Posts de julho/2012

O mês de julho chega ao fim e é hora de você, internauta do R7, escolher quem foi a musa e o muso do teatro. Veja as fotos e dê seu voto!

Candidatas a musa do teatro
musa bruna linzmeyer adeus a carne Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Bruna Linzmeyer, de Adeus à Carne ou Go to Brazil
musa camila camargo Slavianski Bazaar1 Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Camila Camargo, de Slavianski Bazaar
musa mariana de goes cafe cabaret Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Mariana de Góes, de Café Cabaret
musa melissa vettore camille e rodin Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Melissa Vettore, de Camille e Rodin
musa sofia boito bom retiro 358 metros Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Sofia Boito, de Bom Retiro, 958 metros

Quem foi a musa do teatro em julho de 2012?

Esta enquete está encerrada
  • Bruna Linzmeyer - Adeus à Carne
    12.6%
  • Camila Camargo - Slavianski Bazaar
    7.9%
  • Mariana de Góes - Café Cabaret
    78%
  • Melissa Vettore - Camille e Rodin
    0.4%
  • Sofia Boito - Bom Retiro, 958 metros
    1.2%


Candidatos a muso do teatro

muso assis benevenuto outro lado Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Assis Benevenuto, de Outro Lado
muso daniel alvim maria miss Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Daniel Alvim, de Maria Miss
muso dudu galvao sua inceleca ricardo iii Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Dudu Galvão, de Sua Incelença, Ricardo III
muso marco ricca boca de ouro Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Marco Ricca, de Boca de Ouro
muso thiago machado priscilla Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Thiago Machado, de Priscilla, Rainha do Deserto

Quem foi o muso do teatro em julho de 2012?

Esta enquete está encerrada
  • Assis Benevenuto - Outro Lado
    10.1%
  • Daniel Alvim - Maria Miss
    35.9%
  • Dudu Galvão - Sua Incelença, Ricardo III
    45.4%
  • Marco Ricca - Boca de Ouro
    1%
  • Thiago Machado - Priscilla, Rainha do Deserto
    7.6%

O Retrato do Bob: Einat Falbel, toda a força de uma atriz pós-desilusão

Coluna do Miguel Arcanjo n° 183: Adeus, Playcenter

Mito morto há 60 anos, Evita foi atriz consagrada

Musical sobre Milton Nascimento custou R$ 1 milhão

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denise fraga e cleyde yaconis e marco antonio braz 004 Cleyde Yáconis lê Nelson Rodrigues em noite de tensão e aplausos no Auditório Ibirapuera

Ao lado de Denise Fraga, a atriz Cleyde Yáconis, de 88 anos, é cumprimentada pelo diretor Marco Antônio Braz, após ler Nelson Rodrigues no Ibirapuera - Foto: Franciso Cepeda/AgNews

Por Miguel Arcanjo Prado

Cleyde Yáconis é um dos maiores nomes de nossos palcos. Não cabe questionamento. E é por isso que uma apresentação dela, sobretudo aos 88 anos, é obrigatória.

No último fim de semana, ela apresentou o espetáculo Elas Não Gostam de Apanhar, integrante das homenagens do Itaú Cultural ao centenário de Nelson Rodrigues. Na verdade, tratava-se de uma leitura de uma compilação de textos do autor sobre o mundo feminino, fazendo trocadilho com a célebre frase de nosso dramaturgo, sob direção de Marco Antônio Braz, especialista no mestre.

Cleyde teve a companhia de Denise Fraga na leitura dos textos. Na estreia, na última sexta (27), à qual o R7 assistiu, ambas estavam nervosas diante do Auditório Ibirapuera.

Foi Cleyde quem explicou o motivo do nervosismo ao público, após os aplausos finais: tiveram apenas dois dias para ensaiar.

Com o carinho da plateia, Cleyde roubou a cena a cada frase dita, mesmo diante da dificuldade em ler a letra miúda no calhamaço de papel que se desmanchava em suas mãos. Poderiam ter encadernado o texto, o que teria facilitado a vida da atriz veterana.

Apesar do acerto com as projeções, que ajudavam a quebrar o clima de uma leitura, a longa duração não colaborou. Não teria sido nada mau se o diretor tivesse cortado um pouco o texto. 

