agenda 12 12 Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 12/12//2014

Miguel Arcanjo Prado apresenta a Agenda Cultural da Record News - Foto: Divulgação

O editor de Cultura do portal R7, Miguel Arcanjo Prado, dá as melhores dicas culturais no telejornal Hora News, na Record News, no quadro Agenda Cultural. Tem show da cantora Thathi em São Paulo e da banda Parangolé em Salvador. Ainda na capital paulista, tem a peça argentina Sudado, com entrada gratuita. Nos cinemas tem o drama Mommy, o suspense O Mensageiro e a animação As Aventuras do Avião Vermelho. Veja o vídeo:

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giuliano ricca Produtor teatral e irmão do ator Marco Ricca, Giuliano Ricca está desaparecido desde outubro

O produtor cultural Giuliano Ricca: família pede informações - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O sócio-diretor da produtora teatral Ricca Produções, Giuliano Ricca, está desaparecido desde o mês de outubro.

Ele é irmão do ator Marco Ricca, seu sócio e também diretor da produtora. A peça mais recente lançada pelo escritório foi Através de um Espelho, com a atriz Gabriela Duarte.

O desaparecimento do produtor teatral é investigado pela Polícia Civil de São Paulo. Giuliano não é visto desde 19 de outubro, quando viajava de São Paulo para o Rio, de carro, pela rodovia Presidente Dutra.

A família pede a quem tiver informações sobre ele que colabore com as investigações.

Veja, abaixo, o comunicado do ator Marco Ricca sobre o desaparecimento de seu irmão:

"Eu e minha família estamos passando por um momento muito difícil.

Desde o dia 19 de outubro de 2014, meu irmão Giuliano Ricca, produtor cultural, desapareceu enquanto viajava em seu carro CRV Preta, placa EMO 9888, saindo de São Paulo para o Rio de Janeiro, pela Rodovia Presidente Dutra.

Durante todo este tempo contei com o apoio da Polícia Civil de São Paulo, que investiga o caso.

A decisão de não divulgar o desaparecimento do  Giuliano, até agora, mesmo com indagações por parte da imprensa, foi para não prejudicar o andamento das investigações e nem comprometer o sigilo das informações.

Porém, chegamos a um ponto em que qualquer dado sobre o paradeiro do meu irmão é fundamental para a conclusão do caso.

A família agradece o trabalho incansável da Polícia Civil de São Paulo, a solidariedade dos inúmeros amigos e o apoio da imprensa na publicação da foto.

Para informações sobre o Giuliano, por favor, entrar em contato com Centro de Comunicações do DHPP - CECOP, através do telefone (11) 3311-3950 e através dos emails cecop.dhpp@policiacivil.sp.gov.br e sia.dhpp@policiacivil.sp.gov.br.

Marco Ricca"

 

marco ricca Produtor teatral e irmão do ator Marco Ricca, Giuliano Ricca está desaparecido desde outubro

O ator Marco Ricca: em busca de notícias de seu irmão Giuliano, desaparecido - Foto: Divulgação

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aline1 Aline Negra Silva conta experiência na Polônia

A diretora e atriz Aline Negra Silva: ela representa o teatro brasileiro na Polônia - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Aline Negra Silva curte os últimos dias na Polônia. A diretora e atriz paulista faz intercâmbio no país desde 21 de outubro. A experiência internacional termina em 22 de dezembro e é uma promoção da SP Escola de Teatro, onde Aline estudou direção. Ela e Felipe de Oliveira, cenógrafo e figurinista, foram os selecionados. A partir do dia 19 deste mês, Aline apresenta a peça A Confissão de um Masoquista, de Roman Sikora, com sua direção. Cartazes da obra já estão espalhados pela cidade polonesa de Gniezno. O Atores & Bastidores do R7 pediu para a artista contar como está sendo sua experiência por lá. Veja só:

“A oportunidade de estar na Polônia como residência artística foi lançada pela SP Escola de Teatro no edital de chamamento para diretores teatrais e cenógrafos-figurinistas aprendizes desta instituição. Seriam escolhidos duas duplas, na qual uma dupla composta por um diretor e cenógrafo-figurinista ficaria no Brasil e outra seguiria para a Polônia.

