Alexandre de Oliveira 7 A Filosofia na Alcova dá sequência à tetralogia de Marquês de Sade no Satyros

No dia 17 de abril, Os Satyros abriram seu novo espaço na Praça Roosevelt, o Estação Satyros, onde anteriormente funcionava o Espaço dos Satyros II, em uma parceria com o escritório de arquitetura Arkitito. O Estação Satyros abrigará a Tetralogia de Marquês de Sade, que será encenada ao longo desse ano. Marcada pela estreia do espetáculo Juliette, também no dia 17, e agora seguida da remontagem de A Filosofia na Alcova, e em breve Os 120 Dias de Sodoma e Justine.

Em janeiro de 2013, a companhia se viu obrigada a encerrar as atividades do Espaço, devido a uma série de fatores, entre os quais: dificuldades econômicas e de manutenção do espaço, necessidade de reforma urgente das instalações e falta de estrutura financeira para desenvolvimento de novas produções no local.

Durante dois anos, o grupo tentou uma série de alternativas e apoios tendo em vista a importância do trabalho cultural dos Satyros na região. Finalmente, em agosto de 2014, chegou-se a um acordo com os proprietários do local. O novo espaço cultural, chamado de Estação Satyros, será um espaço para as artes em geral, com exposições, performances, música e teatro.

Para a abertura do Estação Satyros, a companhia definiu a realização da Tetralogia Libertina, a partir da obra do Marquês de Sade. O projeto se estenderá durante o ano de 2015 e não conta com apoios oficiais e nenhuma forma de patrocínio.

Nascido em Paris, Sade pertencia à aristocracia francesa decadente do século XVIII. Ingressou no Exército e voltou da Guerra dos Sete Anos como capitão de cavalaria. Sua natureza sexual perversa o levou a várias ocorrências policiais, tendo sua primeira prisão ocorrido em Aix-en-Provence, quando torturou prazeirosamente uma moça. Condenado à morte, foi indultado por interferência da família. Estes casos se repetiram em várias outras cidades como em Arcueil e Marselha. Várias vezes preso, sempre conseguia evadir-se, até ser preso definitivamente em Vincennes (1777), de onde foi transferido para a prisão da Bastilha (1784). Ficou internado no hospício de Charenton (1789-1790, 1801-1814) até a morte. Sua obra mais notável foi marcada pelo tom pornográfico.

Em A Filosofia na Alcova, Sade apresenta Dolmancé e Madame de Saint´Ange, dois dos personagens mais libertinos da história da literatura universal.

Alexandre de Oliveira 9 A Filosofia na Alcova dá sequência à tetralogia de Marquês de Sade no Satyros

A Filosofia na Alcova
Quando: Sextas e sábados, às 23h59. Até o dia 30 de agosto.
Onde: Estação Satyros (Pra Roosevelt, 134, Consolação. Informações: 0/xx/11 3258-6345)
Quanto: R$ 40
Duração: 60 minutos
Classificação: 18 anos

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naonemnada 5 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Não Tem Nada no Instituto Cultural Capobianco - Foto: Divulgação

Do R7

Cenas do cotidiano

Não Nem Nada é o texto de estreia de Vinicius Calderoni e também seu primeiro espetáculo como encenador. Calderoni é fundador com Rafael Gomes da Empório de Teatro Sortido, companhia criada em 2010 para abarcar diversas dimensões da cena contemporânea. Não Nem Nada - quinto espetáculo da companhia - é uma  peça em plano sequência, com doze cenas interligadas e dezenas de personagens interpretados por quatro atores. Espetáculo volta em cartaz no dia 6 de junho para curta temporada no Instituto Cultural Capobianco, em São Paulo, depois de duas temporadas de sucesso. Em cartaz até o dia 28 de junho, sextas, 21h30, sábados, 21h, domingos, 19h. Os ingressos custam R$ 50. Informações 0/xx/11 3237-1187.

Oportunidade para grupos de teatro

O Encontro de Artes Cênicas da Baixada Fluminense (EncontrArte) está com inscrições abertas para grupos de teatro interessados em participar da 14ª edição do Festival de Teatro. Os interessados podem se inscrever até o dia 13 de junho de 2015. Podem participar, espetáculos nacionais e internacionais, nas categorias: infantil, infanto-juvenil e adulto, de qualquer gênero (drama, comédia, musical, farsa e épicos, com atores, bonecos, formas animadas e sombras). O Festival se destaca na formação de plateia, cujo ingresso é franqueado ao público através do patrocínio da Petrobrás. Pensando na sustentabilidade, este ano os grupos poderão se inscrever diretamente no site, gratuitamente. O edital e o formulário de inscrição estão disponíveis no endereço www.encontrarte.com.br/edital. Informações complementares podem ser obtidas através dos telefones (21) 97343-0151, (21)3066-0054, e através do e-mail: edital@encontrarte.com.br.

