Publicado em 21/12/2014 às 03h07

Para ver Dalí de perto é preciso persistência

dali Para ver Dalí de perto é preciso persistência

Público faz fila para ver as obras de Salvador Dalí em SP - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Uma das exposições mais concorridas de São Paulo é a mostra de Salvador Dalí (1904-1989), um dos grandes nomes do surrealismo.

A mostra é gratuita e acontece no Instituto Tomie Ohtake (r. Coropés, 88, Pinheiros, metrô Faria Lima, tel. 0/xx/11 2245-1900) até o dia 11 de janeiro de 2015.

São 218 obras do mestre espanhol, o que faz da exposição a maior já realizada no País com a arte de Dalí.

O horário de visitação é de terça a domingo, das 11h às 20h. Mas, atenção: é preciso persistência e planejamento para entrar. Os ingressos são distribuídos nos dias de visitação e só valem para os mesmos nos três horários a seguir: das 11h às 13h30; das 14h às 16h30; e das 17h às 18h.

O primeiro horário é o mais tranquilo. A distribuição de senhas começa às 10h, na bilheteria, apenas dois por pessoa. Elas acabam rapidinho. Portanto, chegar bem cedo é fundamental. Se puder ir durante a semana é melhor, porque aos fins de semana as filas são enormes.

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Publicado em 11/12/2014 às 03h08

Sábado é de show grátis em nove capitais

martnalia Sábado é de show grátis em nove capitais

Mart'nália é atração no Rio: shows grátis no sábado (13) - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O fim de semana começa com boa música sem que o público precise gastar um só centavo em todo o Brasil. O próximo sábado (13) será de shows gratuitos em nove capitais brasileiras. O motivo da festa são os cem anos do Grupo Saraiva, que promove as apresentações. Em São Paulo, a grande atração é a banda Titãs. No Rio, é Mart’nália. Em cada cidade foram escolhidos artistas locais, como forma de valorizar suas culturas. Veja a agenda completa:

São Paulo
Parque da Juventude (Av. Cruzeiro do Sul, 2630 - Carandiru)
Atrações infantis, a partir das 14h
Atrações musicais, a partir das 16h
Artistas: Titãs, Ana Cañas, Orquestra Arte Viva e Zé Vito
Atividade gratuita

Belém
Boulevard Shopping (Av. Visconde de Souza Franco, 776 - Reduto)
Artista: Juliana Sinimbú
Atividade gratuita, a partir das 18h30

Curitiba
Shopping Crystal Plaza Shopping Center (Rua Comendador Araújo, 731 - Batel)
Artista: Rapha Moraes (3º colocado do Prêmio Saraiva na categoria Música)
Atividade gratuita, a partir das 17h

Fortaleza
Shopping Iguatemi (Av. Washington Soares, 85 - Edson Queiroz)
Artista: Felipe Cazaux
Atividade gratuita, a partir das 17h

Manaus
Manauara Shopping (Av. Mario Ypiranga Monteiro, 1300 – Adrianópolis)
Artista: Os Tucumanus
Atividade gratuita, a partir das 17h

Natal
Shopping Midway Mall (Avenida Bernardo Vieira , 3.775 – Tirol)
Artista: Pedro Luccas Band
Atividade gratuita, a partir das 17h

Porto Alegre
Praia de Belas Shopping Center (Av. Praia de Belas, 1181)
Artista: Antonio Villeroy
Atividade gratuita, a partir das 17h

Rio de Janeiro
Deck do Shopping VillageMall (Avenida das Américas, 3.900 - Barra da Tijuca)
Artista: Mart’nália
Atividade gratuita, a partir das 17h

Salvador
Shopping Iguatemi Salvador (Avenida Tancredo Neves, 148 - Caminho das Árvores)
Atração: Adelmo Casé e banda Negra Cor
Atividade gratuita, a partir das 18h

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Publicado em 05/12/2014 às 12h12

Domingo tem Feira Preta Cultural no Anhembi

ALAFIA©DE DIANA BASEI baixa Domingo tem Feira Preta Cultural no Anhembi

Aláfia é atração na Feira Preta Cultural, neste domingo (7), em SP - Foto: Diana Basei

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A cultura afro-brasileira será celebrada neste domingo (7) na 13ª edição da Feira Preta Cultural. O tradicional evento será no Pavilhão Cultural do Anhembi (av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana, tel. 0/xx/11 2982-4698). Haverá shows, como da banda Aláfia (foto), além de exposições, oficinas de dança e percussão e estandes de produtos étnicos, além de barraquinhas de comidinhas e um espaço literário. O evento acontece em São Paulo desde 2002, sempre após o feriado da Consciência Negra, celebrado no último dia 20 de novembro. A entrada custa R$ 30. Confira a programação completa.

