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miguel arcanjo agenda cultural 18 04 2014 Veja as dicas da Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 18/04/2014

Miguel Arcanjo Prado na Agenda Cultural do Hora News, na Record News: dicas para todo País - Foto: Divulgação

O jornalista e editor de Cultura do R7 Miguel Arcanjo Prado dá as melhores dicas na Agenda Cultural do Hora News, na Record News, nesta sexta (18). Tem o Festibero, com 15 peças grátis de sete países no Memorial da América Latina. Tem também sessões grátis da peça Viúva, porém Honesta, do Grupo Magiluth, no Itaú Cultural e na Funarte de São Paulo. E mais: show da banda de rock Cascadura em Salvador. Em Minas Gerais, tem o Rodeio Show de Pedro Leopoldo, com a dupla Fernando e Sorocaba. E ainda as estreias nos cinemas: o filme francês O Palácio Francês, do brasileiro Copa de Elite e do venezuelano Pelo Malo. Veja o vídeo:

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Elder 164 Entrevista de Quinta – Elder Fraga transforma conto de Plínio Marcos no curta Os Bons Parceiros

O cineasta, ator e produtor Elder Fraga: curta com violência crua de Plínio Marcos - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Na próxima terça-feira (25), o cineasta e ator Elder Fraga completará 39 anos com um presente especial: a estreia do seu quarto curta-metragem, Os Bons Parceiros, às 21h30 na sala 4 do Espaço Itaú da rua Augusta, 1.470, em São Paulo. A entrada é gratuita. O filme é baseado em um conto do jornalista e dramaturgo Plínio Marcos (1935-1999), nome forte do teatro nacional. Nesta Entrevista de Quinta, Elder falou sobre o projeto e sobre o autor, a quem conheceu pessoalmente. Leia com toda a calma do mundo.

foto 7 Vivian Fernadez Entrevista de Quinta – Elder Fraga transforma conto de Plínio Marcos no curta Os Bons Parceiros

Cena do curta Os Bons Parceiros, que estreia no dia 25 em SP - Foto: Vivian Fernandez

Miguel Arcanjo Prado - Qual a história do filme Os Bons Parceiros?
Elder Fraga - Cinco amigos da periferia resolvem em uma noite se juntar para fazer um arrastão e levantar uma grana. O curta dura 20 minutos.

Você pretende levar o filme para festivais?
A gente estreia no Espaço Itaú na Augusta e pretendo trabalhar o curta dentro e fora do Brasil. Estamos fazendo as legendas em inglês e espanhol. A partir de março queremos mandar o filme para o mundo todo.

Você tem novos projetos no cinema?
Tenho dois. Um curta, que deve se chamar Matinê e será protagonizado pelo ator Júlio Rocha, e começo os trabalhos do meu primeiro longa-metragem, que vai abordar o mundo das lutas do MMA e quero rodar em 2015.

Qual é sua relação com o Plínio Marcos?
Minha estreia profissional foi com Barrela, peça do Plínio com direção do Sergio Ferrara em 1999. Neste período pude conviver com o Plínio. Tive um contato com ele bem próximo.

Conte mais.
Ele não saía do teatro. Ele amava tanto a montagem que falou que nossa montagem Barrela "pegava no breu". A gente chegava no Teatro de Arena e ele já estava lá, sentadinho. Eu tinha 20 e poucos anos e ficava impressionado com sua figura, ali, tão perto.

cartaz Entrevista de Quinta – Elder Fraga transforma conto de Plínio Marcos no curta Os Bons Parceiros

Cartaz do filme Os Bons Parceiros, de Elder Fraga

E ele morreu no mesmo ano?
Sim. Ele morreu antes de a temporada acabar. Aí, eu comecei a ler a obra dele. Antes de morrer, ele tinha dito que queria que a gente montasse O Abajur Lilás também, mas não deu tempo de ele ver. Tinha o Fransérgio Araújo e a Esther Góes. Fizemos uma turnê grande.

E aí você virou especialista em fazer obra do Plínio?
Mais ou menos, porque depois o Antonio de Andrade me chamou para fazer O Homem de Papel e eu acabei não fazendo...

E como o Plínio voltou?
Ganhei o livro As Histórias das Quebradeiras do Mundaréu, de autoria do Plínio Marcos. Comecei a devorar esse livro e comecei a imaginar os contos em filmes, porque ele descreve os lugares, o ambiente, com aquela violência crua. E pensei: isso dá um filme. Seria legal levar Plínio para o cinema.

