Leandro Luna 01 Dois ou Um com Leandro Luna

Leandro Luna, ator que está em cartaz no musical Vingança, no CCBB - Foto: Caio Galucci

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Nos palcos, ele já viveu desde o lendário personagem infantil Charlie Brown a uma irreverente drag queen. No momento, incorpora um homem do começo do século 20, no musical Vingança, no CCBB, no centro de São Paulo. O paulistano Leandro Luna é figura tarimbada do mundo dos musicais, mas também dá seus passos no cinema. No ano passado, protagonizou o filme Satyrianas - 78 Horas em 78 Minutos. O artista, que já atuou em produções como Priscilla, Rainha do Deserto e Meu Amigo Charlie Brown, aceitou o convite do Atores & Bastidores do R7 para participar da coluna Dois ou Um. Dez perguntas cheias de possibilidades. Ou não.

Priscilla, a Rainha do Deserto ou A Noviça Rebelde?
Nem Priscilla nem Noviça... Mas sempre muito rebelde!

Lupicínio Rodrigues ou Guns N'Roses?
Dando um tempo de Guns e apreciando Lupicínio Rodrigues.

Satyrianas ou festa do interior?
Satyrianas e ainda com direito a milho verde na manteiga.

Drama ou musical?
Sendo bons, ambos!

Turma da Mônica ou Turma do Charlie Brown?
Turma do Mônica é paixão de infância. Turma do Charlie Brown é paixão de adulto.

Rachel Sheherazade ou Mídia Ninja?
Sherazade, pela autenticidade.

São Paulo ou Nova York?
Amo São Paulo. Minha casa, minha cidade. Nova York pra passar férias e sentir saudades.

Saulo Vasconcellos ou Kiara Sasso?
Dois pentelhos! Dois artistas que respeito e admiro muito.

Passista ou carro alegórico?
Passista. Gosto de me misturar com o povo e curtir a energia da galera!

Como vencer na vida sendo ator ou como sendo ator para vencer na vida?
Não tem coisa melhor que conquistar os seus objetivos com os frutos do seu trabalho. Não tem coisa melhor que ser ator para vencer na vida!

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Ze Celso e Juliana Perdigao CACILDA foto Jennifer Glass Oficina se despede de Cacilda no fim de semana; atores da obra contam por que você deve assistir

O diretor paulista Zé Celso e a cantora mineira Juliana Perdigão em cena no Oficina - Foto: Jennifer Glass

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A turma sacudida do Teat(r)o Oficina manda avisar: é agora ou nunca. Expliquemos.

cacilda jennifer glass Oficina se despede de Cacilda no fim de semana; atores da obra contam por que você deve assistir

Elenco potente no Oficina: (a partir do alto, em sentido horário) Tony Reis, Lucas Andrade e Beto Mettig - Foto: Jennifer Glass

Neste fim de semana, acontecem as duas últimas sessões da saga sobre a atriz Cacilda Becker (1921-1969) capitaneada por José Celso Martinez Corrêa, o nosso Zé Celso, e Marcelo Drummond.

Sempre com seu numeroso e fogoso elenco que conta com mais de 60 artistas, é claro.

Cacilda!!! Glória no TBC e 68 AquiAgora tem última sessão neste sábado (22), às 18h. Já no domingo é a vez da despedida de Cacilda!!!! A Fábrica de Cinema & Teatro, também às 18h.

Ambas acontecem no histórico prédio do Oficina, projetado há 20 anos por Lina Bo Bardi (r. Jaceguai, 520, São Paulo). O ingresso custa R$ 40 a inteira, mas moradores do Bixiga pagam apenas R$ 5, mediante comprovação de endereço.

Para incentivar os indecisos, alguns membros da equipe do Oficina explicam, abaixo, por que todo mundo deve ir.

Veja só que beleza:

camila mota foto bob sousa1 Oficina se despede de Cacilda no fim de semana; atores da obra contam por que você deve assistir

Camila Mota vive Cacilda Becker na saga comandada por Zé Celso - Foto: Bob Sousa

“O prazer de viver uma experiência extenuante. As peças Cacilda!!! e !!!! tem longa duração, por volta de 5h30 cada uma – são extenuantes e propiciam ao público a possibilidade de uma revolução nos corpos semelhante à provocada pelas baladas. Mas são de outra natureza, são espetáculos de teatro, uzynas geradoras de energia e transformação criadas por um coro, banda, tecnologia, uma pequena multidão da Cia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona que há 55 anos tem como uma das bases de seu trabalho a cultivação de poder humano, das permanentes transformações do corpo. É catarse com roteiro: começo, meio e fim pras infinitas absorções de cada sessão.”
Camila Mota – Atriz

danielle rosa 1 foto eduardo enomoto 2013 Oficina se despede de Cacilda no fim de semana; atores da obra contam por que você deve assistir

Danielle Rosa é uma das estrelas das montagens do Teat(r)o Oficina - Foto: Eduardo Enomoto

