Posts com a tag "bob sousa"

malice vergueiro foto bob sousa 1 O Retrato do Bob: Maria Alice Vergueiro, a diva vivaFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Aos 80 anos, Maria Alice Vergueiro está em cartaz com Why the Horse? no palco do Teatro do Sesc Santana, em São Paulo, até 10 de maio próximo [leia crítica]. Na obra que dirige, encena sua própria morte e velório. Contudo, na verdade mesmo, o que a peça faz é uma ode à sua própria vida, tão intensa e cheia de arte. Antes de pisar no palco na estreia da última sexta (10), ela recebeu, com exclusividade, o nosso Bob Sousa, seu velho conhecido, no camarim. Quem pensa que o clima era mórbido está redondamente enganado. Por isso, é preciso celebrar Maria Alice Vergueiro, a diva viva.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. 

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spescola bobsousa6 SP Escola de Teatro abre 53 vagas gratuitas

O diretor da SP Escola de Teatro, Ivam Cabral, com aprendizes de atuação da escola, em 2012, na sede da praça Roosevelt, em São Paulo - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A SP Escola de Teatro está com inscrições abertas para seus oito cursos regulares e gratuitos. A instituição é ligada à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e já é uma das mais importantes na formação de artistas de teatro no Brasil.

Há 53 vagas distribuídas nos cursos de Atuação, Cenografia e Figurino, Direção, Dramaturgia, Humor, Iluminação, Sonoplastia e Técnicas de Palco. As aulas começam no segundo semestre e os cursos duram dois anos, com aulas de terça a sábado, no período matutino ou vespertino, dependendo da turma. São 1.920 horas em quatro módulos semestrais.

As inscrições só podem ser feitas pela internet até 17h de 7 de maio de 2015. É preciso ter mais de 18 anos e ter completado o ensino médio. A taxa de inscrição é de R$ 51. Leia o edital e inscreva-se.

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 Crítica: Maria Alice Vergueiro morre em cena para viver mais em Why the Horse?

Maria Alice Vergueiro recebe beijo do espectador Rodrigo Eloi após estreia de Why the Horse?, na última sexta (10), no palco do Teatro do Sesc Santana, em São Paulo - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

Há uma certa curiosidade mórbida por parte do público diante do espetáculo Why the Horse? [Por que o Cavalo?]. Afinal, antes da estreia, a diretora e protagonista, Maria Alice Vergueiro, afirmou à imprensa que encenaria a própria morte e velório neste espetáculo.

A notícia impactante e a coragem performática da artista em anunciá-la mexeu fundo com o público e, sobretudo, com a classe teatral, da qual Vergueiro, com mais de 50 anos de carreira, é uma das figuras mais queridas e respeitadas.

Com 80 anos completados em 19 de janeiro último, a atriz sofre de Parkinson em estágio avançado. Mas, como diz a acertada música de Gilberto Gil que soa no espetáculo sob direção musical de Otávio Ortega, Maria Alice Vergueiro não tem medo da morte.

Muito pelo contrário, transforma a proximidade do fim em cena viva e pulsante ao lado de seu Grupo Pândega.

 Crítica: Maria Alice Vergueiro morre em cena para viver mais em Why the Horse?

Em primeiro plano, Maria Alice Vergueiro, rodeada pelos atores Luciano Chirolli, Carolina Splendore e Robson Catalunha, na estreia de Why the Horse? - Foto: Bob Sousa

Luciano Chirolli, seu parceiro criativo na vida real, também é o principal companheiro de Maria Alice na peça. Além de ampará-la, a confronta também, nas melhores cenas da montagem feita em formato happening nas bases de Jodorowsky e com parte do público em cima do palco do Teatro do Sesc Santana.

O cenário sóbrio criado por J. C. Serroni traz epitáfios com nomes de mortos famosos do teatro brasileiro e universal, indo desde Paulo Autran a Samuel Beckett, num prenúncio futuro do nome de Maria Alice Vergueiro entre eles.

Guilherme Bonfanti faz desenho de luz sutil e condizente com a proposta estética da obra, criando pequenas atmosferas sensoriais onde a presença dos atores por si só desenvolve a dramaturgia de Fábio Furtado. O fim inexorável também está presente nos figurinos carcomidos criados por Telumi Hellen.

Choro cala profundo

O espetáculo traz um tom de deboche com a própria morbidez que propõe. Mesmo assim, consegue inúmeros momentos de sensibilidade à flor da pele, como quando Chirolli chora copiosamente diante de Vergueiro morta, produzindo um som ininteligível. É uma cena que cala profundo em quem ama o teatro.

