Publicado em 18/12/2014 às 03h07

Marcelo D2 celebra 1º DVD ao vivo no Rio

marcelo d2 Marcelo D2 celebra 1º DVD ao vivo no Rio

Marcelo D2: show ao vivo no Rio será transmitido pela TV - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O cantor Marcelo D2 marcou para este sábado (20) o show para celebrar seu primeiro DVD ao vivo, com o registro da turnê Nada Pode me Parar. A apresentação está marcada para 23h, no Citibank Hall (av. Ayrton Senna, 3.000, Barra da Tijuca), no Rio. No repertório, os maiores sucessos dos 20 anos de carreira do músico. O evento terá transmissão ao vivo pelo canal pago Multishow. Os ingressos vão de R$ 30 a R$ 200. A esquadrilha da fumaça vai em peso.

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Publicado em 13/12/2014 às 03h08

Jaques Morelenbaum faz show grátis na Serrinha

Jaques Morelenbaum 29 © roberto cifarelli copy Jaques Morelenbaum faz show grátis na Serrinha

Respeitado por Caetano e Gil, Jaques Morelenbaum faz show grátis - Foto: Roberto Cifarelli

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O respeitado músico Jaques Morelenbaum encerra o projeto Séries Instrumentais Serrinha neste domingo (14), em Bragança Paulista, interior de São Paulo.

O músico se apresenta às 19h no Teatro Rural Busca Vida (estrada José Vaccaria, km 4, Serrinha, Bragança Paulista, São Paulo, tel. 0/xx/11 3257-2097). A entrada é gratuita.

O maestro e violoncelista toca a partir das 19h, acompanhado do violonista Lula Galvão e do percussionista Rafael Barata, com quem forma o Cello Samba Trio desde 2003.

Eles vão apresentar as canções do disco Futuro da Saudade, Saudade do Futuro, no qual faz homenagem aos mestres da MPB com os quais tocou: Tom Jobim, Gilberto Gil, Caetano Veloso e João Donato, entre outros.

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Publicado em 12/12/2014 às 03h08

Memorial tem show grátis de chorinho no sábado

memorial2 Memorial tem show grátis de chorinho no sábado

Memorial da América Latina encerra o ano no ritmo do chorinho: grátis - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O projeto Chorinho no Memorial encerra seu ano de 2014 neste sábado (13). A partir das 18h, o grupo 2 por 4 se apresenta, com entrada gratuita, na praça do Memorial da América Latina. Idealizado por Luis Avelima, o evento quer fazer com que o chorinho ganhe mais espaço e conquiste novos públicos. Em 2015, o estilo ganhará companhia do samba, também no Memorial, que fica ao lado do metrô Barra Funda, em São Paulo. Música boa entre a arquitetura projetada por Oscar Niemeyer. Bom demais da conta.

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Publicado em 09/12/2014 às 11h04

Novidade baiana, Thathi mostra a cara em SP

thathi Novidade baiana, Thathi mostra a cara em SP

Thathi: cantora baiana apresenta sua música em São Paulo - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A Bahia é celeiro farto de cantoras. Isso a MPB prova muito bem. A nova descoberta na terra de Gal Costa, Maria Bethânia e Marcia Castro é a Thathi, artista nascida em Feira de Santana que, além de cantar, também é multi-instrumentista.

A moça marcou show para mostrar seu potencial aos paulistanos para a próxima segunda (15), às 21h, no Tom Jazz (av. Angélica, 2.231, Higienópolis, São Paulo, tel. 0/xx/11 3255-0084; R$ 50).

Thathi lança seu EP pelo selo Friends Music, capitaneado por Vania Abreu. O miniálbum traz quatro músicas produzidas por Ricardo Feghali, do grupo Roupa Nova.

Bem relacionada, contou com participações de Isabella Taviani e Herbert Vianna, com quem dividiu a faixa Não Sei se Te Contei, que titula o álbum.