“Os Cantos. Ouve-se dos camarins, das galerias, da pista, dos arcos. Ah!!!! É o canto da panspermina, canto de uma sereia? É o Canto do Pica-Pau. Entre Ps dos picos e Bs dos beijos. O canto que me canta, que te canta e encanta quem atravessa os arcos da rua Lina Bardi. Cacilda tem dessas coisas. Músicas prenhes de vida, envoltas por acordes macios e cortantes. Textos em forma de poesia que refletem na vida real. Mas qual o verdadeiro realismo do Teatro ou da Vida?”
Danielle Rosa – Atriz

roderick himeros1 Oficina se despede de Cacilda no fim de semana; atores da obra contam por que você deve assistir

O ator Roderick Himeros integra o grupo de 60 atuadores do Oficina - Foto: Deivid Leme

“Estamos no líquido amniótico de Cacilda; ouça as múltiplas exclamações. Ah! Ah! Ah! Ah! Abre os ouvidos, interjeiciona junto à atriz matriz. A taquicardia ritma as intensidades das emoções na emissão da matriz – para atingir quem tem suas antenas porosas para o AquiAgora."
Roderick Himeros – Ator

leticia coura Oficina se despede de Cacilda no fim de semana; atores da obra contam por que você deve assistir

Letícia Coura também está no elenco da saga sobre Cacilda Becker - Foto: Jennifer Glass

“Estamos de novo tendo a coragem e a cara-de-pau de cantar/recriar Villa Lobos!!! Choro 3, o Pica-Pau, que inspira e excita todo o primeiro ato de Cacilda!!! e volta inteiro em Cacilda!!!!. Só pra ver o coro cantando isso já vale ir viver as duas peças, sábado e domingo. E é bom assim: imersão!!!!”
Letícia Coura – Atriz

Leia mais depoimentos sobre a peça!

Veja tudo o que foi publicado no R7 sobre a saga Cacilda no Oficina!

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coluna sao jorge Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Patrícia Gifford e Vera Lamy, da Cia. São Jorge de Variedades: mergulho no universo infantil - Foto: Cacá Bernardes

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Criança feliz
Após o aclamado Barafonda, espetáculo itinerante nas ruas da Barra Funda, em São Paulo, a Cia. São Jorge de Variedades vai estrear seu primeiro espetáculo infantil. O nome é São Jorge Menino. A temporada começa no próximo dia 8 de março, às 17h, no Sesc Belenzinho, onde cumpre temporada aos fins de semana, sempre no mesmo horário, até 6 de abril. A direção é de Rogério Tarifa. Ilo Krugli assina o texto. A pegada é tornar os espectadores tão protagonistas da obra quanto os artistas. Gente boa reunida.

coluna nau cidade dos sonhos perseguicao0111 Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Nau de Ícaros: seis espetáculos de uma vez só no Sesc Pompeia, em SP - Foto: Divulgação

Maioridade
A Cia. Nau de Ícaros resolveu fazer bonito para celebrar seus 21 anos de idade. Ela programou uma mostra de repertório no Sesc Pompeia, em São Paulo, com seis espetáculos. Tem opção para todos os gostos: de ópera buffa a circo, com direito à pegada multimídia. Uma das peças, vai homenagear o Sesc Pompeia, espaço projetado por Lina Bo Bardi, que virou personagem de uma das montagens. A Mostra Nau de Ícaros começa nesta sexta (21) e vai até o dia 27 de março. Toda a programação é de graça. Do jeito que a gente gosta. O diretor da trupe, Marco Vettore, filosofa sobre a ocupação: “É uma tentativa de mostrar ao público o conflito e o risco de se viver entre o tradicional e o contemporâneo”. Quem disse que é fácil?

Expansão
O que o teatro expandido? A turma do grupo Os Satyros promete explicar nesta sexta (21), às 18h, no Espaço dos Satyros 1, em São Paulo. Estão todos convidados.

casa amarela Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Artistas marcham para invadir a Casa Amarela, que estava vazia na região central de SP - Foto: Reprodução

Ocupação
Um grupo de cerca de 200 artista ocupou a Casa Amarela, que fica na esquina das ruas da Consolação com Visconde de Ouro Preto, na região central de São Paulo, nesta quinta (20). O movimento, intitulado Ateliê Compartilhado, defende a ocupação de imóveis públicos ociosos pela classe artística. A gestão do local será feita de forma coletiva. “O movimento busca colocar em debate a função social dos espaços ociosos da cidade, abrindo-os para ocupações artísticas e garantindo seu acesso para toda população”, diz Dorberto Carvalho, integrante do Movimento de Ocupação de Espaços Públicos Ociosos.

Clarice e o rolezinho
Após fazer a peça A Casa de Bernarda Alba, a atriz Isabel Wilker, que é filha de José Wilker, já tem novo trabalho: está no elenco do infantil Brincar de Pensar. A direção é de Vanessa Bruno. Estreia dia 8 de março no Teatro da Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi, aquele em que rolou a polêmica do rolezinho...

coluna amanda acosta leandro luna Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Amanda Acosta e Leandro Luna: eles reforçam agora o elenco de Vingança - Fotos: Divulgação

Novatos veteranos
Amanda Acosta e Leandro Luna são os novos integrantes do musical nacional Vingança, em cartaz no CCBB do centro de São Paulo. Ambos são experientes no mundo dos musicais. Amanda foi protagonista do celebrado My Fair Lady, em 2007. Já Luna integrou o time de Priscilla, Rainha do Deserto, em 2012, outro musical que marcou história. A chegada deles no musical com canções dos mestres da MPB foi celebrada pelas produtoras Selma Morente e Célia Forte, que entendem do riscado.

