A grande dama da arquitetura

Aqui na Dreams nós buscamos conhecer a criatividade nas mais diversas áreas. Quando se fala em arquitetura, é impossível não lembrar da grande Dama iraquiana naturalizada inglesa Zaha Hadid, que infelizmemente faleceu no último dia 31, de ataque cardíaco súbito. Zaha, que tinha 65 anos e era naturalizada inglesa, é a arquiteta mais famosa do mundo e única mulher vencedora dos prêmios Pritzker, considerado o "Oscar" do meio, e da RIBA Gold Medal, maior prêmio de arquitetura do Reino Unido.

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Zaha Hadid era amplamente conhecida por ser a maior arquiteta do mundo na atualidade. Nascida em Bagdá em 1950, estudou matemática na American University of Beirut antes de iniciar sua jornada arquitetônica em 1972 na Architectural Association de Londres.

Em 1979, estabeleceu seu próprio escritório em Londres – Zaha Hadid Architects – ganhando reputação em todo o mundo com seus trabalhos teóricos inovadoras, entre os quais The Peak em Hong Kong (1983), o Kurfürstendamm em Berlim (1986) e a Cardiff Bay Opera House no País de Gales (1994).

Trabalhando com seu sócio Patrik Schumacher, seu interesse estava na interface entre arquitetura, paisagem e geologia; que seu escritório integra através do uso de tecnologias inovadoras, frequentemente resultando em formas arquitetônicas inesperadas e dinâmicas, com um ar futurista.

Conheça abaixo algumas das mais conhecidas obras da "dama das curvas":

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Bridge Pavilion, Zaragoza, Espanha (2008)

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Centro de ciências Phaeno, em Wolfsburg, na Alemanha (2005)

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Guangzhou opera house, Guangzhou (2010). Casa de ópera na China, concebida pra se mesclar perfeitamente com o rio ao entorno.

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Ponte Sheikh Zayed, Abu Dhabi (2010). A ponte de 842m de comprimento foi desenhada para remeter às dunas do deserto.

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Centro aquático olímpico de Londres, 2012

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Centro cultural Heydar Aliyev, Baku (2012). Vencedora do prêmio do Design Museum de Londres, um membro do juri disse que a obra lembra a famosa saia levantada ao vento da Marilyn Monroe

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Dubai Opera House, em construção

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Galaxy Soho, Beijing (2012). Um centro de 18 andares que mescla escritórios, lojas e entretenimento, ligados por pontes e plataformas

 

Como é comum para grandes arquitetos, Zaha também desenhou vários produtos, desde mobiliário, embalagem de perfume e até uma edição da sandália Melissa:

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Frasco para Donna Karan

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Garrafa de vinho para um produtor austríaco

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Garrafa de vodka em parceria com o egípcio Karim Rachid

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Pia...

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Melissa, lançada em 2009

 

E por fim, alguns projetos para interiores:

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Kuki Zaha Hadid 01 A grande dama da arquitetura

visio by zaha hadid 1024x693 A grande dama da arquitetura

Vasos Lalique by Zaha Hadid

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E até uma lancha!

 

Criação de troféu para Metro

Este post traz na verdade a história de um dos cases mais bacana que fizemos, pois alinha comunicação com arte. O resultado ficou incrível!
No inicio do ano o Metro Jornal nos procurou com a grande missão de criarmos os trofeus para o Best of Metro – um prêmio institucional deles que reverencia os projetos comerciais mais originais do ano. Fazia parte de nossa missão apresentar um artista contemporâneo, que de alguma forma conseguisse comunicar a essência do prêmio e do Jornal – a capacidade de sair do lugar comum em suas ações.
Foi aí que encontramos o Gustavo Prata, um artista novo, em acensão que se destaca pelo seu incrível talento de criar texturas através de colagens e com estas texturas gerar figuras e desenhos.
Apresentamos o trabalho do Gustavo ao pessoal do Metro e o link foi imediato! Seguimos o trabalho criando uma peça única para cada um dos 10 premiados e oferecendo um poster desta mesma obra à agência de cada anunciante vencedor.
O resultado foi incrível, nós e nossos clientes ficamos completamente apaixonados pelas peças e assim também ficaram os felizardos ganhadores, que terão para sempre sua criatividade e ousadia eternizadas em uma peça totalmente única.
São resultados como este, processos de trabalho tão envolventes e incríveis que nos inspiram a seguir em frente em busca da conexão da criatividade com o cotidiano de nossos clientes, ou melhor, clientes de nossos clientes.