No show, com pegada pop, ela ainda contará com o filho de Daniela Mercury, Gabriel Póvoas nos violões, além de Ramon Montagner , na bateria, e Gabriel Simões, no contrabaixo.

Vinda da terra que nas últimas décadas viu sua cultura musical ser empobrecida na mídia pelo carimbo do axé, Thathi tem personalidade para ir além do arroz com feijão do tira o pé do chão.

“Sob o olhar da grande mídia, a Bahia é a terra do Carnaval, onde também existe uma indústria da ‘música tendenciosa’ que monopoliza. Não é nada fácil fazer um som que não é culturalmente predominante na sua cidade”, afirma, ciente do que diz.

E diz que sua apresentação é como olhar num espelho. “O show reflete o universo da minha música propriamente dita, com ênfase nas minhas influências, nas minhas vivências, nos meus encontros musicais, que foram muito importantes na minha carreira”, finaliza.

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Thathi: na terra do axé, ela ousa fazer boa música - Foto: Salete Maso

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Publicado em 06/12/2014 às 11h58

Emicida se junta a Rael e Céu no Festival Ubuntu

rael 2 Emicida se junta a Rael e Céu no Festival Ubuntu

O cantor Rael é uma das atrações do Festival Ubuntu em São Paulo - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Este domingo (7) é de festa em São Paulo a partir das 16h. O Laboratório Fantasma, empresa artística de Emicida e seu irmão, Evandro Fióti, celebra cinco anos de existência com o Festival Ubuntu.

O evento acontece no Studio Verona (r. Voluntários da Pátria, 498, Santana), com capacidade para 3.000 pessoas. A entrada custa R$ 120 a inteira e R$ 60 a meia-entrada, disponível para todos que doarem 1 quilo de alimento não perecível.

Entre as atrações, estão Emicida, Rael e Céu, esta última cantando músicas de Bob Marley. Haverá também o rapper francês Féfé, a banda Boogarins e a cantora norte-americana Akua Naru. Barraquinhas de comidinhas e bebidas garantem o abastecimento dos manos e minas.

Ah, Ubuntu é um provérbio africano que significa: "Eu sou porque nós somos".

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Publicado em 17/11/2014 às 13h01

Música de resistência à ditadura vira tema de show

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Canto Livro faz show para lembrar cancioneiro de resistência - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A música popular brasileira, a nossa velha querida MPB, apesar de toda a perseguição, viveu um período áureo durante os anos de chumbo da ditadura civil-militar instaurada no País 50 anos atrás e que durou 21 sombrios anos.

As canções e outras produções artísticas tiveram primordial papel no processo de resistência e na construção da democracia que hoje vivemos.

Para celebrar tais obras, o espetáculo Bodas de Chumbo do Canto Livro apresenta músicas e literatura feitas nesta época, reunidas em um show poético.

Ícones como Millôr Fernandes, Gianfrancesco Guarnieri, Milton Nascimento, Geraldo Vandré, João Bosco e Ferreira Gullar estão no roteiro.

Jean Garfunkel (violão), Joana Garfunkel (voz) e Pratinha Saraiva (flautas) se apresentam nesta segunda (17), às 21h, no Tatu Bar e Palco (r. Alves Guimarães, 153, Pinheiros), em São Paulo, com entrada a R$ 35.

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Publicado em 15/11/2014 às 15h51

Karina Buhr cancela show ao descobrir que era para lançar prédio em SP; mas volta atrás por contrato

karina buhr pri buhr Karina Buhr cancela show ao descobrir que era para lançar prédio em SP; mas volta atrás por contrato

Karina Buhr é contra a especulação imobiliária e cancelou show - Foto: Pri Buhr

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A cantora Karina Buhr resolveu cancelar de última hora o show que faria em São Paulo neste sábado (15).

