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abertura copa jefferson bernardes VIPCOMM Crítica: Faltou ziriguidum à abertura da Copa do Brasil, repleta de buracos e com delay

Boca não sincronizou com o som: delay prejudicou quem viu abertura pela TV - Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O espetáculo de abertura da Copa do Mundo na Arena Corinthians, o Itaquerão, na tarde desta quinta (12), não condiz com a exuberância da cultura e do povo brasileiro. Nem com o que se viu nas últimas edições do evento. Resumindo: foi de uma pobreza só.

Ao contrário das aberturas dos Mundiais recentes, onde se viu o gramado apinhado de artistas minuciosamente coreografados para construírem imagens impactantes e gigantescas, a abertura da Copa do Brasil mostrou gatos pingados em um campo repleto de buracos.

Veja fotos da abertura da Copa 2014!

Tudo era pequeno, pouco, até mesmo na tela em close da TV. Imagina para quem estava no alto da arquibancada. Faltou ousadia, coisa que o brasileiro tem de sobra.

Antes a Fifa houvesse convidado as escolas de samba do Rio e de São Paulo para se juntarem no gramado com seus carros alegóricos e passistas frenéticas. Teria sido bem mais bonito e impactante aos olhos do mundo.

A impressão de quem viu a festa de abertura da Copa do Mundo do Brasil pela TV é que faltava gente não só no centro do espetáculo como também nas arquibancadas, com vazios imensos. Se não tinha mais ingressos à venda, como a Fifa explica tantos buracos?

A direção do evento também pecou, e feio, no quesito do som. As imagens apresentadas para todo o mundo tinham um vergonhoso delay em relação ao que ocorria no palco do Itaquerão.

Assim, as bocas de Claudia Leitte, Jennifer Lopez e Pitbull não coincidiam com o som que se ouvia. Um erro primário e imperdoável em um evento desta magnitude, que expôs os artistas ao ridículo.

Para terminar, faltou ziriguidum à coreógrafa belga Daphné Cornez, responsável pelo que se viu na arena transformada em um grande palco.

E a pergunta que não quer calar: por que a Fifa convocou uma belga para coreografar abertura do País que mais tem ritmo no mundo? Porque uma europeia se temos coreógrafos reconhecidos mundialmente como a carioca Deborah Colker ou o mineiro Rodrigo Perderneiras, do Grupo Corpo?

Realmente, é incompreensível. E imperdoável.

Espetáculo de abertura da Copa do Mundo 2014
Avaliação: Fraco
Avaliacao Fraco R7 Teatro PQ Crítica: Faltou ziriguidum à abertura da Copa do Brasil, repleta de buracos e com delay

abertura copa afp Crítica: Faltou ziriguidum à abertura da Copa do Brasil, repleta de buracos e com delay

Olha o buraco! Vazios no gramado e na arquibancada fizeram desta uma abertura pobre - Foto: AFP

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manifestacao larissa macena Vaias e gritos marcam abertura do FIT Rio Preto 2013

Vaias, gritos, apitos e sirenes na porta do teatro: protesto contra abertura do FIT 2013 em sessão fechada marcou começo do evento em São José do Rio Preto (SP) - Foto: Larissa Macena/Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado
Enviado especial do R7 a São José do Rio Preto*

Um clima de tensão, com direito a bate-boca, pairou sobre a abertura da 13a edição do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, nesta quinta-feira (4). Um grupo de cerca de 100 artistas fez protesto em frente ao Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto. Todos usavam uma camisa preta, simbolizando o luto, onde se lia: "FIT 2013 - Eu não fui".

Do lado de dentro, o público também protestou e vaiou quando os nomes de políticos da cidade foram citados, incluindo o do secretário municipal de Cultura de São José do Rio Preto, Alexandre Costa. As autoridades municipais ficaram nitidamente constrangidas. Apesar do grande número de gente do lado de fora, o R7 contou mais de 20 poltronas vazias.

Munidos de cartazes, apitos, megafones e muitos gritos de palavras de ordem, os artistas manifestantes atormentaram a vida dos convidados que foram ver a peça Discurso de un Hombre Decente, da Colômbia. A peça tem como ponto de partida discursos do narcotraficante colombiano Pablo Escobar, assassinado em 1993, para discutir a descriminalização das drogas. De dentro do teatro, se escutava o barulho do protesto. Quem enfrentava a fila para retirar o ingresso ou entrar no teatro, recebia barulho de apitos e sirenes no ouvido.

