releasereneramos1 Vídeo   Peça mistura fúria no trânsito com mitologia grega; veja entrevista com ator Rene Ramos

Rene Ramos em cena de Ulisses e Odisseu: caos urbano e mitologia - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O ator Rene Ramos encara o monólogo Ulisses e Odisseu, que estreia nesta quinta (12), às 21h, no Espaço dos Parlapatões (praça Roosevelt, 158, metrô República, São Paulo, tel. 0/xx/11 94938-3862). A temporada será toda quinta, 21h, até 30 de abril. Na obra, Ramos faz um paralelo entre o mundo estressante de hoje com a mitologia grega. Nesta entrevista, ele conta mais sobre a montagem, que também conta com direção e dramaturgia assinadas por ele. Veja o vídeo com reportagem de Miguel Arcanjo Prado, produção e imagens de Robert Mathias.

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rafinha bastos Rafinha Bastos gera revolta em alunos da SP Escola de Teatro e palestra é adiada

Aprendizes da SP Escola de Teatro não concordaram em receber Rafinha Bastos na instituição - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os estudantes da SP Escola de Teatro, em São Paulo, ficaram revoltados quando souberam que o humorista Rafinha Bastos, atual apresentador do programa Agora É Tarde, havia sido convidado pela instituição para participar de uma roda de conversa sobre humor neste sábado (14).

Os aprendizes, como são chamados os alunos da escola, se mobilizaram nas redes sociais. Expuseram montagens com fotos e frases polêmicas do comediante, acusado de ser preconceituoso com várias minorias sociais.

Os estudantes argumentaram junto à direção da SP, por meio de carta aberta que, caso Rafinha Bastos aparecesse na escola, sofreria boicote dos alunos e que estes ainda fariam protesto na porta da instituição durante o encontro.

Os aprendizes ainda lembraram que março é o mês da mulher e que Rafinha Bastos já declarou coisas como: "Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra caralho" e que, recentemente, riu e aplaudiu quando, em seu programa, o ator Alexandre Frota contou que fez sexo com uma mulher desacordada. Os estudantes ainda quiseram saber se Rafinha havia cobrado cachê da instituição e de quanto seria o valor pago.

Diante da forte pressão estudantil, a SP Escola de Teatro divulgou, na noite desta quarta (11), em seu site, que a palestra sobre humor da qual Rafinha Bastos participaria foi adiada, sem citar o episódio com os aprendizes.

A escola disse que por "compromissos artísticos inadiáveis de um dos participantes" o evento foi adiado. E não forneceu uma data futura de realização do encontro chamado Roda de Conversa e que contaria também com o dramaturgo Mario Viana, o ator e palhaço Domingos Montagner e contaria com mediação de Raul Barretto, palhaço do Parlapatões e coordenador do curso de humor da SP Escola de Teatro.

Você apoia os aprendizes da SP Escola de Teatro que não querem uma palestra de Rafinha Bastos?

  • Sim, acho que Rafinha não tem nada a ensinar sobre humor aos aprendizes de uma escola de teatro.
  • Não, acho que é importante conhecer mais sobre um artista como Rafinha e entender por que consegue sucesso no mercado atual.
 Rafinha Bastos gera revolta em alunos da SP Escola de Teatro e palestra é adiada

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Veja, abaixo, a carta aberta dos aprendizes da SP Escola de Teatro sobre o episódio Rafinha Bastos.

rafinha sp carta aberta Rafinha Bastos gera revolta em alunos da SP Escola de Teatro e palestra é adiada

Print da carta aberta dos aprendizes da SP Escola de Teatro - Foto: Reprodução

Publicação do adiamento do encontro que teria participação de Rafinha no site da SP Escola de Teatro nesta quarta (11):

rafinha sp escola de teatro Rafinha Bastos gera revolta em alunos da SP Escola de Teatro e palestra é adiada

Após protesto estudantil, SP Escola de Teatro adiou ida de Rafinha Bastos à instituição - Foto: Reprodução/Site SP Escola de Teatro

Aprendizes fizeram fotomontagem com frases polêmicas de Rafinha Bastos:

rafinha frase Rafinha Bastos gera revolta em alunos da SP Escola de Teatro e palestra é adiada

