Publicado em 01/07/2015 às 03h03

André Abujamra celebra 50 anos com disco O Homem Bruxa

homem bruxa André Abujamra celebra 50 anos com disco O Homem Bruxa

Antonio Abujamra na capa de seu disco O Homem Bruxa - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O inquieto André Abujamra resolveu celebrar seus 50 anos de vida com o disco O Homem Bruxa.

No álbum, mistura referências que vão de Hermeto Pascoal a Jerry Lewis, passando por outros nomes tão importantes quanto.

Segundo o músico, que tem apresentação marcada para o Rock in Rio no dia 25 de setembro, ao lado de André Moraes, o título do disco "é a desconstrução das palavras", já que ele nunca seguiu "a lógica convencional".

Diz que tem o objetivo de "tornar visível as coisas invisíveis" no mundo atual "onde tudo é feito para ser ajustado e tudo é desajustado.

No disco, ele ainda homenageia o pai, Antonio Abujamra, que morreu em abril, mas, antes, gravou participação na faixa Espelho do Tempo.

A mãe do artista, que morreu há cerca de dois anos, também ganha homenagem na faixa Mãe Cazu.

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Publicado em 20/06/2015 às 03h03

Chris Oliveira estreia show Elixir na Virada Cultural

ChrisOliveira JulianaFreitas 2 Chris Oliveira estreia show Elixir na Virada Cultural

Estreante na Virada: Chris Oliveira solta a voz em Elixir - Foto: Juliana Freitas

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A Virada Cultural, que acontece em São Paulo neste fim de semana é a oportunidade não só de ver artistas já velhos conhecidos do público, como também de descobrir nomes que despontam em nossa música.

Um deles é Chris Oliveira, que grava o disco Elixir e que participa pela primeira vez do evento.

Seu show está marcado para o domingo (21), às 15h, no Teatro Luiz Gonzaga, no CEU Curuçá (av. Marechal Tito, 3400, Itaim Paulista), na zona leste paulistana.

Chris prepara surpresas para seu show: “A expectativa é imensa, de poder cantar as canções do álbum que ainda está no forno”. Outra alegria é poder cantar na região onde o músico cresceu e viu sua música desabrochar. Foi na zona leste também que ele foi premiado com a música São Paulo.

Elixir é um disco com 12 faixas com influências do samba, rock nacional, música latina, black music e música pop italiana. A primeira música do disco foi lançada em abril e já faz sucesso nas redes sociais: Bora.

Depois do show de Chris, o espaço ainda recebe a banda de reggae Planta e Raiz. Vale a pena conferir.

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Publicado em 17/06/2015 às 03h03

Roberto Carlos receberá homenagem em Las Vegas

roberto carlos Roberto Carlos receberá homenagem em Las Vegas

Roberto Carlos será homenageado nos Estados Unidos - Foto: Divulgação

Da EFE

Roberto Carlos foi eleito a Personalidade do Ano pela Academia Latina da Gravação e receberá o prêmio em um evento anterior à festa do Grammy Latino, informou a organização nesta terça-feira (16).

"Falar do Brasil é falar de Roberto Carlos. Seu imenso talento, paixão e dedicação à sua arte fizeram dele um dos maiores cantores e compositores da música latina. É com grande orgulho que homenageamos esse tesouro musical e estamos ansiosos por celebrar sua carreira e seu inesquecível legado", disse Gabriel Abaroa, presidente da Academia.

A homenagem acontecerá em 18 de novembro no centro de convenções do Hotel Mandalay Bay, em Las Vegas, no estado americano de Nevada, e contará com a presença de artistas de renome que irão interpretar as músicas mais famosas do Rei.

Parte do lucro da homenagem irá para à Fundação Cultural Latin Grammy.

O evento servirá como prévia do Grammy Latino, que será realizado no hotel MGM de Las Vegas em 19 de novembro.

