Posts com a tag "atores"

 

torcida eduardo enomoto Artistas comentam vergonha do Brasil na Copa

Torcedor fica em desalento diante da eliminação do Brasil pela Alemanha - Foto: Eduardo Enomoto

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto EDUARDO ENOMOTO

Foi vergonhosa a eliminação do Brasil da Copa do Mundo de 2014, no Mineirão, em Belo Horizonte, nesta histórica terça (8). Perder por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal foi desalentador. Os artistas e personalidades da área cultural que acompanhavam a partida também não acreditaram no que viram. Em tempos de redes sociais, todos deram seus pitacos.. O Atores & Bastidores do R7 selecionou algumas das melhores frases. Veja só:

"Neymar, a essa hora, está agradecendo ao Zuñiga"
Adriana Balsanelli, assessora teatral

"A seleção demonstrou falta de estrutura emocional e tática"
Cida Souza, fotógrafa

"Sou brasileiro: ah, gente, a abertura [da Copa] estava bem pior, vai"
André Martins Faria, ator

"Uma hora amava, agora xinga"
Douglas Apelfeller Leite, ator

"Agora que acabou o pão e circo, comam brioches"
Daniela Machado, produtora teatral

torcida sergio gava Artistas comentam vergonha do Brasil na Copa

Uma imagem diz mais do que mil palavras: o ator Sérgio Gava morde o escudo da Seleção - Foto: Reprodução

"Galvão acabou de dizer: uma seleção de homens contra os nossos meninos. Peraí, eles não eram nossos gigantes heróis?"
Carlos Nunes, ator e comediante

"Oktoberfest! Agora, em Belo Horizonte"
Fabricio Castro, ator e diretor

"O duro é ler os 'patriotas'  chutando cachorro morto"
Lulu Pavarin, atriz

"Vamos parar tudo e dançar o Lepo Lepo? Os alemães já sabem a coreografia"
Natália Zonta, jornalista

"Coitada da psicóloga"
Laerte Késsimos, ator

"E pra lembrar do Neymar, Será que ele está chorando... Ou rindo?"
Cléo De Páris, atriz

"Eu queria compartilhar tudo que vocês estão escrevendo aqui. Estou rindo tanto com os posts. Na criatividade e no bom humor, pelo menos, a taça é nossa. Ô povo criativo, ô povo divertido!"
Milena Murno, jornalista

brasil2 Artistas comentam vergonha do Brasil na Copa

Jogadores da Seleção Brasileira não acreditam ao ver mais um gol da Alemanha

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anonovo livia la gatto1 Artistas do teatro revelam votos para 2014

A atriz Livia La Gatto: "Que 2014 nos descabele de emoção, desafios e conquistas" - Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

O ano de 2013 chega ao fim desta terça-feira (31). Logo mais, surge 2014, cheio de novidades. Contudo, antes da Virada, o Atores & Bastidores do R7 pediu para alguns nomes que fazem o teatro acontecer revelarem para a gente seus votos de Ano-Novo. Veja aí:

“Que os bons ventos tragam força, união e amor no coração. Que nos descabele de emoção, desafios e conquistas. Mais gratidão e menos reclamação. Mais "nós" e menos "eu", porque nenhuma estrela brilha sozinha, como dizia uma grande amiga. Que a peça Cuidado; Garoto Apaixonado apaixone muito mais. Obrigada família, amigos e alunos queridos por me ensinarem tanto”.
Livia La Gatto, atriz da peça Cuidado, Garoto Apaixonado

anonovo mariana mantavelli1 Artistas do teatro revelam votos para 2014

A atriz e bailarina Mariana Mantavelli: "Que em 2014 cada um tenha consciência de seus atos" - Foto: Divulgação

"O ano não será novo se continuarmos a cometer os mesmos erros. Que cada um tenha consciência de seus atos e sejam pessoas melhores a cada dia! Um 2014 repleto de grandes realizações regado de muita luz, paz, amor e alegria!"
Mariana Matarelli, atriz do musical Crazy for You

anonovo maria carolina dressler Artistas do teatro revelam votos para 2014

A atriz Maria Carolina Dressler: "Um 2014 de velhas alegrias e velhos amores" - Foto: Divulgação