Mas Cleyde Yáconis demonstrou que pode tudo. Tanto que, quando um trecho não lhe saía a contento, não titubeava em recomeçar. Parceira, Denise Fraga serviu de ajuda fundamental, ajudando-a no acompanhamento do texto, quando ela se perdia com a letra pequenina.

Ao fim, Cleyde Yáconis foi ovacionada, claro. Educada, agradeceu. Apenas se assustou com o vaso de flores pesadíssimo trazido pelo diretor. Preferiu nem pegar.

Ciente da gafe, Marco Antônio Braz depositou o vaso no chão. Ao fim, Cleyde, elegantíssima, fez questão de se desculpar com o público e jogou a culpa pelas falhas no diretor. O público, mais uma vez, a aplaudiu de pé.

cleyde yaconis elasnaogostamdeapanhar francisco cepeda Cleyde Yáconis lê Nelson Rodrigues em noite de tensão e aplausos no Auditório Ibirapuera

Cleyde entre Denise e Braz: o vaso pesado terminou no chão - Foto: Francisco Cepeda/AgNews

O Retrato do Bob: Einat Falbel, toda a força de uma atriz pós-desilusão

Coluna do Miguel Arcanjo n° 183: Adeus, Playcenter

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Por Miguel Arcanjo Prado
Foto de Bob Sousa

Einat Falbel foto bob sousa O Retrato do Bob: Einat Falbel, toda a força de uma atriz pós desilusão
Se o pai da atriz Einat Falbel tivesse demorado mais um ano para deixar a Polônia rumo ao Brasil ela não estaria por aqui. Foi em 1938, um ano antes de a 2ª Guerra Mundial começar, que o judeu polonês Pinkas Falbel resolveu largar a terra natal rumo à até então desconhecida América do Sul. O restante da família Falbel que ficou na Polônia foi dizimado pelo nazismo.

Em uma viagem à Terra Santa, ele conheceu a brasileira Ester Lea, por quem se apaixonou e trouxe para viver com ele em São Paulo, onde os Falbel começaram vida nova. Tiveram quatro filhos, um homem e três mulheres, entre eles a caçula, Einat, sempre metida em artes.

Criada entre os bairros Lapa e Higienópolis, já pequenina, fez um espetáculo para o prédio inteiro. Tios, primos, pais e irmãos viram ali despontar o talento da menina que amava os Saltimbancos.

Na escola, Einat tinha como professora de artes ninguém menos do que a futura atriz de sucesso Lilia Cabral, que é formada em belas artes pela USP (Universidade de São Paulo) e deu aulas antes da TV. Foi vendo uma peça infantil de Lilia que Einat se deslumbrou.

— Lembro da sensação que tive: de estar diante de um fenômeno.

Durante um bom tempo viveu uma dicotomia: ser bailarina ou atriz? O teatro acabou falando mais alto, mas não abandonou os passos. Continuou com as aulas de dança em paralelo e hoje é também professora de expressão corporal.

— Ás vezes mentia para meus pais. Dizia que estava indo para a o balé e ia para o teatro.

A influência de Lilia foi grande. Tanto que, assim como a professora, se formou em educação artística na faculdade.

— Já tinha feito Macunaíma [escola de teatro no bairro Campos Elíseos] quando adolescente, mas bati o martelo mesmo em relação ao teatro quando resolvi me matricular no Célia Helena [outra tradicional escola de atores paulistana].

É claro que a decisão sofreu resistência da família.

— Meus pais não queriam que eu fosse atriz. Queriam que eu tivesse uma profissão mais convencional. Diziam para mim que “na vida você não faz o que quer, você faz o que tem de fazer”.

Ela não deu muita bola ao discurso. E insistiu no que sabia ser sua vocação. Do Célia Helena foi para o Grupo Tapa, sua “grande escola”. Lá, fez Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, em 1994, seu primeiro grande espetáculo. Ficou com eles sete anos.

Depois, teve uma passagem de quatro anos pela Companhia do Feijão. Aí, resolveu ficar “free”, como gosta de brincar, dando uma gostosa risada.

Fez cinema. Atuou em O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias e Lula – O Filho do Brasil. Em 2013, estreia na TV na série O Negócio, da HBO, sobre prostituição de luxo. Vai ser a secretária das garotas de programa.

Em 2007, entrou para a turma do Núcleo Experimental, do diretor Zé Henrique de Paula. Fez Dona Eduarda em Senhora dos Afogados, outra vez Nelson Rodrigues.

