encerramento copa getty Crítica: Encerramento supera abertura da Copa, mas ainda fica devendo

Festa de encerramento da Copa do Brasil 2014: Shakira, com o filho, Alexandre Pires, Carlinhos Brown e Ivete Sangalo no palco do Maracanã - Foto: Getty Images

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A festa de encerramento da Copa do Brasil 2014, neste domingo (13), no Maracanã, foi um pouco melhor do que a fraquíssima abertura no Itaquerão, em São Paulo.

Mesmo assim, passou longe da grandeza das festas populares que o Brasil sabe fazer tão bem e pelas quais é conhecido no mundo inteiro.

Ainda prevaleceu um ar de apresentação de alunos de escola primária, com evoluções fracas e buracos gigantescos no gramado do estádio.

Enxuto, o encerramento foi calcado sobretudo no carisma da colombiana Shakira e da baiana Ivete Sangalo: a primeira, que levou seu bebê para o palco, entoou seu hit extra-oficial da Copa, a segunda, seus velhos sucessos do tipo "tira o pé do chão".

A Acadêmicos da Grande Rio representou o samba, mas sem nenhuma evolução marcante, a não ser as baianas empunhando bandeiras das nações participantes do Mundial. O resto foi o básico que se vê em qualquer destes shows turísticos para gringo ver.

Carlinhos Brown aproveitou bem a exposição ao lado de Shakira e bradou seu "la la la". Alexandre Pires também fez uma apresentação correta, mas nada empolgante.

As coreografias apresentadas foram simples, algo bem longe do excessivo gingado costumeiro do brasileiro.

E, claro, se houvesse o quesito evolução em um possível julgamento da abertura e do encerramento da Copa, certamente haveria eliminação, tamanhos os buracos evidentes. A impressão seria como ver a maioria da escola que ensaiou faltar ao desfile.

Ver a Fifa fazer duas festas com tanta pobreza cênica e falta de criatividade contrasta com o País que sediou a Copa, no qual parte da população já nasce requebrando e até existe um Estado onde ninguém nasce, mas estreia. Mas já foi. Tem gente que não aprende com os erros. Fazer o quê?

Festa de Encerramento da Copa do Mundo do Brasil 2014
Avaliação: Regular
Avalicacao Regular R7 Teatro PQ Crítica: Encerramento supera abertura da Copa, mas ainda fica devendo

encerramento copa getty 2 Crítica: Encerramento supera abertura da Copa, mas ainda fica devendo

Gramado do Maracanã ficou repleto de buracos durante a festa - Foto: Wagner Carmo/STR/Gazeta Press

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leo kildare louback Ator que morou na Alemanha vai torcer pela Argentina na final da Copa do Mundo do Brasil 2014

O ator Léo Kildare Louback na Alemanha: ele vai torcer pela Argentina - Foto: Arquivo pessoal

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Apesar de ter morado mais de um ano na Alemanha, o ator, diretor e dramaturgo Léo Kildare Louback, da Sofisticada Cia. de Teatro, de Belo Horizonte, revelou ao Atores & Bastidores do R7 que vai torcer pela Argentina. Nesta final de Copa do Mundo no Brasil 2014, neste domingo (13), no Maracanã, ele prefere os hermanos, e explica o porquê. Veja a entrevista:

Miguel Arcanjo Prado — Como foi ver a Alemanha ganhar do Brasil de 7 a 1?
Léo Kildare Louback —
Não vi. Ouvi. E logo recebi algumas mensagens de amigos alemães, que não resistiram e debocharam, me perguntando como eu estava me sentindo. Engraçado. Pra mim, dá igual. Mas interessante ter que responder para amigos sobre a sensação de derrota. Por se tratar da Alemanha, país que tenho imensas afinidades, eu não consigo tampouco ficar triste. É bom ver alemães comemorando em êxtase. Eles lotaram o Brandenburger Tor, em Berlim, festejando. É uma euforia não costumeira de se ver.

hamburgo 2 Ator que morou na Alemanha vai torcer pela Argentina na final da Copa do Mundo do Brasil 2014