Rafinha Bastos: ele foi rejeitado pelos estudantes dos cursos da SP Escola de Teatro, que lembraram em montagens as frases polêmicas que ele já disse - Foto: Reprodução

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 Rafinha Bastos gera revolta em alunos da SP Escola de Teatro e palestra é adiada

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rodolfo garcia vazquez denise del vecchio premio shell 2015 bob sousa Saiba como foi entrega do 27º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo

Rodolfo García Vázquez, o melhor autor (ao lado de Ivam Cabral) e Denise Del Vecchio, a melhor atriz, discursam durante cerimônia do Prêmio Shell de Teatro em SP - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

Os vencedores do 27º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo foram conhecidos em cerimônia realizada no espaço Villa Vérico, na capital paulista, na noite desta terça (10).

O evento, apresentado por Mariana Lima, reuniu personalidades da cena teatral paulistana. As peças que abocanharam maior quantidade de prêmios, com dois troféus cada uma, foram Trágica.3 (atriz e figurino), Não Vejo Moscou da Janela do Meu Quarto (iluminação e direção) e Caros Ouvintes (cenário e música). Veja lista completa dos ganhadores.

Rodolfo García Vázquez, do grupo Os Satyros, subiu ao palco para receber o prêmio de melhor autor por Pessoas Perfeitas, escrita em parceria com Ivam Cabral, que não pode comparecer à festa  por estar se recuperando de tratamento médico contra um tumor.

“É uma pena o Ivam não estar aqui, mas ele está se recuperando. Pessoas Perfeitas nasceu de um roteiro de longa que transpusemos para o teatro. A participação dos atores foi fundamental neste processo”, discursou enquanto os integrantes do Satyros o aplaudiam, eufóricos.

Silvana Garcia, que levou melhor direção por Não Vejo Moscou da Janela do Meu Quarto, lembrou em sua fala que já integrou o júri do prêmio. “Já estive no júri e sei que não é um lugar confortável. Você sai daqui amado por poucos e odiado por muitos. Eu amo vocês”, disse, dirigindo-se aos jurados paulistanos: Carlos Colabone, Evaristo Martins de Azevedo, Lucia Camargo, Mario Bolognesi e Renata Melo. Ela ainda alfinetou a imprensa, lembrando que a peça “é um produção à margem, que não teve apoio da grande mídia”.

O melhor ator, Rubens Caribé, por Assim É (se lhe Parece), ficou bastante emocionado quando seu nome foi anunciado por Mariana Lima. No palco, afirmou que “quis muito esse momento”, mas que duvidou dele “até o fim”.

Já Denise Del Vecchio, que saiu do palco aos prantos, contou que este ano foi a primeira vez que havia sido convidada para uma entrega do Prêmio Shell de Teatro. Ao receber o prêmio de melhor atriz, por Trágica.3, discursou: “Estou muito emocionada e agradecida por terem me escolhido já nesta altura da minha carreira. No momento que vem um certo desânimo, vem um sopro de alegria. Acreditamos que neste momento de tanto caos e horror, o que nós fazemos no palco possa ser uma fagulha de luz”.

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Paulinho Farica, Mel Lisboa e Dário José comemoraram prêmio Inovação para a Cia. Pessoal do Faroeste - Foto: Bob Sousa

Ao receber o prêmio de Inovação, o diretor Paulinho Faria, da Cia. Pessoa do Faroeste, disse que deseja recuperar o cinema na região da Boca do Lixo, em São Paulo, onde está instalada a companhia que tem a atriz Mel Lisboa em seu elenco. A região no centro paulistano foi pólo cinematográfico nos anos 1970 e 1980 e hoje está entregue aos usuários de crack.

No fim da cerimônia, o grande homenageado da noite foi César Vieira, do Teatro União e Olho Vivo. Ele lembrou seu trabalho com moradores de rua e ainda citou a Gaviões da Fiel, torcida e escola de samba do Corinthians, em seus agradecimentos.

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César Vieira, do Teatro União e Olho Vivo, falou da censura e também celebrou Heleny Guariba, assassinada pelos militares, e Augusto Boal, que morreu em 2009 - Foto: Bob Sousa

O diretor ainda lembrou que 632 peças sofreram censura durante a ditadura militar. E pediu aplauso farto para Heleny Guariba, “atriz assassinadas pelos militares e cujo corpo jamais foi encontrado” e “para o mestre Augusto Boal”, diretor e teórico brasileiro do teatro que morreu em 2009.