""Um ano novo cheio das velhas alegrias e velhos amores, de novas descobertas, caminhos, surpresas, abraços, luta e esperança"
Maria Carolina Dressler, atriz da peça Monga

anonovo rodrigo Artistas do teatro revelam votos para 2014

O ator Rodrigo Negrini: "Um 2014 de muitos sorrisos, amigos e trabalho" - Foto: Divulgação

Desejo para 2014 um ano de muitos sorrisos, amigos, trabalhos. Muita saúde, diversão, prosperidade! Que seja um ano abençoado e melhor que todos os outros anos que já passaram! Com sonhos se tornando realidade! Beijos e feliz 2014!
Rodrigo Negrini, ator do musical Crazy for You

 

ano novo carla vazquez Artistas do teatro revelam votos para 2014

A atriz Carla Vazquez: "Sonhar com o que acreditamos dá certo" - Foto: Caio Gallucci


“Sei que sonhar com o que acreditamos dá certo. Estudar e não cair com todos os ‘nãos’ que recebemos no caminho é sempre válido. Pois quando conseguimos algo tão sonhado, o gostinho é muito melhor. Assim, 2013 termina e vai ser assim que 2014 começará: com muito estudo e vontade de superação cada vez mais! Feliz Ano-Novo!”
Carla Vazquez, atriz do musical Crazy for You

 

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coluna mate Otto Dix Portrait of the Journalist Sylvia Von Harden Coluna do Mate: Homens viram mulheres no palco

Quadro Retrato da Jornalista Sylvia Von Harden, de Otto Dix - Foto: Reprodução

É preciso muita força masculina para que homens consigam construir personagens femininas no teatro

alexandre mate foto bob sousa Coluna do Mate: Homens viram mulheres no palco

Alexandre Mate: Foto: Bob Sousa

Por Alexandre Mate*
Especial para o Atores & Bastidores

Na tradição do teatro popular, homens e mulheres sempre estiveram lado a lado no sentido da construção e criação do espetáculo teatral. Diferentemente do modo ocorrido, e desde a antiguidade clássica grega, as mulheres foram impedidas de se apresentarem como atrizes.

No teatro erudito (aquele bancado e protegido pelo Estado ou pelos endinheirados), as mulheres vão para a cena somente no século 17. Até esse período, portanto, na produção teatral não popular, todas as personagens femininas foram apresentadas por homens.

De certa forma, é bastante comum, e também em nossos dias, falar em “guerra conjugal”. Homens e mulheres andam juntos na vida, guerreando em boa parte das vezes, mas se acertando, reavaliando suas trajetórias comuns e partilhadas. Homens e mulheres têm características pessoais e singulares, mas têm, também, aspectos que são mais difíceis de imitar.

A linguagem teatral se fundamenta no espetáculo, mas, de diferentes formas, se organiza juntando, nos processos de interpretação: a imitação, que ocorre por meio de ações, e a narração. Intérpretes, dependendo do gênero teatral, buscam imitar por meio do corpo e dos gestos e, também, da fala. A criação e apresentação da personagem ocorre, então, por meio da junção de apreensões, intuições, suspeitas, observação de comportamentos sociais, idealizações (boas e ruins) sobre sujeitos existentes.

Sabe-se, primeiro por proibição, depois por identificação e, também, por variadas necessidades, que muitos atores interpretaram e interpretam mulheres. Muito difícil apresentar, a não ser repetindo a impressão de alguém, como determinados homens apresentavam as personagens femininas ao longo da história.

Há um livro muito interessante, chamado A Máscara de Apolo, em que a autora Mary Renault apresenta algumas evidências históricas de como os atores se comportavam na antiguidade clássica grega. Nesta obra, o ator Niquérato apresenta uma série de dificuldades sobre a arte de representação e as diferenças na “composição” de suas personagens, fossem masculinas ou femininas.

Alguns visitantes estrangeiros em suas andanças pelo Brasil, durante o período colonial relatam suas impressões e preconceitos sobre, por exemplo, como os negros (e não havia atores brancos) apresentavam-se como Julieta. No filme britânico Shakespeare Apaixonado, de 1998, são mostradas algumas dificuldades para a personagem Viola De Lesseps apresentar-se como Julieta.