Hamburgo, na Alemanha, onde Kildare viveu - Foto: Divulgação

Miguel Arcanjo Prado —Para quem vai torcer neste domingo?
Léo Kildare Louback — Para a Argentina, pois me solidarizo mais pelos hermanos que pelos Brüder. Sinto-me mais envolvido pela cultura latina seja como for e futebol pertence, assim como todo esporte, à formação de uma cultura. Não legitimo essa rivalidade inventada entre Argentina e Brasil, mas sei que após uma possível vitória e o título, teremos que aprender a administrar nossa momentânea “desvantagem” como derrotados nos campos, para compartir de boas vibrações para nossa vizinha. Além disso, sabe-se, pelo que se pode já observar nas redes sociais, que muita gente vincularia uma possível vitória alemã a questões de caráter político e social, comparando-a com o Brasil, reavivando as Guerras Mundiais, misturando as presidentes e criando uma Angela Rousseff ou uma Dilma Merkel, pra confundir ainda mais nosso país de ideologias nebulosas. Não podemos ter um país europeu desenvolvido como campeão de mais nada, porque o bom exemplo dele vira um descontentamento irracional e pouco analítico de boa parte da população brasileira.

Miguel Arcanjo Prado — Por que você morou na Alemanha?
Léo Kildare Louback — Morei em Hamburgo pouco mais de um ano. Fui em 2008 e voltei em 2009, como parte do meu intercâmbio. Sou formado em Língua e Literatura Alemã pela UFMG [Universidade Federal de Minas Gerais] e precisava ver por dentro como a estrutura linguística e cultural daquele país se manifestava. Foi determinante sentir essa experiência, no sentido nietzschiano de atravessamento no corpo, para me familiarizar com tudo aquilo que, na universidade, eu só via na teoria.

Miguel Arcanjo Prado — Qual a principal característica da cultura alemã?
Léo Kildare Louback — Há um distanciamento aparente que os faz serem chamados de frios. Uma vez falei com um amigo de Berlim que os alemães eram frios, mas esquentavam com o tempo. Ele ficou revoltado e disse, que a palavra “frio” significava algo bastante pejorativo para eles, a que eles não gostavam de ser vinculados. Depois fui entender que era outra coisa. Eles demoram a se tornar amigos, mas quando são, é pra toda vida, mesmo.

Miguel Arcanjo Prado —O que você mais gosta na cultura alemã, por quê?
Léo Kildare Louback — O afã das pessoas em geral por adquirir conhecimento. Teatro, óperas, concertos, festivais de música que vão do electro ao erudito, cinema, literatura e ciência se conjugam em um mix de coisas que conduz a sociedade ao esclarecimento, a partir dessa educação que vai além da sala de aula. Saber como forma de bem, para eles é tão ou mais sólido que o patrimônio físico que se possa adquirir. A famosa disciplina alemã é muito baseada nisso, para além da pontualidade ou sinceridade, por exemplo. É uma disciplina que precisa ser adquirida por quem deseja se munir de argumentos e esclarecimento sobre seu país e as questões que perpassam a história e a atualidade do mundo, em geral. É um país onde o acesso aos bens imateriais é de extrema relevância para o bem-estar dos que ali vivem, inclusive os estrangeiros.

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bonner poeta Globo joga culpa do fracasso do Brasil na Argentina

Bonner bufa na bancada do Jornal Nacional após Argentina chegar à final - Foto: Reprodução/Globo

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O espetáculo foi deplorável. Com o mocinho da história se revelando vilão para seus fãs, desmontando sonhos e expectativas de glória.

A seleção brasileira encerrou, neste sábado (12), sua participação na Copa do Mundo do Brasil 2014 de forma deplorável. O quarto lugar depois de deixar a Holanda fazer 3 a 0 já nem assustou a cansada torcida brasileira que viu, na terça (8), seu país perder de 7 a 1 para a Alemanha nas semifinais do Mundial.

O que chama a atenção nos últimos dias, tanto quanto nossa vergonhosa seleção, é o intuito da Globo em jogar parte da culpa da mediocridade apresentada pelo nosso futebol nas costas da Argentina. Mesmo que isso não faça nenhum sentido.

A tática da Globo, que detém os direitos de transmissão do futebol brasileiro, é clara: empurrar a revolta que brasileiros estão tendo de sua própria seleção para os hermanos. Assim, tenta preservar o que ainda sobra de seu bem precioso, com o qual tanto dinheiro ganha. Para não perder seu público cativo, a Globo faz a baixeza de culpar que não tem culpa nenhuma.