Por novos dramaturgos

Com o intuito de fomentar o surgimento de novos Dramaturgos brasileiros e o intercâmbio entre novos autores nacionais, a Fetaerj (Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro), através do Ponto de Cultura Paschoal Carlos Magno e parceria com a PAR Produções, abre inscrições para participação no 2˚ Concurso Nacional de Dramaturgia - Prêmio João Siqueira. As inscrições ficam abertas até o dia 8 de junho. Os três textos escolhidos participarão da Mostra João Siqueira de Leitura Dramatizada, que acontecerá no Ponto de Cultura Espaço Paschoal Carlos Magno e os vencedores serão premiados em dinheiro: 1º lugar R$1000,00; 2º lugar 500,00; 3º lugar R$200,00. Todas as informações estão no site  www.fetaerj.com.

image001 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Juca de Oliveira em Rei Lear - Foto: Divulgação

Juca e Shakespeare

Nesta versão criada por Geraldo Carneiro especialmente para Juca de Oliveira, o ator interpreta Lear, suas três filhas e várias personagens da tragédia (oito ao todo). É a primeira vez na história do teatro universal que Rei Lear é encenado como espetáculo solo. Escrita em 1606, por William Shakespeare (1564-1616), a peça narra a trajetória de Lear, Rei da Bretanha, que aos 80 e tantos anos decide dividir o reino entre as três filhas. A cobiça e a ingratidão filial, temas centrais desta obra-prima, a tornam dolorosamente atual. Dirigido por Elias Andreato, Juca de Oliveira, com mais de 60 anos de carreira e vários prêmios no currículo, celebra com este espetáculo sua paixão e dedicação ao teatro brasileiro. Além da atualidade do tema, característica marcante nos textos do bardo, a montagem traz o ineditismo de ser encenada apenas por um ator. Mas é o Juca de Oliveira, né... Precisa mais? Reestreia em 5 de junho, no Teatro Eva Herz, em São Paulo. Terça a sábado, das 14h às 21h. Domingos das 12h às 19h. Vendas: www.ingresso.com. Fica em cartaz até o dia 9 de agosto.

Nos tempos do rádio

O espetáculo de teatro musical Florilégio Musical II - Nas Ondas do Rádio reestreia dia 13 de junhono Teatro Viradalata, em São Paulo, e fica em cartaz até 26 de julho, aos sábados e domingos. O espetáculo faz uma homenagem à Era de Ouro do rádio no Brasil, através de um repertório de clássicos da música popular brasileira que embalou toda uma geração de ouvintes nos anos de 1930, 40 e 50. E relembra, com muito carinho, bom humor e emoção, os cantores e cantoras dessa época, as grandes estrelas idolatradas pelo público de então. Os ingressos custam R$ 40. www.ingressorapido.com.br.

O MISTERIO DO SAPATO DESAPARECIDO Wagner Dutra e Péricles Raggio foto Jean Charles Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

O Mistério do Sapato Desaparecido - Foto: Jean-Charles/Divulgação

Para a criançada

Inspirado em um dos sapatos mais famosos da literatura infantil, o sapatinho da Cinderela, o espetáculo infantil O Mistério do Sapato Desaparecido estreia 7 de junho, domingo, às 11h, no Teatro do MuBE, em São Paulo. Encenada pelo Grupo Teatro Por um Triz, montagem explora as possibilidades expressivas dos sapatos dentro da linguagem do Teatro de Objetos. Peça tem texto e direção de Márcia Nunes e Péricles Raggio, que também estão no elenco, ao lado de Andreza Domingues e Wagner Dutra. No espetáculo, o sapatinho da Cinderela, que está em exposição num castelo, é roubado. Quem o roubou tem um objetivo muito claro: precisa que ele seja alargado. Para isso, o leva para uma sapataria. Na sapataria, além de dois sapateiros muito divertidos, existe um mundo fantástico onde os sapatos têm vida. Quando entra em cena um Sapato Detetive, a la Sherlock Holmes, a peça se transforma num caso policial. Ingressos: R$40,00. Em cartaz até o dia 26 de julho.