A parte do público que ainda estava no salão o aplaudiu de pé — outra parte, desrespeitosa, não esperou o discurso do diretor e rumou desesperada para a barra de bebidas.

Veja mais fotos de quem foi à entrega do 27º Prêmio Shell de Teatro:

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Letícia Sabatella, da peça Trágica.3, que levou dois prêmios - Foto: Bob Sousa

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Mariana Lima foi a apresentadora da noite de gala do teatro - Foto: Bob Sousa

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A diva cubana Phedra D. Córdoba foi com visual exuberante - Foto: Bob Sousa

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Denise Del Vecchio se emocionou ao receber o Shell pela primeira vez - Foto: Bob Sousa

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O assessor Sylvio Novelli foi acompanhado da filha, Isabela Novelli - Foto: Bob Sousa

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Mel Lisboa chamou a atenção com seus cabelos curtinhos - Foto: Bob Sousa

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A pesquisadora teatral Simone Carleto também foi ao prêmio - Foto: Bob Sousa

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Atriz do Satyros e musa dos palcos, Cléo De Páris compareceu à noite de gala - Foto: Bob Sousa

shell 15 bobsousa Saiba como foi entrega do 27º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo

Os críticos de teatro da APCA também marcaram presença: a partir da esq., Miguel Arcanjo Prado (editor de Cultura do R7), Edgar Olimpio de Souza, Maria Lúcia Candeias, Celso Curi, Vinício Angelici e Evaristo Martins de Azevedo, também jurado do Shell - Foto: Bob Sousa

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Daniel Gaggini (de óculos, ao centro) e a turma do projeto Vira-Latas de Aluguel, indicado na categoria Inovação - Foto: Bob Sousa

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Luciano Chirolli, indicado a melhor ator por Gotas D'Água sobre Pedras Escaldantes, posa com a amiga Maria Alice Vergueiro, que levou o Prêmio Shell especial em 2011 - Foto: Bob Sousa

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O pesquisador de teatro Alexandre Mate conversa com o crítico José Cetra Filho - Foto: Bob Sousa

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O ator Juan Manuel Tellategui prestigiou a festa do teatro - Foto: Bob Sousa

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Marco Antônio Pâmio, indicado a melhor diretor por Assim É (se lhe Parece) - Foto: Bob Sousa

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Musa dos palcos e do cinema, Gilda Nomacce foi indicada a melhor atriz por Gotas D'Água sobre Pedras Escaldantes - Foto: Bob Sousa

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Fernanda Capobianco parabeniza Gilda Nomacce pela indicação ao Prêmio Shell - Foto: Bob Sousa

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Rodolfo García Vázquez discursa ao receber o Shell de melhor autor e lamenta a ausência de Ivam Cabral, que escreveu a peça Pessoas Perfeitas com ele - Foto: Bob Sousa

 

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denise del vecchio Veja os vencedores do 27º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo

Denise Del Vecchio: melhor atriz no 27º Prêmio Shell de Teatro de SP por Trágica.3 - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O 27º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo foi entregue na noite desta terça (10), em cerimônia que reuniu boa parte da classe teatral paulistana e teve apresentação de Mariana Lima. Os melhores no ano de 2014 receberam a estátua em forma de concha e R$ 8.000. Veja, abaixo, quem a lista completa dos ganhadores:

Autor
Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez por Pessoas Perfeitas

Direção
Silvana Garcia por Não Vejo Moscou da Janela do Meu Quarto

Ator
Rubens Caribé por Assim É (Se lhe Parece)

Atriz
Denise Del Vecchio Trágica.3

Cenário
Marco Lima por Caros Ouvintes

Figurino
Glória Coelho por Trágica.3

Iluminação
Beto Bruel por Não Vejo Moscou da Janela do Meu Quarto

Música
Ricardo Severo por Caros Ouvintes

Inovação
Cia Pessoal do Faraoeste pelo trabalho de ocupação e intervenção social e artística que contribui para transformação e revitalização urbanas da região da Luz

Homenagem
César Vieira pela trajetória artística junto ao Teatro União e Olho Vivo e atuação política na defesa da classe teatral

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winits Corajosa, Danielle Winits se arrisca a virar diretora de teatro

Danielle Winits agora quer ser diretora de teatro também - Foto: AgNews

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A notícia mais impactante do mundo teatral no último fim de semana não foi o começo da MITsp, a Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, mas, sim, a estreia da atriz Danielle Winits como “diretora teatral”.

