alexandre borges foto bob sousa1 Entrevista de Quinta: Não quero me isolar, quero ser da turma do teatro, diz Alexandre Borges

O bom filho à casa torna: ator de sucesso na TV e no cinema, Alexandre Borges dirige dois espetáculos em São Paulo, cidade onde começou sua carreira nos palcos - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

A calma no imponente saguão do hotel Maksoud Plaza contrasta com o trânsito caótico na região da avenida Paulista. Enquanto carros buzinam furiosos, Alexandre Borges surge com uma expressão tranquila e um sorriso aberto no rosto. O caos fica do lado de fora e a paz se instaura momentaneamente.

Apesar de ser uma estrela da TV e do cinema, afinal são 25 novelas e 28 filmes no currículo, ainda mantém aos 48 anos aquele menino que em 1985 saiu de Santos rumo a São Paulo com o sonho de se tornar ator.

Ele não só conseguiu realizá-lo muito bem, como agora também se aventura em outra função. Na última terça (2), estreou no Teatro Cemitério de Automóveis, a peça Uma Pilha de Pratos na Cozinha, de Mário Bortolotto, com sua direção.

Também está em cartaz na capital paulista até 26 de outubro outra peça com direção sua, Muro de Arrimo, no Teatro Brigadeiro, com Fioravante Almeida.

Nesta Entrevista de Quinta ao Atores & Bastidores do R7, Alexandre Borges falou sobre muitas coisas importantes para ele: a volta ao teatro paulistano, a relação com a família e os colegas de profissão, e até sobre a participação no último episódio de A Grande Família. E, claro, sobre o artista que quer continuar a ser.

Leia com toda a calma do mundo.

Miguel Arcanjo Prado — Quer dizer que você agora é também diretor de teatro?
Alexandre Borges —
Pois é. Surgiram estes convites de amigos, pessoas que conheço há muito tempo, que admiro. Estou trabalhando com atores de uma geração mais nova. Foram pintando essas oportunidades. Resolvi topar. O Fioravante Almeida, do Muro de Arrimo, é meu amigo desde os tempos em que trabalhamos juntos no Oficina, quando ele estava começando. O Mário Bortolotto eu conheci em 2001, quando ele fez uma participação no filme O Invasor, do Beto Brant. De alguma maneira temos trajetórias parecidas. Somos de outra cidade e viemos para São Paulo.

Miguel Arcanjo Prado — Você é de Santos?
Alexandre Borges — Eu sou.

Miguel Arcanjo Prado — Estou indo agora para lá cobrir o Mirada [Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos]. Na sua época lá não tinha um festival tão grande assim...
Alexandre Borges — Não! Quem dera...[risos]

Miguel Arcanjo Prado — Como foi a estreia de Uma Pilha de Pratos na Cozinha?
Alexandre Borges — Foi ótimo! O Cemitério de Automóveis é um divisor de águas no teatro de São Paulo. O Bortolotto e aquela turma dele trouxeram uma linguagem nova. É um grupo importante, que renovou o teatro na cidade.

alexandre borges foto bob sousa21 Entrevista de Quinta: Não quero me isolar, quero ser da turma do teatro, diz Alexandre Borges

Alexandre Borges: "No começo fazia de tudo, figuração em comercial, feiras..." - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — Você também começou no teatro de grupo?
Alexandre Borges — Foi. Quando cheguei fiz parte do grupo Boi Voador, fiquei dez anos fazendo peças. Vim de Santos em 1985. Já fazia teatro infantil lá com meu pai, o Tanah Corrêa [um dos grandes nomes do teatro santista]. Sempre tive o sonho de ser ator. A família sempre preocupada [risos]. Meus pais são separados, e a família da minha mãe é mais tradicional... Em 1985, tomei coragem e vim para fazer um teste com o Antunes Filho, no CPT [Centro de Pesquisa Teatral], e passei. E o Boi Voador era muito ligado ao Antunes nessa época. Meu começo foi ali no Sesc Consolação, na rua Dr. Vila Nova.

Miguel Arcanjo Prado — Como foi sobreviver nesta época?
Alexandre Borges — Poxa, Miguel, era dureza [risos]. Fazia de tudo, figuração em comercial, feiras, qualquer coisa que pintasse. Mas é assim mesmo, tem de se virar, tentar a independência na profissão, viver disso. Foi assim no começo. Aí rolou o cinema. E a televisão só surgiu depois de dez anos em São Paulo.