E como fez para conseguir os direitos?
Entrei em contato com Kiko Barros, que é filho dele, e ele me deu carta branca para fazer. A obra do Plínio é atual. Mantive a essência do conto, apenas com uma cara mais moderna. Coloquei cenas de 3D e animação.

Foi difícil lançar o curta?
Rodei o filme dois anos atrás, sem apoio nenhum. Eu tentei editais, mas estava muito difícil. Consegui juntar alguns parceiros do cinema para produzir de forma independente.

Quem compõe o elenco?
Já tinha uns nomes na cabeça, porque gosto de chamar eu mesmo os atores. Já tinha trabalhado com o Luciano Quirino na série 9mm [Fox], e o convidei para ser o Fogueira, que é o chefão dos bandidos. Depois fui atrás de um ator bacana para fazer um antagonista. Estava no festival com outro filme meu, Nigéria, e o Thogun falou que queria trabalhar comigo. Sou fã dele do Tropa de Elite e de O Palhaço. E tem ainda o Ricardo Gelli, o Laerte Késsimos, o Daniel Torres e o Johnnas Oliva. Chamei o Bruno Giordano para fazer a preparação do elenco.

Além de cineasta e ator, você também é produtor teatral. Como é isso?
Sempre fui ator. Eu me formei no Indac, onde tive o primeiro contato com o Sérgio Ferrara. De lá ele me convidou para fazer o Barrela. Depois, eu fiz uma sequência de espetáculos com ele, e ele me convidou para abrir uma produtora: Fraga e Ferrara Produções em 2006. E daí de lá para cá eu comecei a produzir tudo que ele faz. Aí não consegui mais atuar, porque sempre achei muito difícil atuar e produzir ao mesmo tempo. Sempre prefiro fazer uma coisa de cada vez, para que saia bem feita.

foto 4 Vivian Fernadez Entrevista de Quinta – Elder Fraga transforma conto de Plínio Marcos no curta Os Bons Parceiros

Os Bons Parceiros mostra um grupo de amigos bandidos em uma noite louca - Foto: Vivian Fernandez

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daniel gaggini otavio pacheco1 Entrevista de Quinta: Daniel Gaggini leva Tarantino a Heliópolis e roda mundo com filme sobre Satyros

O cineasta e diretor teatral Daniel Gaggini: sonho realizado de transpor Cães de Aluguel, de Tarantino, para a realidade dos moradores de Heliópolis, em São Paulo - Foto: Otávio Pacheco

Por Miguel Arcanjo Prado

O ator, diretor e cineasta paulistano Daniel Gaggini tem uma missão e tento pela frente. Transpor a obra cinematográfica Cães de Aluguel, de Quentin Tarantino, para o teatro. Mas com direito a uma charme especial.

A empreitada contará com atores da comunidade de Heliópolis, em São Paulo, que vão misturar a realidade que vivem com a obra.

O projeto teve inscrições de 115 atores. Destes, 30 fizeram aulas de capacitação teatral. Daí, 16 foram aprovados no processo de imersão, recebendo bolsas de R$ 500. Ao final, dez foram selecionados para a montagem, que deve estrear em 18 de outubro, no bairro, com entrada gratuita. O nome será Vira-Latas de Aluguel.

Além disso, Gaggini também está presente nos cinemas, com o longa-metragem Satyrianas – 78 horas em 78 minutos, que dirigiu com Fausto Noro e o Otávio Pacheco. O longa roda festivais mundo afora e agora estreia comercialmente no Brasil, misturando ficção e realidade para contar a história do festival teatral de primavera organizado pelo grupo Os Satyros, do qual Gaggini fez parte nos anos 1990.

Gaggini também é curador e produtor do Cine Favela, que exibe filmes gratuitos em Heliópolis. Ele conversou com o Atores & Bastidores do R7 sobre seus projetos. Leia com toda a calma do mundo:

Miguel Arcanjo Prado – De onde veio a ideia de transformar o filme de Tarantino em uma peça com atores de Heliópolis?
Daniel Gaggini – Eu assisti ao filme em 1993, quando estava com os Satyros em Portugal.

