ENO 0013 1024x681 Artistas dão adeus a Abujamra com forte aplauso

Aplaudido pelos amigos: classe artística se despede do ator e diretor Antônio Abujamra no saguão do Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, nesta quarta (29) - Foto: Eduardo Enomoto

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos EDUARDO ENOMOTO

Os últimos momentos do velório do corpo do ator e diretor Antônio Abujamra, que morreu aos 82 anos, foram repletos de emoção. Assim como na madrugada, nesta manhã de quarta (29), vários amigos do artista foram dar o último adeus, como a atriz Nicette Bruno, que se emocionou muito. Um dos momentos mais tocantes da despedida foi quando Alexandre Abujamra, um dos filhos do artista, deu o último beijo no pai. Depois de ser aplaudido, o corpo seguiu para o Crematório da Vila Alpina. Veja as imagens:

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Sérgio Mamberti se despede de Abujamra - Foto: Eduardo Enomoto

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Irene Ravache também compareceu ao velório - Foto: Eduardo Enomoto

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Nicette Bruno chegou muito abalada ao velório - Foto: Eduardo Enomoto

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Ao lado da filha, Beth Goulart, Nicette Bruno dá os pêsames a Alexandre Abujamra, filho de Antônio Abujamra - Foto: Eduardo Enomoto

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Alexandre Abujamra dá o último beijo em seu pai - Foto: Eduardo Enomoto

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Artistas e familiares se emocionaram no momento em que o caixão foi fechado - Foto: Eduardo Enomoto

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18Lima Duarte 5 de 10 1024x684 Artistas se emocionam na despedida de Antônio Abujamra

Lima Duarte dá os pêsames ao músico André Abujamra, filho de Antônio Abujamra - Foto: Franciso Cepeda e Leo Franco/AgNews

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Artistas do teatro e da televisão foram se despedir do ator e diretor Antônio Abujamra, que morreu aos 82 anos nesta terça (28), em São Paulo. O velório foi realizado no Teatro Sérgio Cardoso, no bairro da Bela Vista. Ele vai até 13h desta quarta (29), quando o corpo segue para o crematório da Vila Alpina, na zona leste. Abujamra foi um dos homens mais inteligentes do teatro brasileiro. Veja quem foi se despedir do grande artista:

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O ator e apresentador Dan Stulbach levou seus sentimentos à família - Foto: Francisco Cepeda e Leo Franco / AgNews

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Sérgio Mamberti também se emocionou muito ao se despedir do amigo Antônio Abujamra - Foto: Francisco Cepeda e Leo Franco / AgNews

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André Abujamra, filho do diretor, recebe os pêsames - Foto: Francisco Cepeda e Leo Franco/AgNews

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O ator Ary Toledo também esteve no saguão do Teatro Sérgio Cardoso, onde o corpo foi velado - Foto: Francisco Cepeda e Leo Franco / AgNews

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O neto de Abujamra, José, se despede do avô - Foto: Francisco Cepeda e Leo Franco / AgNews

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O ator e diretor Odilon Wagner também foi ao velório - Foto: Francisco Cepeda e Leo Franco / AgNews

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Iara Jamra falou da importância de Abujamra para o teatro - Foto: Francisco Cepeda e Leo Franco / AgNews

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Rolando Boldrin, colega de Abujamra na TV Cultura, foi se despedir do companheiro - Foto: Francisco Cepeda e Leo Franco / AgNews

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Alexandre Borges consola Alexandre Abujamra, filho do diretor - Foto: Francisco Cepeda e Leo Franco / AgNews

49Fuvio Stefanini 3 de 5 1024x684 Artistas se emocionam na despedida de Antônio Abujamra

Fúlvio Stefanini estava muito triste com a partida de seu amigo - Foto: Francisco Cepeda e Leo Franco / AgNews

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A atriz Vera Holtz foi se despedir de Abu, como era chamado - Foto: Francisco Cepeda e Leo Franco / AgNews

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 Crítica: Gattu espeta políticos com riso mordaz em Reino 2

Eloisa Vitz, Daniel Gonzales e Miriam Jardim em Reino 2: deboche da política atual - Foto: Renato Rebizzi

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Em Reino, a dramaturga e diretora Eloisa Vitz fez um acerto com seu Grupo Gattu ao propor um teatro no qual fábula infantil se mistura de forma corrosiva ao teatro político.