A proposta desta residência é montar um espetáculo teatral chamado A Confissão de um Masoquista ou Labirinto do Mundo e Paraíso do Chicote, do dramaturgo checo Roman Sikora, no teatro polonês Teatr im. Aleksandra Fredy w Gnieznie, localizado na cidade de Gniezno, com atores e técnicos profissionais locais e outra no estúdio da SP Escola, em São Paulo, com outra equipe local. Ambas com estréia marcada para o dia 19 de dezembro deste ano.

aline3 Aline Negra Silva conta experiência na Polônia

Felipe de Oliveira e Aline Negra Silva: selecionados para intercâmbio na Polônia pela SP Escola de Teatro - Foto: Divulgação

O cenógrafo-figurinista Felipe de Oliveira e eu fomos selecionados para compormos o programa inaugural de artistas residentes do Teatr im. Aleksandra Fredy w Gnieznie com equipe formada por atores, técnicos e administrativo. Estes fazem parte do quadro de funcionários agenciados pelo Estado que, como em alguns países europeus, tem suas montagens teatrais subsidiadas pelo Estado que contribui com os recursos: físico, humano e financeiro.  Com o sucesso destas montagens, tornam-se repertório do teatro que, consequentemente, tem possibilidade duradoura em apresentar-se a um maior número possível de pessoas.

Diferentemente, no Brasil artistas e técnicos são profissionais autônomos munidos geralmente de CNPJ, na qual vivem em busca dos mesmos recursos, através do patrocínio, incentivos fiscais, apoio, contratações por instituições privadas ou públicas, prêmio edital entre outros. Aqui, na Polônia, os artistas e demais trabalhadores, não necessariamente precisam criar empresas para poder exercer seu ofício.

E minha experiência inicia-se a partir deste fator: a relação que estes profissionais têm com o teatro. Um emprego com duração de 08 horas ou mais de jornada de trabalho é algo para se pensar em relação ao ofício do artista: sua integridade criativa e respeito por sua profissão, bem como a dignidade em viver de seu ofício. Pergunto-me se isto funcionaria em nosso país e como poderíamos pensar em novas estruturas para isso. Mas isso já é outra conversa que devemos deixar para outro momento.

A próxima experiência é o contato com os artistas locais e sua forma de trabalho, o cristianismo e o sistema capitalista no país que fez parte da extinta URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Aproximo-me dos atores poloneses ao passo que compreendo o conhecido método de um dos maiores teóricos e sistematizadores do trabalho de ator, Constantin Stanislavski.

Muito utilizado pelas escolas de teatro, é por conseqüência base técnica de atuação para alguns atores não só no Brasil, mas também na Polônia. A partir deste momento entendo que o que tenho a propor e compartilhar aos atores como método de criação vai ser diferente da habitual na qual eles estão acostumados a trabalhar. Então me empenho para que as ações sejam e propositivas e férteis para ambos os lados.

Semelhanças

Essa novidade vem também com questões culturais e singularidades do povo polonês, bem como as pluralidades que tangem este país. Um povo que se assemelha ao brasileiro no quesito religioso cristão, sendo que a maior religião do país é a igreja católica tal qual no Brasil. O comportamento oriundo desta religião, bem como a introdução do capitalismo financeiro, pós-guerra fria, também são materiais interessantes para reflexão e análise no desenvolvimento do processo criativo.

A partir deste dado tento unir o estudo dos processos de atuação dos atores poloneses, sua cultura em constante transformação e mixar o que venho investigando sobre o trabalho do ator e sua autonomia na cena. Porque cada ator é um indivíduo criativo que pode manifestar suas inquietudes com o mundo; suas próprias fantasias, e seguir adiante com suas interpretações perante ao texto sugerido.

A partir desta conotação inicio o trabalho com os atores explorando elementos do Teatro Físico, através de duas abordagens: a primeira, tendo como ponto de partida a pesquisa sobre o movimento que destaque a expressão física do ator; e a segunda usando elementos da dança combinada com diferentes suportes de material tais como a projeção de vídeo, música e luzes.

 

aline2 Aline Negra Silva conta experiência na Polônia

A diretora Aline Negra Silva, durante ensaio com atores na Polônia - Foto: Divulgação

Masoquista e Mister M.