É louvável a tentativa da atriz de alçar outros patamares em sua carreira artística, mas, fato é, que ela precisa ainda de muito estudo e experiência antes de assumir efetivamente a mesma função exercida por nomes como Antunes Filho e Zé Celso Martinez Corrêa.

Winits começou como diretora de uma peça adolescente: A-traídos, que estreou no fim de semana em Aracaju, Sergipe, e fará turnê pelo País.

Uma sugestão: a próxima incursão no teatro da loira poderia ser dirigir Luana Piovani no teatro infantil.

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mudanca habito bob sousa3 Ex Rouge consegue papel de estrela de Hollywood

No topo da carreira: Karin Hils é a protagonista do musical Mudança de Hábito, em São Paulo - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

O Atores & Bastidores do R7 acompanhou o musical Mudança de Hábito, que estreou no último fim de semana, em São Paulo, protagonizado por Karin Hils. A atriz e cantora integrou a banda Rouge e hoje faz sucesso nos palcos. Ela vive o mesmo papel que Whoopi Goldberg interpretou no cinema em 1992: a cantora de cabaré que precisa fingir ser uma freira para se proteger de assassinos. No disfarce, a personagem muda a realidade do coro do convento para sempre. Transformado em musical produzido pela própria Whoopi, o espetáculo foi visto por 5 milhões de pessoas em 11 países. Agora, os brasileiros têm a chance de conferir a superprodução de R$ 30 milhões no Teatro Renault (av. Brigadeiro Luís Antonio, 411, São Paulo, ingressos de R$ 50 a R$ 260; qui. e sex., 21h, sáb. 17h e 21h, dom. 16h e 20h). Fernanda Chamma é a diretora residente. Veja, abaixo, vídeo que contou com produção de Robert Mathias e edição de imagens de Samuel Wendel, e também fotos de Bob Sousa:

mudanca habito bob sousa4 Ex Rouge consegue papel de estrela de Hollywood

Musical conta a história de Deloris, uma cantora que se refugia em um convento - Foto: Bob Sousa

mudanca habito bob sousa2 Ex Rouge consegue papel de estrela de Hollywood

Karin Hils vive o papel que foi de Whoopi Goldberg no cinema em 1992 - Foto: Bob Sousa

mudanca habito bob sousa5 Ex Rouge consegue papel de estrela de Hollywood

Musical custou R$ 30 milhões e foi visto por 5 milhões de pessoas em 11 países - Foto: Bob Sousa

mudanca habito bob sousa6 Ex Rouge consegue papel de estrela de Hollywood

A superprodução Mudança de Hábito está em cartaz no Teatro Renault, em SP - Foto: Bob Sousa

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agaivota4 Crítica: Butusov liberta A Gaivota para voar com o público

Poética e técnica: cena da peça russa A Gaivota, que abriu a 2ª MITsp: veja galeria- Foto: João Valério

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Remontar um clássico requer coragem e, sobretudo, autenticidade. Para mais do mesmo, é melhor a lembrança e os registros do já feito. E o diretor russo Yuri Butusov demonstra saber disso muito bem com seu olhar contemporâneo para sua encenação de A Gaivota, escrita por Anton Tchekhov (1860-1904).

A obra foi a escolhida para abrir a programação da 2ª MITsp (Mostra Internacional de Teatro de São Paulo). É preciso saudar aos diretores do evento, Antonio Araújo e Guilherme Marques, pela eleição assertiva. Afinal, nada seria mais apropriado do que a obra criada por Butusov e o Teatro Satirikon para a abertura de um festival internacional tão significativo, como vem se tornando a MITsp.

Escrita em 1895 como uma comédia e encenada pela primeira vez em 1896, em Moscou, com vaias e fracasso, A Gaivota só alcançou o sucesso dois anos depois, em 1898, na montagem de Constantin Stanislavski (1863-1938). Na obra, o teatro é o meio e o veículo do enredo, autorreferenciando-se por meio do metateatro.