Até que surgiu em sua vida a possibilidade de se tornar Agnes, a garçonete solitária e decadente do espetáculo Bichado, que se apaixona por um ex-combatente da Guerra do Golfo com sérios problemas psiquiátricos, vivido pelo ator Paulo Cruz.

— A Agnes tem aquela coisa da mulher quando passa de uma certa idade e vê que a vida não aconteceu como ela projetou. As mulheres fazem muita bobagem para preencher esse vazio.

No espetáculo, a personagem embarca na loucura do amante como forma de ter alguém.

—Ela é capaz de comprar uma psicose só para preencher o buraco que tem. Isso é uma coisa muito feminina. Acho que a peça é muito isso, o que uma pessoa é capaz de fazer para que a vida faça algum sentido. Eu me identifico com ela em muitas coisas. Antes, saía da peça muito cansada, acho que agora, quase no fim da temporada, o corpo está se acostumando. Eu adoro o que a Agnes faz comigo. Ela mexe muito com tudo. É que ator adora sofrer, né [risos].

Quando questionada por que permaneceu no teatro, reflete um pouco, e chega à conclusão.

— Teatro é um vício. É maior do que o ego. É maior do que a gente. Muita gente vai procurar o teatro, neste mundo fast celebrity, para ser amado. Mas não é isso. Com o tempo, o elogio e o aplauso é pouco. É porque o teatro é muito além disso. E essa é uma descoberta que cada ator precisa fazer.

Bem resolvida com seus 42 anos, Einat Falbel comemora os personagens densos que a idade lhe proporciona.

—Eu não posso mais fazer a Julieta, né? [gargalhada]. Agora, meus personagens são pós-desilusão.

Leia a crítica de Bichado

Coluna do Miguel Arcanjo n° 183: Adeus, Playcenter

 
Por trás do pano – Rapidinhas teatrais Mito morto há 60 anos, Evita foi atriz consagrada

Musical sobre Milton Nascimento custou R$ 1 milhão

 

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Por Miguel Arcanjo Prado*

Quando criança, ouvia empolgado o relato de minha prima Luciana sobre sua ida ao Playcenter, em uma de suas viagens a São Paulo para visitar parentes paternos.

Luciana, que tem um talento incomparável para contar histórias, dizia em pormenores como havia sido sua passagem por cada um daqueles brinquedos até então inconcebíveis para mim. Afinal, nos parquinhos de Belo Horizonte nada havia semelhante.

Eu ficava impressionadíssimo e fantasiava em minha cabeça aquela aventura. Como deveria ser tudo ir ao Playcenter! Era meu sonho de menino de infância simples.

Demorou bastante, mas realizei. Minha estreia no Playcenter foi em fevereiro de 2007, aos 25 anos. Estava pela primeira vez em São Paulo, onde cursava o Curso Abril de Jornalismo, da Editora Abril.

O meu grupo de trabalho, o da revista Superinteressante, precisava fazer um especial de TV sobre o medo. A mim, repórter foca, coube vivenciar a aventura de despencar do alto dos 60 metros do Turbo Drop, o elevador mais temido do Playcenter, para que tudo fosse registrado por uma câmera, inclusive minha tremedeira e pernas bambas depois.

Lembro-me que, mesmo trabalhando, aquela ida ao Playcenter teve um sabor de aventura. Pensei comigo: quero voltar depois com calma, para pagar a dívida com minha infância.

Como não poderia deixar de ser, aproveitei umas férias em que meu irmão Gabriel e meu primo Caio estavam por São Paulo, e resolvi que nosso grande passeio seria viver as aventuras do Playcenter.

Fomos todos crianças outra vez naquele dia, subindo e descendo a montanha-russa, ficando de ponta-cabeça no Evolution e correndo, desesperados, dos monstros dentro do Castelo dos Horrores.

Ao saber da notícia do fechamento definitivo do parque, como tantos outros, fui tomado por um sentimento de nostalgia. Tanto que fiz questão de voltar lá, neste último fim de semana, para fazer uma reportagem especial para a editoria São Paulo do R7. Fui acompanhado de gente querida para ver o parque pela última vez, dar meu adeus.

