deu branco Quarteto improvisa peça diferente a cada noite

Improvisação: peça Deu Branco faz apresentações em São Paulo e no Rio de Janeiro - Foto: Divulgação

Por GUILHERME LIMA*

Eles arrancam gargalhada das plateias do Rio de Janeiro e de São Paulo ao mesmo tempo, com a peça Deu Branco. O R7 conversou com o grupo de comediantes formado por quatro cariocas da gema.

A entrevista não podia ser de outro jeito: improvisada.

Para evitar levar bronca por falar muito alto, o papo foi no banheiro.

Os atores Lucas Salles, Raphael Ghaem, Victor Lamoglia e Vitor Thiré explicaram cada detalhe do espetáculo, que pode ser contado e a surpresa não será estragada, já que cada noite é completamente diferente da anterior.

O quarteto abre espaço para o publico, que dá ritmo ao espetáculo.

O único momento em que os comediantes seguem um script é na abertura, na qual acontece o esquenta para a galera entrar no clima.

Lucas Salles define o Deu Branco em uma "sacada filosófica".

— Metaforicamente falando, nós somos a massa e quem é o recheio são eles [o público].

Vitor Thiré contou algumas curiosidades que já rolaram nas apresentações.

— Já ganhamos das fãs cestas básicas com fantasias para a peça. E nós usamos sempre nas improvisações.

Deu Branco, que está pela primeira vez com temporada na capital paulista e na segunda passagem na Cidade Maravilhosa, conta com a apresentação de Daniel Oliveira e participação de Kéfera Buchmann.

A cada nova exibição, o show de cenas improvisadas traz um convidado diferente para compor o time no palco.

O grupo se apresenta toda terça, 21h, no Teatro das Artes, no shopping da Gávea, Rio de Janeiro, até 13 de outubro, a R$ 50 a inteira.

E às sextas-feiras, meia-noite, no Teatro Folha, dentro do shopping Pátio Higienópolis, no bairro Higienópolis, no centro de São Paulo, até 31 de outubro. Na capital paulista, o preço do ingresso é de R$ 40,00, com desconto de 50% para estudantes, professores e idosos.

*Guilherme Lima é repórter de São Paulo do R7.

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Cacilda A Rainha Decapitada foto Ennio Brauns Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Joana Medeiros (Tonia Carrero) e Camila Mota (Cacilda Becker): sessões grátis - Foto: Ennio Brauns

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Dose dupla
Zé Celso e a turma do Teat(r)o Oficina pedem para avisar o povo que este fim de semana tem sessão dupla na sede do grupo, na rua Jaceguai, 520, no Bixiga, São Paulo.

Troca-troca
Serão duas sessões. No sábado (27), 18h, tem Cacilda!!!!! A Rainha Decapitada. Já no domingo (28), tem Walmor y Cacilda 64 - Robogolpe, também às 18h. As apresentações fazem parte da programação do Mês da Cultura Independente, um festival promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, sob comando do ex-ministro Juca Ferreira, que adora frequentar o Oficina.

0800
O melhor de tudo: as duas sessões serão gratuitas. É uma chance única para quem ainda não viu as recentes obras do Oficina. Zé Celso quer casa lotada, portanto vá e leve seus amigos. Combinado?

reynaldo laila Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Reynaldo Machado e Laila Garin nos bastidores do espetáculo Elis, a Musical - Foto: Divulgação

Superamigos
Reynaldo Machado, o ator que faz o teatro musical estremecer, entrou de última hora para Elis, a Musical, que faz turnê pelo País, para viver Jair Rodrigues. Originalíssimo, já ficou amigo de infância de Laila Garin, que interpreta a nossa eterna Pimentinha. Olha, que graça, aí acima, os dois posando, com exclusividade para a coluna!

Tricô
As atrizes Adriane Esteves e Maria Fernanda Cândido circulavam no maior bate-papo e sem nenhuma maquiagem na última terça-feira (23), em um shopping de Brasília. Pareciam melhores amigas.