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Publicado em 10/06/2015 às 03h03

Coral canta Caymmi de graça no Memorial

 Coral canta Caymmi de graça no Memorial

Dorival Caymmi: que tal ver seus desenhos ao som de sua música de graça no Memorial? - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Nem todo mundo sabe que o músico baiano Dorival Caymmi (1914-2008) também era artista plástico. A inspiração para as telas era a mesma de suas canções: a Bahia.

E nada melhor do que juntar seus quadros à sua música.

É o que acontecerá neste sábado (13), às 19h, na exposição Aos Olhos de Caymmi, no Salão de Atos no Memorial da América Latina, em São Paulo, com entrada gratuita.

O Coral Paineiras do Morumby vai apresentar os grandes hits do cantor e compositor. No repertório estão Morena do Mar, Vatapá, Maricotinha, Maracangalha, Saudade da Bahia e Marina, entre outras.

A direção musical é de Ana Yara Campos, com assistência em regência de Caio Guimarães. O grupo ainda conta com os monitores Andressa Thiemi Braga, Henrique Soares e Solange Ibri e com o pianista convidado José Henrique Arantes.

A exposição vai até domingo (14), sempre das 9h às 18h. O Memorial fica ao lado do metrô Barra Funda, em São Paulo.

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Publicado em 07/06/2015 às 12h08

Crítica: Abraçaço ou por onde anda Caetano?

caetano legrosrouge1 Crítica: Abraçaço ou por onde anda Caetano?

Caetano e músicos da Banda Cê no palco de Abraçaço - Foto: Le Gros Rouge/Divulgação/Caetano Veloso

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A jovem argentina que se encantou com o batuque presente em algumas canções de Caetano Veloso do passado ficou estupefata com seu show Abraçaço, no Teatro Gran Rex, em Buenos Aires.

Ela mal podia compreender aquele rock duro, frio, mesclado com rap e funk carioca. Só na derradeira canção do bis, quando entoou Leãozinho, a jovem portenha abriu um sorriso no rosto. Mas este não lhe tirou uma pergunta da cabeça: por onde anda Caetano?

O jovem público intelectual da Choperia do Sesc Pompeia, em São Paulo, grande parte já conhecedor de seu mais recente disco, Abraçaço, talvez estivesse mais preparado para o minimalismo roqueiro do filho de Dona Canô.

Enquanto Caetano faz no palco a coreografia de Um Abraçaço com seus músicos, mostrando um atrevido dedo em riste a tudo que por aí está, quem ficou preso na nostalgia do Caetano Veloso dos anos 1970 torce para que apareça alguma coisa dos tempos de outrora.

Sabedor disso mesmo, o cantor dialoga com sua própria música de tempos anteriores, mas buscando aquelas canções que conseguem conversar com seu tempo presente, como é o caso de Triste Bahia, do álbum Transa, de 1972, gravado no exílio londrino.

Mas, o diálogo musical é feito com os olhos no presente, que parece ser a grande obsessão de Caetano.

Se na década de 1960 o músico soube romper com o tradicionalismo da MPB presa ao violão da bossa nova para abarcar também a guitarra elétrica e a sonoridade do rock que surgia para deglutir a música no mundo inteiro, nos anos posteriores Caetano soube dialogar intensamente com a seara musical ao seu redor, no tempo real em que tudo acontecia.

Assim, tivemos, ao longo dos tempos, um Caetano psicodélico, batuqueiro, sambista, roqueiro, latino e tantos outros que surgiram para conversar com seu presente.

E Abraçaço segue a mesma proposta tropicalista de ser o hoje. Em tempos nos quais a rádio mostra que boa parte do Brasil dá as costas para a própria riqueza rítmica que produziu — advinda, sobretudo, da forte presença negra no País —, Caetano reconstrói de maneira notável a simplória matiz sonora da contemporaneidade e descortina o Brasil presente em tom melancólico.

