Posts com a tag "bob sousa"

bob sousa denise fraga No Dia do Ator e da Fotografia, veja sete retratos de Bob Sousa

Denise Fraga, atriz; no reflexo do espelho, o fotógrafo teatral Bob Sousa - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

O paulistano Bob Sousa é um dos principais nomes da fotografia teatral brasileira. Com mais de dez anos de carreira, registra para a história o cotidiano da cena paulistana contemporânea. Por suas lentes já passaram alguns dos maiores nomes dos nossos palcos e também gente que dá os primeiros passos na carreira. Neste 19 de agosto, Dia do Ator e também Dia Mundial da Fotografia, nada mais justo do que esta seleção de sete retratos de nomes dos palcos feitos com o olhar deste artista da imagem que tem no R7 a coluna semanal O Retrato do Bob.

bob sousa ruy cortez No Dia do Ator e da Fotografia, veja sete retratos de Bob Sousa

O ator e diretor Ruy Cortez - Foto: Bob Sousa

 

bob sousa otto jr1 No Dia do Ator e da Fotografia, veja sete retratos de Bob Sousa

O ator Otto Jr. - Foto: Bob Sousa

 

bob sousa teuda bara No Dia do Ator e da Fotografia, veja sete retratos de Bob Sousa

A atriz Teuda Bara - Foto: Bob Sousa

 

bob sousa eduardo silva No Dia do Ator e da Fotografia, veja sete retratos de Bob Sousa

O ator Eduardo Silva - Foto: Bob Sousa

 

bob sousa beto mettig No Dia do Ator e da Fotografia, veja sete retratos de Bob Sousa

O ator Beto Mettig - Foto: Bob Sousa

 

bob sousa angela ribeiro No Dia do Ator e da Fotografia, veja sete retratos de Bob Sousa

A atriz Angela Ribeiro - Foto: Bob Sousa

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Conheça 7 mitos dos palcos brasileiros

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nydia licia foto bob sousa3 O Retrato do Bob: Nydia Licia e seus fantasmasFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Ninguém se Livra de Seus Fantasmas. Foi este o título que a atriz Nydia Licia escolheu para a sua autobiografia, lançada pela Editora Perspectiva. Afinal, a fina flor do teatro brasileiro passou por sua trajetória. Aos 88 anos, esta italiana nascida em Trieste no dia 30 de abril de 1926 é uma das bases de nosso teatro. E também sua memória viva. Memória esta que compartilha em livros fundamentais, como as biografias de Raul Cortez, Rubens de Falco e Sérgio Cardoso, além de Eu Vivi o TBC, todos lançados pela Imprensa Oficial. De família judia, chegou ao Brasil em 1939, fugindo dos horrores do nazi-fascismo. Após participar do Grupo de Teatro Experimental, de Alfredo Mesquita, entrou para o TBC (Teatro Brasileiro de Comédia) em 1950, quando substituiu Cacilda Becker na peça Nick Bar... Álcool, Brinquedos, Ambições dirigida por Adolfo Celi. Casou-se com o ator Sérgio Cardoso, ao lado de quem em 1953 abriu a Cia. Nydia Licia-Sergio Cardoso. Nos anos 1960, já separada, assumiu suas próprias produções. A partir dos anos 1970 se dedicou ao teatro infantil. Nas décadas seguintes, tornou-se uma das mais conceituadas professoras e pesquisadoras do teatro brasileiro. Posou para nosso Bob Sousa com a serenidade de quem não tem medo de fantasmas; muito pelo contrário, os domina como ninguém.

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frederico reder bob sousa31 Entrevista de Quinta: “Theatro NET não tem preconceito”, diz Frederico Reder

Frederico Reder: aos 30 anos, ele tem um teatro no Rio e outro em São Paulo - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

O produtor Frederico Reder passou o último mês em uma correria desatada. Dono do Theatro NET São Paulo, que completa um mês de vida no próximo dia 18 de agosto no Shopping Vila Olímpia, ele se revezou entre administração, atendimento ao público, vendas na bilheteria, contato com os artistas e com a imprensa e o que mais aparecesse na sua frente.

Obsessivo, acompanha de perto o trabalho das cerca de 90 pessoas que fazem do Theatro NET Rio, há dois anos, e do Theatro NET São Paulo, há quase um mês, uma receita de sucesso. Com programação eclética, ele afirma que seu palco "não tem preconceito".

Nesta Entrevista de Quinta ao R7, concedida na plateia de sua sala paulistana, Reder falou de sua paixão pelos palcos e do tanto que aprendeu em São Paulo, quando mudou-se para a metrópole aos 19 anos a convite de Cíntia Abravanel, que fez história à frente do Teatro Imprensa até este ser fechado por seu pai, Silvio Santos, em 2011.

O executivo do teatro, que tem apenas 30 anos, ainda afirmou que quer diálogo com a classe artística paulistana e declarou que suas portas estão abertas a novas ideias.

Leia com toda calma do mundo.

