Posts com a tag "bob sousa"

 

marcio aurelio foto bob sousa1 O Retrato do Bob: Marcio Aurelio, o respeitoFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O diretor Marcio Aurelio é cuidadoso com suas obras. Tanto que, frequentemente, assume também cenário e figurinos, para que tudo saia do jeito que ele quer. Desde que estudou com Eugênio Kusnet, enquanto ainda cursava biblioteconomia na USP, decidiu que seu rumo era o teatro. Tanto que fez uma guinada e prosseguiu com mestrado e doutorado na área de artes cênicas da mesma universidade, tornando-se uma das referências na área.  Estreou nos palcos em 1974. E logo a carreira deslanchou, trabalhando com autores como Ziraldo e Alcides Nogueira. A parceria com este último foi fundamental na carreira de ambos. Em 1990, criou a Cia. Razões Inversas, que tem histórico de montagens celebradas pelo público e crítica. Artista completo, domina os clássicos sem temer o novo, mesclando tudo isso em uma carreira que tem o respeito absoluto de quem ama o teatro brasileiro.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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professores foto bob sousa2 bete dorgam Feliz Dia do Professor! Veja 7 mestres do teatro

15 de outubro é Dia do Professor: Bete Dorgam, que ensina novas gerações de aristas - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

Este 15 de outubro é um dia especial. Afinal, nele comemora-se o Dia do Professor, uma das profissões mais importantes do mundo. Afinal, os bons mestres são fundamentais em qualquer carreira. No teatro, não é diferente. Para celebrar a data, o Atores & Bastidores do R7 pediu ao fotógrafo Bob Sousa uma galeria com sete mestres queridos das artes cênicas. Veja só quanta gente boa reunida!

Mario Bolognesi
professores foto bob sousa1 mario bolognesi1 Feliz Dia do Professor! Veja 7 mestres do teatro

Maria Thaís
professores foto bob sousa3 maria thais Feliz Dia do Professor! Veja 7 mestres do teatro

Ingrid Koudela
professores foto bob sousa4 ingrid koudela Feliz Dia do Professor! Veja 7 mestres do teatro

Neyde Veneziano
professores foto bob sousa5 neyde veneziano2 Feliz Dia do Professor! Veja 7 mestres do teatro

Lucia Romano
professores foto bob sousa6 lucia romano Feliz Dia do Professor! Veja 7 mestres do teatro

Alexandre Mate
professores foto bob sousa7 alexandre mate Feliz Dia do Professor! Veja 7 mestres do teatro

 

Bete Dorgam
professores foto bob sousa2 bete dorgam Feliz Dia do Professor! Veja 7 mestres do teatro

 

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bia borin foto bob sousa O Retrato do Bob: Bia Borin, de tudo, um muitoFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Bia Borin vive a responsabilidade de desvendar Marilyn Monroe no palco, na peça Tempos de Marilyn, de Sergio Roveri com direção de José Roberto Jardim. A obra fica em cartaz em São Paulo até o fim do mês no Viga Espaço Cênico. Inteligente, a atriz brasiliense cursou artes cênicas na USP e também fez o Núcleo de Artes Cênicas do Sesi. Mas sabe que canudo é só o começo. Tanto que correu atrás da vida e foi aprender mais com grandes nomes do teatro, como Esio Magalhães, Roberto Lage e Dagoberto Feliz. E voou mais longe: fez residência na Inglaterra com Alan Ayckbourn, ícone do West End londrino, acompanhando a peça Neighbourhood Watch, no tradicional Stephen Joseph Theater. No corre-corre da vida de artista, ainda arruma tempo para estar na série Experimentos Extraordinários, do Cartoon Network. E fazer, como gosta de dizer, "de tudo, um muito". Está mais do que certa.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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diogo spinelli bob sousa O Retrato do Bob: Diogo Spinelli, mestre e aprendizFoto BOB SOUSA*

Foi aos dez anos, assistindo ao grupo XPTO no Teatro Popular do Sesi, em São Paulo, que Diogo Spinelli se encantou com o teatro. Na adolescência, levou a paixão a sério e começou a fazer peças na escola. Na hora do vestibular, prestou artes cênicas e entrou para a USP. Logo, virou aprendiz de nomes como Maria Thais, Cibele Forjaz e Sérgio de Carvalho. Após a formatura, virou ele próprio mestre para adolescentes que, como ele um dia, se encantam pelos palcos. Em 2011, com amigas atrizes, fundou a Cia. Alô, Doçura!. Sob sua direção, o grupo encena A Idade da Ameixa, do argentino Aristides Vargas, no Teatro Commune. Spinelli ainda encontra tempo para investigar o grupo potiguar Clowns de Shakespeare em seu mestrado. Afinal, gosta de ser, ao mesmo tempo, mestre e aprendiz.

