Posts de agosto/2012

O fim de semana está recheado de atrações especiais em São Paulo. Tem os espetáculos A Bola da Vez: Plínio Marcos e do grupo A Outra Companhia de Teatro. Além de shows, diversão para as crianças e muito mais! São as dicas do editor de Cultura do R7 Miguel Arcanjo Prado no telejornal Record News SP, apresentado por Lidiane Shayuri.

Veja o vídeo abaixo:

(Com Nathalia Boscolo, editora da Record News)

[r7video http://videos.r7.com/saiba-tudo-o-que-vai-rolar-na-agenda-cultural-deste-fim-de-semana-1-e-2-/idmedia/5040fd83fc9b5f2856885a19.html]

 
 

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O mês chega ao fim e você, caro internauta do Atores & Bastidores, tem a missão de escolher quem merece o título de Musa e Muso do Teatro R7 em agosto de 2012.

O resultado da votação será publicado aqui no blog na próxima segunda (3). Depois, o blog fará um ensaio fotográfico e um perfil especial com os vencedores.

Veja, abaixo, as indicadas ao título de Musa do Teatro R7 e dê seu voto!

musa bibi ferreira Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Bibi Ferreira (Bibi, Histórias & Canções)
musa claudia raia Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Claudia Raia (Cabaret)
musa daniela rocha rosa Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Daniela Rocha Rosa (Boca de Ouro)
musa eloisa vitz Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Eloisa Vitz (Boca de Ouro)
musa kiara sasso Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Kiara Sasso (New York, New York)
musa louise helene schlemm Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Louise Helene Schlemm (Godspell)

Quem foi a musa do teatro em agosto de 2012?

Esta enquete está encerrada
  • Bibi Ferreira (Bibi, Histórias & Canções)
    1.5%
  • Claudia Raia (Cabaret)
    1.6%
  • Daniela Rocha Rosa (Boca de Ouro)
    3.5%
  • Eloisa Vitz (Boca de Ouro)
    54.3%
  • Kiara Sasso (New York, New York)
    6.1%
  • Louise Helene Schlemm (Godspell)
    33%

Veja, abaixo, os atores indicados ao título de Muso do Teatro R7 e dê seu voto!

muso ivam cabral Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Ivam Cabral (Vestido de Noiva)
muso leandro luna Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Leandro Luna (Priscilla, Rainha do Deserto)
muso luiz antonio jr Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Luiz Antônio Jr. (Mar me Quer e Remendo, Remendó)
muso mario sergio cabral Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Mario Sergio Cabral (Viúva, porém Honesta)
muso valmir martins Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Valmir Martins (Mormaço)
muso vladimir brichta Escolha a Musa e o Muso do Teatro R7 de agosto
Vladimir Brichta (Arte)

Quem foi o muso do teatro em agosto de 2012?

Esta enquete está encerrada
  • Ivam Cabral (Vestido de Noiva)
    0.8%
  • Leandro Luna (Priscilla, Rainha do Deserto)
    2.7%
  • Luiz Antônio Jr. (Mar me Quer e Remendo, Remendó)
    33.7%
  • Mario Sergio Cabral (Viúva, porém Honesta)
    36.2%
  • Valmir Martins (Mormaço)
    26.3%
  • Vladimir Brichta (Arte)
    0.3%

[r7video http://videos.r7.com/saiba-tudo-o-que-vai-rolar-na-agenda-cultural-deste-fim-de-semana-1-e-2-/idmedia/5040fd83fc9b5f2856885a19.html]

 
 
 

 

A Outra Companhia esquenta SP com calor baiano

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207152 335781193182443 1312501258 n Por trás do pano – Rapidinhas teatrais
Por Miguel Arcanjo Prado

Revista do Tusp
Foi lançada na última terça-feira (28) no histórico prédio do Tusp na rua Maria Antônia, em SP, o número cinco da revista aParte XXI, cujo primeiro número saiu em 1968, no auge da ditadura militar. Em sua palestra (foto acima), mediada pelo vice-diretor do Tusp, Ferdinando Martins, a professora da USP Maria Silvia Betti falou frases contundentes. Sobre os tempos modernos, em que o teatro reclama de agonia, ela vociferou: “O interesse nasce do treinamento da sensibilidade”. E completou: “É assustadora a pobreza que nos cerca”.

