sergio maciel lucinha araujo Ex namorado e mãe de Cazuza prestigiam estreia do musical sobre o cantor em São Paulo

O ex-namorado de Cazuza, Sérgio Maciel, o Serginho, e a mãe do cantor, Lucinha Araújo, prestigiaram Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz no Teatro Procópio Ferreira, em SP - Foto: Caio Duran e Thiago Duran/AgNews; veja galeria

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Um batalhão de artistas compareceu ao Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, na noite desta segunda (21), para acompanhar a sessão para convidados do musical Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz. A obra, escrita por Aloisio de Abreu e dirigida por João Fonseca, chega à capital paulista após temporada de sucesso no Rio. Emilio Dantas vive Cazuza. O charme da apresentação especial paulistana foi a presença na plateia de Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, e de Sergio Maciel, o Serginho, que foi namorado do cantor. Ambos subiram ao palco, ao fim, após convite do elenco. Também estavam na plateia, entre outros, o casal Michel Teló e Thaís Fersoza e o diretor José Possi Neto. Veja a galeria completa com quem esteve por lá!

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ariano suassuna renato rocha miranda Ariano Suassuna sofre AVC e é operado às pressas

Ariano Suassuna foi operado às pressas após sofrer um AVC - Foto: Renato Rocha Miranda/Globo

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O escritor e dramaturgo Ariano Suassuna sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) na noite desta segunda (21). Foi levado às pressas para o Hospital Português, em Recife, Pernambuco, onde foi operado de imediato.

Após a cirurgia, para estancar a hemorragia, o quadro dele é estável. Suassuna, que é paraibano, tem 87 anos e permanece na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

O autor havia dado um susto em seus fãs em 2013, quando foi internado por duas vezes seguidas.

No começo deste ano o autor foi notícia em todo o País após se deitar no chão do Aeroporto de Brasília para esperar seu voo.

Escritor de extrema importância na literatura brasileira no século 20, é autor de obras como a peça O Auto da Compadecida e A Pedra do Reino, encenadas nos palcos e adaptadas para a TV e o cinema, sempre com êxito de público.

Ariano Vilar Suassuna nasceu em João Pessoa, em 16 de junho de 1927, mas vive em Recife desde 1942.

Ele é formado em direito e foi um dos fundadores do Teatro Popular do Nordeste e do Movimento de Cultura Popular. Atualmente, é secretário da Assessoria Especial do Governo de Pernambuco.

Em 2008, recebeu homenagem no Carnaval paulistano, na escola de samba Mancha Verde, que desfilou com o enredo És Imortal! Ariano Suassuna: Sua Vida, Sua Obra, Patrimônio Cultural.

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juliana lourencao bob sousa O Retrato do Bob: Juliana Lourenção, bonequinha de luxoFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A atriz Juliana Lourenção é de Florianópolis, mas, aos poucos, começa a conquistar São Paulo, onde se formou no Teatro-Escola Célia Helena. Em sua terra natal, dançou no Jovem Ballet de Santa Catarina, com direção de Bárbara Rey, e também atuou na peça Quatro, do Grupo Círculo, dirigido por Christiano Scheiner. Além de manter a velha paixão com a dança, gosta de transitar entre o teatro e o cinema. Assim, está tanto no Grupo de Cinema Ap43, dirigido por Nara Sakarê, quanto no teatral Grupo Instante, dirigido por Paulo Marcello. E ainda encontra tempo para participar do Coletivo Zimbabwe, que prepara nova peça para setembro no Núcleo Artístico Pedro Costa, no Bixiga. A moça, que tem este rosto eternizado por Bob Sousa, delicado como o de Audrey Hepburn, está só começando...

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sam avignon Peça brasileira leva prêmio em Avignon, na França

Elenco da peça O Dia em Que Sam Morreu, da Armazém, celebra prêmio em Avignon - Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A Armazém Cia. de Teatro, que se divide entre Londrina e Rio, está em festa. Mas do outro lado do Atlântico. A peça O Dia em Que Sam Morreu levou um dos três Prêmios Coups de Coeur (em uma tradução livre, como espetáculo que fez o coração bater forte) do Festival de Avignon, na França, nesta segunda (21).