E a próxima experiência que evidencio é a montagem do espetáculo “A Confissão de um Masoquista” que explora as camadas da perversão humana, na qual, procura o prazer na dor física e nas humilhações através da dominação. Quando se fala em masoquismo relacionamos diretamente ao contexto sexual de um grupo de padrões de comportamento determinados, mas o dramaturgo desta peça, Roman Sikora, nos apresenta algo mais profundo e interessante, que com bom humor, ironia e sarcasmo podemos ‘sacar’ que isto é uma metáfora sobre nós mesmos.

Ao refletir sobre atitudes de quando nós parecemos gostar de sofrimento ou de humilhação, nesta peça, percebemos que as questões levantadas vão além do universo privado de um homem comum e cruzam a fronteira do mundo real, narrados pelo protagonista Mr. M.

Mr. M. é nosso herói. E como todo herói, tem sua jornada, como bem escreveu Joseph Campbell em seu famoso livro “O herói de mil faces”. Nesta jornada é mostrada passo a passo a trajetória de um homem, na qual observa-se a transformação deste sujeito ‘comum’ em um herói. Mesmo com todas as “provações” que surgem no meio do caminho ele tem uma revelação. E é nesta revelação que começamos a trabalhar o conceito deste projeto.

Em sua mente, um Cavalo Antropomórfico revela, numa metáfora delirante, que o caminho para o prazer máximo enquanto masoquista, não será mais frequentando a grupos que destinam o mesmo interesse sexual e sim ao universo do trabalho. O Cavalo Antropomórfico torna-se seu mentor, ensinando-o como se tornar um bom equino e recriar um mundo para cavalos. Logo, o mundo se torna um grande estábulo para o nosso herói e para nós: o público.

Eis a grande metáfora que colocamos em cena: o mundo como um estábulo, na qual desejamos e sentimos prazer em trabalhar duro, como cavalos. Quem nunca trabalhou em condições precárias, ou ganhou muito pouco por muitas horas de trabalho? Ou sofreu algum tipo de abuso ou humilhação dentro do ambiente de trabalho? Se nunca trabalhou nestas condições, pelo menos conhece alguém nesta situação. E muitas vezes se permitiu trabalhar nestas condições criando desculpas, ou mostrando que não há soluções para mudanças. Realmente não há? Realmente devemos continuar a aceitar e nos permitir sermos escravizados por um sistema precário e desumano? Vivemos nossas pequenas tragédias, dando a elas o máximo de importância e nos esquecemos do entorno.

polonia Aline Negra Silva conta experiência na Polônia

Gniezno, com a catedral da cidade, na Polônia: intercâmbio entre teatros polonês e brasileiro - Foto: Divulgação

Grandioso país

Pensando sobre estas questões, tentamos evidenciar as personagens e a situação de acordo com o que estamos passando contemporaneamente com a invasão da privacidade com os programas de TV tais como os reality shows. Assim a cenografia explora o campo do sensacionalismo televisivo tendo como “cenário” de TV um  estábulo. Neste programa é revelado as estruturas e camadas desta sociedade bem como as camadas da mente de Mr. M por meio de câmera ao vivo e vídeos que estão sendo projetadas em uma tela grande.

Enfim, estes são os contornos criados e vistos sob o ponto de vista de Mr. M, que oriunda sua crise em seu íntimo e transborda globalmente. Em outras palavras, seus sentimentos e experiências agora pertencem, não só a ele, mas também a toda a sociedade mundial.

E nesta possibilidade de intercâmbio vivencio e compartilho minhas experiências com demais pessoas na qual acredito ter a oportunidade de crescimento artístico-pessoal. Penso que este seja o melhor momento para descobrir novas linguagens e aprofundar minha pesquisa pessoal no encontro com novos costumes, tradições e linguagens artístico-culturais neste grandioso país que é a Polônia.

Aline Negra Silva

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Ensaio de A Confissão de um Masoquista, dirigida por Aline Negra Silva na Polônia - Foto: Dawid Stube

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chacrinha Veja indicados do segundo semestre de 2014 ao Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro

Chacrinha - o Musical tem duas indicações ao Prêmio Shell do Rio - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Saiu a lista dos indicados do segundo semestre de 2014 ao Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro. A 27ª edição da premiação acontece no começo de 2015. São destaques as peças Galápagos, A Dama do Mar e Chacrinha – o Musical, ambas com duas indicações cada. O homenageado desta edição será Jorginho de Carvalho, importante nome na formação de iluminadores do teatro carioca. Além do troféu desenhado por Domenico Colabroni, o vencedor de cada categoria leva R$ 8.000. Veja quem foi indicado no primeiro semestre.