Na ópera tradicional chinesa, conhecida como “Ópera de Pequim” (atualmente, Ópera de Beijing”), até hoje as mulheres não entram; dentre outras obras, acerca dos modos de preparação dos atores para fazerem os papéis femininos na tradição mencionada, o filme chinês Adeus, Minha Concubina, de 1993, apresenta uma emocionante história de transformação de um menino em personagem feminina.

adeus concubina Coluna do Mate: Homens viram mulheres no palco

No filme Adeus, Minha Concubina, homens não entram na Ópera de Pequim - Foto: Divulgação

Enfim, vários são os relatos na história sobre proibições e modos como os atores apresentaram as personagens femininas.

Na tradição popular, porque os modos de criação sempre contam com a cumplicidade do público, ao se passar por mulher, o objetivo do travestido é enganar alguém, normalmente um opressor. Em tal tradição, o ator não imita de modo ilusionista a mulher, ele apenas se veste de mulher.

Portanto, o homem não quer ser mulher, ele não pretende vender uma “imagem de”. Não propriamente ligado a essa tradição, mas bastante atento a ela, Madame Satã (João Francisco dos Santos), apresentado como famoso transformista do Rio de Janeiro, sempre deixou absolutamente claro o quanto era necessário ser macho para ser homossexual no Brasil.

De outra forma, talvez, ao fazer um papel, “sexualmente feminino”, Madame Satã evidenciava o homem que era: não enganava ninguém. Tal aproximação faz-se necessária porque muitos são os homens que não perdem sua condição de homens, mesmo que suas escolhas não correspondam aos papéis, impostos também moralmente.

Voltando ao teatro, houve atores que se apresentaram em papéis femininos na história do teatro paulistano, de maneira antológica: dignizando as mulheres e sem afetações idealizadas (e na totalidade absoluta das vezes) sobre o que seria a mulher. Tive a oportunidade de assistir Roberto Cordovani, na década de 1980, apresentando-se como Greta Garbo em Olhares de Perfil e em Amar, Verbo Intransitivo, de modo impecável; Elias Andreato, em 1986, criando uma professora de inglês em Hello, boy!.

coluna mate cordovani Coluna do Mate: Homens viram mulheres no palco

Cartaz de Olhares em Perfil: Roberto Cordovani viveu Greta Garbo nos palcos - Foto: Divulgação

Recentemente, na pele da excepcional atriz Miryam Muniz, sem quaisquer afetações, sem figurinos, jogos de luzes, cenários..., Cássio Scapin apresenta-se de modo surpreendente no Eu Não Dava Praquilo.

Scapin incorpora em sua composição características absolutamente singulares da atriz, sobretudo modo de falar; modos de olhar, de expressão facial e gestos (principalmente ao fumar). O ator apresenta a atriz, de modo algo semelhante àquele apresentado por Marcelo Médici, em Cada um com Seus Pobrema. A diferença entre as interpretações reside no fato de Médici investir mais no tratamento cômico. Segundo Médici, em diversas ocasiões, a própria atriz ligava para ele para “ouvir-se”.

Ainda que de modo mais grotesco, porque a estética assim o exigia, na montagem de As Três Velhas, dirigida por Maria Alice Vergueiro, Luciano Chirolli, em determinados momentos do espetáculo tinha uma delicadeza surpreendente. Em Orquestra de Senhoritas, de 1974, Paulo Goulart apresentava uma austera maestrina (Madame Hortense), ainda que em chave de comicidade e grotesco, o ator teve um trabalho surpreendente; mesmo vestido exageradamente, podia-se divisar uma humanidade muito interessante na composição e criação da personagem.

Tentei passear por alguns momentos da história do teatro, com ênfase à linguagem produzida na cidade de São Paulo. Muito tem acontecido e sido apresentado na Sampa desvairada, se Sylvia von Harden pintada por Otto Dix, em imagem apresentada no início deste texto confunde e delicia, mesmo sem confundir, mas deliciando ao extremo, pensei em finalizar este sucinto texto com a representação de cena antológica de Oscarito e Grande Otelo, em Carnaval do fogo, de 1949 ou Oscarito e Eva Todor em Os dois ladrões, de 1960.

