Publicado em 26/11/2014 às 03h05

Tributo antecipa festa de 80 anos de Elvis Presley

ggg Tributo antecipa festa de 80 anos de Elvis Presley

Gilberto Augusto: um dos melhores covers de Elvis no Brasil - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Se vivo fosse, Elvis Presley completaria 80 anos em 8 de janeiro de 2015.

Mas, se ele não está mais por aqui, festa não deixará de ser realizada. Afinal, seus fãs são imbatíveis — muitos até acreditam que ele está vivo em algum lugar deste mundão.

Em São Paulo, na próxima sexta (28), às 21h30, acontece o show Elvis The Concert – O Tributo, com Gilberto Augusto, considerado um dos melhores covers de Elvis no Brasil, e participação especial de Jerry Adriani, ícone da jovem guarda.

O show ainda terá a Banda Memphis, a Orquestra Memphis e o Quarteto Vida Nova, no Teatro APCD (r. Voluntários da Pátria, 547, Santana, São Paulo, tel. 0/xx/11 2223-2424; R$ 60).

Atenção para esta dica: quem levar dois quilos de alimento não perecível paga meia-entrada no valor de R$ 30.

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Publicado em 21/11/2014 às 03h07

O Retrato do Bob: Jards Macalé, potência musical

jards macale bob sousa O Retrato do Bob: Jards Macalé, potência musicalFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Quando Maria Bethânia, ainda adolescente, chegou ao Rio em 1965 para substituir Nara Leão no espetáculo Opinião, era o violão tocado por ele que soava quando ela abria o vozeirão em Carcará. Quando Gal gravou o disco antológico Legal, em 1970, era também ele o homem por detrás de cada arranjo do álbum. Outro disco fundamental, Transa, de Caetano Veloso, em 1972, também foi produzido por ele. Isso sem contar as diversas composições, como Vapor Barato, hino da contracultura feito por ele em parceria com o poeta baiano Waly Salomão. Hoje, aos 71 anos, o homem que posa para Bob Sousa no palco do Teatro Paulo Autran do Sesc Pinheiros, em São Paulo, está mais maduro, mas com aquele atrevimento artístico intocado. Afinal, Jards Macalé é uma potência musical.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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Publicado em 17/11/2014 às 13h01

Música de resistência à ditadura vira tema de show

CANTO.LIVRO ft8b x cred.fotogr.SergioCaddah Música de resistência à ditadura vira tema de show

Canto Livro faz show para lembrar cancioneiro de resistência - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A música popular brasileira, a nossa velha querida MPB, apesar de toda a perseguição, viveu um período áureo durante os anos de chumbo da ditadura civil-militar instaurada no País 50 anos atrás e que durou 21 sombrios anos.

As canções e outras produções artísticas tiveram primordial papel no processo de resistência e na construção da democracia que hoje vivemos.

Para celebrar tais obras, o espetáculo Bodas de Chumbo do Canto Livro apresenta músicas e literatura feitas nesta época, reunidas em um show poético.

Ícones como Millôr Fernandes, Gianfrancesco Guarnieri, Milton Nascimento, Geraldo Vandré, João Bosco e Ferreira Gullar estão no roteiro.

Jean Garfunkel (violão), Joana Garfunkel (voz) e Pratinha Saraiva (flautas) se apresentam nesta segunda (17), às 21h, no Tatu Bar e Palco (r. Alves Guimarães, 153, Pinheiros), em São Paulo, com entrada a R$ 35.

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Publicado em 15/11/2014 às 12h00

Átila Moreno: Filme sobre Tim Maia resgata essência musical e genialidade profana do artista

tim maia3 Átila Moreno: Filme sobre Tim Maia resgata essência musical e genialidade profana do artista

Tim Maia (1942-1998): o verdadeiro rei da música brasileira - Foto: Divulgação

Por ÁTILA MORENO
Especial para o R7*

Quando Nelson Motta escolheu o título do livro que conta a história do verdadeiro rei da música brasileira, achou a melhor definição possível: Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia.

Agora, a obra serviu de inspiração para o filme Tim Maia. Mesmo com o título simplista, o filme captou bem o clima ao contar a uma história de extremos.

Tim Maia (1942-1998) foi intenso, problemático, politicamente incorreto, transgressor. Uma grande criança que não cabia dentro de si de tão amável e com um romantismo pesado. Um ser complexo demais pra um filme de quase duas horas e meia dar conta.

