ERN 46821 Jovem ator de Maringá, Nathan Gualda espera crescer na carreira após Festival de Curitiba

Nathan Milléo Gualda: após teatro, ele também quer fazer cinema e TV - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Fotoa de ERNESTO VASCONCELOS e JULIANA HILAL/Clix

No Festival de Teatro de Curitiba, que acontece até o próximo domingo (6), jovens atores sonham em crescer na carreira e conquistar novos públicos. Gente como Nathan Milleó Gualda, de 21 anos.

Natural de Maringá, no interior do Paraná, ele mora em Curitiba há quatro anos e três meses, como conta ao Atores & Bastidores do R7. Dividiu apartamentos com primas, mas agora já tem sua independência e mora sozinho na capital paranaense.

– Fiz o bacharelado em artes cênicas na FAP (Faculdade de Artes do Paraná) e também o curso de formação de atores do Cena 1. Meus pais sempre me apoiaram.

Tanto empenho já rendeu frutos. Ele ganhou em 2013 o Troféu Gralha Azul de ator revelação pelo desempenho na obra Algum Pontinho no Caminho entre o Céu e a Terra.

Agora, teve uma chance importante neste festival. Fez um pequeno papel na premiada peça carioca A Arte da Comédia, na qual viveu o sacristão.

Ele também integra dois infantis em cartaz no evento: Os Fantásticos Equilibristas e Rapunzel e Mais Algumas Histórias Cabeludas, todas dirigidas por Mauricio Vogue no teatro Regina Vogue. E quer mais.

– Acho que as coisas estão começando a acontecer para mim aqui em Curitiba. Quero muito fazer cinema e também sou aberto à TV. E nunca parar de fazer teatro, porque para mim o teatro é um ato de amor ao próximo, de mostrar novas possibilidades de vida.

IMG 6302 Jovem ator de Maringá, Nathan Gualda espera crescer na carreira após Festival de Curitiba

Nathan Milléo Gualda: de Maringá, ele dá os primeiros passos em Curitiba - Foto: Juliana Hilal/Clix

 

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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sobre o tropeco Crítica: Grupo Volátil encontra luz no fim do túnel em Sobre o Tropeço no Festival de Curitiba

Túnel de nuvens psicodélicas envolve público em Sobre o Tropeço, do Grupo Volátil - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*

O Coletivo de Pequenos Conteúdos, que integra o Fringe, a mostra paralela do Festival de Teatro de Curitiba, tem grupos jovens da capital paranaense que buscam um lugar ao sol no mundo cênico. Querem a luz no fim do túnel. Um deles, o Grupo Volátil, a encontrou.

Em Sobre o Tropeço, peça com menos de 40 minutos de duração, o Volátil mandou seu recado sobre o caos contemporâneo. Fez um grito poético e sintético das aflições de sua geração.

Caio Monczak, Bianca Guimarães, Marcela Mancino e Victor Castro, que fizeram direção coletiva, construíram uma encenação na qual o sonho – ou a falta dele – se materializa em imagens cheias de psicodelia.

Com um corpo mais do que presente, o grupo faz um teatro próximo ao performativo, no qual, sem medo de suas limitações, explicita as dores do mundo de hoje: como a violência à espreita ou o medo de chegar ao topo do mundo e tropeçar.

O elenco demonstra tanto vigor que parte do público embarca na viagem proposta. Viagem esta que vai de encontro a quem espera um teatrão careta e convencional.

A turma do Volátil é cheia de juventude e coragem de ousar, de se arriscar. Assim, consegue extrair poesia de patins que escorregam no tablado, de sapatilhas de ponta que quase não se sustentam, de um salto alto que arranha tudo ao redor ou de um pé-de-pato em tremelique.

E desvenda, aos poucos, a luz no fim do túnel que se aproxima do público em um corredor psicodélico de nuvens – uma das mais belas e inventivas imagens cênicas já construídas no Fringe.

O Grupo Volátil encerra o festival de alma lavada. Deu seu recado cheio de risco. E ele retumbou para os aforas do TUC (Teatro Universitário de Curitiba). Este é seu maior mérito.