Nestes últimos dias, a emissora, parceira de longa data da CBF e da Fifa, passou dos limites em atuações questionáveis de sua equipe. No dia em que a Argentina foi classificada, como noticiou a colunista do R7 Fabíola Reipert, o apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, rompeu o padrão do próprio noticiário que afirma ser imparcial, ao emitir opinião clara sobre uma notícia sem usar o formato de editorial. Usou seu espaço privilegiado para dizer, como se estivesse em uma mesa de bar, que não gostou da Argentina ter chegado à final. Sua colega de bancada, Patrícia Poeta, no mesmo dia, seguiu seu editor-chefe, e abriu o JN dizendo: "A dor de nossa derrota é agravada por nossos rivais".

Como bem observou o colega jornalista Mauricio Stycer, a Globo manipulou, inclusive, a fala de nosso craque Neymar, quando, para surpresa da emissora, ele afirmou que vai torcer para a Argentina ganhar a Copa do Brasil, porque é amigo de Messi e Mascherano. O mesmo Jornal Nacional editou a fala para que parecesse exatamente o contrário do que ele disse.

Afinal, na visão da Globo, o vilão da Copa não é nossa fraca seleção, tampouco seu técnico, Felipão, desde o começo colocada por ela nos papéis de mocinhos. A emissora já escalou há muito tempo o malvado desta história: a Argentina. E, pelo jeito, não pretende mudar seu roteiro do espetáculo às vésperas de cair o pano.

brasil3 Globo joga culpa do fracasso do Brasil na Argentina

Holanda faz o segundo gol em cima do Brasil em Brasília, neste sábado (12); final foi de 3 a 0 para os europeus, o que nos deixou no quarto lugar da Copa realizada em nossa casa - Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

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divulgação  Cogitação Feita de Farinha Leite e Ovos Relatos de sonhos de artistas viram peça em SP

Peça com artistas saídos da ELT está em cartaz em São Paulo até 3/8 - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Imagine só um grupo que se reúne todos os dias para contar o que sonhou na noite anterior. Foi mais ou menos assim o processo criativo da peça Cogitação Feita de Farinha, Leite e Ovos, que está sendo encenada na Casa Livre, em São Paulo.

Os artistas, todos saídos da Escola Livre de Teatro de Santo André, no ABC Paulista, misturaram variadas linguagens artísticas a seus sonhos: entrou na jogada o teatro físico e a linguagem do palhaço.

A obra traz dois trabalhadores em situações distintas. Um, chamado de Sonhador, não dorme para vender suas horas de trabalho e tentar comprar sonhos. Já o outro, Morfeu, quer fazer uma revolução e tomar o poder.

A peça teve colaboração de Pedro Mantovani e do diretor Luís Fernando Marques, o Lubi do Grupo XIX de Teatro.

A montagem integra o projeto Festival Pé Dentro, Pé fora, criado pela atriz Cibele Forjaz para expor trabalhos de atores iniciantes na carreira.

No elenco, estão Daniel Gregório, Jonathan Well e Karen Lenv. Esta última é também a autora do texto.

Cogitação Feita de Farinha, Leite e Ovos
Quando: Sábados e domingos, às 19h. Até 3/8/2014
Onde: Casa Livre (rua Pirineus, 107, Barra Funda, São Paulo, 0/xx/11 3257-6652.
Quanto: R$ 16
Classificação etária: 14 anos

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coluna sala de estar Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Peça Sala de Estar tem seis segredos revelados ao público - Foto: Marco Aurélio Olímpio

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Conta tudo!
O Grupo Sobrevento estreia nova peça em 19 de julho em São Paulo. Sala de Estar fica em cartaz até 31 de agosto, em sua sede, na rua Coronel Albino Bairão, 42, na Mooca. E o melhor: de graça. Sábado e domingo, 18h e 20h. Em cena, seis atores revelam seis segredos inconfessáveis. Promete que não conta pra ninguém!

Agenda Cultural

samira lochter Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

A atriz Samira Lochter conseguiu ingresso para ver o novo espetáculo de Bob Wilson - Foto: Miguel Arcanjo Prado

Correria
Muita gente tentou. Mas nem todos conseguiram comprar entradas para a nova peça de Bob Wilson em São Paulo.

Frenesi
Todo mundo quer ver o bailarino russo Baryshnikov e o astro de Hollywood Dafoe no palco do Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros. Tem gente que está até passando mal.

Ufa!
A quem interessar possa, após árdua luta, a atriz Samira Lochter conseguiu seu ingresso para ver The Old Woman - A Velha. Parabéns.