Revista do Tusp 2
A quem gosta de sair por aí filosofando sem ter lido nem bula de remédio, Maria Silvia Betti deu o recado, com sua elegância costumeira: “Tem gente por aí que pensa que está inventando a roda. Equívocos foram cometidos para que aprendêssemos com eles. Mas, para isso, é preciso conhecer o que já foi feito”. Preciso falar mais alguma coisa?

Bienal do Teatro
O diretor do Tusp, Celso Frateschi, aproveitou o evento para revelar que o Teatro Universitário da USP pretende realizar em 2013 uma Bienal Internacional do Teatro. Boa notícia.

Agenda Cultural
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Tosse 1
Na estreia do monólogo Moloc, com o ator francês François Khan na SP Escola de Teatro na praça Roosevelt, em São Paulo, uma gordinha não parava de tossir. O espetáculo volta a ser apresentado nesta segunda (3), grátis, às 20h. Espera-se que a mocinha não apareça.

Tosse 2
A moça fazia tanto barulho que houve quem pensou que ela deveria ter procurado um hospital em vez de ir ao teatro e se sentar na primeira fila.

Tosse 3
Diante de tanto barulho, François Khan também tossiu fortemente. A plateia foi ao delírio. Apesar de ter incorporado a tosse ao personagem, há quem jure que ele tossiu mais forte do que o costumeiro para deixar a gordinha sem graça. Fato é que, milagrosamente, após o recado elegante do ator, ela parou imediatamente de atormentar a todos.

Fim de Show 3 Por trás do pano – Rapidinhas teatraisFim de noite
O estreante Umbílicos Grupo promete causar frenesi no Espaço dos Satyros 1, à meia-noite deste sábado (1°), quando estreia por lá Fim de Show (foto), uma peça sobre os bastidores teatrais. Prometem mostrar o que os atores fazem na madrugada depois que saem do palco. Será que contam tudo mesmo? Estamos morrendo de curiosidade e é claro que estaremos lá.

Brasil nos Andes
O grupo brasileiro Circo da Silva participa do Festival Internacional de Teatro da Colômbia, que será realizado de 1° a 9 de setembro em Manizales, cidade no alto dos Andes. Criado no fatídico ano de 1968, o festival é um dos mais antigos das Américas. Por lá já passaram mais 1.600 grupos de 40 países, e o evento já recebeu nomes como Pablo Neruda, Jerzy Grotowsky, Mario Vargas Llosa e Ernesto Sábato. Coisa fina.

Mirada
Falando em festival teatral, o Sesc de Santos está em fase dos preparativos finais para o Mirada, o Festival Ibero-Americano de Teatro de Santos, que ocorre de 5 a 15 de setembro. Lembrando que paulistanos que comprarem ingressos para os espetáculos terão transporte gratuito de ida e volta a partir do Sesc Vila Mariana até Santos. O Mirada terá 42 produções de 14 países.

Prepare seu coração
O musical nacional está com tudo. O cantor Jair Rodrigues se encontrou, nesta quarta (28), com o elenco do musical Jair em Disparada, que estreia no dia 6 de setembro no Teatro Brigadeiro, em São Paulo. Ele posou para a coluna (foto abaixo) ao lado de Luciano Quirino, que interpretará o cantor, e Cinthia Santos, que viverá Claudine, mulher de Jair nos tempos dos festivais.

 Por trás do pano – Rapidinhas teatrais
A Outra Companhia esquenta SP com calor baiano

Bob Sousa tem acervo preservado pela Unesp; leia entrevista com o fotógrafo apaixonado pelo teatro

Conheça o ator Dudu Galvão, o talento potiguar do Clowns de Shakespeare e muso do teatro R7

O Retrato do Bob: o talento corajoso de Dani Barros

Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

“Ao celebrar centenário de Nelson Rodrigues, Brasil vê sua hipocrisia”, diz diretor Marco Antonio Braz

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aoutra A Outra Companhia esquenta SP com calor baiano

A Outra Companhia posa em frente à janela que dá para a av. São João, em São Paulo: (da esq. p/ a dir.) Luiz Antônio Jr., Luiz Buranga, Eddy Veríssimo, Israel Barretto e Roquildes Júnior - Fotos: Miguel Arcanjo Prado

Por Miguel Arcanjo Prado

A grandeza de São Paulo impressiona o grupo baiano A Outra Companhia de Teatro. Eles estreiam na cidade com dois espetáculos em cartaz na Funarte, Mar me Quer e Remendo, Remendó, dentro do projeto Nova Cena Nordestina, que também levou à metrópole os grupos Clowns de Shakespeare, de Natal, e Magiluth, de Recife.