Miguel Arcanjo Prado — Você é o carioca que veio para conquistar as terras paulistanas?
Frederico Reder – Não. Eu quero conquistar o Brasil e o mundo, São Paulo ainda é pequeno [risos]. Estou brincando. Conquistei São Paulo dentro de mim quando vim morar aqui com 19 anos. Eu nasci no Rio e a Cíntia Abravanel me convidou para vir para cá em 2002 e em 2003 eu vim. Agora, volto com um teatro que é uma receita de sucesso no Rio. Conquistar São Paulo é uma delícia, é minha segunda casa. Desde 2003 tenho casa aqui e quero ficar.

frederico reder bob sousa11 Entrevista de Quinta: “Theatro NET não tem preconceito”, diz Frederico Reder

Frederico Reder: antes de abrir dois teatros, ele teve preciosas lições com Cíntia Abravanel - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — Então você é cria da Cintia Abravanel e daquela turma dela do Teatro Imprensa?
Frederico Reder – Eu tinha uma produção de um espetáculo, que era o Cantarolando. Era um infantil onde eu já era louco, produzia, dirigia, fazia cenário, figurino, maquiagem. A Cíntia achou lindo e maravilhoso. Que bom que ela gostou. Porque aí minha vida mudou e eu vim morar aqui. Depois do Imprensa fizemos várias temporadas em São Paulo. Fui muito feliz, minha filha nasceu, muita coisa mudou.

Miguel Arcanjo Prado — Como surgiu a ideia do Theatro NET no Rio e como ele chegou em São Paulo?
Frederico Reder –
Primeiro, uma coisa que sempre digo é que nunca sonhei em ter um teatro. Eu sempre sonhei em ter um circo. E eu tive meu circo. Mas depois de um tempo surgiu a oportunidade de revitalizar o Theatro Tereza Rachel no Rio. Ainda em São Paulo, um amigo produtor me propôs revitalizar um teatro. Mas, tinha 20 anos e achei aquilo muito longe da minha realidade. No fim de 2009 e começo de 2010, chegou o momento e comecei uma negociação com a Tereza Rachel que durou dois anos. Em 4 de abril de 2012 inauguramos e inventamos esse palco para todas as artes, com plateia para todos os públicos. Sempre tentando acertar e colocando em prática tudo que nós pudemos conviver em outras praças e casas e ser o melhor para o artista e o público.

Miguel Arcanjo Prado — Como veio o nome NET?
Frederico Reder –
A NET já era minha patrocinadora no projeto Circuito Cultural. Então, resolvi convidar a NET para ser mantenedora. Será que você não me ajuda a pagar essa conta e fazer tudo bem feito? Ela topou e foi uma delícia. Estamos aqui, dois anos e meio de sucesso no Rio, e quase um mês de sucesso em São Paulo.

Miguel Arcanjo Prado — Sei que foi uma correria a véspera da inauguração do teatro, vocês tiveram de cancelar uma apresentação para convidados do show do Gil. Foi um parto difícil?
Frederico Reder –
Foram alguns meses de parto, estou me recuperando ainda, o pós-parto é doloroso. Principalmente um teatro de 2.000 metros quadrados, 800 lugares e um teatro que inaugura com Gilberto Gil. Imagina o tamanho desta minha barriga. Mas pari e estou feliz. A criança é linda, as pessoas estão gostando, está no berçário, já saiu da incubadora e agora é rumo ao sucesso.

Miguel Arcanjo Prado — Todo mundo que chega aqui no Theatro NET São Paulo percebe que o clima de teatro não rola só no palco. Tem toda uma ambientação que faz você se sentir em um cenário o tempo todo. Como foi essa ideia?
Frederico Reder –
Sempre acreditei que a noite precisa ser um espetáculo. A saída com o cônjuge, o primo, o filho, a avó, a tia ou mesmo sozinho, você quer que o programas seja completo. Para isso o espetáculo e o atendimento tem de ser incrível. Acredito muito neste "sistema Disney de operação". Se a gente puder sempre se dedicar para a pessoa se surpreender do banheiro ao foyer a forma como o público vai ser recebido no teatro, que ótimo. É nosso foco. Quero melhorar a cada dia!

Miguel Arcanjo Prado — Por que o Gil para abrir?
Frederico Reder –
No Rio eu tive a alegria de Bibi Ferreira inaugurar meu palco. O Gil tinha feito a comemoração dos dois anos do Theatro NET Rio e resolvemos abrir aqui com ele, com pé direito. Gil é um dos maiores artistas deste País. É nosso ex-ministro e um grande articulador da cultura. Bibi e Gil são os primeiros da minha lista sempre.

Leia também: Guerra põe amor à prova em O Grande Circo Místico

frederico reder bob sousa51 Entrevista de Quinta: “Theatro NET não tem preconceito”, diz Frederico Reder

Dono de teatro no Rio e em São Paulo, Frederico Reder comanda equipe de 90 pessoas - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — Como você faz a programação?
Frederico Reder – Eu não faço nada e ao mesmo tempo faço tudo. Coordeno uma equipe grande, com cerca de 30 pessoas. É a mesma que faz Theatro NET Rio e Theatro NET São Paulo. E cada teatro tem mais 30 pessoas para operar, então são quase cem pessoas. Na realidade, quero que o espaço seja democrático. Eu quero tudo. Abrimos com Gil, agora estreia O Grande Circo Místico, um dos maiores musicais, com músicas do Edu Lobo e do Chico Buarque.

Miguel Arcanjo Prado — O Theatro NET é um teatro sem preconceito?
Frederico Reder – Totalmente. O Theatro NET não tem preconceito. Acho que preconceito não mora aqui e não tem vez no nosso palco. A cortina não abre para o preconceito por aqui. Ele não existe nem na coxia.