Sobre o Tropeço
Avaliação: Bom
Avaliacao Bom R7 Teatro PQ Crítica: Grupo Volátil encontra luz no fim do túnel em Sobre o Tropeço no Festival de Curitiba

 *O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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ERN 4367 Grupos lutam por público no Festival de Curitiba
Grupo Volátil discute o caos no presente e futuro em Sobre o Tropeço; a partir da esq.: Bianca Guimarães, Guilherme Mendes Muniz (operador de luz), Marcela Mancino, Victor Castro, Lucan Vieira (Sonoplasta e operador de som) e Caio Monczak (no chão) - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba
Fotos de ERNESTO VASCONCELOS/Clix

Os grupos teatrais que estão no Fringe, a mostra paralela do Festival de Teatro de Curitiba, travam uma verdadeira luta pelo público paranaense. Ainda mais num dia chuvoso e frio, como esta quinta (3).

Afinal, são mais de 400 peças em cartaz durante o evento que vai até o próximo domingo (6).

Em cartaz no TUC, a Cia. Volátil apresenta a peça Sobre o Tropeço. A montagem mostra um indivíduo em meio ao caos. A direção é de Caio Monczak. No elenco, estão Bianca Guimarães, Caio Monczak. Marcela Mancino e Vitor Castro. Eles posaram para o Atores & Bastidores do R7 pouco momentos antes de se apresentar. Curitibanos, eles tentam se destacar no evento.

ERN 4376 Grupos lutam por público no Festival de Curitiba

Já a Cia. do Elefante (foto acima), de Santos, apresentou a peça Valsa N. 6, clássico de Nelson Rodrigues, na Casa Hoffmann, do outro lado do largo da Ordem, no centro histórico Curitibano. Vindo de Santos, no litoral paulista, com apoio do Ministério da Cultura, é a primeira vez que se apresenta em Curitiba.

O diretor Marcus Di Bello diz que "o grupo quer dialogar com novos públicos".  No elenco, estão Dafne Carina, Luma Eckert e Tatiana Corrêa, além dos técnicos Renan Valdez e Marcelo Marinho.

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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 Estudantes imploram por ingressos para Jim no Festival de Teatro de Curitiba
Grupo de estudantes da teatro da PUC Paraná comemora ingressos no tapete vermelho do Guairão: eles querem ver tudo do Festival de Curitiba - Foto: Daniel Isolani/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Fotos de DANIEL ISOLANI/Clix

Um grupo barulhento de cinco estudantes do segundo ano de teatro da PUC Paraná chamou a atenção na porta do Teatro Guairão, na noite desta quarta-feira (2). Com cartazes improvisados em folhas de cadernos e muitos gritos, eles imploravam por ingressos para ver a peça Jim, na qual o galã Eriberto Leão canta sucessos do The Doors.

O espetáculo integra a Mostra Oficial do Festival de Teatro de Curitiba, que vai até o próximo domingo (6), com quase 500 peças na capital paranaense. Como os ingressos para Jim custavam R$ 60 a inteira e R$ 30 a meia-entrada, os estudantes disseram ao Atores & Bastidores do R7 que não tinham dinheiro para comprar as sonhadas entradas. Eles revelaram fazer parte do Movimento Sem Ingresso.

André Cavalli, de 18 anos, morador de Colombo, na Grande Curitiba, afirmou que "pedir era legal", e que não tinha vergonha nenhuma em fazê-lo.

- Eu acho caro, porque o teatro é cultura. Só cobram mais caro porque o ator é de uma emissora grande.

Sua amiga, Érica Pires, de 19 anos, natural de Siqueira Campos, no interior do Paraná, contou que já conseguiu ver três peças da Mostra Oficial na base da doação.

- Vamos nas peças grátis também, mas gostamos também de ver as que tem famosos. Queremos ver todas.