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Publicado em 15/11/2014 às 15h51

Karina Buhr cancela show ao descobrir que era para lançar prédio em SP; mas volta atrás por contrato

karina buhr pri buhr Karina Buhr cancela show ao descobrir que era para lançar prédio em SP; mas volta atrás por contrato

Karina Buhr é contra a especulação imobiliária e cancelou show - Foto: Pri Buhr

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A cantora Karina Buhr resolveu cancelar de última hora o show que faria em São Paulo neste sábado (15).

Segundo relato da própria artista, durante a passagem de som ela descobriu que o "Festival de Gastronomia e Música" para o qual foi convidada a participar, na verdade era um evento de lançamento de um novo empreendimento imobiliário em São Paulo.

Karina é contra a especulação imobiliária. Em Recife, foi uma das ferrenhas apoiadoras do movimento Ocupe Estelita, que enfrentou o poder das construtoras nas grandes cidades.

Atualizado em 16/11/2014

A cantora Karina Buhr acabou fazendo o show que havia cancelado, por contra do contrato que havia assinado. Mesmo assim, fez questão de divulgar uma imagem segurando um abacaxi antes de subir ao palco, como forma de protesto.

karina buhr Karina Buhr cancela show ao descobrir que era para lançar prédio em SP; mas volta atrás por contrato

Comunicado divulgado por Karina Buhr em suas redes sociais neste sábado (15)

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Publicado em 05/11/2014 às 20h44

#VaivENO: Cadê você? por Eduardo Enomoto

eduardo enomoto sampa #VaivENO: Cadê você? por Eduardo EnomotoFoto EDUARDO ENOMOTO
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Na cidade tudo é cinza. É prédio. É asfalto. É pó, poluição. Tudo é aperto, sujeira, choro, ganância, grana, crueza, egoísmo e solidão. Cadê o verde? Cadê a água? Cadê a gente? Cadê você? Cadê?

*Eduardo Enomoto é fotojornalista do R7. Sua coluna, #VaivENO, é publicada toda quarta aqui no blog.

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Publicado em 29/10/2014 às 15h50

#VaivENO: Vamos Dividir? por Eduardo Enomoto

eduardo enomoto vamos dividir #VaivENO: Vamos Dividir? por Eduardo EnomotoFoto EDUARDO ENOMOTO

Dá para calcular o espaço onde duas pessoas se divertem ou o espaço onde 30 pessoas moram? Sim. Basta saber de qual lado do muro você está.

*Eduardo Enomoto é fotojornalista do R7. Sua coluna, #VaivENO, é publicada toda quarta aqui no blog.

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Publicado em 29/10/2014 às 03h08

Festival Contemporâneo de Dança tem sessões grátis

guintche credito c2a9joao figueira Festival Contemporâneo de Dança tem sessões grátis

Guintche, de Marlene Monteiro, representa Cabo Verde e Portugal - Foto: João Figueira

São Paulo abriga entre esta quinta (30) e 16 de novembro a 7ª edição do Festival Contemporâneo de Dança. O evento traz à cidade ícones da dança contemporânea mundial em apresentações gratuitas e com ingresso a preço popular. Cinco espaços da cidade têm programação0: Galeria Olido, Centro Cultural São Paulo, Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Funarte, Sesc Santana e Sesc Vila Mariana. A diretora artística do evento e também coreógrafa Adriana Grechi esteve no R7 para conversar com o editor de Cultura Miguel Arcanjo Prado sobre o evento.  Veja, abaixo, o vídeo. Conheça também a programação!

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Publicado em 28/10/2014 às 14h13

Viva Mário Lago! Mostra celebra artista em SP

mario lago Viva Mário Lago! Mostra celebra artista em SP

Mário Lago (1911-2002): além de ator, ele também foi compositor - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Mário Lago (1911-2002) foi um dos maiores artistas que o Brasil conheceu.

Ator, compositor e militante político da esquerda, marcou a história dos palcos, do rádio e da televisão, sempre com seu charme e inteligência inconfundíveis.