*Bob Sousa é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp).

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ilo krugli foto bob sousa R7 O Retrato do Bob: Ilo Krugli, o mestre sem idadeFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O artista Ilo Krugli nasceu em 1930, em Buenos Aires, Argentina, mas seu destino artístico foi mesmo o Brasil, onde chegou em 1960. Figura fundamental da história do teatro feito para as crianças, atuou com destaque tanto nos palcos cariocas como nos paulistas, para onde se transferiu em 1980 e entrou para a história com seu grupo, o Teatro Ventoforte. É diretor, dramaturgo, escritor, artista plástico, cenógrafo e figurinista. Muitas artes em um só grande artista. Junto a mestres como Paulo Freire e Darcy Ribeiro, ajudou a valorizar a arte na educação de nossas crianças. Posou para nosso Bob Sousa com seu jeito simples de ser. Com aquele jeito de mestre sem idade.

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rita bob sousa O Retrato do Bob: Rita Gutt e o adeus a CabaretFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A atriz Rita Gutt está no processo de despedida de uma personagem emblemática em sua carreira: a dançarina Sally Bowles. Sabe que não é tarefa fácil deixar a personagem que já foi de Liza Minelli e de Claudia Raia. Corajosa, a atriz de Ibiúna radicada em São Paulo construiu sua própria versão, conquistando o público com sua voz límpida. Uma das peças universitárias de maior público dos últimos tempos, Cabaret, o Musical chega ao fim no próximo fim de semana em São Paulo. Só restam as sessões de sexta (26) e sábado (27), às 21h, no Espaço da Cia. do Pássaro, sempre com entrada gratuita e ingressos distribuídos uma hora antes. Desde a primeira temporada, em julho de 2013, no Teatro Ruth Escobar, o musical dirigido por André Latorre cativou a plateia com a simplicidade de sua verdade e o trabalho de artistas aguerridos no palco e nos bastidores. Por isso, a obra se despede do público paulistano como começou: com filas intermináveis na porta do teatro, só que agora para ver Rita Gutt cantar pela última vez: "A vida é um Cabaret, meu bem, venha pro Cabaret..."

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nash laila foto bob sousa2 Entrevista de Quinta: O mundo está caretão, diz Nash Laila, musa do Oficina e do cinema brasileiro

Nash Laila: musa do novíssimo cinema brasileiro e também do Oficina - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

A pequenina Nash Laila é dona de um talento gigante. Quem a vê no palco do Teat(r)o Oficina sabe muito bem. Quem viu seus filmes também. É atriz intensa e potente.

Tanto que começou cedo e logo se destacou no cinema brasileiro, em longas como Deserto Feliz — com o qual levou o prêmio de melhor atriz do Festival do Cinema Brasileiro em Paris —, Amor, Plático e Barulho — que lhe rendeu o Troféu Candango de melhor atriz coadjuvante do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro — e Tatuagem, melhor filme no Festival de Gramado.

É uma das musas do novíssimo cinema nacional de qualidade.

Em São Paulo, esta pernambucana filha da cabeleireira Cida Silva e do transportador Carlos Medeiros assumiu as rédeas da própria vida.

Dona do próprio nariz, deu esta Entrevista de Quinta ao R7 na plateia do Oficina, lugar no qual se sente livre.

Falou sobre sua trajetória e ainda desabafou: "O mundo está muito caretão". Tem razão.

Leia com toda a calma do mundo.

nash laila foto bob sousa1 Entrevista de Quinta: O mundo está caretão, diz Nash Laila, musa do Oficina e do cinema brasileiro

Nash Laila está vivendo há dois anos e meio em São Paulo - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — Você está há quanto tempo em São Paulo?
Nash Laila — Há dois anos e meio. Fiz o filme Tatuagem, do Hilton Lacerda, e achei que era o momento de dar uma virada e me mudar para cá.