Rafael Norbiato, também do grupo, falou que "as peças de globais são caras só porque os atores têm renome" e que "o governo deveria dar incentivo para que dessem os lugares que sobram para os estudantes". Segundo ele, "sempre sobra algum assento".

estudantes rafael norbiatto Estudantes imploram por ingressos para Jim no Festival de Teatro de Curitiba

Empresária e advogada doam ingressos aos estudantes na porta do Guairão - Foto: Rafael Norbiatto

A manifestação comoveu a advogada Ariana Petrovski e a empresária Kathia Gasparin. Elas tinham ingressos sobrando e doaram aos estudantes. Ariana contou que uma pessoa "desistiu na última hora", ao que Kathia completou: "Vimos que eram estudantes, então resolvemos doar. Quem não foi estudante um dia?".

Pouco tempo depois, a reportagem encontrou os amigos dentro do Guairão, subindo contentes as escadas com tapete vermelho do mais tradicional teatro paranaense. O grupo ainda tinha os estudantes Gabriela Figueiredo e Ed Boeing.

"Tá vendo, deu certo!", disseram, satisfeitos.

 Estudantes imploram por ingressos para Jim no Festival de Teatro de Curitiba

Alegria no Guairão: estudantes comemoram terem ganhado ingressos para Jim - Foto: Daniel Isolani/Clix


*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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rafinha bastos Rafinha Bastos ganha fama de antipático no Festival de Curitiba

Antipático? Rafinha Bastos fez muitas exigências em Curitiba e reclamou demais - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*

O comediante e apresentador Rafinha Bastos ficou com fama de antipático no Festival de Teatro de Curitiba.

Ele se apresentou na mostra paralela de stand-up, chamada Risorama, no Parkshopping Barigui, no último sábado (29).

Além de ter feito uma apresentação fraca e com piadas já manjadas de seu repertório, Rafinha ainda conquistou a fama de ser uma pessoa intragável, que já corre a cidade.

É que o moço fez várias exigências à equipe do festival e não parava de reclamar em nenhum momento.

Nada parecia estar à altura de quem ele pensa que é.

Quando Rafinha deixou a cidade foi um alívio geral.

Ninguém parece ter ficado com saudade.

Atualizado às 17h38:

A assessoria de imprensa do Festival de Teatro de Curitiba procurou o R7 por meio da seguinte nota sobre o tema Rafinha Bastos no evento:

"Sobre a notícia que diz respeito ao humorista Rafinha Bastos, a produção do Festival de Curitiba e do Risorama informam que não tem e nunca tiveram nenhum problema de relacionamento com o artista. Muito pelo contrário, já que Rafinha já participou de diversas edições do evento e sempre tem dispensando atenção e carinho especial aos nossos convites, fazendo o possível para conciliar sua agenda com o evento.
Produção – Risorama"

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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beto andretta Quero é transgredir, diz Beto Andretta, que estreia espetáculo da Pia Fraus em Curitiba

Beto Andretta, no Festival de Teatro de Curitiba com a Cia. Pia Fraus - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*

"Eu quero é transgredir", assim define o diretor Beto Andretta o sentimento que move a Cia. Pia Fraus em seu 30º aniversário, comemorado com a estreia de Transgressões no Festival de Teatro de Curitiba 2014.

O grupo usou seu acervo de bonecos criados por Beto Lima, que morreu em 2005, como ponto de partida da montagem.

O diretor propôs uma pergunta provocante aos artistas de sua trupe: o que te excita?

Por isso, ele avisa, trata-se de uma obra adulta, que faz manipuladores e bonecos dialogarem de uma forma provocante.

Chegar perto dos limites da sensualidade humana é o objetivo. E não há espaço para o preconceito, já que "as possibilidades são múltiplas", avisa o diretor.

—Transgredir algo é ultrapassar um limite estabelecido e, portanto, é também criar um novo paradigma.

O grupo fez criação conjunta do texto. Mergulharam em nomes poderosos, como Sófocles, Miguel de Cervantes, Guimarães Rosa e Nelson Rodrigues, além, é claro, de cada um ter fornecido elementos pessoais. Wanderley Piras divide a direção com Beto Andretta.  No elenco estão Ana Elisa Mattos, Cristiano Bacelar, David Caldas e Natália Gonsales.