Ah, então você é da fase pobre e porralouca dos Satyros na Europa?
Sim, eu sou um Dinosatyros! [risos]

Mas vamos voltar à ideia de fazer peça com o filme...
Eu fiquei superimpressionado com o filme e pensei que um dia queria montá-lo no teatro. Daí, corte seco, 20 anos se passaram e eu falei: “meu Deus, eu tenho de ter um propósito, ter algo para dizer”. Não queria só pegar um filme do Tarantino e montar uma peça. Eu trabalho em Heliópolis desde 2009, com o projeto Cine Favela, e pensei: "poxa, está aqui". Fiz uma sessão em 2012 de vários filmes clássicos e a comunidade se identificou muito com Cães de Aluguel.

E você quis trabalhar com gente da comunidade?
Em vez de montar uma peça eu montei o projeto de capacitação teatral. No mês passado, trabalhamos com 16 jovens. A gente não vai transpor o filme para o teatro. Ele é apenas um ponto de partida para o nosso espetáculo. O enredo é o mesmo, mas com as cores de Heliópolis.

vira latas de aluguel Entrevista de Quinta: Daniel Gaggini leva Tarantino a Heliópolis e roda mundo com filme sobre Satyros

Daniel Gaggini (à esq., de azul claro) posa com os primeiros selecionados do projeto Vira-Latas de Aluguel, na comunidade de Heliópolis, em São Paulo - Divulgação

E onde vão se apresentar?
Vamos encenar nas ruas e vamos interagir com a comunidade, vamos usar um bar, um galpão, a rua. Vai ser lindo e vai envolver todo mundo.

Quem patrocina o projeto?
O Instituto Pepsi Co. financiou todo o projeto por meio do ProAC estadual. Eles se encantaram com o projeto de capacitação e foram patrocinadores exclusivos.

Como foi selecionar os atores na comunidade? Ficou com pena de não poder selecionar todo mundo?
Doeu muito fazer a seleção. Iam ficar só nove, mas eu coloquei mais um e são dez. Eu trabalho em comunidade há muito tempo. Veio tanta gente que não conhecia. Há muitos talentos! Tenho um rapaz, James Calegari, que é da Orquestra Sinfônica de Heliópolis, e toca mais de 80 instrumentos. Tem a Klaviany Cozy, uma atriz da Cia. de Teatro de Heliópolis, que também é ótima. E tem até jornalista no meio desses selecionados. É uma mistura muito grande e gostosa. Eles escreveram o texto, eu fui só coordenador de dramaturgia. Estão dando os toques de lá e o linguajar da comunidade. É uma peça genuinamente de Heliópolis.

E o filme Satyrianas [leia a crítica]?
Eu divido o filme com outros dois diretores, o Fausto Noro e o Otávio Pacheco. O filme vai passar agora no Festival de Inverno no Uruguai e estreamos em 30 de agosto nos cinemas de São Paulo, co distribuição da Vitrine Filmes. O filme estreou no Festival do Rio, no ano passado, e o jornal O Globo nos deu Prêmio Especial. Em São Paulo, foi um dos cinco filmes mais votados em mais de 400 da Mostra Internacional. Agora, paralelamente ao lançamento no Brasil, vamos também participar dos festivais internacionais.

rodolfo ivam Entrevista de Quinta: Daniel Gaggini leva Tarantino a Heliópolis e roda mundo com filme sobre Satyros

Mestres de Daniel Gaggini: os artistas Rodolfo García Vázquez e Ivam Cabral, a dupla criadora do Satyros e das Satyrianas - Divulgação

Como foi o reencontro com os Satyros pelo filme?
Foi uma das maiores emoções da minha vida. Eu entrei nos Satyros em 1990 e fiquei até 1995. Eu fiquei quatro anos com eles na Europa. Vivi este momento mágico. Eu fui com 16 anos! Eu andava com autorização para fazer uma peça proibida para menores de 18! [risos]

E mais de 20 anos depois você faz o filme sobre o festival deles...
O filme foi uma possibilidade de um reencontro nosso. Foi uma forma de eu retribuir tudo que eles fizeram para minha visão artística, tanto o Ivam Cabral quanto o Rodolfo García Vázquez [fundadores dos Satyros]. Foi uma loucura, porque levei a ideia para os outros dois diretores uma semana antes de as Satyrianas acontecer! Foi um filme feito com a cara e a coragem. E isso tem muito a ver com o que o Satyros me ensinou.

heliopolis sulia folli Entrevista de Quinta: Daniel Gaggini leva Tarantino a Heliópolis e roda mundo com filme sobre Satyros