Miguel Arcanjo Prado — A gente sabe que o teatro paulistano tem sua turma, suas especificidades, sua tradição. Você abre o teatro nesta cidade onde ele é muito importante. O que você tem a dizer para a classe teatral paulistana?
Frederico Reder – Primeiro, quero dizer que a  cortina vermelha é a minha praia mais do que a areia. Então, mesmo sendo carioca, mesmo morando no Rio, o teatro é mais  minha praia do que o mar. E eu sou muito mais “paulistano” da forma de fazer do que carioca. Sou carioca com muito orgulho, na verdade eu sou fluminense, porque nasci em São Gonçalo. Mas aprendi muito com São Paulo, nesta coisa do atendimento, do serviço de excelência. Os grupos paulistanos são muito bem-vindos. Quero que me procurem, porque eu já estou atrás deles. Convido todo mundo da classe teatral a vir aqui. Mas deixo uma dica: quero fazer coisas diferentes. Não venha me oferecer o que já foi feito. Este palco é para ousar. É para a gente ir além e provocar o público. Vamos inventar moda. Estou aqui para isso.

frederico reder bob sousa41 Entrevista de Quinta: “Theatro NET não tem preconceito”, diz Frederico Reder

Frederico Reder, do Theatro NET: "Vamos inventar moda. Estou aqui para isso" - Foto: Bob Sousa

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debora rebecchi bob sousa 1 O Retrato do Bob: Debora Rebecchi, desafiadoraFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A atriz Debora Rebecchi se prepara para fazer sua primeira novela, a próxima do horário das 19h da Globo, Alto Astral. Fará Liz, personagem filha dos atores Edson Celulari e Silvia Pfeifer. Cria do teatro paulistano, é formada pela EAD (Escola de Arte Dramática) da USP (Universidade de São Paulo). Nos cinemas, além de ter atuado em mais de dez curtas, fez também o longa-metragem Satyrianas, 78 Horas em 78 Minutos. Já foi dirigida por nomes poderosos da cena, como Celso Frateschi, Roberto Audio, Vladimir Capella e Bete Dorgam, entre outros. Na TV paga, em 2015, estará no elenco de uma série. Posou para nosso Bob Sousa cheia de atitude. Pelo jeito, a atriz não teme desafios.

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kleber montanheiro bob sousa21 “Minha Geni é bandida como Madame Satã”, diz Kleber Montanheiro que estreia Ópera do Malandro

Kleber Montanheiro vive Geni no musical Ópera do Malandro - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

Diz a letra da canção que Geni é boa pra apanhar, boa pra cuspir e, claro, que ela dá pra qualquer um. A personagem maldita de Ópera do Malandro volta a ganhar vida nos palcos paulistanos a partir desta quinta (7) no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), na montagem da Cia. da Revista para o espetáculo criado em 1978 pelo hoje setentão Chico Buarque de Holanda.

Cabe ao diretor da trupe, Kleber Montanheiro, que deu ar atemporal à encenação, viver a polêmica personagem travesti. Ele diz que sua Geni “é mais marginal, mais bandida”.

Conta que se “inspirou livremente em Madame Satã”, o emblemático boêmio carioca que nos cinemas foi vivido por Lázaro Ramos. Assim, sua Geni é mais barra pesada. Não é feminina, mas “andrógina”, com a personagem transitando entre “a masculinidade e a leveza feminina”, define.

opera malandro bob sousa1 “Minha Geni é bandida como Madame Satã”, diz Kleber Montanheiro que estreia Ópera do Malandro

Erica Montanheiro e Flávio Tolezani em Ópera do Malandro - Foto: Bob Sousa

Ao todo, no palco, estão 18 atores — 13 da companhia e cinco convidados — e 16 canções executadas. Flávio Telezani vive o malandro Max. O grupo conta que o excesso de preto no figurino é homenagem a estilistas potentes como Jean Paul Gaultier, Alexander McQueen e Coco Chanel.

Além de Montanheiro e Tolezani, no elenco de Ópera do Malandro ainda estão Heloísa Maria, Adriano Merlini, Natália Quadros, Pedro Henrique Carneiro, Pedro Bacellar, Paulo Vasconcelos, Gabriel Hernandes, Gabriela Segato, Daniela Flor, Bruna Longo, Luzia Torres, Nina Hotimsky e os convidados Gerson Steves, Erica Montanheiro, Alessandra Vertamatti e Mateus Monteiro.

Os atores cantam ao vivo, acompanhados pelos músicos Gabriel Hernandes (violão), Nina Hotimsky (acordeom), Demian Pinto (piano), Chico Filho (sax) e Beto Dodré (percussão).

Após cumprir a curta temporada de 22 sessões de quarta a segunda no CCBB, na Sé, o musical irá para a nova sede da Cia. da Revista, na alameda Nothmann, 1.135, no bairro de Santa Cecília, centro paulistano, onde estreia em 13 de setembro.

Estética brasileira

O diretor do CCBB-SP, Marcos Mantoan, declara que a montagem segue o fluxo de musicais nacionais no espaço, que já abrigou Vingança, com músicas de Lupicínio Rodrigues, e vai ser palco, no segundo semestre, de musicais sobre Cássia Eller e Odair José. Ele diz que o objetivo é “valorizar a cultura e a estética brasileira”.

