gotasIMG 4088 credito Juju PhotoStudio Com quarteto explosivo, peça Gotas DÁgua sobre Pedras Escaldantes estica temporada em São Paulo

Felipe Aidar de Gilda Nomacce em cena do espetáculo no Capobianco: até dia 28 - Foto: Juju PhotoStudio

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Está batido o martelo. A peça Gotas D'água sobre Pedras Escaldantes vai ficar em temporada até 28 de setembro no Instituto Cultural Capobianco, no centro de São Paulo.

A montagem é dirigida por Rafael Gomes, que fez o inesquecível vídeo-viral Tapa na Pantera, com Maria Alice Vergueiro.

O espetáculo é baseado no texto do alemão Rainer Werner Fassbinder (1945-1982), que ganhou versão cinematográfica em 2000 nas mãos do francês François Ozon.

A peça conta a história do executivo Leopold (Luciano Chirolli), um senhor de meia idade que mantém um relacionamento com um jovenzinho inocente chamado Franz (Felipe Aidar). Mais tarde, o casal vira um explosivo quarteto, com a chegada da ex-namorada do senhor (Gilda Nomacce) e da namorada do rapaz (Nana Yazbek).

Para Chirolli, seu personagem, Leopold, é "manipulador e extremamente vaidoso". Já Aidar diz que seu Franz tem "atitudes despretensiosas, ingênuas". Por sua vez, Nomacce revela que sua personagem, Vera, é "possessiva e intensa". Enquanto Yazbek define a jovem Ana como detentora de "desejo de vingança".

Pelo jeito, o circo pega fogo.

Gotas D'Água sobre Pedras Escaldantes
Quando: Sexta, 21h30; sábado, 21h; domingo, 20h. Até 28/9/2014
Onde: Instituto Cultural Capobianco (r. Álvaro de Carvalho, 97, Centro, São Paulo, tel. 0/xx/11 3255-8065)
Quanto: R$ 30 e R$ 15
Classificação etária: 14 anos

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LetsDuet 109 Músicos provocam risos com homenagem a maestro; fãs de peça gaúcha acusam montagem de plágio

Imagem inicial de divulgação do espetáculo Let's Duet: acusação de plágio de fãs de outra peça - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Nada melhor do que homenagear um grande músico do que executando sua obra em um concerto.

Esta é a proposta, pelo menos para o público desavisado, do espetáculo Let's Duet – Homenagem a Malitchewsky, que é apresentado no Tucarena (r. Monte Alegre, 1024), em São Paulo. Toda quarta, às 21h, até o fim de novembro, com entrada a R$ 40.

Com muito bom-humor, os atores e músicos Daniel Tauszig e Leonardo Padovani desvendam cada passo da vida do artista, que, segundo eles, ia com desenvoltura do erudito ao pop, passando pela música experimental e até pela tradição chinesa.

É claro que não ficam de fora os arroubos temperamentais do homenageado, que só encontrou a paz no fim da vida.

Contudo, uma dúvida fica no ar: o tal de Malitchewsky realmente existiu? É claro que não. Tudo não passa de uma brincadeira para provocar fartas risadas.

tangos tragedias Músicos provocam risos com homenagem a maestro; fãs de peça gaúcha acusam montagem de plágio

Imagem de divulgação da peça gaúcha Tangos & Tragédias: muitas semelhanças - Foto: Divulgação

Atualizado em 27/9/2014

Acusação de plágio

Fãs da peça gaúcha Tangos & Tragédias, criada há exatos 30 anos, acusaram a peça Let's Duet de ser um plágio desta nas redes sociais.

A polêmica cresceu tanto que a filha do ator Hique Gomez, um dos criadores de Tangos & Tragédias, a escritora Clara Averbuck, chegou a ver a peça Let's Duet, para tirar a dúvida. Saiu de lá afirmando que achou tudo "parecido demais".

Já a equipe da peça em cartaz no Tucarena soltou comunicado para negar o plágio, e diz que o visual é inspirado em Tim Burton.