Os soteropolitanos herdaram deste último o apartamento de frente ao Minhocão. De onde avistam os prédios do centro e o horizonte cinza.

Os atores Roquildes Junior, Israel Barretto, Eddy Veríssimo, Luiz Antônio Junior e Luiz Buranga, e também a iluminadora Catarina Campos, receberam a reportagem neste espaço, local onde se sentem seguros na capital de ar seco e quase irrespirável dos últimos dias.

Contam que tudo começou com o encontro “de um bando de atores querendo fazer alguma coisa” no Teatro Vila Velha, ponto de efervescência cultural em Salvador.

No início, se juntavam por lá para ensaiar. Como o espaço abrigava também grupos mais famosos da cena baiana, como o Bando de Teatro Olodum, sempre perguntavam quem eram eles. Respondiam: “somos a outra companhia”. Daí surgiu o nome.

Cada um dos cinco atores veio de um lugar diferente. Luiz Antônio Junior partiu de Alagoinhas, no Recôncavo Baiano, para estudar artes cênicas na Universidade Federal da Bahia. Eddy Veríssimo, a única mulher em cena, veio das oficinas culturais do bloco afro Araketu, assim como Roquildes Junior.

Luiz Buranga começou a atuar em Coração de Maria, sua cidade no sertão. Na capital baiana, viu no grupo a possibilidade de profissionalização do que antes fazia como brincadeira. Israel Barretto, do bairro Nazaré, em Salvador, começou a fazer teatro na escola e não parou mais.

A primeira peça veio em 2004, O Arlequim. Desde então, fizeram nove montagens e passaram por vários perrengues que quase acabaram com o grupo. O diretor inicial, Vinícios de Oliveira, deixou a trupe. Mas não desistiram. Roquildes resume bem.

— Somos o que restou da tempestade.

Sacudidos, aprenderam a fazer projetos, a se inscrever em editais. Acabaram conquistando prêmios e respeito na cena baiana.

E querem conquistar também o Brasil. Já se apresentaram nos festivais de Curitiba, de Recife, de Vitória e de Caxias do Sul. Agora, têm a possibilidade de se apresentar ao exigente público paulistano.

Roquildes diz que “acha tudo muito grande” e se sente ainda perdido, “sem saber os caminhos”, ao que Buranga revela “ficar curioso em descobrir a cidade gigante”. Eddy conta que sofreram no começo, mas agora já “se movimentam, correm atrás” dos espectadores. Luiz Antônio Jr. avalia a cidade como “dura e fria” e sente “falta do mar e da mistura de Salvador”.

Apesar dos pesares, aproveitam as novas possibilidades. Os novos encontros. Sofrem um pouco, mas crescem um bocado ainda maior.

A Outra Companhia em São Paulo
Mar me Quer e Remendo, Remendó
Onde: Funarte (al. Nothmann, 1.058, Campos Elíseos, Metrô Marechal Deodoro, São Paulo)
Quando: Sexta e sábado, às 21h (Mar me Quer); Domingo, às 16h (Remendo, Remendó)
Quanto: R$ 20 (sexta e sábado) e R$ 10 (domingo)
Classificação: 12 anos

aoutra2 A Outra Companhia esquenta SP com calor baiano

Bob Sousa tem acervo preservado pela Unesp; leia entrevista com o fotógrafo apaixonado pelo teatro

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O Retrato do Bob: o talento corajoso de Dani Barros

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“Ao celebrar centenário de Nelson Rodrigues, Brasil vê sua hipocrisia”, diz diretor Marco Antonio Braz

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autorretrato bob sousa Bob Sousa tem acervo preservado pela Unesp; leia entrevista com o fotógrafo apaixonado pelo teatro

O fotógrafo paulistano Bob Sousa em autorretrato para o blog

Por Miguel Arcanjo Prado

O fotógrafo teatral Bob Sousa, parceiro do Atores & Bastidores, está feliz da vida. Parte de seu acervo fotográfico de quase uma década e com cerca de 30 mil imagens está sendo documentada às novas gerações pela Unesp (Universidade Estadual de São Paulo).