Por pouco
Gilda Nomacce quase levou para a casa o prêmio de melhor atriz de curta no 47º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Ela vive uma estranha doceira no filme Nua por Dentro do Couro, do jovem cineasta Lucas Sá, que concorria no evento com uma pitada de terror pop. Na reta final da decisão do júri, Gildinha perdeu para Maeve Jinkings, que levou seu troféu Candango de melhor atriz de curta por sua excelente performance em Estátua!, filme de Gabriela Amaral Almeida, também com pegada de pregar susto no espectador.

Revolta
Falando em Festival de Brasília, teve ator profissional que ficou revoltado com o fato de alguns prêmios de melhor ator e melhor atriz terem sido dado a não-atores.

Agenda Cultural da Record News

Pirou no Pirandello
Cacá Carvalho fechou temporada de sua peça umnenhumcemmil, de Pirandello, na Funarte de São Paulo (al. Nothmann, 1.058). As apresentações serão nos dias 3 e 4 de outubro, às 20h, e no dia 10 de outubro, às 18h e às 20h. A entrada é franca.

Titia
A atriz Cléo De Páris está toda feliz com o nascimento do primeiro sobrinho, Ian José. Parabéns.

abra Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Elenco de Abra a Janela Antes de Começar, de Silvia Gomez com direção de Fábio Mazzoni: temporada no Sesc Consolação, quinta e sexta, às 20h, até 31 de outubro - Foto: Divulgação

Deixa o sol entrar
Abra a Janela Antes de Começar é o novo texto da dramaturga mineirinha radicada em São Paulo Silvia Gomez. Estreou nesta quinta (25), no Espaço Beta do Sesc Consolação, com direção de Fábio Mazzoni. O elenco traz nomes de peso do teatro paulistano: Jorge Emil, Marcos de Andrade, Marcelo Villas Boas e Simone Iliescu, aquela atriz que cantava lindamente Roberto Carlos em um dos Prêt-à-Porter de Antunes Filho.

Amor e dor
O ator Dionísio Neto fará na próxima quinta (2) a Trilogia do Amor de Walcyr Carrasco. Será no Teatro Garagem, em São Paulo, a partir das 20h. A entrada é R$ 30.

Clique amigo
A moda selfie já chegou até o Grupo XIX de Teatro, um dos mais tradicionais da cena paulistana. O elenco da nova peça da trupe, América Vizinha, com direção de Juliana Sanches, foi flagrado em uma sessão conjunta de autorretratos. Mas, calma, não foi nenhum momento de ego coletivo. Tudo faz parte do enredo, que vai tratar a nova moda em uma das cenas. Em tempo: a peça chega aos palcos dia 3 de outubro, às 19h30, na Vila Maria Zélia, zona leste paulistana. A entrada é grátis. Vai, gente.

América Vizinha 2097 crédito Adriana Balsanelli Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Elenco de América Vizinha, do Grupo XIX de Teatro, entra na onda selfie - Foto: Adriana Balsanelli

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didi dede Filme clássico dos Trapalhões vira musical

Renato Aragão e Dedé Santana acompanham os ensaios do musical Saltimbancos - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Depois de se dedicarem à obra de Chico Buarque, os diretores cariocas Charles Möeller e Claudio Botelho vão reunir jornalistas na quinta-feira da próxima semana (1º) para anunciar todos os detalhes de sua nova empreitada nos palcos: Os Saltimbancos Trapalhões - O Musical.

livian aragao cristiana pompeo Filme clássico dos Trapalhões vira musical

Livian Aragão, filha de Didi, se concentra nos ensaios do musical baseado no filme do pai - Foto: Divulgação

O espetáculo será a versão teatral para o filme clássico do quarteto formado por Dedé, Didi, Mussum e Zacarias, de 1981, dirigido por J. B. Tanko, com a participação de Lucinha Lins como mocinha da história.

O longa ainda conta com a atriz Mila Moreira e é considerado pela crítica o melhor filme do grupo.