Carolina Splendore, Alexandre Magno e Robson Catalunha completam o elenco, servindo de representação para as novas gerações com as quais Vergueiro não se cansa de dialogar, de forma generosa. Prova disso são as selfies que tira com o público ao fim da peça; Vergueiro quer mesmo estar presente por todos os lados. Splendore representa ainda a própria explosão de juventude, contestação e força de Vergueiro de outrora, em uma linda imagem metafórica quando desnuda seus seios.

Em Why the Horse?, Maria Alice Vergueiro mostra ser ainda uma garota atrevida, que não se cansa de fazer suas travessuras artísticas, surpreendendo a todos nós. Desafiadora e performática, ensaia seu próprio fim diante de seu público, que não sabe se rir ou chorar. Mas uma coisa é certa. Ela morre em cena para, assim, viver mais.

Why the Horse?
Avaliação: Ótimo
Quando: Sexta e sábado, 21h; domingo, 19h. 60 min. Até 10/5/2015
Onde: Teatro do Sesc Santana (av. Luiz Dumont Villares, 579, metrô Jardim São Paulo, São Paulo, tel. 0/xx/11 2971-8700)
Quanto: R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia) e R$ 9 (comerciário e dependentes)
Classificação etária: 16 anos
Avaliacao Otimo R7 Teatro PQ Crítica: Maria Alice Vergueiro morre em cena para viver mais em Why the Horse?

Veja trajetória de Maria Alice Vergueiro em 7 fotos

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maria manoella foto bob sousa O Retrato do Bob: Maria Manoella, em todas as frentesFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Maria Manoela, que atualmente é a personagem Branca na novela Sete Vidas (Globo), é atriz carioca de coração paulistano. Apesar de ter nascido no Rio, foi em São Paulo que se criou, estudou no Teatro Escola Célia Helena e conheceu os palcos e fez sucesso em peças como A Casa de Bernarda Alba, em 2003, e Cruel, em 2011. Do tablado, o salto para o cinema — onde atuou em longas como O Palhaço, A Mulher Invisível e Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa — e a televisão foi só consequência de uma trajetória na qual dá um passo de cada vez. Por isso, hoje, é atriz de todas as frentes.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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fernanda chamma foto bob sousa O Retrato do Bob: Fernanda Chamma, dança calienteFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Fernanda Chamma transformou-se em um dos nomes mais fortes da dança para musicais no Brasil. Bailarina formada em clássico, migrou para a linha de shows e fez cursos de especialização nos Estados Unidos e na Inglaterra. Não à toa, foi escolhida pela equipe de Whoopi Goldberg para ser a diretora residente no Brasil do musical Mudança de Hábito, em cartaz no Teatro Renault, em São Paulo, onde posou para o nosso Bob Sousa. Além das aparições na TV, como jurada do Dança dos Famosos, no Domingão do Faustão, também coreografa números de dança na teledramaturgia da Globo. Nos palcos, foi responsável pelo bailado de sucesso de musicais como Alô, Dolly!, A Gaiola das Loucas, Hairspray e Garota Glamour, entre outros. Ainda dirigiu a versão argentina de A Família Addams, em Buenos Aires, no ano passado. Afinal, Fernanda é dança caliente.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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camila araujo bobsousa O Retrato do Bob: O toque de Camila AraújoFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A atriz Camila Araújo dá os primeiros passos no palco, onde começou bem cedo, aos 12 anos. Tem como mestres gente como Erika Bodstein e Valéria Marchi. Também estão na lista Paulo Marcos Brito, Erik Gallani, Sérgio Ferrara e Brian Penido Ross. Após concluir os primeiros estudos teatrais, foi trabalhar com Marcelo Marcus Fonseca em seu Teatro do Incêndio. Recentemente, juntou-se ao diretor Leonardo Medeiros na peça As Palavras da Chuva, com o Teatro da Rotina. Por onde passa, deixa seu toque.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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rodolfo garcia vazquez denise del vecchio premio shell 2015 bob sousa Saiba como foi entrega do 27º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo

Rodolfo García Vázquez, o melhor autor (ao lado de Ivam Cabral) e Denise Del Vecchio, a melhor atriz, discursam durante cerimônia do Prêmio Shell de Teatro em SP - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

Os vencedores do 27º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo foram conhecidos em cerimônia realizada no espaço Villa Vérico, na capital paulista, na noite desta terça (10).

O evento, apresentado por Mariana Lima, reuniu personalidades da cena teatral paulistana. As peças que abocanharam maior quantidade de prêmios, com dois troféus cada uma, foram Trágica.3 (atriz e figurino), Não Vejo Moscou da Janela do Meu Quarto (iluminação e direção) e Caros Ouvintes (cenário e música). Veja lista completa dos ganhadores.