Doze alunos trabalham na catalogação das imagens, que serão disponibilizadas gratuitamente ao público no site da instituição.

O professor do Instituto de Artes da Unesp Alexandre Mate, responsável pela iniciativa do projeto Teatro sem Cortinas, diz ao R7 que “a importância das fotos do Bob Sousa é fundamental”, sobretudo no contexto da criação de um Portal de História do Teatro.

— Trata-se de um olhar que concilia sensibilidade e agudeza com relação aos produtores de cultura, imagens que ficarão, imprimindo um modo ou um olhar de um sujeito sensível que tenta captar o sensível também do seu fotografado. Nas fotos do Bob tem-se o sujeito, despido de certa e imposta glamourização: o sujeito que tende a expressar a si, talvez de modo mais simples e mais inteiro.

Bob, que vai lançar aguardado livro com cem de seus retratos em 2013, falou ao blog sobre este momento importante em sua carreira, que simboliza mais uma etapa de reconhecimento a seu incansável trabalho. Leia a entrevista:

R7 – Por que você resolveu fotografar teatro?
Bob Sousa – Sempre me interessei muito por teatro e fotografia. Sou formado em publicidade e o teatro me acompanhou em toda a adolescência. O Grupo Ornitorrinco fez minha adolescência mais feliz.

R7 – Quem lhe ajudou no começo da carreira?
Bob Sousa – Marco Aurélio Olímpio, fotógrafo de MPB, foi meu grande mestre e apoiador. No teatro, tive uma conversa definitiva com Ivam Cabral [criador do grupo Os Satyros] numa edição das Satyrianas [evento teatral de primavera que ocupa a praça Roosevelt, no centro paulistano]. Ele me perguntou: "Você já parou para pensar que está construindo um dos maiores acervos de fotografia de teatro do nosso tempo? Nunca desista". Devo muito a ele e a essa conversa. Essa noite mudou minha percepção sobre o meu trabalho.

R7 – Quais fotógrafos você tem como referência?
Bob Sousa – No teatro: João Caldas, Lenise Pinheiro e Emidio Luisi. O Marcio Scavone sempre foi minha referência na arte de retratar pessoas.

R7 – Quando e como você começou?
Bob Sousa – Em 2004, após um curso de fotografia de show. Transferi aquele conhecimento pra a fotografia de teatro. A turma toda do curso ria e achava estranho eu sempre aparecer com fotos de espetáculos teatrais.

R7 – Conte uma situação engraçada e também uma difícil de conseguir fazer a fotografia.
Bob Sousa – Certa vez fotografei uma das maiores atrizes do teatro e da televisão brasileira no apartamento dela. Na hora de ir embora, ela começou a me dar conselhos sobre as ruas perigosas da cidade e para eu procurá-la, caso tivesse algum problema. Eu me senti acolhido como que por um parente querido... Uma foto difícil foi a do mestre Antunes Filho, que me deu apenas alguns minutos para retrata-lo. Considero esse retrato como um dos melhores que já fiz.

R7 – Qual a importância dessa parceria com a Unesp?
Bob Sousa – O trabalho com a Unesp me coloca em um caminho que julgo essencial, o da pesquisa. Meu trabalho nunca foi ligado à imprensa e não tem um cunho comercial. Essa ligação com a universidade também prevê um mestrado com pesquisa em fotografia de teatro.