"Conversamos, na data de hoje, com Hique Gomez e lhe explicamos todo esse mal entendido. Iremos também procurar a esposa de Nico. Somos admiradores do fenômeno Tangos & Tragédias e não nos referimos especificamente a eles porque as similaridades decorreram de uma característica do processo criativo. Gostaríamos de ter percebido, mas não aconteceu. É humano. Temos orgulho de nosso trabalho e estamos tentando com essa nota esclarecer essa situação. Envolvidos em nossa criação, erramos em não perceber o quanto ficamos parecidos com eles. Por isso pedimos desculpas a todos os fãs, admiradores e ao Tangos & Tragédias", diz o texto da nota.

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 Na metrópole pirada, Toc Toc faz sucesso

Cenas de um consultório no palco: público se diverte com agruras dos personagens - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Dizem por aí que São Paulo tem muita gente com problemas psicológicos. Fato é que a peça Toc Toc, que trata do transtorno obsessivo compulsivo, é um sucesso no Teatro APCD (r. Voluntários da Pátria, 547, Santana, tel. 0/xx/11 2223-2424).

Mais de 500 mil pessoas já viram a peça, número que poucas podem ostentar. Em seis anos de temporada, mais de 30 atores passaram pelo elenco.

A procura é tanta que a produção resolveu esticar a temporada até 2 de novembro, com entrada a R$ 60, no sábado, 21h; e R$ 50, no domingo, 19h.

A direção é de Alexandre Reinecke, que, apesar da cara de menino, já tem 30 anos de carreira. Neste tempo, ele dirigiu 40 peças e atuou em outras dez. Haja fôlego.

Como o elenco é aguerrido, o blog faz questão de dar o nome de um por um: Adriana Fonseca, Andréa Mattar, Didio Perini, Ithamar Lembo, João Bourbonnais, Laura Carvalho, Maitê Diniz e Paula Tonolli.

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bicicleta vermelha principio attivo Festival Internacional Paidéia aposta no teatro de qualidade para crianças e jovens em SP

Cena de A Bicicleta Vermelha, do Princípio Attivo de Teatro, da Itália: no festival - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Um time poderoso das artes vai participar da oitava edição do Festival Internacional Paidéia de Teatro para a Infância e a Juventude.

O evento começa dia 26 de setembro e vai até o dia 29 do mesmo mês, com a promessa de movimentar a zona sul de São Paulo com o melhor do teatro para crianças e jovens.

O diretor e idealizador do projeto, Amauri Falseti, diz que o festival dá a possibilidade de artistas locais dialogarem com grandes nomes internacionais, nas peças e oficinas.

— Estamos trazendo artistas muito importantes e reconhecidos em suas áreas.

2014 09 08 S. Jorge Menino Foto Nilani Goettems 6758 Festival Internacional Paidéia aposta no teatro de qualidade para crianças e jovens em SP

Após ser apresentada no Mirada, em Santos, peça São Jorge Menino faz sessão no Festival Paidéia, em SP - Foto: Nilani Goettems

A atriz Aglaia Pusch, que é criadora da Paidéia, revela que estão no time do festival o autor alemão Dirck Laucke e o grupo chileno La Resentida, que acaba de participar do Mirada, o Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos.

Grupos brasileiros respeitados, como a Cia. São Jorge de Variedades, Cia. Circo de Bonecos, Cia. Vagalum Tum Tum e a própria Cia. Paidéia de Teatro, também se apresentam.

Ainda há peça da Itália, A Bicicleta Vermelha, do grupo Principio Attivo de Teatro. E a participação da coreógrafa Lara Kugelmann e da artista plástica Birgit Scöne, da Alemanha, do diretor Marco Layera, do Chile, e do diretor Peter Kirk e do coreógrafo Thomas Eisenhardt, da Dinamarca, todos dando oficinas.

Durante o festival também acontece o Ciclo de Filmes Território do Brincar. Os filmes e as mesas de debates são grátis. As peças e oficinas têm preço popular: R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia-entrada. Os eventos acontecem na Cia. Paidéia (rua Darwim, 153, Alto da Boa Vista) e no Sesc Santo Amaro (r. Amador Bueno, 505, Santo Amaro).

