satyrianas1 Vídeo: Satyrianas 2014 tem 600 atrações; Gustavo Ferreira e Robson Catalunha revelam detalhes

Gustavo Ferreira e Robson Catalunha contam as novidades da Satyrianas 2014 - Foto: Reprodução

A partir das 18h desta quinta (20) a praça Roosevelt vira o coração cultural de São Paulo por 78 horas ininterruptas. É a Satyrianas 2014, tradicional evento da cidade que chega à 15ª edição e que comemora os 25 anos do grupo Os Satyros, seu idealizador, e que vai até o último minuto do domingo (23). São 600 atrações, a maioria com entrada a pague quanto puder: tem teatro, música, cinema, circo e artes plásticas, além de feirinha de comidas. O editor de Cultura do R7, Miguel Arcanjo Prado, recebe os artistas Gustavo Ferreira, coordenador geral da Satyrianas, e Robson Catalunha, produtor do evento, para o bate-papo sobre as novidades do festival. Veja o vídeo, abaixo:

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comedia Capella comemora três anos de sucesso de comédia

Marcelo Marrom e Rodrigo Capella estão em Comédia em Preto & Branco - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Uma pitada de música, uma dose de improviso e, claro, muito bom humor.

Esta é a receita de sucesso do espetáculo Comédia em Preto & Branco, que reúne Rodrigo Capella, colunista do programa Hoje em Dia, e Marcelo Marrom.

A obra está em cartaz há três anos, sempre com casa cheia, além de ter viajado pelo País.

Ambos garantem que o público vê um espetáculo diferente a cada semana, já que a força da montagem mora na química entre os dois artistas, que chegaram se apresentaram nos Estados Unidos. Tanto Capella quanto Marrom têm alta capacidade de improviso no palco.

Tem sessão toda terça, às 21h, no Comedians (r. Augusta, 1129, São Paulo, tel. 0/xx/11 2615-1129), com entrada a R$ 40 e classificação etária de 18 anos — menores só acompanhados dos pais.

 

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lizette negreiros bob sousa1 O Retrato do Bob: A majestade de Lizette NegreirosFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Foi em 1969 que Lizette Negreiros partiu de Santos, onde nasceu no Morro de São Bento, rumo a São Paulo para fazer Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto. O chamado era para dividir palco com o grande Paulo Autran, em sua companhia, dirigida por Silnei Siqueira. Logo, emendou Hamlet, convidada por Flávio Rangel para substituir Zezé Motta como Hécuba. Com a peça, contracenou com a fina flor do teatro brasileiro: Walmor Chagas — considerado o melhor Hamlet já visto no teatro brasileiro —, Lilian Lemmertz, Jonas Bloch, Beatriz Segall, Cláudio Corrêia e Castro, Otávio Augusto e Zanoni Ferreti. Daí, passou a ser requisitada pelos mais importantes artistas teatrais do País. E acabou se encontrando no teatro infanto-juvenil seu ponto certo, ao lado do Grupo de Teatro Ventoforte. Venceu duas vezes o Prêmio APCA de melhor atriz, entre outros troféus. A veia artística foi despertada lá no comecinho, ouvindo o pai tocar violão. Pelo jeito, aquela menina já tinha este ar de rainha, esta majestade.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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quatroloscinco foto eduardo enomoto Quatroloscinco conquistam SP com teatro mineiro

Quatroloscinco - Teatro do Comum (a partir da esq.): Maria Mourão, Rejane Faria, Ítalo Laureano, Assis Benevenuto e Marcos Coletta: quatro espetáculos e duas oficinas em São Paulo - Foto: Eduardo Enomoto

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos EDUARDO ENOMOTO

As nuvens estão carregadas e "o céu [parece estar] a cinco minutos da tempestade", para citar o título de uma peça da dramaturga mineira Silvia Gomez. Afinal, a tarde é mesmo de conversa mineira na velocidade paulistana.

A luz cai enquanto cinco integrantes do grupo Quatroloscinco - Teatro do Comum chegam ao Memorial da América Latina, recém saídos da estação de metrô da Barra Funda. Apressados, correm para as fotos velozes de Eduardo Enomoto, antes da entrevista.

Os mineiros conquistam a maior cidade do Brasil com o teatro que fazem há sete anos. Até o fim deste mês, fazem a Ocupação Quatroloscinco no Sesc Belenzinho, um dos mais importantes espaços teatrais de São Paulo, apresentando quatro espetáculos (Get Out!, É Só uma Formalidade, Humor e Outro Lado), além de duas oficinas para trocar experiências com artistas e público paulistano.

