marrua parlendas Sabina Ciari Teatro de Rua: Marruá é oferta poética e sincera ao público que luta pela existência digna e resiste

Grupo Parlendas investigou raízes do Brasil para fazer a peça Marruá - Foto: Sabina Ciari

Por LUIZ EDUARDO FRIN*
Especial para o Atores & Bastidores do R7

Marruá é o nome dado ao boi não domesticado, que se desgarra do rebanho e se fortalece ao permanecer selvagem e livre.

Não por acaso, Marruá também é título do espetáculo do Grupo Teatral Parlendas, com direção de Luciano Carvalho para a criação coletiva, que será apresentado no próximo fim de semana no Sesc Itaquera, em São Paulo, dentro da programação da Virada Cultural [veja serviço ao fim].

marrua2 Teatro de Rua: Marruá é oferta poética e sincera ao público que luta pela existência digna e resiste

Marruá: oferta de Brasil ao público - Foto: Sabina Ciari

No fim de 2013, mais especificamente no dia 4 de dezembro, a obra foi apresentada na praça do Patriarca, no centro paulistano. Ao término, em meio ao frenesi da metrópole, com um sorriso, a atriz Natália Siufi convidou o público a comer uma melancia. Segurando a fruta que fora utilizada em cena, ela disse algo como: “Vamos comer, gente! A comida é pouca, mas a gente sabe repartir... Como repartimos com vocês essas histórias que criamos a partir de relatos de pessoas que vivem em comunidades de resistência, como assentamentos, que visitamos pelo Brasil".

A fala da atriz sintetizou o que o que acabara de ser mostrado: o espetáculo Marruá é uma grande oferenda e um grande convite.

Durante o espetáculo, a oferta de músicas e danças inspiradas na cultura popular convida o público a conectar-se, ou a reconectar-se, com referências estéticas esquecidas, abandonadas, ou, renegadas na grande cidade.

Compõem o elenco Asnésio Bosnic, Dara Freire, Danilo Villa, Elton Maioli, Marina Vecchione, Maria Gabriela D'Ambrozio, Mário Queiroz Viana e a já citada Natália Siufi. Já a parte musical é fruto do trabalho de Tião Carvalho, Eric D`Avila, Igor Giangrossi e Fábio Pinheiro.

A oferta de uma movimentação cênica com marcações precisas convida o espectador a adentrar no mundo da representação, da teatralidade; ao mesmo tempo em que compartilha com ele esses procedimentos contemporâneos de encenação.

marrua parlendas Sabina Ciari 22 Teatro de Rua: Marruá é oferta poética e sincera ao público que luta pela existência digna e resiste

Marruá tem sessão na Virada - Foto: Sabina Ciari

Também é contemporânea a estruturação fragmentada da dramaturgia. A oferta dos blocos narrativos que se sucedem convida o público a procurar por uma história, por uma fábula, e o faz constatar que a narrativa que se estrutura por retalhos é a que se apresenta concretamente, todos os dias, a cada espectador presente: Marruá é sobre a luta, a luta pelo existir com dignidade. A luta para se desgarrar do rebanho e enfrentar os desmandos dos poderosos de todos os lugares.

Os figurinos são funcionais e representativos; ou seja, servem como elemento neutro que veste atores e atrizes de um grupo de teatro em performance na rua, assim como demonstram características específicas das personagens representadas.

As movimentações cênicas são, em momentos, precisas com a proposição de se constituírem em elementos componentes das narrativas. Em outros, são livres e buscam incentivar a participação dos espectadores.

A cenografia, composta por objetos simples como bastões e cordas, serve ao objetivo de representar estruturas dos ambientes nos quais a ação se dá; como as cercas que delimitam territórios – físicos e simbólicos – e que precisam ser derrubadas.

Elemento importante do espetáculo é a poética e inspirada confecção dos adereços feitos por artistas de diferentes partes do País e que trazem, concretamente, para o palco, as andanças do grupo.

No final, como uma representante do grupo, Natália Siufi não esconde o orgulho de convidar a todos para que a partilha simbólica da arte seja realçada pela partilha do alimento.

O público não faz cerimônia e, em instantes e em festa, devora a melancia; e o espetáculo se completa.

*Luiz Eduardo Frin é ator formado pelo Indac- Escola de Atores, onde é professor de Montagem de Espetáculos, Estética e História do Teatro. Mestre e Doutorando em Artes Cênicas na Unesp (Universidade Estadual Paulista) sob a orientação do prof. dr. Alexandre Mate. Atuou e dirigiu diversos espetáculos teatrais, musicais e operísticos. A coluna Teatro de Rua é idealização do fotógrafo Bob Sousa; ela é escrita por pesquisadores da pós-graduação do Instituto de Artes da Unesp, onde ele faz mestrado.