Apoiam o festival o Goethe Institut São Paulo, Instituto Cultural da Dinamarca, Instituto Mahle, Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, Sesc Santo Amaro e da Subprefeitura de Santo Amaro.

Conheça a programação e saiba como se inscrever nas oficinas.

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Dizer aquilo que nao pensamos em linguas que nao falamos foto Guilherme Bonfanti 4 Teatro da Vertigem abre o jogo sobre nova peça

Nova do Vertigem: cena de Dizer Aquilo que Não Pensamos em Línguas que Não Falamos - Foto: Guilherme Bonfanti

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O Teatro da Vertigem marcou para a próxima quinta (18) um encontro para abrir o jogo em relação a seu novo processo criativo: Dizer Aquilo que Não Pensamos em Língua que Não Falamos, com direção de Antônio Araújo e dramaturgia de Bernardo Carvalho.

Antes de dar as caras no Brasil, a peça já fez duas curtíssimas temporadas na Europa, com mistura de brasileiros e belgas no elenco.

Esses meninos do Vertigem são fogo. Tanto que apresentaram-se em Bruxelas, no Villes en Scène, e também no Festival de Avignon.

O bate-papo com os paulistanos sobre a obra começa às 20h, na sede da trupe, na rua Treze de Maio, 340, na Bela Vista, em São Paulo, onde só cabem 40 pessoas (tel. 0/xx/11 3255-2713). Pode ir quem quiser e não será cobrada entrada (quem for esperto vai chegar cedo). Além do diretor, estarão na mesa Eliana Monteiro, Guilherme Bonfanti e Roberto Audio.

A peça Dizer Aquilo que Não Pensamos em Língua que Não Falamos conta a história de um homem que não fala desde que a mulher morreu. Aí, ele resolve voltar com a filha à cidade onde viveu durante um exílio político.

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bibi ferreira Aos 92 anos, Bibi Ferreira canta Sinatra em show

Bibi Ferreira canta Frank Sinatra aos 92 anos: ela está com tudo - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Bibi Ferreira é um assombro no palco. Disso, o Brasil inteiro já sabe. Mesmo assim, aos 92 anos, faz questão de demonstrar sua proeza mais uma vez.

A atriz e cantora filha de Procópio Ferreira estreia novo espetáculo nesta sexta (19), celebrando os 15 anos do Teatro Renaissance, em São Paulo.

No show Bibi Ferreira Canta Repertório de Frank Sinatra, ela se une ao maior cantor da música dos Estados Unidos.

E carrega consigo uma verdadeira orquestra, com 18 músicos regidos pelo maestro Flávio Mendes. O roteiro do show é assinado por Bibi, Mendes e Nilson Raman, seu produtor de longa data.

A volta de Bibi ao Renaissance é natural, já que foi ela quem inaugurou o teatro em 1999, com Bibi canta Piaff.

Sem falsa modéstia, Bibi diz que está mais do que familiarizada com o novo repertório: "Demorei muitos anos, mas cheguei à minha praia". Bibi é a primeira mulher a fazer um show só com músicas de Sinatra. Tinha mesmo de ser ela.

No repertório do show de 70 minutos estão clássicos como Night and Day, Please, Ol' Man River, I've Got You Under My Skin e, claro, My Way.

A temporada vai até 7 de dezembro de 2014. Sexta, 21h30; sábado, 21h; domingo, 20h. A entrada varia de R$ 100 a R$ 140. O Teatro Renaissance fica na alameda Santos, 2.233, em São Paulo, próximo ao metrô Consolação.

 

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TROFEU ARLEQUIM 2014 Veja quem levou o Troféu Arlequim 2014 do Festival de Teatro Cidade de São Paulo

Troféu Arlequim 2014: acima, Hamelete, do Grupo Careta, melhor espetáculo adulto; abaixo, Vovô Fugiu de Casa, da Cia. Dom Caixote, melhor espetáculo infantil - Fotos: Javier Cencig e Agatha Paulita

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O 5º Festival de Teatro Cidade de São Paulo chegou ao fim na última semana, após movimentar o Teatro União Cultural, em São Paulo. O evento deu o Troféu Arlequim aos melhores, dentre as 13 peças para adultos e sete para crianças que foram apresentadas. O evento é criação de Eduardo Marins e tem patrocínio dos Correios. O júri foi formado pela dramaturga e atriz Jhaíra, o dramaturgo, diretor e ator Rui Xavier e o dramaturgo, diretor e crítico Lucianno Maza. Os vencedores na categoria melhor espetáculo, Grupo Careta e Cia. Dom Caixote, ganharam temporada no mesmo espaço onde o festival foi realizado.