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Processo de trabalho do Gustavo...

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A colagem minuciosa é feita com pinça!

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Resultado final!

Azul é a cor mais nova

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Você já parou para pensar em como surgiram os nomes das cores? Numa investigação sobre como a linguagem afeta a maneira como vemos o mundo, o linguista Guy Deutscher dedicou-se a um tema específico: a ausência de referências à cor azul nos textos de diversas civilizações antigas.

O primeiro intelectual a notar essa curiosidade foi o britânico William Ewart Gladstone (1809-1898) que, por ser um apaixonado pela obra do poeta Homero, notou que em seus textos não havia referência alguma à cor azul, enquanto todas as outras cores como as conhecemos já eram citadas em obras como Ilíada e A Odisséia. Gladstone repassou todo os dois textos, prestando atenção às cores mencionadas. Descobriu que as cores de longe mais citadas eram o branco e o preto, enquanto outras cores - vermelho, verde e amarelo - não tinham tanto destaque.

Ele leu, então, outros escritos gregos e confirmou que o azul nunca aparecia. Concluiu que a civilização grega não tinha à época um senso de cor desenvolvido e vivia em um mundo preto e branco, com algumas pinceladas de vermelho e de brilhos metálicos. "Eles entendiam o azul com a mente, mas não com a alma", afirma o pesquisador.

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Representação da Ilíada em antiga cerâmica grega

A pesquisa de Gladstone inspirou o filósofo e linguista alemão Lazarus Geiger, que se perguntou se o fenômeno se repetia em outras culturas.

Ele descobriu que sim: no Alcorão, em antigas histórias chinesas, em versões antigas da Bíblia em hebraico, nas sagas islandesas, nas escrituras hindus: apesar de estarem cheios de descrições do céu - segundo Geiger, quase nenhum tema é tratado com tanta frequência - sua cor nunca é explicitada.

Geiger também notou que houve uma sequência comum para o surgimento da descrição de cores nas línguas antigas. Primeiro, aparecem as palavras para preto e branco ou escuro e claro - do dia e da noite; logo, vem o vermelho - do sangue; depois, é a vez do amarelo e do verde e, só ao final, surge o azul.

Mas por que o azul não apareceu antes?

"E por que deveria?", questiona o psicólogo Jules Davidoff, diretor do Centro para Cognição, Computação e Cultura da Universidade de Londres. "Por que precisariam do azul para descrever algo? Quem disse que o mar e o céu são azuis? Por acaso, eles têm a mesma cor?"

Além de não ser um objeto, o mar não é sempre azul, apesar de ser tradicionalmente representado assim. Na verdade, poucas coisas na natureza são azuis: uma ou outra flor de orquídea, as asas de algumas borboleta, as plumas de certas aves, a safira e a pedra luz.

Davidoff dedica-se à neuropsicologia cognitiva e a investigar a forma como reconhecemos objetos, cores e nomes. Ele fez experimentos com uma tribo da Namíbia, na África, cuja linguagem não tem uma palavra para o azul, mas possui várias para diferentes tipos de verde. Quando mostrou a integrantes da tribo 11 quadrados verdes e um azul, não conseguiram achar qual era diferente, mas, se em vez de azul, o quadrado fosse de um tom de verde levemente diferente e dificilmente notado pela maioria das pessoas, era destacado imediatamente.

