Posts com a tag "comédia"

omanual grupoobadeteatro foto Comédia inventa um manual para a vida boa

Peça O Manual faz temporada em maio no Teatro Escola Macunaíma - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Se a vida tivesse um manual de instruções tudo seria mais fácil. Pelo menos, saberíamos de cara como o mundo funciona, evitando os tropeços tão costumeiros. Mas, será isto possível? Este é o mote da peça O Manual, do Grupo Oba! de Teatro, que estreia em São Paulo no próximo dia 2 de maio, no Teatro Escola Macunaíma.

A comédia é dirigida por Lucas França, que contou com assistência de Letícia Junqueira. A obra participou da mostra Fringe, no último Festival de Teatro de Curitiba.

A previsão é que fique em cartaz na capital paulista até 25 de maio, sempre aos fins de semana. No elenco, estão Graziela Kannebley, Robson Guedes e Tally Mendonça.

No texto de Tally Mendonça, o próprio Deus desce à Terra para ajudar os homens com uma espécie de "manual da vida". Para tanto, contará com a ajuda de Pedro, um jovem desiludido, e de sua amiga, Luci.

Presente na cena desde 2011, o Grupo Oba! já participou de vários festivais. No repertório atual, além de O Manual, eles também têm a peça infantil Violeta, a Menina Leitora.

O Manual
Quando: Sextas e sábados, 21h. Domingos, 20h. 75 min. Entre 02 e 25/5/2014
Onde: Teatro Escola Macunaíma (r. Adolfo Gordo, 238, Campos Elíseos, metrô Santa Cecília, São Paulo, tel. 0/xx/11 3217-3400)
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Classificação etária: 12 anos

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218406 Entrevista de Quinta – “As feministas ainda existem?”, diz ator de A Vida Sexual da Mulher Feia

Otavio Muller chega a SP com seu monólogo sobre sexo de mulher feia - Foto: Alex Carvalho/Globo

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Otávio Muller nunca foi um galã. Seus personagens costumeiros, como Djalma do seriado Tapas & Beijos, jamais tiveram a beleza como foco.

Talvez, por isso mesmo, seja o ator ideal para fazer Maricleide, protagonista do monólogo A Vida Sexual da Mulher Feia, dirigido por ele mesmo.

Baseada no livro homônimo de Claudia Tajes, com texto adaptado por Julia Spadaccini, a obra estreia nesta sexta (10), no Teatro Folha, em São Paulo.

Com ela, celebra 30 anos de carreira e faz seu primeiro monólogo.

Mas nada de drama, muito pelo contrário; trata-se de uma comédia rasgada que marca seu retorno ao teatro após sete anos afastado do palco.

A peça em breve virará filme, como contou nesta Entrevista de Quinta ao Atores & Bastidores do R7, na qual ainda falou como acha que as feministas irão reagir à obra.

Leia com toda a calma do mundo:

foto mulher02 Entrevista de Quinta – “As feministas ainda existem?”, diz ator de A Vida Sexual da Mulher Feia

No espetáculo, o ator Otávio Muller interpreta Maricleide, uma mulher feia - Foto: Divulgação

Miguel Arcanjo Prado – Como é fazer 30 anos de carreira?
Otávio Müller – Estou ficando velho, né? Eu até fiquei com medo de falar isso. Mas fazer o quê? Estou com 48 anos. Na minha primeira novela, Vale Tudo, ainda era adolescente.

Por que um monólogo agora?
Com relação a monólogo é isso aí. Não era realmente um desejo que eu alimentasse há um tempão. A coisa que eu mais gosto é de contar as histórias. Eu achei interessante o formato do monólogo. Acho que cada projeto, cada ideia, principalmente depois que parte de mim, tem uma cara. Eu gosto de ser uma pessoa que passeia por tudo quanto é área. Às vezes tem mais cara de teatro, às vezes de cinema, de televisão. A única coisa que eu não tenho projeto é de um documentário, mas adoraria.

A peça vai virar filme?
Este projeto eu inventei. Tem um desdobramento para o cinema, sou dono dos direitos. E a produção já está em andamento. É o Maurício Farias, que dirige Tapas e Beijos, quem vai dirigir no cinema também. Devemos rodar ainda neste ano.