Nos dois filmes, e vale a pena assisti-los na íntegra, têm-se excelentes atores apresentando mulheres. Sabe-se, todo o tempo que são homens, mesmo no segundo caso, na cena antológica de espelho. Oscarito, nesta cena, veste-se e comporta-se como a personagem apresentada por Eva Todor, mas pode-se perceber, ator e atriz revertendo o comando.

coluna mate orquestra senhoritas paulo goulart Coluna do Mate: Homens viram mulheres no palco

Paulo Goulart foi uma maestrina na peça Orquestra de Senhoritas, de 1974 - Foto: Divulgação

*Alexandre Mate é professor do Instituto de Artes da Unesp (Universidade Estadual Paulista), pesquisador de teatro e integra o júri do Prêmio Shell de Teatro. Ele escreve no blog sempre no dia 1º.

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walcyr carrasco  Walcyr Carrasco dá curso para atores em São Paulo

Walcyr Carrasco é um dos professores do curso que começa no fim do mês - Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Entre os dias 27 de julho e 4 de agosto deste ano, o trânsito de celebridades pela Escola de Preparação de Atores Incenna, em São Paulo, será frequente.

A instituição anunciou um curso com renomados nomes do teatro e da televisão para o período.

A oficina O Ator - Do sonho à Construção da Carreira será ministrada por ninguém menos do que o jornalista e dramaturgo Walcyr Carrasco, autor da atual novela das 21h da Globo, Amor à Vida.

Ainda integram o time de professores os atores Leonardo Miggiorin e Blota Filho, e o diretor Luis Henrique Rios, da Globo.

O programa vai fazer um panorama prático sobre a profissão e promete dicas importantes aos novos profissionais.

Saiba mais informações aqui.

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valeska reis eduardo enomoto Musical sobre samba procura artistas negros

Musical quer atores, cantores e bailarinos negros, como a bela Valeska Reis, em pose no Carnaval de São Paulo em 2013 - Foto: Eduardo Enomoto

Por Miguel Arcanjo Prado

Atores negros têm a oportunidade de participar de um novo musical paulistano: O Fino no Samba, que vai cantar nosso ritmo mais celebrado.

O Teatro Itália, que produzirá a obra com texto de Elisio Lopes Jr., direção de Kleber Bortes Sobrinho e direção musical de Bruno Elisabetsky, está em busca do elenco.

Podem se inscrever atores, cantores e bailarinos negros, entre 20 e 40 anos. É preciso comprovar experiência artística. Os currículos com foto podem ser enviados para o e-mail audicaofinodosamba@gmail.com até esta terça (7).

Os selecionados para a audição, que será realizada no Teatro Itália (av. Ipiranga, 344, subsolo do Edifício Itália, São Paulo), na segunda (13), será avisados por email até esta quinta (9).

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roosevelt atores eduardo enomoto 15 10 2012 Sete histórias teatrais se cruzam na nova Roosevelt

Lugar de encontro de gente bonita e inteligente (a partir da esq.): os atores Stella Menz, José Sampaio, Marba Goicochea, Marcio Tito Pellegrini, Phedra D. Córdoba, Barbara Mello e Óscar Silva mostram ao R7 a pluralidade artística teatral na nova praça Roosevelt, no centro da cidade de São Paulo - Foto: Eduardo Enomoto/R7

Por Miguel Arcanjo Prado
Fotos de Eduardo Enomoto

A praça Franklin Roosevelt se tornou a cara do teatro paulistano por excelência. O cartão-postal artístico quarentão ganhou jovialidade com a inauguração da reforma do local há duas semanas. Para celebrar o feito, o Atores & Bastidores do R7 resolveu convidar um time eclético de sete artistas cujas trajetórias têm na Roosevelt seu epicentro. Viva a praça!

roosevelt phedra d cordoba eduardo enomoto 15 10 2012 2 Sete histórias teatrais se cruzam na nova RooseveltA atriz cubana Phedra D. Córdoba é o verdadeiro símbolo da Roosevelt. Diva primeira do teatro alternativo paulistano, é um dos principais rostos do grupo que liderou a revitalização da praça, Os Satyros. Moradora dos arredores, considera o lugar um misto de recordações: “A praça Roosevelt para mim é uma lembrança de quando vim para o Brasil, há mais de 50 anos. E é também o meu presente, onde me realizo artisticamente com Os Satyros, desde que Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez me convidaram para integrar a companhia. É o lugar onde encontro todos os meus amigos”. E onde a gente encontra Phedra.