R7 – Você está fazendo um livro?
Bob Sousa – O livro é um grande sonho que está se tornando realidade. A expectativa é poder lançá-lo no próximo ano, com uma grande exposição. Serão mais de 100 retratos com "pessoas de teatro". Esse universo engloba atores, diretores, dramaturgos, jornalistas, apoiadores e técnicos ligados às artes do palco. Como o projeto gráfico optou pela apresentação das fotos em ordem alfabética, Antunes Filho e Zé Celso Martinez Correa abrem e fecham a publicação. A seleção é bem abrangente, mas tem um foco no teatro de grupo da cidade de São Paulo. Alguns grandes nomes da TV também emprestaram sua imagem para o projeto.

R7 – O que você acha da parceria com o blog com a coluna O Retrato do Bob, toda segunda, aqui no Atores & Bastidores do R7?
Bob Sousa – Foi um grande presente poder ter esse espaço. É a minha aproximação com a imprensa. O início de um namoro. Estou aprendendo muito. Tudo é muito rápido e a abrangência do meu trabalho passou a ser maior. Tenho muito a contribuir na divulgação do teatro paulistano.

Conheça o ator Dudu Galvão, o talento potiguar do Clowns de Shakespeare e muso do teatro R7

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dudu galvao bobsousa3 Conheça o ator Dudu Galvão, o talento potiguar do Clowns de Shakespeare e muso do teatro R7Por Miguel Arcanjo Prado
Fotos de Bob Sousa

Quem viu o espetáculo Sua Incelença, Ricardo III, do grupo Clowns de Shakespeare, não pôde deixar de perceber o talento do ator Dudu Galvão.

Interpretando com vigor seis personagens, ele atua, dança, canta (bem) e seduz a plateia, que não consegue tirar os olhos dele.

Aos 27 anos, o integrante da trupe de Natal, no Rio Grande do Norte, chamou tanto a atenção do público durante a temporada da companhia em São Paulo no último mês de julho que foi eleito muso do teatro pelos internautas do R7, com mais de 2.000 votos.

dudu galvao bobsousa6 Conheça o ator Dudu Galvão, o talento potiguar do Clowns de Shakespeare e muso do teatro R7Esta foi a segunda vez que o ator esteve na capital paulista. É o que conta em um encontro com a gente na SP Escola de Teatro, na praça Roosevelt, reduto do teatro alternativo de São Paulo.

Pequeno, Dudu gostava de comandar os espetáculos com as outras crianças do Colégio Contemporâneo, de Natal. Escrevia, dirigia e atuava. Um verdadeiro sucesso.

Em casa, se divertia imitando os atores da TV. Apesar de tanta propensão aos palcos, mal ia ao teatro.

A determinação em encarar a profissão de frente só veio na hora do vestibular, aos 18 anos, quando escolheu o curso de artes cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Passou em primeiro lugar.

— No curso fui me descobrindo como ser humano.

Tanta descoberta logo teve de ser compartilhada. Dudu começou também a dar aulas e entrou para o Grupo Bicho de Sete Cabeças, com o qual realizou três espetáculos.

— Fazia todas as oficinas, viajava para festivais de teatro. Estava ávido por aprendizado.

dudu galvao bobsousa5 Conheça o ator Dudu Galvão, o talento potiguar do Clowns de Shakespeare e muso do teatro R7Até que conheceu a amiga Nara, que estava no grupo Clowns de Shakespeare. Foi assim que ele ficou conhecido do grupo. Veio o convite para integrar a peça Muito Barulho por Quase Nada durante temporada de três meses no Tusp, em São Paulo. Largou tudo e viajou como ator convidado. Se encantou com a grandeza cultural de São Paulo. Ficou até “com vontade de ficar”. Mas voltou para casa.

No retorno, os trabalhos rarearam. Entrou em crise. Decidiu largar tudo para tentar a sorte no Rio.

A temporada carioca trouxe alegrias, como fazer o filme A Suprema Felicidade, de Arnaldo Jabor, e também muitos perrengues e choro escondido. De saudade, de medo, de incertezas.

Até que veio novo convite do Clowns de Shakespeare, para fazer parte de Ricardo III. Dessa vez como integrante definitivo da trupe. Não pensou duas vezes e voltou para sua terra natal. A mãe, a arquiteta Socorro Galvão, ficou feliz. Bem como a irmã, a professora de educação física Ana Carol.