Veja, abaixo, quem ganhou:

ILUMINAÇÃO - INFANTIL
Indicados:
Iohan Iori (O Sorriso do Gato de Alice)
Luiz F. Petuxo (Vovô Fugiu de Casa)
Wagner Pinto (Meia, Sapato e Chulé... Tudo Dá no Pé)
Vencedor: Luiz F. Petuxo (Vovô Fugiu de Casa)

ILUMINAÇÃO - ADULTO
Indicados:
Alexandra Deitos (4ª Reticência)
Eder Soares & Wanderley Damaceno (O Longo Caminho Que Vai De Zero a Ene)
Marcelo Jacob (Hamelete)
Vencedor: Alexandra Deitos (4ª Reticência)

FIGURINO - INFANTIL
Indicados:
Celly Martins & Tally Mendonça (Violeta, A Menina Leitora)
Guilherme Fraga (Vovô Fugiu de Casa)
Muriel Vitória (O Sorriso do Gato de Alice)
Vencedor: Guilherme Fraga (Vovô Fugiu de Casa)

FIGURINO – ADULTO
Indicados:
Milton Fucci (Hamelete)
Stella Portieri (Viúva, Porém Honesta)
Thiago Jacob (Escola de Mulheres)
Vencedor: Milton Fucci (Hamelete)

CENOGRAFIA – INFANTIL
Indicados:
Joyce Cristina (Quem Comeu As Historinhas?)
Luiz F. Petuxo (Vovô Fugiu de Casa)
Muriel Vitória (O Sorriso do Gato de Alice)
Vencedor: Luiz F. Petuxo (Vovô Fugiu de Casa)

CENOGRAFIA – ADULTO
Indicados:
Luiz F. Petuxo (O Parturião)
Priscilla Ribeiro (S-Antas)
Thiago Jacob (Escola de Mulheres)
Vencedor: Luiz F. Petuxo (O Parturião)

ATOR COADJUVANTE – INFANTIL
Indicados:
Alef Barros (Violeta, A Menina Leitora)
Rodolfo Chagas (Xaulim e as Estátuas)
Tainan Leopoldo (Meia, Sapato e Chulé... Tudo Dá no Pé)
Vencedor: Tainan Leopoldo (Meia, Sapato e Chulé... Tudo Dá no Pé)

ATOR COADJUVANTE – ADULTO
Indicados:
Ademir Esteves (Escola de Mulheres)
Alberto Vizoso (Hamelete)
Yves Carrasco (Hamelete)
Vencedor: Alberto Vizoso (Hamelete)

ATRIZ COADJUVANTE - INFANTIL
Indicados:
Marcia Okubo (Violeta, A Menina Leitora)
Tally Mendonça (Violeta, A Menina Leitora)
Rose Bertolucci (Vovô Fugiu de Casa)
Vencedor: Tally Mendonça (Violeta, A Menina Leitora)

ATRIZ COADJUVANTE - ADULTO
Indicadas:
Danielle Scavone (Viúva, Porém Honesta)
                   Magali Camargo (O Monstro de Jackson)
Márcia Oliveira (Memórias Póstumas de Brás Cubas)
Vencedora: Danielle Scavone (Viúva, Porém Honesta)

ATOR – INFANTIL
Indicados:
Daniel San Martin (Vovô Fugiu de Casa)
Mauro Przewozinski (Meia, Sapato e Chulé... Tudo Dá no Pé)
Vitor Faria (Vovô Fugiu de Casa)
Vencedor: Daniel San Martin (Vovô Fugiu de Casa)