A última sessão de Trangressões em Curitiba acontece nesta quarta (2), no Teatro Paiol.

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festival debora falabella ernesto vasconcelos2 Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Débora Falabella no Festival de Teatro de Curitiba - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*

Todas os dias, durante o Festival de Teatro de Curitiba, a sala de imprensa do evento, no Memorial de Curitiba, no centro histórico da capital paranaense, recebe visitantes ilustres. São atores, atrizes, diretores e dramaturgos que vão até lá para defender suas peças em entrevista coletiva com a imprensa que cobre o maior evento do teatro brasileiro. Afinal, conseguir um lugar ao sol entre quase 500 espetáculos na programação é mesmo complicado. Por isso, cada um vende seu peixe. Veja, abaixo, algumas das estrelas de nossos palcos que passaram pelo local:

festival einat falbel ernesto vasconcelos Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Einat Falbel falou sobre a solidão presente no espetáculo Bichado - Foto: Ernesto Vasconcelos

A atriz Einat Falbel foi divulgar o espetáculo Bichado, do Núcleo Experimental, dirigido por Zé Henrique de Paula, no qual interpreta a garçonete Agnes. Afirmou que o tema do texto "é a solidão".

festival bruno mazzeo daniel sorrentino Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Filho de Chico Anysio, Bruno Mazzeo interpreta personagens hipócritas em Curitiba - Foto: Daniel Sorrentino/Clix

Já o comediante Bruno Mazzeo, filho de Chico Anysio, foi falar sobre sua peça Sexo, Drogas & Rock'n'roll e disse que seus personagens são "todos hipócritas".

festival debora falabella ernesto vasconcelos1 Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Débora Falabella falou sobre o jogo de poder na peça Contrações - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Débora Falabella conversou sobre Contrações, que lhe rendeu o Prêmio APCA de melhor atriz dividido com a colega de cena Yara de Novaes. Afirmou que a história da peça, sobre uma funcionária humilhada por uma gerente, "poderia se passar em qualquer lugar".

festival kiko marques ernesto vasconcelos Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Kiko Marques, autor consagrado com prêmios neste ano, participa do evento - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Kiko Marques, dramaturgo que levou os prêmios Shell e APCA por Cais, ou da Indiferença das Embarcações, explicou sua obra aos jornalistas que cobrem o Festival de Teatro de Curitiba. Falou que a obra revela suas lembranças da Ilha Grande, "é uma mistura de pesquisa e das minhas memórias".

festival chico carvalho  Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Chico Carvalho, protagonista de Ricardo III, chamou a atenção pela bandana - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Eleito o melhor ator de 2013 pelo Prêmio Shell de Teatro, Chico Carvalho falou sobre a peça Ricardo III, que ele protagoniza.  Disse que “Ricardo III é um personagem improvável, que reúne tudo que há de mal no ser humano".

festival mayara magri ernesto vasconcelos Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Mayara Magri falou sobre a produção paulistana Ricardo III, da qual participa - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Mayara Magri, que também faz a montagem paulistana para a peça Ricardo III, de William Shakespeare, também participou do bate-papo.

festival eriberto leao annelize tozetto1 Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Eriberto Leão discute a vida e a obra de Jim Morrison no Festival de Curitiba - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Eriberto Leão levou a psicodelia do The Doors para a sala de imprensa do Festival de Teatro de Curitiba, onde defendeu sua peça, Jim. " “Essa é minha homenagem ao artista que abriu as portas da minha inquietação, das artes dramáticas, da literatura e da percepção”, definiu.

festival claudio fontana ernesto vasconcelos Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Claudio Fontana estava compenetrado ao divulgar sua peça, Um Réquiem para Antônio - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Já Claudio Fontana foi divulgar a peça Um Réquiem para Antônio, ao lado do companheiro de cena Elias Andreato. Disse que a "metáfora poética e circense ajuda muito a contar essa história". A obra fala do embate entre dois compositores: Mozart e Salieri.