roosevelt marba goicochea eduardo enomoto15 10 2012 Sete histórias teatrais se cruzam na nova RooseveltUma das musas da Roosevelt, a atriz peruana Marba Goicochea veio ao Brasil passar férias há dez anos. E não quis mais voltar para Lima. Integrante da Cia. Bruta de Arte, que está em cartaz com o espetáculo Máquina de Dar Certo no Tusp, nos arredores da praça, ela diz que se sente em casa no local. “Sou parte daqui. Conheço todo mundo e moro no prédio do Parlapatões. É só sair de casa que sempre encontro amigos. Vivi o renascimento da Roosevelt. No começo, era perigoso. Hoje, é esse lugar cheio de vida”. Viva.

roosevelt stella menz eduardo enomoto15 10 2012 Sete histórias teatrais se cruzam na nova RooseveltA atriz paulistana Stella Menz mistura estudo e encontro na praça Roosevelt. A beleza logo transformou a aprendiz de atuação da SP Escola de Teatro em mais uma musa do local. Mas ela não leva tal título a sério. Mostra que tem conteúdo: “A praça Roosevelt é um espaço que tem de ser ocupado pela arte a cada dia”. Que assim seja.

roosevelt marcio tito pellegrini15 10 2012 Sete histórias teatrais se cruzam na nova RooseveltO ator, dramaturgo e diretor paulistano Marcio Tito Pellegrini chegou à praça para atuar no espetáculo Roberto Zucco, com o grupo Os Satyros. Desde então, sempre dá as caras na efervescência da Roosevelt. “As coisas vão surgindo na praça. O pós-peça nos bares é um lugar onde tudo acontece”. E como.

roosevelt jose sampaio eduardo enomoto 15 10 2012 Sete histórias teatrais se cruzam na nova RooseveltO ator paulistano José Sampaio está com duas peças em cartaz na praça: Cabaret Stravaganza e Fim de Show. “É o lugar onde comecei e consigo fazer teatro. A reforma trouxe mais pessoas, não só para ver espetáculos, mas também para passear, andar com seu cachorro ou praticar skate. É, com certeza, o grande ponto de encontro do centro”. E de gente fina.

roosevelt barbara mello eduardo enomoto 15 10 2012 Sete histórias teatrais se cruzam na nova RooseveltMineira de Piedade de Ponte Nova, a atriz Barbara Mello mora em São Paulo há cinco anos. Tem tanta afinidade com a Roosevelt, que resolveu comemorar seu mais recente aniversário, em 4 de dezembro do ano passado, no Bar dos Satyros. Explica o porquê: “É o lugar que me fez apaixonar outra vez pelo teatro. Depois de uma fase triste, fiz curso de humor na SP Escola de Teatro e muita coisa mudou. Até um amor eu encontrei”. Sortuda.

roosevelt oscar silva eduardo enomoto 15 10 2012 Sete histórias teatrais se cruzam na nova RooseveltNascido na cidade portuguesa de Pinhal Novo, o ator Óscar Silva fez da praça Roosevelt seu lugar no Brasil há dois anos, quando resolveu se mudar definitivamente para o País. Integrante da Cia. Sr. João e funcionário da SP Escola de Teatro, também tem discurso afinado: “A Roosevelt é uma conquista do cidadão. Nela, o teatro faz a afirmação da cidadania”. Falou tudo.

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O mês de julho chega ao fim e é hora de você, internauta do R7, escolher quem foi a musa e o muso do teatro. Veja as fotos e dê seu voto!

Candidatas a musa do teatro
musa bruna linzmeyer adeus a carne Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Bruna Linzmeyer, de Adeus à Carne ou Go to Brazil
musa camila camargo Slavianski Bazaar1 Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Camila Camargo, de Slavianski Bazaar
musa mariana de goes cafe cabaret Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Mariana de Góes, de Café Cabaret
musa melissa vettore camille e rodin Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Melissa Vettore, de Camille e Rodin
musa sofia boito bom retiro 358 metros Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Sofia Boito, de Bom Retiro, 958 metros

Quem foi a musa do teatro em julho de 2012?