Rodolfo García Vázquez, do grupo Os Satyros, subiu ao palco para receber o prêmio de melhor autor por Pessoas Perfeitas, escrita em parceria com Ivam Cabral, que não pode comparecer à festa  por estar se recuperando de tratamento médico contra um tumor.

“É uma pena o Ivam não estar aqui, mas ele está se recuperando. Pessoas Perfeitas nasceu de um roteiro de longa que transpusemos para o teatro. A participação dos atores foi fundamental neste processo”, discursou enquanto os integrantes do Satyros o aplaudiam, eufóricos.

Silvana Garcia, que levou melhor direção por Não Vejo Moscou da Janela do Meu Quarto, lembrou em sua fala que já integrou o júri do prêmio. “Já estive no júri e sei que não é um lugar confortável. Você sai daqui amado por poucos e odiado por muitos. Eu amo vocês”, disse, dirigindo-se aos jurados paulistanos: Carlos Colabone, Evaristo Martins de Azevedo, Lucia Camargo, Mario Bolognesi e Renata Melo. Ela ainda alfinetou a imprensa, lembrando que a peça “é um produção à margem, que não teve apoio da grande mídia”.

O melhor ator, Rubens Caribé, por Assim É (se lhe Parece), ficou bastante emocionado quando seu nome foi anunciado por Mariana Lima. No palco, afirmou que “quis muito esse momento”, mas que duvidou dele “até o fim”.

Já Denise Del Vecchio, que saiu do palco aos prantos, contou que este ano foi a primeira vez que havia sido convidada para uma entrega do Prêmio Shell de Teatro. Ao receber o prêmio de melhor atriz, por Trágica.3, discursou: “Estou muito emocionada e agradecida por terem me escolhido já nesta altura da minha carreira. No momento que vem um certo desânimo, vem um sopro de alegria. Acreditamos que neste momento de tanto caos e horror, o que nós fazemos no palco possa ser uma fagulha de luz”.

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Paulinho Farica, Mel Lisboa e Dário José comemoraram prêmio Inovação para a Cia. Pessoal do Faroeste - Foto: Bob Sousa

Ao receber o prêmio de Inovação, o diretor Paulinho Faria, da Cia. Pessoa do Faroeste, disse que deseja recuperar o cinema na região da Boca do Lixo, em São Paulo, onde está instalada a companhia que tem a atriz Mel Lisboa em seu elenco. A região no centro paulistano foi pólo cinematográfico nos anos 1970 e 1980 e hoje está entregue aos usuários de crack.

No fim da cerimônia, o grande homenageado da noite foi César Vieira, do Teatro União e Olho Vivo. Ele lembrou seu trabalho com moradores de rua e ainda citou a Gaviões da Fiel, torcida e escola de samba do Corinthians, em seus agradecimentos.

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César Vieira, do Teatro União e Olho Vivo, falou da censura e também celebrou Heleny Guariba, assassinada pelos militares, e Augusto Boal, que morreu em 2009 - Foto: Bob Sousa

O diretor ainda lembrou que 632 peças sofreram censura durante a ditadura militar. E pediu aplauso farto para Heleny Guariba, “atriz assassinadas pelos militares e cujo corpo jamais foi encontrado” e “para o mestre Augusto Boal”, diretor e teórico brasileiro do teatro que morreu em 2009.

A parte do público que ainda estava no salão o aplaudiu de pé — outra parte, desrespeitosa, não esperou o discurso do diretor e rumou desesperada para a barra de bebidas.

Veja mais fotos de quem foi à entrega do 27º Prêmio Shell de Teatro:

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Letícia Sabatella, da peça Trágica.3, que levou dois prêmios - Foto: Bob Sousa

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Mariana Lima foi a apresentadora da noite de gala do teatro - Foto: Bob Sousa

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A diva cubana Phedra D. Córdoba foi com visual exuberante - Foto: Bob Sousa

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Denise Del Vecchio se emocionou ao receber o Shell pela primeira vez - Foto: Bob Sousa

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O assessor Sylvio Novelli foi acompanhado da filha, Isabela Novelli - Foto: Bob Sousa

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Mel Lisboa chamou a atenção com seus cabelos curtinhos - Foto: Bob Sousa

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A pesquisadora teatral Simone Carleto também foi ao prêmio - Foto: Bob Sousa

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Atriz do Satyros e musa dos palcos, Cléo De Páris compareceu à noite de gala - Foto: Bob Sousa

shell 15 bobsousa Saiba como foi entrega do 27º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo

Os críticos de teatro da APCA também marcaram presença: a partir da esq., Miguel Arcanjo Prado (editor de Cultura do R7), Edgar Olimpio de Souza, Maria Lúcia Candeias, Celso Curi, Vinício Angelici e Evaristo Martins de Azevedo, também jurado do Shell - Foto: Bob Sousa