Miguel Arcanjo Prado — Você vive no Rio há muito tempo. Qual sua relação hoje com São Paulo?
Alexandre Borges — Quando fui para o Rio, me casei [com a atriz Julia Lemmertz], comecei a fazer televisão – estou há 21 anos lá –, mas, sempre tive o vínculo com meus amigos, meus companheiros de luta, de começo de carreira em São Paulo. Isso marca muito. Fiz com a Júlia Eu Sei Que Vou te Amar, com o Jabor, que foi aqui em São Paulo. Aí meu filho, Miguel, nasceu eu dei um tempo de teatro.

Miguel Arcanjo Prado — Por quê?
Alexandre Borges — A televisão estava me exigindo bastante e eu quis ser um pai presente, estar junto, ver a evolução. Aí dei um tempo no teatro. Quatro anos atrás, retomei minha relação com o teatro. Aí surgiu Eu te Amo, outra montagem com o Jabor, e Poema Bar, um espetáculo de poesia que já fiz no Rio, em São Paulo e na Europa. Eu faço Vinícius de Moraes e Fernando Pessoa, com um pianista de Portugal. Depois, vieram os convites desses atores que me chamaram para dirigir.

Miguel Arcanjo Prado — Como você virou diretor?
Alexandre Borges — Foi o Fábio Amaral, produtor, quem falou que eu poderia dirigir uma peça. Dois anos depois surgiu Uma Pilha de Pratos na Cozinha. E depois veio a peça Muro de Arrimo, com o Fioravante. Falei: põe meu nome aí, estamos juntos.

Miguel Arcanjo Prado — Foi difícil encarar esta mudança?
Alexandre Borges — De alguma maneira, eu sempre fui me preparando para esse lado da direção. Fui observando, trabalhando, tendo o gosto de ver a coisa. Direção é desde o trabalho do ator, mas ao mesmo tempo o figurinista te traz um desenho, o cara do cenário te mostra algo, e você vai vendo o que é legal, o que precisa mudar... Em vez de ser luz azul pode ser vermelha, a foto do programa pode ser esta... Você vai participando de todo o processo em um trabalho conjunto. Acho que me preparei para isso, porque no teatro já operei som, fui contrarregra, fiz divulgação, produzi, ajudei montar luz, fui atrás de patrocínio, viajei... Aos poucos fui caminhando para este lugar.

Miguel Arcanjo Prado — Sua mulher é atriz, sua enteada [Luiza Lemmertz] também já começou a fazer teatro aqui em São Paulo, com o Zé Celso e o Antunes. Como é ser de uma família de artistas?
Alexandre Borges — Nunca tivemos expectativa de a Luiza seguir carreira... O Miguel não sabemos o que vai ser. Acho que o artístico é importante. Os pais têm de estimular, levar ao teatro, a uma exposição, a um museu, a um concerto. A criança precisa ser estimulada a ter um senso estético. Mais do que uma carreira artística, quero que o Miguel tenha esse olhar artístico, de sacar o que é uma música clássica, o que é um rock, o que é o trabalho do ator, do músico, da dança. Isso deixa a pessoa com um refinamento para a vida, não importa se vai ser jornalista, ator, engenheiro. Ele vem ver a peça em São Paulo, comenta. A Luiza foi a mesma coisa, a gente sempre procurou que ela participasse de nossa vida artística, viajasse com a gente. Ela já decidiu que quer ser atriz. Agora, o Miguel ainda não sabemos, ele ainda vai decidir.

alexandre borges foto bob sousa3 Entrevista de Quinta: Não quero me isolar, quero ser da turma do teatro, diz Alexandre Borges

"Não quero me isolar. Quero ser da turma do teatro", diz Alexandre Borges - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — O que você anda fazendo além do teatro?
Alexandre Borges — Em cinema, lancei o Getúlio, que foi um grande sucesso [no filme ele interpreta Carlos Lacerda, rival do presidente]. Na TV estou dando um tempo. Vou participar do último capítulo de A Grande Família. Vão ligar para o Lineu e dizer que estão pensando fazer um seriado e vão estudar a família dele como referência. Aí vem o Daniel Filho e a turma da TV pra casa deles. Cada ator convidado vai fazer um personagem como se fosse de A Grande Família. Eu vou fazer o Evandro Mesquita. Adorei este convite, porque sou fã da série.