Passei este sábado de fila em fila nos brinquedos do Playcenter. Ri, brinquei, gritei, me diverti. Um dia maravilhoso, de sol, temperatura agradável e gente de todos os tipos se alegrando junta. Antes de ir embora, tiramos uma foto na entrada do parque. Tal qual um menino, fiz meu registro, para depois mostrar aos coleguinhas que eu estive lá, no Playcenter, horas antes de seu fim.


*Miguel Arcanjo Prado é jornalista e gosta de se sentir criança.

Playcenter Looping Star Divulgacao Coluna do Miguel Arcanjo n° 183: Adeus, Playcenter

Looping Star: uma das aventuras do Playcenter, que chega ao fim, após 39 anos

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cleyde yaconis todanudezseracastigada com luis linhares 1965 Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Cleyde Yáconis em Toda Nudez Será Castigada, em 1965, com Luis Linhares - Foto: Cedoc/Funarte

Por Miguel Arcanjo Prado

Um diva de Nelson
Cleyde Yáconis, nossa grande atriz de 88 anos, sobe ao palco do Auditório Ibirapuera, em São Paulo, neste fim de semana. Ela vai interpretar Elas Não Gostam de Apanhar, ao lado de Denise Fraga, com quem contracena pela primeira vez. O texto, dirigido por Marco Antônio Braz, mostra o olhar do centenário Nelson Rodrigues para o mundo feminino. Sexta e sábado, às 21h29, e domingo, às 19h. R$ 20. Não preciso dizer que é obrigatório, né?

magiluth Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Magiluth se despede - Foto: Bob Sousa

Hora de dar tchau!
Este fim de semana é a última oportunidade de ver três peças do Grupo Magiluth, do Recife, em São Paulo. Eles encerram a ocupação da Funarte, na al. Nothmann, 1.058, no Campos Elíseos. Os meninos boa-praça do teatro brasileiro, que até alugaram um apartamento no Minhocão para a temporada, apresentam 1 Torto, nesta sexta, às 21h; O Canto de Gregório, neste sábado, às 21h; e Aquilo que Meu Olhar Guardou para Você, no domingo, às 19h. O ingresso custa R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia-entrada. Depois, eles seguem para o Rio de Janeiro, onde montarão Nelson Rodrigues. Se você ainda não viu, tome vergonha na cara e vá. Eles merecem.

Baianos na área
Saem os Novos Pernambucanos e chegam os Novíssimos Baianos da Cia. A Outra de Teatro, de Salvador, à Funarte paulistana. Eles apresentam duas peças entre 3 de agosto e 30 de setembro: Mar me Quer e Remendo Remendó. Teatro cheio de malemolência.

Desiludidos
Após o sucesso de Bichado, a turma do Núcleo Experimental estreia no próximo dia 9 de agosto sua nova peça, Mormaço, texto escrito por Ricardo Inhan, expoente do Núcleo de Dramaturgia do Sesi. Com direção de Zé Henrique de Paula, a obra fala de jovens perdidos e sem ambição do mundo contemporâneo. Bem a cara da violenta São Paulo de hoje, a montagem tem confronto de punks e skinheads. Infelizmente, o teatro também precisa retratar nossa triste realidade.

Moro em Jaçanã
O Sesc Itaquera promove em agosto a Festa Brasileira – Se Eu Perder Esse Trem, inspirada na canção Trem das Onze, de Adoniran Barbosa, praticamente um hino paulistano. A programação tem as peças O Trenzinho da Cantareira, da Cínica Cia de Teatro, nos dias 18, 19, 25 e 26, às 15h30; e Se Eu Perder Esse Trem, da Bella Cia. de Teatro, nos dias 18, 19, 25 e 26, às 16h30 e 18h. A entrada é gratuita para quem frequenta o local. Dá para passar a manhã escorregando do toboágua da movimentada piscina e depois ver teatro.

milton musical Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Milton, Wladimir e Cássia: negros são minoria no musical

Faltou consciência negra?
Dos 14 atores-cantores do musical Milton Nascimento – Nada Será como Antes, de Charles Möeller e Claudio Botelho, que estreia no dia 9 de agosto, no Teatro NET, no Rio, apenas dois são negros (Wladimir Pinheiro e Cássia Raquel, na foto ao lado, abaixo de Milton). Isso representa só 14 % do total de artistas no palco. Ou seja: os brancos correspondem a 86 % do elenco de um musical sobre um artista negro. Preciso comentar?