Diante do bem sucedido espetáculo, propôs uma continuação: Reino 2, em cartaz no Teatro do Sol, em Santana, na zona norte paulistana.

Acostumado a um teatro infantilizado (mesmo em muitas montagens adultas), o público abraça a obra, vendo ou não suas nuances políticas ferinas e debochadas ao mesmo tempo.

Um acerto é trocar a plateia do Teatro do Sol de lugar. O povo foi para o lado inferior, enquanto a encenação ocupa a arquibancada, em um plano superior, demonstrando o poder que paira sobre a população.

A continuação mantém a intenção da primeira montagem, mas não a supera.

É clara a associação da rainha mandona e vaidosa vivida por Eloisa com a figura da Presidente da República, sempre rodeada por infinitos ministros que pouco fazem de concreto (na peça ou na vida real?). Também estão presentes as concessões cotidianas pelo poder, enquanto o povo, de memória frágil, a tudo esquece.

Mais uma vez, o texto acerta ao colocar o Ministro da Cultura como uma espécie de bobo da corte, já que o assunto de sua pasta não é tão interessante assim para os poderosos. Resta a ele ser uma espécie de verniz ambulante.

O teatro também entra na dança, em uma cena de deboche do êxito dos musicais da Broadway, com uma divertida versão mambembe de O Rei Leão.

Eloisa é quem mais se destaca no elenco (no qual faz falta Marília Goes, um dos destaques de Reino, com sua presença inquestionável). Mas, talvez, aí também more o ponto frágil da montagem. Enquanto Eloisa está num registro crível e ao mesmo tempo profundamente irônico, boa parte do elenco está mais próxima do registro de um teatro infantil.

E, apesar de a obra utilizar-se dos elementos do teatro infantil para contar sua fábula política, trata-se de uma montagem adulta. E é esta dualidade que a torna potente. Eloisa, como diretora, precisa conseguir maior unidade nas atuações de seu elenco. Assim, a obra crescerá.

Um retoque final na dramaturgia de Reino 2 cairia bem, para que a obra ganhe um norte. Assumir claramente um discurso político, mesmo que seja contra todos os poderosos independentemente de partidos, daria mais peso ao espetáculo.

Em Reino, isso ficava mais claro, quando debochava também do governo da província por ter deixado o povo sem água ao mesmo tempo em que atacava a poderosa Rainha.

De todo modo, Reino 2 é a continuidade do Grupo Gattu em espetar o poder com riso mordaz. Faz muito bem. Este é o papel do artista inteligente e atuante. Estar ao lado do povo e não do poder. Isso não pode ser esquecido jamais.

Reino 2
Avaliação: Bom
Quando:
Sábado, 21h, domingo, 20h. 60 min. Em cartaz por tempo indeterminado.
Onde: Teatro do Sol (r. Damiana da Cunha, 413, Santana, São Paulo, tel. 0/xx/11 3791-2023)
Quanto: Grátis
Classificação etária: Livre
Avaliacao Bom R7 Teatro PQ Crítica: Gattu espeta políticos com riso mordaz em Reino 2

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antonio abujamra Antônio Abujamra foi muito mais que Ravengar

Antônio Abujamra: um dos homens mais cultos do teatro brasileiro - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A televisão tornou o rosto de Antônio Abujamra conhecido em todo o País em 1989, quando ele deu vida ao feiticeiro Ravengar, na novela Que Rei Sou Eu?, inspirada na Revolução Francesa. Mas, o artista que morreu nesta terça (28), aos 82 anos, em São Paulo, foi muito mais que este personagem icônico que ainda habita a mente do grande público.