Mesmo estreando Ópera do Malandro, a Cia. da Revista já prepara novo espetáculo: Reconstrução, que estreia em 18 de setembro em sua sede.

opera malandro bob sousa4 “Minha Geni é bandida como Madame Satã”, diz Kleber Montanheiro que estreia Ópera do Malandro

Elenco de Ópera do Malandro ocupa o palco do CCBB-SP até o fim do mês - Foto: Bob Sousa

Ópera do Malandro
Quando: Quarta a sábado, 20h; domingo, 19h; segunda, 20h. 150 min. Até 31/8/2014 (Não haverá peça nos dias 25 e 27/8)
Onde: CCBB-SP (r. Álvares Penteado, 112, Sé, São Paulo, tel.0/xx/11 3113-3651)
Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)
Classificação etária: 12 anos

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chiquinho foto bob sousa7 O Retrato do Bob: Francisco Medeiros, mestre queridoFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O paulistano Francisco Medeiros, ou Chiquinho para os mais íntimos, acaba de encerrar o ciclo como coordenador do curso de atuação da SP Escola de Teatro. Ele, que já passou também pela ELT (Escola Livre de Teatro) de Santo André e pela EAD (Escola de Arte Dramática), passa a olhar atentamente sua carreira de diretor. O que faz muito bem, afinal é um dos grandes nomes do teatro. Formado em direção teatral pela Universidade de São Paulo, integrou os grupos de dança Stagium e da lendária bailarina e coreógrafa Ruth Rachou. Estreou como diretor em 1972, com Fando e Lis, de Fernando Arrabal. Em 1984, causou furor com Artaud, o O Espírito do Teatro e ganhou o Molière com a obra. Em 1990, fez parceria com o autor Alcides Nogueira em Antares. Em 1995, foi a vez de mergulhar em Tchekhov em A Gaivota, que marcou época no porão do Centro Cultural São Paulo. Sua carreira também coleciona experiências internacionais, como o período em que trabalhou no Theatre for Latin América de Nova York, entre 1979 e 1981, época em que teve mestres como Peter Brook. Também já atuou na imprensa como crítico de teatro para crianças no extinto Jornal da Tarde, no fim dos anos 1970. Sempre atento ao trabalho do ator, Chiquinho é um mestre querido por gerações de novos artistas que chegam ao palco.

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cibele forjaz foto bob sousa 1 Coluna do Mate: Mulheres gigantes do teatro

Cibele Forjaz, uma das artistas-mulheres gigantes do teatro brasileiro - Foto: Bob Sousa

Existem diferenças, em teatro, do trabalho apresentado pelas mulheres? O universo feminino observa e traduz o mundo de modos diferenciados àqueles dos homens?

alexandre mate foto bob sousa Coluna do Mate: Mulheres gigantes do teatro

O pesquisador Alexandre Mate - Foto: Bob Sousa

Por ALEXANDRE MATE*
Especial para o R7

Houve um tempo, pelo menos no teatro erudito (aquele praticado nos espaços de quem detinha o poder político e a riqueza econômica) em que as mulheres não atuavam nas representações teatrais. Homens apresentavam todas as personagens femininas.

No teatro grego da Antiguidade clássica, havia um figurino que escondia os intérpretes atrás de diversos tipos de máscaras faciais, onkus (espécies de adereços de cabeça), coturnos (sapatos com imensos saltos altos) e capas de diferentes tamanhos. Os corpos dos atores “sumiam” no figurino.

Em razão desse processo de montagem (será que as conhecidas drag queens de hoje teriam alguma inspiração nisso?), não se afigurava inaceitável que os homens, em situações distintas aparecessem e se colocassem no lugar de mulheres. Ou seja, o travestimento no teatro não era algo estranho.

Até os dias atuais é comum aceitar que homens, preparados desde pequenos, apresentam os papeis femininos na Ópera de Pequim, por exemplo. Múltiplas são as tradições ligadas à cultura popular em que os homens aparecem travestidos como mulher.

Se bem que na totalidade das tradições populares sempre se saiba, sobretudo pelo comportamento chamado jocoso, que são homens vestidos de mulheres. Na cidade paulistana de Santos, por exemplo, e até pouco tempo atrás, normalmente uma semana antes do início das tradições carnavalescas, bandos de homens grotescamente vestidos como mulheres, participavam do chamado Banho da Doroteia.

banho da doroteia Coluna do Mate: Mulheres gigantes do teatro

Homens viram mulheres no tradicional Banho da Doroteia, em Santos - Foto: Divulgação

Sexo como tabu

No filme Traídos pelo Desejo, de Neil Jordan, um ex-militante do IRA (Irish Republican Army), apaixona-se pela namorada de um soldado inglês que, de certo modo, ele ajudou a matar. Sentindo-se culpado o ex-militante aproxima-se da moça, apaixona-se por ela, mas quando vão ter a primeira relação, o rapaz se surpreende com o pênis da “moça”.

As artes da representação estão repletas desse tipo de situação, Madame Buterfflay, ópera de Giacomo Puccini, com libreto (texto escrito) de Luigi Illica e Giusepe Giacosa, apresenta a história do relacionamento entre um diplomata francês e um cantor da ópera de Pequim.

Recentemente, e com inspiração em Guimarães Rosa, o dramaturgo Newton Moreno escreve a premiadíssima peça Agreste. No pungente e belo texto, Moreno apresenta a história de um casal segregado em uma pequena comunidade que, com a morte do marido, no dia em que o corpo deste é preparado pelas carpideiras, se descobre que “ele” não é ele, mas ela.

A partir desta evidência, a mulher passa a ser acusada e a sofrer todo tipo de admoestação. Entretanto, não se sabe se ela sabia que o marido era uma mulher... Situação decorrente em sociedades em que o sexo é visto e tido como tabu.

Não são poucos os lugares no mundo em que as mulheres, ainda, não se despem para fazer sexo com seus maridos, que se pratica a relação sexual com luz acesa, que as mulheres podem demonstrar qualquer prazer com o ato...

Mulheres artistas

Mulheres continuam, ainda, a serem massacradas dos mais diferentes modos e pelos mais sutis e explícitos estratagemas. Entretanto, essa sempre urgente e necessária questão não se caracteriza no assunto deste texto. Gostaria de tratar de algumas mulheres artistas, que conciliam carreira universitária – em universidades públicas e estaduais -, afazeres domésticos (algumas têm filhos) e carreira teatral.