Miguel Arcanjo Prado —Você é de Recife?
Nash Laila — Cresci em Jaboatão, que fica do lado. Morava no bairro Sucupira, com rua de terra, perto da mata. Adorava roubar fruta na árvore, passei a infância brincando na rua. Com 16 anos, fui morar em Olinda.

Miguel Arcanjo Prado — Nesta época já pensava em ser atriz?
Nash Laila — Desde criança eu queria ser atriz. Fazia sempre o auto de Natal [risos]. Aos 13 anos, entrei em um curso de teatro. Depois fui trabalhar com o diretor Jorge Clésio. Fiquei três anos com ele, dos 15 aos 18. Saí para fazer meu primeiro filme, Deserto Feliz.

Miguel Arcanjo Prado — Foi neste que você virou musa do Festival do Rio?
Nash Laila — Foi muito engraçado, porque concorria com um monte de famosa e o povo devia pensar: quem é essa. Foi muito bacana. O filme era muito forte, era uma menina que sofria exploração sexual e terminava se apaixonando por um alemão.

nash laila foto bob sousa4 Entrevista de Quinta: O mundo está caretão, diz Nash Laila, musa do Oficina e do cinema brasileiro

Nash Laila foi criada brincando na rua, subindo em árvore para pegar fruta - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — Foi difícil para você fazer este filme tão novinha?
Nash Laila — Foi um susto. Mas diante do abismo, eu pulei. O Paulo Caldas [diretor do filme] me ouvia muito. Foi um trabalho que me marcou. Viajei bastante por conta do filme. Um ano depois de terminar de filmar este filme estávamos no Festival de Berlim. Foi muito doido. Muita responsabilidade. Cinema é um processo de várias mãos. No teatro, é a gente e o público. Cinema é edição, montagem, o olhar do diretor...

Miguel Arcanjo Prado — E aí você virou a garota do novo cinema pernambucano?
Nash Laila — Pois é [risos]... Eu fiquei dois anos divulgando o filme. Já estava meio que na correnteza, sabe? Agora, vai, pensei. Aí eu passei no vestibular da UFPE [Universidade Federal de Pernambuco], para artes cênicas e fui fazer um intercâmbio na França, em Clermont-Ferrand. Foi ótimo, uma experiência incrível. Mas, voltei e senti um certo vazio.

Miguel Arcanjo Prado —Por quê?
Nash Laila — Recife é muito cultural, mas, ao mesmo tempo, é muito paradona em determinadas épocas. Aí eu fiz a minissérie Santo por Acaso e uma participação em O País do Desejo. Aí surgiu o Tatuagem.

Miguel Arcanjo Prado — Como você entrou para o elenco?
Nash Laila — Logo que voltei da França, fiz a o processo de seleção com o Hilton Lacerda [diretor de Tatuagem]. Eu estava com muita vontade de fazer o filme. Acabou dando certo. O processo foi todo colaborativo. Então, esse núcleo, do Chão de Estrelas, meio que carregava o filme consigo.

nash laila foto bob sousa5 Entrevista de Quinta: O mundo está caretão, diz Nash Laila, musa do Oficina e do cinema brasileiro

Nash Laila ainda tem jeito de menina, apesar de já ser uma atriz potente - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — O que você acha do cinema fora do eixo Rio-São Paulo?
Nash Laila — Acho maravilhoso. Essa galera de Recife, Ceará, Minas, está buscando seu lugar no cinema brasileiro e quebrando muitos tabus. Recife é uma cidade com artistas que estão buscando seu lugar, sua própria produção. Já tem a Escola de Cinema da UFPE, uma lei para o setor.

Miguel Arcanjo Prado — Depois de Tatuagem você fez outro filme?
Nash Laila — Fiz Amor, Plástico e Barulho, da Renata Pinheiro, que tinha feito a direção de arte de Tatuagem. Esse é um filme de mulher: dirigido por mulher, montado por mulher.