O Quatroloscinco é formado pelos atores Ítalo Laureano, Rejane Faria, Marcos Coletta, Assis Benevenuto e Maria Mourão, esta última na função de produtora.

quatroloscinco italo laureano foto eduardo enomoto Quatroloscinco conquistam SP com teatro mineiro

O ator Ítalo Laureano: "O Quatroloscinco funciona em rede" - Foto: Eduardo Enomoto

Ítalo Laureano, mineiro nascido e criado em Bom Despacho, conta que ainda se assusta com São Paulo. "Acho uma cidade fria, as pessoas correm muito, é tudo muito tumultuado. As pessoas te empurram, não te olham. Isso me dá um pouco de medo".  Formado em artes cênicas pela UFMG, ele será pai no começo de 2015 de uma menina, fruto do relacionamento com a atriz Carla Duque. Já escolheu o nome da primeira filha: Nina.

Conta que hoje consegue viver de atuar, que, "de uns três anos para cá o grupo conseguiu uma estrutura boa". Mas sabe que ainda há muito a batalhar, "pois teatro ainda não atinge o grande público neste País, infelizmente". Fala que gostam de trabalhar em rede, com outros grupos brasileiros e também dentro do próprio grupo, em um sistema colaborativo. Andam viajando muito: "São Paulo é nosso oitavo estado neste ano", revela. E diz que o maior objetivo da trupe é "estabelecer um lugar de afeto com o público".

quatroloscinco rejane faria foto eduardo enomoto Quatroloscinco conquistam SP com teatro mineiro

A atriz Rejane Faria: "Agora, a gente já se sente colocado, mas isso só aconteceu porque o Quatroloscinco conquistou o seu lugar no cenário teatral" - Foto: Eduardo Enomoto

Rejane Faria, belo-horizontina que hoje prefere morar em um sítio em Esmeraldas, nos arredores de Belo Horizonte, conta que o teatro chegou mais tarde em sua vida, mas o agarrou com unhas e dentes. Ela o descobriu já funcionária dos Correios, onde ainda trabalha, quando foi convocada para o grupo teatral da instituição. Levou tanto a sério que resolveu estudar artes cênicas na UFMG. Foi lá que criou com os colegas um grupo de estudos para pesquisar o teatro latino-americano. Assim nasceu o Quatroloscinco. O nome veio de uma reunião na qual constaram que dos cinco participantes, sempre faltava um em algum encontro.

Sobre o lugar de reconhecimento que o grupo ocupa hoje na cena nacional, afirma: "Agora, a gente já se sente colocado, mas isso só aconteceu porque conquistamos nosso lugar". Diz que "o artista tem uma voz muito forte na sociedade, é um ofício com grande responsabilidade". Afirma que para um grupo teatral sobreviver é preciso muito planejamento, muita união. "Hoje ainda temos atividades paralelas, mas um dia a gente quer viver só de teatro", espera.

quatroloscinco maria mourao foto eduardo enomoto Quatroloscinco conquistam SP com teatro mineiro

A atriz e produtora Maria Mourão: "Fazer teatro de grupo é como abrir uma empresa a cada ano" - Foto: Eduardo Enomoto

É Maria Mourão quem corre atrás da produção do grupo. Ela é mineira de Divinópolis radicada em Belo Horizonte. Herdou a arte de família: a mãe produzia e dirigia espetáculos infantis. Acabou fazendo o curso de jornalismo na Fumec, faculdade privada de BH, mas acabou entrando no Teatro Universitário da UFMG, o TU. Foi chegando no Quatroloscinco aos poucos. "Fui ficando", explica, com um sotaque mineiro gostoso de se ouvir.

Acabou assumindo as rédeas da produção. "Fiz pós-graduação em produção cultural na PUC-Minas, aprendi a fazer sonoplastia e iluminação". É um pacote completo nos bastidores. Sobre a continuidade do grupo conta que este é o maior desafio. "Vivemos um ano de cada vez, por enquanto temos nossa vida programada até março do ano que vem. Depois, é começar tudo de novo. Ter um grupo de teatro é como ter de abrir uma empresa nova a cada ano".

Com essa vida dinâmica e frenética, prefere não fazer planos para o futuro. "A Maria de 30 e poucos anos parou de pensar nisso [de como será a Maria dos 50 e poucos]. Sou muito ansiosa. Então, preferi relaxar e viver". E ela não tem vontade de voltar para o palco? Ela pensa, sorri, tímida, e responde, com muita calma: "Quem sabe... Acho que sim, mas para eu ir para o palco é preciso encontrar alguém para fazer tudo que eu faço! [risos]".

quatroloscinco marcos coletta foto eduardo enomoto Quatroloscinco conquistam SP com teatro mineiro

O ator Marcos Coletta: "A política começa nas pequenas relações" - Foto: Eduardo Enomoto

O ator Marcos Coletta, belo-horizontino criado no bairro do Padre Eustáquio, descobriu seu amor pela arte ainda na escola. Tanto que aos 16 anos entrou para o Teatro Universitário da UFMG. Conta que ainda era muito menino e nunca tinha ouvido falar até então de Stanislavski. Do curso técnico, emendou para a graduação em artes cênicas na mesma universidade. E ainda fez mestrado, orientado por Fernando Mencarelli, no qual pesquisou o ator no teatro de grupo tendo como base o Grupo Galpão, referência em Minas e no País, e o seu Quatroloscinco.