Como explica Otto Jr., ator da peça brasileira, no evento não há primeiro, segundo ou terceiro colocado. Mas, sim, as três peças que mais conquistaram o público.

Ou, como eles preferem falar por lá, "os três espetáculos que fizeram o coração bater mais forte".

A turma de artistas do espetáculo está rindo à toa. O que faz muito bem.

Parabéns.

Saiba mais sobre a participação brasileira em Avignon pelo olhar de Otto Jr.

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gilberto gil palco bob sousa Gil cria realidade paralela ao reencontrar João

Gilberto Gil toca sambas consagrados por João Gilberto no Theatro NET São Paulo - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto BOB SOUSA

A lágrima clara sobre a pele escura de Gilberto Gil, no meio do show, faz lembrar muita coisa. Comove. Mexe com a gente.

Ele inaugurou o Theatro NET São Paulo neste fim de semana com o show de seu novo disco, Gilbertos Samba.

O álbum é uma volta ao começo, homenagem explícita a João Gilberto e seu violão.

Gil surge em palco enxuto, acompanhado de seu filho Bem Gil, de Domenico Lancelotti e Maestrinho, em sintonia fina.

Tudo começa com Aos Pés da Cruz, seguida de Você e Eu. A serenidade da bossa nova invade tudo e tira o ritmo frenético da metrópole. A gente embarca na doce viagem de Gil.

Ele diz que estar em São Paulo é uma satisfação e conta que o disco nasceu “das coisas naturais e fantasias da cabeça do artista”.

Foi em pleno deserto australiano que ele pegou o violão e as músicas de João foram surgindo, naturalmente, começando pela Aos Pés da Cruz. “Aí veio Doralice, O Pato... E me dei conta que era o disco de sambas do João Gilberto que estava vindo”. Gilbertos Samba, uma mistura dos dois.

Gil revela que fez nova música para o Rio, trilha do filme Rio, Eu te Amo. A cidade já ganhou a emblemática Aquele Abraço, quando ele partiu para o exílio em Londres mais de 40 anos atrás, deixando amargura no sorriso de quem ficou.

Explica o novo refrão, uma brincadeira com as palavras “choro e rio”. O público aprende rápido, e Gil comemora: “O Brasil tem essas coisas incríveis: São Paulo cantando para o Rio”.

Gil grita “Ajayô”. A banda responde, prontamente, “ê”. Os Filhos de Gandhy se fazem presentes num átimo de segundo antes de Doralice. “Cantar na atmosfera do João é tudo de bom”, pondera o cantor.

Diz que João abriu portas. “O João facilitou a vida da gente, prestou esse serviço a todos nós, cantar com nossas vozes, do nosso jeito”.

Conta que decidiu deixar um pouco o acordeom de lado e se aventurar no violão quando ouviu Chega de Saudade tocada e cantada por João na emblemática gravação de 1958. E lembra que não foi só ele: “Eu, Milton, Chico, Caetano, Edu... Todos nós fomos tocar violão por causa do João. Até rima [risos]”.

Gil se atreveu a colocar letra em Um Abraço no Bonfá, de João, durante uma viagem à Tunísia. Depois, para que houvesse reflexo no espelho musical criado por ele, compôs também, em Itajubá, Minas Gerais, Um Abraço no João, sem palavras.

Canta Ladeira da Preguiça e explica o porquê: “É uma forma de lembrar dela, a Pimentinha, que gravou essa canção”, referindo-se à amiga Elis Regina que o lançou para todo o Brasil. Curiosamente, é a voz dela que recebe o público antes de o show começar.

As coisas caminham para o fim, quando Gil anuncia: “Este samba vai para Dorival Caymmi, João Gilberto e Caetano Veloso”. A plateia delira e sucumbe à música. E ele vai mandando Aquele Abraço. O aplauso é forte. Gil sai do palco e fica difícil viver sem a realidade paralela criada por ele. E João.