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Experimento conduzido por Jules Davidoff na Namíbia

No entanto, Homero estava na Grécia, um lugar que para muitos é mercado pelo azul do céu e do mar. Como podiam ignorar essa cor?

Em seus estudos, Deutscher recorreu à filha, Alma, que estava aprendendo a falar na época. Como qualquer outro pai, ele brincava com ela e a ensinava o nome de diferentes cores. Teve, então, uma ideia para verificar o quão natural é o azul na linguagem e entender como as civilizações antigas, especialmente as que viviam no Mar Mediterrâneo, não deram um nome para a cor do céu.

Ele ensinou a Alma todas as cores, inclusive azul, mas fez com que ninguém lhe dissesse de que cor era o céu. "Quando tive certeza de que sabia usar a palavra 'azul' para os objetos, sai com elas em dias de céu azul e perguntei qual era sua cor."

Por muito tempo, Alma não respondeu. "Ela respondia imediatamente a tudo mais, mas, com o céu, olhava e parecia não entender do que eu estava falando", conta Deutscher. Na primeira vez em que ela finalmente pôde descrever o céu, usou inicialmente a palavra "branco". Só depois de muito tempo e após ver cartões-postais em que o céu aparecia azul que usou essa cor para descrevê-lo."

Foi assim que sua filha ensinou a ele que nada é tão óbvio quanto pensamos. "Entendi com meu coração, observando uma pessoa, não lendo livros ou pensando em povos de um passado remoto", afirma o pesquisador.

"E Alma nem sequer estava na mesma situação dos povos antigos: ela conhecia a palavra azul e, no entanto, não a usou para o céu. Compreendi que não é uma necessidade de primeira ordem dar um nome para a cor do céu. Não se trata de um objeto." O mesmo ocorre com o mar: assim como o céu, não tem sempre a mesma cor e, acima de tudo, não é um objeto, por isso não há motivo para "pintá-lo" com uma palavra.

"Nada mudou em nossa visão. Há séculos, somos capazes de ver diferentes tons, mas não temos as mesmas necessidades", afirma o especialista. "Era perfeitamente normal dizer que o mar era preto, porque, quando está azul escuro, parece preto, e isso é suficiente nesta época. Uma sociedade funciona bem com o preto, o branco e um pouco de vermelho."

Então, por que começamos a dizer que determinadas coisas são azuis?

"Conforme as sociedades avançam tecnologicamente, mais se desenvolve a gama de nomes para cores. Com uma maior capacidade de manipulá-las e com a disponibilidade de novos pigmentos, surge a necessidade de uma terminologia mais refinada", afirma Deutscher. "A cor azul é a última, porque, além de não ser encontrada tão comumente na natureza, levou muito tempo para fazer este pigmento."

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Os egípcios, uma das mais avançadas civilizações, usavam o pigmento azul em pinturas

Os egípcios antigos tinham o pigmento azul e uma palavra para nomeá-lo, por exemplo, pois se tratava de uma "sociedade sofisticada". "O que importa não é tanto a época em que viveram, mas seu nível de progresso tecnológico. É aí que está a correlação com o volume do vocabulário para cores."

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Tons de pigmentos azuis e verdes encontrados no Egito Antigo

(fontes: G1 e BBC Brasil)

Tim Burton – criatividade pura!

O bacana da criatividade é que ela anda de mãos dadas com a felicidade!

Como é bom sentir a sensação de “uau, quem foi o gênio que criou isto?” e esta criatividade pode ser encontrada na padaria da esquina ou nas grandes telas de cinema.

Pensando em cinema, encontramos uma gama enorme de subtemas dentro da criatividade, mas hoje, vamos aproveitar a incrível exposição sobre Tim Burton, que está rolando no MIS em São Paulo, para falarmos da plástica única que este grande mestre trabalha.

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Não vamos falar aqui sobre a biografia deste super diretor, mas sim mostrar como a criatividade permeia suas obras, sempre trazendo uma plástica diferenciada e marcante.