O diretor
Mudança de planos. Agora é Fabio Mazzoni quem vai dirigir a nova peça da diva cubana Phedra D. Córdoba. Vai dar o que falar...

rita gutt eduardo enomoto Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Rita Gutt como Sally Bowles no musical Cabaret, com direção de André Latorre - Foto: Eduardo Enomoto

A vida é um Cabaret, meu bem...
A atriz Rita Gutt, que canta melhor do que muita gente importante por aí, voltará a interpretar a diva Sally Bowles. O musical Cabaret volta em agosto no Espaço Cia. do Pássaro, no centro de São Paulo. O primeiro mês da temporada será com o mesmo elenco que fez sucesso na montagem um ano atrás, aquele que tinha filas gigantes na porta do Teatro Ruth Escobar.

Riso farto
A comédia Manual da Bisca volta ao cartaz para terceira temporada em São Paulo no dia 24 de Julho. Na estreia, vai comemorar a centésima apresentação. Ficará até 9 de outubro, no Teatro Maria Della Costa, na Bela Vista, sempre às quintas, 21h. Mais de 60 mil pessoas já viram o espetáculo.

Festa julina
A Casa Cult, que anda arrebentando em Ipatinga, no Vale do Aço Mineiro, faz seu primeiro arraial neste sábado (12). Começa às 19h, em frente ao  Teatro Zélia Olguin (av. Itália, 1.890, Cariru, Ipatinga). Se a coluna pudesse, marcava presença.

cleo de paris foto bob sousa Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Cléo De Páris diz que, após torcer contra o Brasil, pode fazer vilã na TV - Foto: Bob Sousa

A malvada 1
A atriz Cléo De Páris torceu tanto contra o Brasil na Copa que deu certo. O País tomou de 7 a 1 da Alemanha e ficou fora do título do Mundial. Agora, ela diz que já está preparada pra fazer sua primeira vilã televisiva.

A malvada 2
Falando nisso, Cleozinha está com Marilyn Monroe na cabeça. E cita a diva hollywoodiana: "Tenho pecados, mas não sou o diabo. Sou boa, mas não um anjo". Danada.

juliana sanches Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

A atriz e diretora Juliana Sanches: nada de rivalidade entre Brasil e Argentina - Foto: Divulgação

Viva a América Latina 1
Sobre o fim de semana de Copa, Juliana Sanches, atriz e diretora do Grupo XIX de Teatro, manda avisar: "Vou torcer muito para o Brasil no sábado. E, domingo, torcerei para a Argentina". Faz muito bem.

Viva a América Latina 2
Julianinha está dirigindo um novo espetáculo do XIX sobre a América Latina, com estreia prevista para setembro. Vai se chamar América Vizinha. Aguardemos.

Mi Buenos Aires Querido
A quem está com ódio mortal da Argentina, porque nos ultrapassou em nossa própria Copa, o ator Tadeu Ibarra tem uma opinião inquestionável: "Essa rivalidade toda é mentira que eu sei... Na primeira promoção da Gol vai todo mundo pra Buenos Aires tomar vinho, comer alfajor e dançar tango". Alguém duvida?

0800
A temporada da peça Reino, no Teatro do Sol, em Santana, é grátis no mês de julho.

Oh, Minas Gerais!
A frase é de Josie Jerônimo, jornalista mineira radicada em Brasília e que sabe tudo de tudo: "Mineiro é tão bairrista, mas tão bairrista, que usa o jingle da Rádio Itatiaia como toque do celular".

cazuza musical Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Emilio Dantas: nome foi aprovado pelos pais de Cazuza para o musical - Foto: Divulgação

Cazuzado 1
O diretor João Fonseca diz que não teve dúvidas em escolher o ator Emílio Fonseca para viver Cazuza, no musical que estreia dia 18 no Teatro Procópio Ferreira. "Desde o começo, achava que ele era o ator ideal", confessa.

Cazuzado 2
Apesar da resolução do diretor, o nome precisou passar pelo crivo de João e Lucinha Araújo, pais de Cazuza. Em tempo: o musical foi a última grande homenagem ao filho que o pai do músico viu, ainda na temporada carioca. Ele morreu em novembro do ano passado. Pai e filho verão do céu a estreia paulistana.

Bate cabeça
O ator Vinicius Piedade encarna um publicitário que perde a memória até o fim do mês no monólogo Identidade (...). No Teatro da Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis. Sábado, 20h30, e domingo, 18h30. Entrada a R$ 40 a inteira. Estão todos convidados.

