora, com mais formatos para a música, incluindo a compra digital, "streaming" e formatos físicos, os discos de vinil firmaram uma fiel clientela, tanto de colecionadores como de simplesmente fãs de música.

Lojas especializadas

Graças a eles, as lojas especializadas na revenda de discos de vinil conseguiram se manter. "Nos últimos anos houve um ressurgimento de interesse pelos 'long plays' de vinil," ressaltou Christian Priebe, gerente da Dusty Groove, uma loja do popular bairro de Wicker Park, em Chicago.

Esta loja está cheia de discos de jazz, rock, blues, country. Para Priebe os tradicionais discos de plástico representam uma experiência melhor para o ouvinte do que os outros formatos.

"Os discos de vinil de 33 1/3 rotações por minuto eram o melhor formato", apontou Priebe, pois "têm melhor som e são mais tangíveis". Uma busca por sua loja rende tesouros como discos de Nina Simone, Frank Sinatra, Peggy Lee, Miles Davis, mas também, na seção latina, joias como discos de Mongo Santamaría, Eddie Palmieri e uma cópia de Isabel Parra e seu disco "Cantos de Violeta".

Sánchez contou que seu amor por este formato começou em sua cidade natal quando, aos oito anos, ganhou seu primeiro disco de vinil, do bem-sucedido grupo juvenil espanhol Parchís. "Ouvia todos os dias esse álbum o tempo todo", lembrou. O colecionador afirmou que este formato dá muito mais aos consumidores e citou a arte das capas e as extensas notas que cada álbum inclui. "A cultura do vinil não vai ceder, ela sobreviverá", finalizou Sanchez.

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Publicado em 23/02/2015 às 17h16

Rosa Rosah disseca samba e Carnaval em disco

Rosa Rosah Rosa Rosah disseca samba e Carnaval em disco

Rosa Rosah faz álbum com sambas cheios de poesia - Foto: Ká Nogueira

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A cantora Rosa Rosah acaba de lançar o disco que leva seu nome. O carro-chefe é a canção Rainha de Bateria (veja o clipe), que faz uma homenagem a todas as mulheres que sambam na avenida à frente dos ritmistas. Famosas ou não.

O momento para a chegada do álbum, que disseca o samba e o Carnaval, não poderia ser mais propício.

Para o disco, Rosa se cercou de nomes fortes de nossa música e gravou composições de gente do calibre de Virgínia Rosa, Chico César, Fernanda Porto.

Rainha de Bateria é uma música de Lina de Albuquerque e David Pasqua que celebra as rainhas de bateria verdadeiras, genuínas, aqueles que incorporam na pele e na alma o suor do ano inteiro, batalhando o seu ganha pão de norte a sul do país, na raça e na força, para, num só dia, incorporar o espírito glorioso da batucada brasileira.

Rosa conta ter influência de músicos como Maria Bethânia, Angela Ro Ro, Roberto Ribeiro, Elis Regina, Clara Nunes, Cartola, Celine Dion e Ella Fitz Gerald. Não bastasse tudo isso, também fazem sua cabeça João Donato, Gal Costa, Leila Pinheiro, Lenine e Djavan.

Não é boba nada.

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Rosa Rosah apresenta seu disco para a amiga Ellen Roche, rainha da Rosas de Ouro - Foto: Ká Nogueira

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Publicado em 19/02/2015 às 19h11

Jean Garfunkel mistura matizes do Brasil em disco

JeanGarfunkel ft2 x cred.fotograficoSergioCaddah Jean Garfunkel mistura matizes do Brasil em disco

Jean Garfunkel faz show sexta (20) no Sesc Belenzinho - Foto: Sergio Caddah

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

"A saudade é um trem que passa e que deixa na fumaça o seu rastro pelo ar". Este é um verso da nostálgica Estrela Extinta, que abre o disco 13 Pares e um Fado Solitário, de Jean Garfunkel.

O músico completa 30 anos de carreira ao lado do público, em show nesta sexta (20), no Teatro do Sesc Belenzinho, em São Paulo.