Marruá, com o Grupo Parlendas
Quando: Sábado (17/5/2014), 18h30
Onde: Sesc Itaquera (av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000, Itaquera, São Paulo, tel. 0/xx/11 2523-9200)
Quanto: Grátis (programação Sesc da Virada Cultural)
Classificação etária: Livre

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

 

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

ze celso jennifer glass Zé Celso impressiona gringos e prorroga temporada de Walmor y Cacilda 64 : Robogolpe no Oficina

Zé Celso em cena de Walmor y Cacilda 64 - Robogolpe - Foto: Jennifer Glass

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Cerca de seis diretores estrangeiros que participam do fórum sobre os 450 anos de nascimento de William Shakespeare, People’s Palace Projects, no Centro Cultural Banco do Brasil, estiveram no Teat(r)o Oficina no último domingo (11), em São Paulo.

Entre o grupo, havia o artista inglês e diretor artístico do projeto, Paul Heritage, além de um diretor indiano e até uma diretora vinda da Malásia.

Eles foram assistir à peça Walmor y Cacilda 64: o Robogolpe, a nova montagem com autoria e direção de José Celso Martinez Corrêa, o nosso Zé Celso. A peça aborda o período em que a ditadura militar foi imposta ao Brasil, bem como seus efeitos catastróficos na classe artística.

walmor fred steffen danielle rosa Zé Celso impressiona gringos e prorroga temporada de Walmor y Cacilda 64 : Robogolpe no Oficina

Os atores Fred Steffen e Danielle Rosa em Walmor y Cacilda 64: Robogolpe - Foto: Jennifer Glass

Copa e legendas em inglês

Os gringos foram os primeiros a se beneficiar das legendas em inglês, que foram implementadas na obra neste último fim de semana. Eles ficaram impressionados com o que viram; não só com a encenação, como também com o elenco jovem do Oficina.

O Oficina resolveu incorporar as legendas em inglês à peça para facilitar a vida dos estrangeiros que estão no Brasil por conta da Copa do Mundo. Cosmopolita, o grupo convida a todos a conhecer o trabalho. Uma dica: quem quiser aproveitar as legendas, deve sentar-se do lado direito do teatro para quem está entrando. Assim, consegue ver melhor o letreiro projetado no telão acima da banda.

Oficina na Virada

Walmor y Cacilda 64: Robogolpe vai participar da Virada Cultural no próximo sábado (17), com entrada gratuita. A sessão começa 21h, mas os ingressos começarão a ser distribuídos às 20h. A dica é chegar cedo, porque, com certeza, haverá fila.

Um detalhe curioso sobre a peça: ela tem "apenas" duas horas de duração, coisa rara no Oficina, que costuma realizar obras com mais de cinco horas.

Temporada prorrogada

Por conta da grande procura pela peça, Zé Celso resolveu prorrogar a temporada até 29 de junho, sempre aos sábados, 21h, e domingo, 19h. A classificação etária é 16 anos.

O endereço Teat(r)o Oficina fica na rua Jaceguai, 520, no Bixiga, região central de São Paulo. O ingresso custa R$ 40.

walmor cacilda jennifer glass Zé Celso impressiona gringos e prorroga temporada de Walmor y Cacilda 64 : Robogolpe no Oficina

Zé Celso e a turma do Teat(r)o Oficina: ditadura militar em debate - Foto: Jennifer Glass

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

pesadelo Crítica: Cabeça decapitada falante trava guerra fantástica com homem no musical Pesadelo

Musical Pesadelo, da Cia Sala Escura de Teatro, está em cartaz no Rio de Janeiro - Foto: Humberto Araújo

Por ÁTILA MORENO, no Rio
Especial para o Atores & Bastidores*

Inimigos declarados também são aliados ocultos, já dizia Deepak Chopra no livro Efeito Sombra. Por mais que o escritor indiano não seja uma referência assumida no espetáculo Pesadelo, em cartaz no Rio, a última parte da Trilogia da Cia Sala Escura de Teatro, há de se considerar que esta frase e a filosofia por trás do livro caem muito bem no abismo enigmático encenado pelo grupo.

