Crítica: Réquiem para um Rapaz Triste – 10 Anos consagra Rodolfo Lima como máquina de acreditar
24 de fevereiro 2013
3 comentários
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É, realmente este é um blog eclético. Ao mesmo tempo que mostra peças dóceis, como O MÁGICO DE OZ, vem com peças chocantes como CRU e RÉQUIEM PARA UM RAPAZ TRISTE - 10 anos. A impressão que tive é que o Rodolfo pratica o chamado "apoderamento", como quando ela usa um termo pejorativo como "bicha oca" para de repente mostrar algo paradoxalmente bastante profundo. Confesso que o "underground" (qualquer que seja) não me agrada muito, mas entendo como legítima a voz de quem se levanta para afirmar que a vida não é um comercial de margarina.
Felipe - 24/02/2013 - 16h25
Apenas acrescento que prefiro o termo "apoderamento" ao termo anglicizado "empoderamento", embora o último seja o usual.
Felipe - 24/02/2013 - 16h23
Apenas uma observação: particularmente, prefiro a palavra "apoderamento" ao termo anglicizado "empoderamento", embora o último seja mais frequente.
Felipe - 24/02/2013 - 16h18
É, realmente este é um blog eclético. Ao mesmo tempo que mostra peças dóceis, como O MÁGICO DE OZ, vem com peças chocantes como CRU e RÉQUIEM PARA UM RAPAZ TRISTE - 10 anos. A impressão que tive é que o Rodolfo pratica o chamado "apoderamento", como quando ela usa um termo pejorativo como "bicha oca" para de repente mostrar algo paradoxalmente bastante profundo. Confesso que o "underground" (qualquer que seja) não me agrada muito, mas entendo como legítima a voz de quem se levanta para afirmar que a vida não é um comercial de margarina.