Claro que, para produzir o espetáculo, Möeller e Botelho foram pedir a bênção a Renato Aragão, que estará no anúncio do musical ao lado de Dedé Santana.

Ambos estão no elenco e têm frequentado os ensaios. Até porque também está no espetáculo a filha de Renato Aragão, Livian Aragão, em seu primeiro papel de destaque nos palcos.

Os atores da superprodução fez aulas na Escola Nacional do Circo. Aprenderam técnicas como malabares e acrobacias aéreas.

O espetáculo ainda conta com os atores Tadeu Mello, Adriana Garambone, Marcelo Octavio, Nicola Lama, Ada Chaseliov e Roberto Guilherme, o Sargento Pincel.

Neste sábado (27), o espetáculo já será apresentado, em ritmo de pré-estreia, com a presença de público na Cidade das Artes, no Rio, onde estreia oficialmente no dia 3 de outubro.

saltimbancos Filme clássico dos Trapalhões vira musical

Cena do filme Os Saltimbancos Trapalhões, de 1981, considerado o melhor do grupo - Foto: Divulgação

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iepe 4 Comédia política Iepe participa de ocupação com temporada no Casulo das Artes, em São Paulo

Thais Irentti e André Félix na peça Iepe, da Trupe Temdona: primeira temporada em SP - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Diz o ditado que basta dar poder a alguém que logo você descobre quem ele é de fato. Este é o pano de fundo de uma peça que chega a São Paulo com jovens atores no elenco.

Depois de ser apresentado na região do ABC Paulista e até mesmo dentro de um ônibus, o espetáculo Iepe, da Trupe Temdona, participa da ocupação do Casulo das Artes, em São Paulo (r. Sebastião Guimarães Correa, 235, metrô São Judas, tel. 0/xx/11 2594-4379).

A primeira temporada do grupo na capital paulista acontece toda sexta de outubro, às 20h, com inteira a R$ 20 e meia a R$ 10.

A companhia é formada por atores saídos da Fundação das Artes de São Caetano do Sul. O texto é do premiado dramaturgo Luís Alberto de Abreu. Conta a história de Iepe, um pobre beberrão que um dia descobre que se tornou um rei por acaso.

É claro que, na nova posição, ele vai colocar as manguinhas de fora. No elenco estão André Félix, Thais Irentti, Rodrigo Sampaio e Rosane Rodrigues, sob direção de Pedro Alcântara.

"Queremos que o espectador viaje junto com os atores na história", afirma o diretor.

Iepe (leia a crítica) é um dos 15 projetos selecionados para ocupar o Casulo das Artes, lugar que pretende congregar diversas vertentes artísticas em um mesmo espaço cultural.

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rita bob sousa O Retrato do Bob: Rita Gutt e o adeus a CabaretFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A atriz Rita Gutt está no processo de despedida de uma personagem emblemática em sua carreira: a dançarina Sally Bowles. Sabe que não é tarefa fácil deixar a personagem que já foi de Liza Minelli e de Claudia Raia. Corajosa, a atriz de Ibiúna radicada em São Paulo construiu sua própria versão, conquistando o público com sua voz límpida. Uma das peças universitárias de maior público dos últimos tempos, Cabaret, o Musical chega ao fim no próximo fim de semana em São Paulo. Só restam as sessões de sexta (26) e sábado (27), às 21h, no Espaço da Cia. do Pássaro, sempre com entrada gratuita e ingressos distribuídos uma hora antes. Desde a primeira temporada, em julho de 2013, no Teatro Ruth Escobar, o musical dirigido por André Latorre cativou a plateia com a simplicidade de sua verdade e o trabalho de artistas aguerridos no palco e nos bastidores. Por isso, a obra se despede do público paulistano como começou: com filas intermináveis na porta do teatro, só que agora para ver Rita Gutt cantar pela última vez: "A vida é um Cabaret, meu bem, venha pro Cabaret..."