É verdade que você chegou a pensar em fazer a peça em dupla?
Sim. Eu pensava em fazer junto com o Leandro Hassum, que é meu irmão gêmeo [risos]. Mas ele tinha outros projetos e não conseguiu. Então, resolvi encarar sozinho.

Como a história chegou a você?
Foi a Heloísa Périssé quem me apresentou o livro. Gostei muito e vi que rendia além da literatura.

O que as feministas vão achar desta peça?
As feministas ainda existem? Acho que para achar uma feminista tem de fazer uma busca arqueológica. Mas se elas ainda existem, deveriam ver o espetáculo. A peça não trata a mulher de forma desrespeitosa.

É mais fácil ser um homem feio do que uma mulher feia?
Não sei dizer, acho muito particular. Cada caso é um caso, essa coisa de feio é absolutamente relativa. Todos temos a chance de termos companheiros, de nos apaixonarmos.

Por que você ficou tanto tempo longe do teatro?
A última peça que fiz em São Paulo foi No Retrovisor, do Marcelo Rubens Paiva, na qual contracenava com o Marcelo Serrado no Centro Cultural São Paulo. Agora, ela vai virar filme também, com direção do Mauro Mendonça Filho, que vem para o projeto assim que Amor à Vida acabar. Acabei ficando longe porque tive filhas pequenas, ficava mais difícil.

Qual sua relação com São Paulo?
Sou completamente apaixonado por São Paulo. É uma cidade respeitosa com o teatro. A cidade cresce de um jeito muito bacana. A questão cultural é incrível aqui. Tem muitos grupos de teatro. Já morei aqui e fiz teatro milhões de vezes na cidade. Estou felicíssimo de estar aqui. Mesmo no calor, não é igual aquele calor do Rio. Ontem fez uma noite tão gostosa! Porque o mundo está maluco, estamos cozinhando aqui no Brasil e os Estados Unidos está congelando!

Você pretende ver a exposição sobre o Cazuza no Museu da Língua Portuguesa aqui em São Paulo, já que ele era seu primo?
Pois é, o Cazuza era meu primo e meu amigo. Ainda não fui ver, mas quero ir, sim. O Cazuza me viu sem querer na escola de teatro, a CAL (Casa de Artes Laranjeiras), porque ele era amigo de um professor meu e fez uma música para nossa peça. Ele e minha tia Lucinha [Araújo, mãe de Cazuza], me indicaram para o Gilberto Braga. E foi por causa dele que um ano depois de formado eu fui fazer minha primeira novela, Vale Tudo.

foto mulher06 Entrevista de Quinta – “As feministas ainda existem?”, diz ator de A Vida Sexual da Mulher Feia

"Para achar feminista tem de fazer busca arqueológica", diz Otávio Muller - Foto: Divulgação

A Vida Sexual da Mulher Feia
Quando: Sexta, 21h30; sábado, 20h e 22h; domingo, 19h30. 60 min. Até 2/3/2014
Onde: Teatro Folha (Shopping Higienópolis, 2º piso, av. Higienópolis, 618, São Paulo, tel. 0/xx/113823-2323)
Quanto: R$ 50 a R$ 70
Classificação etária: 14 anos

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por falta de ferro 25 anos depois, Bemvindo Sequeira volta a encenar Por Falta de Roupa Nova, Passei o Ferro na Velha

Novo elenco da montagem Por Falta de Roupa Nova Passei o Ferro na Velha - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A década de 1980 foi marcada, nos palcos brasileiros, pelo teatro que ficou conhecido como besteirol. O gênero revelou dramaturgos como Mauro Rasi, Miguel Falabella e Miguel Magno.

Um dos sucessos do estilo, apresentado em 1989, foi Por falta de Roupa Nova, Passeio o Ferro na Velha, de Abílio Fernandes, protagonizado pelo ator Bemvindo Sequeira, também colunista do R7.

bemvindo sequeira 25 anos depois, Bemvindo Sequeira volta a encenar Por Falta de Roupa Nova, Passei o Ferro na Velha

Bemvindo Sequeira volta ao mesmo personagem 25 anos depois - Foto: Divulgação

O ator volta ao mesmo personagem, o engraçado desempregado Tunico, na remontagem em cartaz no Rio. O ator classifica o retorno como "um desafio".