Desde então, vivencia o sucesso do espetáculo, já apresentado em festivais teatrais importantes como em Santiago do Chile, Curitiba e Belo Horizonte.

— A peça me abriu portas e novas possibilidades.

dudu galvao bobsousa8 Conheça o ator Dudu Galvão, o talento potiguar do Clowns de Shakespeare e muso do teatro R7E vai continuar a abrir. Em 2014, o grupo irá se apresentar na Rússia.

Mas junto do sucesso veio também uma dor: Dudu perdeu o pai, o engenheiro Enéas Galvao, morto há um ano. Sofreu muito e hoje sente a presença dele em cada aplauso.

No momento, ele descansa de tantas viagens, antes de começar, no dia 15 de setembro, o processo do novo espetáculo, Hamlet, previsto para estrear em janeiro em Natal.

E ele não esconde o sorriso ao contar que, finalmente, conseguiu sua autonomia financeira fazendo o que gosta.

— Hoje pago minhas contas com o teatro. Já estou na perspectiva de ter meu cantinho, minha casa.

Se Dudu cresceu bastante nos últimos anos, ele revela que o grupo também sonha em crescer, sair do aluguel e construir uma sede que sirva de referência e efervescência cultural em Natal.

— Eu amo fazer parte do Clowns de Shakespeare. Não me vejo em outro lugar. Hoje, posso lhe dizer que eu sou muito feliz.

dudu galvao bobsousa7 Conheça o ator Dudu Galvão, o talento potiguar do Clowns de Shakespeare e muso do teatro R7

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disparada Ator Luciano Quirino revela como é interpretar o cantor Jair Rodrigues no musical <i>Jair em Disparada</i>

Claudia Ohana viverá Elis Regina, já Luciano Quirino será Jair Rodrigues no musical - Divulgação

Por Ana Paula Xavier, do R7

São Paulo vai reviver os tempos áureos dos Festivais da MPB da Record na década de 1960 no espetáculo Jair em Disparada, o Musical, que estreia no próximo dia 6 de setembro, no Teatro Brigadeiro, com direção de Sebah Vieira.

O Atores & Bastidores conversou com exclusividade com Luciano Quirino sobre o desafio de viver nos palcos o ídolo Jair Rodrigues. Ele vai contracenar com Claudia Ohana, que será Elis Regina.

Leia a entrevista:

R7 - Como é que é ser Jair Rodrigues?
Luciano Quirino - Olha, é uma honra muito grade. Em primeiro lugar, porque ele é um dos nossos grandes ícones da musica popular brasileira, então, é um artista realmente espetacular, sensacional, além do talento, dessa questão toda profissional, ele é muito querido! É de uma energia, uma luminosidade... Ele é solar, né?

R7 - Como você tem se preparado?
Luciano Quirino - Eu tenho feito muitas pesquisas, ouvido muitas musicas... É uma pessoa, é um artista que transitou em todos os gêneros. Ele cantou desde bossa nova, música popular brasileira, samba, samba canção, samba partido alto. Ele inaugurou o rap no Brasil! Você vai descobrindo coisas ao longo dessa pesquisa. E além de tudo isso, desse grande artista, desse grande músico, compositor, ele é um cidadão na sua integridade. É um cara que conseguiu realmente uma família linda. Os dois filhos, também maravilhosos, seguem a mesma trilha do pai, e acho que isso deve dar muita alegria a ele. Espero conseguir interpretar um Jair Rodrigues na sua essência.

R7 - Você está a cara do Jair...
Luciano Quirino - [Risos] Eu já estou... Já tirei o bigode. Eu termino A Dama do Mar [espetáculo em cartaz no Teatro Nair Bello] no dia 3 e no dia 6 estreio o Jair. Mas fico feliz de você falar que eu estou a cara dele. A ideia é essa.

R7 - Você fez aulas de canto? Vai cantar em cena?
Luciano Quirino - Vou cantar, com auxílio de uma banda, ou melhor, uma orquestra, já que são 16 músicos. E temos outros atores que cantam também. A gente revive alguns momentos dos festivais, da época do Aírton Rodrigues e Lolita Rodrigues [casal que apresentava o célebre programa Almoço com as Estrelas] A gente reviu o Dois na Bossa que era ele com a Elis, que é a Claudia Ohana que faz, então, foi muito bacana. Realmente é um espetáculo bonito, que as pessoas vão gostar, porque a gente vem desde a época dele lá que ele imitava o Agostinho dos Santos, que ele era crooner.