No embalo das 14 canções de seu álbum, o músico transita pelos parceiros que o acompanharam na carreira coroada com músicas gravadas por nomes como Elis Regina e Zizi Possi.

Nomes de peso

Uma participação de peso no disco é a do multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo, um dos mais talentosos da safra atual da MPB, que toca todos os instrumentos em Sonhando Acordado, um samba alegre como uma manhã de sábado após uma noite de sonho bom.

O samba político dá suas caras em É as Conta que Manda em Nóis, parceria com Pasquale Nigro — um verdadeiro grito de revolta contra o sistema capitalista que só nos apresenta o saldo devedor.

Em Tiê, quarta faixa do disco feita na parceria com Lula Barbosa, um excesso de brasilidade se impõe, num ritmo de terra farta, mar e céu majestosos tais quais abundam na obra de Jorge Amado.

Já em Valsa Paulistana, feita em parceria com o maestro Júlio Medaglia, verdadeiro padrinho da MPB, se destacam os violões pesarosos de Alessandro Penezzi e um certo ar quatrocentão.

Matizes do Brasil

Com seu disco, que ainda inclui a bem sucedida parceria com Theo de Barros em Amiúde, Jean Garfunkel revela as matizes do Brasil, em uma obra delicada e ao mesmo tempo pungente.

Como ele mesmo canta em Peixe Dourado, segunda faixa do disco, "uma canção é uma história bem contada".

Pelo jeito, Jean Garfunkel sabe fazer isso muito bem.

Jean Garfunkel lança o disco 13 Pares e um Fado Solitário
Quando: 20/2/2015 (sexta), 21h
Onde: Teatro do Sesc Belenzinho (r. Padre Adelino, 1.000, metrô Belém, tel. 2076-9700).
Quanto: R$ 25 (inteira), R$ 12,50 (meia); comerciários e dependentes pagam R$ 7,50
Classificação etária: 12 anos

JeanGarfunkel b ft1 x cred.fotograficoSergioCaddah Jean Garfunkel mistura matizes do Brasil em disco

Jean Garfunkel: 13 Pares e um Fado Solitário - Foto: Sergio Caddah

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Publicado em 09/02/2015 às 03h03

Maná lança música com participação de Shakira

mana shakira Maná lança música com participação de Shakira

Mexicanos do Maná com a colombiana Shakira: juntos em Mi Verdad - Foto: Divulgação

Da EFE

O grupo mexicano Maná anunciou que lançará neste ano um novo disco de estúdio que incluirá um dueto com a cantora colombiana Shakira.

Por meio de um comunicado, a banda informou que a canção se chama Mi Verdad e será lançada mundialmente nesta segunda (9) e um dia depois estará disponível em plataformas digitais.

Mi verdad será a primeira música de trabalho do novo disco do Maná que será lançado ainda este ano, em uma data ainda não determinada, quatro anos depois de seu último álbum de estúdio, Drama u luz (2011).

A canção foi produzida pelo cantor da banda, Fher Olvera, e pelo americano George Noriega, produtor de artistas como Ricky Martin e da própria Shakira.

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Publicado em 08/02/2015 às 03h03

Bob Marley tem imagem diferente na Jamaica

bob marley2 Bob Marley tem imagem diferente na Jamaica

Bob Marley, que teria feito 70 anos na última sexta (6) - Foto: Divulgação

Por NATALIA BONILLA, da EFE

A imagem que se tem de Bob Marley em sua terra natal é muito diferente da que existe no resto do mundo, onde o cantor não é somente o máximo expoente do reggae, mas também do movimento rastafári, do consumo de maconha e da Jamaica em si.

Assim concordam em apontar diferentes especialistas jamaicanos consultados pela Agência Efe, entre eles Ray Hitchins, professor da Unidade de Estudos de Reggae do Instituto de Estudos do Caribe, da universidade jamaicana de West Indies.