— Vinte e cinco anos depois eu não desgasto mais energia à toa como na juventude, mas estou melhor, muito melhor como ator e  como comediante. Amo esta comédia! O elenco está afinadíssimo, embora diferente do primeiro, e em nada fica a dever.

Ignácio Coqueiro, que também é diretor da Record, assina a direção da obra que ficará em cartaz no Teatro dos Grandes Atores até 30 de março.

O grande charme da montagem original era a participação da atriz Henriqueta Brieba.

Para a nova montagem, o texto ganhou atualizações, para ficar mais contemporâneo.

A comédia foca na vida de uma família falida, que vive do dinheiro da sogra, dona Marieta (Selma Lopes, única além de Bemvindo do elenco original). Os pais, Cacilda (Nica Bonfim, que volta aos palcos cariocas após 30 anos de ausência) e Tunico (Bemvindo Sequeira), querem armar o casamento milionário do filho, Zé Antônio (Ronan Horta), com a rica Márcia (Ana Carolina Rayon). Entretanto, o plano falha porque o rapaz esconde um segredo. Para completar o time, há a vizinha fofoqueira Filó (Yara Brazão).

Por falta de Roupa Nova, Passeio o Ferro na Velha
Quando: Quinta, sexta e sábado, 21h. Domingo, 20h30. 90 min. Até 30/3/2014
Onde: Teatro dos Grandes Atores - Shopping Barra Square (av. das Américas, 3555, Barra da Tijuca, Rio, tel. 0/xx/21 3325-1645)
Quanto: R$ 70 (quinta e sexta) e R$ 80 (sábado e domingo)
Classificação etária: 14 anos

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jorge doria gaiola das loucas Sem preconceito com o riso farto, Jorge Dória foi um dos grandes nomes de nossa comédia teatral

Jorge Dória (à esq.) com Carvalhinho em A Gaiola das Loucas, 1994, dirigida por Jorge Fernando - Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

O carioca Jorge Pires Ferreira, o nosso ator Jorge Dória, que morreu nesta quarta (6), aos 92 anos, vítima de complicações renais e cardiorrespiratórias, deixa um verdadeiro rombo no teatro brasileiro.

Ator de comédia de raro talento, ele soube como poucos cavar a gargalhada genuína e inteligente em suas plateias.

Se seu rosto se tornou conhecido e admirado nacionalmente por conta do alcance da televisão, mas sua carreira deu importantes passos no palco do teatro brasileiro, onde foi o preferido de diretores como Domingos de Oliveira e João Bethencourt.

Tudo começou em 1940, quando entrou para a Companhia Eva Todor, na qual permaneceu por uma década girando o país ao lado da grande estrela, como conta a Enciclopédia Itaú Cultural de Teatro.

Nos anos 1960, conseguiu a glória de ter um texto escrito por Vinícius de Moraes – em parceria com Pedro Bloch e Gláucio Gil – para interpretar no palco, Procura-se uma Rosa, cuja direção foi assumida por Léo Jusi.

Em 1973, outro marco: Dr. Fausto da Silva, de Paulo Pontes com direção de ninguém menos do que Flávio Rangel.

Peça polêmica em plena ditadura

A experiência farta lhe deu coragem para assumir nos anos 1970 a produção de suas peças, colocando na direção o parceiro João Bethencourt.

gaiola 1974 funarte 300x226 Sem preconceito com o riso farto, Jorge Dória foi um dos grandes nomes de nossa comédia teatral

Cena de A Gaiola das Loucas na montagem de 1974, com Jorge Dória ao centro: homossexualidade retratada no palco em plena ditadura militar - Foto: Acervo Funarte

Assim, vieram Plaza Suíte em 1971, Chicaco 1930, no ano seguinte, Freud Explica, Explica, em 1973, A Gaiola das Loucas, em 1974 - um marco por tratar do tema da homossexualidade em plenos anos de chumbo da ditadura - , Sodoma, o Último a Sair Apague a Luz, de 1978, e O Senhor É Quem, de 1980.

Nos anos 1980, se aproxima do diretor Domingos de Oliveira, com quem vai trabalhar em Amor Vagabundo (ou Eternamente Nunca) em 1982, em Escolas de Mulheres, de 1984 – que lhe rendeu o Prêmio Mambembe de melhor ator –, em A Morte do Caixeiro Viajante, de 1986, e em Os Prazeres da Vida, de 1987.