Para quem vai à Parada

O Teatro Kunyn reestreia em São Paulo o espetáculo Dizer e Não Pedir Segredo em pleno feriado que acontece a Parada do Orgulho Gay de São Paulo. A montagem, sucesso de público e crítica, faz quatro apresentações com ingressos gratuitos – dias 5, 6, 12 e 13 de junho, sexta-feira e sábado, às 20h30, na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Partindo do livro Devassos no Paraíso – A homossexualidade no Brasil, da Colônia à Atualidade, de João Silvério Trevisan, o espetáculo busca a construção de uma identidade gay em paralelo a uma identidade brasileira. A montagem tem direção de Luiz Fernando Marques, criação, pesquisa e dramaturgia do próprio grupo e atuação de Luiz Gustavo Jahjah, Paulo Arcuri e Ronaldo Serruya. Espetáculo recomendável para maiores de 16 anos. Grátis. Informações: 0/xx/11 3222-2662.

 

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image003 Espetáculo Luz Negra encerra trilogia em São Paulo

Mel Lisboa em cena de Luz Negra - Foto: Bob Sousa

Do R7

Luz Negra é um espetáculo musical sobre a região da Luz e a Frente Negra Brasileira, em São Paulo, nos anos 1930. O movimento foi criado em 1932 e revela várias facetas da participação dos negros no contexto político, cultural e social da época.

Com a instauração da ditadura do Estado Novo no dia 10 de novembro de 1937, a Frente Negra Brasileira, assim como todas as demais organizações políticas, foi extinta. Este será o dia em que se passa a peça que inicia após o crime do castelinho da Rua Apa retratado no espetáculo anterior Cine Camaleão, também da Cia. Pessoal do Faroeste. Luz Negra encerra a trilogia, que contou também com Homem Não Entra.

O espetáculo é um musical escrito por Paulo Faria com nove partituras inéditas, para os Teatros Alfredo Mesquita e Flavio Império, nos dois primeiros fins de semana do mês de junho.

O projeto também se estenderá ao cinema e trechos do filme de ficção Luz Negra (primeiro longa ficcional da Cia) dialogará com a dramaturgia. As personagens são inspiradas em figuras históricas deste movimento como Luiz Gama (a peça prestará uma homenagem ao abolicionista), Abdias Nascimento (criou o Teatro Experimental do Negro, que completa no dia 13 de outubro, 70 anos) e ao nascimento do sambista da Glete Geraldo Filme, além de personagens do cinema da Boca como a vilã Vanda Marquetti que será interpretada pela atriz Mel Lisboa – única personagem que diferentemente dos outros usará peruca loira e figurino branco.

Uma associação de comunicação (rádio, jornal, escola e recreativo) nos anos 30 será o cenário onde se dará a trama. O samba será o tema musical da peça com composições inéditas e interpretações ao vivo. Os negros farão parte do núcleo de uma elite intelectual paulistana e os brancos da marginália social, desenvolvendo uma dramaturgia em que os primeiros serão protagonistas desta história.  Recuperando assim a imagem do negro no topo de uma pirâmide social deste período, e como o final da década de trinta ceifou a possibilidade da acessibilidade do negro no Brasil de hoje e suas consequências na distribuição de renda, assim como sua permanência marginal na geografia urbana, social e econômica da cidade de São Paulo.

Outro ponto tratado no espetáculo será o cinema. Nesta década de 1930 as distribuidoras de filmes internacionais começam a ocupar a Rua do Triunfo, que viria a se tornar entre as décadas de 1950 e 1970 a maior produção de cinema do Brasil, quando neste período os cineastas e produtoras se mudam também para região da Boca do Lixo. O filme que foi produzido em setembro dialogará com o espetáculo.

 Luz Negra
Quando: De 5 a 7 de junho, sextas e sábados, 21h, domingos, 19h. De 12 a 14 de junho, sextas e sábados, 20h, domingos, 19h.
Onde: Teatro Alfredo Mesquista, primeiro fim de semana (av. Santos Dumont, 1.770, Santana); Teatro Flávio Império (r. Prof. Alves Pedroso, 600, Cangaíba)
Quanto: Grátis
Classificação: Livre

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The Maids 10 Companhia chinesa faz apresentação inédita no Brasil em festival de artes cênicas

Versão chinesa de The Maids faz estreia no Brasil - Foto: Divulgação

Do R7

Vem aí a 4ª edição do Cena Brasil Internacional, festival de artes cênicas idealizado e dirigido pelo produtor carioca Sérgio Saboya.

O evento começa nesta terça-feira (3) e vai até o dia 14 de junho, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), no Rio de Janeiro.

Este ano, a programação conta com a participação especial de três companhias internacionais, sendo representantes do México, Japão e China. São cinco espetáculos no total.