Veja os indicados do segundo semestre:

Autor
Jô Bilac por “Beije minha lápide”
Renata Mizrahi por “Galápagos”

Direção
Bruce Gomlevsky por “O Funeral”
Companhia de Teatro Manual por “Hominus Brasilis”

Ator
Cândido Damm por “Vianninha Conta o Último Combate do Homem Comum”
Mario Borges por “A Estufa”

Atriz
Andrea Beltrão por “Nômades”
Suzana Faini por “Silêncio!”

Cenário
Gringo Cardia por “Chacrinha – o musical”
Paulo de Moraes por “A dama do mar”

Figurino
Claudia Kopke por “Chacrinha – o musical”
Kika Lopes por “Ópera do maladro”

Iluminação
Maneco Quinderé por “A dama do mar”
Renato Machado por “Galápagos”

Música:
Leandro Castilho por “As bodas de Figaro”
Marcelo Alonso Neves por “Blackbird”

Categoria Inovação
Espaço Cultural Escola SESC pelo fomento do desenvolvimento cultural local, formação de plateia e integração entre artes cênicas e educação.

Integram o júrio do Rio Ana Achcar, Bia Junqueira, João Madeira, Macksen Luiz e Moacir Chaves.

Veja os indicados do primeiro semestre!

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anapaulagrande foto bob sousa O Retrato do Bob: Ana Paula Grande, interessanteFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

São Paulo já está morrendo de saudade do talento da atriz brasiliense Ana Paula Grande, que faz do teatro brasileiro a sua casa. Na metrópole frenética, fez de tudo: novela, comerciais e, claro, muita peça de teatro, sua paixão desde a infância. Mas o coração apertou e ela agora está de volta ao Distrito Federal (sorte da turma do Planalto Central, aliás). Atriz envolvida com as questões de seu tempo, montou recentemente a peça Tem Alguém que Nos Odeia, que abordou o espinhento tema da homofobia, à espreita de nossa sociedade, com texto de Michelle Ferreira e direção de José Roberto Jardim. Nos palcos, foi dirigida por grandes nomes como José Renato e Roberto Talma. Também fez a novela Amigas & Rivais, no SBT. No cinema, atuou nos filmes Gotas e Primeira Vez, entre outros. Ana tem aquele jeito meigo que faz a gente se encantar na primeira conversa, no primeiro olhar. É simples e interessante.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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perdas e ganhos Sob direção da filha Beth Goulart, Nicette Bruno expõe no palco a falta de Paulo Goulart

Nicette Bruno e a filha Beth Goulart: balanço da vida na peça Perdas e Ganhos - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Foi tarefa dificílima para Nicette Bruno encarar a partida de seu companheiro de toda a vida e grande amor Paulo Goulart, em março deste ano. Como artista, a atriz expurga no palco seus sentimentos, sob direção da filha Beth Goulart, na peça Perdas e Ganhos, com texto de Lya Luft.

A montagem foi gestada há quatro anos e contou com o apoio de Paulo Goulart para o primeiro monólogo da mulher.

A obra tem luz de Maneco Quinderé e cenário de Ronald Teixeira. Estreou em Porto Alegre e será apresentada em Curitiba neste sábado (6), 21h, e domingo (7), 20h, no Teatro Fernanda Montenegro, no Shopping Novo Batel, com entrada a R$ 80 a inteira e R$ 40 a meia-entrada.

Reflexões

O texto é repleto de emoção e também de reflexão sobre a família, a maturidade e as escolhas da vida. A obra ainda funciona como uma lição de superação diante das mudanças que o tempo traz.

Além de fazer o papel de narradora, Nicette também dá vida a três personagens da obra O Silêncio dos Amantes, também de Lya Luft, em um jogo teatral intenso.

"A vida é um processo de constantes transformações e isso nos assusta. Aprender a encontrar a força dentro de nós é uma das lições que a vida nos propõe. Às vezes precisamos perder para valorizar o que agora perdemos uma pessoa, a saúde, o emprego, amores ou a própria vida", diz Nicette.

Beth Goulart concorda: "Conhecer o pensamento de autores importantes aguça nosso próprio pensamento e amplia nosso olhar diante do mundo, da arte e do ser humano".