ATOR – ADULTO
Indicados:
Davi Caseira (Memórias Póstumas de Brás Cubas)
David Carolla (O Longo Caminho Que Vai de Zero e Ene)
Anderson Negreiro (O Longo Caminho Que Vai de Zero e Ene)
Vencedor: David Carolla (O Longo Caminho Que Vai de Zero e Ene)

ATRIZ – INFANTIL
Indicadas:
Carolina Piai (Violeta, A Menina Leitora)
Bruna Lopes (Xaulim e as Estátuas)
Priscila Figueiredo (Meia, Sapato e Chulé... Tudo Dá no Pé)
Vencedora: Priscila Figueiredo (Meia, Sapato e Chulé... Tudo Dá no Pé)

ATRIZ – ADULTO
Indicadas:
Marília Grampa (S-Antas)
Priscilla Ribeiro (S-Antas)
Stella Portieri (Viúva, Porém Honesta)
Vencedora: Stella Portieri (Viúva, Porém Honesta)

DIRETOR – INFANTIL
Indicados:
Lucas França (Violeta, A Menina Leitora)
Luiz F. Petuxo (Vovô Fugiu de Casa)

Rick dos Anjos (Xaulim e as Estátuas)
Vencedor: Luiz F. Petuxo (Vovô Fugiu de Casa)

DIRETOR – ADULTO
Indicados:
Lívia Simardi (Hamelete)
Zé Aires (Viúva, Porém Honesta)
Wanderley Damaceno (O Longo Caminho Que Vai de Zero e Ene)
Vencedor: Zé Aires (Viúva, Porém Honesta)

PRODUÇÃO - INFANTIL

Indicados: Cia. Dom Caxote (Vovô Fugiu de Casa)
Priscila Figueiredo (Meia, Sapato e Chulé... Tudo Dá no Pé)
Tally Mendonça (Violeta, A Menina Leitora)
Vencedor: Cia. Dom Caxote (Vovô Fugiu de Casa)
PRODUÇÃO - ADULTO
Indicados: Cia. Loucos do Tarô (Viúva, Porém Honesta)
Ed Fuster & Karen Francis (4ª Reticência)
Patrícia Palhares (Hamelete)
Vencedor: Patrícia Palhares (Hamelete)

ESPETÁCULO – INFANTIL
Indicados:
Violeta, A Menina Leitora (Grupo Obinha! de Teatro)
Vovô Fugiu de Casa (Cia. Dom Caixote)
Xaulim e as Estátuas (Grupo Teatrorama)
Vencedor: Vovô Fugiu de Casa (Cia. Dom Caixote)

ESPETÁCULO – ADULTO
Indicados:
Hamelete (Grupo Careta)
Memórias Póstumas de Brás Cubas (Grupo Artemis de Teatro)
Viúva, Porém Honesta (Cia. Loucos do Tarô)
Vencedor: Hamelete (Grupo Careta)

Temporada dos espetáculos vencedores:

Infantil - VOVÔ FUGIU DE CASA Adaptado e dirigido por Luiz Felipe Petuxo. Com Cia. Dom Caixote.
Teatro União Cultural. Sábados e domingos, 16h. Livre. 60 min. Estreia: 20 de Setembro. Até: 19 de Outubro.* R$ 30,00.
* Dias 11 e 18 de Outubro, excepcionalmente, não haverá espetáculo.
Sinopse: Aventura. Vencedor do Festival de Teatro Cidade de São Paulo 2014. Baseado no premiado livro de mesmo nome de autoria de Sérgio Capparelli, o espetáculo conta a envolvente amizade e a fuga delirante de um avô e seu neto quando a família decide internar o primeiro em um asilo.

Adulto - HAMELETE de Octávio da Matta. Direção: Lívia Simardi. Com Grupo Careta.
Teatro União Cultural. Quartas e quintas, 21h. 12 Anos. 70 min. Estreia: 17 de Setembro. Até: 09 de Outubro. R$ 30,00.
Sinopse: Comédia. Vencedor do Festival de Teatro Cidade de São Paulo 2014. A obra prima de William Shakespeare deixou sua marca no sertão brasileiro e sua história se passa na fazenda Dinamarca. Transformado num poema em forma de cordel, juntando à tragédia, elementos de comédia da cultura popular nacional.