Dória também foi dirigido por Wolf Maya nos palcos em 1983, em Belas Figuras, peça de Ziraldo. José Renato também foi outro diretor com quem trabalhou em 1988 na peça A Presidenta.

Suas peças mais recentes foram O Senhor É Quem, com texto e direção de João Bethencourt, em 1993, a remontagem de A Gaiola das Loucas com direção de Jorge Fernando, estrondoso sucesso em 1994; e a derradeira, em 1999, O Avarento, de Molière, com direção de João Bethencourt. É curioso observar que esta também foi a última peça feita por Paulo Autran.

De forte carisma cênico, Jorge Dória ficou conhecido por fazer os espetáculos adequarem-se a ele, que tinha total domínio da plateia e uma veia cômica natural e inesquecível. Para despeito da crítica, no palco fazia o que bem lhe entendesse. Porque tinha certeza que do seu ofício quem mais sabia era ele próprio.

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fabio porchat 2 divulgação Fábio Porchat hipnotiza plateia com estreia de Fora do Normal, em São Paulo

Fábio Porchat estreia Fora do Normal em São Paulo (foto: divulgação)

Por Andrea Miramontes
Especial para o Atores & Bastidores*

Ele fala umas 15 mil palavras por segundo. Prende a respiração e vai. Inacreditavelmente, todo mundo entende. E ri demais.

O moço é mesmo engraçado. Stand up comedy, apresentação qual o humorista se despe de personagens e faz rir com histórias cotidianas, é um desafio grande para o artista. Ou ele prende a plateia de cara ou que trate de pegar o microfone e sair de mansinho.

Porchat se manteve lá, preencheu o palco, o teatro e provocou aplausos no meio da tagarelice. Da queda de cabelo da mulher à aventura com massagistas no Japão, tudo vira piada.

O comediante estreou a montagem Fora do Normal em São Paulo, depois de passar por cidades como Rio de Janeiro, Fortaleza, Belo Horizonte, Cuiabá, Recife, Natal, Manaus, entre outras.

Ele, que é um dos sócios, atores e roteiristas do sucesso Porta dos Fundos, também já marcou presença na TV. Foi roteirista de programas da Rede Globo, como Os Caras de Pau e Esquenta. Atualmente, está no ar em A Grande Família.

Fora do Normal pede que você relaxe e entre na piada. A risada é certa, momento ótimo para esquecer a correria do cotidiano. Ou melhor, para rir dela também.

*Andrea Miramontes é jornalista, editora e colunista do R7.

Fora do Normal
Quando: sextas e sábados às 21h e 23h; 60 min; até 30/11/2013
Onde: Teatro Frei Caneca (rua Frei Caneca, 569, 7º andar, tel. 0/xx/11/ 3472-2229/ 3472-2230)
Quanto: R$ 80
Classificação: 14 anos

Confira a programação completa do 6º Festival Paulista de Circo em Piracicaba!

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tania bondezan Peça ensina sexo a vida toda com mesma pessoa

Atriz Tania Bondezan dá dicas para uma vida sexual ativa e prazerosa com o parceiro fixo - Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Esta sexta (6) é Dia do Sexo. Se os solteiros adoram a data, os casados, sobretudo há muito tempo, podem fazer vista grossa para ela. Afinal, o casamento não costuma ser sinônimo de vida sexual desenfreada. Com os anos e os males do excesso de intimidade cotidiana, o sexo costuma rarear e esfriar, levando muitos casais a uma crise.

Pois a peça Como Ter Sexo a Vida Toda com a Mesma Pessoa toca justamente neste tema do qual muitos sentem os efeitos, mas poucos resolvem encará-lo de frente. E promete resolvê-lo de vez.

A atriz Tania Bondezan assume o monólogo de Mónica Salvador sob direção de Odilon Wagner, no qual interpreta uma sexóloga francesa formada na Universidade de Sorbonne.

Em uma divertida palestra, ela dá dicas e receitas infalíveis para que os casais possam manter a vida sexual saudável e ativa. Claro que tudo que ela diz tem fundamento científico comprovado por renomadas pesquisas, o que faz o humor da peça soar inteligente.