Antônio Abujamra foi um dos homens mais cultos e provocativos que o teatro brasileiro conheceu e um dos responsáveis por modernizar nossos palcos com sua criatividade extrema.

Nascido em Ourinhos, no interior de São Paulo, em 1932, Abujamra foi diretor e ator pioneiro na introdução do método de Brecht no teatro brasileiro.

Conhecido pelo forte ceticismo, que exibia em seu programa Provocações, na TV Cultura, desde 2000, ele fez espetáculos que entraram para a história dos palcos brasileiros na segunda metade do século 20.

Jornalista e filósofo

Formado em jornalismo e em filosofia pela PUC do Rio Grande de Sul, começou a carreira escrevendo crítica teatral. Mas logo resolveu sair da plateia e ir para o palco, nas funções de ator e também de diretor. Ainda no Teatro Universitário gaúcho, montou textos clássicos de Tennessee Williams, Georg Büchner e Fernando Pessoa, de acordo com informações da Enciclopédia Itaú Cultural.

antonio abujamra 2 Antônio Abujamra foi muito mais que Ravengar

Antônio Abujamra: homem culto dos palcos - Foto: Bob Sousa

Em 1959, viveu sua primeira grande aventura: ir estudar espanhol em Madri. De lá, foi um pulo até conseguir estágio na França com o diretor Roger Planchon. Acompanhou de perto montagens de Shakespeare, Gogol e Brecht no Teatro Nacional Popular de Paris. Emendou a temporada europeia em outro estágio, no Berliner Ensemble, em Berlim, um dos mais tradicionais grupos teatrais do mundo.

Assim, quando chegou a São Paulo, em 1961, estava mais do que preparado para fazer sua estreia profissional no Teatro Cacilda Becker, com Raízes, de Arnold Wesker, e, logo depois, com José, do Parto à Sepultura, de Augusto Boal. Percebendo seu talento, a produtora Ruth Escobar, a mais importante dos palcos naquela época, lhe convidou para dirigir suas produções.

Teatro político e censura

Em 1963, funda o Grupo Decisão, focado no teatro político brechtiano. Trabalhou com autores como Dias Gomes e Bráulio Pedroso, e também com o casal Nicette Bruno e Paulo Goular no Teatro Livre e na obra Dona Rosita, a Solteira, de Federico García Lorca, montada em 1980. Antes, nos anos 1970, sofreu forte censura do regime militar, chegando a ter a estreia de O Abajur Lilás, de Plínio Marcos, proibida em 1975.

Também em 1975, dirigiu Antônio Fagundes, que foi seu genro, em Muro de Arrimo, de Carlos Queirzo Telles, e ainda fez a premiada obra Roda Cor de Roda, de Leilah Assumpção. Na década de 1980, tentou trazer vida novamente ao TBC, o Teatro Brasileiro de Comédia, com montagens que marcaram época, como Um Orgasmo Adulto Escapa do Zoológico, de Dario Fo com Denise Stoklos, em 1984, que ganhou projeção internacional.

A partir do fim da década de 1980, dedicou-se também à atuação na televisão, sem jamais abandonar os palcos, seu grande lar.

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einat falbel Animais de Hábitos Noturnos faz nova temporada em SP

Einat Falbel é destaque em Animais de Hábitos Noturnos - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Seres perdidos vagando na noite são tema da peça Animais de Hábitos Noturnos, com direção e autoria de Robson Phoenix.

A obra chega ao Teatro UMC (av. Imperatriz Leopoldina, 550, CPTM Imperatriz Leopoldina), na zona oeste de São Paulo, após temporada de sucesso no Espaço dos Parlapatões, na praça Roosevelt.

Guilherme Gorski é o novo nome no elenco, no lugar de Rodrigo Caetano. Contracena com André Fusko, Wanessa Morgado e Einat Falbel, esta última o grande destaque da montagem.