Conta que a luta do grupo foi árdua para se estabelecerem. "Foram três anos até a gente ganhar o primeiro edital". Além do Galpão, cita outros grupos mineiros um pouco mais velhos como referências: "Tem o Espanca!, o Luna Lunera...". E diz que o que lhe chamou a atenção nestes últimos sempre foram peças jovens, autorais, que dialogam com sua geração.

Nunca teve medo de se colocar na vida. E gosta que o grupo o faça. "A gente pensa política não só no macro como também no micro. A política começa nas pequenas relações", diz. Para o futuro, só espera estar ativo nas artes: "Espero que daqui a 20 anos o Quatroloscinco exista ainda".

quatroloscinco assis benevenuto foto eduardo enomoto Quatroloscinco conquistam SP com teatro mineiro

O ator Assis Benevenuto: "O teatro que fazemos é consequência da nossa persistência" - Foto: Eduardo Enomoto

Assis Benevenuto também é de Belo Horizonte, mas a família é de Rio Pomba, no interior mineiro, mas também já morou em outras cidades, como Muriaé e Juiz de Fora, em Minas, e Vila Velha, no Espírito Santo. Retornou à capital mineira no fim da adolescência, "para prestar vestibular para medicina ou veterinária". Acabou fazendo o curso livre de teatro e abandonou as pretensões de estudos na área de ciências biológicas.

Fez vestibular para letras na UFMG, curso que concluiu, e entrou para o curso técnico de atuação do Cefar Palácio das Artes. Entrou para o Quatroloscinco acompanhando os ensaios dos amigos. Quando percebeu, já fazia parte. Sonha que um dia o grupo conquiste espaço próprio. "Hoje, a gente só tem um quartinho para guardar nossos cenários em um espaço coletivo", conta. E emenda: "O teatro que fazemos é consequência da nossa persistência. É um sufoco, é mandar 80 projetos por ano e ser aprovado em dez no melhor dos casos. Das quatro peças que montamos, só uma foi por meio de edital. Tudo deu muito trabalho".

Acha que o atual sistema de produção teatral no país, com toda a sua burocracia, exigências e contrapartidas "está muito viciado". Na hora de explicar por que escolheu fazer disso seu destino, ele pensa e responde: "O teatro já virou a minha vida, é a nossa vida".

quatroloscinco 3 foto eduardo enomoto Quatroloscinco conquistam SP com teatro mineiro

Integrantes do grupo mineiro de teatro Quatroloscinco - Teatro do Comum posam no Memorial da América Latina, em São Paulo, onde fazem temporada de repertório no Sesc Belenzinho em novembro de 2014 - Foto: Eduardo Enomoto

Agradecimento: Memorial da América Latina

Conheça o site do Quatroloscinco e veja o serviço das peças e oficina deles no Sesc Belenzinho, em São Paulo!

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unnamed 2 Crítica: Tão Pesado Quanto o Céu é lirismo interiorano na metrópole de puro concreto

Cena da peça Tão Pesado Quanto o Céu, do autor Ricardo Inhan - Foto: Adrianne Lopes

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Assim que o espectador chega para assistir à peça Tão Pesado Quanto o Céu, é convidado a ocupar os balanços distribuídos pelo espaço e onde estão também os dois atores: Pedro Stempniewski e Ricardo Henrique.

É tudo silêncio enquanto cada qual busca seu rumo, seu lugar. Quem escolhe os balanços se aproxima da infância, do tempo dos sonhos, da simplicidade da vida.

Quem precisa de uma base imóvel escolhe as poltronas distribuídas pelo espaço, onde atuadores e público estão juntos, cúmplices.

A direção de Mariana Vaz (com assistência de Stella Garcia) aposta no jogo dos atores e na fragmentação para construir o que o autor Ricardo Inhan chama de "peça hQ". Apesar de em alguns momentos o primeiro sobressair, tanto Ricardo quanto Pedro estão ali, presentes, jogando. A gente sente.

