Posts com a tag "comédia"

miguel arcanjo prado jair aguiar Vídeo: Musical Bar DHotel faz homenagem à era de ouro da noite de SP; veja entrevista com Jair Aguiar

Miguel Arcanjo Prado entrevista o diretor Jair Aguiar no R7: peça Bar D'Hotel - Foto: Reprodução

Jair Aguiar, diretor responsável pela direção do espetáculo Bar D'Hotel, em cartaz em São Paulo, conversou com o editor de Cultura do Portal R7, Miguel Arcanjo Prado para falar sobre a peça, encenada no hotel Cambridge, que relembra músicas das década de 50 e os tempos áureos do centro de São Paulo. Tem peça sábado, 21h; domingo, 19h, com entrada a R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia-entrada. Veja o vídeo:

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me segura senao eu pulo Vídeo: Atriz Priscila Sol fala sobre fazer três personagens na comédia Me Segura, Senão Eu Pulo!

Miguel Arcanjo Prado conversa com Priscila Sol, de Me Segura, Senão Eu Pulo! - Foto: Reprodução

A atriz Priscila Sol, que fez novelas como Viver a Vida e Lado a Lado, na Globo, além do seriado A Segunda Vez, no Multishow, esteve no estúdio do R7 para conversar com o colunista Miguel Arcanjo Prado. Ela falou de seu novo projeto no teatro, a comédia Me Segura Senão eu Pulo, em cartaz no Teatro Jaraguá (r. Martins Fontes, 71), em São Paulo. A obra tem sessão até 28 de setembro de 2014, sempre sexta, 21h30, sábado, 21h, e domingo, 19h. Além de Priscila Sol, a obra dirigida por Hugo Coelho e escrita por Luiz Carlos Cardoso tem no elenco Marcio de Luca, Regina Maria Remencius, Edu Guimarães, Ricardo Ripa e Daniel Costa. O enredo faz uma sátira do mundo corporativo. Veja o vídeo:

 

me segura1 Vídeo: Atriz Priscila Sol fala sobre fazer três personagens na comédia Me Segura, Senão Eu Pulo!

Marcio de Luca e Priscila Sol em cena da peça Me Segura, Senão Eu Pulo! - Foto: Heloisa Bortz

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a fofoca mora ao lado Vizinha fofoqueira mete nariz na vida dos outros

Ator Paulo Moraes vive vizinha futriqueira em comédia em São Paulo - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Quem nunca teve aquele vizinha intrometida, que adora meter o bedelho na vida alheia?

Pois é uma figura assim que protagoniza a peça A Fofoca Mora ao Lado.

Na comédia, o ator Paulo Moraes vive uma senhora que tem a língua solta e dá conta da vida de todo mundo.

É claro que ela mata o público de rir, contando suas histórias, sempre atenta a tudo e a todos.

A obra tem direção de Evelyn Erika ao lado de Paulo Moraes.

A Fofoca Mora ao Lado
Quando: sábado, 20h. 60 min. Até 30/8/2014
Onde: Espaço Cult - Teatro Sest Senat (av. Cândido Portinari, 1.100,  Vila Jaraguá, zona oeste, São Paulo, tel. 0/xx/11 3623-1300)
Quanto: R$ 20
Classificação etária: 16 anos

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comi uma galinha Ladrão rouba deputado e questiona o Brasil

Carlos Nunes em cena do espetáculo: questionamento sobre maracutaias - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Conhecido na cena teatral belo-horizontina por suas comédias debochadas, o ator e humorista mineiro Carlos Nunes está em cartaz em São Paulo com uma peça que ri e questiona o mundo político brasileiro, repleto de corrupção.

Em Comi uma Galinha e Tô Pagando o Pato, ele interpreta um presidiário que cumpre pena por ter roubado a galinha de estimação da filha de um deputado. O objetivo era alimentar sua família com fome.

O texto é assinado por Nunes e Nazir Malaheb, com direção de Fernando Couto.

Sentindo-se ultrajado pelo ocorrido, o político resolve fazer um projeto de Lei para tornar a galinha um animal sagrado no País, tal qual a vaca é na Índia.

Ao expor suas agruras na prisão, o protagonista da história cutuca a ferida de um País mergulhado nas maracutaias e gerido por gente de índole duvidosa.

Além de Carlos Nunes, também está em cena o ator André Maurício.

Você acha o Brasil um país de políticos corruptos?

  • Sim, aqui é a terra da maracutaia e os políticos só querem roubar!
  • Não, acho que os políticos são honestos e se importam com o povo.