Troféu
A Cia. Loucos do Tarô marcou para o dia 8 de abril a entrega do Troféu Inspiração do Amanhã. Ele é concedido desde 2012 a artistas e personalidades que apoiam a cultura e inspiram crianças e jovens do futuro dentro de suas respectivas áreas. A festa será no Teatro Augusta, em São Paulo. O tema será O Verdadeiro Orgulho de Ser Brasileiro.

Fim de papo
Ruy Filho deu por encerrada a polêmica que ele levantou sobre o Fomento ao Teatro. Mesmo assim, o assunto segue na boca do povo.

coluna ONataldeHarry02.foto grafo Fabio Stachi Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Marat Descartes vive quarentão solitário que sofre muito na noite de Natal - Foto: Fabio Stachi

Solidão, que nada
Marat Descartes volta a encenar a peça O Natal de Harry, de Steven Berkoff. A reestreia está marcada para 1º de março, às 19h30, no Sesc Ipiranga, onde fica até 26 de abril. Georgette Faddel dirige o texto sobre um solitário quarentão angustiado na noite de festas. Tadinho.

Bebê a bordo
Angela Ribeiro levou seu pequeno Joaquim para a recepção aos novos alunos da EAD, a Escola de Arte Dramática da USP. Ele completou oito meses nesta semana e segue mais fofo do que nunca.

AquelesDois Foto 02 DiegoPisante Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Aqueles Dois com a Luna Lunera é montagem definitiva para texto de Caio Fernando Abreu: grupo mineiro faz apresentações em SP - Foto: Diego Pisante

"El día que me quieras..."
Nesta sexta (21), às 21h, e sábado (22), 20h, acontecem as últimas apresentações da peça Aqueles Dois, da Cia. Luna Lunera, no Sesc Santo Amaro, em São Paulo. O grupo de Belo Horizonte termina sua ocupação no lugar neste fim de semana. O texto, aclamado pela crítica no Festival de Curitiba de 2008, é do grande Caio Fernando Abreu. A montagem dos rapazes mineiros é definitiva e obrigatória.

Fim de festa
Termina neste sábado (22) a temporada da peça Desamor, de Walcyr Carrasco, com o ator Dionisio Neto. Lucia Segall assina a direção. O ingresso é R$ 30 e só aceitam dinheiro. As duas últimas sessões acontecem nesta sexta e sábado, 21h, no Estúdio Terra Forte, na rua Capote Valente, 703, em São Paulo. Vai, gente.

coluna mae de dois Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Flávia Monteiro e Rebeca Reis vivem as histórias do livro de Maria Dolores - Foto: Divulgação

Filho meu
Maria Dolores, jornalista e escritora querida da coluna, manda avisar que a peça Mãe de Dois, baseada em seu livro e blog, fica em cartaz no Teatro Gazeta, em São Paulo, até 6 de abril. Luiz Antonio Pilar dirige Flávia Monteiro e Rebeca Reis. Tem sessão sexta, 22h45; sábado e domingo, 20h. A obra conta a história de duas gravidezes em momentos distintos: a primeira, na adolescência, e a segunda, na vida adulta. Para quem não sabe, Maria Dolores é autora da biografia Travessia – A Vida de Milton Nascimento.

Corra
Termina no próximo dia 28 a temporada da peça 4 Estações no Espaço dos Satyros 1, na praça Roosevelt, em São Paulo. A obra tem Vinícius Piedade e Gabriela Veiga e já viajou para a África e a Bolívia. A dupla se divide entre oito personagens que se encontram nas quatro estações do ano. Piedade assina também texto e direção. Tem sessão sexta e sábado, sempre às 22h. O ingresso custa R$ 30 a inteira e R$ 15 a meia-entrada. Estão todos convidados.

coluna cemiterio Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Teatro Cemitério de Automóveis tem mostra Peças du Mal com direção de Bortolotto - Fotos: Divulgação

Coisas de Lulu
Queridinha do diretor Mario Bortolotto, a atriz Lulu Pavarin estreia nova peça neste domingo (23), às 20h30, no Cemitério de Automóveis (r. Frei Caneca, 384, São Paulo). Chama-se Clavículas, de Cristiano Baldi. Ela faz parte da mostra Peças du Mal, que tem também outras duas montagens, todas dirigidas e adaptadas por Bortolotto: Ovelhas que Voam se Perdem no Céu (sexta, 21h30), de Daniel Pellizzari, e Dentes Guardados (sábado, 21h30), de Daniel Galera. Lulu adianta para a coluna uma das falas da peça: "Sempre que eu fico depressiva eu como sabão em pó". Danada.