Acompanhado da metódica Banda Cê, formada pelo baterista Marcelo Callado, pelo baixista Ricardo Dias Gomes e pelo excelente guitarrista Pedro Sá, Caetano consegue recriar o som do disco ao vivo, em claro virtuosismo dos músicos. Sua voz é a mesma de sempre.

A precisão alcançada não apaga a malemolência do baiano no palco. Apesar de não haver percussão no show, é em sua ausência que o batuque se faz presente. Porque a Bahia Caetano traz consigo. Por mais que trilhe caminhos aparentemente opostos, é nela que Caetano sempre andará.

Caetano Veloso em Abraçaço
Avaliação: Muito Bom
Quando: 7/6/2015, domingo, 18h
Onde: Sesc Itaquera (av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1.000, Parque do Carmo, São Paulo, tel. 0/xx/11 2523-9200)
Quanto: Grátis
Classificação etária: Livre

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Publicado em 19/05/2015 às 03h04

Vinil vive nova era de ouro no Reino Unido

ThinkstockPhotos 497183891 Vinil vive nova era de ouro no Reino Unido

 

Jorge Peris, da EFE

Após muitos anos abandonados pelo som digital, os discos de vinil voltaram com força ao panorama fonográfico do Reino Unido, não somente como objetos para nostálgicos e colecionadores, mas em novas edições e gravações musicais dos grupos britânicos mais populares. Foi preciso viver as gerações de CDs, minidiscs, mp3s, iPods e a música em "streaming", em plataformas como Spotify, Deezer, Soundcloud e Grooveshark, para que o vinil voltasse a estar na moda e bem avaliado no panorama fonográfico do país.

Os LPs estão concorrendo com os compact disc nas lojas de discos e têm sido utilizados por muitos DJs em alguns dos clubes mais prestigiados da capital britânica. Este mês, a empresa Official Charts Company, que quantifica as vendas da indústria musical no Reino Unido, lançou sua primeira lista semanal com os vinis mais vendidos.

Algumas das maiores bandas britânicas dos últimos anos , como Arctic Monkeys, The Vaccines, The Wombats e Noel Gallagher's High Flying Birds, lançaram também seus últimos trabalhos em vinil. No entanto, são os grupos e artistas clássicos que estão nos primeiros postos na lista de mais vendidos, como Manic Street Preachers, Sex Pistols, David Bowie e The Doors.

Ano passado, alguns dos álbuns mais elogiados dos Beatles, como Help, A Hard Day's Night, Please Please Me e Revolver, voltaram a ser vendidos em vinil depois de serem remasterizados nos míticos estúdios Abbey Road, em Londres. Com esta nova gravação, os técnicos de som buscavam se aproximar o máximo possível do som original que os Beatles fizeram há 50 anos.

"Esta era da música digital fez com que muitos consumidores sentissem falta de um produto físico, como o CD ou o vinil, e quisessem algo tangível para poder sentir que investiram em um artista", explicou à Agência Efe Dave Reilly, da Warner Music. "O vinil tem melhor aceitação que o CD, que tem uma aparência muito mais barata. O disco de vinil é visto como uma obra de arte, algo para guardar, para colecionar. Acho que enquanto não houver outras alternativas físicas aos downloads ou ao 'streaming', o vinil terá lugar no mercado", acrescentou Reilly.

Apesar da expansão da música em "streaming" e do formato mp3, o vinil faturou 1,3 milhão de libras (R$ 8,5 milhões) no Reino Unido em 2014, o valor mais alto dos últimos anos. Em 2014, as vendas de vinis no país foram apenas 1,5% do faturamento total de discos, aumento de 1,4% comparado com 2006, quando foi de irrisório 0,1%.