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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beatriz aquino foto bob sousa 143 Conheça Beatriz Aquino, a beleza e o talento da musa do teatro que veio do mundo dos negócios

Beatriz Aquino, no palco do Espaço dos Satyros: musa do teatro - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos de BOB SOUSA

Quem viu a peça Lou&Leo sabe que a atriz Beatriz Aquino é uma musa indiscutível. Chamou tanto a atenção nos palcos do Centro Cultural São Paulo e do Espaço dos Satyros 1 que foi eleita Musa do Teatro R7 pelos internautas do portal.

Cearense de Fortaleza, Beatriz teve o primeiro contato com a arte por meio da dança. Fã de Fernanda Montenegro, Pedro Paulo Rangel e Cassia Kiss, fazia balé e dança contemporânea nos tempos de pré-adolescência.

Sentiu pela primeira vez aquele frio na barriga do palco quando se apresentava em festivais. “Adorava aquela sensação”, confessa. Conta que herdou a sensibilidade da mãe, que é artesã. É caçula de oito irmãos. Em casa, “sempre foi uma bagunça”.

Com o crescimento veio a necessidade do trabalho. E a arte precisou ser deixada de lado. Mudou-se para São Paulo aos 17 anos e se formou em publicidade e propaganda pela Anhembi Morumbi, mas foi para o mundo dos negócios.

“Trabalhei durante anos como headhunter [caçadora de talentos coorporativos] em consultorias internacionais”. Conta que morou em lugares como Paris, Milão e Nova York. Mas não se sentia completa. “As relações eram muito frias, sempre voltadas ao business e à produtividade”.

Mesmo com dinheiro no bolso, se sentia “sufocada”. Decretou, então, uma revolução em sua vida; não queria mais aquilo, mas não sabia direito como recomeçar.

beatriz aquino foto bob sousa 141 Conheça Beatriz Aquino, a beleza e o talento da musa do teatro que veio do mundo dos negócios

Beatriz Aquino é de Fortaleza, morou em Paris, Nova York e Milão, e hoje vive em São Paulo - Foto: Bob Sousa

“Nesse processo de autoconhecimento, me lembrei da sensação que tinha quando dançava”, revela. Ainda em Paris, se matriculou em um centro cultural. Fez dança do ventre, capoeira, dança moderna e yoga. Com sede de aprendizado, fez workshop com a turma do Theatre du Soleil.

Assim que voltou ao Brasil, em 2010, se matriculou na Escola de Teatro Macunaíma: “Ali, nos palcos, realmente me encontrei”. Viveu “anos mágicos” no contato com professores e colegas artistas. Teve contato com textos profundos, como de Federico García Lorca.

Em 2012, estreou profissionalmente como atriz, no espetáculo A Flor de Varsóvia, texto de Luccas Papp e direção de Jacy Lage. E foi um grande desafio, já que fazia a antagonista, uma psiquiatra francesa que enlouquece ao perder os filhos na 2ª Guerra Mundial.

Sede de aprendizado

Foi ao ver a peça Luis Antonio – Gabriela, da Cia. Mugunzá, que decidiu que queria trabalhar com o diretor Nelson Baskerville. A montagem era sobre o irmão travesti do diretor. Um sucesso de público e de crítica. “Ele consegue tirar sensibilidade e beleza de um mundo ainda muito marginalizado. Acho que esse é o papel da arte no mundo. Dar voz a quem não tem”, define.

Ao saber que Baskerville dirigiria Lou&Leo, a peça biográfica sobre Leo Moreira Sá, que nasceu mulher e se tornou um homem, ela se ofereceu para dar assistência na peça. “Estava disposta a fazer qualquer trabalho desde que pudesse estar perto do Nelson, aprendendo”.

No dia a dia de leituras e ensaios ganhou a personagem Gabi, par romântico do protagonista. “No início, o Nelson não queria que a Gabi fosse personificada, mas durante o processo foi surgindo muita coisa e a Gabi nasceu”.

Para ela, a personagem é “quase um ser etéreo, meio anjo, meio demônio”. No palco, foi desafiada mais uma vez. “Tive de repensar minha relação com o corpo, pois, na peça, eu tirava a parte de cima da roupa”. E ainda cantava, conquistando de vez o público.