R7 - Realmente é uma história riquíssima.
Luciano Quirino - É lindo demais. Estou pesquisando no Youtube... Eu descobri que ele cantou na abertura de uma novela que foi marco da teledramaturgia brasileira, que é Irmãos Coragem. Estou sendo auxiliado por uma coach que é a Maria da Glória Stevam, eu tenho uma pessoa que está fazendo toda pesquisa, me ajuda, a gente ensaia, batemos textos, enfim, estamos trabalhando, fazendo um trabalho bem bacana. Espero que o público goste, porque está sendo feito de coração.

R7 - Este espetáculo é totalmente diferente de tudo o que você já fez. Você curte cantar?
Luciano Quirino - Eu já fiz alguns musicais nos quais cantei, mas não com essa responsabilidade. O pessoal vai me ver cantando realmente. Eu canto o espetáculo inteiro. Estou sendo preparado vocalmente pela Bianca Tadini, tive aulas com a Fernanda Maia, uma professora minha que eu já comecei a me preparar quando me convidaram pra fazer. Trabalho corporal também. O Elias Jó é o nosso maestro, direção de Sebah Vieira. E temos vários atores no elenco, gente muito bacana que vai interpretar essas pessoas que estiveram orbitando em torno do Jair nessa Disparada.

R7 - Como é que foi seu primeiro contato com o Jair? Ele te ajuda, vocês conversam?
Luciano Quirino - Eu ainda não o conheci pessoalmente, por causa das nossas agendas. Ele é um cara que tá viajando, faz shows e tudo o mais, mas nosso encontro está marcadao. A gente tem um encontro essa semana agora, e depois, antes da estreia, vai ter uma making of com ele presente, com toda imprensa... Espero que ele goste, porque é realmente uma homenagem. E o que dá um friozinho na barriga é que ele está por aí. É um artista muito presente na vida de todos nós.

O Retrato do Bob: o talento corajoso de Dani Barros

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dani barros bob sousa1 O Retrato do Bob: o talento corajoso de Dani Barros

Dani Barros: a simplicidade e o talento de uma grande atriz - Foto: Bob Sousa

Por Miguel Arcanjo Prado
Foto de Bob Sousa

Ao ter a coragem de realizar um espetáculo para abordar algo tão íntimo, a esquizofrenia de sua mãe, a atriz Dani Barros conquistou respeito da crítica e o carinho do público.

A curta temporada paulistana do seu solo Estamira – Beira do Mundo, no qual misturou lembranças maternas com a personagem catadora de lixo esquizofrênica abordada no documentário homônimo de Marcos Prado, lotou a pequena sala alternativa do Sesc Pompeia. Em todas as sessões. Com direito a longa fila de espera na bilheteria de possíveis desistências.

Depois do drama e do choro, ela agora embarca no riso, ao lado de Lilia Cabral, na comédia Maria do Caritó, uma grande produção em cartaz no Teatro Faap. Interpreta uma galinha. Impressiona do mesmo modo e conquista sorrisos generosos.

A diferença das duas personagens recentes mostra o tamanho do talento e da versatilidade de Dani Barros.

Dani é simples. Magrinha. Do bem. Simpática. Gosta de fazer yoga para ficar calma e cortou o açúcar por conta da ansiedade.

Educada, se desculpa pelos sete minutos de atraso ao chegar no saguão do Faap ainda com a mala da ponte aérea na mão. Moradora do Rio, vive uma São Paulo de fins de semana há um bom tempo.

Apesar do compromisso com Maria do Caritó até dezembro, Estamira ainda segue seus passos em festivais e apresentações nos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial). Sabedora de que há público, Dani conta que quer voltar com Estamira para São Paulo em 2013 e sonha em conseguir um patrocínio. Tem consciência da importância desta obra em sua carreira.