Desse modo, e circunstanciado pelas limitações de espaço desta coluna, lembrei-me das gigantes: Andréia Nhur, Beth Lopes, Cibele Forjaz e Maria Thais (da Universidade de São Paulo); Neyde Veneziano e Verônica Fabrini (da Universidade Estadual Paulista) e de Lúcia Romano (do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”).

Se pudesse discorrer de cada uma delas precisaria de inúmeras e, ao mesmo tempo, incontáveis páginas... De qualquer modo, e de maneira absolutamente sucinta, é preciso destacar alguns detalhes:

andreia beth1 Coluna do Mate: Mulheres gigantes do teatro

Mulheres de destaque: à esq., Andréia Nhur; à direita, Beth Lopes - Fotos: Bruna Moreschi e Caroline Moreas

Andréia Nhur pertence a uma família de artistas ilustres (Janice Vieira e Roberto Gill Camargo, são seus pais) e atua, de modo colossal, como atriz-bailarina do Grupo Katharsis, sediado em Sorocaba (interior de São Paulo).

Beth Lopes, nascida e formada em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, é diretora e fundadora da Companhia de Teatro em Quadrinhos (SP), cuja pesquisa estética é pioneira, com substancial e surpreendente resultado ligado ao experimentalismo.

Cibele Forjaz tem sua formação, pesquisas e trabalhos todos desenvolvidos em São Paulo. A artista é fundadora e diretora da Companhia Livre e tem desenvolvido um trabalho insano. Cibele dirige e vive de maneira intensa.

De seu processo de formação, seguramente o Teat(r)o Oficina (ou Uzyna Uzona), principalmente como iluminadora foi o mais intenso.

Como diretora, investigando atualmente questões mais antropológicas, as questões indígenas e africanas têm se caracterizado em seus focos principais. Seu último espetáculo, imbricando teatro e dança, com direção partilhada com Lu Favoretto, foi Xapiri Xapirepë.

Maria Thais, nascida no sertão da Bahia, em Piritiba, fez parte de seus estudos no Rio de Janeiro e em São Paulo – hoje uma referência mundial em teatro – é diretora e fundadora da Companhia de Teatro Balagan.

Como pesquisadora, articuladora de propostas pedagógico-artísticas (ela foi a criadora da Escola Livre de Teatro de Santo André) e diretora, Maria Thais tem uma carreira admirável e suas obras, sobretudo na última década, tem se dedicado a um admirável processo de pesquisa de estudos culturais.

O último espetáculo da diretora foi Recusa (que ainda se apresenta em ocasiões específicas), obra surpreendente e promotora de uma emoção próxima do indescritível.

maria thais daniel sorrentino Coluna do Mate: Mulheres gigantes do teatro

Maria Thais: "obra promotora de emoção próxima do indescritível" - Foto: Daniel Sorrentino/Clix

Professora da Universidade Estadual de Campinas (cidade que fica a cerca de 80 km de São Paulo), e atuando no Instituto de Artes, Verônica Fabrini tem desenvolvido um coerente e constante processo de pesquisa, sobretudo, como diretora teatral.

Alguns dos espetáculos dirigidos pela diretora, na Boa Companhia (de Campinas), principalmente Primus (há mais de dez anos vem sendo apresentado), articulam experimentalismo e emoção de modo rigoroso. Atualmente, Verônica participa, como atriz, do espetáculo Agda, dirigido por Moacir Ferraz.

veronica fabrini neyde veneziano Coluna do Mate: Mulheres gigantes do teatro

À esquerda, a "coerente" Verônica Fabrini; à direita, a "ousada" Neyde Veneziano - Fotos: Divulgação

Neyde Veneziano pesquisadora de formas “escondidas e colocadas abaixo do tapete”, por sujeitos mais ligados a certo tipo de teatro, tem apresentado obras escritas da maior relevância para o estudo do teatro.

Como diretora, Neyde é ousada e transita com várias características do teatro de revista e da comédia popular (suas fontes majoritárias de pesquisa). Seus dois últimos espetáculos foram Mistero Buffo, do pesquisador italiano de teatro popular, Dario Fo, e A Noiva do Condutor, de Noel Rosa, atualmente, em circulação pelo interior paulista.

lucia romano Coluna do Mate: Mulheres gigantes do teatro

Lúcia Romano: na universidade, no teatro e também no cinema - Foto: Divulgação

A atriz Lúcia Romano, nascida e com formação, basicamente, desenvolvida em São Paulo, é, sem dúvida, uma das mais importantes atrizes de sua geração. Lúcia fez Escola de Arte Dramática (formação de atriz), é bacharel em Teoria do Teatro (ECA-USP), e seus estudos de pós-graduação se desenvolveram na PUC de São Paulo (mestrado) e, também, na ECA-USP (doutorado).

Atualmente, a atriz tem desenvolvido seus últimos trabalhos em teatro pela Companhia Livre, com destaque para Raptada pelo Raio 2.0 (2011 - que está sendo reensaiado), O Idiota (2012), A Travessia da Calunga Grande (2012), Pais e Filhos (2012-2013), Xapiri Xapirepë (2014), Ponto de Partida (2014).

Lúcia Romano das artistas selecionadas tem se dedicado exclusivamente à atuação, cujas ações se estendem também para a televisão e o cinema. Em cinema, neste ano, e a obra precisa ser assistida, a atriz tem participação no filme Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2013), dirigido por Daniel Ribeiro.

Grandes mulheres, excepcionais artistas, obras exemplares...