The Maids é a versão chinesa contemporânea do clássico francês de Jean Genet. O diretor de teatro Meng Jinghui traz três jovens atores no lugar das três atrizes, que interpretam as criadas e a patroa.

Do México, o coletivo Lagartijas Tiradas al Sol mostra dois trabalhos: Derretiré con un Cerillo la Nieve de un Volcán (já esteve em São Paulo, mas é inédito no Rio) e o monólogo Monserrat (inédito no Brasil).

Entre os nacionais, a companhia carioca Os Dezequilibrados faz a estreia nacional de Beije-me como nos Livros. Com direção e dramaturgia de Ivan Sugahara, a peça procura retratar o relacionamento amoroso e o seu desenvolvimento ao longo dos tempos.

A programação completa está toda disponível no site oficial do evento www.cenabrasilinternacional.com.br

Cena Brasil Internacional 2015
Quando:
de 3 a 14 de junho
Onde: CCBB (r. Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro. Informações: 0/xx/21 3808-2020)
Quanto: R$ 10

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Para quem está procurando o que fazer com a criançada no próximo feriado, o Atores & Bastidores dá sete sugestões de peças para a família toda.

Os espetáculos estão em cartaz em São Paulo e tem classificação livre.

DSC3956 Veja as sete melhores peças infantis em cartaz em São Paulo

Lisbela e o Prisioneiro – O Musical

Espetáculo dirigido por Dan Rosseto (veja entrevista no blog), Lisbela e o Prisioneiro – O Musical está em cartaz no Teatro Nair Bello. Inspirado na obra original de Osman Lins conta a história de Leléu (Luiz Araújo), um artista mambembe que chega a uma pequena cidade com seu circo, após mexer com a mulher de um matador de aluguel. Enquanto tenta fugir do marido ciumento, Leléu se apaixona pela doce Lisbela (Ligia Paula Machado),  que também está de casamento marcado. A peça conta com números de trapézio, tecido acrobático, malabares, palhaço e muito mais. Os acompanhantes dos pequenos ainda podem se encantar com canções de Zé Ramalho, Pixinguinha, Dominguinhos e Caetano Veloso.

Serviço
Quando: sextas, 21h30, sábados, 21h, domingos, 19h. Até o dia 7/6/2015 (última oportunidade)
Onde: Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca, r. Frei Caneca, 569, Consolação. Informações: www.ingresso.com)
Quanto: R$ 80
Duração: 105 minutos

o alvo1 Veja as sete melhores peças infantis em cartaz em São Paulo

Amizade entre amigas ficará abalada após confusão - Foto: Matheus Heck/Divulgação

O Alvo

Uma briguinha adolescente vira assunto sério quando a jovem Maria Claudia (“a menina mais zoada do colégio”) sai rolando escada abaixo e vai parar no hospital. Apesar do mote muito sério, o espetáculo O Alvo, com texto e direção de Pedro Garrafa, trata de forma jovem e descontraída a questão do bullying na sociedade atual. Amanda, Maria Anna, Rebecca e Nina são amigas inseparáveis desde o ensino fundamental, mas terão a amizade abalada após o acontecimento. A peça começa com as quatro na sala de espera da diretoria do colégio. Pedro Garrafa, que também é professor de teatro, viu a necessidade de dialogar com os adolescentes sobre o assunto e reparou que, quase sempre, o bullying é atribuído ao outro, nunca é reconhecido em si. O projeto foi concebido para auxiliar os educadores a tratarem o assunto nas instituições de ensino e fala também sobre vitimização, relações de poder e estrutura social dentro da escola. No elenco estão Andressa Andreato, Julia Freire, Caroline Duarte, Natalia Viviani e Kuka Annunciato.

Serviço
Quando: sábados, às 17h30. Até o dia 4/7/2015
Onde: Teatro Livraria da Vila (Shopping JK Iguatemi, av. Juscelino Kubitschek, 2041, São Paulo. Informações: www.ingressorapido.com.br)
Quanto: R$ 40
Duração: 50 minutos

Espetaculo Circulo de Giz Fotografo Thiago Leite Veja as sete melhores peças infantis em cartaz em São Paulo

Espetáculo Círculo de Giz - Fotógrafo: Thiago Leite/Divulgação

Círculo de Giz

Um menino internado decide encenar uma história antiga que represente a história de sua vida e escolhe uma antiga fábula chinesa para tanto. No elenco, sua mãe e os funcionários do hospital. A história que se desenrola a partir dessa vontade pode ser vista em Círculo de Giz, espetáculo da Cia. Paidéia de Teatro, na sede do grupo, em São Paulo. A peça é resultado de uma parceria de seis anos firmada entre o grupo e a Cia. Grips Theater de Berlim, onde a peça já foi apresentada. O espetáculo também já foi apresentado na cidade de Düsseldorf. O texto da peça é assinado pelos alemães Armin Petras e Lara Kugelmann, sendo que este último esteve no Brasil para trabalhar os improvisos coreográficos. Em setembro é a vez da companhia alemã vir ao Brasil encenar o espetáculo. A história é linda e vai emocionar a todos.