A partir desta quinta (30), dia em que haverá uma roda de samba no local para a abertura, o público paulistano pode conferir sua vida na mostra Eu Lago Sou – Mário Lago, um Homem do Século 20, no Centro Cultural Correios, na avenida São João com vale do Anhangabaú.

A exposição já esteve no Rio, em Brasília e no Recife e tem curadoria de Mário Lago Filho.

A entrada é gratuita, até o dia 30 de dezembro, de terça a domingo, das 11h às 17h.

Em destaque, imagens, versos, cenas de novelas e peças, manuscritos, troféus, capas de discos e livros e também as figuras da boemia carioca que fizeram parte da vida do artista.

Salve, Mário Lago!

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Publicado em 05/10/2014 às 03h08

Maíra Moraes: Ocupante desalojado agora é bandido?

ocupacap fernando zamora futura press estadao conteudo Maíra Moraes: Ocupante desalojado agora é bandido?

Ocupantes de prédio abandonado se desesperam diante da polícia no centro de São Paulo - Foto: Fernando Zamora/Futura Press/Estadão Conteúdo

Por MAÍRA MORAES*
Especial para o R7

As ocupações de prédios no centro velho de São Paulo por parte de movimentos sociais de moradia tem sido um assunto polêmico tanto na mídia como no cotidiano.

A recente reintegração de posse do Hotel Aquarius da avenida São João, em São Paulo, expôs três problemas da sociedade brasileira: a criminalização dos movimentos sociais, a utilização da violência como única forma de diálogo com os movimentos e o uso da mídia para justificar esses atos.

Muitos veículos noticiosos apresentaram a reintegração de posse como uma manifestação do Estado de Direito e a legitimação da propriedade privada. E uma parcela considerável da população compartilha essa ideologia das chamadas “elites dirigentes”, ainda que não pertençam a ela.

Uma possível explicação para essa “cegueira social” é a estrutura social brasileira. Colonização e a longa duração do modo de produção escravista ocasionaram a exclusão social de negros e indígenas. Mesmo após a desarticulação da escravidão, a classe trabalhadora brasileira não conseguiu conquistar a cidadania.

Direitos mínimos sempre foram negados à maioria dos brasileiros, que sofrem com pobreza, desemprego, falta de acesso à educação, saúde e as estruturas mínimas de vida.  Esse discurso conservador partilhado por diversos extratos da população é resultado da percepção defeituosa de Estado de Direito.

Pois como podemos reivindicar algo que não conhecemos?

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Tiro e bomba: PM enfrenta ocupantes de prédio em SP - Foto: Mario Ângelo/SigmaPress/Estadão Conteúdo

Violência do Estado 

O Estado brasileiro sempre teve uma postura negativa em relação aos movimentos sociais. Em nossa história, há um grande número de repressões violentas, como a Guerra de Canudos.

Ainda que a maioria dos “inimigos da pátria” sejam famílias, o simples questionamento da ordem existente é o bastante para uma resposta violenta. A tática da imposição do poder pelo monopólio da violência por parte do Estado é antiga e quase uma tradição brasileira.

O desconhecimento dos próprios direitos constitucionais, a percepção de que a lei se faz na força policial e a cobertura jornalística são os ingredientes para a formação do senso comum.

Padarias, restaurantes, ônibus partilhavam o ódio aos integrantes da FLM – Frente de Luta pela Moradia, movimento social responsável pela ocupação no centro paulistano.

As imagens veiculadas mostraram mulheres, crianças e idosos sendo expulsos à força debaixo de bombas de efeito moral. Parte do discurso jornalístico os chamava de vândalos e baderneiros. Mas, implicitamente, a mensagem era simples: a propriedade privada é inalienável.

Ou compram comida, ou pagam aluguel 

Poucos se interessarão em saber, e também não será divulgado, que a maioria desses prédios do centro possuem dívidas astronômicas com a União. São anos de IPTU, contas de luz e água atrasadas. Soma-se a isso, o abandono da edificação, que traz risco de saúde às imediações.

Também não será capa de nenhum jornal que a maioria dessas famílias são trabalhadores, que devido à alta dos aluguéis e ao rechaço dos salários, se viram impedidos de conseguir uma moradia. Ou compram comida ou pagam aluguel.