Depois de Curitiba, a peça segue para Campinas e Brasília. Em janeiro, estreia no Rio.

Veja as dicas da Agenda Cultural no vídeo abaixo:

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IMG 4149 small Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

André Fusko está em Animais de Hábitos Noturnos no Parlapatões - Foto: Otávio Rotundo

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Eu voltei...
André Fusko está de volta aos palcos. O ator estreou nesta quinta (4) a peça Animais de Hábitos Noturnos, no Espaço dos Parlapatões, na praça Roosevelt. A peça, dirigida por Robson Phoenix, é inspirada na obra de Caio Fernando Abreu. Sessões quintas e sextas, 21h, até 19 de dezembro. Depois, volta ao cartaz de 8 a 30 de janeiro, com ingresso a R$ 40. Einat Falbel, a grande atriz, também está no elenco. Estão todos convidados.

Viva Fauzi
Até 16 de dezembro o Sesi São Paulo abriga o Projeto Fauzi Arap, que homenageia o grande diretor que morreu há um ano. Serão apresentadas três peças ao todo: Coisa de Louco, Chorinho e a inédita A Graça do Fim, com Elias Andreato e Nilton Bicudo. Segunda e terça, 20h, com entrada grátis.

Vamos brincar de índio
A bailarina Maria Mommenshohn é a estrela do espetáculo Mbochy, apresentado na Funarte de São Paulo nesta sexta (5) e sábado (6), 20h30, e domingo (7), 19h30, com ingresso a R$ 10. A obra tem inspiração na tribo indígena Mbyá-Guarani. A sessão integra a Ocupação Ambargris – Cerco Choreográfico.

Agenda Cultural da Record News

Vexame
Zé Celso definiu assim o despejo do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos de seu teatro: "O maior vexame em cima da arte teatral em 2014".

Menosprezo
E o grande diretor do Teat(r)o Oficina falou mais: "Este século 21 vive em seu início, sem exagero, um dos momentos de maior desprezo por esta arte multimilenar do teatro que é o mesmo menosprezo que se sente pela vida intensamente vivida ao vivo das pessoas humanas, quase uma das muitas espécies em extinção".

lina Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

A arquiteta Lina Bo Bardi: criadora do Teat(r)o Oficina, Masp e Sesc Pompeia - Foto: Divulgação

Centenário
Nesta sexta (5), às 20h, o Oficina celebra o centenário de Lina Bo Bardi, em sua sede, na rua Jaceguai, 520, no Bixiga, em São Paulo.

Maratona
O Oficina fará a Odisseia Cacildas, com cinco espetáculos da saga sobre Cacilda Becker, entre 12 e 23 de dezembro. Zé o os meninos do Oficina pedem pra todo mundo aparecer.

Terra do nunca
A Cia. Le Plat du Jour manda avisar que será neste sábado (6) às 17h30 a reestreia de Peter Pan & Wendy. No Teatro Alfa, onde fica em cartaz até 14 de dezembro, sábado e domingo, neste horário. Levem as crianças.

 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Rodolfo Lima na peça Réquiem para um Rapaz Triste: sessão na Casa Contemporânea - Foto: Eloi Correa

Diversidade 1
Ferdinando Martins, professor da USP, participou na última terça (2) do projeto Em Busca de um Teatro Gay, de Rodolfo Lima, na Casa Contemporânea (r. Capitão Macedo, 370, Vila Mariana, tel. 0/xx/11 2337-3015), em São Paulo. Falou sobre as representações do gay no teatro contemporâneo.

Diversidade 2
O projeto ainda terá outros palestrantes, sempre às 20h. No dia 9, Helio Filho e Paco Llistó falam da relação da mídia segmentada com o teatro gay. Já no dia 12, Rodolfo García Vázquez e Osvaldo Gabrieli falam do processo de criação teatral. No dia 17 é a vez de Dagoberto Feliz falar do mesmo tema. O projeto continua em janeiro.

Diversidade 3
Rodolfo Lima apresenta duas peças no projeto. Desamador neste sábado (6), 21h, e Réquiem para um Rapaz Triste, no domingo (7), 17h e 19h. Já o ator Henrique Ponzi faz o monólogo Além do Ponto, com direção de Jackeline Stefanski no sábado (6), 19h. Vai, gente.