Serviço:
Quando: Quintas, às 10h30 (para escolas), sábados e domingos, às 17h. Até o dia 5/6/2015 (última oportunidade).
Onde: Cia. Paidéia (r. Darwin, 153, Santo Amaro, ao lado do Boa Vista Shoppng. Informações: 0/xx/11 5522-1283)
Quanto: R$ 20
Duração: 70 minutos

 Veja as sete melhores peças infantis em cartaz em São Paulo

Pedro e o Lobo - Foto: Divulgação

Pedro e o Lobo

A Cia. Imago resolveu contar uma história que marcou gerações. A fábula russa narra a aventura do menino Pedro, que descobre o quanto é importante falar a verdade e como uma “mentirinha” pode ter graves consequências. Com direção de Fernando Anhê, a peça usa manipulação de bonecos e ensina para a garotada os instrumentos que existem em uma orquestra. O passarinho é o flautim, o gato é o clarinete, o lobo é as trompas e Pedro virou as cordas. Em cartaz desde janeiro e ainda fazendo sucesso.

Serviço
Quando: sábados e domingo, 17h40. Até o dia 26/7/2015.
Onde: Teatro Folha (Shopping Pátio Higienópolis, av. Higienópolis, 618, São Paulo. Informações: www.ingresso.com.br)
Quanto: R$ 30
Duração: 55 minutos

aventura na neve Veja as sete melhores peças infantis em cartaz em São Paulo

Aventura na Neve - Foto: Divulgação

Aventura na Neve

Se você tem filhos pequenos, com certeza, conhece essa história! Elsa é a filha mais velha do rei e da rainha de Arendella. Ela descobre ainda criança que tem o poder de congelar tudo a sua volta. Ainda menina, ela passa a acreditar que o dom pode causar muitos problemas a todos, especialmente a sua irmãzinha Anna. As duas acabam crescendo distantes, mas se reencontram já adultas. O que seria uma retomada emocionante da amizade, vira uma grande confusão quando Elsa perde o controle de seus poderes. A peça, inspirada do sucesso da Disney, está em cartaz no Teatro Bibi Ferreira, com direção de Sebastião Apollonio.

Serviço
Quando: Sábados e domingos, 16h30. Até o dia 30 de agosto.
Onde: Teatro Bibi Ferreira (av. Brigadeiro Luís Antonio, 931, São Paulo. Informações: 0/xx/11 3105-3129)
Quanto: R$ 50
Duração: 50 minutos

os saltimbancos Veja as sete melhores peças infantis em cartaz em São Paulo

Os Saltimbancos - Foto: Divulgação

Os Saltimbancos

A peça é inspirada no famoso conto dos irmãos Grimm e conta a história de quatro bichos, que se encontram e começam a reclamar da vida de maus-tratos. Um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata decidem formar um grupo musical e fazer sucesso na cidade, só que no meio do caminho encontram seus antigos donos. Uma história atemporal, que encanta em forma de musical infantil. Sérgio Bardotti é o responsável pela adaptação de Chico Buarque.

Serviço
Quando: sábado, 17h30. Até julho de 2015.
Onde: Teatro Ruth Escobar (r. dos Ingleses, 209, Bela Vista. Informações: 0/xx/11 3289-2358)
Quanto: R$ 40 (adultos) e R$ 20 (crianças até 12 anos)
Duração: 60 minutos

199 0 Veja as sete melhores peças infantis em cartaz em São Paulo

Chovendo na Roseira - Foto: Divulgação

Chovendo na Roseira

Laura é uma menina viciada em joguinhos eletrônicos. Esperta como todas as crianças de sua geração, ela descobre um mundo novo ao deixar a tecnologia de lado para explorar o jardim de sua casa. Ela fará amizade com um sapo, um pássaro e uma cigarra e com a nova turma vai brincar e aprender canções de Tom Jobim, Jackson do Pandeiro, Dolores Duran, Chico Buarque, Luiz Gonzaga, Milton Nascimento, Djavan e muitos outros.