A nova temporada vai até 27 de junho, sempre sexta e sábado, 22h30, com entrada a R$ 30 a inteira e R$ 15 a meia.

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IMG 9399 682x1024 Crítica: Bruno Motta supera texto de 1 Milhão de Anos em 1 Hora

O humorista Bruno Motta se apresenta no Rio com seu solo 1 Milhão de Anos em 1 Hora - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Bruno Motta é um dos humoristas mais inteligentes da nova geração. Tem pegada ácida, mas sem partir para a ofensa barata, como é comum no trabalho de muitos de seus colegas.

Outra coisa que o diferencia Bruno de nomes como Rafinha Bastos e Danilo Gentili é que seu humor ataca os opressores e não os oprimidos, como o boa receita de humor manda fazer. Afinal, bater em quem já apanha da vida é covardia.

Bruno coloca sua capacidade de segurar uma plateia em ação na montagem 1 Milhão de Anos em 1 Hora, que chega ao Teatro Leblon, no Rio, no próximo dia 9 de maio, após temporada de êxito no Teatro Nair Bello, em São Paulo.

A comédia do norte-americano Colin Quinn teve direção original de ninguém menos do que Jerry Seinfeld em Nova York. A versão brasileira é assinada por Marcelo Adnet, com direção de Cláudio Torres Gonzaga.

A premissa do espetáculo é simples: contar toda a evolução humana em uma hora, como diz o título. E, nisto, Bruno Motta é preciso e faz até questão de utilizar um relógio para garantir que o tempo seja cumprido — ao contrário de Claudio Botelho, que trapaceou a plateia fazendo durar bem mais do que duas horas o espetáculo Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos, o que fez com que muitos espectadores deixassem a sala, sentindo-se desrespeitados pelo título enganoso.

Bruno tem a elegância de virar o relógio para o fundo do palco, enquanto a peça acontece, para que o público não se distraia com a contagem, o que faz muito bem.

O texto é divertido em muitos momentos, traça alguns perfis impagáveis de ícones históricos, mas, em certos momentos, carrega certa dose de preconceito: sobretudo com muçulmanos, latino-americanos e africanos.

Isto reflete que a obra não deixa de ser uma visão da história a partir do ponto de vista de um homem branco e norte-americano. A plateia precisa estar atenta a isso, para não tomar o dito no palco como “verdade história absoluta”. Sabemos que, claramente, é uma peça de ficção, mas em se tratando de público nacional, é sempre bom reforçar.

Os melhores momentos da montagem são quando Bruno Motta foge do texto original e é ele mesmo, improvisando ou mesmo fazendo textos que já integram seu repertório — quem acompanha o trabalho do artista certamente consegue reconhecer estes momentos. E a plateia reconhece isso, ao gargalhar com mais veemência nos momentos de autenticidade.

Isso nos faz chegar à seguinte conclusão: Bruno Motta não precisa de texto nova-iorquino para montar um espetáculo solo de humor. Ele mesmo é capaz de criar textos bem mais interessantes e de diálogos mais profundos com a plateia brasileira, a qual conhece como ninguém. O resultado quando este encontro acontece é riso farto.

1 Milhão de Anos em 1 Hora
Avaliação: Bom
Quando: Quinta, sexta e sábado, 21h. Domingo, 20h. De 9/5/2015 a 31/5/2015
Onde: Teatro do Leblon (r. Conde Bernadotte, 26, Leblon, Rio de Janeiro)
Quanto: R$ 50
Classificação etária: 14 anos
Avaliacao Bom R7 Teatro PQ Crítica: Bruno Motta supera texto de 1 Milhão de Anos em 1 Hora

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a toca do coelho 1024x735 Bianca Rinaldi substitui Maria Fernanda Cândido em A Toca do Coelho

A pose é antiga, mas o elenco é novo: A Toca do Coelho volta a SP - Foto: Jairo Goldflus

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A peça A Toca do Coelho reestreou em São Paulo neste fim de semana com o elenco completamente reformulado.