Miguel Arcanjo Prado — Como é reencontrar São Paulo depois de 20 anos no Rio?
Alexandre Borges — Tem um pouco da memória emotiva, de você andar em mesmos lugares onde andou 25 anos atrás. Reencontrando pessoas e conhecendo pessoas novas. Para mim é um reencontro muito emocional, me renova. O artista sempre tem de estar em xeque, procurar coisas novas, desafio. Quero me colocar em uma situação que não é confortável. Agora tenho uma responsabilidade maior, preciso entregar um produto para o produtor, para o ator, para o público. Saí da minha zona de conforto. E eu sou isso: esse cara que quer fazer coisas novas, participar junto dos atores da nova geração, estar na roda.

Miguel Arcanjo Prado — Voltar a fazer parte da turma?
Alexandre Borges — Sim. Isso mesmo. Não quero me isolar. Quero ser da turma do teatro. Isso me rejuvenesce, me faz voltar ao estado anterior, onde tinha de me virar fazendo figuração, feira, teatro infantil...

Miguel Arcanjo Prado — E ainda não se hospedava no Maksoud Plaza...
Alexandre Borges — Exatamente. O Maksoud é um upgrade [risos]. Isso tudo me faz sentir vivo, atuante. E tudo é para o público. O público de São Paulo me dá muito carinho.

Miguel Arcanjo Prado — Mesmo na TV, você sempre é chamado para fazer paulistanos. Eu me lembro de você em A Próxima Vítima, que era uma novela bem de São Paulo. Também agora em Tititi...
Alexandre Borges — Eu levo um pouco de São Paulo para o Rio. Adoro o Rio, adoro estar lá, mas muito da poluição de São Paulo está impregnado aqui ó [bate no braço, mostrando as veias e sorrindo].

alexandre borges foto bob sousa4 Entrevista de Quinta: Não quero me isolar, quero ser da turma do teatro, diz Alexandre Borges

Alexandre Borges, de volta a SP: "O artista sempre tem de estar em xeque" - Foto: Bob Sousa

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ariadna seixas Vou sentir saudade de meus shows na noite, diz Ariadna Seixas, que troca São Paulo por Floripa

Ariadna Seixas, na avenida 9 de Julio, em Buenos Aires, com retrato de Evita ao fundo - Foto: Arquivo Pessoal

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Quem frequenta o Espaço Beta e a sala de leitura no terceiro andar do Sesc Consolação, em São Paulo, notou nas últimas semanas uma ausência importante: a da atendente Ariadna Seixas.

Após conquistar o direito de ser mulher, ela virou notícia como exemplo a ser seguido ao passar em um concurso do Sesc São Paulo e ocupar o importante posto no Sesc Consolação, uma das unidades mais importantes da rede.

Sempre simpática com todos, Ariadna, que já foi miss, logo ganhou logo o carinho dos frequentadores do espaço. Mesmo assim resolveu se impor um desafio e revirar a vida pelo avesso.

ariadna seixas2 Vou sentir saudade de meus shows na noite, diz Ariadna Seixas, que troca São Paulo por Floripa

Ariadna Seixas, em Puerto Madero, com o marido: férias portenhas antes da mudança - Foto: Arquivo pessoal

Decidiu abandonar São Paulo e ir morar em Florianópolis, Santa Catarina.

Neste mês de setembro, curte férias em Buenos Aires, na Argentina, antes de colocar tudo em um caminhão: ela, o marido e a cachorrinha, e partir para a ilha catarinense.

O Atores & Bastidores do R7 conversou com a Ariadna, que contou o porquê da mudança.

— Na realidade deixei o Sesc Consolação desde o dia 11 de agosto, porque vou tentar algo novo em Floripa. Estou cansada de São Paulo e toda essa loucura, agitação, stress e poluição. Vou pra Floripa para ter uma qualidade de vida melhor, não que eu vá viver de sombra e água fresca, mas são outros ares, viver em uma ilha cercada de praias e natureza com certeza vai influenciar na vida, na saúde, na pele [risos].