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Tão Pesado Quanto o Céu: olhar lírico para a vida interiorana reprimida - Foto: Adrianne Lopes

A obra pode ser vista como um olhar lírico para a vida interiorana, onde o ir-se parece ser mais desejável do que ficar no pacato cotidiano onde nada (?) acontece. E, enquanto se espera a fuga para o movimento futuro, muito se passa, mesmo que tudo pareça igual. Há, naquela cidade pequena, uma impossibilidade de relação entre os dois personagens, um desejo reprimido, mas latente, que já não aguenta mais ficar trancado.

A este crítico, a peça ainda ganhou novo significado apresentada em um lugar frenético como São Paulo. A impossibilidade de relacionamento como se apresenta no contexto da peça ganha nova dimensão em um contexto paulistano, onde as relações também são difíceis, onde o tempo nunca basta e o excesso cansa. O paralelo deixa a peça mais poética e provocativa.

As falas dos dois homens, que ora estão no corpo de um ator, ora no do outro, são como balões de uma revistinha de histórias em quadrinhos cuja página seguinte foi rasgada.

Mais que a historinha para ser entendida, há no palco um estado, uma angústia.

Diante da crueldade de São Paulo, a peça, com seu ar fresco de descoberta da sexualidade, remete àqueles tempos adolescentes (longe daqui, para os forasteiros), repletos da necessidade de se alçar voo, tal qual um pássaro que ainda não sabe que o céu pode ser muito pesado.

unnamed 3 Crítica: Tão Pesado Quanto o Céu é lirismo interiorano na metrópole de puro concreto

Ricardo Henrique e Pedro Stempniewski em cena sob direção de Mariana Vaz: Tão Pesado Quanto o Céu - Foto: Adrianne Lopes

Tão Pesado Quanto o Céu
Avaliação: Bom
Quando: Sábado (15) e domingo (16), 20h. 55 min. Até 16/11/2014
Onde: Funarte São Paulo (al. Nothmann, 1058, metrô Santa Cecília, São Paulo, tel. 0/xx/11 3662-5177)
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Classificação etária: 12 anos
Avaliacao Bom R7 Teatro PQ Crítica: Tão Pesado Quanto o Céu é lirismo interiorano na metrópole de puro concreto

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agenda cultural 14 11 2014 Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 14/11/2014

Miguel Arcanjo Prado dá as melhores dicas para o seu fim de semana na Record News

O editor de Cultura do R7, Miguel Arcanjo Prado, conta no telejornal Hora News, na Record News, nesta sexta (14), as melhores dicas para o seu fim de semana. Tem a volta da peça Reino, do Grupo Gattu, escrita e dirigida por Eloisa Vitz. Também tem o 22º Festival Mix Brasil, cujo um dos destaques é o curta A Ala, dirigido pelo cineasta Fred Bottrel. Ainda há dicas de shows: Saulo Fernandes e Luiz Caldas se apresentam em Salvador, já Roberta Sá faz show em Belo Horizonte. No cinemas, tem o filme Saint-Laurent, sobre o grande estilista, e os brasileiros, Trinta, contando a história do carnavalesco Joãosinho Trinta, e Ventos de Agosto, do pernambucano Gabriel Mascaro. Veja o vídeo:

Editado por Décio Munhóz e Miguel Arcanjo Prado, com produção de Gabriele Moreno. 
Colaboram: André de Jesus, Giva Edilene, Clesio Meneses, Moacir Moreira e José Claudio Manso, da Record News.

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satyrianas cartaz Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Cartaz da 15ª Satyrianas é obra do ator Henrique Mello com ilustração do artista Marcelo Maffei

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Muitos números
A Satyrianas 2014, cujo cartaz foi feito pelo ator Henrique Mello com ilustração de Marcelo Maffei, terá 78 horas de arte ininterruptas entre as 18h da quinta (20) e a meia-noite de domingo (23). Serão 2.500 artistas em 500 apresentações em 50 teatros e espaços culturais paulistanos. O evento celebra os 25 anos dos Satyros, que o realizou pela primeira vez em 1991 e o tornou anual a partir de 2002. Esta é sua 15ª edição. No SatyriCine serão exibidos 17 filmes em mais de 300 minutos de cinema nacional. Durante este evento, haverá um concurso de curta-metragens, sob curadoria do cineasta paulistano Daniel Gaggini, ex-integrante do Satyros.

Balé no ar
Os primeiros artistas a se apresentarem na Satyrianas 2014 serão os integrantes da Cia. de Base. A partir das 18h da próxima quinta (20), eles apresentam as peças Arranha Céu e Futebol Voador. O grupo faz balé aéreo e promete deixar a praça Roosevelt de queixo caído.

