Publicado em 27/09/2014 às 15h10

Juliana Perdigão na Babilônia chamada São Paulo

juliana perdigao Juliana Perdigão na Babilônia chamada São Paulo

Juliana Perdigão, uma mineira na Babilônia chamada SP - Foto: Aline Xavier

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Dizem que Belo Horizonte é um ovo. Acho que dizem o mesmo de muitas cidades por aí. Fato é que durante os 25 anos que lá morei acabei nunca cruzando com ela. Mas, também é verdade, temos amigos em comum e seu nome sempre esteve por perto. Assim, fui admirando de longe a cantora e instrumentista potente que ela sempre foi.

Agora, Juliana Perdigão está mais perto. Resolveu também se mudar para São Paulo, onde já é amiga de um monte de gente e manda ver nas peças musicais do Teat(r)o Oficina. Sobre a cidade, já tem posição a declarar: "Eu me sinto bem, adoro essa Babilônia. São Paulo é demais".

Só fomos formalmente apresentados neste mês, no último Mirada, o Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, no qual comandou as frenéticas pistas noturnas na comedoria do Sesc Santos com seus amigos do Oficina.

De volta à metrópole, faz show neste sábado (27), às 21h, na Casa do Mancha, ali na rua Felipe de Alcaçova, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. O ingresso do jeito que a gente gosta, bem barato: R$ 20. Pra todo mundo ir.

Sobe ao palco acompanhada dos "queridos" Chicão no piano, Moita na guitarra, João Antunes no baixo e Pedro Gongom na bateria. Além de tocar clarineta e flauta, ela também vai cantar músicas de Luiz Gonzaga, Tião Duá, Milton Nascimento, Makely Ka e Jards Macalé, entre outros compositores que fazem sua cabeça.

Não é à toa que diz que sua música tem "multifaces, múltiplas influências, reflexo do nosso tempo". Mantém olho no presente, passado e futuro. "Gosto de cantar e tocar músicas de agora, muitas de compositores os quais admiro e tenho afinidade. E lançar outro olhar sobre canções já conhecidas", explica, com todo o carinho do mundo.

Ainda estão no repertório Moondog, Negro Leo, Kiko Dinucci, Kristoff Silva, Nuno Ramos, Renato Negrão e Pablo Castro. E qual é a melhor e a pior parte de se fazer música brasileira de qualidade nos dias de hoje? Ela responde na lata: "Acho que não tem pior parte, poder fazer música já é um grande presente".

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Publicado em 27/09/2014 às 12h00

Vania Abreu quer botar música boa na praça

Vania Abreu credito Zezinho Vania Abreu quer botar música boa na praça

Vania Abreu: cantora quer lançar novos artistas no mercado fonográfico - Foto: Zezinho

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A cantora Vania Abreu, baiana radicada em São Paulo desde 1995, agora só quer saber de lançar novos artistas de qualidade no mercado fonográfico brasileiro. Desde que assumiu a direção artística do selo Friends Music, braço da produtora Friends Áudio, a irmã de Daniela Mercury resolveu apostar em nomes que conhece muito bem.

Os primeiros álbuns serão lançados até o mês de novembro. Entre eles, está o novo disco de Jau, cantor e compositor que já foi do Olodum e é queridinho na juventude descolada de Salvador, onde músicas dele como Flores da Favela e Sandália de Couro são hits.

O coletivo Os Marchistas também já assinou com o novo selo. Todos os trabalhos serão inéditos e autorais. Vania, que já lançou sete discos próprios, diz que seu objetivo agora é "espalhar música que mova ideias, pensamentos, sentimentos e tire a imaginação do lugar".

Desde 2011, ela está na empreitada da produção musical e já coleciona êxitos como o disco Mundão de Ouro, que resgatou o sambista baiano Riachão à cena musical nacional para a alegria de todos nós.

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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