Exclusão social se mantém 

Crescimento econômico não traz cidadania. Essa afirmação é verídica, pois mesmo com os programas sociais e o aumento do crédito, as velhas estruturas de exclusão se mantém. Afinal, se os direitos dos cidadãos estivessem sendo respeitados por que se arriscar no enfrentamento com a polícia? Ou mesmo ocupar um prédio sem condições mínimas de moradia?

O motivo de formação de um movimento social é único: quando os direitos de uma parcela da população não são respeitados, eles se levantam.  A estranheza neste caso é a reação de uma parte da chamada da “classe média”, que é na verdade a classe trabalhadora brasileira. Que reage de maneira quase patológica a qualquer manifestação coletiva, ainda que legítima. E vibra com a repressão policial, mesmo que os algozes estejam combatendo pessoas que poderiam ser de suas famílias.

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Fumaça mancha o céu do centro de SP após enfrentamento entre policiais e ocupantes de prédio antes abandonado - Foto: Eduardo Hernandes/Futura Press/Estadão Conteúdo

Inimigo debocha de nossa ignorância 

Se existe discordância do modus operandi dos movimentos, ao menos humanidade e solidariedade com as crianças e idosos seria o básico. Mas São Paulo nos surpreende até nisso, na sua enorme capacidade de admirar a violência.

Em tempo, vale lembrar que, pela Constituição, no artigo 6º "[...] são direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados".

Ou seja, a FLM reivindica apenas o direito constitucional. Pobres de nós, que lutamos contra nós mesmos, enquanto o inimigo debocha de nossa ignorância.

maira moraes Maíra Moraes: Ocupante desalojado agora é bandido?

*MAÍRA MORAES é historiadora formada pela USP (Universidade de São Paulo), na qual também é pós-graduada em Mídia, Informação e Cultura. Colunista convidada, escreve no R7 Cultura todo primeiro domingo do mês. A opinião dos colunistas convidados não reflete, necessariamente, a opinião do R7.

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Publicado em 27/09/2014 às 15h10

Juliana Perdigão na Babilônia chamada São Paulo

juliana perdigao Juliana Perdigão na Babilônia chamada São Paulo

Juliana Perdigão, uma mineira na Babilônia chamada SP - Foto: Aline Xavier

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Dizem que Belo Horizonte é um ovo. Acho que dizem o mesmo de muitas cidades por aí. Fato é que durante os 25 anos que lá morei acabei nunca cruzando com ela. Mas, também é verdade, temos amigos em comum e seu nome sempre esteve por perto. Assim, fui admirando de longe a cantora e instrumentista potente que ela sempre foi.

Agora, Juliana Perdigão está mais perto. Resolveu também se mudar para São Paulo, onde já é amiga de um monte de gente e manda ver nas peças musicais do Teat(r)o Oficina. Sobre a cidade, já tem posição a declarar: "Eu me sinto bem, adoro essa Babilônia. São Paulo é demais".

Só fomos formalmente apresentados neste mês, no último Mirada, o Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, no qual comandou as frenéticas pistas noturnas na comedoria do Sesc Santos com seus amigos do Oficina.

De volta à metrópole, faz show neste sábado (27), às 21h, na Casa do Mancha, ali na rua Felipe de Alcaçova, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. O ingresso do jeito que a gente gosta, bem barato: R$ 20. Pra todo mundo ir.

Sobe ao palco acompanhada dos "queridos" Chicão no piano, Moita na guitarra, João Antunes no baixo e Pedro Gongom na bateria. Além de tocar clarineta e flauta, ela também vai cantar músicas de Luiz Gonzaga, Tião Duá, Milton Nascimento, Makely Ka e Jards Macalé, entre outros compositores que fazem sua cabeça.

Não é à toa que diz que sua música tem "multifaces, múltiplas influências, reflexo do nosso tempo". Mantém olho no presente, passado e futuro. "Gosto de cantar e tocar músicas de agora, muitas de compositores os quais admiro e tenho afinidade. E lançar outro olhar sobre canções já conhecidas", explica, com todo o carinho do mundo.

Ainda estão no repertório Moondog, Negro Leo, Kiko Dinucci, Kristoff Silva, Nuno Ramos, Renato Negrão e Pablo Castro. E qual é a melhor e a pior parte de se fazer música brasileira de qualidade nos dias de hoje? Ela responde na lata: "Acho que não tem pior parte, poder fazer música já é um grande presente".

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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