Loira nova no pedaço
A nossa mestre do humor Bete Dorgam está de visual novo, como registrou nesta semana nosso Bob Sousa. Ficou loiríssima para seu próximo trabalho. Aguardemos novidades...

coluna bete dorgam bob sousa Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Bete Dorgam: ela ficou loira para fazer um novo trabalho - Foto: Bob Sousa

Obrigado
Após as férias, não tenho como deixar de agradecer ao competentíssimo trabalho que a jornalista Bruna Ferreira fez no último mês, quando esteve à frente deste espaço. Muito obrigado!

miguel arcanjo prado bruna ferreira foto eduardo enomoto Por trás do pano – Rapidinhas teatrais

Miguel Arcanjo Prado e Bruna Ferreira na redação do R7: volta das férias - Foto: Eduardo Enomoto

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Elder 164 Entrevista de Quinta – Elder Fraga transforma conto de Plínio Marcos no curta Os Bons Parceiros

O cineasta, ator e produtor Elder Fraga: curta com violência crua de Plínio Marcos - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Na próxima terça-feira (25), o cineasta e ator Elder Fraga completará 39 anos com um presente especial: a estreia do seu quarto curta-metragem, Os Bons Parceiros, às 21h30 na sala 4 do Espaço Itaú da rua Augusta, 1.470, em São Paulo. A entrada é gratuita. O filme é baseado em um conto do jornalista e dramaturgo Plínio Marcos (1935-1999), nome forte do teatro nacional. Nesta Entrevista de Quinta, Elder falou sobre o projeto e sobre o autor, a quem conheceu pessoalmente. Leia com toda a calma do mundo.

foto 7 Vivian Fernadez Entrevista de Quinta – Elder Fraga transforma conto de Plínio Marcos no curta Os Bons Parceiros

Cena do curta Os Bons Parceiros, que estreia no dia 25 em SP - Foto: Vivian Fernandez

Miguel Arcanjo Prado - Qual a história do filme Os Bons Parceiros?
Elder Fraga - Cinco amigos da periferia resolvem em uma noite se juntar para fazer um arrastão e levantar uma grana. O curta dura 20 minutos.

Você pretende levar o filme para festivais?
A gente estreia no Espaço Itaú na Augusta e pretendo trabalhar o curta dentro e fora do Brasil. Estamos fazendo as legendas em inglês e espanhol. A partir de março queremos mandar o filme para o mundo todo.

Você tem novos projetos no cinema?
Tenho dois. Um curta, que deve se chamar Matinê e será protagonizado pelo ator Júlio Rocha, e começo os trabalhos do meu primeiro longa-metragem, que vai abordar o mundo das lutas do MMA e quero rodar em 2015.

Qual é sua relação com o Plínio Marcos?
Minha estreia profissional foi com Barrela, peça do Plínio com direção do Sergio Ferrara em 1999. Neste período pude conviver com o Plínio. Tive um contato com ele bem próximo.

Conte mais.
Ele não saía do teatro. Ele amava tanto a montagem que falou que nossa montagem Barrela "pegava no breu". A gente chegava no Teatro de Arena e ele já estava lá, sentadinho. Eu tinha 20 e poucos anos e ficava impressionado com sua figura, ali, tão perto.

cartaz Entrevista de Quinta – Elder Fraga transforma conto de Plínio Marcos no curta Os Bons Parceiros

Cartaz do filme Os Bons Parceiros, de Elder Fraga

E ele morreu no mesmo ano?
Sim. Ele morreu antes de a temporada acabar. Aí, eu comecei a ler a obra dele. Antes de morrer, ele tinha dito que queria que a gente montasse O Abajur Lilás também, mas não deu tempo de ele ver. Tinha o Fransérgio Araújo e a Esther Góes. Fizemos uma turnê grande.

E aí você virou especialista em fazer obra do Plínio?
Mais ou menos, porque depois o Antonio de Andrade me chamou para fazer O Homem de Papel e eu acabei não fazendo...

E como o Plínio voltou?
Ganhei o livro As Histórias das Quebradeiras do Mundaréu, de autoria do Plínio Marcos. Comecei a devorar esse livro e comecei a imaginar os contos em filmes, porque ele descreve os lugares, o ambiente, com aquela violência crua. E pensei: isso dá um filme. Seria legal levar Plínio para o cinema.

E como fez para conseguir os direitos?
Entrei em contato com Kiko Barros, que é filho dele, e ele me deu carta branca para fazer. A obra do Plínio é atual. Mantive a essência do conto, apenas com uma cara mais moderna. Coloquei cenas de 3D e animação.

Foi difícil lançar o curta?
Rodei o filme dois anos atrás, sem apoio nenhum. Eu tentei editais, mas estava muito difícil. Consegui juntar alguns parceiros do cinema para produzir de forma independente.

Quem compõe o elenco?
Já tinha uns nomes na cabeça, porque gosto de chamar eu mesmo os atores. Já tinha trabalhado com o Luciano Quirino na série 9mm [Fox], e o convidei para ser o Fogueira, que é o chefão dos bandidos. Depois fui atrás de um ator bacana para fazer um antagonista. Estava no festival com outro filme meu, Nigéria, e o Thogun falou que queria trabalhar comigo. Sou fã dele do Tropa de Elite e de O Palhaço. E tem ainda o Ricardo Gelli, o Laerte Késsimos, o Daniel Torres e o Johnnas Oliva. Chamei o Bruno Giordano para fazer a preparação do elenco.