Esta enquete está encerrada
  • Bruna Linzmeyer - Adeus à Carne
    12.6%
  • Camila Camargo - Slavianski Bazaar
    7.9%
  • Mariana de Góes - Café Cabaret
    78%
  • Melissa Vettore - Camille e Rodin
    0.4%
  • Sofia Boito - Bom Retiro, 958 metros
    1.2%


Candidatos a muso do teatro

muso assis benevenuto outro lado Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Assis Benevenuto, de Outro Lado
muso daniel alvim maria miss Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Daniel Alvim, de Maria Miss
muso dudu galvao sua inceleca ricardo iii Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Dudu Galvão, de Sua Incelença, Ricardo III
muso marco ricca boca de ouro Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Marco Ricca, de Boca de Ouro
muso thiago machado priscilla Escolha a musa e o muso do teatro em julho
Thiago Machado, de Priscilla, Rainha do Deserto

Quem foi o muso do teatro em julho de 2012?

Esta enquete está encerrada
  • Assis Benevenuto - Outro Lado
    10.1%
  • Daniel Alvim - Maria Miss
    35.9%
  • Dudu Galvão - Sua Incelença, Ricardo III
    45.4%
  • Marco Ricca - Boca de Ouro
    1%
  • Thiago Machado - Priscilla, Rainha do Deserto
    7.6%

O Retrato do Bob: Einat Falbel, toda a força de uma atriz pós-desilusão

Coluna do Miguel Arcanjo n° 183: Adeus, Playcenter

Mito morto há 60 anos, Evita foi atriz consagrada

Musical sobre Milton Nascimento custou R$ 1 milhão

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Por Miguel Arcanjo Prado
Foto de Bob Sousa

Einat Falbel foto bob sousa O Retrato do Bob: Einat Falbel, toda a força de uma atriz pós desilusão
Se o pai da atriz Einat Falbel tivesse demorado mais um ano para deixar a Polônia rumo ao Brasil ela não estaria por aqui. Foi em 1938, um ano antes de a 2ª Guerra Mundial começar, que o judeu polonês Pinkas Falbel resolveu largar a terra natal rumo à até então desconhecida América do Sul. O restante da família Falbel que ficou na Polônia foi dizimado pelo nazismo.

Em uma viagem à Terra Santa, ele conheceu a brasileira Ester Lea, por quem se apaixonou e trouxe para viver com ele em São Paulo, onde os Falbel começaram vida nova. Tiveram quatro filhos, um homem e três mulheres, entre eles a caçula, Einat, sempre metida em artes.

Criada entre os bairros Lapa e Higienópolis, já pequenina, fez um espetáculo para o prédio inteiro. Tios, primos, pais e irmãos viram ali despontar o talento da menina que amava os Saltimbancos.

Na escola, Einat tinha como professora de artes ninguém menos do que a futura atriz de sucesso Lilia Cabral, que é formada em belas artes pela USP (Universidade de São Paulo) e deu aulas antes da TV. Foi vendo uma peça infantil de Lilia que Einat se deslumbrou.

— Lembro da sensação que tive: de estar diante de um fenômeno.

Durante um bom tempo viveu uma dicotomia: ser bailarina ou atriz? O teatro acabou falando mais alto, mas não abandonou os passos. Continuou com as aulas de dança em paralelo e hoje é também professora de expressão corporal.

— Ás vezes mentia para meus pais. Dizia que estava indo para a o balé e ia para o teatro.

A influência de Lilia foi grande. Tanto que, assim como a professora, se formou em educação artística na faculdade.

— Já tinha feito Macunaíma [escola de teatro no bairro Campos Elíseos] quando adolescente, mas bati o martelo mesmo em relação ao teatro quando resolvi me matricular no Célia Helena [outra tradicional escola de atores paulistana].

É claro que a decisão sofreu resistência da família.

— Meus pais não queriam que eu fosse atriz. Queriam que eu tivesse uma profissão mais convencional. Diziam para mim que “na vida você não faz o que quer, você faz o que tem de fazer”.

Ela não deu muita bola ao discurso. E insistiu no que sabia ser sua vocação. Do Célia Helena foi para o Grupo Tapa, sua “grande escola”. Lá, fez Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, em 1994, seu primeiro grande espetáculo. Ficou com eles sete anos.

Depois, teve uma passagem de quatro anos pela Companhia do Feijão. Aí, resolveu ficar “free”, como gosta de brincar, dando uma gostosa risada.