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Dentro de um ambiente sombrio, ele consegue conciliar a escuridão e a luz, contrastando uma direção de arte carregada com diálogos densos, os quais Johnny Depp é mestre em interpretar!

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Esta grande habilidade já fica evidente desde seu primeiro filme: Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice) – que logo lhe rendeu um Oscar de melhor maquiagem, há 25 anos!

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Até hoje os personagens servem de inspiração para fantasias criativas

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Com uma lista de sucessos de bilheteria, fica fácil perceber como uma forma original de traduzir uma historia clássica encanta! Exemplos emblemáticos: Batman e Alice no País das Maravilhas.

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 Tim Burton – criatividade pura!

Mesmo bastante extravagante, seus figurinos e conceitos inspiraram e muito a moda nos momentos especiais de seus filmes. Quem teria coragem de sair assim nas ruas fora do universo imaginário de Burton?

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E para fechar, vamos imaginar o que seriam dos clássicos da Disney se Tim não tivesse sido demitido....

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Não deixem de conferir a exposição “O Mundo de Tim Burton” e divirtam-se.

http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&op=programacao_interna&id_event=1995

Clássicos de Carnaval

Ainda estamos no clima de Carnaval por aqui! Como falamos no post anterior, para nós essa é uma festa que exalta a criatividade sem deixar a beleza de lado. E isso não é de hoje: desde fins do século XIX, fantasiar-se sempre foi uma tipo de escape, um jeito de deixar a vida mais lúdica e bonita, com um toque dramático ou alegre, divertido ou provocante. Para fechar a semana carnavalesca em grande estilo, escolhermos algumas de nossas inspirações favoritas desse universo. Esperamos que gostem!

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No final do século XIX, o francês Henri de Toulouse-Lautrec ficou conhecido por registrar cenas com as cores e teatralidade das casas noturnas da época

Em matéria de fantasia, no fim do século XIX/início do século XX, a moda eram os brilhos e as plumas, muitas vezes obtidas de aves raras - algo impensável hoje em dia!

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Os anos 20 servem de inspiração para a moda até hoje

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Entre as décadas de 1930 e 50, Carmen Miranda foi a maior responsável por difundir o nosso tropicalismo nos Estados Unidos e Europa.

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Até hoje, frutas são alguns dos acessórios de cabeça mais famosos para as brasileiras!

Os palhaços dos teatros e cinema mudo do início do século passado, assim como o comediante Charles Chaplin, também são inspiração para uma maquiagem divertida:

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Charles Chaplin nunca foi tão charmoso e feminino!

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Às vezes palhaços podem ser criaturas bem bizarras...

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...outras vezes, bastante graciosas!

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Fantasia que sempre funciona!

Outra inspiração bem conhecida nesse universo é o Pierrot (ou Pierrô), personagem da Commedia dell'Arte italiana. O pierrô é um palhaço triste, apaixonado pela Colombina, que inevitavelmente lhe parte o coração e o deixa pelo Arlequim. É normalmente representado a usar roupas largas e brancas, por vezes metade pretas, rosto branco e uma lágrima desenhada abaixo dos olhos.

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O Carnaval de Veneza surgiu a partir da tradição do século XVI, quando a nobreza se disfarçava para sair e misturar-se com o povo. Desde então as máscaras são o elemento mais importante deste carnaval.

A maquiagem é um truque que sempre funciona, e a oncinha já virou clássico por ser das mais fáceis de fazer:

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Falando em maquiagem, uma inspiração que temos visto bastante pelas ruas é a pintora mexicana Frida Kahlo. Suas flores no cabelo, batom vermelho e vestidos típicos fazem um visual relativamente fácil de fazer e bonito para qualquer festa.

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Que tal a mini Frida? Ficamos apaixonadas!

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Por falar nas crianças: Star Wars é outro clássico das fantasias para os pequenos (e os nem tanto!)

Para terminar, alguns clássicos que vimos nas ruas na última semana - índia, bailarina e palhaço:

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Blocos de Rua Clássicos de Carnaval

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