A indústria fonográfica britânica espera ainda que as vendas neste formato, que teve seu período de glória nas décadas de 60, 70 e 80 e começou a declinar nos ano 90 até chegar ao fundo do poço, cresçam este ano 70%. "As pessoas estão cansadas da saturação da música 'baixável' e em 'streaming'. Comprar um vinil, com a capa e as letras, é uma forma de render uma pequena homenagem ao grupo que você gosta", afirmou à Efe Jesús Velázquez, DJ em Londres e colecionador de vinils. "Acho que comprar um vinil é uma boa forma de reunir discos que você pensa que terá a vida toda", destacou Velázquez.

Definitivamente, muitos no Reino Unido pensam que, longe de ter virado história, os discos de vinil e seus imprescindíveis acompanhantes - os toca-discos e as agulhas - podem ter entrado em uma nova "Idade de Ouro", agora com o indubitável charme 'vintage'.

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Publicado em 08/05/2015 às 03h04

Conheça banda croata que enfurece Angela Merkel

Let 3 Conheça banda croata que enfurece Angela Merkel

Vocalista da banda croata Let3: ousadia e humor - Foto: Divulgação

Da EFE, em Zagreb (Croácia)

O grupo de rock croata LeT3, famoso por seus espetáculos controversos, subiu no palco no mês passado, para o lançamento em Zagreb do álbum intitulado "Angela Merkel está cagando" com uma estátua da chanceler alemã com as nádegas de fora que simulava defecar sobre várias pessoas.

Na parte final do show apareceu em cena a escultura de Merkel acompanhada de um coro vestido ao estilo gospel, levando o público ao delírio.

Enquanto o coro, o público e os membros do conjunto cantavam "Angela, Angie, ouça nossas preces e cague sobre nós", a escultura 'defecava' sobre eles e vários voluntários do público.

"Angela Merkel é o 'frontmen' do capitalismo neoliberal, representa os bancos e capitalistas que exploram o povo. Decidimos representar esse mal da forma mais pitoresca e fazer uma grande escultura", explicou à Agência Efe Damir Martinovic "Mrle", fundador e de baixista do grupo.

"A escultura ilustra de onde vem o problema europeu e croata. Vem da própria Angela Merkel", assegurou.

Ações provocativas

Os membros do grupo de rock, conhecido há mais de 20 anos na Croácia por suas ações provocativas e espetáculos curiosos, se apresentaram hoje vestidos com roupas estampadas com notas de euros e dólares.

O espetáculo com a escultura causou uma euforia geral entre o público, que ria, cantava e se divertira com o grupo.

"São geniais. Conseguiram com que, durante todo o dia de hoje, as emissoras repetissem 'Angela Merkel está cagando' e é importante que muitos tenham ouvido", comentou uma espectadora.

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Publicado em 23/04/2015 às 03h04

Red Hot Chili Peppers também quer ir a Cuba

 Red Hot Chili Peppers também quer ir a Cuba

Vista de Havana, a capital de Cuba - Foto: Divulgação

Da EFE, em Havana

A banda de rock americana Red Hot Chili Peppers quer se apresentar em Cuba, segundo disse seu guitarrista Josh Klinghoffer, que está visitando Havana.

"Queremos vir a Cuba há muito tempo, por isso quando lhes disse que vinha, todos queriam me acompanhar. Mas faremos isso em breve, posso garantir. Uma vez por semana lhes digo que deveríamos tocar aqui", comentou Klinghoffer após acompanhar o rapper Quest Love em um show em Havana.

O músico americano, que já esteve na ilha há dez anos, afirmou que desde então ficou "obcecado" com a ideia de retornar e com o falecido músico Compay Segundo, a quem qualificou como "o cara mais genial do mundo".

"Agora a empresária de Quest Love me apresentou essa possibilidade e aqui estou", declarou ao jornal Granma.

Josh considerou que o processo de degelo diplomático iniciado pelos governos dos Estados Unidos e Cuba é "um grande momento" para que possam ir à ilha as bandas americanas que há muito tempo querem tocar ali, assim como outros músicos interessados em conhecer a cultura e o público cubano.