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agenda cultural miguel arcanjo record news Vídeo: Veja a Agenda Cultural da Record News

O jornalista Miguel Arcanjo Prado apresenta a Agenda Cultural na Record News - Foto: Reprodução

O colunista Miguel Arcanjo Prado traz as melhores dicas para o seu fim de semana no quadro Agenda Cultural do telejornal Hora News, na Record News. Entre as atrações, estão o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e um espetáculo musical grátis em São Paulo. Tem também Teatro nos Parques, filme de terror nos cinemas, documentário sobre Phedra D. Córdoba, Cuba Libre, e shows de Daniela Mercury, Roupa Nova e Dulce María. Com edição de Aline Rocha Soares e produção de Gabriele Moreno e Cinthia Lima. Veja o vídeo:

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coluna MaratSade1 FotoOsmarLucas Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Cena da peça Marat/Sade: temporada gratuita no Teatro Anhembi Morumbi - Foto: Osmar Lucas

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

0800
Após ganhar o Feto (Festival Estudantil de Teatro de Belo Horizonte), a peça Marat/Sade faz temporada em São Paulo, no Teatro Anhembi Morumbi (R. Dr. Almeida Lima, 993, metrô Bresser-Mooca). A estreia é nesta sexta (19), com sessões até 18 de outubro. E o melhor: a entrada é gratuita. Toda sexta, 21h, e sábado, 20h.

Vaquinha
Para fazer Marat/Sade a Cia. Chicote de Teatro, com formandos do curso de artes cênicas da Universidade Anhembi Morumbi, levantou grana para a turnê pela rede de financiamento coletivo Catarse.

Enredo
Na obra, o maquiavélico Marquês de Sade está internado no hospício de Charenton, onde encena o assassinato de Jean-Paul Marat, mártir da Revolução Francesa, pelas mãos da girondina Charlote Corday. Não faltam cena de atrocidades. A direção é de Simoni Boer.

coluna rene ramos Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Rene Ramos em cena da peça Ulisses e Odisseu, no Top Teatro - Foto: Divulgação

Tchau e até logo
Está chegando ao fim a temporada da peça Ulisses e Odisseu, monólogo de Rene Ramos. Vai só até 29 de setembro, aos sábados, 18h, no Top Teatro (r. Rui Barbosa, 201, Bela Vista, São Paulo), com entrada a R$ 30 a inteira. "Trago o espectador pelas mãos para navegar nesse mito de maneira próxima e fluente", diz Ramos, que ainda avisa à coluna que já tem em mente uma nova temporada da montagem. O texto faz um paralelo entre a Odisseia e o trânsito caótico da metrópole paulistana. Aguardemos.

Lugar reservado
Já está marcada a temporada paulistana de Tchekhov, espetáculo do curitibano Ave Lola Espaço de Criação. Será no Teatro do Sesc Santana, entre 27 de setembro a 19 de outubro. Sextas e sábados, às 21h e domingos, às 18h. O valor do ingresso vai de R$ 5 a R$ 25. A direção é de Ana Rosa Tezza.

Fôlego
A trama se passa na Rússia do século 19. Ao todo, são  120 minutos de peça, mas há 15 minutos de intervalo entre os dois atos. Para dar aquela respirada, né.

coluna phedra bobsousa9 Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Phedra D. Córdoba: sua volta a Cuba virou um documentário nos cinemas - Foto: Bob Sousa

Cuba Libre
Phedra D. Córdoba não está se cabendo de felicidade. O documentário de Evaldo Mocarzel sobre sua volta a Havana, 50 anos depois que ela saiu da ilha, antes mesmo de Fidel Castro tomar o poder, já está em cartaz nos cinemas. Tem até foto de Phedra espalhada em plataformas do metrô paulistano para divulgar Cuba Libre. É uma diva.