Força e dor
Nenhuma forma de amor pode ser proibida. Quem vê o espetáculo de dança Bent - O Canto Preso fica por dentro disso de uma forma mais do que poética. A coreografia da Cia. Carne Agonizante tem no palco uma contundente mistura de nazismo e homossexualidade. De 17 de julho a 3 de agosto, no Kasulo, que fica na rua Souza Lima, 300, na Barra Funda, em São Paulo. E o melhor: é de graça e tem sessão quinta, sexta e sábado, 21h, e domingo, 20h. Vai, gente!

coluna bent1 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Guerra, homossexualidade e nazismo: temas fortes na dança da Cia. Carne Agonizante - Foto: FK

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record news agenda cultural Veja as dicas da Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 11/07/2014

Acima, Lidiane Shayuri e Miguel Arcanjo Prado na Agenda Cultural do Hora News, na Record News; abaixo, o ator Daniel Alvim fala sobre a peça Vidas Privadas - Foto: Divulgação

Quer se divertir? Miguel Arcanjo Prado, colunista de Cultura do Hora News, jornal apresentado por Lidiane Shayuri na Record News, dá as melhores dicas na Agenda Cultural. Tem show de Daniela Mercury e Margareth Menezes na Bahia, Karina Buhr em Belo Horizonte, Festival Internacional de Hip Hop em Curitiba, Alcione no Rio, terror e animação nos cinemas e ainda a peça Vidas Privadas, com o ator Daniel Alvim, em entrevista exclusiva no estúdio.

Com edição de Aline Rocha Soares e Cinthia Lima.

Veja o vídeo:

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simples cidade Cidade grande muda homem do interior

Marcos Reis e Letícia Tomazella estão no elenco de Simples Cidade - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Foi a obra do poema paulista Guilherme de Almeida (1890-1969) a principal fonte inspiradora do espetáculo Simples Cidade.

O modernista, com suas poesias e crônicas, falou da relação do homem interiorano com a cidade grande. E é justamente essa interação que está presente no espetáculo apresentado na casa onde o escritor viveu.

No enredo da montagem, em cartaz em São Paulo com entrada gratuita, um homem simples do interior ruma ao mundo urbano. Claro que, ao chegar na cidade grande, toma um baita susto e muda por completo. Sobretudo suas relações com o outro.

Estão no elenco Marcos Reis e Leticia Tomazella. O projeto contou com a colaboração de Janaina Silva.

Simples Cidade
Quando: Sábado, 17h. Até 26/7/2014 - Atenção! Não haverá espetáculo no dia 12/7/2014 por conta da Copa
Onde: Casa Guilherme de Almeida (r. Macapá, 187, próximo ao metrô Sumaré, São Paulo)
Quanto: Grátis
Classificação etária: 12 anos

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sebastiao milare foto bob sousa Morre crítico teatral Sebastião Milaré em São Paulo

O crítico e teórico Sebastião Milaré (1945-2014) deixa legado ao teatro - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto BOB SOUSA

Morreu, na manhã desta quinta (10), em São Paulo, o crítico, teórico e pesquisador teatral Sebastião Milaré.

Ele tinha 69 anos e estava internado no Hospital Cruz Azul, em São Paulo, onde faleceu após uma parada cardiorrespiratória.

O velório começa às 18h desta quinta, no Cemitério Jardim Colina (r. Jardim da Colina, 265), em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, onde o corpo será sepultado às 11h desta sexta (11).

O Atores & Bastidores do R7 falou com a sobrinha do crítico, Luciana Millaré. Ele não tinha filhos.

Emocionada, ela contou que a família está recebendo muitas demonstrações de carinho.

— Ele deixa um legado muito grande para a cultura brasileira. Estou só ouvindo agradecimentos da classe artística. Vai fazer muita falta.

O diretor Antunes Filho ficou muito abalado quando soube da morte do amigo. Em luto fechado, preferiu não falar.

Amigo do teatro

A atriz Amália Pereira, amiga de Milaré havia mais de 20 anos, ficou desolada com a notícia de sua morte.

Ela conta que desde que seu grupo, Teatro Kaus, partiu de São José dos Campos, no interior paulista, para São Paulo, sempre recebeu apoio do crítico. Milaré ainda a ajudou no Projeto Fronteiras, de 2009, que trouxe para o Brasil nomes como o dramaturgo espanhol Fernando Arrabal.

— Além de parceiro, era um grande amigo, que vai fazer muita falta. Foi uma pessoa muito importante para as artes cênicas, com a sua pesquisa, dedicação e amor ao teatro. Vai fazer muita falta para todos nós.