A história mirabolante conquista pelo seu realismo fantástico. O personagem principal, interpretado pelo convincente Bruno Quaresma, se depara, depois de um dia estressante, num universo particular e intrigante.

pesadelo maria assuncao1 Crítica: Cabeça decapitada falante trava guerra fantástica com homem no musical Pesadelo

A atriz Maria Assunção vive a cabeça decapitada no musical de realismo fantástico - Foto: Humberto Araújo

A cabeça de uma mulher (a atriz Maria Assunção) toma vida e resolve raptar o protagonista para um mundo onírico/paralelo. Ali, ambos vão travar um duelo sem saída.

E detalhe, tudo isso orquestrado por uma banda ao fundo e mais 12 atores em cena, desfilando pelo inferno ou purgatório, como queira o espectador. Sim, estamos falando de um musical fantasmagórico, em que os delírios se tornam bastante inquietantes, por sinal.

O autor e diretor Iuri Kruschewsky, que se inspirou nas obras do psiquiatra suíço Carl Jung e do romancista britânico Lewis Carroll, de Alice no País das Maravilhas, consegue trazer uma originalidade, difícil de encontrar hoje nos palcos, inclusive nos musicais.

O texto é afiadíssimo, propositalmente confuso e irônico, e não poupa espaço para dilacerar as sensações do público.

Por mais que Pesadelo caia na tentação de trazer tantas referências e cacofonias, e ainda com elenco de apoio fraco, a peça acerta justamente por agrupar outros notáveis elementos teatrais.

A coreógrafa e bailarina Lavínia Bizzotto não poupa movimentos para expressar a sexualidade reprimida de seus personagens.

A cenografia de Flávio Graff invade realmente o palco, com passarelas e vitrines, indicando um labirinto mental. A figurinista Elisa Faulhaber dá o tom claustrofóbico e escuro que a peça exige.

No entanto, o ponto alto está nas mãos de Maria Assunção. A atriz tem a difícil tarefa de convencer o público de que ali está uma cabeça falante. Mas ela vai além. Dá consistência a seu complexo personagem, com os mais variados níveis de tensão, rancor e solidão, vociferados sem dó para o público.

Pesadelo vai desmembrando as agruras de homem aparentemente preso no seu próprio pesadelo? Ou é a batalha dele contra seus medos? Ou mesmo uma interminável guerra contra o seu passado? Não espere respostas prontas e se atente para um final desafiador.

Pesadelo
Avaliação: Bom
Quando: Sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 20h. 1h25. Até 25/05/2014
Onde: Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto (Rua Humaitá 163, Humaitá, Rio, tel. 0/xx/21 2535-3846)
Quanto: R$ 30
Classificação etária: 16 anos
Avaliacao Bom R7 Teatro PQ Crítica: Cabeça decapitada falante trava guerra fantástica com homem no musical Pesadelo

*Jornalista mineiro radicado no Rio, Átila Moreno é graduado pelo UNI-BH e tem pós-graduação em Produção e Crítica Cultural pela PUC-Minas.

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

Foto de BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

enrico bonavera bob sousa 2014 O Retrato do Bob: O mestre italiano Enrico Bonavera, porta bandeira da commedia dell’arte

O mestre italiano Enrico Bonavera posa no Teatro Commune, em SP - Foto: Bob Sousa

Enrico Bonavera é um dos maiores nomes da commedia dell’arte. O italiano, estrela do Piccolo Teatro de Milão, está em São Paulo, onde começa uma oficina sobre este gênero teatral nesta segunda (12), no Teatro Commune, em parceria com a SP Escola de Teatro. É a sexta vez que visita o Brasil. Além de São Paulo, conhece Campinas, Rio, Salvador, Foz do Iguaçu e Ouro Preto. Diz ser “apaixonado pela cultura brasileira” e revela escutar “Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil”. Desde 1980, estuda o personagem Arlecchino, o nosso arlequim, que considera “muito difícil” de fazer. “É uma psicologia muito elementar, é como uma criança. É preciso regressar às origens”, diz. E declara ser apaixonado pelo jogo no palco: “Teatro é vida, é experiência, é humano”. Conta que trouxe “suas coisas” para o personagem. “Como o palhaço, um arlequim só está pronto depois de décadas, porque o tempo madura a capacidade de se comunicar e emocionar o público. Isso é importante; a técnica é só um veículo”. E entrega quem é seu mestre: “Ferruccio Soleri, que tem 85 anos e ainda atua". Sobre a commedia dell’arte na atualidade, é temeroso. “O problema é sério. Muita gente não entende que commedia dell’arte é teatro; não é só caricatura. Muitos atuam de uma maneira superficial. É preciso evoluir”. Se puxa a orelha de alguns, também elogia: “Gosto do trabalho do Lume Teatro, de Campinas; é o grupo que mais gosto no Brasil”. Lembra que é preciso compreender o tempo teatral. “Muitas vezes, tenho a sensação de que vivemos um fast food no teatro”, define. Para quem deseja se aprofundar, recomenda a leitura do livro A Arte Mágica [Editora É Realizações], de Amleto Sartori e Donato Sartori, lançado no Brasil no ano passado. E ele sabe o que diz. Já colaborou com o Odin Teatro de Eugenio Barba e ganhou na Itália o Prêmio Arlecchino de Ouro, troféu antes concedido apenas a mestres do quilate de Marcel Marceau, Dario Fo e Ferruccio Soleri. Antes de ser retratado pelo nosso Bob Sousa, empunhando sua primeira máscara de Arlecchino, que conserva com carinho desde 1980, faz questão de dar uma última, e importantíssima, dica: “O teatro é um trabalho de relações”.