Além de cineasta e ator, você também é produtor teatral. Como é isso?
Sempre fui ator. Eu me formei no Indac, onde tive o primeiro contato com o Sérgio Ferrara. De lá ele me convidou para fazer o Barrela. Depois, eu fiz uma sequência de espetáculos com ele, e ele me convidou para abrir uma produtora: Fraga e Ferrara Produções em 2006. E daí de lá para cá eu comecei a produzir tudo que ele faz. Aí não consegui mais atuar, porque sempre achei muito difícil atuar e produzir ao mesmo tempo. Sempre prefiro fazer uma coisa de cada vez, para que saia bem feita.

foto 4 Vivian Fernadez Entrevista de Quinta – Elder Fraga transforma conto de Plínio Marcos no curta Os Bons Parceiros

Os Bons Parceiros mostra um grupo de amigos bandidos em uma noite louca - Foto: Vivian Fernandez

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foto9 Ex aluna, Lilia Cabral homenageia professores da Escola de Arte Dramática da USP, a EAD

Edwin Luisi, Iacov Hillel e Lilia Cabral: homenagem na EAD da USP - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos de  BOB SOUSA

A noite da última terça-feira (18) foi de festa na Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo, na Cidade Universitária, na capital paulista. A EAD recebeu os 20 novos estudantes de seu curso de teatro, o mais tradicional do País.

Para tanto, a direção resolveu promover uma cerimônia de homenagem a professores que fazem parte da história da instituição e convidou ex-alunos de sucesso para a celebração, time foi capitaneado pela atriz Lilia Cabral.

foto1 Ex aluna, Lilia Cabral homenageia professores da Escola de Arte Dramática da USP, a EAD

O ator Luiz Damasceno e a produtora da EAD Bertha Heller durante a cerimônia em São Paulo - Foto: Bob Sousa

O diretor da EAD-USP, José Fernando Azevedo, contou ao R7 que o objetivo era “celebrar a Escola” e que, para isso, “é preciso entender como ela se tornou esta referência em sua área”.

— É uma maneira de remeter aos que estão chegando nesta turma 66 a uma tradição.

O ator Edwin Luisi também participou da homenagem. E ficou empolgado ao ver a turma jovem reunida.

— Olha, eu tenho uma inveja danada destes meninos que estão ingressando na EAD agora. Se pudesse, começaria tudo de novo. Na Escola de Arte Dramática encontrei amigos para a vida inteira. É um período de grandes descobertas. Foi uma emoção enorme voltar aqui e ver como a escola está bonita e bem equipada.

Lilia Cabral também se emocionou com o reencontro, como contou ao R7.

— Fui aluna e convivi com estes professores que foram homenageados. Como não estava trabalhando na TV, fiz questão de participar, porque é uma celebração singela e carinhosa, marcada pelo afeto.

foto8 Ex aluna, Lilia Cabral homenageia professores da Escola de Arte Dramática da USP, a EAD

O ator Celso Frateschi, professor da EAD, discursa no teatro da escola - Foto: Bob Sousa

Além de Cabral e Luisi, o grupo de ex-alunos também contou com Bete Dorgam, Camilo Schaden, Cristiane Paoli Quito, Eliana Fonseca, Eliana Guttmann e Luis Mármora.

Foram homenageados os professores Antonio Luiz Januzelli, Claudio da Veiga Lucchesi, Iacov Hillel, Luiz Roberto Damasceno, Nanci Fernandes, Rachel Araújo de Baptista Fuser, Renata Pallottini e Yolanda Amadei.

foto12 Ex aluna, Lilia Cabral homenageia professores da Escola de Arte Dramática da USP, a EAD

O diretor da EAD José Fernando Azevedo (ao centro, de verde claro) propõe um brinde - Foto: Bob Sousa

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ruy filho fomento ao teatro Artista acusa comissão do Fomento ao Teatro de não ler projeto enviado; Prefeitura de São Paulo nega

Diretor Ruy Filho acusou, nesta semana, comissão julgadora do Programa de Fomento ao Teatro da Prefeitura de São Paulo de não ler projeto enviado por ele — e recusado — em 2012 - Fotos: Reprodução

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Uma polêmica em torno da Lei de Fomento ao Teatro de São Paulo movimenta a classe teatral. O detonador do estopim foi o diretor paulistano Ruy Filho, da Cia. Antro Exposto, que também edita a revista teatral Antro Positivo - leia entrevista exclusiva com ele ao fim desta reportagem.

Filho acusou a comissão julgadora da Lei de Fomento ao Teatro de São Paulo – que concede ajuda financeira para projetos na área teatral – de não ler o projeto enviado por ele. A declaração, feita no Facebook, é contestada pela Prefeitura de São Paulo, que reitera que todos os projetos enviados foram analisados. Diz Ruy Filho:

— Fiz uma pequena provocação. Mandei as vias todas lacradas [...]. O curioso é que quando fui retirá-los, nenhum havia sido aberto, pois não teriam como ver os projetos sem rasgar os envelopes. Tenho todos intactos aqui comigo. Ainda lacrados. Guardo-os como uma espécie de alerta sobre algumas pessoas que participaram daquela comissão.

Apesar de não mencionar em sua acusação, feita no último dia 15, o R7 apurou que o projeto ao qual Filho se refere foi inscrito no ano de 2012. O artista não explicou por que só agora trouxe a questão ao conhecimento público.

Acusações despertam polêmica

As declarações de Filho já geram repercussão na classe teatral. Carlos Canhameiro, diretor da Cia. Les Commediens Tropicales, resolveu entrar no assunto, também na mesma rede social, e questionou a acusação do colega, incluindo as fotos dos envelopes fechados postadas pelo editor da Antro Positivo.