Estamira me colocou em um lugar. Nunca vi tanto público na minha vida. Foi um espetáculo que saiu do jeitinho que eu queria. A [diretora] Beatriz Sayad fez do meu número. Então, fico à vontade em cena.

Mas, antes da volta, ela precisa de férias. Está cansada. Trabalha todos os fins de semana desde o Festival de Curitiba. Mas está feliz.

Dani nasceu em Petrópolis, na região serrana do Rio, mas passou a infância entre Recife e Fortaleza, por conta das andanças da mãe. Até que voltou ao Rio. Foi na capital fluminense que, aos 11 anos, fez o primeiro curso de teatro. Aos 14, já pensava em tirar registro profissional de atriz.

Estudou no Tablado, na Casa de Artes Laranjeiras e na UniRio. Depois, se encantou pelo mundo do circo e dos palhaços. Até que entrou para a trupe dos Doutores da Alegria. Durante 13 anos levou vida e festa às enfermarias. Até que entrou em voo solo. Chegou a fazer TV também. Atuou nos seriados Minha Nada Mole Vida e na novela Fina Estampa. Viu seu público aumentar. Foi mais reconhecida nas ruas.

Mas o palco é mesmo o lugar onde se sente em casa.

— Faço teatro porque não consigo dormir sem ele. É o lugar que eu procurei e que me acolheu.

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velha2 Estrela do Pânico vira velha gagá e alfineta Rede TV!

Porca atriz permanece no palco durante o espetáculo A Velha, de Eduardo Sterblitch

Por Andrea Miramontes, do R7

Uma senhora gagá e solitária de 180 anos que não consegue morrer.

Essa é a personagem vivida no palco por Eduardo Sterblitch, humorista do Pânico, conhecido pelas figuras Freddie Mercury Prateado, Melhor Melhor do Mundo entre outras.

A peça A Velha arranca risos e também provoca uma certa melancolia.

A velhota tenta conviver com a solidão e desdenha da própria insanidade. Sem medo de ser infeliz, afinal está com 180 anos e não aguenta mais viver, ela diz boas verdades no palco.

Sterblitch até se aproveita da maluca para cutucar a antiga emissora do programa em que trabalha, a Rede TV! - atualmente o Pânico está na Band.

Assim como sua avó, às vezes como a mãe (ou pior ainda, como você, se já chegou nesse estágio) a velhota diverte por ser repetitiva e saudosista. Tudo ao seu tempo foi infinitamente melhor. E muitas vezes, somos obrigados a concordar com ela.

O cenário gera empatia pelo cheiro de casa de vó. Outro ponto alto é a caracterização do personagem, que deixa o humorista irreconhecível.

Mas há e elementos que poderiam ser dispensados, como os ataques de narcolepsia, doença que causa sono incontrolável. Nesse momento, um humor previsível toma conta do palco.

A porquinha que convive com a velha também fica meio deslocada. O animal é solto no cenário como elemento nonsense e provoca dó. Mas para quem ama os bichos, melhor uma porca atriz do que na churrasqueira.

A verdade é que Sterblitch não precisa de porca e tombos para arrancar risos. Seu texto hilário cuida disso e vai divertir sua segunda-feira. E esta próxima, dia  27, é a última.

Por outro lado, a velhota rabugenta e esquecida pela morte também vai te ajudar a refletir sobre o quanto é importante que a vida termine na hora certa.

A Velha
Avaliação: Bom
Quando: segunda, às 21h. Até 28/8/2012
Onde: Teatro Geo, no Ohtake Cultural (r. Coropés, 88, Pinheiros, São Paulo, tel. 0/xx/11/3728 4930)
Quanto: a partir de R$ 80
Classificação: 16 anos

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O editor de Cultura do R7 Miguel Arcanjo Prado dá as melhores dicas para o seu fim de semana no telejornal Record News São Paulo, apresentado por Lidiane Shayuri.

Tem os espetáculos Boca de Ouro, do Grupo Gattu, e Senhora dos Afogados e Mormaço, do Núcleo Experimental. Além do projeto Tem Circo no Sesc, do Festival Internacional deCurtas de SP e uma mostra inclusiva na Caixa Cultural.

Com Nathalia Boscolo, editora da Record News

Veja o vídeo:

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