Comi uma Galinha e Tô Pagando o Pato
Quando: Sexta e sábado, 21h; domingo, 19h. Até 29/6/2014
Onde: Teatro Bibi Ferreira (av. Brigadeiro Luis Antônio, 931, São Paulo, tel. 0/xx/11 3105-3129)
Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Classificação etária: 14 anos

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que papel miseravel1 Vista por 1 milhão de pessoas em 14 anos, comédia Que Papel Miserável faz temporada em São Paulo

Sucesso de Minas Gerais, Que Papel Miserável faz temporada em São Paulo no Bibi Ferreira - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Poucas produções nacionais podem se vangloriar de ter levado 1 milhão de pessoas ao teatro. Pois esta é a marca alcançada pela comédia Que Papel Miserável, em cartaz há 14 anos e que faz temporada no Teatro Bibi Ferreira, em São Paulo.

Em cena, a atriz mineira Loló Nevvés interpreta Milonga, uma dona de casa que descobre o fim de seu casamento por meio de uma estarrecedora carta do marido.

Após mais de 15 anos de convivência mútua, ela se sente sozinha e depressiva. Por isso, procura um psiquiatra. O profissional dá um conselho tiro e queda: que ela desabafe suas angústias, pondo tudo para fora.

Quem se diverte com tantas histórias é o público, que logo vira confidente de Milonga.

Loló Nevves já participou de programas de TV como Domingão do Faustão e Fantástico, além de ter atuado no filme Menino Maluquinho. Ela é uma das humoristas de maior repercussão na cena belo-horizontina.

Além de atuar, ela também assume a direção e a produção da peça.

Que Papel Miserável
Quando: Sábado, 22h45. 60 min. Até 26/7/2014
Onde: Teatro Bibi Ferreira (av. Brigadeiro Luís Antônio, 931, Bela Vista, São Paulo, tel. 0/xx/11 3105-3129)
Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Classificação etária: 16 anos

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omanual grupoobadeteatro foto Comédia inventa um manual para a vida boa

Peça O Manual faz temporada em maio no Teatro Escola Macunaíma - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Se a vida tivesse um manual de instruções tudo seria mais fácil. Pelo menos, saberíamos de cara como o mundo funciona, evitando os tropeços tão costumeiros. Mas, será isto possível? Este é o mote da peça O Manual, do Grupo Oba! de Teatro, que estreia em São Paulo no próximo dia 2 de maio, no Teatro Escola Macunaíma.

A comédia é dirigida por Lucas França, que contou com assistência de Letícia Junqueira. A obra participou da mostra Fringe, no último Festival de Teatro de Curitiba.

A previsão é que fique em cartaz na capital paulista até 25 de maio, sempre aos fins de semana. No elenco, estão Graziela Kannebley, Robson Guedes e Tally Mendonça.

No texto de Tally Mendonça, o próprio Deus desce à Terra para ajudar os homens com uma espécie de "manual da vida". Para tanto, contará com a ajuda de Pedro, um jovem desiludido, e de sua amiga, Luci.

Presente na cena desde 2011, o Grupo Oba! já participou de vários festivais. No repertório atual, além de O Manual, eles também têm a peça infantil Violeta, a Menina Leitora.

O Manual
Quando: Sextas e sábados, 21h. Domingos, 20h. 75 min. Entre 02 e 25/5/2014
Onde: Teatro Escola Macunaíma (r. Adolfo Gordo, 238, Campos Elíseos, metrô Santa Cecília, São Paulo, tel. 0/xx/11 3217-3400)
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Classificação etária: 12 anos

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218406 Entrevista de Quinta – “As feministas ainda existem?”, diz ator de A Vida Sexual da Mulher Feia

Otavio Muller chega a SP com seu monólogo sobre sexo de mulher feia - Foto: Alex Carvalho/Globo

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Otávio Muller nunca foi um galã. Seus personagens costumeiros, como Djalma do seriado Tapas & Beijos, jamais tiveram a beleza como foco.

Talvez, por isso mesmo, seja o ator ideal para fazer Maricleide, protagonista do monólogo A Vida Sexual da Mulher Feia, dirigido por ele mesmo.

Baseada no livro homônimo de Claudia Tajes, com texto adaptado por Julia Spadaccini, a obra estreia nesta sexta (10), no Teatro Folha, em São Paulo.

Com ela, celebra 30 anos de carreira e faz seu primeiro monólogo.

Mas nada de drama, muito pelo contrário; trata-se de uma comédia rasgada que marca seu retorno ao teatro após sete anos afastado do palco.

A peça em breve virará filme, como contou nesta Entrevista de Quinta ao Atores & Bastidores do R7, na qual ainda falou como acha que as feministas irão reagir à obra.

Leia com toda a calma do mundo:

foto mulher02 Entrevista de Quinta – “As feministas ainda existem?”, diz ator de A Vida Sexual da Mulher Feia

No espetáculo, o ator Otávio Muller interpreta Maricleide, uma mulher feia - Foto: Divulgação

Miguel Arcanjo Prado – Como é fazer 30 anos de carreira?
Otávio Müller – Estou ficando velho, né? Eu até fiquei com medo de falar isso. Mas fazer o quê? Estou com 48 anos. Na minha primeira novela, Vale Tudo, ainda era adolescente.