Fez cinema. Atuou em O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias e Lula – O Filho do Brasil. Em 2013, estreia na TV na série O Negócio, da HBO, sobre prostituição de luxo. Vai ser a secretária das garotas de programa.

Em 2007, entrou para a turma do Núcleo Experimental, do diretor Zé Henrique de Paula. Fez Dona Eduarda em Senhora dos Afogados, outra vez Nelson Rodrigues.

Até que surgiu em sua vida a possibilidade de se tornar Agnes, a garçonete solitária e decadente do espetáculo Bichado, que se apaixona por um ex-combatente da Guerra do Golfo com sérios problemas psiquiátricos, vivido pelo ator Paulo Cruz.

— A Agnes tem aquela coisa da mulher quando passa de uma certa idade e vê que a vida não aconteceu como ela projetou. As mulheres fazem muita bobagem para preencher esse vazio.

No espetáculo, a personagem embarca na loucura do amante como forma de ter alguém.

—Ela é capaz de comprar uma psicose só para preencher o buraco que tem. Isso é uma coisa muito feminina. Acho que a peça é muito isso, o que uma pessoa é capaz de fazer para que a vida faça algum sentido. Eu me identifico com ela em muitas coisas. Antes, saía da peça muito cansada, acho que agora, quase no fim da temporada, o corpo está se acostumando. Eu adoro o que a Agnes faz comigo. Ela mexe muito com tudo. É que ator adora sofrer, né [risos].

Quando questionada por que permaneceu no teatro, reflete um pouco, e chega à conclusão.

— Teatro é um vício. É maior do que o ego. É maior do que a gente. Muita gente vai procurar o teatro, neste mundo fast celebrity, para ser amado. Mas não é isso. Com o tempo, o elogio e o aplauso é pouco. É porque o teatro é muito além disso. E essa é uma descoberta que cada ator precisa fazer.

Bem resolvida com seus 42 anos, Einat Falbel comemora os personagens densos que a idade lhe proporciona.

—Eu não posso mais fazer a Julieta, né? [gargalhada]. Agora, meus personagens são pós-desilusão.

Leia a crítica de Bichado

Coluna do Miguel Arcanjo n° 183: Adeus, Playcenter

 
Por trás do pano – Rapidinhas teatrais Mito morto há 60 anos, Evita foi atriz consagrada

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sua incelenca Clowns de Shakespeare misturam guerra inglesa e sertão nordestino em <i>Sua Incelença, Ricardo III</i>

Espetáculo do Clowns de Shakespeare chega a São Paulo após rodar todo o Brasil - Foto: Pablo Pinheiro

Por Miguel Arcanjo Prado

Uma das estreias mais aguardadas nos palcos paulistanos acontece na próxima quarta (25), no Sesc Belenzinho: a chegada do espetáculo Sua Incelença, Ricardo III, com o grupo Clowns de Shakespeare, do Rio Grande do Norte.

A temporada será gratuita, até 16 de agosto, com sessões de terça a quinta, sempre às 20h30. Serão distribuídos dois ingressos por pessoa uma hora antes de cada sessão.

A obra, de 90 minutos, é uma adaptação do grupo potiguar em parceria com o diretor mineiro Gabriel Villela para o tradicional texto de Shakespeare encenado pela primeira vez no fim do século 16, retratando a Guerra das Rosas, a sangrenta disputa pelo trono inglês entre 1455 e 1485.

Contudo, sai de cena o ar soturno inglês e ganham espaço as cores do nordeste mescladas a referências ao rock britânico contemporâneo, colocando no mesmo balaio as “incelenças”, como são chamados os cantos fúnebres das carpideiras, e os sons modernos das bandas Supertramp e Queens, por exemplo.

A trupe chega a São Paulo após rodar muita estrada. Já estiveram antes em 27 cidades de 18 Estados das cinco regiões brasileiras.

O espetáculo estreou em 2010, em Natal, após três anos de pesquisa do grupo, que se inspirou na pequenina Acari, no sertão do Rio Grande do Norte, para buscar referências para a montagem. Desde então, passaram por festivais renomados, como os internacionais de Santiago, no Chile, e de Belo Horizonte e de São José do Rio Preto, aqui no Brasil.