Mais musical da Broadway
Godspell, musical da Broadway escrito em 1971 por Stephen Schwartz e John-Michael Tabelak, estreia em São Paulo no dia 3 de agosto, no Teatro Commune (r. da Consolação, 1.218). Com inspiração bíblica, a montagem pop traz um eclético grupo de 12 pessoas que têm seus caminhos cruzados por João Batista e Jesus Cristo. A direção é de Kleber di Lazzare, com produção de Janaína Lince e Evandro Martins Fontes.

Lume em Sampa
O Grupo Lume, de Campinas, apresenta em São Paulo, neste fim de semana, sua nova obra, Os Bem-Intencionados, com direção da mineira Grace Passô. Será nesta sexta e sábado, às 21h, no Salão de Baile União Fraterna, na Pompeia. Depois, eles estreiam a obra no Sesc Pompeia, no próximo dia 1º. Ficam em cartaz até 30 de setembro. A peça mostra um grupo de aspirante a artistas numa mesa de bar. Promete causar.

A volta dos que foram
A adaptação de Ifigênia, que causou furor no primeiro semestre com o texto do grego Eurípedes, volta ao cartaz no dia 4 de agosto no Espaço Elevador. Eles concorrem ao Prêmio Shell de melhor iluminação e ainda estão indicados a três categorias do Prêmio CPT (Cooperativa Paulista de Teatro). Esses meninos da Cia. Elevador de Teatro Panorâmico são danados. O grande charme da obra é que os nove atores do elenco sabem todo o texto e podem, a qualquer momento, mudar de personagem. Quem não viu tem de ver agora.

A Bola da Vez   PLinio Marcos   Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Plínio bem mais colorido

Plínio futebolista
Plínio Marcos não é só submundo, minha gente. O nosso querido jornalista e grande dramaturgo, que nos deixou em 1999, é tema do espetáculo A Bola da Vez: Plínio Marcos, que foca nos textos esportivos do autor, com a Cia. Letras em Cena. A montagem estreia dia 9 de agosto e fica em cartaz às quintas e sextas, às 21h, no Teatro Maria Della Costa (r. Paim, 72, Bela Vista, São Paulo). O ingresso custa R$ 50, mas quem for com a camisa de seu time paga R$ 20. Nem preciso dizer que já estou separando a minha camisa retrô do Galo para ir à estreia.

Viva Guzik
Está aí abaixo a capa do número dois da revista A[L]BERTO, que já é uma das publicações sobre teatro mais respeitadas do Brasil. A revista da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco homenageia em seu nome o jornalista Alberto Guzik, que morreu em 2010, aos 66 anos, vítima do câncer. Crítico teatral que virou ator no fim da vida com o grupo Os Satyros, Guzik foi um dos fundadores da instituição. A revista custa R$ 15 e tem tiragem de 4.000 exemplares. Silvana Garcia coordena a edição. O lançamento é nesta sexta (27), a partir das 18h30, na Livraria da Vila do shopping Higienópolis, em São Paulo. Vou lá pegar a minha.

Capa Alberto2 Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Filme Cidade de Deus vai virar musical violento

Mito morto há 60 anos, Evita foi atriz consagrada

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Clowns de Shakespeare misturam guerra e sertão em Sua Incelença, Ricardo III

Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Musical New York, New York volta a preço popular

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cidade de deus Filme <i>Cidade de Deus</i> vai virar musical violento

Cidade de Deus marcou o cinema brasileiro em 2002: vai virar musical em 2013 - Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

O longa-metragem Cidade de Deus, que causou rebuliço em 2002 por mostrar ao mundo a violência nas favelas cariocas vai virar um musical.

Quem vai assumir a empreitada de levar para os palcos o filme de Fernando Meirelles indicado a quatro Oscar é a tarimbada dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, que saiu da Aventura Entretenimento e caiu nos braços da recém-criada GEO Eventos.

A briga foi porque os dois queriam ter mais liberdade para investir em musicais nacionais, de olho no sucesso retumbante de Vale Tudo – Tim Maia, dirigido por João Fonseca.

Na casa nova, trataram de comprar os direitos do filme. O contrato foi fechado nesta semana, segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Ambiciosos, querem levar o musical Cidade de Deus, além de Rio e São Paulo, para a Broadway, em Nova York. Eles têm o mesmo plano para  a remontagem do musical Orfeu Negro, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, que estreia em 2013.