Miguel Arcanjo Prado — Como você foi parar no Oficina?
Nash Laila — Em 2007, vi Os Sertões lá em Recife. E isso mudou minha vida. Eu precisava fazer isso. Eu fui fazendo amigos. Depois que acabou o Tatuagem, ficou aquele clima... Então, resolvi arriscar. No Oficina, comecei sendo público e isso modificou o rumo das minhas escolhas. Estar aqui hoje é como uma síntese das coisas.

nash laila foto bob sousa3 Entrevista de Quinta: O mundo está caretão, diz Nash Laila, musa do Oficina e do cinema brasileiro

"O Oficina é o lugar onde me sinto à vontade", diz atriz Nash Laila - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — Por quê?
Nash Laila — No Teat(r)o Oficina me sinto à vontade. É um lugar no qual consigo me libertar no teatro, me identifico com muita coisa. A música aqui é muito forte, impulsiona. O Oficina mistura tudo o que eu gosto. Estou no Oficina desde 5 de maio de 2012. Já fiz seis peças com o Zé [Celso, diretor do Oficina].

Miguel Arcanjo Prado — Como é lidar com tantos artistas no Oficina?
Nash Laila — A grande força do Oficina é o coro, isso que me arrebatou. O Zé é muito ligado nas pessoas. Ele é muito sensível ao presente. Toda vez que ele saca que a pessoa está presente, ele vai junto.

Miguel Arcanjo Prado — Como é sua relação com São Paulo?
Nash Laila — É muito louca. De desde quando falava: jamais moro em São Paulo. Até agora que grande parte dos meus amigos moram aqui. Fui criando uma rotina, um jeito de viver. Antes, morava com meus pais. Aqui, eu me vi sozinha, tendo de fazer minhas coisas. Hoje, em São Paulo eu me sinto em casa. Claro que estou cansada do barulho, sinto saudade do mar... Acho que sou um peixinho. São Paulo para mim é maravilhosa, desde que eu vá e volte.

nash laila foto bob sousa6 Entrevista de Quinta: O mundo está caretão, diz Nash Laila, musa do Oficina e do cinema brasileiro

Nash Laila, com Cacilda ao fundo, no Oficina: "Tento me colocar o máximo" - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado —Você fez no Oficina papeis importantes, como a Cacilda menina.
Nash Laila — O Zé fala de atuadores. Essa palavra tem um grande símbolo. O atuador se coloca mais do que o ator. Tanto nas escolhas quanto no processo eu tento me colocar o máximo.

Miguel Arcanjo Prado — O que você quer da vida?
Nash Laila — Eu? Tanta coisa... A gente está vivendo um momento muito sensível. O mundo está muito caretão. A gente tem que quebrar tudo, para ter um pouco de afeto. No nosso trabalho, mexemos com fogo. Gente é uma coisa que amo e odeio.

nash laila foto bob sousa7 Entrevista de Quinta: O mundo está caretão, diz Nash Laila, musa do Oficina e do cinema brasileiro

"O mundo está muito caretão. Tem que quebrar tudo, para ter afeto", diz Nash - Foto: Bob Sousa

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miriam mehler foto bob sousa5 O Retrato do Bob: Miriam Mehler, diva catalãFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Miriam Mehler completa 79 anos neste 15 de setembro de 2014. Muita gente não sabe que ela nasceu em Barcelona, na Catalunha, Espanha, quando seus pais, judeus, fugiam da Alemanha nazista. Chegaram a São Paulo em 1938, quando tinha três anos. Sua peça mais recente foi A Última Sessão, que lotou o Teatro Shopping Frei Caneca, em São Paulo, no primeiro semestre deste ano, na qual contracenava com Laura Cardoso, Nívea Maria e Etty Fraser, entre outros. Miriam é da geração de ouro dos palcos e fez parte dos mais importantes grupos da história do nosso teatro. Em 1958, atuou em Eles Não Usam Black-Tie no Teatro de Arena. Também estudou na EAD (Escola de Arte Dramática). Daí, foi para o Oficina, de Zé Celso, onde fez história na década de 1960. Foi ela quem fundou o Teatro Paiol, ao lado de Perry Salles, com quem foi casada. Mais tarde o teatro seria capitaneado pelo casal Paulo Goulart e Nicette Bruno. Na TV, fez novelas memoráveis como O Direito de Nascer, em 1978, na Tupi, As Pupilas do Senhor Reitor, em 1994, no SBT, A Escrava Isaura, em 2004, na Record, e Insensato Coração, em 2011, na Globo. Posou para nosso Bob Sousa com todo seu carisma. É a diva catalã de nosso teatro.