Serviço
Quando: Sábados e domingos, 15. Até o dia 28/6/2015 (não haverá espetáculo no dia 7/6)
Onde: Teatro Eva Herz (Conjunto Nacional, av. Paulista, 2073, Bela Vista. Informações: www.ingresso.com)
Quanto: R$ 30
Duração: 50 minutos

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220 volts Paulo Gustavo se transforma em mulheres divertidas

Paulo Gustavo em cena da peça 220 Volts: seis esquetes divertidas - Foto: Divulgação

Do R7

Paulo Gustavo foi catapultado à fama pela TV paga, com seu jeito frenético de falar.

O comediante carioca brinca com isso mesmo e muito mais no espetáculo 220 Volts, que chega a São Paulo após ser sucesso de público em várias capitais.

O moço chega com sede de conquistar o exigente público paulistano e faz temporada em um dos palcos mais tradicionais da cidade, o Teatro Procópio Ferreira (r. Augusta, 2823), onde era gravado o extinto programa Sai de Baixo.

Na montagem, Gustavo faz várias personagens femininas de sucesso, já que interpretar mulheres divertidas é seu ponto forte. A obra ainda traz no elenco Marcus Majella, Márcio Kieling e Christian Monassa.

Fica em cartaz até 28 de junho de 2015, com entrada entre R$50 e R$ 150. As sessões acontecem às sextas, 21h, no sábado, 18h e 20h30, e no domingo, 16h e 18h30.

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FOTO 1 BAIXA Intolerância não tem vez no espetáculo Cada Qual no Seu Barril

Do R7

Livremente inspirado no livro de Ruth Rocha, Dois Idiotas Sentados Cada qual no seu Barril, a temática da peça Cada Qual no Seu Barril é diferenciada: o espetáculo discute a intolerância, tema que vem ganhando grande destaque na mídia e nas redes sociais.

Após diversas temporadas, a Cia. da Revista reestreia agora no Armazém Cultural, em São Paulo, no dia 7 de junho.

Em uma época de ignorância, violência e negação daquilo que é diferente (etnia, condição social, religião e sexualidade), as crianças são costumeiramente expostas a tais realidades.

Tratar desses temas de forma bem-humorada e utilizando a fisicalidade dos cartoons permite estabelecer diálogo direto com o público infantil: a linguagem não-verbal não depende da linearidade aristotélica, se aproximando da brincadeira de faz de conta.

A peça tem uma proposta diferenciada de criação de espetáculos infanto-juvenis. A dramaturgia foi desenvolvida inteiramente a partir de improvisações físicas. O espetáculo não possui texto falado, mas uma dramaturgia corporal cuja linguagem é inspirada nos grandes personagens de desenho animado e nos clássicos filmes de cinema mudo, utilizando técnicas de composição derivadas da Mímica Corporal Dramática, Antropologia Teatral, dança e esquetes de palhaço.

Cada Qual no seu Barril
Quando: Estreia dia 7 de junho, domingos, às 15h. Até 26/07/2015.
Onde: Armazém Cultural (r. Cariris, 48, Pinheiros. São Paulo. Informações: 0/xx/11 2729-5137)
Quanto: R$ 20
Duração: 45 minutos
Classificação: Livre

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nina nobile foto bob sousa O Retrato do Bob: Nina Nóbile, vivendo o teatro

Foto BOB SOUSA*

Texto BRUNA CRISTINA FERREIRA*

Nina Nóbile é uma paulistana que vive para o teatro. A atriz encontrou a mulher dentro do grupo Satyros. Foi na Praça Roosevelt que conquistou sua liberdade e foi nos bastidores que conheceu seu marido, Marcelo Thomaz. Da união nasceu a pequena Nina, a “razão de existir” da grande Nina. Atualmente, está cursando a SP Escola de Teatro (onde passou em primeiro lugar), mas já fez Wolf Maya, Teatro Escola Macunaíma entre outros. No grupo, atuou em peças como Não Saberás, Não Salvarás e Justine. Atualmente está em cartaz com Juliette e Não Fornicarás. Tanta entrega tem seus motivos: “Descobri que a dramaturgia é mais que um prazer. Para mim é uma necessidade”.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos.

**BRUNA CRISTINA FERREIRA é repórter do Portal R7 e cobre o blog interinamente durante as férias do colunista e editor de cultura Miguel Arcanjo Prado.

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nilta foto 3001 Conheça um pouquinho da história de Nilta Murcelli, a peruqueira queridinha do teatro e da TV

Por BRUNA CRISTINA FERREIRA*

Sabemos que algumas vezes a arte flerta com a vida real. Em alguns casos, ela assume um caso de amor verdadeiro, um casamento que nem precisa de papel passado. Essa é a relação que se estabeleceu entre algumas criações e o trabalho de Nilta Murcelli, a peruqueira gentil, queridinha de alguns artistas.