Bate-cabelo
Durante toda a Satyrianas, a Tenda Música, montada na praça Roosevelt, promete ser o espaço dos moderninhos de plantão. DJs e bandas animarão o público em distintos estilos musicais. O frenesi será o dramaturgo Mário Bortolotto cantando músicas de Roberto Carlos. Será às 17h do domingo (23). O nome do show? Roberto Embriagado.

coluna leo kildare louback1 Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Léo Kildare Louback: de BH direto para a Satyrianas com duas peças - Foto: Divulgação

Dose dupla 1
O dramaturgo e diretor mineiro Léo Kildare Louback estará com dois espetáculos na Satyrianas. O primeiro é Carolina, de Lorca, direção que divide com Antônia Claret no solo da atriz Carolina Correa, com quem fez o texto. Sábado (22), 18h, na SP Escola de Teatro da praça Roosevelt. Antes de aportar em São Paulo, a peça já passou por Buenos Aires, Rio e Belo Horizonte.

Dose dupla 2
Também na SP Escola de Teatro da Roosevelt, só que no domingo (23), às 23h, Louback encena Como Matar a Mãe – 3 Atos, peça dele na qual atua ao lado de Soraya Martins e Fabiane Aguiar. O espetáculo fez sucesso em Belo Horizonte com os conflitos entre os filhos e suas mães. É uma potência que só.

Tempo, tempo, mano velho...
Um encontro de duas potentes atrizes promete abalar as estruturas da Roosevelt à 0h30 de domingo (23): Ester Laccava e Lulu Pavarin estão em Quando Eu Era Bonita, texto e direção de Elzemann Neves escrito especialmente para as duas. Pura explosão.

coluna hermanas son las tetas Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Hermanas Son las Tetas, escrita e dirigida por Juan Manuel Tellategui: estreia na Satyrianas - Foto: Divulgação

Hermanitas
As atrizes Lau Varone e Liza Caetano estão na reta final de ensaios do espetáculo Hermanas Son las Tetas, que estará na abertura do festival Satyrianas 2014, na próxima quinta (20), às 23h30, no Satyros 1, na praça Roosevelt, em São Paulo. O texto e a direção são do ator, autor e diretor argentino Juan Manuel Tellategui. O elenco ainda traz Allan Christos e Osvaldo Steavnv.

coluna hermanas son las tetas peca juan manuel tellategui Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Lau Varone e Liza Caetano em Hermanas Son las Tetas: dia 20, 23h30, no Satyros 1 - Foto: Juan Manuel Tellategui

Embate
Na peça, Lau e Liza vivem duas irmãs que foram famosas na infância e agora precisam suportar uma a outra. Tudo regado a muito conflito ideológico, é claro. E muita ironia. Vai dar o que falar...

Estreia
Hermanas Son las Tetas marca a estreia do ator Tellategui como autor e diretor teatral no Brasil. Ele já dirigiu e escreveu peças na Argentina, sua terra natal, onde comandou o grupo Teatro Del Son.

juan manuel tellategui foto miguel arcanjo divulga1 Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Juan Manuel Tellategui: estreia no Brasil como dramaturgo e diretor - Foto: Divulgação

Poeta e dramaturgo
E vai ter lançamento do livro de poesias de Guilherme Dearo na Satyrianas. Será no sábado (22), entre 17h e 20h, no Parlapatões, na praça Roosevelt. Ele promete autografar todos os exemplares de Duas Hipóteses para um Acontecimento (Ed. Giostri). Ah, Dearo avisa que sua peça Câmara Escura também será apresentada com direção de Gustavo Ferreira, o coordenador geral das Satyrianas. Será às 2h30 da sexta (21), na SP Escola de Teatro. A obra conta a história de um pretendente a terrorista que virou fotógrafo. No elenco, estão Bel Friósi, Diego Ribeiro, Felipe Moretti, Fernando Soares e Silvio Eduardo. Estão todos convidados.

Centrão
Falando em livro, Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez lançam Pessoas Perfeitas (Ed. Giostri) no sábado (22), às 18h, na SP Escola de Teatro. A obra traz o texto da mais recente peça do grupo fundado pela dupla, Os Satyros, que celebra seus 25 anos na Satyrianas. Pessoas Perfeitas mostra o cotidiano atormentado de moradores do centro de São Paulo.

coluna ney Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Tiago Martelli, Ney Matogrosso e Daniel Faleiros: leitura de Jonas e a Baleia, de Walcyr Carrasco - Foto: Divulgação

Olha o Ney!
O ator Tiago Martelli anda feliz da vida com a Satyrianas 2014. Ele, que sempre apronta alguma coisa no festival, desta vez chamou ninguém menos do que o cantor Ney Matogrosso para dirigir a leitura da peça Jonas e a Baleia, escrita por Walcyr Carrasco no evento, dentro do projeto Dramamix. E o melhor: Ney topou na hora. Assim, dará o ar de sua graça na praça Roosevelt, para a alegria dos paulistanos. Na obra, Martelli vai atuar ao lado de Daniel Faleiros, em uma explosiva paixão entre um homem casado e um adolescente. Será no domingo (23), às 20h30, na SP Escola de Teatro. Vai ser um fuzuê!