Comunidade de Heliópolis (foto), em SP, está envolvida com o projeto Vira-Latas de Aluguel - Foto: Súlia Folli

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Evaldo Mocarzel foto Piu Dip Evaldo Mocarzel quebra muro entre teatro e cinema na mostra Novas Dramaturgias em Tempos Digitais

O cineasta, dramaturgo e jornalista Evaldo Mocarzel: empenhado em decifrar os palcos - Foto: Piu Dip

Por Miguel Arcanjo Prado

Espetáculos teatrais em vídeo não costumam resultar em boa experiência. Afinal de contas, o teatro é vivo e efêmero demais para o registro. Certo? Errado. Pelo menos, se esta pergunta for feita ao cineasta Evaldo Mocarzel, que é curador da mostra Teatro SP: Novas Dramaturgias em Tempos Digitais, que acontece desta quarta }(28) até domingo (2) no Itaú Cultural, em São Paulo (veja mais abaixo).

br3 Evaldo Mocarzel quebra muro entre teatro e cinema na mostra Novas Dramaturgias em Tempos Digitais

BR3, do Teatro da Vertigem: o começo de tudo

Em conversa com o Atores & Bastidores do R7, Mocarzel afirma que sua busca vai “bem mais além” do que um mero registro audiovisual de uma montagem. “Tudo começou com o BR-3, do Teatro da Vertigem em um barco no rio Tietê, um registro que foi feito na guerrilha”, lembra. Foi quando resolveu que não bastava gravar, mas “fazer um registro da íntegra da peça que fosse retrabalhado pela linguagem cinematográfica e ainda um trabalho de entrevistas, com a linguagem do documentário”.

Foi um sucesso. Os grupos gostaram da ideia e desde então Mocarzel não parou mais. Já fez filmes de mais de 20 trabalhos de ponta do teatro paulistano, de grupos como Os Fofos Encenam, Satyros, Vertigem e XIX.

O foco logo passou a não ser apenas filmar o resultado final, a peça, como também os longos processos criativos e colaborativos que os artistas fazem antes de uma encenação estrear. “Tem muita riqueza no processo que acaba desaparecendo completamente na montagem”, explica.

memoria da cana Evaldo Mocarzel quebra muro entre teatro e cinema na mostra Novas Dramaturgias em Tempos Digitais

Um olho no presente e outro no futuro: cena de Memória da Cana, da Cia. Os Fofos Encenam, filmado por Mocarzel

Ao esmiuçar esses detalhes, o cineasta tem consciência do trabalho de memória póstuma que realiza: “Sempre tenho a preocupação de eternizar a peça na linguagem audiovisual, promovendo um diálogo entre teatro e cinema”, conclui.

Quem pensa que há rios de dinheiro para os projetos de Mocarzel se engana. Muitos filmes são bancados pelos próprios grupos.

O cineasta conta que o prazer está embutido na tarefa, já que conseguiu, com o projeto, conviver de perto com as principais companhias paulistanas, das quais é fã confesso. “Eu sou um cineasta e dramaturgo. Então, por trás do documentarista tem um dramaturgo que grita”, entrega.

Tanta proximidade, faz ele concluir, sem pestanejar: “O teatro paulistano tem a cara do mundo. É um teatro de ponta”.

Mostra Teatro SP: Novas Dramaturgias Em Tempos Digitais
De 28 de novembro a 2 de dezembro de 2012 (quinta-feira a domingo)

Espaço Itaú de Cinema – Shopping Frei Caneca
(Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, tel. 0/xx/11 3472-2368, Grátis )

Dia 28 (quarta-feira) – Sessão Especial - 21h – Hysteria (71 minutos), de Ava Rocha e Evaldo Mocarzel
Espaço Itaú de Cinema – Sala 6 (118 lugares) - Entrada franca - sujeito à lotação da sala

Itaú Cultural - Sala Vermelha
(Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô – Tel. 0/xx11 2168-1776, Grátis)

Dia 29 (quinta-feira) – Documentários Cênicos - 16h - Exibição do longa documental "Vila Verde" (80 minutos) - 18h - Exibição do longa documental "Dizer e Não Pedir Segredo" (90 minutos) - 20h - Exibição de "Festa de Separação" (26 minutos) + debate com Janaína Leite, Luiz Fernando Marques, Marcelo Soler, Nelson Baskerville e mediação de Evaldo Mocarzel.