Um colunista social da cidade chegou a discutir com os manifestantes, dizendo que tal ato não estava respeitando seu direito de ir ver o espetáculo em paz. A situação ficou muito tensa.

"Faltou boa vontade"

Drica Santi, atriz e diretora executiva da Associart e atriz da Cia Fábrica de Sonhos, que apresenta o espetáculo Caipiras no FIT 2013, disse ao R7 que a ação foi um “repúdio à abertura do evento em um teatro fechado”.

– Antes, a abertura sempre ocorreu no Teatro da Represa, que tem capacidade para 6.000 pessoas. Era algo que envolvia toda a cidade. Agora, está num espaço com 424 lugares, dando possibilidade a poucos de participarem da abertura. Eu sei que o Teatro da Represa estava interditado, mas acredito que faltou boa vontade da Prefeitura de São José do Rio Preto e do FIT para encontrar um novo local ao ar livre. Porque espaço não falta na cidade.

Danilo Santos Miranda 300x176 Vaias e gritos marcam abertura do FIT Rio Preto 2013

Diretor reginal do Sesc SP, Danilo Santos de Miranda diz que o protesto fortalece a democracia - Foto: Divulgação

O diretor regional do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda, afirmou à reportagem que não se incomodava com o protesto. Muito pelo contrário.

– Acho normal e não vejo problema nenhum neste tipo de manifestação. Acho importante para a democracia que coisas deste tipo aconteçam. Sou absolutamente a favor.

Jorge Vermelho, que foi coordenador do FIT por muitos anos, atualmente fora da organização, afirmou ao R7 que os manifestantes “não tinham foco”. Questionado pela reportagem que o foco dos protestantes parecia claro – a exigência da abertura do festival ao ar livre –, ele declarou:

– De toda maneira, é legítimo reivindicar que a abertura possa abarcar o maior número possível de pessoas.

Apoio internacional

agnes brekke Vaias e gritos marcam abertura do FIT Rio Preto 2013

Atriz colombiana Agnes Brekke: "Estamos de acordo com que todos tenham acesso ao teatro" - Foto: Divulgação

A atriz colombiana Agnes Brekke, que apresentou a peça do lado de dentro com seu grupo, o Mapa Teatro, disse que os que estavam do lado de fora tinham seu apoio.

– Isso que aconteceu foi muito interessante, do meu ponto de vista. É muito importante que haja este tipo de posicionamento.

A atriz revelou que os artistas colombianos escutaram a manifestação do camarim, antes de entrar no palco. Mas falou que não sentiram incomodados.

– Estamos de acordo com que todos tenham acesso ao festival. Acho bonito isso de os brasileiros se manifestarem com suas exigências.

O tema deste ano é os limites entre realidade e ficção.

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do FIT Rio Preto 2013.

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ecum Centro Internacional de Teatro Ecum é inaugurado em São Paulo com programação de sucessos teatrais

Estrelas dos palcos, Juliana Galdino e Cacá Carvalho estão na programação de abertura - Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Unir artistas de repertório relevante em um lugar onde o fazer e pensar sobre teatro a nível mundial seja o grande objetivo. Esta é a proposta do Centro Internacional de Teatro Ecum, que foi inaugurado na última sexta (15), em São Paulo.

Até o mês de junho, o local receberá nada menos do que 22 espetáculos em suas três salas. Todos com trajetória de sucesso nos palcos brasileiros.

Quem abre a programação é Cacá Carvalho, com sua trilogia baseada na obra do dramaturgo italiano Pirandello. Está prevista também a volta de sucessos como Recusa, Comunicação a uma Academia, com a ótima Juliana Galdino interpretando um macaco, e Hotel Lancaster, entre outros.

O CIT-Ecum ocupa o antigo Teatro Coletivo, na rua da Consolação, 1.623. A partir de agora, o local vai sediar o Encontro Mundial das Artes Cênicas, o Ecum, antes realizado por sete edições em Belo Horizonte, desde sua fundação, em 1998. Mais de 20 mil pessoas já participaram do encontro, que já reuniu profissionais do palco de 34 diferentes países.