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otto jorge Domingou: Teatro brasileiro conquista Avignon

O ator brasileiro Otto Jr. toca nas ruas de Avignon, na França, fotografado por seu filho, Jorge

O ator mineiro Otto Jr. está na França com a Armazém Cia. de Teatro, do Rio, e conta, com exclusividade para o blog, tudo o que rola no célebre Festival de Avignon

coluna otto jr bobsousa Domingou: Teatro brasileiro conquista Avignon

O ator Otto Jr. em retrato de Bob Sousa

Por OTTO JR.*
Especial para o R7

Em cartaz aqui em Avignon no sul da França com O Dia em que Sam Morreu,  da Armazém Cia de Teatro, o que mais chama a atenção num primeiro momento são os números desse Festival que é considerado o maior evento europeu de artes cênicas.

São 1.307 espetáculos, feitos por 1.082 companhias de 25 países.

As primeiras apresentações começam às nove da manhã e as últimas varam a madrugada...

Na edição deste ano, pela primeira vez está acontecendo uma mostra de teatro brasileira.

São cinco espetáculos que de alguma forma estão desbravando e abrindo as portas para que no futuro muitos outros grupos e companhias brasileiras possam fazer este mesmo caminho.

A iniciativa é do Cena Brasil e tem o apoio parcial do Ministério da Cultura e do Ministério das Relações Exteriores.

otto jorge 21 Domingou: Teatro brasileiro conquista Avignon

Jorge, filho do ator Otto Jr., acompanha o pai na aventura teatral europeia e confere o cartaz do Festival de Avignon - Foto: Otto Jr.

Estão aqui na mostra brasileira a Armazém Companhia de Teatro, do Rio, com O Dia em que Sam Morreu; a mundana companhia, de São Paulo, com O Duelo; a Companhia Caixa de Elefante, do Rio Grande do Sul, com A Tecelã; a Cia do Meu Tio, da Bahia, com O Sapato do Meu Tio e Gustavo Rodrigues, do Rio, com Billdog.

Temos ainda, na mostra oficial e co-produzido pelo próprio Festival de Avignon o Teatro da Vertigem, de São Paulo, que estreou Dizer Aquilo que Não Pensamos em Línguas que Não Falamos.

Já estamos na segunda metade da temporada, com apresentações de terça a domingo.

Muito, muito trabalho, e a certeza de que estamos todos apresentando cada um à sua maneira belos e consistentes trabalhos ao público do Festival de Avignon.

Próxima parada, Festival de Edimburgo.

Vamos em frente!

*Otto Jr. é um ator inteligente. A coluna Domingou, uma crônica semanal, é publicada todo domingo no blog Atores & Bastidores do R7.

otto cartazes foto joao gabriel monteiro1 Domingou: Teatro brasileiro conquista Avignon

Cartazes de espetáculos disputam o público no Festival de Avignon - Foto: João Gabriel Monteiro

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marcio tito pellegrini foto ivan ribeiro Dois ou Um com Marcio Tito Pellegrini

Coragem e juventude: o dramaturgo e diretor da Tragédia Pop Marcio Tito Pellegrini - Foto: Ivan Ribeiro

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Marcio Tito Pellegrini não para quieto. Afinal, como já disse neste blog no ano passado, ele é da "geração para de reclamar e vai fazer". Tem a garra da juventude que quer engolir o mundo. É inteligente, politizado e anda, aos poucos, deixando sua marca no teatro paulistano. Junto de seu coletivo teatral, a Tragédia Pop, lança neste sábado (19), às 20h, dois novos espetáculos de 50 minutos cada um: O Idioma da NavalhaMemórias Póstumas de Alonso-Bunda. Diz que ficarão em cartaz todos os sábados até o fim do ano no Mini Teatro da praça Roosevelt, centro paulistano, se tudo der certo. A gente espera que dê. Ah, a entrada custa R$ 200, R$ 20 ou nada. Simples assim. Tito aceitou o convite do R7 para participar da nossa coluna Dois ou Um. Dez perguntas cheias de possibilidades. Ou não.

Brás Cubas ou Alonso Bunda?
A modernidade em todos os tempos. Reinvenção sistemática, sempre.

Zé Celso ou Rodolfo García Vázquez?
Ambos convivendo no mesmo País com pesquisas radicalmente distintas que convergem em fórmulas atentas para o mundo de hoje. Uma sequência consciente de seu percurso histórico – nada melhor.