TEATRO UNIÃO CULTURAL
Rua Mário Amaral, 209, Paraíso. Telefone: 0/xx/11 2148-2904. Metrô Brigadeiro (Lado Jardins). 285 lugares. Horário da bilheteira: Quarta a sexta, 13h às 16h e 17h às 21h, e sábado e domingo, 13h às 16h30 e 17h30 às 21h.

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miriam mehler foto bob sousa5 O Retrato do Bob: Miriam Mehler, diva catalãFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Miriam Mehler completa 79 anos neste 15 de setembro de 2014. Muita gente não sabe que ela nasceu em Barcelona, na Catalunha, Espanha, quando seus pais, judeus, fugiam da Alemanha nazista. Chegaram a São Paulo em 1938, quando tinha três anos. Sua peça mais recente foi A Última Sessão, que lotou o Teatro Shopping Frei Caneca, em São Paulo, no primeiro semestre deste ano, na qual contracenava com Laura Cardoso, Nívea Maria e Etty Fraser, entre outros. Miriam é da geração de ouro dos palcos e fez parte dos mais importantes grupos da história do nosso teatro. Em 1958, atuou em Eles Não Usam Black-Tie no Teatro de Arena. Também estudou na EAD (Escola de Arte Dramática). Daí, foi para o Oficina, de Zé Celso, onde fez história na década de 1960. Foi ela quem fundou o Teatro Paiol, ao lado de Perry Salles, com quem foi casada. Mais tarde o teatro seria capitaneado pelo casal Paulo Goulart e Nicette Bruno. Na TV, fez novelas memoráveis como O Direito de Nascer, em 1978, na Tupi, As Pupilas do Senhor Reitor, em 1994, no SBT, A Escrava Isaura, em 2004, na Record, e Insensato Coração, em 2011, na Globo. Posou para nosso Bob Sousa com todo seu carisma. É a diva catalã de nosso teatro.

Visite o site de Bob Sousa

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menores foto copo diseno Crítica: Teatro dando uma de pobre coitado vira motivo de riso em peça mexicana no Mirada

Mexicana Menores que o Guggenheim mostra angústia de se fazer teatro - Foto: Copo Diseño

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Santos*

Estar atentos aos editais. Escrever projetos. Entregar toda a documentação direitinho. Esperar pelo resultado. Nem sempre ganhar. E, quando tudo dá certo, a vitória vai só até o fim da temporada. Porque, depois, é preciso recomeçar tudo outra vez.

A conhecida instabilidade profissional e financeira do artista de teatro na América Latina é o pano de fundo da peça mexicana Menores que o Guggenheim, do grupo Los Guggenheim. O espetáculo foi apresentado no Mirada, o Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, que chegou ao fim neste sábado (13).

Na encenação, mergulhada na metalinguagem até o último fio de cabelo, um grupo de teatro tenta sobreviver com uma nova peça, enquanto procura espantar o fantasma dos tempos em que dois de seus integrantes tentaram se aventurar na Europa em um sonho fracassado de conquistar o "Primeiro Mundo".

O título da peça sai da relação de um dos personagens com o Museu Guggenheim Bilbao, no País Basco, diante do qual se dá conta de ser um latino-americano e não um europeu, em um rompante de autopreconceito.

Alejandro Ricaño, que assina dramaturgia e direção, constrói uma atmosfera de fracasso iminente, tão comum nos países latino-americanos, com um sentimento presente de inferioridade diante da metrópole de seu passado colonial que ainda é difícil expurgar.

O achado da montagem é expor esta realidade de interiorização da própria cultura diante daquela europeia, vista como superior, infelizmente, ainda tão presente neste lado do Atlântico. E ainda mostrar que os donos do discurso de que o teatro é um pobre coitado também têm seus mecanismos de oprimir o ainda em situação pior. Isso fica muito claro na relação de opressão que os produtor-diretor da peça tem com seu elenco.

A peça acerta ao fazer seu discurso sobre uma base de humor, tendo intérpretes carismáticos em cena conquistando o espectador até mesmo quando os diálogos são de um preconceito evidente.