Ela começou batalhando como cabeleireira em 1962 e só veio se consolidando na carreira desde então. Na década de 1980, Nilta já era uma profissional engajada nas questões da profissão, quando deu uma guinada. Ela assumiu o comando de uma tradicional estabelecimento de perucas na rua Augusta, em São Paulo, cercada por tradicionais espaços culturais da cidade.

Foi lá que estabeleceu seu primeiro contato com o mundo artístico. A primeira atriz que a procurou foi apenas Regina Duarte. Na época, ela estava se preparando para Chiquinha Gonzaga.

A partir daí, Nilta só ganhou mais clientes "especiais".

Ela já trabalhou para Claudia Raia, em Cabaret, Gloria Menezes, em Ensina-me a Viver, entre outras que ela mesma conta na reportagem. Perguntei a ela se alguma celebridade tenta esconder a careca usando perucas. Não custa tentar, né?

DSC01987 Conheça um pouquinho da história de Nilta Murcelli, a peruqueira queridinha do teatro e da TV

BRUNA CRISTINA FERREIRA - Você começou a trabalhar com cabelos em 1962. Naquela época, era mais difícil para as mulheres investirem na carreira. Como foi para você?
NILTA  MURCELLI - Naquela época era mais difícil. Os produtos eram todos importados e não havia apoio das empresas que, hoje em dia, apoiam os cabeleireiros, as viagens eram caras e os outros profissionais não compartilhavam de suas técnicas. Quando as mechas começaram a fazer sucesso, eu não sabia fazer. Fui até trabalhar num outro salão para tentar aprender, mas os outros profissionais cuidavam dos cabelos de suas clientes em cabines para ninguém ver. Realmente não era fácil.

BRUNA CRISTINA FERREIRA - Por que você escolheu se especializar em cabelos? Era uma jovem vaidosa?
NILTA MURCELLI - Eu gostava muito e tinha muita vontade de aprender e fui me apaixonando. Não era muito vaidosa não, mas cuidava dos meus cabelos e das unhas. Na época, anos 60,  surgiram os bobes, antes só usávamos rolinhos com os grampos. Quando eu comecei a usar os bobes, fiz sucesso com as vizinhas.

BRUNA CRISTINA FERREIRA - O seu primeiro salão foi em sua casa? Como aconteceu?
NILTA MURCELLI - Foi na garagem de casa na Vila Medeiros,  aplicando com as vizinhas o que eu fazia em mim. Um dia, ouvindo no rádio sobre um curso, fui me matricular para tentar aprender. Mas o curso só ensinou os primeiros passos. Depois disso fui atrás de empresas para tentar aprender mais.

BRUNA CRISTINA FERREIRA - É verdade que você ganhou o primeiro secador de cabelos do seu sogro?
NILTA MURCELLI - Sim, meu querido sogro, seu Juvenal. Me prometeu um secador com o seu primeiro dinheiro da aposentadoria. Foi muito bom, pois a partir daí minha clientes não precisavam mais dormir de bobes.

BRUNA CRISTINA FERREIRA - Você tem filhos, Nilta?
NILTA MURCELLI - Fui casada com um marido muito bom para mim e estou viúva desde 1997. Tenho uma filha, duas netas, que atualmente trabalham comigo, e três bisnetas. Costumo dizer que somos a casa das sete mulheres.

BRUNA CRISTINA FERREIRA - Como foi que começou a desenvolver perucas e apliques?
NILTA MURCELLI -
Na década de 60, toda mulher usava peruca para mudar o visual, mas eram só sintéticas. Como eu cortava muitos cabelos, comecei a fazer perucas naturais com os cabelos que eu cortava. A primeira foi feita da seguinte forma, eu comprei uma tela de filó, com ela fiz uma touca que eu enchi de cabelo com uma agulha de crochê e fez o maior sucesso. Os apliques foram criados inspirados no look da Wanderlea, ela usava aquele rabo com aplique em cima. Comecei a usá-los em clientes que tinham poucos cabelos.

 BRUNA CRISTINA FERREIRA - Em 1991, me parece que sua história mudou de vez, com a compra de um salão na Augusta. Como aconteceu?
NILTA MURCELLI - Em 1980, fui trabalhar num salão no Belém e acabei proprietária e também fazia parte da Febraca e Associação dos Cabeleireiros que, hoje, infelizmente, faliu. Eu trabalhava com o presidente, seu Gilson Máximo. Na época, eu fazia parte da diretoria. A Associação ajudava os pequenos cabeleireiros que não tinham recursos para viagens, revistas. Fazia isso porque sabia da dificuldade ao ter iniciado de baixo. Em 1981, seu Gilson, que tinha um salão com vendas de perucas nos Jardins, resolveu vendê-lo para minha felicidade e a dele, que sabia que eu poderia dar continuidade ao seu trabalho.