O diretor Mauro Lima (Meu Nome Não é Johnny) conseguiu contar a infância pobre na região da Tijuca, no Rio de Janeiro; a formação da banda The Sputniks junto com Roberto Carlos (George Sauma numa inconfundível caricatura) e as inúmeras tentativas de se inserir no cenário musical.

Estão ali também as disputas cinematográficas com os colegas; as brigas homéricas dignas de batalhas espartanas; a invejável aventura pelos EUA onde ele descobre a soul music; a conversão à seita Racional Superior (que trouxe um dos seus trabalhos mais magníficos em termos musicais); o abismo das drogas; as desilusões amorosas; a reconquista do sucesso até a sua morte. Ufa! Tudo isso mostrado de forma nua e crua, sem rodeios.

Mergulho na alma de Tim Maia

Apesar de a essência do livro ser bem captada, alguns personagens foram remontados para condensar bem o roteiro. Janaína (Alinne Moraes) é a representação das mulheres que passaram pela vida do artista.

Fábio (Cauã Reymond), músico que tocou com Tim Maia, e que no filme junta nuances de outras pessoas que conviveram com o cantor, é quem narra a história. Tal recurso se torna preguiçoso e enfadonho demais na trama.

Ainda bem que os diálogos salvam o resto, diante da ridícula poesia por trás do texto narrativo, que aliás destoa bastante da impecável produção (com destaque para fotografia, direção de arte e trilha sonora).

Vale ressaltar também as atuações Babu Santana (Tim Maia velho) e Robson Nunes (Tim Maia jovem). Claro que um ator para esse papel poderia beirar entre o ridículo amador e o retumbante profissional. O segundo ponto prevalece para os dois.

Robson insere a ingenuidade e a criança contidas no jovem Tim Maia. Babu agiganta o gênio e sua fúria em doses cavalares de convencimento e mergulho no personagem.

Infelizmente, grandes trechos do livro de Nelson Motta ficaram de fora ou não tiveram o devido cuidado na adaptação para o cinema.

Por exemplo, quando Tim Maia compõe Azul da Cor do Mar. É um dos momentos mais sublimes da obra, daqueles que você fecha o livro, chora e repensa a vida por longos minutos. No filme, ganhou meros segundos sem dramaticidade alguma.

Mas lá pelo final, o diretor traz uma surpresa de encher a alma, que expressa o clima captado por todo o filme e que mostra que Tim Maia está mil anos-luz de ser efêmero.
atila moreno 2 Átila Moreno: Filme sobre Tim Maia resgata essência musical e genialidade profana do artista

*ÁTILA MORENO é jornalista graduado pelo UNI-BH e tem pós-graduação em Produção e Crítica Cultural pela PUC-Minas. Colunista convidado, escreve no R7 Cultura todo terceiro sábado do mês. A opinião dos colunistas convidados não reflete, necessariamente, a opinião do R7.

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Publicado em 12/11/2014 às 03h07

Nem Secos é música boa contra a ostentação

nem secos Nem Secos é música boa contra a ostentação

Nem Secos: eles são autênticos, bons músicos e nada idiotas; na foto, da esq. p/ dir, frente: Carlos Linhares, Leandro Said, Deh Mussulini e Luã Linhares; atrás, tb da esq. p/ dir.: Alexandre Mestiço, Sune Salminen e Leonardo Clementine - Foto: Ciléia Botelho

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Qualidade musical aliada a um discurso potente e libertário. Num mundo musical submerso até o último fio da cabeça no mercado voraz – que o diga a ostentação dominante – ver uma banda que propõe justamente o contrário é algo que ainda faz a gente querer acreditar que o interessante um dia pode (voltar a) ser normal (e não marginal). Porque, como eles cantam em A Manha e o Paia, "O que vai ser do mundo? O mundo se vendeu..."

A música deles é ótima. As letras também. Quem foi ao último show que fizeram, na manhã de sol do último domingo (9), no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte, sabe muito bem: a banda Nem Secos é boa demais da conta, sô. É uma das melhores coisas que a atual cena musical mineira produziu.

Quem duvidar que ouça o disco Dançando a Vida, que deve ser prensado ano que vem, assim que o grupo conseguir a grana, porque o mercado atual anda burro demais.