Documento novo
Andréa Zanelato, recepcionista transexual da SP Escola de Teatro, conseguiu tirar nova certidão de nascimento que garante a quem quiser ver: ela é do sexo feminino. "Quero agradecer meu advogado, Dinovan Oliveira e toda sua equipe por essa conquista. E a Deus, porque sei que ainda vou muito longe", conta. Parabéns.

ivam cabral Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Ivam Cabral em cena de Pessoas Perfeitas, que terminou no último domingo (30) - Foto: André Stéfano

Descansa, Ivam
Correu tudo bem na cirurgia que Ivam Cabral fez para retirada de um tumor maligno na tireoide, realizada na última quarta (3), no Hospital Sírio-Libanês. Agora, a ordem médica é descanso. O ator já está em sua casa em Parelheiros, na zona sul paulistana. “Obrigado a todos que mandaram boas energias. Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim”, diz.

Carinho
As últimas sessões de Pessoas Perfeitas, no último fim de semana, foram disputadíssimas no Espaço dos Satyros 1, coração da praça Roosevelt. Muita gente passou no camarim para dar um abraço em Ivam antes da cirurgia e desejar saúde. Ele ficou emocionado com tanto amor em SP.

Presentes
Entre os presentes recebidos pelo ator estão: terços, medalhinhas, flores, livros e até uma vela.

EuVouTirar VoceDeste LugarWatusi2redcreditobianchirj Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Retorno da diva: Watusi, em cartaz no musical que traz a obra de Odair José no CCBB-SP - Foto: Bianchi Jr.

Vozeirão
Watusi está divina, sobretudo quando canta com sua voz inconfundível, no musical Eu Vou Tirar Você Deste Lugar – As Canções de Odair José, em cartaz no CCBB de São Paulo, ali na Sé, com direção de Sergio Maggio. Esta é sua estreia, em grande estilo, no teatro brasileiro.

Currículo
Para quem não sabe, a nossa Watusi foi a estrela número 1 da lendária casa de shows Moulin Rouge, em Paris, entre 1978 e 1982. Nesta época, a revista Paris Match disse que ela era “o mais jovem talento negro surgido nos últimos tempos em solo francês”. Já Diário de Barcelona decretou para todo o sempe: “Se Watusi não existisse, teríamos de inventá-la”. O currículo não é para qualquer uma, meu bem.

gabriela correa Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Puro talento: Gabriela Correa é destaque no musical Eu Vou Tirar Você Desse Lugar - Foto: Tuca

Ela também brilha
Além de Watusi, outro destaque do musical que celebra a obra de Odair José é a atriz brasiliense Gabriela Correa. A moça é um talento só. Além de carisma e beleza, tem tempo preciso para a comédia. Rouba a cena assim que pisa no palco. Guardem este nome. E este rosto.

Bastidor
Ainda falando em Eu Vou Tirar Você Desse Lugar, o musical tem um time importante por trás do pano. A iluminação é assinada pelo ator Vinícius Ferreira, estrela do nosso bom cinema nacional. Já a ilustração de Odair José é obra de Fred Bottrel, cineasta que dirigiu o filme A Ala, premiado documentário sobre romances homossexuais nas prisões do Brasil.

Inconsolável
A diva cubana Phedra D. Córdoba está revoltada porque sua peça Madame Pompadour não foi selecionada em um edital público. “Eu fiquei muito nervosa, logicamente”, conta à coluna, logo após acordar, por telefone, diretamente de seu apartamento na praça Roosevelt. Phedrita revela que sua peça ficou em sexto lugar na lista de suplentes, o que "é um absurdo", tamanha sua importância no cenário teatral. Mesmo assim, não desiste de ser a lendária cortesã da Paris do século 18, que foi amante do Rei Luís XV e dava ordem a todos no Palácio de Versalhes. "O Robson [Catalunha] e o Gustavo [Ferreira, atores e produtores do Satyros] me contaram que talvez eu tenha uma chance de conseguir patrocínio ainda. Vamos torcer, né, meu amor?". Que assim seja.