Guilherme Marques assume a direção geral do CIT-Ecum. A equipe ainda conta com Ruy Cortez na direção artístico-pedagógica, Rafael Steinhauser na direção executiva, Erica Teodoro, na direção de produção, Antonio Araujo e Maria Thais, na consultoria artístico-pedagógica, Ana Teixeira e Fernando Mencarelli como diretores associados e Gênia Kolesnikova na direção de relações internacionais.

A chegada dos cursos de teatro está prevista para acontecer após o encerramento da temporada de espetáculos inaugural, no mês de junho.

Saiba mais sobre o CIT-Ecum e veja a programação completa de inauguração!

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fito Personagens caminham entre o público da FITO o que agradou o público infantil1 Festival Internacional de Teatro de Objetos em BH mistura crianças e adultos com muito batuque

Personagens caminham no meio do público durante 1º dia do Fito - Foto: Elba Kriss/R7

Por Elba Kriss,
Enviada especial do R7 a Belo Horizonte*

O primeiro dia do Festival Internacional de Teatro de Objetos, em Belo Horizonte, terminou em uma grande festa comandada pelo instrumentista Naná Vasconcelos, na noite de sexta-feira (8), na Serraria Souza Pinto.

O Fito, como é conhecido o evento, está em sua 3ª edição e termina no domingo (10) com apresentações de artistas brasileiros e de outros países, como França, Israel, Argentina, Holanda, Espanha, Itália e Portugal.

Idealizado pela produtora cultural Lina Rosa, de Recife, reúne os melhores espetáculos em que objetos ganham vida e viram os protagonistas das peças.

Na abertura, o clima era de empolgação. Às 15h, quando três atrações internacionais abriram o dia simultaneamente, o público infantil era maioria.

fito3Cenário do grupo brasileiro XPTO Festival Internacional de Teatro de Objetos em BH mistura crianças e adultos com muito batuque

Relógios do XPTO - Foto: Elba Kriss

Levadas pelos pais, as crianças foram conquistadas pelos contadores de histórias e seus objetos animados.

No fim da noite, quando Tizumba, Naná Vasconcelos, Tambor Mineiro e o Grupo XPTO subiram no palco principal, o público predominante já era o adulto, e o da melhor espécie: aquele sedento por cultura.

A Serraria

O local escolhido para sediar o evento ganhou elogios por parte do frequentadores. De fácil acesso, a Serraria Souza Pinto, localizada no centro de Belo Horizonte, agrada por estar em uma região de revitalização.

Além disso, a produção acertou ao dividir a área do local em um palco central e cinco salas, que não perdem em nada para uma sala de teatro comum, com bom som e boa iluminação.

A Revolta dos Objetos

O tema da terceira edição do Fito, em Belo Horizonte, A Revolta dos Objetos, foi seguido à risca. O festival reuniu as melhores companhias de teatro de objetos e brincou com a imaginação do público.

A peça Quatro Asas, da Cia. Fernán Cardama, da Argentina, ganhou o carinho dos pequenos, que se encantaram com a história sobre um peixe que voa. O personagem, acredite, foi representado por quatro bolas de isopor devidamente pintadas.

Para os adolescentes e adultos, uma das opções foi o espetáculo Os Projecionistas, do Le Théâtre du Vide-Poches, original da França. Criativa ao extreno, a companhia usou dezenas de cenários e bonecos para fazer um filme dentro da peça. Sim, um filme dentro da peça. Não foi à toa que a plateia aplaudiu a dupla de projecionistas em pé.

Sempre é hora de aprender

Com a presença de companhias de outros países, foi fácil se deparar com famílias inteiras de estrangeiros caminhando pela Serraria. Um exemplo foi a plateia da peça A Ousada Viagem de um Homem e um Peixe, da Companhia Orinica Mecânica, da Espanha, que continha espanhóis, argentinos e até estudantes de idiomas.

Na plateia, um sussurro nada impertinente era comum. Afinal, pais e mães, vez ou outra, traduziam algumas palavras e frases para as crianças. Mas ninguém reclamou das conversas paralelas, pois ver um pai ensinar algo para o filho por meio do teatro é algo extremamente prazeroso. Nem tudo está perdido.

fito João Luiz Ferrer toca com Naná Festival Internacional de Teatro de Objetos em BH mistura crianças e adultos com muito batuque

O pequeno João toca com Naná - Foto: Elba Kriss

Naná Vasconcelos foi a estrela da abertura. O percussionista se apresentou duas vezes no primeiro dia do festival. O músico, ganhador de um Grammy na categoria regional, encerrou a noite. Ao lado da companhia Tambor Mineiro e do grupo XPTO, Naná fez o todo mundo dançar e batucar. Literalmente.