De fato, arrisco a afirmar que, algumas vezes, pode-se perceber um trabalho feminino se distinguindo do masculino... Homens podem fazer e apresentar mulheres (a recíproca também se verifica), algumas – e raras vezes – com sensibilidade e beleza; diretoras teatrais, por sua condição de gênero (são mulheres), podem também apresentar particularidades que diretores homens não alcancem...

Gosto do trabalho teatral apresentado pelas artistas mulheres. Se for bacana o que aqui aparece escrito tente perceber que o afirmado é verdadeiro: existem diferenças, em teatro, do trabalho apresentado pelas mulheres? O universo feminino observa e traduz o mundo de modos diferenciados àqueles dos homens?

Perguntas. Perguntas! Perguntas? Perguntas...

*Alexandre Mate é professor do Instituto de Artes da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e pesquisador de teatro. Ele escreve sua coluna no blog sempre no primeiro domingo de cada mês.

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magiluth foto bob sousa7 PEDRO WAGNER Dois ou Um com Pedro Wagner

O ator pernambucano Pedro Wagner, que viaja o Brasil com o Grupo Magiluth - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto BOB SOUSA

Pedro Wagner já está com o pé nesta estrada. Junto de seu Grupo Magiluth, sediado em Recife e que completa dez anos, o pernambucano de Garanhuns viaja o Brasil dentro do projeto Palco Giratório, promovido pelo Sesc. Após Teresópolis (RJ), estão no Rio Grande do Norte. Neste sábado (2), se apresentam com Viúva, porém Honesta em Natal. Já na terça (5), fazem sessão em Mossoró, no interior do Estado. Até o fim do mês, passam por João Pessoa, Vitória, Campo Grande, Teresina, Floriano, Parnaíba, São Paulo e Belo Horizonte. Em meio à correria da viagem, o ator aceitou participar da coluna Dois ou Um. Dez perguntas cheias de possibilidades. Ou não.

Recife ou Portugal?
Um caos chamado Recife.

Rússia ou Ucrânia?
Ucrânia!

Israel ou Palestina?
Palestina!!

Gerald ou Roberto?
Sou mais a Coelho e a Galdino.

Ariano Suassuna ou Bob Wilson?
Cansei de ambos há muito, muito tempo.

Zé Celso ou Bob Wilson?
Zé Celso ever <3

Dilma ou Aécio?
Dilma icon sad Dois ou Um com Pedro Wagner

Ocupe Estelita ou viva a especulação imobiliária?
Eu sou contra os barões, contra o "Novo Recife", contra a neo casa grande e senzala... Sou pelo #Resiste, sou pelo #Ocupe, sou pelo Estelita, sou por esse emaranhado de gente que chamamos de cidade. Sou pelas pessoas.

Filme pro povo rir ou Novo Cinema Pernambucano?
Cinema!!!

Faz parte do meu show ou o acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído?
Andar distraído?? Nunca! Esse é o sonho dos reaças!! E Cazuza sempre foi mas genial que o Titãs decadentista dos anos 2000 [risos]... Ahhh faz, faz parte do NOSSO show sim. icon smile Dois ou Um com Pedro Wagner

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antonio petrin foto bob sousa2 O Retrato do Bob: Antônio Petrin, ator de qualidadeFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Aos 76 anos, o ator Antônio Petrin, nascido em Laranjal Paulista, não quer saber de pausa no trabalho. Nome forte do nosso teatro, acaba de fazer o personagem Viriato, na novela Em Família, de Manoel Carlos. Na TV, fez papeis emblemáticos, como o Tenório de Pantanal, na Manchete, em 1990. Só no SBT, atuou em dez novelas. Na Record, esteve em Marcas da Paixão, em 2000, e Essas Mulheres, de 2005. No cinema, entre outros, atuou no clássico O Beijo da Mulher-Aranha, de Hector Babenco, de 1985. É formado em 1967 pela Escola de Arte Dramática, a EAD, então dirigida por Alfredo Mesquita. Desde então, trabalhou com uma constelação de nomes dos nossos palcos: Gianni Ratto, Flávio Rangel, Ulisses Cruz, Mauro Rasi, José Renato, Marcio Aurélio, Sérgio Ferrara, Francisco Medeiros, Roberto Bomtempo, Roberto Lage e Alexandre Reinecke, entre outros. Com currículo potente, vive lutando por inteligência na dramaturgia. Por essas e outras, é um ator de qualidade.

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coluna dafoe selfie Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Jovem faz selfie com Willem Dafoe após estreia de The Old Woman - A Velha - Foto: Marcelo Brammer e Thiago Duran/AgNews

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Faz uma selfie comigo?
Nem o ator estadunidense Willem Dafoe se livrou da nova moda. Assim que surgiu no saguão do Teatro Paulo Autran, em São Paulo, teve de tirar uma selfie com um jovem fã. Havia acabado de estrear em solo brasileiro a peça The Old Woman – A Velha, nesta quinta (24), no Sesc Pinheiro. Ele e Mikhail Baryshnikov, estrelas da peça de Bob Wilson, ficaram no coquetel com os convidados. Foram assediados até não poder mais...

Soneca
Um senhor idoso dormiu na primeira fila na estreia de The Old Woman - A Velha.

coluna bruna lombardi Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

A beleza de Bruna Lombardi chamou a atenção na estreia - Foto: Marcelo Brammer e Thiago Duran/AgNews

Culturete
Bruna Lombardi também foi ver a peça. Aliás, ela está mergulhada na cultura. No dia 17, foi ver Rei Lear, com Juca de Oliveira, no Teatro Eva Herz. Na segunda (21), foi ver o show de Gil no Theatro NET São Paulo. É beleza com conteúdo.