Saem de cena Reynaldo Gianecchini e Maria Fernanda Cândido, e entram Anderson Di Rizzi e Bianca Rinaldi na pele de protagonistas da peça que conta a história de um casal que vive o luto de um filho morto em um acidente.

Também estão na peça Neusa Maria Faro, no lugar de Selma Egrei, e Rafael De Bona, no lugar de Felipe Hintze.

A única remascente do elenco antigo é Simone Zucato, também produtora da peça escrita por David Lindsay-Abaire e dirigida por Dan Stulbach.

A nova temporada vai até 14 de junho de 2015 com sessões às sextas, 21h30, sábado, 21h, e domingo, 18h, no Teatro Itália (av. Ipiranga, 344, metrô República), em São Paulo, com ingresso a R$ 50 a inteira.

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1002693 553202278126729 1061123984685012295 n Dois ou Um com Claudio Andrade

Claudio Andrade esté em De Artista e Louco Todo Mundo Tem um Pouco - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O ator Claudio Andrade está na comédia De Artista e Louco Todo Mundo tem Um Pouco. A obra faz temporada até 28 de junho, sexta e sábado, 21h, e domingo, 20h, no Teatro Bibi Ferreira (av. Brigadeiro Luís Antônio, 931), em São Paulo. A entrada custa R$ 50 a inteira e R$ 25 a meia-entrada. Ele topou o convite do Atores & Bastidores do R7 para participar da coluna Dois ou Um. Dez perguntas cheias de possibilidades. Ou não.

Arte ou loucura?
Arte.

Povo ou poder?
Povo.

Aracaju ou Rio?
Rio.

Preto ou branco?
Preto.

Tenho andado distraído ou impaciente e indeciso?
Tenho andado distraído.

Segredos de liquidificador ou todas as mulheres do mundo?
Segredo de liquidificador.

Eduardo Cunha o Jean Wyllys?
Sem dúvidas nenhuma Jean Wyllys.

Sala preta ou palco italiano?
Palco italiano.

Beleza não põe mesa ou beleza é fundamental?
Beleza não põe mesa.

Axé ou pagode?
Pagode estilo samba.

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agenda cultural 24 4 2015 1024x640 Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 24/04/2015

Lidiane Shayuri recebe Miguel Arcanjo Prado no Hora News, na Record News

O colunista e editor de Cultura do R7, Miguel Arcanjo Prado, conta para Lidiane Shayuri as melhores dicas na Agenda Cultural do telejornal Hora News, na Record News. No teatro, tem as peças América Vizinha e A Sogra que Pedi a Deus. Em Ouro Preto, Minas, tem o Festival Nacional do Choro. Nos cinemas, tem Os Vingadores 2 - Era de Ultron e também Pássaro Branco na Nevasca e O Sal da Terra, documentário sobre o fotógrafo Sebastião Salgado. Com edição de Aline Rocha Soares e Daniel Mori. Veja o vídeo:

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IMG 38281 1024x683 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Ricardo Gelli e Sergio Mamberti estão no Teatro Jaraguá com Visitando o Sr. Green - Foto: Ale Catan

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Filho pródigo
Sergio Mamberti volta ao teatro após 12 anos longe dos palcos em Visitando o Sr. Green, ao lado de Ricardo Gelli. A direção é Cassio Scapin, que fez a obra 15 anos atrás com o saudoso Paulo Autran.

Roendo as unhas
Cassio, aliás, estava nervosíssimo antes de começar a sessão de pré-estreia para imprensa e convidados, nesta quinta (23), no Teatro Jaraguá. "Agora estou em um outro ponto de vista. Paulo Autran está vivo no meu coração e com certeza está de alguma forma aqui esta noite", confidenciou à coluna antes de o terceiro sinal tocar.