Möeller e Botelho vão abrir audições para Cidade de Deus em todo o Brasil para encontrar gente nova para o musical. Dizem que querem atores negros.

A notícia é comemorada pelos atores negros que fazem musicais no país. No espetáculo Milton Nascimento – Nada Será como Antes, que a dupla estreia no Rio no próximo dia 9 de agosto com músicas do compositor negro da MPB, há apenas dois atores negros em um elenco de 14 artistas, ou seja, nem 15 % do total.

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evita Mito morto há 60 anos, Evita foi atriz consagrada

Evita foi uma atriz querida e requisitada pelas companhias de teatro argentinas

Por Miguel Arcanjo Prado

Um dos maiores mitos da política latina de todos os tempos era atriz. Há exatos 60 anos, no dia 26 de julho de 1952, Evita Perón morreu aos 33 anos, de câncer, deixando órfão o povo argentino.

Antes de se tornar primeira-dama, ao se casar com Juan Perón em 1944, eleito presidente da Argentina no ano seguinte, María Eva Duarte trabalhou como atriz em Buenos Aires.

Ela nasceu pobre, quinta filha de Juana Ibaguren e Juan Duarte, no dia 7 de maio de 1919, em Toldos, cidadezinha da provincia de Buenos Aires. Perdeu o pai cedo, em 1926. Em 1930, foi morar em Junín. Foi lá que ela conheceu o teatro e se encantou por ele.

A paixão pelos palcos foi tanta que ela resolveu tentar a sortee m Buenos Aires, e chegou na capital argentina em 1934, com apenas 15 anos. A mãe a acompanhou no teste na Rádio Cultura. Logo, chamou a atenção de todos e se tranferiu de vez para Buenos Aires.

Em pouco tempo se tornou uma das atrizes mais conhecidas, requisitada pelas principais companhias de teatro da época. Mesmo com o sucesso nos palcos, jamais abandonou o rádio. Em 1944, foi eleita presidente da Agrupação Radial Argentina. Evita também fez cinema. Começou com participações pequeñas, até que, em 1944, protagonizou o longa La Cabalgata del Circo. No ano seguinte, protagonizou o longa-metragem La Pródiga.

E foi como artista que ela conquistou o povo, ao organizar um festival no estádio Luna Park, em Buenos Aires, em 1944, para angariar donativos para as vítimas do terremoto de San Juan.

Sua carreira artística foi encerrada no ano seguinte, quando deixou os palcos, o rádio e a tela de cinema para se casar, em 1945, com Juan Perón, na Igreja de São Francisco, na cidade argentina de La Plata. Daí caminhou com ele na política para se tornar mito.

Leia reportagem especial sobre a morte de Evita

 

O Beijo no Asfalto volta ao cartaz no Rio

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rosane gofman yuri gofman Rosane Gofman é dirigida pelo filho Yuri Gofman

Rosane Gofman abraça o filhão, Yuri: projeto de sucesso em família - Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Aos 30 anos, Yuri Gofman é um dos novos nomes da cena de dramaturgos e diretores cariocas. O filho da atriz Rosane Gofman (e sobrinho de Betty Gofman) decidiu escrever, talento que acalentava desde pequeno.

Sua segunda obra, a comédia Doutor – Como Enlouquecer um Médico em um Dia excursiona o País após temporada no Teatro Clara Nunes, no Rio. Ele também assina a direção da montagem.

Apesar de ter se apaixonado pela escrita, Yuri não deixou a interpretação de lado e atua na peça ao lado da mãe.

Aliás, o espetáculo é feito em casa, já que um de seus irmãos, Kauê Gofman, faz a produção, e o outro, Daniel Gofman, assina a assistência de direção.

Yuri diz estar feliz com tanta união. E conta qual foi o grande desafio.

— Difícil é dirigir a própria mãe, mas a gente conseguiu chegar aonde queria e estamos muito felizes.

Além da obra com os parentes, Yuri está na peça Homens, uma coletânea de textos de Caio Fernando Abreu, em cartaz no Teatro do Leblon, também no Rio. 

Yuri já pensa na terceira peça, Doutor 2, uma continuação do projeto familiar que deu tão certo.