Ela conta que já tem planos profissionais para Florianópolis.

— Lá em Floripa pretendo entrar no Sesc Cacupé, um Sesc estilo hotelaria, com certeza novos desafios. E se não der certo vou trabalhar com make up, que é o que eu amo fazer, não vou trabalhar com nada artístico, a não ser que as portas se abram por lá.

Saudade da noite paulistana

Ariadna ainda revelou do que sentirá falta de São Paulo.

— O que mais vou sentir saudade de São Paulo, a melhor lembrança é dos tempos que fazia shows na noite. Com certeza São Paulo me marca nisso. Em relação ao Sesc, jamais vou esquecer: o Sesc Consolação me abriu as portas, me aceitou, me respeitou e me fez crescer como pessoa e mulher. Saí de lá com muito aprendizado e, por que não, ensinando muito também.

Mesmo tendo feito tantos amigos na capital paulista, ela mostra estar resoluta em sua decisão.

— Com certeza sentirei falta, mas sou movida por desafios. Entrar em outro Sesc e reconquistar um novo espaço pra mim será maravilhoso, espero que consiga. Fico fora do Brasil agora em setembro e, voltando, me mudo para Floripa com meu marido e cachorinha. Já fechamos casa lá.

Boa sorte, Ariadna.

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vanessa goulartt Vanessa Goulartt faz aniversário com performance

Vanessa Goulartt faz aniversário-performance em SP: só não pode perguntar a idade - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Vanessa Goulartt é figura querida do teatro paulistano. Filha da atriz Bárbara Bruno e neta de Paulo Goulart e Nicette Bruno, ela comemora seu aniversário nesta quinta (4), em São Paulo, em uma celebração que mistura festa e teatro.

Com o título Ócio do Ofício, ela promete fazer uma espécie de "comédia-desabafo" sobre os percalços da vida de uma atriz.

Será a partir das 21h, no Café Concerto Uranus (r. Dr. Carvalho de Mendonça, 40, no Campos Elíseos), em São Paulo, com entrada a R$ 30 — já está agendada outra apresentação no dia 11 de setembro. Depois da performance desta quinta, a DJ Marina Novaes coloca todo mundo para dançar.

Vanessinha só deixa avisado uma coisa, para que ninguém cometa a gafe: "Não me perguntem a idade".

Faz muito bem. Parabéns.

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imaginacao do futuro foto cia la resentida Mirada chega à terceira edição fortalecido, diz Danilo Miranda sobre festival teatral de Santos

Peça chilena A Imaginação do Futuro abre o Mirada no Sesc Santos nesta quinta (4) - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Santos (SP)*

Quem anda pelas ruas de Santos, no litoral paulista, já percebe os cubos desconstruídos gigantes do Mirada espalhados pelos quatro cantos da cidade: da praia ao morro, passando pelo porto.

Eles chamam a atenção para o Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, ou apenas Mirada, organizado pelo Sesc São Paulo. O evento terá cobertura do Atores & Bastidores do R7.

O festival começa nesta quinta (4), no Sesc Santos, com as apresentações das peças A Imaginação do Futuro, do Chile, às 21h, e Chapeuzinho Galático, da Espanha, às 23h30. E vai até o próximo dia 13 de setembro com 40 espetáculos na programação, dos quais 25 são internacionais.

danilo santos de miranda Mirada chega à terceira edição fortalecido, diz Danilo Miranda sobre festival teatral de Santos

Danilo Miranda, do Sesc: ele quer integrar o teatro ibero-americano em Santos - Foto: Divulgação

Assim como nas edições anteriores, o Sesc oferece transporte gratuito de São Paulo a Santos, ida e volta, a quem comprar ingressos das peças, que variam entre R$ 7,50 a R$ 40.

Para o diretor do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda, "o Mirada chega à terceira edição fortalecido".

— O festival já recebeu um público de aproximadamente 100 mil pessoas nas duas primeiras edições. Ele provoca uma agenda de encontros para compartilhar experiências e saberes, debater ideias e processos criativos, bem como estreitar laços de convivência e estimular a quebra de eventuais barreiras territoriais, linguísticas e de outra natureza.