— Qualquer investigação séria descartaria as fotos como prova da acusação feita. Fotos como as portadas por Ruy Filho podem ser forjadas facilmente.

Os membros da comissão julgadora da 20ª edição da Lei do Fomento, implicitamente acusados por Ruy Filho, são Berenice Raulino, que assumiu a função de presidenta da comissão na 20ª edição, Valmir Santos, Expedito Araújo, Silvia Fernandes, Beth Néspoli, Mirian Rinaldi, Tin Urbinatti.

Após as declarações de Canhameiro, Ruy Filho manteve sua fala de que os envelopes nunca foram lidos.

— Peguei fechado, vou fazer o quê? Eu só tenho dúvidas, e espero que Carlos encontre as respostas [...] Se tivermos respostas para tudo será realmente incrível. E falo isso de peito aberto.

"Cretinice"

Kil Abreu, crítico teatral e curador de teatro do Centro Cultural São Paulo e que já participou de comissões julgadoras da Lei de Fomento ao Teatro, saiu em defesa dos acusados por Filho.

— Só a cretinice pode justificar que alguém fantasie que há má fé no trabalho de uma comissão que tem Berenice Raulino, Valmir Santos, Silvia Fernandes, Beth Néspoli, Mirian Rinaldi e Tim Urbinati - artistas, pesquisadores, críticos e mestres conhecidos de todos os que trabalham com o teatro em São Paulo. [...] Já havia decidido parar de dar gás a essa estupidez, mas quando a coisa começa a fazer escola a melhor ação, sempre, é tentar esclarecer.

Beth Néspoli, jornalista especializada em teatro que integrou a comissão acusada, pediu calma aos integrantes da classe artística e lembrou da importância da Lei de Fomento ao Teatro, criada em São Paulo há 12 anos e referência em todo o Brasil.

—O Programa de Fomento ao Teatro é importante, é uma conquista da cidade e do teatro. Quem sabe disso não será nunca leviano ou negligente no trato com os projetos. Tenho certeza disso. Eu conheço um professor que quando a turma está agitada diz em tom grave e manso: serenai, serenai. É o meu apelo.

Procurada pelo R7, a assessoria da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de São Paulo, responsável pelo Fomento ao Teatro, se manifestou por meio da seguinte nota.

— A Divisão de Fomentos da Secretaria Municipal de Cultura esclarece que o processo de seleção dos projetos inscritos nos editais do Programa Municipal de Fomento ao Teatro respeitou integralmente a Lei nº 13.279/2005, que institui esta modalidade de fomento no âmbito municipal. Uma comissão formada por sete membros com notório saber em teatro analisou todos os projetos inscritos.

Atualizado às 16H45:

"Não é uma denúncia", diz Ruy Filho ao R7

Em entrevista exclusiva ao Atores & Bastidores na tarde desta quinta (20), Ruy Filho comentou a polêmica.

— Quando peguei os envelopes, sim, estavam fechados. Uma pessoa foi agora à secretaria e pesquisou que eles mantêm o registro da inscrição com o valor do projeto, o que significa dizer que sim, ao menos um foi aberto. O que me dá um certo alívio. Não tenho todos mais, venho usando os materiais que lá estavam para outras coisas. Não tenho como dizer se foram ou não avaliados, pois o Fomento não tem obrigação de dar esse retorno. Por isso, dizer algo sobre a comissão significaria dizer sobre nada.

Ruy Filho ainda explicou por que não procurou os órgãos competentes para fazer a denúncia.

— Não tem sentido, quando não se pode provar. E nem eu posso provar que me entregaram fechados, nem o edital pode provar que me entregou abertos. Então pra quê? Não me interessou procurar ninguém, assim como não me interessa agora qualquer satisfação. Todos os meus trabalhos foram feitos sem o Fomento e continuarei a realizá-los da mesma maneira, por um motivo simples. Esse projeto envolvia uma série de desdobramentos públicos para a cidade. A imensa maioria dos meus trabalhos não faz isso. Não vou enviar aos editais, algo que seja unicamente do meu interesse produzir. Particularmente, não acho isso ético. Por isso, só enviei este, duas vezes. E só depois de tê-lo experimentado e realizado uma vez, ouvido o público e enxergado na prática sua proposição.

Filho ainda afirmou que sua primeira fala no Facebook questionando a não abertura do projeto “não é uma denúncia”.

— O que eu escrevi não é uma denúncia, é um relato. Assim como outras pessoas escreveram contando que também tiveram envelopes fechados de volta, ou que souberam dos resultados antes da divulgação. Todos são relatos. Mas parece que só o meu incomodou. Curioso isso. Denúncia se faz aos órgãos competentes, relato se faz entre amigos e onde bem se quiser.

O diretor também falou sobre ter reclamado só agora do projeto rejeitado em 2012.

— Eu disse que achava ter sido a última inscrição, mas me equivoquei. Já expliquei [no Facebook] que, na última, conversei com os jurados que me explicaram a questão dos projetos mínimos exigidos pelo edital e o alto custo do meu, o que tornava incompatível. Foi com o primeiro, então. Sinceramente, não faz a menor diferença tudo isso pra mim.

Para concluir, o artista afirmou que não quer acabar com a Lei do Fomento de São Paulo.