Segundo relato da própria artista, durante a passagem de som ela descobriu que o "Festival de Gastronomia e Música" para o qual foi convidada a participar, na verdade era um evento de lançamento de um novo empreendimento imobiliário em São Paulo.

Karina é contra a especulação imobiliária. Em Recife, foi uma das ferrenhas apoiadoras do movimento Ocupe Estelita, que enfrentou o poder das construtoras nas grandes cidades.

Atualizado em 16/11/2014

A cantora Karina Buhr acabou fazendo o show que havia cancelado, por contra do contrato que havia assinado. Mesmo assim, fez questão de divulgar uma imagem segurando um abacaxi antes de subir ao palco, como forma de protesto.

karina buhr Karina Buhr cancela show ao descobrir que era para lançar prédio em SP; mas volta atrás por contrato

Comunicado divulgado por Karina Buhr em suas redes sociais neste sábado (15)

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Publicado em 12/11/2014 às 03h07

Nem Secos é música boa contra a ostentação

nem secos Nem Secos é música boa contra a ostentação

Nem Secos: eles são autênticos, bons músicos e nada idiotas; na foto, da esq. p/ dir, frente: Carlos Linhares, Leandro Said, Deh Mussulini e Luã Linhares; atrás, tb da esq. p/ dir.: Alexandre Mestiço, Sune Salminen e Leonardo Clementine - Foto: Ciléia Botelho

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Qualidade musical aliada a um discurso potente e libertário. Num mundo musical submerso até o último fio da cabeça no mercado voraz – que o diga a ostentação dominante – ver uma banda que propõe justamente o contrário é algo que ainda faz a gente querer acreditar que o interessante um dia pode (voltar a) ser normal (e não marginal). Porque, como eles cantam em A Manha e o Paia, "O que vai ser do mundo? O mundo se vendeu..."

A música deles é ótima. As letras também. Quem foi ao último show que fizeram, na manhã de sol do último domingo (9), no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte, sabe muito bem: a banda Nem Secos é boa demais da conta, sô. É uma das melhores coisas que a atual cena musical mineira produziu.

Quem duvidar que ouça o disco Dançando a Vida, que deve ser prensado ano que vem, assim que o grupo conseguir a grana, porque o mercado atual anda burro demais.

Alexandre Mestiço (com sua voz soul e presença intensa no palco), Carlos Linhares (espécie de Tom Zé mineiro e mentor do grupo), Deh Mussulini (segura nos vocais e única mulher da banda, talvez por isso ainda tímida no palco, mas que tem tudo para desabrochar cada vez mais), Delano Soares (em participação especial na percussão), Leandro Said (virtuoso e propositivo nos instrumentos de sopro) , Leonardo Clementine (guitarrista; mais na dele, mas fundamental), Luã Linhares (pianista talentoso e dono de uma voz jovem) e Sune Salminen (baterista cheio de ginga) são uma mistura dos Mutantes com Novos Baianos, mas com (muita) pegada própria.

O nome talvez os remeta, excessivamente e erroneamente, a uma espécie de cover da banda Secos & Molhados, ícone dos anos 1970. Mas, não são. Só foram, lá no comecinho da história da banda, 11 anos atrás.

Hoje, digamos que o espírito da banda que lançou Ney Matogrosso está presente de alguma forma, mas a Nem Secos consegue transformar aquele discurso de 40 anos atrás em algo que dialoga freneticamente com as relações líquidas do contemporâneo. E dão uma sacudida na pasmaceira vigente.

É preciso acentuar a exuberância musical do pianista Luã Linhares, filho do vocalista e baixista Carlos Linhares. Luã é um músico que faz a gente se lembrar do roqueiro argentino Charly García na juventude com seu excesso de potência.