Asssim, durante o evento, o espanhol torna-se língua oficial ao lado do português, apesar de grande parte dos frequentadores do festival abusarem do "portunhol" na hora de se comunicar. Sobretudo nas festinhas noturnas do evento, à beira da piscina do Sesc Santos. Mas é isso mesmo que o Mirada quer: aproximar o que a língua ou a cultura costuma separar.

"Navio seguro"

Argentina, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Cuba, México, Paraguai, Chile, Peru, Portugal e Espanha mandaram seus artistas representantes. A turma maior é a do Chile, país homenageado desta edição com sete espetáculos encenados na Baixada Santista.

Mas não faltam bons representantes brasileiros no Mirada, como o Teat(r)o Oficina e a Cia. São Jorge de Variedades.

Isabel Ortega, que integra o conselho diretivo do Mirada ao lado de Miranda e de Pepe Bablé Meira, diretor do Festival Ibero-Americano de Teatro de Cádiz, conta que neste ano o evento ampliou suas fronteiras. "O Mirada também terá apresentações em Bertioga, Cubatão, Guarujá, Praia Grande, São Vicente e Peruíbe", revela. E ainda diz que não tem medo de o festival ter crescido tanto. Bem-humorada, conta ao R7 que está tranquilíssima. "A base dele é muito boa, é um navio seguro", define.

chapeuzinho galactico rosa collel Mirada chega à terceira edição fortalecido, diz Danilo Miranda sobre festival teatral de Santos

Peça espanhola Chapeuzinho Galactico é a segunda sessão do Mirada 2014 - Foto: Rosa Collel

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Sesc São Paulo.

Leia a cobertura do R7 no Mirada

Conheça a programação do Mirada

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me segura senao eu pulo Vídeo: Atriz Priscila Sol fala sobre fazer três personagens na comédia Me Segura, Senão Eu Pulo!

Miguel Arcanjo Prado conversa com Priscila Sol, de Me Segura, Senão Eu Pulo! - Foto: Reprodução

A atriz Priscila Sol, que fez novelas como Viver a Vida e Lado a Lado, na Globo, além do seriado A Segunda Vez, no Multishow, esteve no estúdio do R7 para conversar com o colunista Miguel Arcanjo Prado. Ela falou de seu novo projeto no teatro, a comédia Me Segura Senão eu Pulo, em cartaz no Teatro Jaraguá (r. Martins Fontes, 71), em São Paulo. A obra tem sessão até 28 de setembro de 2014, sempre sexta, 21h30, sábado, 21h, e domingo, 19h. Além de Priscila Sol, a obra dirigida por Hugo Coelho e escrita por Luiz Carlos Cardoso tem no elenco Marcio de Luca, Regina Maria Remencius, Edu Guimarães, Ricardo Ripa e Daniel Costa. O enredo faz uma sátira do mundo corporativo. Veja o vídeo:

 

me segura1 Vídeo: Atriz Priscila Sol fala sobre fazer três personagens na comédia Me Segura, Senão Eu Pulo!

Marcio de Luca e Priscila Sol em cena da peça Me Segura, Senão Eu Pulo! - Foto: Heloisa Bortz

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rudinei morales o teatro de caixa foto de kiran federico lec3b3n 4 web Gaúcho faz teatro grátis dentro de caixa de papel

Rudinei Morales e seu O Teatro de Caixa: animação intimista para o público - Foto: Kiran Federico León

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O ator gaúcho Rudinei Morales promete alegrar as crianças no Sesc Itaquera, em São Paulo, nos domingos 7 e 21 de setembro.

Sempre a partir das 13h, ele apresenta o espetáculo O Teatro de Caixa, dirigido por Liane Venturella. A entrada é grátis.

O curioso é que a peça acontece dentro de uma caixa de papelão, com personagens manipulados pelo ator, tal qual o teatro de figuras que fez sucesso na Europa no século 18.

A peça conta a história do aventureiro Valentim, que conta seus feitos ao público, embalado pela trilha de Álvaro Rosacosta.

Rudinei Morales é formado pela Escola de Atores do Depósito de Teatro, de Porto Alegre (RS) e pesquisa teatro de animação desde 2007.