O grupo Clows de Shakespeare é formado pelos atores Camille Carvalho, Diana Ramos, Dudu Galvão, César Ferrario, Joel Monteiro, Marco França, Renata Kaiser, Nara Kelly e Titina Medeiros.

Sua Incelença, Ricardo III
Quando: Terça a quinta, às 20h30. Até 16/8/2012. Estreia dia 25/7/2012.
Onde: Sesc Belenzinho (r. Padre Adelino, 1.000, Metrô Belém, São Paulo, tel. 0/xx/11 2076/9700)
Quanto: Grátis (retirar ingresso uma hora antes de cada sessão)
Classificação: Livre

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Por Miguel Arcanjo Prado
patricia vilela Por trás do pano   Rapidinhas teatraisNova global
A talentosa atriz Patrícia Vilela, gaúcha radicada em São Paulo, acaba de assinar contrato com a Globo. Vai trabalhar na nova temporada de Malhação. Fará uma médica, Raquel, mãe da protagonista, que será interpretada pela atriz Alice Wegmann. O trabalho mais recente no teatro de Patrícia foi na peça Festim Diabólico, na qual interpretava uma soturna mordoma de um casal gay. Versátil, Patrícia consegue ir, com desenvoltura, do Espaço dos Satyros, onde costuma fazer espetáculos, à Escola de Atores Wolf Maya, onde é professora. A coluna deseja muito sucesso para a atriz na TV. Porque ela merece.

Coisas de Nelson
Já que o assunto é Nelson Rodrigues, por conta do centenário de nascimento do nosso dramaturgo, no CCBB – SP, na Sé, em São Paulo, está em cartaz Rodriguianas: Tragédias para Rir. O espetáculo dirigido por Luís Artur Nunes foi extraído das picantes crônicas A Vida Como Ela É, publicadas originalmente no lendário jornal Última Hora. E o ingresso é baratíssimo: R$ 6 a inteira e R$ 3 a meia-entrada. Não dá para perder.

Galpão em Sampa
O Grupo Galpão, de Belo Horizonte, vai comemorar em São Paulo seus 30 anos, com temporada de quatro espetáculos, entre 28 de julho e 14 de outubro. O primeiro é Romeu e Julieta, que levou milhares às praças da capital mineira no último FIT-BH. Será apresentado de graça, no próximo dia 28, às 16h, no Parque da Juventude. Dá para ver a grandeza do Galpão por alguns de seus números: em 30 anos foram 20 espetáculos vistos por mais de 1,4 milhão de pessoas em mais de 2,5 mil apresentações em 600 cidades de 18 diferentes países, em 41 festivais internacionais e 70 nacionais. Ufa!

Enquanto Alice não vem
A Cia. dos Imaginários prepara, ainda para este ano, uma releitura de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Caroll. Os preparativos terão de conviver por enquanto com Kafka, já que a trupe volta a encenar Nikasstrasse, 36, adaptação do romance Metamorfose, a partir do dia 2 de agosto, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo. Mistura boa.

De filó

A turma mineira da Oficcina Multimédia utilizou 600 quilômetros de linha de costura nas telas transparentes de filó do espetáculo As Últimas Flores do Jardim das Cerejeiras, inspirado no texto de Tchekhov. Elas separam os atores do público, criando um ambiente pensado por Ione de Medeiros, inspirado na obra Penetráveis, de Hélio Oiticica. Estreia em agosto, no Teatro Coletivo, na rua da Consolação, em São Paulo. A peça vai reabrir o espaço, após uma ampla reforma.

Gringo na área

Estão abertas até o dia 25 as inscrições para o curso gratuito de dramaturgia de Henry Thorau. Ele é professor titular da Universidade de Trier, na Alemanha. As aulas serão na SP Escola de Teatro da praça Roosevelt, no centro paulistano. Saiba como tentar uma vaga.

Quer ser artista?

Falando na SP Escola de Teatro, a partir da próxima segunda (23), serão abertas as incrições para o novo processo seletivo da instituição. São 139 vagas em oito cursos gratuitos: Atuação, Cenografia e Figurino, Direção, Dramaturgia, Humor, Iluminação, Sonoplastia e Técnicas de Palco. A duração é de dois anos. Leia o edital do processo seletivo.
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