Confissão
Mamberti contou que depois de mais de 11 anos no Ministério da Cultura, a peça marca seu reencontro com o público. "Volto a estar sobre o palco, como sempre estive por mais de 50 cinquenta anos – espaço sagrado onde passei a maior parte de minha vida", falou, emocionado.

A dedo
"Para comemorar este esperado retorno, escolhi o texto do americano Jeff Baron, Visitando o Sr. Green, prestando justa homenagem a um grande mestre e defensor do teatro brasileiro, Paulo Autran, criador desse personagem. Nada mais significativo para mim”, declarou Mamberti.

Rei morto, rei posto
Para fazer Visitando o Sr. Green, Ricardo Gelli precisou deixar o elenco de Propriedades Condenadas, em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso. Foi substituído por Gustavo Haddad.

Presença VIP
O norte-americano Jeff Baron estava na pré-estreia e foi chamado ao palco. Falou, em inglês, que era um prazer ver sua obra montada duas vezes no Brasil. "É maravilhoso", definiu.

Dose dupla
Jeff também esteve na sessão para a comunidade judaica paulistana na quarta (22). Gostou tanto que repetiu a dose na sessão para a imprensa e convidados. Fez bem.

IMG 3811 1024x682 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Sérgio Mamberti ficou 12 anos longe dos palcos até fazer Visitando 0 Sr. Green - Foto: Ale Catan

Gente graúda
Os atores Arllete Montenegro e Paulo César Pereio estavam na plateia. Pereio sentou-se na primeira fila e foi o primeiro a se levantar para aplaudir de pé, assim que as luzes se apagaram.

De batom vermelho
A atriz Julia Bobrow foi à sessão muito bem acompanhada.

Selfie
Ao fim da peça, muitos espectadores pediram fotinhas com Sérgio Mamberti, Ricardo Gelli e Cassio Scapin. Eles posaram todo sorridentes.

Mimo
Ao saírem do Teatro Jaraguá, os convidados ganharam bombons.

Agenda Cultural

intocaveis joao caldas Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Sucesso de público, Intocáveis prorrogou temporada em SP - Foto: João Caldas

Mais um pouquinho
A peça Intocáveis, baseada no sucesso do cinema francês, foi prorrogada até 30 de agosto no Teatro Renaissance, em São Paulo. É que está lotando.

Me dá um dinheiro aí
O Grupo de Segunda resolveu fazer uma campanha no site Catarse para conseguir levantar a peça O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues. Até vídeo eles fizieram. Para ajudar, clique aqui.

Saudade de Pina
Especialista na montagem de espetáculos de dramaturgos brasileiros, desta vez a Cia. das Artes abre 2015 com um dos maiores clássicos do teatro universal: Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente. Com direção de Antonio Netto, a peça estreia quarta-feira, 6 de maio, às 21h, no Teatro Commune. A obra se inspira na arte da grande coreógrafa alemã Pina Bausch (1940–2009). A temporada terá sessões às quartas e quintas, 21h, até 4 de junho. Vai, gente!

16617450083 eeedf2ee2f k 1024x682 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Cena de O Terno, peça de Peter Brook no Teatro Paulo Autran, em SP - Foto: Adauto Perin

Disputado
Peter Brook, o grande diretor, está no Brasil com seu espetáculo O Terno. Está no Sesc Pinheiros, no Teatro Paulo Autran, em São Paulo, até domingo (26). Com atores negros no elenco, a montagem tem texto criado a partir do conto do escritor sul-africano Can Themba e adaptado para o teatro por Mothobi Mutloatse e Barney Simon. Tem gente disputando os ingressos a tapa.