Alexandre Mestiço (com sua voz soul e presença intensa no palco), Carlos Linhares (espécie de Tom Zé mineiro e mentor do grupo), Deh Mussulini (segura nos vocais e única mulher da banda, talvez por isso ainda tímida no palco, mas que tem tudo para desabrochar cada vez mais), Delano Soares (em participação especial na percussão), Leandro Said (virtuoso e propositivo nos instrumentos de sopro) , Leonardo Clementine (guitarrista; mais na dele, mas fundamental), Luã Linhares (pianista talentoso e dono de uma voz jovem) e Sune Salminen (baterista cheio de ginga) são uma mistura dos Mutantes com Novos Baianos, mas com (muita) pegada própria.

O nome talvez os remeta, excessivamente e erroneamente, a uma espécie de cover da banda Secos & Molhados, ícone dos anos 1970. Mas, não são. Só foram, lá no comecinho da história da banda, 11 anos atrás.

Hoje, digamos que o espírito da banda que lançou Ney Matogrosso está presente de alguma forma, mas a Nem Secos consegue transformar aquele discurso de 40 anos atrás em algo que dialoga freneticamente com as relações líquidas do contemporâneo. E dão uma sacudida na pasmaceira vigente.

É preciso acentuar a exuberância musical do pianista Luã Linhares, filho do vocalista e baixista Carlos Linhares. Luã é um músico que faz a gente se lembrar do roqueiro argentino Charly García na juventude com seu excesso de potência.

Os Nem Secos são favor da paz, do amor (livre), da arte, do homem, da inteligência, da música, do talento. E contra toda a idiotização de tudo, o que fazem muito bem. Para eles, bem melhor que ostentar, é simplesmente ser. E não ter discurso pronto, vendido. Como cantam, com toda a ironia do mundo, em A Seita que Não Aceita: "Ai, ai, ai, ai, ai, ai, mas eu vou fundar uma nova seita que não aceita ninguém com mais uma ideia pronta".

Este é o recado debochado, inteligente e potente do Nem Secos no palco, na arte, na vida.

E tal discurso está presente até na harmonia deles no palco, onde fazem transitar a importância entre todos os seus integrantes (vestidos com roupas coloridas e de farta inspiração afrobrasileira) durante o show. Mais do que o jogo de egos comuns nas bandas mundo afora, mostram que o coletivo pode funcionar. Nem que seja em sua música mergulhada (ainda bem) na utopia.

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Publicado em 11/11/2014 às 13h43

Brasileiro conquista o mundo com choro moderno

danilo brito Brasileiro conquista o mundo com choro moderno

Danilo Brito: aos 29 anos, bandolinista brasileiro é reverenciado no mundo; músico lança disco com seu nome no Sesc Belenzinho, em SP, no dia 16 - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O músico paulistano Danilo Brito é a prova de que o choro não é um objeto de museu para ser guardado em uma gaveta histórica.

Em seu quinto disco, que leva seu nome, o bandolinista que conquistou o sucesso ainda na infância — ele toca desde os três anos — aposta em composições próprias que fazem o estilo instrumental brasileiro dialogar com vertentes contemporâneas da música.

O lançamento será no próximo domingo (16), em show às 18h no Sesc Belenzinho (r. Padre Adelino, 1000, tel. 0/xx/11 2076-9700), em São Paulo, com entradas entre R$ 7,50 para comerciários e dependentes a R$ 25, valor de inteira.

Como, infelizmente, os gringos costumam valorizar mais nossa cultura do que nós mesmos, o álbum Danilo Brito foi lançado primeiramente nos Estados Unidos, no primeiro semestre. Lá o músico é velho conhecido dos admiradores de estilos próximos ao jazz.

Dedicado, Brito fez um disco conceitual, sofisticado e enxuto — são 30 minutos ao todo distribuídos em nove músicas —, trazendo ao choro o som do século 21, fazendo-o conversar com ritmos como o maxixe, a valsa e o afoxé. Assim, em suas mãos, o sincretismo musical torna-se real.

Sua expertise no bandolim é tanta que o nosso músico autodidata foi definido assim pelo grande bandolinista norte-americano David Grisman, durante o Simpósio de Bandolins Internacional de Santa Cruz, na Califórnia, neste ano: “um fenômeno do bandolim, o maior representante da música instrumental brasileira”.