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beijonoasfalto <i>O Beijo no Asfalto</i> volta ao cartaz no Rio para celebrar 100 anos de Nelson Rodrigues

O Beijo no Asfalto é um dos principais textos de Nelson Rodrigues - Foto: Carol Beiriz/Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Está marcada para 4 de agosto a reestreia no Rio da peça O Beijo no Asfalto, que tem a mais polêmica e tradicional cena de beijo gay de nosso teatro. A montagem celebra o centenário do autor Nelson Rodrigues, que será no próximo dia 23 de agosto.

Dessa vez, a montagem ocupa o Teatro Glaucio Gil, depois de concorrida temporada no Sesc Copacabana.

César Rodrigues dirige a montagem que tem o ator de Máscaras Roberto Bomtempo no elenco, dividindo o palco com Augusto Garcia , que está no ar em Rebelde, Caetano O'Maihlan , Fernanda Boechat , Giordano Becheleni , Letícia Cannavale , Mariah Rocha , Cristiano Garcia , Thiago Mendonça , Van Loppes e Xando Graça.

O texto foi feito por Nelson em 1960, a pedido de ninguém menos que Fernanda Montenegro, e acabou por se tornar uma das mais conhecidas e aclamadas obras do dramaturgo.

A obra gira em torno da história de um acidente no qual um homem atropelado por um ônibus na praça da Bandeira, no centro carioca, pede um beijo a outro homem antes de morrer.

A remontagem do clássico tem iluminação de Aurélio de Simoni e cenário de Dani Geammal. Já o figurino é assinato por Thiago Mendonça.

O Beijo no Asfalto
Quando: sábado, domingo e segunda, às 21h. Até 27/8/2012
Onde: Teatro Gláucio Gil (praça Cardeal Arcoverde, s/nº, Copacabana, Rio, tel. 0/xx/21 2547-7003)
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada para até 21 anos, estudante, classe artística e maiores de 60)
Classificação: 16 anos

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milton nascimento musical Musical sobre Milton Nascimento custou R$ 1 milhão

Wladimir Pinheiro (à esq.) é o novo Milton Nascimento (à dir.) aos olhos do público - Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Os 70 anos de vida de Milton Nascimento e os 50 de carreira serão comemorados no palco.

Estreia no dia 9 de agosto, no Teatro NET, no Rio, o musical Nada Será como Antes - Milton Nascimento. A direção é da tarimbada dupla Cláudio Botelho e Charles Moëller, que rompeu com a Aventura Entretenimento, de Aniela Jordan e Luiz Calainho, e agora se associou à GEO Eventos.

O elenco já ensaia exaustivamente para fazer bonito no musical orçado em R$ 1 milhão. 

A superprodução tem no elenco o ator e cantor Wladimir Pinheiro, que será uma espécie de nova versão de Milton para o público. Ele já foi dirigido por Sergio Britto, em Macbeth, e Aderbal Freire Filho, no espetáculo Orfeu, mas agora será o foco.

pedro sol estrela blanco p Musical sobre Milton Nascimento custou R$ 1 milhão

Irmãos de Lua Blanco, Pedro Sol e Estrela Blanco estão no elenco do musical carioca - Divulgação

Irmãos de Lua Blanco no elenco
Ainda estão no elenco de 14 atores, entre outros, Cláudio Lins, Jonas Hammar, Marya Bravo, Sérgio Dalcin, Cássia Raquel, Tatih Köhler, Jules Vandystadt, Estrela Blanco e Pedro Sol Blanco, estes dois últimos irmãos da atriz Lua Blanco, da novela Rebelde, da Record.

O musical não tem uma história com princípio, meio e fim. Muito pelo contrário, o enredo é construído a partir das canções de Milton Nascimento. Como foi feito em Beatles no Céu de Diamantes, da mesma dupla Moëller & Botelho.

No repertório, estão confirmadas mais de 50 músicas, entre elas Maria Maria, Cais, Travessia, Paula e Bebeto, Caçador de Mim, Nos Bailes da Vida, Canto Latino e Nada Será como Antes, que titula o musical.

cartaz milton nascimento Musical sobre Milton Nascimento custou R$ 1 milhão

Cartaz do novo musical: depois do sucesso de Tim Maia, é a vez de Milton Nascimento no palco - Divulgação

 
 

 

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