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adanias sousa bob sousa O Retrato do Bob: Adanias Sousa, o persistenteFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O ator Adanias Sousa faz o possível para estar em cena. E o impossível também. Atualmente, vive o judeu Herr Schultz em Cabaret, o Musical, que faz temporada gratuita até o fim do mês, com direção de André Latorre, no Espaço Cia. do Pássaro, em São Paulo. Graduado em artes plásticas, tem pós-graduação em artes cênicas pela Faculdade Paulista de Artes. Já dirigiu também o musical Gota D'Água. Além de estar no palco, também cumpre as funções do cargo de secretário de Cultura de Cajamar, município da Grande São Paulo. E ainda encontra tempo para integrar o Coral da Cidade de São Paulo. É, realmente, um persistente.

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anderson dkassio bob sousa Dois ou Um com Anderson DKássio

O ator Anderson D'Kássio: de Macapá para o teatro musical de São Paulo - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto BOB SOUSA

O ator Anderson D´Kássio faz teatro desde que se entende por gente. Começou aos quatro anos, no teatro amador, em sua terra natal, Macapá, no Amapá, norte do Brasil. Veio para São Paulo com o sonho de se profissionalizar na profissão. Fez graduação e pós-graduação em artes cênicas na cidade. Entre os nomes com quem estudou e trabalhou estão Georgette Fadel, Wolf Maya e Fernanda Chamma. Ele acaba de se despedir do espetáculo Cabaret, o Musical, dirigido por André Latorre e que segue em cartaz com temporada gratuita no Espaço Cia. do Pássaro, onde posou para o fotógrafo Bob Sousa. Fazia o escritor Clifford Bradshaw. Agora, viaja em turnê nacional com o musical infantil Palavra Cantada, sem Pé nem Cabeça, com direção de Marília Toledo. Ele aceitou o convite do Atores & Bastidores do R7 para participar da coluna Dois Ou Um. Dez perguntas cheias de possibilidades. Ou não.

Macapá ou São Paulo?
Macapá é minha cidade de origem, minha família toda está lá. Escolhi São Paulo para construir uma nova etapa da minha carreira e sou muito feliz aqui. Macapá é o coração e São Paulo minha razão.

Literatura ou dança?
Sou apaixonado por literatura dramática e quero ainda poder me dedicar a isso. A dança mantém meu corpo e mente conectados, vivos. Mas sinto que me comunico melhor com as palavras.

Drama ou musical?
Musical. A força que o gênero musical tem é indescritível. Ele pode chegar em todas as camadas da sociedade de maneira ímpar por unir tantos atributos. Em algum aspecto a pessoa se identifica, seja na música, na dança ou no teatro.

Liza Minelli ou Beyoncé?
Liza é um ícone, faz parte da história. Mas Beyoncé tem o que precisamos na atualidade. Um rigor e uma disciplina capazes de trazer da rua, dos guetos, a massificação da arte transformando-a em “show business”. Ela impressiona em todos os aspectos, uma artista completa que será lembrada pelas próximas centenas de anos.

Dilma ou Marina?
Votei na Dilma na última eleição e admiro sua firmeza no agir e pela sua trajetória profissional. Marina é realmente uma figura diferente na política e mostra isso através das suas atitudes. Votarei nela este ano por achar que mudar e arriscar é o princípio da descoberta. O Brasil precisa se descobrir.

Israel ou Palestina?
Não tenho muito conhecimento sobre a situação do Oriente Médio, mas a guerra nunca é a melhor saída.

Preto ou branco?
Sou eclético. Preto e branco juntos é um conjunto sempre muito bom!

Metro ou ônibus?
Metrô. Pra mim é uma das melhores invenções da humanidade e precisamos investir mais neste tipo de transporte.

Praia ou montanha?
Já fui de praia, mas hoje sou de montanha.

Eu quero a sorte de um amor tranquilo ou vem comigo, no caminho eu explico?
No amor não há regras, existe a experiência. As vezes a tranquilidade e as vezes a aventura, o desconhecido. Sou ariano, movido de paixões, mas com um coração que adora repousar e saber que pode bater mais calmo.

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