Vasconcelos apresentou o seu Pinipan, um espetáculo em forma de som com uso de panelas, penicos, conchas, bacias, colheres e demais instrumentos comuns na cozinha.

Ovacionado pelo público, Naná dividiu seu dia de glória com um pequeno fã, o menino João Luiz Ferrer, de quatro anos, que subiu no palco e “tocou” ao lado do mestre até o fim.

*A jornalista Elba Kriss viajou a convite do Festival Internacional de Teatro de Objetos.

Fito – Festival Internacional de Teatro de Objetos
Quando: 8 a 10 de junho de 2012, sempre a partir das 15h
Onde: Serraria Souza Pinto, debaixo do viaduto Santa Tereza, centro de Belo Horizonte
Quanto: grátis

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lospajarosmuertos Festival de Curitiba abre no Dia Mundial do Teatro

Espanhóis contam vida de Picasso em Los Pájaros Muertos, que abre o Festival de Curitiba - Divulgação

Não teria data melhor para ser dado o pontapé no maior festival teatral do Brasil. Começa nesta terça-feira (27), Dia Mundial do Teatro, a 21ª edição do Festival de Curitiba.

A grande festa de abertura está marcada para começar às 20h, no largo da Ordem, no centro histórico curitibano.

O espetáculo de rua espanhol Los Pájaros Muertos dará início ao evento, com a vida e obra do gênio espanhol Pablo Picasso. A peça será reapresentada, no mesmo horário, também nesta quarta (28).

Até o dia 8 de abril, serão mostrados cerca de 400 espetáculos. Serão 29 peças na mostra principal e 365 na mostra paralela Fringe, das quais 59 peças terão entrada gratuita. Uma média de 30 peças por dia.

Isso sem contar nos espetáculos de humor do Risorama e a programação dedicada às crianças, o Guritiba. Oito espetáculos nacionais e três internacionais fazem suas estreias no País.

O Festival de Curitiba quer reunir 200 mil pessoas em 13 dias de evento, como contou em entrevista ao blog o diretor do evento, Leandro Knopfholz.

festival de curitiba abertura daniel sorrentino Festival de Curitiba abre no Dia Mundial do Teatro

Leandro Knopfholz, diretor do Festival de Curitiba, em dois momentos: à esquerda, ao lado da coordenadora executiva do evento, Ana Hupfer; à dir., no discurso de abertura - Fotos: Daniel Sorrentino/Clix

Veja, abaixo, as peças da Mostra Principal do Festival de Curitiba:

Wii Previsto e Nos Outros, de Lara Pinheiro;
Judy Garland - O Fim do Arco-Íris, de Möeller & Botelho;
Hécuba, de Gabriel Vilela;
Gargólios, de Gerald Thomas;
Namíbia, Não!, de Lázaro Ramos;
Nem Um Dia Se Passa Sem Notícias Suas, de Gilberto Gawronski;
Palácio do Fim, de José Wilker;
O Libertino, de Jô Soares;
Júlia, de Christyane Jatahy;
Deus é um Dj, de Marcelo Rubens Paiva
Obituário Ideal, de Thiare Maia e Rodrigo Nogueira;
Luis Antônio - Gabriela, de Nelson Baskerville;
Equus, de Alexandre Reineke;
Essa Febre Que Não Passa, de André Brasileiro e Marcondes Lima;
Fausto ComPacto, de Marcos Azevedo;
Rosa, de Ana Paz;
Estamira Beira Mundo; de Beatriz Sayad;
Aquilo Que Meu Olhar Guardou Para Você, do Grupo Magiluth e Luiz Fernando Marques;
O Idiota, de Cibele Forjaz;
O Jardim, de Leonardo Moreira;
O Casamento, de Os Fodidos Privilegiados;
Escravas do Amor, de Os Fodidos Privilegiados;
Eclipse, do Grupo Galpão;
Licht + Licht, de Caetano Vilela;
• A Peça do Casamento, de Pedro Brício;
• De Verdade, de Márcio Abreu;
• Ah, A Humanidade! e Outras Exclamações, da Pausa Companhia;
• Caravana - Memórias de Picadeiro, do Circo Roda

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