Na encenação, o artifício dos artistas para levantar a obra de teatro dentro da obra de teatro dá lugar a outras discussões latentes que circundam a história, como a orientação sexual escondida de um dos integrantes ou o racismo em relação ao ator albino do elenco — uma metáfora para a situação do próprio negro no teatro mexicano; e também brasileiro.

O único tropeço da peça é estender-se demasiadamente em sua reta final, o que acaba de tornar enfadonho o seu repetir tal qual um disco arranhado sobre o mesmo tema. Um bom corte na parte derradeira teria feito muito bem.

De toda forma, Menores que o Guggenheim é um espetáculo que registra com propriedade a angústia cotidiana comum ao artista latino-americano, com seu sonho de realizar sua arte. Por mais que olhe para o próprio umbigo, o faz com mérito, inteligência e graça. E mostra que, para sair desse disco arranhado de pobre coitadinho é preciso, antes de tudo, abandonar de vez esse choramingar.

Menores que o Guggenheim
Avaliação: Bom
Avaliacao Bom R7 Teatro PQ Crítica: Teatro dando uma de pobre coitado vira motivo de riso em peça mexicana no Mirada

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Sesc São Paulo.

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13 sonhos Crítica: Colombianos fazem público do Mirada mergulhar em sonho e navegar no inconsciente

Um amor cheio de dor: dança apaixonada é um dos melhores momentos de 13 Sonhos - Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Santos*

O burburinho foi grande em relação a 13 Sonhos (ou somente um atravessado por um pássaro), espetáculo colombiano que se apresentou na garagem do Sesc Santos nesta terceira edição do Mirada, o Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, que chegou ao fim neste sábado (13). Tanto que foi preciso agendar sessões extras.

13 sonhos3 Crítica: Colombianos fazem público do Mirada mergulhar em sonho e navegar no inconsciente

13 Sonhos teve sessões extras no Mirada - Foto: Divulgação

Tal qual um mergulho de Alice no País das Maravilhas, a superprodução do Teatro Odeon concebida e dirigida por Laura Villegas levou o público a uma espécie de sonho-delírio dividido em 13 etapas, cada qual uma potente instalação.

A obra dialoga com praticamente todas as vertentes artísticas possíveis e exige, em momentos certeiros, certa participação do público, chamado a utilizar sentidos como o paladar e mesmo o tato, quando uma chuva cai sobre suas cabeças de forma provocante.

13 sonhos2 Crítica: Colombianos fazem público do Mirada mergulhar em sonho e navegar no inconsciente

Confissões telefônicas em nome do amor: público escuta com cumplicidade - Foto: Divulgação

Sabedores da proposta ousada que oferecem, os artistas  dão champanhe aos espectadores no começo de tudo, em uma espécie de bar cabaré. É uma sugestão para se estar mais sensível à experiência estética proposta, o que parece apropriado.

Em meio a tantas cenas, uma chama a atenção por sua precisão técnica ao mesmo tempo repleta de emoção: o pas de deux no qual dois bailarinos se dilaceram em nome de um amor que se mistura à crueldade. A dança é envolvente e o público acompanha, curioso, os diálogos entre o casal por meio de escutas telefônicas. É o grande momento do espetáculo.

Com as possibilidades infinitas do sonho, o Odeon fez o público santista percorres suas 13 estações, nas quais parte da história era contada, fazendo ou não sentido. Há uma acidade de carro, um pássaro sapateador, uma diva que dança no palco. Afinal, os sonhos carecem da obrigação de serem precisos.

Muito pelo contrário, os sonhos — e os pesadelos também — são uma experiência absolutamente estética mergulhada no subconsciente. Assim, o espetáculo, ao fazer seu público chegar perto deste estado sensivelmente delicado, ganha respeito e contundência.

13 Sonhos (ou somente um atravessado por um pássaro)
Avaliação: Muito bom
Avaliacao Muito Bom R7 Teatro PQ Crítica: Colombianos fazem público do Mirada mergulhar em sonho e navegar no inconsciente

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Sesc São Paulo.

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