Como Ter Sexo a Vida Toda com a Mesma Pessoa
Quando: Sexta, 21h30; sábado, 20h; domingo, 18h. 70 min. Até 27/10/2013
Onde: Teatro Santo Agostinho (r. Apeninos, 118, Metrô Vergueiro, São Paulo, tel. 0/xx/11 3209-4858)
Quanto: R$ 50
Classificação etária: 16 anos

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anoitetodogatoepardo Anselmo Venansi Divulgação Namorado de Xuxa, Junno estreia peça em SP

Junno Andrade encabeça o elenco de comédia sobre oportunismo - Foto: Anselmo Vanansi/Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Junno Andrade, mais conhecido do grande público como o namorado que está fazendo Xuxa Meneghel feliz, vai antecipar as comemorações de seus 50 anos de vida no palco.

Ele faz aniversário em 11 de setembro próximo, mas a festa será um mês antes, em São Paulo.

O moço encabeça o elenco da peça À Noite Todo Gato É Pardo, escrita por Carlos Antônio Soares e dirigida por Ricardo Rizzo.

A estreia está marcada para 7 de agosto, no Teatro Shopping Frei Caneca, onde cumprirá temporada às quartas e quintas, às 21h, até 29 de agosto.

Xuxa já reservou a data em sua movimentada agenda.

No elenco da comédia, ainda estão Delisiée Marinho, Alessandra Venansi, Cacá Toledo, Guilherme Chellucci e Viviane Salles.

A peça fala, com muito bom humor, de oportunismo e relacionamentos de fachada.

À Noite Todo Gato É Pardo
Quando: Quarta e quinta, 21h. 85 min. Estreia em 7/8/2013. Até 29/8/2013
Onde: Teatro Shopping Frei Caneca (rua Frei Caneca, 569, 7º andar, tel. 0/xx/11 3472-2229)
Quanto: R$ 70
Classificação etária: 14 anos

Veja dicas da Agenda Cultural no vídeo abaixo:

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saidebaixo Sem Edileuza e Ribamar, Sai de Baixo volta desfalcado ao Teatro Procópio Ferreira, em SP

Agora somos apenas cinco: integrantes da velha montagem que permaneceram em Sai de Baixo - Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

O largo do Arouche já não é mais o mesmo. A volta do humorístico Sai de Baixo, que foi sucesso por seis anos na Globo e nos palcos, está marcada para a noite desta terça-feira (4), no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo.

Serão gravados quatro episódios inéditos para o canal pago Viva.

Mas a volta da atração do humor que marcou época na segunda metade da década de 1990 começa com duas baixas consideráveis na área de serviço. O retorno não tem Ribamar, o lendário porteiro vivido por Tom Cavalcante, e a empregada Edileuza, que consagrou o talento de Claudia Jimenez. Tom foi vetado pela Globo; já Claudia não quis participar.

O elenco que topou fazer a empreitada 11 anos após o fim da atração deu entrevista coletiva nesta segunda (3), na Globosat de São Paulo (leia reportagem da jornalista Elba Kriss, que esteve no evento).

Os quatro novos episódios serão exibidos pelo Viva, às terças-feiras, a partir de 11 de junho. Sobraram Miguel Falabella, Marisa Orth, Luis Gustavo, Aracy Balabanian e Marcia Cabrita, que voltarão a dar vida aos respectivos personagens, Caco Antibes, Magda, Vavá, Cassandra e Neide Aparecida.

Os roteiristas dos novos episódios, Artur Xexéo e Miguel Falabella, criaram justificativas para os personagens nos últimos anos. Caco, por exemplo, estava preso na Dinamarca. Já Magda, por ser burra, estava perdida no aeroporto de Guarulhos todo este tempo.

A direção será assinada por Dennis Carvalho. E um último detalhe curioso: para os novos quatro episódios foi contratada praticamente a mesma equipe técnica que trabalhou na montagem entre 1996 e 2002. Gente acostumada com os egos em riste que marcaram os bastidores de um dos mais importantes programas de humor da TV brasileira, que nada mais era do que uma ótima comédia teatral.