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Phedra D. Córdoba: ela quer porque quer montar Madame Pompadour em 2015 - Foto: Bob Sousa

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agendinha Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 5/12//2014

Miguel Arcanjo Prado conta as melhores dicas para o seu fim de semana - Foto: Divulgação

O editor de Cultura do R7 Miguel Arcanjo Prado dá as melhores dicas para o seu fim de semana na Record News, no telejornal Hora News, na Agenda Cultural. Tem show da banda Casuarina em Salvador e do Sorriso Maroto em BH. Em São Paulo, tem a Feira Preta no domingo, no Anhembi. Já nos cinemas tem a comédia romântica Simplesmente Acontece e o filme Bob Esponja - Uma Aventura Fora D'água. Veja o vídeo:

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anette naiman bobsousa9 Entrevista de Quinta: A classe teatral precisa se unir mais, diz Anette Naiman, do Teatro Garagem

A atriz Anette Naiman no espelho do camarim de seu Teatro Garagem - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto BOB SOUSA

A atriz Anette Naiman é criadora do Teatro Garagem, em São Paulo. Tudo começou com um sonho antigo, de poder fazer arte sem se preocupar com o espaço. O início foi uma reforma na garagem de sua casa, na zona oeste paulistana. Acabou tendo a ideia de transformar o lugar em um teatro, que logo ganhou uma cara rock’n’roll.

O Teatro Garagem completa 10 anos de existência. Para celebrar, a artista encena o monólogo Frederic Chpin por George Sand, até 20 de dezembro, sexta e sábado, 21h, com ingresso a R$ 40 a inteira. O endereço é rua Silveira Rodrigues, 331, Vila Romana (tel. 0/xx/11 9-9122-8696).

Ernesto Hypólito, que foi criador do programa Metrópole, da TV Cultura, dirige a obra que inaugura o projeto Concerto Teatro e que ainda tem participação do pianista Adriano Heidrich.

Nesta Entrevista de Quinta ao Atores & Bastidores do R7, Anette fala sobre o desafio de manter um centro cultural, o projeto de expansão em 2015 e ainda comenta a crise atual que vive os teatros paulistanos.

Leia com toda a calma do mundo.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Qual é o conceito do seu teatro?
ANETTE NAIMAN — É um teatro independente, que na verdade é minha própria casa. Eu estudei no Indac [escola de atores de SP], que era uma casa, e essa influência ficou em mim. Fazíamos muitos experimentos pelas salas e quartos da casa que eram as salas de aula. Quando me formei, vi a luta para conseguir espaço para ensaiar e se apresentar. Isso me assustava e via que era fundamental para meu trabalho ter um espaço para conseguir levantar uma peça.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Aí resolveu criar um teatro em casa?
ANETTE NAIMAN — Estava grávida e resolvi criar um mezanino dentro da garagem, que tinha pé direito alto. Uma espécie de quarto de bagunça para as crianças. Nesta construção, teve de ser feito um desnível para o portão da garagem poder abrir. Aí me veio a ideia de que eu poderia fazer parte também da sala de bagunça. Comecei a chamar amigos, propor leituras, esse desejo que tinha de ter liberdade para criar se concretizou. Virou o Teatro Garagem.

anette Entrevista de Quinta: A classe teatral precisa se unir mais, diz Anette Naiman, do Teatro Garagem

A atriz Anette Naiman na porta do Teatro Garagem, em São Paulo - Foto: Divulgação

MIGUEL ARCANJO PRADO — Como foi esse começo do espaço?
ANETTE NAIMAN — Li um texto de Ligia Fagundes Telles e resolvi montar. Procurei a Ligia em um evento, e uma amiga dela me perguntou quem era eu. Falei que era uma atriz que estava com um teatro em casa, e ela me sugeriu montar outro texto da Ligia, Apenas um Saxofone. Fiz com direção do Caetano Vilela. Começamos uma linguagem rock’n’roll e inauguramos a garagem, em um começo do sonho de ter um teatro independente e livre de burocracias. Desde então, mergulhei na literatura feminina. Agora, estou na Hilda Hilst.