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A encenação russa é repleta de referências ao próprio fazer teatral - Foto: João Valério

A proposta estética de Butusov está dentro das bases que norteiam o teatro pós-moderno. O diretor encena um olhar contemporâneo ao nosso contexto social (do século 21). Ele materializa o texto clássico por meio de recursos potentes que ironizam a própria obra.

O diretor propõe um encontro com o público, convidando-o a participar, co-criando nas lacunas propositais com os diversos enunciadores do discurso que aparecem simultaneamente na peça.

agaivota6 Crítica: Butusov liberta A Gaivota para voar com o público

Obra de Butusov faz conversa de formas - Foto: João Valério

Revelar os recursos com os quais são criadas cenas é a base da versão de Butusov; encena-se o processo e é a partir daí que se revelam as diferentes camadas do metateatro. Há diálogo constante, por meio de referentes de outras expressões artísticas, como a música, a dança e as artes plásticas.

A obra é uma colocação política do diretor cujo resultado se dá na experiência do espectador e não em uma forma. Evidencia-se a qualificação técnica do elenco, revelando destrezas performáticas, tal qual o diretor, presente no palco ao fim de cada ato, deixando-se afetar pela sonoplastia.

Dividida em quatro atos, somando quase cinco horas de espetáculo, a peça desperta interesse a cada minuto. O estado de presença (no presente) dos atores (vivos) convida o público a jogar o jogo proposto, levando-o a um estado lúdico, repleto de prazer criativo e autonomia, a partir de referências pessoais. Butusov liberta A Gaivota para voar com o público.

E é nesta conversa de formas que o diretor apresenta sua extraordinária (que foge dos padrões comuns) versão de A Gaivota. Afinal, como diz o próprio Tchekhov no texto encenado: "Precisamos de novas formas. Formas novas são indispensáveis e, se não existirem, então, é melhor que não haja nada".

A Gaivota (direção Yuri Butusov)
Avaliação: Ótimo
Avaliacao Otimo R7 Teatro PQ Crítica: Butusov liberta A Gaivota para voar com o público

agaivota3 Crítica: Butusov liberta A Gaivota para voar com o público

A Gaivota dialoga com expressões artísticas como música, dança e artes plásticas - Foto: João Valério; veja galeria

Veja como foi a abertura da MITsp

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mitsp a gaivota 2 joao valerio Veja como foi a noite de abertura da 2ª MITsp

Cena da peça russa A Gaivota, que abriu a 2ª edição da MITsp - Foto: João Valério

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A segunda edição da MITsp (Mostra Internacional de Teatro de São Paulo) deu a largada nesta sexta-feira (6) para o público. Até 15 de março, serão apresentados 12 espetáculos de dez países. Na noite desta quinta (5), convidados assistiram à primeira apresentação da peça russa A Gaivota, após a cerimônia de lançamento do festival cênico. O Atores & Bastidores do R7 estava presente. Veja as imagens:

mitsp ze celso joao valerio Veja como foi a noite de abertura da 2ª MITsp

Zé Celso é aplaudido de pé no Auditório Ibirapuera durante o lançamento da 2ª MITsp - Foto: João Valério

 

mitsp fachada Veja como foi a noite de abertura da 2ª MITsp

Público entra no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, para ver a primeira sessão da MITsp - Foto: João Valério

mitsp saguao joao valerio Veja como foi a noite de abertura da 2ª MITsp

Convidados da MITsp lotam o saguão do Auditório Ibirapuera antes de a peça começar - Foto: João Valério

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Celso Frateschi se encontra com Zé Celso Martinez Corrêa e trocam ideias - Foto: João Valério

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Zé Celso exibe seu convite para a sessão de abertura da MITsp - Foto: João Valério

mitsp leandro knopfholz joao valerio Veja como foi a noite de abertura da 2ª MITsp

Leandro Knopfholz, diretor do Festival de Teatro de Curitiba, também prestigiou a abertura da MITsp, e aproveitou para colocar o papo em dia com Zé Celso - Foto: João Valério

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Guilherme Marques, diretor da MITsp, faz a abertura do evento no palco do Ibirapuera - Foto: João Valério

mitsp luis miranda joao valerio Veja como foi a noite de abertura da 2ª MITsp

O ator Luís Miranda foi o mestre de cerimônias da noite de abertura da MITsp - Foto: João Valério

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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, também discursou em apoio ao teatro - Foto: João Valério