Banco de escola ou aprontando no palco?
Acho que banco de escola aprontando coisas de palco. É sempre bom rever os ambientes...

Tragédia ou drama?
Tragicomédia.

Polícia para quem precisa ou polícia para quem precisa de polícia?
Tenho nojo da atuação da polícia militar na maioria dos eventos que tenho acompanhado. Os torturadores estão aí, você é jornalista, sabe bem do que estou falando...

Bombas de gás ou bombas de chocolate?
Bomba de gás do riso pra cima dessa caretice toda que tem tomado conta do senso-comum...

Argentina ou Alemanha?
Copi (Raul Taborda Damonte) e Brecht.

Juventude transviada ou juventude alinhada?
Politizada.

A força da grana que ergue e destrói coisas belas ou Panamérica de Áfricas utópicas?
Panamérica de Áfricas utópicas que provará que é possível erguer muito mais coisas belas – em detrimento da força da grana que perverte e corrói as verdadeiras coisas belas...

Pop ou Rock?
Prefiro experienciar o Rock, mas a aura catártica do Pop sempre rouba minha alma...

Leia outras edições da coluna Dois ou Um

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coluna cacilda5 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Contagem regressiva
Um charmoso reloginho nas redes sociais do Teat(r)o Oficina faz a contagem regressiva para a estreia de Cacilda!!!!! A Rainha Decapitada, ou simplesmente Cacilda 5. A primeira sessão está marcada para 19h do próximo sábado (26). A coluna vai, é claro, já que a estreia promete causar aquele rebuliço na sede do grupo, no bairro do Bixiga. Que é que vai perder? Anota aí na sua agenda: faltam oito dias.

Agenda Cultural da Record News

Sem drama
A Cia. Façamos Assim resolveu encarar um clássico da dramaturgia mundial e estreia neste sábado (19). A Comédia dos Erros, de William Shakespeare, no Teatro Eva Wilma, em São Paulo. Ficam por lá até 14 de setembro. Cristina Chicon assume a direção do elenco, que tem Danielle Spina, Débora Ribeiro, Felipe Menezes, Fernanda Möeller, Gutho Vieira, Gustavo Zanetti, Igor Di Rocha, Marcella Silveira, Maurício Ferreira, Paula Braggion e Rodrigo Mazzoni. Quante gente, né? Ufa!

tragediapop Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

O ator Felipe Ferracioli do coletivo teatral Tragédia Pop: muita provocação no palco do Mini Teatro na praça Roosevelt, a partir deste sábado (20) até o fim do ano, é o que eles juram de pés juntos - Foto: Enio Brauns

Quanto custa?
Os atrevidíssimos integrantes do Coletivo teatral Tragédia Pop estreiam novo trabalho neste sábado (20), às 20h, no Mini Teatro da praça Roosevelt. Na realidade são duas peças de 50 minutos cada: O Idioma da NavalhaMemórias Póstumas de Alonso-Bunda. Todo sábado, até o fim do ano. Provocativo, como sempre, o jovem diretor e dramaturgo Marcio Tito Pellegrini conta que a entrada é R$ 200, R$ 20 ou nada. Você escolhe.

coluna EduardoFigueiredo MauriciaMachado Crédito Fernando Donasci 2 reduzida p R7 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Eduardo Figueiredo e Mauricio Machado na plateia do Teatro J. Safra - Foto: Fernando Donasi

Alegria estampada no rosto
Mauricio Machado e Eduardo Figueiredo andam rindo à toda. O motivo? Eles são os curadores e diretores artísticos do Teatro J. Safra, que abre no próximo dia 25 de julho, na Barra Funda, em São Paulo.

Gente fina, elegante e sincera
A dupla é fundadora da manhas & manias de eventos, que já fez várias produções de sucesso nos palcos paulistanos. Eles contaram para a coluna o número de assentos do novo teatro: são 633 poltronas. Na abertura, elas estarão ocupadas pelas pessoas mais interessantes de São Paulo.

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A atriz e a poltrona (confortável): Nathalia Timberg vai abrir o Teatro J. Safra em SP - Foto: Divulgação

Madrinha
Para dar peso à estreia, a dupla chamou ninguém menos do que Nathalia Timberg para batizar o palco com a peça Paixão.