O convite
Willem Dafoe passou por uma situação constrangedora no encontro com a imprensa (leia o que eles falaram ao R7), na última terça (22). Um idoso cineasta, infiltrado entre os jornalistas, pegou o microfone e disparou: "Sou cineasta e estou captando recursos para um filme que terá cenas em inglês. Gostaria muito de ter o Willem Dafoe no elenco, mas não sei como funcionam essas coisas de contrato em Hollywood..." Não conseguiu terminar a frase. O microfone foi retirado de sua mão, sob a declaração: "Aqui não é o lugar para você fazer isso". Tadinho.

Provocação
Já que muita gente está em frenesi por conta da presença de Baryshnikov e Dafoe em São Paulo, Zé Celso, que não perde tempo, fará uma paródia da obra de Bob Wilson em seu novo espetáculo, Cacilda 5, que estreia no Oficina deste sábado (26). Ele é mesmo genial.

ze celso bob sousa5 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Zé Celso vai fazer uma provocação a Bob Wilson em Cacilda 5 - Foto: Bob Sousa

Entrevista de Quinta
Falando nisso, causou furor a Entrevista de Quinta que Zé Celso deu a este colunista, com fotografias de Bob Sousa, no banheiro de seu apartamento. Todo mundo só fala nisso. Leia também.

Contagem regressiva
Falta só um dia para a estreia de Cacilda!!!!! A Rainha Decapitada. É neste sábado (26), às 19h. Um monte de gente vai.

Agenda Cultural da Record News

coluna zebrinhas Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Zebrinhas na cena de sexo na peça Não Fornicarás: mudança na temporada - Foto: André Stéfano

Troca-troca
A Cia. Os Satyros, que não tem sossego, resolveu mexer outra vez no serviço das peças E Se Fez a Humanidade Ciborgue em 7 Dias. A partir de 4 de agosto, as sete peças serão apresentadas de segunda a sexta, sempre às 19h. Cada dia da semana terá uma. Anote aí para não se confundir: Não Vencerás (segunda); Não Permanecerás (terça); Não Saberás (quarta); Não Salvarás (quinta); Não Amarás (sexta); Não Morrerás (sábado) e Não Fornicarás (domingo).

Tome nota
O ingresso para as peças dos Satyros custa R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia. Se alguém ainda não sabe, o Espaço dos Satyros Um fica na praça Roosevelt, 214, no centro de São Paulo. A nova temporada vai até 28 de setembro. Ah, a quem interessar possa, a peça com Phedra D. Córdoba cantando Beatles é Não Morrerás. E a do sexo explícito é Não Fornicarás.

Última chance
Adormecidos, também dos Satyros, encerra temporada neste fim de semana, no Satyros Um. Só tem nesta sexta (25) e sábado (26), às 19h. Depois, acaba. E pronto.

Novidade no ar
A nova peça dos Satyros, Pessoas Perfeitas, estreia em 14 de agosto. O texto é de Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, que dirige. No elenco estão Henrique Mello, Julia Bobrow, Marta Baião, Eduardo Chagas, Adriana Capparelli, Fábio Penna e Ivam Cabral. Cadê a Cléo De Páris?

submarino foto 4 divulgação Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Com direção de Pedro Granato, Submarino estreia no Teatro Cultura Inglesa de SP - Foto: Divulgação

Mergulho profundo
Direto de Nova York, onde faz curso com outros diretores de diversas partes do mundo, Pedro Granato manda avisar que sua nova peça, Submarino, estreia no dia 2 de agosto no Teatro da Cultura Inglesa de São Paulo. O tema da obra é a morte.

Repeteco
Submarino tem texto de Leo Moreira, aquele que ficou importante depois de ganhar muitos prêmios. Tudo se passa em uma piscina, onde adolescentes praticam natação. Curioso notar que outra peça de Moreira, Escuro, com a Cia. Hiato, também se passava em uma piscina com torneio de natação. É obsessão?

juliana galdino Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Juliana Galdino não gostou da lista dos indicados ao Prêmio Shell em SP - Foto: Divulgação

Cadê meu troféu?
A atriz Juliana Galdino ficou revoltada porque a peça Tríptico Samuel Beckett, que tinha ela no elenco ao lado de Nathalia Timberg no CCBB de São Paulo, não recebeu nenhuma indicação ao Prêmio Shell de Teatro de SP. A lista dos indicados do primeiro semestre saiu na última terça (22) e causou rebuliço na classe teatral. Quem foi nomeado comemorou. Já quem foi esquecido ficou irritado. Galdino resolveu dar um apelido ao famoso prêmio. Para ela, agora é “Prêmio Hell”, uma referência à palavra inferno, em inglês. Eita!

manual da bisca Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Manual da Bisca: comédia faz nova temporada no Teatro Maria Della Costa - Foto: Divulgação

Comédia
Está de volta a São Paulo a peça Manual da Bisca. No palco, Janaina Maranhão, Thiago Tavares e Guy D’vallis contam a história de uma “mulher-biscate”. A temporada é no Teatro Maria Della Costa, na Bela Vista (r. Paim, 72). Toda quinta, 21h. Ingresso a R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia-entrada.

Noveleiro
Charles Möeller, o famoso diretor de musicais, está assistindo Império, de Aguinaldo Silva. Está empolgado: "Finalmente um novelão", afirmou. Também gosta de ver O Rebu. Já quando o assunto é Em Família, de Manoel Carlos, ele resume, simplesmente: "Helenas, adeus". Então, tá.