Festinha
O grupo Satyros promoveu duas festinhas para o lançamento de Cuba Libre nesta semana. A primeira foi na sede da trupe, na praça Roosevelt. A segunda, na sala 4 do Espaço Itaú de Cinema, no shopping Frei Caneca, onde o filme é exibido. Phedra foi paparicada até não poder mais. Que bom.

coluna america vizinha xix Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

América Vizinha é o novo espetáculo do Núcleo de Pesquisa do Grupo XIX de Teatro - Foto: Divulgação

Soy loco por ti
O Grupo XIX de Teatro está fazendo um mergulho profundo em nossas raízes latino-americanas. Tudo sob o comando da elegante diretora Juliana Sanches. O novo espetáculo já tem até nome: América Vizinha. Ele foi desenvolvido ao longo do ano pelo Núcleo de Pesquisa do XIX. A estreia será no mês de outubro. Vem coisa boa por aí.

Mirada
Só deu o Teat(r)o Oficina no Mirada, o Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos. A turma de Zé Celso era a mais animada do evento. Depois que subiram a serra, tudo ficou bem mais sem graça. Leia a cobertura do R7 do evento!

Chorinho

Vai ter música boa no Memorial da América Latina neste sábado (20). Às 18h, tem o espetáculo do grupo Quartetonia, que homenageia grandes nomes da MPB. É de graça.

Viva a revolução
A peça Rozá, com a história da revolucionária Rosa de Luxemburgo (1871-1919) fará nova temporada em São Paulo. Será na Casa do Povo, no Bom Retiro, entre 2 e 19 de outubro. As sessões vão acontecer de quinta a domingo, sempre às 20h, com entrada a R$ 30. Anotado?

O Retorno
A Cia. do Feijão vai voltar com uma peça que é um verdadeiro clássico de seu repertório aguerrido: Pálido Colosso faz temporada de 27 de setembro a 15 de novembro, sempre sábado, domingo e segunda, 20h. E o melhor: de graça. Mas é bom chegar cedo, porque o espaço do grupo, na rua Dr. Teodoro Baima, 68, na República, só cabem 50 pessoas. Depois, não diga que a coluna não avisou...

coluna Pálido Colosso foto de José Romero 61 Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Pálido Colosso, da Cia. do Feijão, faz temporada grátis na República, em SP - Foto: José Romero

 

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andressa sartori Vídeo: Andressa Sartori fala de Romeu e Julieta

Miguel Arcanjo Prado conversa com a atriz Andressa Sartori, de Romeu e Julieta - Foto: Reprodução

A atriz Andressa Sartori conversou com o jornalista Miguel Arcanjo Prado sobre a peça Romeu e Julieta. O espetáculo clássico é o último de Andressa como estudante da Escola de Atores Wolf Maya. A peça tem direção de Sérgio Ferrara e as apresentações acontecerão em três dias: domingo (21), segunda-feira (22) e terça-feira (23), no Teatro Nair Bello, no Shopping Frei Caneca, em São Paulo. Veja o vídeo!

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fernanda carvalho miguel arcanjo Vídeo: Livro do vestibular, Til de José de Alencar vira peça; veja entrevista com Fernanda Carvalho

Miguel Arcanjo Prado conversa com a atriz Fernanda Carvalho, da peça Til - Foto: Reprodução

A atriz Fernanda Carvalho esteve no R7 para falar da peça Til. Baseada no romance homônimo de José de Alencar, a obra se passa em Campinas (SP), no século 19. Versátil no palco, Fernanda interpreta três personagens. Til tem sessão toda quarta, às 20h, até o mês de dezembro, no Teatro Bibi Ferreira (av. Brigadeiro Luís Antônio, 931, no Bixiga), em São Paulo. Veja o vídeo:

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nash laila foto bob sousa2 Entrevista de Quinta: O mundo está caretão, diz Nash Laila, musa do Oficina e do cinema brasileiro

Nash Laila: musa do novíssimo cinema brasileiro e também do Oficina - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

A pequenina Nash Laila é dona de um talento gigante. Quem a vê no palco do Teat(r)o Oficina sabe muito bem. Quem viu seus filmes também. É atriz intensa e potente.