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 Vídeo: Homofóbico persegue casal de lésbicas em peça; veja entrevista com atriz Ana Paula Grande

Peça Tem Alguém que Nos Odeia mostra casal de lésbica cercado pelo ódio: elenco tem as atrizes Bruna Anauate e Ana Paula Grande no Teatro da Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi - Foto: Pedro Karg

A atriz Ana Paula Grande esteve no estúdio do R7 para conversar com o colunista Miguel Arcanjo Prado. Ela falou sobre a peça na qual atua, Tem Alguém Que Nos Odeia, com texto de Michelle Ferreira e direção de José Roberto Jardim, em cartaz até o fim de setembro no Teatro da Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi, em São Paulo. Em pauta, uma tema mais do que atual: a homofobia. Ela contracena com Bruna Anauate, sua colega na Cia. Le Cucá; as atrizes formam um casal de lésbicas que é perseguido por um vizinho homofóbico. A entrada é R$ 60 a inteira e R$ 30 a meia-entrada. Tem sessão sábado, 20h, e domingo, 18h. Veja o vídeo com a entrevista completa:

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danielle rosa foto eduardo enomoto Atriz Danielle Rosa vira embaixadora do teatro baiano no Festival do Teatro Brasileiro em São Paulo

A atriz do Teat(r)o Oficina Danielle Rosa: embaixadora do teatro baiano em SP - Foto: Eduardo Enomoto

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto EDUARDO ENOMOTO

Atriz do Teat(r)o Oficina, Danielle Rosa foi convidada para se tornar embaixadora do teatro baiano em São Paulo, durante o Festival do Teatro Brasileiro, que começa na próxima quinta (4), com 17 dias de farta programação na capital paulista.

Danielle recebeu o convite por ser baiana de Vitória da Conquista e ter se tornado figura querida da cena paulistana. Para a atriz o chamado foi "uma re-ligação" com suas "raízes". Como embaixadora, tem em seu poder vários convites a serem distribuídos a quem ela desejar. Também foram nomeados embaixadores os artistas Anderson Dy Souza e Ricardo Castro.

Em conversa exclusiva com o R7, Danielle comemorou o momento que chama de "rito de encontro".

— É um privilégio de poder estar nesta conexão junto aos meus parceiros de cena da terra de meu sangue. Por sermos baianos estamos no festival não somente para a divulgação de suas ações , mas para representar esta potência teatral da Bahia com seus encantos, axés. É um rito de encontro do teatro baiano com o teatro paulistano, momento de reencontro de artistas e de grande celebração do teatro! Evoé!

Ela integra o elenco da peça Cacilda!!!!! A Rainha Decapitada, em cartaz no Oficina, e também de Walmor y Cacilda 64: Robogolpe, que o grupo dirigido por José Celso Martinez Corrêa apresenta na terceira edição do Mirada - Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, que começa na próxima quinta (4).

Foco baiano

Idealizado por Sérgio Bacelar, o Festival do Teatro Brasileiro, nesta edição focado na produção teatral baiana, tem nove espetáculos, dos quais sete são inéditos.

Haverá peças no CCBB-SP, na Sé, e também no Teatro Sérgio Cardoso, na Bela Vista, e no Teatro João Caetano, na zona sul. O evento tem sessões gratuitas e também a preço popular. Conheça a programação.

Além disso, haverá oficinas de qualificação artística e ciclo de dramaturgos. A expectativa é de que 1.600 alunos da rede pública de ensino participem das atividades. O festival terá o Cabaré da Rrrrraça, com o Bando de Teatro Olodum, a cantora Paula Lima e o ator Érico Brás.

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muso musa do teatro r7 agosto 2014 Escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto

Artistas chamam a atenção o público: escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 - Fotos: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Setembro já começou e é hora de escolher quem foram o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto de 2014.

Selecionamos cinco atores e cinco atrizes que chamaram a atenção nos palcos. Agora, a decisão é sua.

A votação vai até a próxima terça (9), quando o resultado será publicado aqui no blog.

Parabéns aos indicados!

Quem é o Muso do Teatro R7 de agosto de 2014?