Saiba informações da oficina com Enrico Bonavera

Visite o site de Enrico Bonavera

Visite o site de Bob Sousa

Baixe o livro Retratos do Teatro, de Bob Sousa

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

rosa papel crepom Domingou: Feliz Dia das Mães!

"Com medo de que se amassassem, escolhia um cantinho estratégico para colocar a rosa e o cartão"

Por MIGUEL ARCANJO PRADO*

Na escola, a gente sempre fazia uma rosa de papel para dar para ela. Durante a semana, a professora logo avisava que todos teriam de ilustrar também seus respectivos cartões para entregá-la em seu dia.

Era todo um frenesi. Uma boa quantidade de lápis de cor sobre a mesa, para dar aquele belo colorido. Quem não tinha tantas opções assim, recorria aos colegas mais afortunados, aqueles que tinham caixas de 24, 36 cores, o suprassumo.

E, junto do cartão, tinha a rosa de papel crepom. Que, se molhada, soltava tinta. A gente mesmo fazia, uma a uma, com a ajuda da professora. Os mais desenvoltos ajudavam os desastrados. Afinal, era bem trabalhoso. Tinha de ter todo o cuidado do mundo.

E aí a gente levava tudo escondido na mochila, ao fim da aula de sexta-feira. Com medo de que se amassassem, escolhia um cantinho estratégico para colocar a rosa e o cartão. O sábado demorava a passar. A ansiedade pelo domingo era grande.

Até que, após o sono rápido de criança, amanhecia. A gente acordava correndo. E, antes mesmo de lavar o rosto ou escovar os dentes, buscava as preciosidades no cantinho secreto e corria para o quarto dela.

E ela, meio sonolenta ainda, abria aquele sorriso ao ver a gente, com o cartão e a rosa na mão, dizer da forma mais carinhosa e simples do mundo: Feliz Dia das Mães!

Para Nina, minha mãe

*Miguel Arcanjo Prado é jornalista e acha a sua mãe a melhor mãe do mundo. A coluna Domingou, uma crônica semanal, é publicada todo domingo no blog Atores & Bastidores do R7.

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

lidiane shayuri sarah Lidiane Shayuri leva pequena Sarah para ver musical infantil O Menino Maluquinho em São Paulo

A apresentadora Lidiane Shayuri e sua filha, Sarah, posam frente ao cartaz do musical - Foto: Michael Keller

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Apresentadora do telejornal Hora News, na Record News, a jornalista Lidiane Shayuri levou sua filha, a pequena Sarah, para assistir ao musical O Menino Maluquinho, em São Paulo.

A superprodução, baseada no texto clássico do jornalista, cartunista e escritor mineiro Ziraldo, está em cartaz no Teatro Bradesco, no shopping Bourbon, até 25 de maio.

Lidiane conta que Sarah é fã do personagem desde pequena e que a menina "ficou encantada com a peça".

Admiradora dos palcos, desde pequena a garota acompanha a mãe em espetáculos infantis que estão em cartaz na capital paulista.

Um ótimo exemplo de arte unindo mãe e filha neste Dia das Mães.