Tanto que começou cedo e logo se destacou no cinema brasileiro, em longas como Deserto Feliz — com o qual levou o prêmio de melhor atriz do Festival do Cinema Brasileiro em Paris —, Amor, Plático e Barulho — que lhe rendeu o Troféu Candango de melhor atriz coadjuvante do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro — e Tatuagem, melhor filme no Festival de Gramado.

É uma das musas do novíssimo cinema nacional de qualidade.

Em São Paulo, esta pernambucana filha da cabeleireira Cida Silva e do transportador Carlos Medeiros assumiu as rédeas da própria vida.

Dona do próprio nariz, deu esta Entrevista de Quinta ao R7 na plateia do Oficina, lugar no qual se sente livre.

Falou sobre sua trajetória e ainda desabafou: "O mundo está muito caretão". Tem razão.

Leia com toda a calma do mundo.

nash laila foto bob sousa1 Entrevista de Quinta: O mundo está caretão, diz Nash Laila, musa do Oficina e do cinema brasileiro

Nash Laila está vivendo há dois anos e meio em São Paulo - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — Você está há quanto tempo em São Paulo?
Nash Laila — Há dois anos e meio. Fiz o filme Tatuagem, do Hilton Lacerda, e achei que era o momento de dar uma virada e me mudar para cá.

Miguel Arcanjo Prado —Você é de Recife?
Nash Laila — Cresci em Jaboatão, que fica do lado. Morava no bairro Sucupira, com rua de terra, perto da mata. Adorava roubar fruta na árvore, passei a infância brincando na rua. Com 16 anos, fui morar em Olinda.

Miguel Arcanjo Prado — Nesta época já pensava em ser atriz?
Nash Laila — Desde criança eu queria ser atriz. Fazia sempre o auto de Natal [risos]. Aos 13 anos, entrei em um curso de teatro. Depois fui trabalhar com o diretor Jorge Clésio. Fiquei três anos com ele, dos 15 aos 18. Saí para fazer meu primeiro filme, Deserto Feliz.

Miguel Arcanjo Prado — Foi neste que você virou musa do Festival do Rio?
Nash Laila — Foi muito engraçado, porque concorria com um monte de famosa e o povo devia pensar: quem é essa. Foi muito bacana. O filme era muito forte, era uma menina que sofria exploração sexual e terminava se apaixonando por um alemão.

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Nash Laila foi criada brincando na rua, subindo em árvore para pegar fruta - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — Foi difícil para você fazer este filme tão novinha?
Nash Laila — Foi um susto. Mas diante do abismo, eu pulei. O Paulo Caldas [diretor do filme] me ouvia muito. Foi um trabalho que me marcou. Viajei bastante por conta do filme. Um ano depois de terminar de filmar este filme estávamos no Festival de Berlim. Foi muito doido. Muita responsabilidade. Cinema é um processo de várias mãos. No teatro, é a gente e o público. Cinema é edição, montagem, o olhar do diretor...

Miguel Arcanjo Prado — E aí você virou a garota do novo cinema pernambucano?
Nash Laila — Pois é [risos]... Eu fiquei dois anos divulgando o filme. Já estava meio que na correnteza, sabe? Agora, vai, pensei. Aí eu passei no vestibular da UFPE [Universidade Federal de Pernambuco], para artes cênicas e fui fazer um intercâmbio na França, em Clermont-Ferrand. Foi ótimo, uma experiência incrível. Mas, voltei e senti um certo vazio.

Miguel Arcanjo Prado —Por quê?
Nash Laila — Recife é muito cultural, mas, ao mesmo tempo, é muito paradona em determinadas épocas. Aí eu fiz a minissérie Santo por Acaso e uma participação em O País do Desejo. Aí surgiu o Tatuagem.