Sessão da tarde
Leandro Nunes apresenta sua peça Zodíaco na Satyrianas. Com direção de Eduardo Chagas, a peça tem no elenco Gustavo Ferreira e Henrique Mello. Conta a história de um menino que resolve contar para os pais que o irmão vai fugir de casa. Sábado (22), 18h30, na SP Escola de Teatro. Vai, gente.

gustavo ferreira bob sousa Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Gustavo Ferreira: coordenador da Satyrianas vai atuar em peça de Leandro Nunes - Foto: Bob Sousa

Fortaleza
Outra coleguinha que escreveu texto para a Satyrianas é Célia Regina Forte. O nome: De Quem Você Ri? Henrique Mello dirige Dani Moreno e Julia Bobrow na montagem, que é apresentada na sexta (21) em dois horários: 19h30 e 20h. Célia promete levar a nata do teatro para ser sua plateia. Faz muito bem.

Festão
Na noite do domingo (23), quando tudo acabar, todo mundo vai correr para a festa Gambiarra, no Open Bar, em Pinheiros, que fará o encerramento da Satyrianas 2014.

coluna marba goigochea eduardo enomoto Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Marba Goicochea promete fazer a coisa "mais ousada" de sua vida na Satyrianas - Foto: Eduardo Enomoto

Ousadia
“É a coisa mais ousada que já fiz na minha vida”, conta à coluna a atriz peruana Marba Goicochea, sobre uma de suas duas participações na Satyrianas 2014. Ela fala sobre Escola de Tiranos, texto do uruguaio Isidore Ducasse com o Teatro Selvagem dirigido por Fransérgio Araújo. Será no sábado (22), 1h30, no Teatro do Ator, na praça Roosevelt. Marbita também estará em Fedra Desmembrada, com direção de Milton F. Verderi, ao lado da atriz Vanessa Cornélio. Esta peça será na sexta (21), 20h30, no Bar Bambolina. Vamos todos ver Marba!

Preço
Toda programação da Satyrianas 2014 é no esquema pague quanto puder. Mas não vale dar 50 centavos, né, gente!

Estacionamento
Durante a Satyrianas, carros estacionados na praça Roosevelt servem de cenário para curtos e intimistas espetáculos dentro do projeto Auto-Peças. É pura exclusividade. Vale a pena conhecer.

coluna viviane roesil Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Viviane Roesil: dramaturga interessante do pedaço - Foto: Divulgação

Décadance avec élégance 1
Viviane Roesil, uma das autoras mais interessantes da atual cena teatral paulistana, também prepara sua participação na Satyrianas. Ao lado de Márcio Haiduck e Victor Hugo Valois, escreveu a peça Sete Canções para uma Diva. O texto é pura ironia fina, coisa que Vivi tem de sobra. E ainda é chique, claro. Porque a moça também é elegante.

Décadance avec élégance 2
Vivi Roesil convocou os atores Joaquim Gama, Dione Leal, Juan Manuel Tellategui, Damaris Pietra e Renata Perón para a apresentação da obra no festival, que será dirigida por ninguém menos do que Fernando Neves. Sim, o diretor do grupo Os Fofos Encenam que é o queridinho de Lilia Cabral. Domingo (23), 0h30, no Espaço dos Satyros 1. Vivi manda avisar que não precisa de pulseirinha VIP para entrar, tá?

tem dona Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Espetáculo Iepe, da Trupe Temdona, será apresentado na praça Roosevelt, no sábado (22), às 22h - Foto: Divulgação

Quero grana!
A trupe Temdona também vai marcar presença na Satyrianas. Vão fazer Iepe, comédia política de Luis Alberto de Abreu sobre a força do poder no homem. No elenco, estão André Félix, Rosane Rodrigues, Thais Irentti, Anderson Galvão e Rodrigo Sampaio, que diz que a apresentação "será inesquecível". No sábado (22), 22h, na praça Roosevelt. É só chegar e aproveitar.

Site
A programação completa da Satyrianas 2014 já está no site oficial. Visite e monte a sua.

Ai, que medo!
Tem artista por aí tentando convencer o público a ver sua peça com ameaça e chantagem emocional. Cruz credo.

Vestibular
O ator Ney Piacentini, da Cia. do Latão e que presidiu a Cooperativa Paulista de Teatro, está fazendo prova para entrar no CPT (Centro de Pesquisa Teatral) de Antunes Filho, no Sesc Consolação, em São Paulo. Boa sorte.