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

robson catalunha foto rodolfo magalhaes Dois ou Um com Robson Catalunha

O ator paulista Robson Catalunha, integrante do grupo Os Satyros - Foto: Rodolfo Magalhães

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Robson Catalunha é ator. Paulistano que passou parte da adolescência em Sorocaba, no interior, voltou à capital em 2009 para integrar o elenco do grupo Os Satyros. Em 2010, protagonizou a montagem Zucco. Desde então, integra as produções da trupe, seja no palco ou nos bastidores. No momento, está na maratona E Se Fez a Humanidade Ciborgue em 7 Dias e também em Os Que Vêm com a Maré, no Espaço dos Satyros 1, na praça Roosevelt, centro paulistano. O artista aceitou o convite do Atores & Bastidores do R7 para participar da coluna Dois ou Um. Dez perguntas cheias de possibilidades. Ou não.

Amor pra sempre ou amizade colorida?
"Paixão cruel desenfreada"

Satyros 1 ou Satyros 2?
Satyros em qualquer lugar.

São Paulo ou Sorocaba?
São Paulo desenfreada, louca, alucinada; Sorocaba, raízes.

Esquerda ou direita?
Ainda existe isso?

Azul ou amarelo?
Preto.

Brecht ou Stanilasvski?
Artaud, porque não me diz o que fazer; me instiga a pensar.

Geisy Arruda ou Leila Diniz?
Leila Diniz, porque transava de manhã, de tarde e de noite.

Antunes Filho ou Zé Celso?
Antunes e Zé: porque Apolo e Dioniso precisam conviver juntos.

Rodolfo García Vázquez ou Ivam Cabral?
Onde termina um começa o outro.

No palco ou na praça?
Teatro em todos os lugares.

******

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

agenda cultural Veja as dicas da Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 09/05/2014

Miguel Arcanjo Prado apresenta as melhores dicas na Agenda Cultural da Record News - Foto: Divulgação

Veja as melhores dicas culturais com o editor de Cultura do R7 Miguel Arcanjo Prado, no Hora News, na Record News. Tem show de Miriam Mirah em homenagem a Mercedes Sosa no Memorial da América Latina. E ainda: a nova peça teatral do Oficina, de Zé Celso. Ainda há show do novo disco de Gilberto Gil em Salvador e também as estreias nos cinemas. Confira o vídeo abaixo:

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

mercedes sosa Música de Mercedes Sosa ganha vida no Memorial da América Latina em show gratuito de Miriam Mirah

A argentina Mercedes Sosa: uma das maiores vozes do mundo - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Costumamos desconhecer artistas importantes de nossos países vizinhos. O que é uma pena para os brasileiros. Contudo, a genialidade de Mercedes Sosa conseguiu vencer a barreira que parece ainda hoje separar o Brasil do restante da América Latina.

Sua morte, em 2009, aos 74 anos, também foi sentida no Brasil, onde La Negra, como era chamada, tinha admiradores do quilate de Chico Buarque, Caetano Veloso e, claro, Milton Nascimento, seu maior parceiro por aqui.

A música da cantora argentina, natural da Província de Tucumán, representou o folclore de seu país para o mundo. Suas canções serão lembradas neste sábado (9), a partir das 17h, com show ao ar livre na praça do Memorial da América Latina, ao lado do metrô Barra Funda, em São Paulo. E o melhor: de graça.

A cantora paulista Miriam Mirah vai cantar o repertório de Sosa em um show que promete emocionar o público: La Negra y La Negrita é o nome do concerto. Mirah é velha conhecida da cultura latino-americana, que defende com unhas e dentes. Na década de 1970, fez história com o grupo Tarancón, que excursionou por toda a América Latina e gravou oito discos.

Hoje, Miriam Mirah é uma espécie de porta-bandeira da música latina em terras tupiniquins. Que bom para todos nós.

Míriam Miràh e charango Clio Luconi Música de Mercedes Sosa ganha vida no Memorial da América Latina em show gratuito de Miriam Mirah

A cantora Miriam Mirah: porta-bandeira da música latina no Brasil - Foto: Clio Luconi

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

agenda cultural 11 Agenda Cultural presta homenagem a Jair Rodrigues

Lidiane Shayuri e Miguel Arcanjo Prado prestam homenagem a Jair Rodrigues - Foto: Divulgação

A Agenda Cultural do Hora News desta sexta (9) foi especial. No quadro, a apresentadora Lidiane Shayuri e o colunista de Cultura Miguel Arcanjo Prado prestaram homenagem ao cantor Jair Rodrigues, que morreu aos 75 anos na quinta (8), logo após o corpo ter sido enterrado em São Paulo. Eles lembraram a trajetória e os momentos marcantes da vida do músico. Veja o vídeo:

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes
Ir para a home do site
Todos os direitos reservados - 2009- Rádio e Televisão Record S/A
exceda.com