Reta final
Manual de Autodefesa Intelectual, da Kiwi Cia. de Teatro, só fica até 10 de maio no Sesc Belenzinho. Depois não diga que não avisei.

fabio penna Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Fábio Penna (foto) criou festa Kitling com Marcelo Szykman na Kitsch Club - Foto: Lorena Garrido Borges

Refestança
Nesta sexta (24) à noite acontece a primeira edição da festa Kitling Gong Show & Party, na Kitsch Club, em São Paulo, idalizada pelos atores Marcelo Szykman e Fabio Penna. Eles querem transformá-la na nova festa da turma do teatro. Felipe Hamachi e André Santi serão os mestres de cerimônia. João Baldasserini e Milhem Cortaz serão os DJs convidados da estreia. João Faria e Marcelo Szykman são os DJs residentes. Vamos ver qual é que é.

Viva Tennessee!
Na próxima segunda (27), às 17h, o Teatro da USP, o Tusp, realiza em São Paulo, na sede da rua Maria Antônia, a leitura das peças Esta Propriedade Está Condenada e O Longo Adeus. Ambas de ninguém menos do que Tennessee Williams, considerado por muitos o maior dramaturgo norte-americano. Eva Wilma concorda.

frida diego Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Frida e Diego faz nova temporada carioca a partir desta sexta (24) - Foto: Divulgação

Mexicanos
Frida Y Diego reestreia nesta sexta (24) no Teatro Fashion Mall, no Rio. A temporada vai até 28 de junho com Leona Cavali na pele de Frida e Jose Rubens Chachá como Diego. Maria Adelaide Amaral é a autora da peça. Esse é o primeiro texto inédito dela depois de dez anos. À frente do projeto estão o diretor Eduardo Figueiredo e o diretor de produção do espetáculo, o ator Maurício Machado. Turma boa.

Los hermanos
Falando em Frida Kahlo e Diego Rivera, os personagens estão na peça América Vizinha, que será apresentada de graça neste sábado (25), às 17h, no Armazém 19h, na Vila Maria Zélia, na zona leste paulistana. Vai lotar. Então, é bom chegar bem cedo...

lauanda varone Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Lauanda Varone, Musa do Teatro R7: nova peça à vista - Foto: LolaStudio

Beleza rara
Lauanda Varone, atriz gaúcha radicada em São Paulo e que já foi eleita Musa do Teatro R7, ensaia novo espetáculo teatral. Aguardemos ansiosos.

Jovens em fúria
Fortes Batidas, peça de Pedro Granato, está dando filas gigantescas no Centro Cultural São Paulo. Termina domingo (26). Reza a lenda que os ingressos acabam em três minutos. Eita.

bob sousa Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Bob Sousa com o retrato de Maria Alice Vergueiro que está na exposição Retratos do Teatro

Retrato na parede
Bob Sousa, nosso grande fotógrafo dos palcos, expõe seus Retratos do Teatro em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, até o próximo dia 30 de abril. No Espaço Feira Shopping, com entrada gratuita. A realização é do Sesc Thermas de Presidente Prudente, em parceria com a Sindicato Patronal do Comércio Varejista do Pontal do Paranapanema e a Secretaria de Cultura de São Paulo. Dá-lhe, Bob!

Andando nas nuvens
Elder Fraga está feliz da vida depois que seu filme curta-metragem Nóia foi selecionado para passar no Festival de Cannes, na França. É pra se alegrar mesmo. Patrícia Vilela é a protagonista.

Consertando Frank Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Consertando Frank terá sessão com tradução simultânea para libras

Inclusão
A peça Consertando Frank terá sessão com tradução para libras, a linguagem brasileira de sinais, nesta sexta (24), 21h30, no Teatro MuBE Nova Cultural, em São Paulo.

Para los niños
No ar na novela Chiquititas, onde faz o papel de Vera, mãe da Clarita, a atriz Aldine Müller se prepara para a sua primeira montagem infantil. O nome é O Casamento da Baratinha Atômica, que estreia dia 2 de maio, 16h, no Teatro J. Safra, em São Paulo. Veja a foto abaixo: não é uma graça?

IMG 9713 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Muitas cores: elenco da peça infantil O Casamento da Baratinha Atômica faz pose para a coluna - Foto: Divulgação

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