Vizinhos
O Teatro J. Safra vem dar peso ainda mais à tradição teatral da Barra Funda. No bairro paulistano também estão salas importantes como o Teatro do Núcleo Experimental, a Cia. São Jorge de Variedades e a Casa Livre, além do clássico Theatro São Pedro.

coluna cauby angela Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Encontro marcante do Rei e da Rainha do Rádio no Brasil: os cantores Cauby Peixoto e Ângela Maria prometem abalar as estruturas do Teatro J. Safra com suas vozes inesquecíveis e de fazer cair o queixo - Foto: Divulgação

Babaluuuuu!
E a programação do Teatro J. Safra já está robusta. , Gal Costa sobe ao palco em agosto. Já em setembro, a dupla Cauby Peixto e Ângela Maria promete emocionar os mais nostálgicos. Ângela promete cantar seu inesquecível hit, Babalu.

Falando nisso...
Foi um Deus nos acuda os bastidores da abertura do Theatro NET São Paulo, no Shopping Vila Olímpia. A obra não ficou pronta a tempo e a sessão para VIPs do show de Gilberto Gil, que seria realizada na última quarta (16), foi cancelada na última hora. A apresentação foi transferida para segunda (21). A temporada desta sexta (18) a domingo (20), para o público pagante, está mantida. Gil canta as músicas de seu novo disco, Gilbertos Samba, em homenagem a João Gilberto. A coluna vai.

reino 1 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Cena da peça Reino, a nova montagem do Grupo Gattu no Teatro do Sol, em Santana, SP - Foto: Divulgação

Sol na zona norte
Eloisa Vitz e a turma do Teatro Gattu mandam avisar que as sessões da peça Reino são grátis até o fim do mês. Tem sexta, 21h30, sábado, 21h, e domingo, 20h. No Teatro do Sol, que fica na rua Damiana da Cunha, 413, em Santana, na zona norte de São Paulo. Se eu fosse você iria.

O texto do Bob
Bob Sousa, nosso grande fotógrafo dos palcos, também é colunista no site da SP Escola de Teatro. Em pauta, sempre o teatro, é claro. Leia o que o moço anda escrevendo.

Oceano
Os meninos da Cia. Pia Fraus mandam avisar que só ficam no CCBB de São Paulo, na Sé, até 27 de julho com a peça Círculo das Baleias. Todo domingo, 11h, com entrada a R$ 10. Vai, gente!

coluna A Estática Cia de Teatro Vizinho Legal 2 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

A Cia. de Teatro Vizinho Legal faz a peça A Estática com entrada grátis em SP - Foto: Divulgação

Ondas do pensar
Tem peça de graça neste sábado (19) e domingo (20h), a partir das 16h, no Teatro Cultura Inglesa de Pinheiros, em São Paulo. Chama-se A Estática, que discute o poder do pensamento. A montagem tem no elenco jovens moradores do bairro Jaguaré que fazem parte do projeto Conexões. O coordenador, Leandro Oliva, diz que a obra "expressa o amadurecimento do grupo". Que sirva de exemplo.

Largado no mundo
Circo e dança vão se misturar no Sesc Itaquera, em São Paulo, neste sábado (19). Às 14h começa a peça Kelvin - O Vira Lata, da Cia. MoviMente, com Leo Mologni dirigido por Helena Figueira. Em cena, um caozinho abandonado sofre um bocado na cidade grande. Tadinho.

juca 51 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Dan Stulbach, sentado na escada do Teatro Eva Herz, que ele dirige - Foto: Francisco Cepeda/AgNews

Sem frescura
Dan Stulbach mostrou que não tem cerimônia. O ator sentou-se na escada do Teatro Eva Herz, que ele administra, enquanto os convidados entravam para ver Rei Lear, com Juca de Oliveira, na pré-estreia para convidados, nesta quinta (17). Está mais do que certo!

A frase
Retirada da timeline da atriz Cléo De Páris: "Prefiro tomar cerveja do que tomar conta da vida dos outros".