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satyrianas 2009 lindsay oliveira Fotógrafos ficarão de olho na Satyrianas 2014

Tiago Martelli e Mariana Hein participam da Satyrianas 2009 - Foto: Lindsay Oliveira/Coletivo Fotomix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Todos os artistas — e pessoas interessantes, é claro — da cidade rumam para a praça Roosevelt, em São Paulo, durante as Satyrianas.

O evento, que debuta em 2014, em sua 15ª edição, que ocorre entre 20 e 23 de novembro, promete as 78 horas ininterruptas de sempre de muita arte. Além de celebrar os 25 anos do grupo Os Satyros, idealizador do festival.

Para registrar tudo para o futuro, um batalhão de fotógrafos acompanhará cada detalhe (muito cuidado na hora de aprontar), seja de teatro, música, cinema ou artes plásticas.

É o Coletivo Fotomix, idealizado por Luciana Camargo e que participa pela sétima vez do evento e inaugura parceria com o projeto Humans of São Paulo, que registra histórias de moradores da metrópole e conta com 30 mil seguidores nas redes sociais.

Uma exposição gratuita ficará em cartaz até dezembro com as melhores fotos do Coletivo Fotomix nas seis edições anteriores no hall da SP Escola de Teatro, também na praça Roosevelt.

O Coletivo Fotomix tem idealização e organização de Luciana Camargo e conta com coordenação de Fábio Silva, Fábio Fioravanti, Giórgio D'Onófrio, Giovana Pasquini e Will Prado.

Participam ainda os fotógrafos convidados Alex Radoux, André Murrer, Bella Tozini, Bruna Fernandes, Daniel Garcia, David Samulionis, Érica Olbera, Gastão Guedes, Inês Correa, Kennedy Silva, Luciana Zacarias, Marco Antonio de Ávila, Natália Ranhel, Nil França, Noel Filho, Paula Cipriano, Paula Nogueira, Renato Peixoto, Vagner Click, Vivi Carvalho e Vivian Sechin.

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antunes ze celso bob sousa Antunes abre e Zé Celso fecha festival de Presidente Prudente, que chega à maioridade

Dois monstros do teatro brasileiro juntos no festival: Antunes abre e Zé Celso fecha Fentepp - Fotos: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

Por longos anos São José do Rio Preto abrigou o mais importante festival de teatro do interior paulista, com seu FIT (Festival Internacional de Teatro). Pois 2014 pode mudar essa tradição, com a chegada de um reformulado Fentepp (Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente), realizado pela Prefeitura de Presidente Prudente, no interior paulista, em parceria com o Sesc São Paulo e a Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

A curadoria foi feita por Rodrigo Elói (coordenação) e Adriana Macedo, do Sesc São Paulo; Luiz Fernando Marques, o Lubi, diretor convidado do Grupo XIX; e Denilson Biguetti, da Secretaria Municipal de Cultura de Presidente Prudente.

O objetivo é impulsionar o evento em sua maioridade, já que chega à 21ª edição entre 21 e 29 de novembro próximo. São 25 espetáculos de todo o País que fazem 47 apresentações em espaços fechados, como Centro Cultural Matarazzo e o Sesc Thermas de Presidente Prudente, e abertos, como ruas e praças da cidade. Quatro companhias foram convidadas e as outras, selecionados pela curadoria num total de 300 inscritos.

Os ingressos já estão à venda e custam R$ 17 a inteira, R$ 8,50 a meia-entrada, válida para a classe teatral prudentina, estudantes, aposentados, servidores de escolas públicas e deficientes, mediante comprovação. Já comerciários e dependentes pagam só R$ 5. Os espetáculos infantis e com classificação livre têm entrada gratuita.

Antunes, Zé e Bob

Para impressionar, a programação traz dois bastiões do teatro brasileiro. Ela abre com Nossa Cidade, o premiado recente espetáculo do diretor Antunes Filho. E fecha com Walmor y Cacilda 64: Robogolpe, do Teat(r)o Oficina de José Celso Martinez Corrêa, o Zé Celso.

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O fotógrafo do teatro Bob Sousa, em autorretrato: primeira exposição do livro Retratos do Teatro

Além dos dois ícones, o evento ainda terá a primeira exposição do livro Retratos do Teatro (Ed. Unesp), do fotógrafo Bob Sousa, colaborador deste blog. Serão 20 retratos de ícones dos palcos, entre os quais estão Antunes Filho e Zé Celso, é claro.

A programação ainda traz um dos espetáculos mais aclamados de 2014, o carioca Conselho de Classe, da Cia. dos Atores,  com sua inteligente abordagem do ambiente da escola pública brasileira abandonada pelos governantes.