Esta enquete está encerrada
  • muso anderson negreiro frida khalo calor e frio Escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto
    Anderson Negreiro (Frida Kahlo - Calor e Frio)
    8.7%
  • muso gabriel stauffer o grande circo mistico Escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto
    Gabriel Stauffer (O Grande Circo Místico)
    37.1%
  • muso lucas andrade cacilda 5 Escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto
    Lucas Andrade (Cacilda!!!!! - A Rainha Decapitada)
    42.1%
  • muso roderick himeros cacilda 5 Escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto
    Roderick Himeros (Cacilda!!!!! A Rainha Decapitada)
    11.3%
  • muso tiago barbosa o rei leao Escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto
    Tiago Barbosa (O Rei Leão)
    0.8%

Quem é a Musa do Teatro R7 de agosto de 2014?

Esta enquete está encerrada
  • musa adriana lessa as beatas Escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto
    Adriana Lessa (As Beatas)
    0.1%
  • musa amanda acosta caros ouvintes Escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto
    Amanda Acosta (Caros Ouvintes)
    15.1%
  • musa ana paula grande tem alguem que nos odeia Escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto
    Ana Paula Grande (Tem Alguém que Nos Odeia)
    42.5%
  • musa cintia fer cabaret Escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto
    Cintia Fer (Cabaret, o Musical)
    41.2%
  • musa joana medeiros cacilda 5 Escolha o Muso e a Musa do Teatro R7 de agosto
    Joana Medeiros (Cacilda!!!!! A Rainha Decapitada)
    1%

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tiago abravanel adriano fagundes1 Este é o meu momento, diz Tiago Abravanel

Tiago Abravanel, em Eclético: Xuxa, Amy Winehouse, Freddie Mercury e o avô Silvio Santos - Foto: Adriano Fagundes

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Na primeira década do século 21, o então menino Tiago Abravanel gostava de transitar pelos bastidores do Teatro Imprensa, na Bela Vista, em São Paulo.

A tradicional sala paulistana, que fechou as portas em 2011, era comandada pela produtora teatral Cintia Abravanel, sua mãe e filha primogênita do apresentador e empresário Silvio Santos, dono do espaço.

Foi no cotidiano de convivência diária com artistas na coxia que Tiago Abravanel tomou gosto pela coisa. E resolveu que seu caminho era o palco.

A chance de ouro veio em 2011, quando passou no teste para viver Tim Maia no musical Tim Maia - Vale Tudo, de João Fonseca com texto de Nelson Motta.

Sua interpretação arrebatadora do cantor rebelde conquistou o público e o catapultou à condição de artista de sucesso nacional.

Diante do vozeirão demonstrado no musical, ele resolveu seguir agora os passos na música. Tiago acaba de lançar seu primeiro clipe, Eclético, no qual brinca com personagens ícones da cultura pop brasileira e mundial.

Montou um show com 40 músicas. Como o nome da turnê indica, amarras é o que ele não tem. Jogou no mesmo liquidificador musical sucessos de Tim Maia, como Acenda o Farol, Vale Tudo e Descobridor dos Sete Mares, a outros hits, como O Amor e o Poder, de Rosana, Pro Dia Nascer Feliz, de Cazuza e até Canto da Cidade, de Daniela Mercury.

O primeiro show está marcado para o Rio, em 3 de outubro. Mas já fechou datas em Belém do Pará (10/10), Brasília (31/10), Goiânia (01/11), Curitiba (06/11) e Porto Alegre (07/11). Em sua São Paulo natal ele só chega em 15 de novembro.

Bem empresariado, Tiago ainda negocia shows em Natal, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Florianópolis e cidades do interior de São Paulo como Paulínia, Ribeirão Preto e Campinas.

O neto de Silvio Santos se apresentou neste domingo em Nova York, no Brazilian Day, ao lado de estrelas como Ivete Sangalo. Pelo jeito, o menino tem caminho longo a trilhar. E sabe muito bem disso.

— Esse é o meu momento agora, o momento de cantar. Estou ouvindo música como nunca, vivendo música, aprendendo música, me encontrando com gente que faz e vive de música. É uma arte especial, porque a música pontua de formas diferentes todos os momentos da vida de todo mundo.

tiago abravanel credito adriano fagundes Este é o meu momento, diz Tiago Abravanel

Tiago Abravanel: "música é especial porque marca a vida de todo mundo" - Foto: Adriano Fagundes

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