Miguel Arcanjo Prado — Como você entrou para o elenco?
Nash Laila — Logo que voltei da França, fiz a o processo de seleção com o Hilton Lacerda [diretor de Tatuagem]. Eu estava com muita vontade de fazer o filme. Acabou dando certo. O processo foi todo colaborativo. Então, esse núcleo, do Chão de Estrelas, meio que carregava o filme consigo.

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Nash Laila ainda tem jeito de menina, apesar de já ser uma atriz potente - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — O que você acha do cinema fora do eixo Rio-São Paulo?
Nash Laila — Acho maravilhoso. Essa galera de Recife, Ceará, Minas, está buscando seu lugar no cinema brasileiro e quebrando muitos tabus. Recife é uma cidade com artistas que estão buscando seu lugar, sua própria produção. Já tem a Escola de Cinema da UFPE, uma lei para o setor.

Miguel Arcanjo Prado — Depois de Tatuagem você fez outro filme?
Nash Laila — Fiz Amor, Plástico e Barulho, da Renata Pinheiro, que tinha feito a direção de arte de Tatuagem. Esse é um filme de mulher: dirigido por mulher, montado por mulher.

Miguel Arcanjo Prado — Como você foi parar no Oficina?
Nash Laila — Em 2007, vi Os Sertões lá em Recife. E isso mudou minha vida. Eu precisava fazer isso. Eu fui fazendo amigos. Depois que acabou o Tatuagem, ficou aquele clima... Então, resolvi arriscar. No Oficina, comecei sendo público e isso modificou o rumo das minhas escolhas. Estar aqui hoje é como uma síntese das coisas.

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"O Oficina é o lugar onde me sinto à vontade", diz atriz Nash Laila - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — Por quê?
Nash Laila — No Teat(r)o Oficina me sinto à vontade. É um lugar no qual consigo me libertar no teatro, me identifico com muita coisa. A música aqui é muito forte, impulsiona. O Oficina mistura tudo o que eu gosto. Estou no Oficina desde 5 de maio de 2012. Já fiz seis peças com o Zé [Celso, diretor do Oficina].

Miguel Arcanjo Prado — Como é lidar com tantos artistas no Oficina?
Nash Laila — A grande força do Oficina é o coro, isso que me arrebatou. O Zé é muito ligado nas pessoas. Ele é muito sensível ao presente. Toda vez que ele saca que a pessoa está presente, ele vai junto.

Miguel Arcanjo Prado — Como é sua relação com São Paulo?
Nash Laila — É muito louca. De desde quando falava: jamais moro em São Paulo. Até agora que grande parte dos meus amigos moram aqui. Fui criando uma rotina, um jeito de viver. Antes, morava com meus pais. Aqui, eu me vi sozinha, tendo de fazer minhas coisas. Hoje, em São Paulo eu me sinto em casa. Claro que estou cansada do barulho, sinto saudade do mar... Acho que sou um peixinho. São Paulo para mim é maravilhosa, desde que eu vá e volte.

nash laila foto bob sousa6 Entrevista de Quinta: O mundo está caretão, diz Nash Laila, musa do Oficina e do cinema brasileiro

Nash Laila, com Cacilda ao fundo, no Oficina: "Tento me colocar o máximo" - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado —Você fez no Oficina papeis importantes, como a Cacilda menina.
Nash Laila — O Zé fala de atuadores. Essa palavra tem um grande símbolo. O atuador se coloca mais do que o ator. Tanto nas escolhas quanto no processo eu tento me colocar o máximo.

Miguel Arcanjo Prado — O que você quer da vida?
Nash Laila — Eu? Tanta coisa... A gente está vivendo um momento muito sensível. O mundo está muito caretão. A gente tem que quebrar tudo, para ter um pouco de afeto. No nosso trabalho, mexemos com fogo. Gente é uma coisa que amo e odeio.

nash laila foto bob sousa7 Entrevista de Quinta: O mundo está caretão, diz Nash Laila, musa do Oficina e do cinema brasileiro

"O mundo está muito caretão. Tem que quebrar tudo, para ter afeto", diz Nash - Foto: Bob Sousa

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