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Público acompanha a programação da MITsp, entre eles os críticos da APCA Vinicio Angelici (de barba e branco) e José Cetra (de verde) - Foto: João Valério

mitdanilo Veja como foi a noite de abertura da 2ª MITsp

O prefeito de São Paulo, Fernando Hadad, se encontra com Danilo Santos de Miranda, gerente regional do Sesc em São Paulo na MITsp - Foto: João Valério

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Todo o público acompanhou o desempenho visceral dos atores russos de A Gaivota - Foto: João Valério

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Atores russos agradecem ao público de abertura da MITsp pelos aplausos - Foto: João Valério

Leia entrevista exclusiva com Guilherme Marques, diretor da MITsp

Conheça a programação e saiba como tentar vaga nos cursos da MITsp

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gaivota8 Veja peça russa A Gaivota na 2ª MITsp em 7 fotos

Cena de A Gaivota, da Rússia, que abriu a 2ª MITsp - Foto: João Valério

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Nada mais justo do que a peça A Gaivota, de Anton Tchekhov, ter sido escolhida para abrir a 2ª MITsp (Mostra Internacional de Teatro de São Paulo). Em sessão concorrida no Auditório Ibirapuera, nesta quinta (5), o diretor Yuri Butusov colocou seu efervescente grupo de atores para fazer uma releitura frenética e cheia de ironia do clássico russo que é uma verdadeira reverência ao teatro. Veja em sete imagens o que foi a apresentação.

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Cheia de referências ao próprio teatro, a montagem impressionou a plateia brasileira - Foto: João Valério

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A montagem russa ainda tem apresentações até este sábado (7) na MITsp - Foto: João Valério

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Na peça, o diretor Butusov imprime sua visão sobre o clássico de Tchekhov - Foto: João Valério

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Releitura pós-moderna de A Gaivota agradou o público na noite de abertura - Foto: João Valério

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Os números de dança também foram muito comentados pela energia farta no palco - Foto: João Valério

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Um farto banquete é um dos destaques do cenário da montagem russa - Foto: João Valério

Leia a cobertura completa do R7 na MITsp!

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Abertura MITsp Auditorio Fotos Joao Valerio 50 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Zé Celso no Auditório Ibirapuera para a abertura da MITsp: aplaudido de pé - Foto: João Valério

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Mitos
Dois bastiões do teatro brasileiro, Zé Celso e Antunes Filho foram à abertura da MITsp (Mostra Internacional de Teatro de São Paulo), para convidados, na noite desta quinta (5), no Auditório Ibirapuera. Eles resistiram bravamente aos quatro atos da peça russa A Gaivota, que terminou à 1h30 da madrugada desta sexta (6) com plateia bem menor do que começou.

Há vagas
Com tanta gente dando a vida por um ingresso para ver a dita obra, chamou a atenção da coluna o grande número de assentos vagos no Auditório Ibirapuera. Podiam ter chamado os estudantes de teatro para encher o local. Eles ficariam eternamente agradecidos.

Sem noção
Em um dos momentos da encenação pós-moderna para a obra clássica de Tchekhov, um dos atores fica no corredor da plateia. Ao vê-lo ali, uma funcionária do Itaú Cultural, que administra o espaço, foi até o ator, com a obra em andamento, para dizer a ele que não podia ficar parado no corredor. Ordenou que buscasse seu assento. Sem entender o que ela dizia, já que fala russo, o ator deu um grito. A funcionária percebeu, então, que ele era do elenco e subiu rapidamente as escadas do corredor, constrangida.

gaivota ligia jardim Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

O diretor de A Gaivota Yuri Botusov, em primeiro plano, no palco do Auditório Ibirapuera - Foto: Ligia Jardim

Animadinho
O diretor Yuri Butusov estava tão animado, mas tão animado na peça, que tinha muito artista na plateia querendo saber a receita de tanta vitalidade.

Ai, que fome!
Uma amiga da coluna presente na abertura fez uma importante observação: quem levasse sanduíche para vender na abertura da MITsp iria ganhar um bom dinheiro. É que como o horário para chegar estava marcado para 18h30 no convite, muita gente atravessou São Paulo, no caos da hora pico, para estar no Ibirapuera a tempo. Na correria, a maioria não comeu. E no coquetel tinha champanhe, o que piorou a situação de muita gente. O café do espaço estava fechado.