O crítico teatral, jornalista e dramaturgo Dib Carneiro Neto afirmou que a morte de Milaré é algo lamentável.

— Perdemos um crítico sério, estudioso, dedicado, inteligentíssimo, que nos deixou estudos preciosos que certamente serão úteis ainda para muitas gerações de amantes do teatro. Com ele, e graças a ele, aprendemos, por exemplo, a decifrar todos os múltiplos meandros da arte genial de Antunes Filho.

Para o fotógrafo de teatro Bob Sousa, que fez o retrato acima que ilustra essa reportagem, Milaré também "era um amigo". E revela que o crítico era um ótimo anfitrião.

— Suas festas eram sempre cheias de amigos no teatro. Ele era muito querido da classe artística. Foi um dos primeiros retratos de crítico que eu fiz, porque, para mim, ele sempre foi uma grande referência. Vou guardar com carinho os livros que ele autografou para mim.

O ator Lee Taylor, hoje no NAC (Núcleo de Artes Cênicas), conviveu de perto com Milaré nos nove anos em que atuou no CPT (Centro de Pesquisa Teatral) de Antunes Filho. Ele também lamentou a perda do intelectual.

— Milaré, além de seu papel como crítico e pensador de teatro, desvendou e registrou com rara dedicação, sensibilidade e generosidade a metodologia de Antunes. O livro Hierofania é uma obra singular, fruto de uma pesquisa incansável realizada ao longo de dez anos, uma inestimável contribuição para o teatro brasileiro.

Especialista em Antunes

Sebastião Milaré nasceu em Guapiaçu, no interior paulista, em 1945.

Era considerado o maior especialista na obra do diretor Antunes Filho, sobre quem escreveu livros definitivos.

Destacou-se como crítico teatral no começo da década de 1971. Exerceu a crítica de forma ativa até 1989.

Também foi roteirista de shows e autor de diversos livros, além de correspondente no Brasil para variadas revistas estrangeiras de cultura.

O teatro perde um de seus maiores pensadores.

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o beijo do homem Peça faz salada intelectual para falar do amor

Espetáculo O Beijo do Homem terá sessão grátis na Biblioteca Mário de Andrade, em SP - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A peça O Beijo do Homem é um verdadeiro mergulho em grandes nomes do pensamento e da escrita mundial.

O espetáculo será apresentado na próxima segunda (14), na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, às 19h, com entrada gratuita.

O texto da obra foi inspirado em nomes como Zygmunt Bauman, o papa polonês da pós-modernidade líquida, e o sociólogo francês e mito da semiótica Roland Barthes.

Não bastasse tanta pujança intelectual, a dramaturgia ainda tem pitadas da escritora brasileira Clarice Lispetor e do chileno Pablo Neruda e do argentino Jorge Luis Borges.

Na temática, o amor e a perda, tudo mergulhado no caos urbanos repleto de violência e vaidade.

A peça é do Núcleo C.U.L.T Dramaturgia, com direção de Ed Anderson. Estão no elenco, Marcelo Barranco, Marcos Valentim e Valéria Pedrassoli.

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acuriosahistoriadeFOTO lidia ueta Peça brinca com conto de fadas João e Maria

A Curiosa História De... está em cartaz neste mês de julho no Teuni, em Curitiba com versão moderninha da fábula de João e Maria - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

João e Maria vão modificar para sempre a vida um do outro. Qual será o motivo? Este é o mete do espetáculo A Curiosa História De..., que está em cartaz no Teatro Teuni, em Curitiba.

No texto de Pagu Leal, três narradores contam a história do encontro de um homem e uma mulher em uma metrópole; com diferentes pontos de vista, é claro.

A direção é de Rafael Camargo. No elenco, estão, além da dramaturga e do diretor, os atores Diego Marchioro e Martina Gallarza.

Como os nomes dos personagens entregam, a peça da Inusitada Cia. foi inspirada na clássica história de João e Maria, aqueles dois gulosos que acabam presos pela bruxa má por degustar sua casa feita de doces.

Para quem pensa que a montagem tem ares de contos de fadas, os artistas avisam que ela "tem uma reflexão crua sobre aspectos profundos da paternidade".

A Curiosa História De...
Quando: Sexta a sábado, 20h, domingo, 19h. Até 3/8/2014
Onde: Teuni - Teatro Experimental da UFPR (praça Santos Andrade, prédio histórico da UFPR, centro, Curitiba)
Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)
Classificação etária: 14 anos

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