"Enquanto no exterior pensam que Bob Marley é uma superestrela, na Jamaica é visto igual a muitos outros artistas do gênero", explicou em conversa telefônica este especialista. "Devemos entender que os jamaicanos não têm a mentalidade de superestrelas. Aqui as celebridades não são colocadas em um pedestal, como ocorre em outras partes do mundo", acrescentou.

"Valor turístico"

Efetivamente, os jamaicanos são conscientes do valor turístico e promocional que tem a figura do falecido Bob Marley, que nesta última sexta-feira (6) teria completado 70 anos, e sabem que é seu cidadão mais conhecido em nível internacional.

No entanto, para olhos estrangeiros, são poucos os festejos programados na ilha para homenagear o nascimento de Marley, que morreu aos 36 anos sem ter sequer lançado Legend (1984), o álbum de reggae mais vendido de todos os tempos, com mais de 25 milhões de cópias no mundo todo.

Um simpósio no Museu de Bob Marley, com presença de especialistas e parentes na última sexta, data de seu aniversário, e um grande concerto neste sábado (7) foram os dois únicos grandes atos oficiais programados na Jamaica.

Isso porque, em nível nacional, o cantor jamaicano compartilha o reconhecimento de ser um bom expoente do gênero junto com muitos outros artistas locais, que trataram temas similares em suas letras, como Dennis Brown, Gregory Isaacs, Peter Tosh - que fez parte do The Wailers - e John Holt.

bob marley Bob Marley tem imagem diferente na Jamaica

Bob Marley tornou o rastafári popular em todo o mundo - Foto: Divulgação

Politicamente consciente

No entanto, a visão do produtor britânico Chris Blackwell ajudou a impulsionar a imagem e música da lenda do reggae, ao distingui-lo dos demais por comercializar suas canções em nível internacional. "Um dos maiores atrativos da história de Bob Marley é sua própria história: sua origem humilde e como transmitia sua essência, porque isso fez ele se conectar com as massas fora de seu país, enquanto na Jamaica não chamava tanta atenção", opinou Hitchins.

O especialista em etnomusicologia enfatizou que, com seu primeiro álbum, Catch a Fire, Bob Marley e seu grupo ganharam notoriedade ao apresentar canções que desafiavam o status quo em tempos em que existiam múltiplos movimentos de descolonização no mundo. "Ele era politicamente consciente. Estava antecipado em seu tempo", disse Hitchins, após destacar o fato de que o músico abordou o assunto da supremacia branca a partir do lançamento de seu primeiro álbum em 1972, justo uma década depois que a Jamaica ficou independente do Reino Unido.

De fato, o cantor foi um dos primeiros artistas de reggae a admitir publicamente que era rastafári, uma religião que promove a supremacia negra e as raízes africanas, e a deixou ver em suas músicas. Isso talvez não o tenha ajudado a ganhar o público nacional, onde os rastafáris ainda eram discriminados, mas sim em nível internacional, onde pouco se conhecia sobre este movimento.

No julgamento do especialista, Bob Marley é mais famoso agora do que antes de morrer, em 1981, e isso se deve em grande parte à comercialização sistemática - promovida por sua própria família - de sua imagem até transformá-lo em um "sinônimo da Jamaica".

A venda de camisetas, álbuns e até produtos como café e cannabis sob a marca de Bob Marley são, na opinião de Hitchins, um indício de que sua popularidade continuará em ascensão. "Seu legado não está completo. Sua influência ainda cresce e se expande. Ainda não alcançou seu máximo potencial", concluiu o especialista.

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Publicado em 19/01/2015 às 11h14

Crítica: Milton Nascimento luta e mostra ser imprescindível

milton nascimento Crítica: Milton Nascimento luta e mostra ser imprescindível

Milton Nascimento é guerreiro imprescindível na turnê Tarde - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A plateia do Teatro J. Safra parecia nervosa antes de começar o show Tarde, a nova turnê de Milton Nascimento, neste domingo (18).

Lá fora, um calorão de matar com sol de horário de verão que nunca se põe. Minutos antes das 19h, a campainha toca e todos entram, afobados.