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Daniel Gaggini (de óculos, ao centro) e a turma do projeto Vira-Latas de Aluguel, indicado na categoria Inovação - Foto: Bob Sousa

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Luciano Chirolli, indicado a melhor ator por Gotas D'Água sobre Pedras Escaldantes, posa com a amiga Maria Alice Vergueiro, que levou o Prêmio Shell especial em 2011 - Foto: Bob Sousa

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O pesquisador de teatro Alexandre Mate conversa com o crítico José Cetra Filho - Foto: Bob Sousa

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O ator Juan Manuel Tellategui prestigiou a festa do teatro - Foto: Bob Sousa

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Marco Antônio Pâmio, indicado a melhor diretor por Assim É (se lhe Parece) - Foto: Bob Sousa

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Musa dos palcos e do cinema, Gilda Nomacce foi indicada a melhor atriz por Gotas D'Água sobre Pedras Escaldantes - Foto: Bob Sousa

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Fernanda Capobianco parabeniza Gilda Nomacce pela indicação ao Prêmio Shell - Foto: Bob Sousa

shell 15 bobsousa131 Saiba como foi entrega do 27º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo

Rodolfo García Vázquez discursa ao receber o Shell de melhor autor e lamenta a ausência de Ivam Cabral, que escreveu a peça Pessoas Perfeitas com ele - Foto: Bob Sousa

 

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karin hills foto bob sousa3 O Retrato do Bob: Karin Hils, no topo Foto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Aos 36 anos, a atriz Karin Hils é consciente de que vive o auge de sua carreira de atriz. Afinal, está à frente de um elenco de 30 artistas e oito músicos em um musical que custou R$ 30 milhões. Após protagonizar o seriado Sexo e as Negas, de Miguel Falabella, na Globo, foi convidada para viver a personagem principal da superprodução musical Mudança de Hábito, que estreia na quinta (5), no Teatro Renault, em São Paulo, com produção da Time for Fun, Whoopi Goldberg e Stage Entertainment. Fluminense de Paracambi, é conhecida do grande público desde 2002, quando venceu o reality Popstars, do SBT, e passou a integrar a banda jovem Rouge, sucesso absoluto de público até seu fim, em 2005. Recentemente, além de fazer televisão, Karin passou a atuar com êxito em musicais. Seu currículo já contabiliza grandes espetáculos, como Hairspray, Hair, Alô Dolly! e Xanadu. Agora, chegou sua grande chance: unir a atriz e a cantora em uma só personagem, no centro dos holofotes: Deloris Van Cartier, personagem que Whoopi Goldberg fez entrar para a história do cinema em 1992. Para fazer bonito, enquanto posa para o nosso Bob Sousa, revela que abriu mão até da vida pessoal para se dedicar por completo ao musical. Ela sabe que o topo é para ser vivido com toda intensidade do mundo.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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natalia quadros foto bobsousa O Retrato do Bob: Natália Quadros, folia no palco
Foto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Foi numa Terça-feira de Carnaval que Natália Quadros veio ao mundo. Não deu outra: tinha mesmo de ser artista. Pequenina, imaginava tudo ao seu redor nas brincadeiras de criança. Hoje, é atriz e cantora na Cia. da Revista, com a qual já fez quatro espetáculos. A paulistana de 25 anos criada na Mooca é formada em artes cênicas pela USP (Universidade de São Paulo). Em 2015, se prepara para o espetáculo musical Reconstrução, com seu grupo, além de ainda apresentar Ópera do Malandro, de Chico Buarque. Pelo jeito, a menina segue fazendo sua folia no palco.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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stella menz alexandre guaraci foto bob sousa 2015 O Retrato do Bob: Stella Menz e Alexandre Guaraci, à espera de BeatrizFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os atores Stella Menz e Alexandre Guaraci, dois talentos da nova geração teatral de São Paulo, esperam, desejosos, a chegada dela, que é fruto de amor desabrochado pelo teatro. Já tão amada, vem dar mais poesia à vida, que se renova com sua chegada. Que venham consigo coisas boas. Saúde, amor e paz. Já nasce com nome de artista, trazendo a delicadeza a este duro 2015. Então, juntemo-nos todos a Stella e Guaraci, e esperemos, ansiosos, a chegada de Beatriz.

*BOB SOUSA é fotógrafo e autor do livro Retratos do Teatro (Editora Unesp). Sua coluna O Retrato do Bob é publicada no Atores & Bastidores do R7 toda segunda-feira, com grandes nomes dos palcos. Já às sextas, a coluna O Retrato do Bob sai no blog R7 Cultura, com personalidades do mundo cultural.

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