CDC 9848 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Nathalia Timberg inaugurou o Teatro J. Safra com o monólogo Paixão, que fica até domingo - Foto: Caio Duran/AgNews

Dama
Nathalia Timberg inaugurou nesta quinta (24) o Teatro J. Safra, na Barra Funda, em São Paulo. Apresentou seu monólogo Paixão. Ao fim, recebeu flores dos produtores Maurício Machado (de azul) Eduardo Figueiredo. Foi aplaudidíssima por nomes como Eduardo Suplicy, Klara Castanho e Ana Lúcia Torre.

A pergunta que não quer calar
O que será que Ezequiel Neves, o Zeca, que era amigo da coluna, acharia do musical sobre Cazuza? Que pena que não dá mais para perguntar, já que ele está, lá em cima, com Caju, tomando mais uma dose...

CDC 8634 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Sergio Maciel, o Serginho, acompanhou a estreia em São Paulo do musical sobre seu ex-namorado, o cantor Cazuza, na primeira fila - Foto: Caio Duran e Thiago Duran/AgNews

O amor de Caju
Causou frisson nos fotógrafos a presença de Sergio Maciel, o Serginho, na sessão para convidados do musical Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, na última segunda (21), no Teatro Procópio Ferreira. Todo mundo só queria clicar o ex-namorado de Cazuza. Até porque, desde a partida de nosso roqueiro, quase ninguém da classe artística teve coragem de sair do armário. O mundo sem Cazuza ficou bem mais careta. Como ele faz falta com suas mentiras sinceras e suas verdades desconcertantes.

Como ela consegue?
Corajosa como sempre, Lucinha Araújo viu a estreia de Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz do começo ao fim. Sentadinha e concentrada. E se emocionou muito, sobretudo nos momentos em que a obra mostra a luta de Cazuza para sobreviver à Aids. A mãe de Cazuza é uma verdadeira rocha. Afinal, perdeu há pouco também seu marido, João Araújo. E viu, representados no palco, os dois homens de sua vida que se foram. Como diria o poeta, só as mães são felizes.

susan sontag Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

A intelectual norte americana Susan Sontag é o novo amor do fotógrafo Bob Sousa - Foto: Divulgação

Romance
O fotógrafo Bob Sousa anda apaixonado por Susan Sontag. Aos curiosos de plantão, a coluna faz questão de esclarecer: é platônico.

E a gente de teatro?
Tem gente que não entendeu por que a SP Escola de Teatro chamou Fábio Porchat para dar a aula inaugural deste segundo semestre...

Balancê
Quem assistir à peça Toc Toc neste sábado (26), às 21h, no Teatro APCD, em Santana, São Paulo, receberá um presente. Ganhará entrada gratuita na Festa Julina da APCD, que acontece no mesmo dia, após a montagem, na sede da associação, ao lado do teatro.

cassia eller Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Tacy de Campos vive a cantora Cassia Eller no musical que circula o Brasil - Foto: Divulgação

Fazendo as malas
Após fazer muito rock no Rio, o espetáculo Cássia Eller – O Musical (leia a crítica de Átila Moreno)faz turnê pelo Brasil. Entre 8 de agosto e 1º, fica em cartaz no CCBB da praça da Liberdade, em Belo Horizonte. No dai 19 de setembro, chegam ao CCBB da Sé, em São Paulo, onde fica até 10 de novembro. Eles ainda terão fôlego para ir a Brasília, onde se apresentam no CCBB do Distrito Federal entre 5 e 22 de dezembro, depois fazem uma miniférias, e voltam, ainda na capital federal, entre 9 e 26 de janeiro. Anotou?

Quer virar dramaturgo?
Acontece neste sábado (26), no Sesc Pompeia (r. Clelia, 93), em São Paulo, a oficina de dramaturgia com Priscila Gontijo. Custa R$ 10 a inteira, mas comerciário e dependente paga R$ 2. É preciso ter pelo menos 18 anos. Será dada entre 14h e 18h. Em pauta: exercício de criação, roteiro e escrita dramatúrgica. A ação encerra o mês de julho do projeto Cinco X Dramaturgia, ligado à peça C+a+t+r+a+c+a, que termina temporada no domingo (27). Informações pelo telefone 0/x/11 3871-7700.

coluna cleo de paris1 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Cléo De Páris nem liga que a achem pessimista: "Não vou fingir comercial de margarina" - Foto: Reprodução

Pequeno prazer
Na noite do último domigo (20), enquanto muitos paulistanos tremiam de frio, a atriz gaúcha Cléo De Páris tomava cerveja com gelo. “Sou bem louca”, definiu.

Comercial de margarina
Outro dia, ao lamentar a situação do mundo, sobretudo após o abatimento do avião na Ucrânia, cheio de pesquisadores sobre a Aids, Cléo De Páris contou que há quem fique nervoso com suas opiniões: “Perco amigos pela fama de pessimista”, confessou. Mas, nem liga. “Não vou fingir comercial de margarina”, vociferou.

Pequeninos
Avise a criançada: está de volta A Bela e a Fera. Desta vez, a obra tem direção de Andresa Gavioli e Mauro Pucca, no Teatro das Artes, do Shopping Eldorado. De 2 de agosto a 16 de novembro, sábado, 16h, domingo, 15h. Quer viver no mundo da fantasia? Então, vá.

Peça do povo
A Cia. do Miolo encena a peça Relampião no próximo dia 31 de julho, quinta, no Largo da Penha, na zona leste paulistana. Começa às 16h. Ninguém paga nada. Vai, gente!

relampiao joca duarte Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Peça Relampião terá nova sessão gratuita no largo da Penha, em São Paulo - Foto: Joca Duarte

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