— Não sou contra o Fomento. Em nenhuma hipótese. Mas o formato precisa ser revisto. Não há pluralidade nos resultados, e isso é triste que aconteça. Tenho muitas questões de ordem estrutural e prática sobre o Fomento. Sobre isso escrevi a matéria para a Antro Positivo, está na edição 3. E sim, a matéria foi enviada à Secretaria de Cultura, assim como enviei ao Juca Ferreira, quando este assumiu a cadeira, e está disponível para qualquer que a queira ler.

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palhaco esio magalhaes felipe zig Palhaço pacifista protesta contra bombas burras

Esio Magalhães é o palhaço Zabobrim, que mostra à plateia o quanto a guerra é burra - Foto: Felipe Zig

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Enquanto o Brasil pega fogo, com bombas, protestos e discursos tão inflamados quanto perigosos, o público paulistano tem a última chance de conferir um poético e político olhar para a guerra no espetáculo WWW para Freedom, do grupo Barracão Teatro, no CIT-Ecum, em São Paulo. A montagem, um divertido e comovente monólogo com o palhaço Zabobrim, personagem criado pelo artista Esio Magalhães, encerra temporada no próximo domingo (23). Leia a crítica:

Ésio Magalhães é o palhaço da nossa geração

Talento genuíno para o humor é coisa rara. Divertir, de verdade, uma plateia, enquanto a faz refletir é dádiva que poucos artistas conseguem levar a contento. Pois Esio Magalhães é um dos grandes do humor brasileiro.

Na pele do palhaço Zabobrim, o ator surge no palco em WWW para Freedom, espetáculo concebido e dirigido por ele. Com dramaturgia assinada com Tiche Vianna, sua companheira no Barracão Teatro, ele conta a história do palhaço enviado a uma guerra em nome da liberdade.

esio magalhaes 2 foto eduardo enomoto maio 2013 Palhaço pacifista protesta contra bombas burras

De cara limpa: Esio Magalhães atua na peça WWW para Freedom em São Paulo - Foto: Eduardo Enomoto

A montagem é um duro cutucão na invasão norte-americana ao Iraque, em 2003, quando George Bush deu a desculpa esfarrapada de que Saddan Hussein – a quem matou – estava produzindo armamentos nucleares de destruição de massa; fato jamais comprovado.

Mas o tom político da peça não é duro. Nem didático. Ele se mistura às risadas fartas da plateia, em consonância com o carisma de Esio Magalhães. Dono de invejável preparo físico e de uma autêntica percepção do outro, ele hipnotiza a todos e os conduz no caminho de seu personagem, em conflito diante do comportamento durão que o mundo bélico exige e sua real propensão à brincadeira.

O espetáculo encontrou soluções poéticas singelas e fortes, como a cena do bombardeio aéreo feita por frágeis aviões de papel que deslizam suaves pelo céu do palco.

O palhaço de Esio Magalhães brinca todo o tempo com o ridículo do homem, mostrando a real beleza que mora na simplicidade. Esio tem a magia de conseguir despertar a criança em cada um dos espectadores, sem em momento algum infantilizá-los. O que ele traz à tona é uma pureza esquecida e uma gama de valores humanistas que vêm sendo perdidos diante da crueza da vida, da parafernália tecnológica, do individualismo exarcebado, da violência.

Esio Magalhães nos mostra o quanto é bonito olhar para o outro e se importar com ele de fato. E o quanto um sorriso que brota em nossos lábios de forma genuína nos faz mais felizes. Sem sombra de dúvida, Esio Magalhães é o palhaço de nossa geração.

Leia entrevista exclusiva com Esio Magalhães

WWW para Freedom
Avaliação: Ótimo
Quando: Sexta e sábado, 21h, domingo, 20h. Até 23/2/2014
Onde: CIT – Ecum (r. da Consolação, 1623, Metrô Paulista, São Paulo, tel. 0/xx/11 3255-5922)
Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Classificação etária: 12 anos
Avaliacao Otimo R7 Teatro PQ Palhaço pacifista protesta contra bombas burras

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lilia cabral caio castro Lilia Cabral promete bronca em Caio Castro

Lilia Cabral foi mãe de Caio Castro na TV: ela vai dar bronca no rapaz - Foto: Renato Rocha Miranda

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Assim como outros grandes artistas, a atriz Lilia Cabral parece não concordar com a recente declaração polêmica de Caio Castro. O moço disse para a jornalista Marilia Gabriela que não gosta de teatro nem de ler.

Nomes como Carlos Vereza, Miguel Falabella e Pedro Paulo Rangel já criticaram publicamente a postura do rapaz. Este último o chamou de "anta". Laura Cardoso, que tem 60 anos de carreira, o chamou de "ignorante". Rosamaria Murtinho disse que sente pena do jovem.

Lilia, que foi mãe do ator na novela Fina Estampa, se encontrou com o Atores & Bastidores na noite desta terça (18), na Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo, onde participou, juntamente com outros ex-alunos de destaque, de uma homenagem a nomes importantes da instituição e das boas-vindas aos 20 novos estudantes do mais prestigiado curso teatral do País.

O R7 perguntou para a atriz se ela tinha opinião sobre as famigeradas frases de Caio e o que gostaria de dizer a ele. Lilia respondeu à pergunta com cara de quem vai dar bronca no rapaz assim que encontrá-lo.