Alívio
Teve quem correu à pista de skate ao lado do Auditório Ipirapuera para descolar uma batatinha frita que fosse. Senão, desmaiaria durante a peça.

Alento
Durante o primeiro intervalo, para alegria de muitos, foi servido amendoim, cafezinho e água. Assim, parte do público conseguiu sobreviver.

Precavida
Uma moça, muito esperta e chiquérrima, levou damascos em sua bolsa e comia antes de cada ato. Tinha gente olhando, aguada.

Martírio
A peça, marcada para começar às 20h, só teve início pouco antes das 21h. É que os discursos dos patrocinadores eram intermináveis. Da coxia, o diretor russo olhava, enfastiado.

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Cena da peça A Gaivota, que abriu a MITsp nesta quinta (5) - Foto: Ligia Jardim

Homenagem
Justiça seja feita. Danilo Santos de Miranda, do Sesc São Paulo, fez questão de homenagear a todos os artistas e pensadores do teatro presentes no Auditório Ibirapuera na figura de Zé Celso. O diretor do Oficina se levantou para agradecer a deferência. Muitos o aplaudiram de pé.

luis miranda Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Luís Miranda: ousadia e deboche do mestre de cerimônias na abertura da MITsp - Foto: João Valério

Efusivo
Luís Miranda é ator talentoso. Isso todo mundo sabe. Mas, como mestre de cerimônias de abertura da MITsp, ele exagerou. Não pegou bem, por exemplo, quando se desfez do secretário de Estado de Cultura de São Paulo, Marcelo Mattos Araújo, dizendo que preferia receber no palco um diretor de Pinacoteca. A atuação forçada de trechos de Tchekhov entre as falas dos patrocinadores também passou do ponto. Assim como desmerecer a própria peça de abertura, falando de Tchekhov e da grande duração da obra (quase cinco horas com os três intervalos) com ar de desdém. Pegou mal.

A Viagem
Pedro Vilela, diretor do Grupo Magiluth, de Recife, chega a São Paulo nesta sexta (6), acompanhado da mulher, Mariana Holanda Rusu, só para acompanhar a MITsp bem de pertinho.

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Carlos Palma dirige a peça Insubmissas, no Teatro de Arena, em SP - Foto: Divulgação

Mulheres rebeldes
O sucesso foi tanto que a turma da peça Insubmissas precisou prorrogar a temporada no Teatro de Arena, em São Paulo, até 29 de março. Quatro mulheres fundamentais na história da ciência são apresentadas. Não faltaram na vida delas pitadas de preconceito, violência e discriminação. Mas, elas guerrearam até o fim. Tem sessão sexta e sábado, 21h, e domingo, 19h, com o Núcleo Arte Ciência no Palco. Estão todos convidados a ver e a aprender.

A Viagem
A peça América Vizinha, sucesso no ano passado no Grupo XIX de Teatro, agora fará turnê pelo interior de São Paulo. A diretora Juliana Sanches segue no comando.

Atarefado
Ivam Cabral, além de dirigir a cerimônia de entrega do Prêmio APCA no próximo dia 17 de março, também será o responsável pelo cerimonial da festa, com a ajuda de Eric Vecchione e Bruno Galvincio. A noite de gala será no Teatro Paulo Autran do Sesc Pinheiros, sob os olhares atentos do presidente da entidade, José Henrique Fabre Rolim.

Conchinha
O Prêmio Shell este ano resolveu não fazer sua festa justamente no mesmo dia da premiação da APCA. Ainda bem. Dessa vez, a entrega do Prêmio Shell de Teatro em São Paulo será uma semana antes, na próxima terça (10), no Espaço Villa Vérico, na Vila Olímpia. Mariana Lima, que ganhou o prêmio em 2011, vai apresentar. Será que vai ter protesto de novo?

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Ester Laccava e Lulu Pavarin em cena da peça Quando Eu Era Bonita - Foto: Divulgação

Embate de divas
Ester Laccava e Lulu Pavarin, duas das melhores atrizes do teatro paulistano, estão juntas na peça Quando Eu Era Bonita, que estreia dia 13 de março no Espaço dos Parlapatões, na praça Roosevelt. Fazem duas amigas que se encontram na festa de confraternização da firma. Vai dar o que falar.

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