Mas nem só de megassucessos se faz uma programação de um festival nacional de teatro. Assim, grupos de variadas partes do Brasil foram selecionados pela curadoria do festival.

Paulistas dominam programação

Há faltas sentidas, como de um grupo mineiro, ou de representantes das regiões Centro-Oeste e Norte, que não integram o Fentepp. Há uma centralização em espetáculos paulistas, para um festival que deseja ser nacional.

O poético Sabiás do Sertão, da Cia. Cênica de São José do Rio Preto, foi um dos selecionados — outras duas peças da mesma cidade são Mundomudo, da Cia. Azul Celeste, e Expresso Caracol, da Cia. dos Pés.

A pintora mexicana Frida Khalo é homenageada na peça Obra Inacabada de Frida Khalo, do grupo local Cia. de Teatro Vermelho, único representante de Presidente Prudente no Fentepp. Ainda do interior paulista tem Quem Roubou meu Sapatinho, do Grupo Teatral InSônia, de Ribeirão Preto.

A turma da Baixada Santista, que atualmente tem um importante festival internacional também promovido pelo Sesc, o Mirada, em Santos, está muito bem representada com o grupo Teatro do Kaos, de Cubatão, que apresenta Os Sapatos que Deixei pelo Caminho.

Além de Antunes e Zé Celso, a capital paulista domina a programação, com ainda os espetáculos A Rainha do Rádio, da Cia. A Quatro Mãos, O Menino que Mordeu Picasso, da Charge Produções Artísticas, Acusação a uma Atriz, da MiniCia. Teatro, Otelo e a Loira de Veneza ou o Pancadão da Traição, da Cia. Lona de Retalhos, A Morte de Ivan Ilitch, do Núcleo Caixa Preta, Monóculo, do Tecelagem Grupo de Teatro, e Pop, da Cia. Noz de Teatro.

Outros Estados

De outros estados do Sudeste, o Espírito Santo manda Anjos e Abacates, da Repertório Artes Cênicas e Cia., de Vitória. Já o Rio envia Dá Licença, Minha Gente, do Grupo Teatral Cutucurim, de Angra dos Reis.

O Nordeste é representado por Felinda, da Cia. Carroças de Mamulengos, da cidade cearense de Juazeiro do Norte, e por Fúlvio e o Mar, do Coletivo Atores à Deriva, de Natal.

Du Sul tem a peça Das Águas, da Cia. Carona, da cidade catarinense de Blumentau, Um Dois, Três: Alice!, da Téspis Cia. de Teatro, da cidade catarinense Itajaí, e Bilie, da curitibana Dezoito Zero Um Cia. de Teatro. Além dos também curitibanos da Pivete Cia. de Arte, que apresentam a peça O Rato, e Londrina, também no Paraná, que envia Números, da Cia. Os Palhaços de Rua.

Saiba mais sobre o 21º Fentepp!

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bartolomeu bob sousa2 Núcleo Bartolomeu recebe ordem de despejo

A artista Claudia Shapira, fundadora do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, recebeu ordem de despejo na noite desta terça-feira (11) - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto BOB SOUSA

Mais um capítulo da saga dos grupos teatrais contra a especulação imobiliária na cidade de São Paulo.

O Núcleo Bartolomeu de Depoimentos recebeu, na noite desta terça (11), uma ordem de despejo de sua sede alugada na Lapa, zona oeste paulistana.

A atriz Roberta Estrela D’Alva conta o que ocorreu:

— Por volta das 22h30 um oficial de Justiça procurou a Claudia [Shapira, fundadora do grupo] para entregar uma ação de despejo. Pelo documento temos 15 dias para desocupar o imóvel.

O grupo pretende passar esta quarta (12) em reunião com seu advogado para ver quais serão os próximos passos para tentar resistir.

O Núcleo Bartolomeu de Depoimentos é mais um grupo que sofre com a especulação imobiliária na cidade de São Paulo, que vem atormentando e despejando vários teatros de suas sedes tradicionais.

Neste ano, o CIT-Ecum precisou também sair de sua sede, na rua da Consolação, após conquistar reconhecimento do público e da crítica no espaço.

Uma das táticas mais utilizadas pela especulação imobiliária para espantar o teatro dos edifícios onde querem construir novos empreendimentos é aumentar o aluguel até que os artistas não consigam mais pagar.

No caso do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, a situação foi a seguinte: o proprietário da sede da companhia transferiu o imóvel em comodato para a INK Incorporadora, para evitar a necessidade de negociação com o grupo. Os artistas não tiveram a possibilidade de negociar sua permanência no espaço.

bartolomeu bob sousa1 Núcleo Bartolomeu recebe ordem de despejo

Integrantes do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos: prazo de 15 dias para deixar sede - Foto: Bob Sousa

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