Com os espectadores acomodados, os minutos passam e nada de Milton aparecer. Uma senhora cochicha com a amiga: “será que ele passou mal?”.

O público espera mais um pouco. Aos 20 minutos de atraso, começa a aplaudir, impaciente, querendo a presença do músico. Do palco, alguém espia debaixo da cortina.

Há uma certa apreensão no ar, até que, de repetente, as luzes se apagam e as cortinas se abrem. Surge Milton Nascimento.

Acompanhado dos irmãos Beto e Wilson Lopes com seus potentes violões sete cordas, Milton canta A Festa, que compôs para o disco de estreia de Maria Rita, filha de sua amiga Elis Regina. Milton está mais magro. Parece um pouco abatido, mas segura como pode. Num momento, se perde na letra. Os músicos lhe ajudam. Mas logo Milton recobra a confiança e sua voz retoma a potência.

De repente, como num passe de mágica, segue adiante, altivo. Canta seus grandes sucessos e até declama o texto do dramaturgo alemão Bertolt Brecht sobre os homens que lutam em espanhol, antes de cantar Sueño con Serpientes, que gravou ao lado da amiga argentina Mercedes Sosa no disco Sentinela, de 1980.

Toca sanfona e se lembra da infância em Três Pontas, no interior de Minas, quando acompanhava o canto de sua mãe. De repente, ele estabelece aquela simplicidade mineira cheia de sofisticação, como quando canta Cio da Terra, fazendo belo jogo vocal com seus violonistas. Uma senhora idosa na fila B do mezanino chora copiosamente.

Milton segue sua batalha com toda a dignidade do mundo e busca saúde ao lado de seu público. O cantor assustou seus fãs no último fim de ano, quando teve indisposição cardíaca e foi internado às pressas após o show. Passou por cateterismo e precisou cancelar sua agenda.

Pelo jeito, não quer saber de descanso. Precisa de seu canto, de seu público. Como canta na última música, Para Lennon e McCartney, finalizando o bis: “Não precisa medo, não. Não precisa da timidez. Todo dia é dia de viver”.

E, ao fazer questão de se levantar ao fim do show, mesmo confessando estar “com um problema na perna”, Milton exibe seu destemor e demonstra que é guerreiro que luta toda a vida. E que, por isso, é imprescindível. Tal qual preconizou Brecht.

milton nascimento chico buarque japanuha Crítica: Milton Nascimento luta e mostra ser imprescindível

Após internação, Milton Nascimento recebe em sua casa no Rio a visita de Chico Buarque, em dezembro último,: amizade de cinco décadas - Foto: Danilo Nuha

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Publicado em 14/01/2015 às 03h03

Olodum grava sucesso de Edith Piaf

foto 5 Olodum grava sucesso de Edith Piaf

Diante do mar da Bahia: Olodum grava sucesso de Edith Piaf - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O grupo afro-percussivo baiano Olodum resolveu encarar uma pérola da música francesa.

A banda gravou a canção Non, Je ne Regrette Rien, de Charles Dumont e Michel Vaucaire, imortalizada na voz de Edith Piaf (1915-1963).

O drama costumeiro nas interpretações da música cede lugar à batida do samba-reggae do Olodum.

O videoclipe foi gravado no Museu de Arte Moderna da Bahia, o MAM, no Solar do Unhão, com a baía de Todos os Santos ao fundo.

A vocalista Satyra Carvalho assumiu o vocal da canção.