— Eu tenho opinião, sim, mas prefiro que ele saiba diretamente da minha boca e não pela imprensa. Então, vou falar diretamente para ele quando encontrá-lo, pois já fui mãe dele uma vez e tenho intimidade para isso.

edwin luisi Lilia Cabral promete bronca em Caio Castro

Edwin Luisi: "Teatro é para pessoas especiais, não para Caio Castro" - Foto: Reinaldo Marques

Na novela em que Lilia contracenou com Caio Castro, o jovem de barriga tanquinho fez o filho ingrato que tem vergonha da própria mãe.

"Teatro é para pessoas especiais, não para Caio Castro"

O ator Edwin Luisi, que também estava na homenagem da EAD na USP, onde estudou teatro, comentou sobre o assunto com a reportagem.

— O Caio Castro falou que teatro não é para ele. Ele está certo. Porque o teatro é para pessoas especiais e, definitivamente, esse rapaz não está à altura do teatro.

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Foto Joao Caldas Fº 47920 Cinco mulheres escancaram as paixões e os desapontamentos em Dançando em Lúnassa

Cinco mulheres mudam as vidas após chegadas inesperadas - Foto: João Caldas/Divulgação

Na cidade fictícia de Ballybeg, ano de 1936, as chegadas do rádio e de um missionário vindo da África transformam as vidas de cinco mulheres para sempre. Em meio a uma sociedade rural em processo de industrialização, cinco irmãs vão ter as paixões, os afetos e os desapontamentos escancarados. Toda a estrutura familiar antiquada daquela família vai desmoronar, para que elas possam desempenhar papéis fundamentais e até revolucionários.

Dançando em Lúnassa reestreia nesta quarta-feira (19), no Viga Espaço Cênico, e fica em cartaz até o dia 10 de abril deste ano. O espetáculo é da Cia Ludens com direção de Domingos Nunez e texto de Brian Friel.

A peça foi encenada pela primeira vez no Brasil em 2004, pela mesma companhia, mas já fez sucesso no mundo todo. O espetáculo de Friel já esteve na Broadway e foi adaptado para o cinema em um filme com a tarimbada Meryl Streep.

No elenco estão Denise Weinberg, Sandra Corveloni, Clara Carvalho, Mário Borges, Renato Caldas, Fernanda Viacava, Isadora Ferrite e Bruno Perillo.

Dançando em Lúnassa
Quando: quartas e quintas, às 21h. Até o dia 10/04/2014
Onde: Viga Espaço Cênico (r. Capote Valente, 1.323, metrô Sumaré, São Paulo, tel. 0/xx/11 3801-1843)
Quanto: R$ 30
Classificação etária: 12 anos

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Foto Joao Caldas Fº 80012 Médico usa vibrador para curar mulheres histéricas enquanto diverte a plateia

Um médico tenta curar mulheres histéricas com um vibrador - Foto: João Caldas/Divulgação

Quase no fim do século XIX, um médico decide experimentar o uso da eletricidade na cura de mulheres histéricas que chegam ao seu consultório. Enquanto ele fica admirado com o potencial da tecnologia, elas descobrem o prazer pelo estímulo de um vibrador.

Falando de sexo com elegância, a comédia No Quarto ao Lado, O Espetáculo do Vibrador encerra a temporada no Teatro Jaraguá, em São Paulo, neste fim de semana.

Com direção de Yara Novaes e texto da norte-americana Sara Ruhl, a peça conta ainda com Daniel Alvim, Marisol Ribeiro, Julia Lanina, Luciano Gatti, Rafael Primot, Maria Bia e Fafá Rennó.

Daniel Alvim é Dr. Givings. O personagem rendeu ao ator o título de muso do teatro do R7 em dezembro do ano passado. Ele é um jovem médico que aplica um vibrador nas zonas erógenas da mulheres para testar as propriedades terapêuticas. Enquanto consegue resultados “arrasadores” com suas pacientes, sua mulher, Catherine, fica ouvindo tudo atrás da porta, esperando a chance de ter uma relação mais humana e conectada com o amado.

Yara encarou o desafio de transformar um fato histórico em uma comédia leve, que fala também sobre a emancipação feminina e a conquista do prazer.

— A mulher maravilhada com a descoberta do orgasmo e o homem encantado com a invenção da eletricidade. Esse descompasso ecoa até hoje, porque os homens ainda desconhecem o corpo feminino. Homem e mulher não percorrem, juntos, o mesmo caminho, e é justamente isso que o texto da peça propõe: vamos fazer juntos?

Foto Joao Caldas Fº 80441 Médico usa vibrador para curar mulheres histéricas enquanto diverte a plateia

Daniel Alvim é o muso do teatro do R7 de dezembro - Foto: João Caldas/Divulgação

No Quarto ao Lado, O Espetáculo do Vibrador
Quando: 21, 22 e 23 de fevereiro, 21h30, 21h e 19h. Último fim de semana
Onde: Teatro Jaraguá - Novotel Jaraguá (r. Martins Fontes,71, Bela Vista, São Paulo, tel. 0/xx/11 3255-4380)
Quanto: R$ 50 a R$ 60
Classificação etária: 14 anos

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