Em 2014, sonha em conseguir uma personagem de forte carga dramática. Acaba de voltar de Florença, na Itália, onde estudou o teatro italiano. Mergulhou em Pirandello e na comédia dell’arte.

Sem depender do tônus da pele

Revela que lida bem com a beleza. E confessa que se acha bonita, sim. “Não todos os dias, claro”, diz, sorrindo.

— Senti isso quando trabalhava no mundo corporativo. É aquela velha história, você tem que provar em dobro que é bom. Mas hoje já mudou. No Teatro não tem espaço pra isso. Você tem que estar entregue. Se for ali pra se exibir, leva uma rasteira na hora! É por isso que me apaixonei, pois posso fazer teatro até ficar velhinha, sem depender do tônus da minha pele [risos].

No futuro, quer fazer muito teatro e cinema. Num futuro mais distante, sonha em montar uma escola de teatro para crianças, em uma cidadezinha do interior de Minas ou de São Paulo.

Por conta de sua conexão com o mundo espiritual, diz que perdeu os medos. E cita Elis Regina para definir o que lhe deixa completa.

— “Eu quero uma casa no campo, onde eu passa ficar do tamanho da paz”. Este é meu conceito de felicidade.

beatriz aquino foto bob sousa 142 Conheça Beatriz Aquino, a beleza e o talento da musa do teatro que veio do mundo dos negócios

Beatriz Aquino: seu ideal de felicidade é "uma casa no campo" - Foto: Bob Sousa

 

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regina duarte ernesto vasconcelos Acompanhada da filha, Regina Duarte se empolga, anda de van e tira foto no Festival de Curitiba

Empolgada, atriz Regina Duarte fotografa com seu celular a festa de abertura do Festival de Teatro de Curitiba - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos de ERNESTO VASCONCELOS/Clix

A atriz Regina Duarte deixou saudades no Festival de Teatro de Curitiba. Ela esteve por quatro dias na festa do teatro da capital paranaense, acompanhada pela filha, Gabriela Duarte.

Além de ver espetáculos, como Otelo, no Teatro Guairão, Regina andou de van com artistas e ainda fez questão de fotografar tudo como seu celular.

Era uma simpatia só por onde andava e não se desgrudava de uma das curadoras do evento, Lúcia Camargo. E fazia questão de usar seu crachá de identificação.

No almoço e no jantar servido a quem participa do evento, Regina conversou de mesa em mesa, além de distribuir beijos e abraços a quem quis.

Uma graça.

regina duarte ernesto vasconcelos 2 Acompanhada da filha, Regina Duarte se empolga, anda de van e tira foto no Festival de Curitiba

Com direito a crachá de credenciadas, Gabriela Duarte acompanha a mãe, Regina Duarte, no Festival de Teatro de Curitiba - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

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mario pazini foto eduardo toledo Morre aos 51 anos o ator e diretor Mário Pazini, famoso como Jesus na Paixão de Cristo de Taboão

O ator e diretor Mario Pazini, em seu papel mais emblemático, o de Jesus Cristo, na Paixão de Taboão da Serra, no ano de 2006: morte precoce após um ano de luta contra o câncer - Foto: Eduardo Toledo/Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O diretor e ator Mário Pazini morreu nesta segunda (31), em São Paulo, aos 51 anos, vítima de câncer, doença contra a qual lutava havia um ano.

Ele nasceu em 26 de novembro de 1962. O artista ficou conhecido por interpretar o papel de Jesus na famosa encenação da Paixão de Cristo de Taboão da Serra, na Grande São Paulo. O espetáculo foi criado por seus pais antes de seu nascimento.

Segundo nota divulgada pelo Grupo Clariô de Teatro, ao qual o artista pertenceu, o corpo é velado no Cemitério da Saudade, em Taboão, onde será sepultado às 16h. O endereço é av. Laurita Ortega Mari, 831, no bairro Parque Pinheiros.

Pazini deixa três filhas e a esposa, Naruna Costa, que também é atriz.

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