Os Nem Secos são favor da paz, do amor (livre), da arte, do homem, da inteligência, da música, do talento. E contra toda a idiotização de tudo, o que fazem muito bem. Para eles, bem melhor que ostentar, é simplesmente ser. E não ter discurso pronto, vendido. Como cantam, com toda a ironia do mundo, em A Seita que Não Aceita: "Ai, ai, ai, ai, ai, ai, mas eu vou fundar uma nova seita que não aceita ninguém com mais uma ideia pronta".

Este é o recado debochado, inteligente e potente do Nem Secos no palco, na arte, na vida.

E tal discurso está presente até na harmonia deles no palco, onde fazem transitar a importância entre todos os seus integrantes (vestidos com roupas coloridas e de farta inspiração afrobrasileira) durante o show. Mais do que o jogo de egos comuns nas bandas mundo afora, mostram que o coletivo pode funcionar. Nem que seja em sua música mergulhada (ainda bem) na utopia.

Conheça a página do Nem Secos no Facebook

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Publicado em 30/10/2014 às 03h09

Toquinho e Ivan Lins comemoram 50 anos de carreira juntos na Hebraica de SP

ivan lins e toquinho Toquinho e Ivan Lins comemoram 50 anos de carreira juntos na Hebraica de SP

Ivan Lins e Toquinho: ambos fazem 50 anos de carreira - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Até outro dia desses, eles eram os meninos da MPB, que já conquistavam o respeito dos grandes mestres. Hoje, são bastiões.

Mesmo sem dar para acreditar, tanto Toquinho quanto Ivan Lins comemoram 50 anos de carreira neste 2014.

Os dois grandes cantores e compositores sobem juntos ao palco do Teatro Arthur Rubinstein, na Hebraica (r. Hungria, 1.000), em São Paulo, neste sábado (1º), 21h, e domingo (2), às 19h, com ingresso a R$ 160 a inteira e R$ 80 a meia-entrada, valor estendido aos sócios.

O maestro León Halegua já preparou os arranjos, que terão participação da Orquestra Sinfonieta Paulistana. Vão cantar ora juntos, ora separados, somando os hits de ambos. E farão dueto em Amor em Paz, de Tom Jobim, o grande número da noite.

Pelo jeito, emoção não vai faltar.

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Publicado em 23/10/2014 às 15h20

Marcia Castro divide palco com Rada no Uruguai

marcia castro rada Marcia Castro divide palco com Rada no Uruguai

El Negro Rada com Marcia Castro em Montevidéu: ginga do candombe misturada à sensibilidade da cantora baiana em terras uruguaias - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A noite desta última quarta (22) foi de encontro entre a música brasileira e uruguaia.

No show realizado no Periscopio, em Montevidéu, a baiana Márcia Castro cantou com o mito uruguaio Ruben "Negro" Rada — que foi também destaque no cinema argentino recentemente com o filme Por un Puñado de Pelos.

Ela misturou sua essência baiana à força do ritmo do candombe uruguaio.

Ambos foram convidados da artista espírito-santense Tamy, cantora radicada no Uruguai, onde faz ao longo deste ano o projeto Tamy Invita (Tamy Convida).

Tamy quer deixar os uruguaios bem mais próximos de nós.

Faz ela muito bem.

tamy Marcia Castro divide palco com Rada no Uruguai

Radicada no Uruuguay, a brasileira Tamy aproxima nossa MPB de nossos vizinhos do sul - Foto: Divulgação

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Perfil

Miguel Arcanjo Prado é editor de Cultura do R7, onde está desde o começo do portal, em 2009. É jornalista formado pela UFMG e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. É crítico membro da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). Nasceu em Belo Horizonte e mora em São Paulo desde 2007, quando ingressou no Curso Abril de Jornalismo. Ainda em Minas, estreou como cronista do semanário O Pasquim 21, passando por TV UFMG e TV Globo Minas. Na capital paulista, foi repórter da Contigo!, da Ilustrada na Folha Online e do Agora São Paulo, no Grupo Folha. Edita e apresenta a Agenda Cultural da TV Record News.

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