Realmente, não é para qualquer um.

danilo brito disco Brasileiro conquista o mundo com choro moderno

Capa do disco Danilo Brito: chorinho mais que atual e autoral - Foto: Divulgação

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Publicado em 07/11/2014 às 03h05

O Retrato do Bob: Marcia Castro, menina dos olhos

marcia castro bob sousa O Retrato do Bob: Marcia Castro, menina dos olhosFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Marcia Castro já vem. Chegando de mansinho, mas com tudo o que tem direito, para deixar nossa MPB bem mais interessante. Reverenciada por mestres como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Zé e Ney Matogrosso, já está no terceiro disco, Das Coisas que Surgem. O álbum chega às lojas agora em novembro pela Sony Music. Para celebrar, faz show duplo gratuito em São Paulo, terra que abriga esta doce baiana, neste fim de semana. Sábado (8), às 19h, no Centro Cultural São Paulo. Domingo (9), também às 19h, no Teatro Décio de Almeida Prado. Ambos dentro do Circuito São Paulo de Cultura. Marcia Castro é de verdade, coisa rara hoje em dia. Um talento só. Por isso, num primeiro encontro, já se torna a menina dos olhos.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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Publicado em 31/10/2014 às 03h09

Sabia que Malandragem não era para Cassia Eller?

CASSIA ELLER Sabia que Malandragem não era para Cassia Eller?

Cássia Eller herdou canção rejeitada por outra cantora - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

"Quem sabe ainda sou uma garotinha, esperando o ônibus da escola, sozinha... Cansada, com minhas meias três-quartos, rezando baixo pelos cantos, por ser uma menina má..."

Com certeza os versos de Malandragem faz você se lembrar de Cássia Eller (1962-2001).

Contudo, a música composta pela dupla Roberto Frejat e Cazuza foi feita para outra cantora, Angela Rô Rô. Aquela que na década de 1980 aprontava todas no Baixo Leblon.

Mas, ao ouvir a canção, Rô Rô não quis saber da música. Ficou revoltada e disse para Cazuza e Frejat que a letra não tinha nada a ver com ela, como contou ao programa Por Trás da Canção, do Canal Bis.

Assim que conheceu Cássia Eller, com Cazuza já morto, Frejat resolveu oferecer a canção para a nova cantora que despontava.

Antes, para não criar inimizades, pediu autorização para Rô Rô, que liberou a música sem problema algum, já que não gostava mesmo da canção.

Cássia Eller, ao contrário, ficou apaixonada pela música e a gravou em 1994. Ela se tornou seu maior sucesso.

Será que depois Ângela Rô Rô se arrependeu?

ANGELA RO RO Sabia que Malandragem não era para Cassia Eller?

 

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Publicado em 30/10/2014 às 03h09

Toquinho e Ivan Lins comemoram 50 anos de carreira juntos na Hebraica de SP

ivan lins e toquinho Toquinho e Ivan Lins comemoram 50 anos de carreira juntos na Hebraica de SP

Ivan Lins e Toquinho: ambos fazem 50 anos de carreira - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Até outro dia desses, eles eram os meninos da MPB, que já conquistavam o respeito dos grandes mestres. Hoje, são bastiões.

Mesmo sem dar para acreditar, tanto Toquinho quanto Ivan Lins comemoram 50 anos de carreira neste 2014.

Os dois grandes cantores e compositores sobem juntos ao palco do Teatro Arthur Rubinstein, na Hebraica (r. Hungria, 1.000), em São Paulo, neste sábado (1º), 21h, e domingo (2), às 19h, com ingresso a R$ 160 a inteira e R$ 80 a meia-entrada, valor estendido aos sócios.

O maestro León Halegua já preparou os arranjos, que terão participação da Orquestra Sinfonieta Paulistana. Vão cantar ora juntos, ora separados, somando os hits de ambos. E farão dueto em Amor em Paz, de Tom Jobim, o grande número da noite.

Pelo jeito, emoção não vai faltar.

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Publicado em 27/10/2014 às 03h08

Música ajuda desenvolvimento de crianças

musica thinkstock Música ajuda desenvolvimento de crianças

Cultura e ciência juntas: música é importante na educação infantil - Foto: Thinkstock

Com RESSOAR/RECORD NEWS

Os pequeninos amam ritmos e sons. Não é para menos. A música melhora a concentração e a coordenação motora das crianças, além de ajudar a desenvolver o cérebro deles. Veja como a música é primordial no desenvolvimento infantil no vídeo:

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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