Curitibinhos
A criançada apaixonada por teatro em Curitiba não sai mais do Shopping Novo Batel. É que dois infantis de sucesso na cidade estão em cartaz no local. Todo sábado, às 16h, tem Se Essa Rua Fosse Minha - Espetáculo de Brincar, no Teatro João Luiz Fiani. Já no domingo, às 16h30, tem Dona Baratinha da Silva Só, no Teatro Fernanda Montenegro. Não é uma graça?

coluna amocadacidade Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

A Moça da Cidade estreia no Teatro Ipanema, no Rio, com direção de Rodrigo Pandolfo - Foto: Divulgação

Retirante
O ator Rodrigo Pandolfo estreia como diretor nesta sexta (18), no Teatro Ipanema, no Rio, com a peça A Moça da Cidade. A obra mergulha no Brasil dos anos 1940 à década de 1960, para contar as aventuras de uma moça do interior que se muda para a cidade grande, vivida pela atriz Lu Camy. A temporada carioca vai até 24 de agosto. Recado dado.

Phedra, a mineira
Fãs mineiros, preparem seu coração. Phedra D. Córdoba, a diva cubana dos Satyros, se apresenta com seu grupo neste fim de semana em Ouro Branco, interior de Minas Gerais, com a peça Não Morrerás. Promete causar impacto por lá.

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A Condessa e o Bandoleiro tem sessões grátis no Parque Água Branca, em SP - Foto: Divulgação

Amor bandido
Sabe a pobre menina rica? Pois é ela mesma quem surge na peça A Condessa e o Bandoleiro. A obra conta a história de uma condessa entediada com sua vida de farturas. Ela sonha com aventuras desmedidas. É claro que um bandoleiro surgirá em seu caminho para trazer-lhe a felicidade. A peça será começa temporada neste fim de semana no Parque Água Branca, na zona oeste paulistana. Sábado, às 18h, e domingo, às 16h, até 3 de agosto com entrada gratuita. Que beleza!

Impacto profundo
O ator Ivam Cabral dublou a música Codinome Beija-Flor, de Cazuza, utilizando uma outra boca de seu corpo na sessão de Não Fornicarás do último dia 11 de julho no Espaço dos Satyros Um, na praça Roosevelt.

mateus emfamilia Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Tiago Martelli contracena com Betty Gofman na novela Em Família, na Globo - Foto: Divulgação

Do teatro para a TV 1
A novela Em Família, de Manoel Carlos, termina nesta sexta (18) na Globo. Em sua reta final, a trama teve a participação de um ator garimpado nos palcos de São Paulo: Tiago Martelli, como o personagem Mateus, filho de Miss Lauren, papel de Betty Gofman. Mandou bem.

fagundes emanuel 11 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Fagundes Emanuel: ele representa o teatro paulistano na novela das 19h da Globo - Foto: Miguel Arcanjo Prado

Do teatro para a TV 2
Fagundes Emanuel é outro nome do teatro paulistano na televisão. Ele, que já passou pela SP Escola de Teatro e o CPT de Antunes Filho, é o Mosca de Geração Brasil, a novela das 19h da Globo. Leia a Entrevista de Quinta com o ator.

Viva o Chico!
Os cariocas Charles Möeller e Claudio Botelho, os Reis dos Musicais,  aportam em São Paulo entre 8 de agosto e 7 de setembro. Mais especificamente no Teatro Faap. É lá que vão encenar o espetáculo Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos, que homenageia os 70 anos de nosso grande compositor. Vamos ver no que vai dar...

Mais um
Falando em musical carioca, O Grande Circo Místico, estreia no dia 14 de agosto, no Theatro NET São Paulo, aquele onde Gil canta neste fim de semana.

coluna cazuza FOTOS DE LEO AVERSA 01 1 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Cazuza promete fazer os paulistanos morrerem de saudade do poeta dos anos 1980 - Foto: Leo Aversa

Cazuzados
O musical Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz, que estreia nesta sexta (18), no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, fará sessão VIP para imprensa e convidados na próxima segunda (21). Tem gente se matando por um convite...