O guitarrista disse ainda que se surpreendeu ao descobrir que o Red Hot conta com muitos fãs em Cuba, onde não tinha certeza que sua música tivesse chegado.

"É maravilhoso saber que os cubanos estão aqui, saber que existem. (...) Estou ansioso para tocar aqui em um grande show que emocione todos nossos fãs", acrescentou.

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Publicado em 22/04/2015 às 03h04

Música digital cresce 32% na América Latina

musica digital Música digital cresce 32% na América Latina

Brasil é o maior mercado para a música digital na América Latina - Foto: Divulgação

Da EFE, em Londres

A venda de música digital na América Latina cresceu 32% em 2014, com um faturamento total de US$ 247 milhões, segundo um relatório da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) divulgado nesta terça-feira (21).

Venezuela, Peru e Colômbia são os três países latino-americanos que mais aumentaram suas vendas de música digital ano passado, segundo os números da IFPI.

A Venezuela, com um aumento de 272,8%, foi o mercado que mais cresceu, seguido por Peru (96,5%), Colômbia (94,9%), Paraguai (69,1%) e Argentina (67,7%).

O Brasil, o maior mercado de música digital na região, cresceu 2% o ano passado.

Mundialmente as vendas de música em formato digital cresceram 6,9%, e chegaram aos US$ 6,85 bilhões em 2014. A diretora do IFPI, Frances Moore, assinalou em Londres que a revolução da música em formato digital "avança para novas fases, guiada pelos desejos do consumidor de acessar música".

"A indústria se transformou para a era digital, adaptando seu modelo de negócio e dando licenças a centenas de aplicativos e milhões de canções para seu uso online", acrescentou Moore. As vendas físicas de CDs e vinis somaram no mundo todo US$ 6,82 bilhões, ligeiramente abaixo do faturamento da música em formato digital.

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Publicado em 15/04/2015 às 03h03

“Estou totalmente matrix”, diz Baby do Brasil, que lança disco e DVD ao vivo em SP

baby brasil bob sousa Estou totalmente matrix, diz Baby do Brasil, que lança disco e DVD ao vivo em SP

Baby do Brasil, em pose exclusiva para o R7 Cultura - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto BOB SOUSA

Fluminense de Niterói, Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade é a apenas Baby do Brasil (mas, também já foi Baby Consuelo) para o público, que a tem como uma das figuras mais autênticas que a MPB produziu.

Às vésperas de completar 50 anos de carreira e com 62 de idade, a eterna menina que dança acaba de lançar o primeiro DVD ao vivo de sua carreira. Foi gravado no Rio, no começo deste ano, sob direção de Paula Lavigne e Fernando Young.

Em cena, o show Baby Sucessos, louvado pela crítica especializada, incluindo aí este colunista. A turnê marcou a volta de Baby à boa e velha música popular brasileira, depois de passar anos longe dos palcos por conta de sua conversão à fé evangélica. Ela só voltou a cantar os antigos hits por muita insistência do filho, Pedro Baby.

Foi ele quem fez a direção musical do novo disco e DVD da mãe, Baby Sucessos - A Menina Ainda Dança, produzido pela Uns Produções e Filmes e distribuído pelo selo Coqueiro Verde.

Ela faz show para lançar o disco e DVD em São Paulo, no próximo dia 29 de maio de 2015, uma sexta, a partir das 22h, no HSBC Brasil (r. Bragança Paulista, 1.281, Chácara Santo Antônio), com entradas entre R$ 80 e R$ 200, em valores de inteira.

“Estou de volta, mas no futuro e totalmente matrix”, sintetiza Baby, com seu jeitinho cósmico de ser.

capa alta Estou totalmente matrix, diz Baby do Brasil, que lança disco e DVD ao vivo em SP

Capa do primeiro DVD ao vivo de Baby do Brasil: A Menina Ainda Dança - Foto: Divulgação

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Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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