Dia 30 (sexta-feira) – Intervenção Urbana - 16h: Exibição de "BR-3 (a peça)" (150 minutos) - 18h30: Exibição de "BR-3 (o documentário)" (80 minutos) - 20h: Exibição de "A Última Palavra é a Penúltima" (26 minutos) + debate com Eliana Monteiro, Luiz Fernando Marques, Georgette Fadel, Kil Abreu e mediação de Evaldo Mocarzel.

Dia 1º (sábado) – Dramaturgias Expandidas - 16h: Exibição de "Memória da Cana" (140 minutos) - 18h: Exibição de "Cia.Livre 10 Anos" (120 minutos) - 20h: Exibição da versão curta do documentário "Memória da Cana" (26 minutos) + debate com Newton Moreno, Cibele Forjaz, Rodolfo García Vázquez, Cecília Salles e mediação de Evaldo Mocarzel.

Dia 2 (domingo) – Hibridização de Linguagens - 16h: Exibição de "Kastelo" (100 minutos) - 18h: Exibição de "Assombrações do Recife Velho" (71 minutos) - 20h: Exibição do curta-metragem "A Cicatriz é a Flor" (20 minutos) + debate com Felipe Hirsch, Beto Brant, Antonio Araújo, Claudia Schapira e mediação de Evaldo Mocarzel.

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O fim de semana tem atrações para todos os gostos e bolsos em São Paulo.

Veja no vídeo abaixo as dicas do jornalista e editor de Cultura do R7 Miguel Arcanjo Prado para seu fim de semana, no telejornal Record News SP, apresentado por Lidiane Shayuri.

Com Nathalia Boscolo, editora da Record News

[r7video http://videos.r7.com/saiba-quais-atracoes-vao-agitar-criancas-e-adultos-neste-fim-de-semana-7-e-8-/idmedia/4ff71e97fc9ba08515aed19c.html]

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Veja as melhores dicas culturais, com o jornalista Miguel Arcanjo Prado, no vídeo:

[r7video http://videos.r7.com/veja-as-dicas-de-lazer-para-o-fim-de-semana-na-agenda-cultural/idmedia/4fedc7f5b61c8fe96fcb77f2.html]

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Não sabe o que fazer no seu fim de semana? Dicas não faltam na Agenda Cultural do telejornal Record News São Paulo, feita pelo editor de Cultura do R7 Miguel Arcanjo Prado, com apresentação de Lidiane Shayuri. Veja o vídeo:

Com Giovana Botti, editora-chefe do Record News SP

[r7video http://videos.r7.com/veja-os-destaques-da-agenda-cultural-deste-fim-de-semana/idmedia/4fe48b5e6b7121b2df21c9b9.html]

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Saiba o que fazer neste fim de semana. Veja as dicas do jornalista Miguel Arcanjo Prado no telejornal Record News São Paulo desta sexta-feira (8).

Com Fernanda Morbidelli e Cinthia Pimenta, editoras da Record News

[r7video http://videos.r7.com/veja-os-destaques-da-agenda-cultural-para-este-fim-de-semana/idmedia/4fd216ecfc9bcc053a1d0832.html]

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Saiba o que fazer no fim de semana paulistano, nas dicas do jornalista Miguel Arcanjo Prado, no telejornal Record News SP desta sexta (25), apresentado por João Santos. Tem teatro, exposição, cinema, shows e muito mais! Veja no vídeo abaixo:

Com Nathalia Boscolo, editora da Record News

[r7video http://videos.r7.com/sao-paulo-recebe-exposicao-do-pintor-di-calvacanti/idmedia/4fbfa0eab61cee096ca37f04.html]

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O fim de semana está recheado de atrações.

Na Agenda Cultural do telejornal Record News São Paulo, o jornalista Miguel Arcanjo Prado apresenta, ao lado de Lidiane Shayuri, o que de melhor acontece na cidade de São Paulo. Tem uma exposição de Andy Warhol, a peça Bichado, do Núcleo Experimental, o infantil Fedegundo, o novo filme de Mel Gibson, a volta do RPM, a apresentação de um grande time de músicos cubanos e a última oportunidade de ver os murais Guerra & Paz, de Cândido Portinari, no Memorial da América Latina.

É o que você confere no vídeo abaixo:

Com Nathalia Boscolo, editora da Record News

[r7video]

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