Em breve, o vídeo estará disponível na internet, no programa Sacada Vevo.

foto 4 Olodum grava sucesso de Edith Piaf

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Publicado em 31/12/2014 às 03h08

Shows gratuitos animam Ano-Novo no Rio de Janeiro

SEU JORGE Shows gratuitos animam Ano Novo no Rio de Janeiro

Seu Jorge é uma das atrações do Réveillon de Copacabana - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O mais tradicional Réveillon do Brasil, o da praia de Copacabana, no Rio, terá shows gratuitos em três pontos distintos da praia. Turistas e cariocas poderão confraternizar ao som de grandes nomes de nossa música. Veja, abaixo, a lista completa de shows em cada palco:

PRAIA DE COPACABANA

Palco Principal – em frente ao Copacabana Palace
18:00: Abertura com DJ
19:30: Baia Toca Raul
20:30: Detonautas
22:20: Titãs
00:00: Espetáculo de Fogos Musicados
00:16: Seu Jorge (Show da Virada)
02:40: G.R.E.S. Unidos da Tijuca
03:30: Encerramento

Palco Santa Clara – em frente à rua Santa Clara
18:00: Abertura com DJ
19:30: Bossa Cuca Nova
20:50: Revelação
22:20: Maria Rita
00:00: Espetáculo de Fogos Musicados
00:16: Roupa Nova
02:40: G.R.E.S. Salgueiro e G.R.E.S. Portela (25 minutos cada)
03:00: Encerramento

Palco Leme
18:00: DJ Ailton
19:00: Grupo 100%
20:20: Grupo RP com participações
21:30: Leandro Sapucahy
23:10: Grupo RP com participações
00:00: Espetáculo de Fogos Musicados
00:16: Styllo X
01:30: DJ Ailton
03:00: Encerramento

OUTRAS REGIÕES DO RIO

Madureira
Velha Guarda da Império Serrano, Ferrugem, Clareou e Bateria da Mangueira

Flamengo
Leo Russo e Thaís Macedo, Silvinho Blau Blau, Gabriel Moura e baterias da Beija-Flor e da São Clemente

Ilha do Governador
Pura Amizade, Swing e Simpatia, Tá na Mente e bateria da União da Ilha

Piscinão de Ramos
MCs do Funk, Nosso Sentimento e bateria da Grande Rio

Penha
Samba Legal, Preto Joia, Celebrare, Imaginasamba e bateria da Imperatriz

Ilha de Paquetá
Bruno Maia, Coisa Séria, Alex Cohen e bateria da Viradouro

Sepetiba
Curtindo a Vida, Dilsinho, Marquinhos Sensação e bateria da Mocidade Independente

Guaratiba
Disfarce, Michael Sullivan, Reinaldo Príncipe do Pagode e bateria da Vila Isabel

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Publicado em 30/12/2014 às 03h08

Descubra quem faz show no Réveillon da Paulista

Michel Teló Descubra quem faz show no Réveillon da Paulista

Michel Teló é atração no palco da avenida Paulista - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os paulistanos que ficarem na cidade na noite de Réveillon têm a opção de shows gratuitos na avenida Paulista, no mais tradicional Ano-Novo da metrópole.

A programação por lá começa às 19h30 nesta quarta (31) e vai até 2h. Pela avenida haverá 80 pontos de alimentação e 11 de atendimento médico, além de 500 banheiros químicos e telões em diversos pontos. Cerca de 1.200 policiais militares farão a segurança do evento.

Veja, abaixo, quem sobe ao palco:

Banda Gin
The Voice: Danilo Reis e Rafael, Kim Lirio, Lui Medeiros e Romero Ribeiro
Art Popular
Michel Teló
Banda teen Strike
Escola de Samba Mocidade Alegre

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Publicado em 18/12/2014 às 03h07

Marcelo D2 celebra 1º DVD ao vivo no Rio

marcelo d2 Marcelo D2 celebra 1º DVD ao vivo no Rio

Marcelo D2: show ao vivo no Rio será transmitido pela TV - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O cantor Marcelo D2 marcou para este sábado (20) o show para celebrar seu primeiro DVD ao vivo, com o registro da turnê Nada Pode me Parar. A apresentação está marcada para 23h, no Citibank Hall (av. Ayrton Senna, 3.000, Barra da Tijuca), no Rio. No repertório, os maiores sucessos dos 20 anos de carreira do músico. O evento terá transmissão ao vivo pelo canal pago Multishow. Os ingressos vão de R$ 30 a R$ 200. A esquadrilha da fumaça vai em peso.

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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