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BiografiaNãoAutorizada TiagoRobert e MarcosOliveira foto de FranciscoJúnior 6 Ator decadente resolve contar podres da TV na comédia <i>Biografia Não Autorizada</i> em SP

Marcos Oliveira e Tiago Robert protagonizam peça Biografia Não Autorizada, de Daniel Torrieri Baldi e Maristela Bueno, em SP - Foto: Francisco Júnior

Por Miguel Arcanjo Prado

A profissão de ator costuma ser recheada de altos e baixos. Um dia a mesma estrela de tempos de outrora pode se tornar um artista desconhecido do novo público, sobretudo em um país sem memória como é o Brasil.

O espetáculo Biografia Não Autorizada propõe exatamente esta discussão, claro que calcado em muito humor. A peça estreia em São Paulo nesta sexta-feira (1º), no Teatro MuBE Nova Cultural.

Marcos Oliveira, o Beiçola de A Grande Família (Globo), vive este ator, Modesto Valadares, que vive em um pequenino apartamento, onde estão entulhados os restos de seu passado glorioso. O personagem desconta no álcool suas frustrações profissionais.

O ator revela que seu personagem é uma representação de casos muito comuns em nosso País.

— Muitos atores passam pelo auge e depois chegam ao fundo do poço. A peça questiona essa instabilidade. É muito fácil você ter reconhecimento e depois não ter mais; é nesse momento que a gente começa a lidar com os nossos sonhos e pesadelos.

Para vingar seu ostracismo, resolve contar todos os podres da TV em um livro biográfico. Mas, vai sofrer um embate com sua consciência, interpretada por Tiago Robert, ator que foi destaque do musical Garota Glamour, de Wolf Maya.

O texto foi escrito a quatro mãos, em uma parceria dos dramaturgos Daniel Torrieri Baldi e Maristela Bueno. A direção é de Jair Assumpção. Para ele, “a peça representa o tragicômico da vida do ponto de vista de um ator que teve os holofotes da televisão ao seu favor e, na velhice, se vê relegado ao terceiro plano”.

— Este texto revela o saber irônico da comédia da vida com sua dor física, moral e emocional. O público vai se identificar com a humanidade da personagem que traz a comédia nas memórias absurdas e a visão cômica do real.

Os figurinos são assinados por Paula Sabbatini. Já o desenho de luz é de Salsicha. Mônica Nassif fez a direção de arte; Fábio Sá, a sonoplastia, e Nara Marques, a assistência de direção.

Biografia Não Autorizada
Quando: Sexta, 21h30; sábado, 21h; domingo, 19h. 70 min. Estreia em 1º/3/2013. Até 5/5/2012.
Onde: Teatro MuBE Nova Cultural (rua Alemanha, 221, Jardim Europa, São Paulo, tel. 0/xx/11 4301-7521)
Quanto: R$ 40 ( sessões beneficentes nos dias 2 e 3/3 (sábado e domingo) e dias 7 e 14/3 (sessões extras, quintas-feiras, 21h) o ingresso será trocado por 1 kg de alimento não perecível)
Classificação etária: Livre

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comotersexo roberto wagner Peça ensina sexo com mesma pessoa sempre

Tania Bondezan faz divertida palestrante sobre sexo - Foto: Roberto Wagner

Por Miguel Arcanjo Prado

Tania Bondezan está de volta com seu divertido espetáculo Como Ter Sexo a Vida Toda com a Mesma Pessoa.

O texto de Monica Salvador é dirigido por Odilon Wagner.

A curta temporada no MuBE Nova Cultural, em São Paulo, vai até 24 de fevereiro. 

O texto é sucesso na Argentina, onde está em cartaz há mais de quatro anos.

No enredo, Tania interpreta uma divertida palestrante que ensina a difícil arte de conviver.

Segundo o diretor, Odilon Wagner, “o texto provoca a gargalhada do público de todas as idades, sem necessidade de golpes baixos”.

A atriz também defende sua personagem: "A Dra. Annetta Poché, consegue transformar situações reais em momentos absolutamente hilariantes”.

Como Ter Sexo a Vida Toda com a Mesma Pessoa
Quando: Sexta, 21h30; sábado, às 21h; e domingo, às 19h. 70 min. Até 24/2/2013
Onde: MuBE Nova Cultural (rua Alemanha, 221, Jardins, São Paulo, tel. 0/xx/11 4301-7521)
Quanto: R$ 60
Classificação etária: 16 anos

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