Claudia Raia e Nilta Murcelli Conheça um pouquinho da história de Nilta Murcelli, a peruqueira queridinha do teatro e da TV

BRUNA CRISTINA FERREIRA - Quando foi que que começou a ser procurada por artistas?
NILTA MURCELLI - Estando na rua Augusta comecei a ser mais procurada por produtores para empréstimos de perucas para teatro e televisão.

BRUNA CRISTINA FERREIRA - Você se lembra quem foi a primeira atriz que a procurou?
NILTA MURCELLI - Um belo dia, entrou em nosso salão nossa querida Regina Duarte, no inÍcio das gravações da Chiquinha Gonzaga e essa incrível atriz me ajudou muito a ficar conhecida. Nos demos bem e ela gostou muito do meu trabalho. A partir daí surgiram outros artistas como Luana Piovani, que também é um amor, que costumava comemorar seus aniversários de perucas.  Outras como Claudia Raia, Xuxa, Debora Secco...

BRUNA CRISTINA FERREIRA - Para artistas, quais foram os seus trabalhos mais marcantes?
NILTA MURCELLI - O mais marcante foi Chiquinha Gonzaga, me chamaram até para ir ao Rio para produzir as transformações nos cabelos de Regina Duarte e sua filha Gabriela Duarte que envelheciam durante a minissérie.

BRUNA CRISTINA FERREIRA - Alguma vez já enfrentou alguma atriz muito exigente?
NILTA MURCELLI - Os artistas têm aquela responsabilidade por seu trabalho, por isso, naturalmente, alguns chegam estressados, mas depois que a gente conversa e que eles sentem segurança com nosso trabalho, conhecendo nossa variedades de perucas, franjas e apliques, aí todos ficam calmos, são todos legais. É muito gratificante trabalhar com  artistas.

BRUNA CRISTINA FERREIRA - Se lembra de alguma situação engraçada com artistas e perucas que tenha vivenciado?
NILTA MURCELLI - Com a Gloria Menezes, em Ensina-me a viver, eu queria caprichar mais na peruca, mas ela preferiu deixar o mais simples possível.

BRUNA CRISTINA FERREIRA - Conta a verdade: tem alguma celebridade que finge que tem cabelo, mas é careca?
NILTA MURCELLI - Olha, você quer brincar comigo com essas perguntas [risos]. Não conheço nenhuma, não!

BRUNA CRISTINA FERREIRA - Para quem gostaria de fazer uma peruca ou aplique um dia?
NILTA MURCELLI -
Eu gostaria muito que, um dia, a Xuxa me procurasse para eu poder mudar um pouco seu visual. Faria algo mais glamouroso e deixaria o cabelo dela mais comprido, mas adoro ela, já fiz perucas e apliques para vários de seus trabalhos.

*BRUNA CRISTINA FERREIRA é repórter do Portal R7 e cobre o blog interinamente durante as férias do colunista e editor de cultura Miguel Arcanjo Prado.

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Ensaio O Beijo no Asfalto - Foto: Rodrigo Dionísio/Divulgação

O Grupo de Segunda, da Cia das Artes, vai montar o clássico O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues. Para viabilizar o projeto, a cia recorreu ao catarse (site que permite contribuições voluntárias). Para entrar no clima da peça e celebrar a diversidade, os atores Edivaldo Gomes, Alvaro Costa, Marcio Vasconcelos, Natália Martins e Samira Aguiar fizeram um ensaio fotográfico. As contribuições para o projeto podem ser feitas no www.catarse.me/pt/beijonoasfalto.

Na trama, Arandir, um homem casado, beija a boca de outro homem, que acaba de ser atropelado, realizando assim seu último desejo antes de morrer. A cena é presenciada por Amado Ribeiro, um jornalista que resolve tirar proveito do episódio. Com o destaque do caso, o protagonista se isola, sofrendo com a descrença de todos à sua volta, e se vê compelido a um destino que não consegue modificar.

Sexualidade, intrigas, falta de ética da imprensa e da polícia e crise familiar são os ingredientes desta famosa peça de Nelson Rodrigues, escrita em 1960. O espetáculo terá direção de Jair Aguiar. A temporada está prevista para o mês de agosto no Parlapatões.

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