Repeteco
A Cia. dos Inquietos, manda avisar que Limpe Todo o Sangue Antes que Manche o Carpete volta ao cartaz entre 22 e 31 de agosto, no Teatro Pequeno Ato, ali do ladinho do Teatro de Arena, no centro paulistano. O texto é do carioca Jô Bilac e a direção, do paulistano Eric Lenate. A temporada, curtíssima, comemora os cinco anos do grupo de Ed Moraes.

Dedo no gatilho
A nova peça da Cia. dos Inquietos já está sendo ensaiada. Chama-se Oliver e promete abalar as estruturas do teatro brasileiro. É esperar para ver.

Andança
O cantor Markinhos Moura assina a trilha sonora da peça Um Amor de Renúncia, que estreia neste domingo (20), no Teatro Paiol Cultural, no centro de São Paulo. A peça conta a saga de Madalena e sua filha, Alcione, ao longo de quatro décadas. Não vai faltar história para contar...

coluna amor de renuncia Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Markinhos Moura assina a trilha sonora da peça Um Amor de Renúncia - Foto: Divulgação

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agenda 18 7 2014 Veja as dicas da Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 18/07/2014

Lidiane Shayuri e Miguel Arcanjo Prado fazem a Agenda Cultural na Record News - Foto: Divulgação

A Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta (18) está repleta de ótimas dicas culturais. O colunista Miguel Arcanjo Prado conta para a apresentadora Lidiane Shayuri tudo o que rola de bom em todo o Brasil. Tem Nando Reis em Itabira (MG), Caetano Veloso em Curitiba, Gilberto Gil e Toquinho em São Paulo, Ney Matogrosso em Salvador, Cauby Peixoto no Rio, comédia Os Homens Querem Casar e as Mulheres Querem Sexo em Brasília, o festival Cinema de Garagem em Fortaleza, e os filmes Um Gladiador em Apuros, para os pequenos, e Planeta dos Macacos - O Confronto.

joao ubaldo Veja as dicas da Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 18/07/2014

João Ubaldo Ribeiro é homenageado na Agenda Cultural, na Record News - Foto: Divulgação

E ainda: uma homenagem a João Ubaldo Ribeiro.

Com edição de Aline Rocha Soares e Cinthia Lima.

Veja o vídeo:

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joao ubaldo ribeiro flavio moares João Ubaldo Ribeiro abriu nossas cabeças

João Ubaldo Ribeiro nos ensinou em seus romances que desejo não é pecado - Foto: Flávio Moraes

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

João Ubaldo Ribeiro, que morreu nesta sexta (18), aos 73 anos, em sua casa, no Rio, foi o maior libertador de nossa sexualidade na literatura brasileira.

a casa dos budas ditosos João Ubaldo Ribeiro abriu nossas cabeças

Fernanda Torres na adaptação para os palcos de A Casa dos Budas Ditosos, com direção de Domingos de Oliveira: texto emblemático de João Ubaldo Ribeiro - Foto: Divulgação

Seu romance A Casa dos Budas Ditosos, adaptado brilhantemente para o teatro por Domingos de Oliveira no melhor espetáculo da carreira de Fernanda Torres, é uma aula de sensualidade, sem repressão, sem culpa.

O escritor baiano, nascido na paradisíaca Ilha de Itaparica, soube como ninguém construir com maestria em sua prosa elegante o fogo de nosso povo. Povo que ele amava e que deu título a outro romance seu reconhecido mundialmente, Viva o Povo Brasileiro. Vinha da mesma forma de Jorge Amado, outro baiano romântico e sensual.

Ler João Ubaldo Ribeiro é tornar-se seu cúmplice. E também de seus personagens abrasados, que sucumbem ao chamado do instinto, do corpo, da vida.

O Brasil, sem João Ubaldo Ribeiro, fica ainda mais careta. Mais quadrado. Mais chato.

Vai fazer uma falta enorme este homem debochado e ao mesmo tempo sincero, que mostrou a todos que não há pecado do lado de baixo do Equador. Ele nos ensinou que ter fogo não é feio, não é errado. Muito pelo contrário, é o que somos. E é o que nos faz belos. Vivos.

Por isso, os romances que criou são à base do desejo. Quem não pode ser reprimido nem acusado.

João Ubaldo Ribeiro abriu nossas cabeças.

Ai, que falta enorme que ele já faz...

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