MIGUEL ARCANJO PRADO — E como você fez com a burocracia?
ANETTE NAIMAN — Começou um teatro clandestino [risos]. Fui na Prefeitura e exigiram muitas coisas. Nunca incomodei vizinhos, inclusive os convidava para assistir. No começo foi muito tranquilo. Vinha público, mas não era uma coisa que bombava e não fazia questão de alardear porque ainda era um teatro experimental. Consegui ficar em cartaz entre 2004 e 2008 com um espetáculo solo. Em 2005, fui para o Fringe do Festival de Curitiba e foi muito boa a repercussão. Em 2008, senti necessidade de abrir o espaço. Comecei a elaborar a ideia de transformar a casa num espaço cultural.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Você ainda mora no Teatro Garagem?
ANETTE NAIMAN — Não. Morei lá até o final de 2011, quando fui morar em uma casinha no Sumaré, onde estou até hoje. Fiz inúmeros parceiros, como Sergio Roveri, Pascoal da Conceição, Vinícius Piedade, Roberto Borenstein, Clóvys Torres, Jarbas Capusso, Manoela Ramalho... O teatro expandiu. Começou com 27 lugares, e agora expandimos. Em 2011, compramos a casa vizinha. A ideia de expansão se solidificou. Agora são duas casas, a Casa 1 e a Casa 2.

anette2 Entrevista de Quinta: A classe teatral precisa se unir mais, diz Anette Naiman, do Teatro Garagem

Interior de um dos espaços para o Teatro Garagem, em São Paulo - Foto: Divulgação

MIGUEL ARCANJO PRADO — Como você consegue sobreviver?
ANETTE NAIMAN — Na verdade, vale a pena registrar que meu grande apoiador e patrocinador é meu marido, o engenheiro Daniel Rosembaum, da Solonet, que faz projetos de fundações. Ele é a minha fundação. É legal contar que quando eu inaugurei o teatro ele era o bilheteiro e meus filhos, Sean, que hoje tem 14 anos, e Zoë, que está com 17 anos, ajudavam em tudo.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Como você esta situação de teatros sendo fechados pela especulação imobiliária, que culminou no despejo do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos na semana passada, que é seu vizinho?
ANETTE NAIMAN — Em homenagem a todos esses fechamentos de teatro, essa coisa agressiva, convidei o Pascoal da Conceição para fazer essa abertura em 2014. Esta é minha mensagem. Mesmo tendo o espaço, também sofri muito. Nosso alvará só veio em 2013. Eu me mudei em 2011 e fiquei esperando até o final de 2013 a liberação desse alvará de funcionamento do Instituto Cultural. A partir do final de 2013 me senti livre para expandir. Poder ter um teatro neste momento é uma sensação ambígua, ter o privilégio de poder ser dona de um espaço, uma coisa que vislumbrei lá atrás, quando ainda era estudante e já vislumbrava as dificuldades. De certa forma, eu fui visionária nisso. A primeira coisa que me moveu a criar meu espaço foi ser livre em um espaço meu. Era ali que tinha minha liberdade e minha autonomia de ser artista. Apenas uma década depois eu vejo esse movimento que eu comecei lá atrás eu me sinto precursora. Eu batalhei muito lá atrás e hoje eu quero te dizer que eu me sinto muito triste de ver essa realidade do nosso teatro. Eu mesma tenho dificuldade de captar dinheiro. Nós somos muito solitários nesta luta. Eu acho que força da classe precisa ser maior. A classe teatral precisa se unir mais.

MIGUEL ARCANJO PRADO — O que planeja pra 2015?
ANETTE NAIMAN — Em 2015, como o espaço se ampliou, a gente quer receber propostas e projetos de artistas da cidade. A gente tem oito espaços de ocupação. E vamos inaugurar a nova garagem em 2015. Quero dizer que minha casa está aberta a todos os artistas. Dentro dessa crise horrível do teatro na qual as pessoas estão sendo despejados, e eu me incluo porque já passei por isso, eu tenho um privilegio de ter um espaço e poder dizer a todos os artistas que meu espaço está aberto sempre a receber companhias e grupos.

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Publicado em 04/12/2014 às 12h13

sala de espera giorgio donofrio31 2014 em Cena tem 28 peças grátis em SP

Peça Sala de Espera está na programação da Mostra 2014 em Cena - Foto: Giorgio Donofrio

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O ano de 2014 promete terminar com os teatros da Prefeitura de São Paulo abarrotados.

Tudo porque entre 5 e 14 de dezembro acontece a Mostra 2014 em Cena.

São 28 peças, sendo 14 adultas e 14 infantis, em seis teatros distritais da capital paulista: Alfredo Mesquita, Cacilda Becker, João Caetano, Leopoldo Fróes, Martins Penna e Zanoni Ferrite. Ainda há apresentações no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes.

A programação é feita por espetáculos que se destacaram nos palcos paulistanos neste ano, como Sala de Espera e Tríptico Samuel Beckett. Conheça a programação completa.

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