Por que um monólogo agora?
Com relação a monólogo é isso aí. Não era realmente um desejo que eu alimentasse há um tempão. A coisa que eu mais gosto é de contar as histórias. Eu achei interessante o formato do monólogo. Acho que cada projeto, cada ideia, principalmente depois que parte de mim, tem uma cara. Eu gosto de ser uma pessoa que passeia por tudo quanto é área. Às vezes tem mais cara de teatro, às vezes de cinema, de televisão. A única coisa que eu não tenho projeto é de um documentário, mas adoraria.

A peça vai virar filme?
Este projeto eu inventei. Tem um desdobramento para o cinema, sou dono dos direitos. E a produção já está em andamento. É o Maurício Farias, que dirige Tapas e Beijos, quem vai dirigir no cinema também. Devemos rodar ainda neste ano.

É verdade que você chegou a pensar em fazer a peça em dupla?
Sim. Eu pensava em fazer junto com o Leandro Hassum, que é meu irmão gêmeo [risos]. Mas ele tinha outros projetos e não conseguiu. Então, resolvi encarar sozinho.

Como a história chegou a você?
Foi a Heloísa Périssé quem me apresentou o livro. Gostei muito e vi que rendia além da literatura.

O que as feministas vão achar desta peça?
As feministas ainda existem? Acho que para achar uma feminista tem de fazer uma busca arqueológica. Mas se elas ainda existem, deveriam ver o espetáculo. A peça não trata a mulher de forma desrespeitosa.

É mais fácil ser um homem feio do que uma mulher feia?
Não sei dizer, acho muito particular. Cada caso é um caso, essa coisa de feio é absolutamente relativa. Todos temos a chance de termos companheiros, de nos apaixonarmos.

Por que você ficou tanto tempo longe do teatro?
A última peça que fiz em São Paulo foi No Retrovisor, do Marcelo Rubens Paiva, na qual contracenava com o Marcelo Serrado no Centro Cultural São Paulo. Agora, ela vai virar filme também, com direção do Mauro Mendonça Filho, que vem para o projeto assim que Amor à Vida acabar. Acabei ficando longe porque tive filhas pequenas, ficava mais difícil.

Qual sua relação com São Paulo?
Sou completamente apaixonado por São Paulo. É uma cidade respeitosa com o teatro. A cidade cresce de um jeito muito bacana. A questão cultural é incrível aqui. Tem muitos grupos de teatro. Já morei aqui e fiz teatro milhões de vezes na cidade. Estou felicíssimo de estar aqui. Mesmo no calor, não é igual aquele calor do Rio. Ontem fez uma noite tão gostosa! Porque o mundo está maluco, estamos cozinhando aqui no Brasil e os Estados Unidos está congelando!

Você pretende ver a exposição sobre o Cazuza no Museu da Língua Portuguesa aqui em São Paulo, já que ele era seu primo?
Pois é, o Cazuza era meu primo e meu amigo. Ainda não fui ver, mas quero ir, sim. O Cazuza me viu sem querer na escola de teatro, a CAL (Casa de Artes Laranjeiras), porque ele era amigo de um professor meu e fez uma música para nossa peça. Ele e minha tia Lucinha [Araújo, mãe de Cazuza], me indicaram para o Gilberto Braga. E foi por causa dele que um ano depois de formado eu fui fazer minha primeira novela, Vale Tudo.

foto mulher06 Entrevista de Quinta – “As feministas ainda existem?”, diz ator de A Vida Sexual da Mulher Feia

"Para achar feminista tem de fazer busca arqueológica", diz Otávio Muller - Foto: Divulgação

A Vida Sexual da Mulher Feia
Quando: Sexta, 21h30; sábado, 20h e 22h; domingo, 19h30. 60 min. Até 2/3/2014
Onde: Teatro Folha (Shopping Higienópolis, 2º piso, av. Higienópolis, 618, São Paulo, tel. 0/xx/113823-2323)
Quanto: R$ 50 a R$ 70
Classificação etária: 14 anos

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por falta de ferro 25 anos depois, Bemvindo Sequeira volta a encenar Por Falta de Roupa Nova, Passei o Ferro na Velha

Novo elenco da montagem Por Falta de Roupa Nova Passei o Ferro na Velha - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A década de 1980 foi marcada, nos palcos brasileiros, pelo teatro que ficou conhecido como besteirol. O gênero revelou dramaturgos como Mauro Rasi, Miguel Falabella e Miguel Magno.

Um dos sucessos do estilo, apresentado em 1989, foi Por falta de Roupa Nova, Passeio o Ferro na Velha, de Abílio Fernandes, protagonizado pelo ator Bemvindo Sequeira, também colunista do R7.

bemvindo sequeira 25 anos depois, Bemvindo Sequeira volta a encenar Por Falta de Roupa Nova, Passei o Ferro na Velha

Bemvindo Sequeira volta ao mesmo personagem 25 anos depois - Foto: Divulgação

O ator volta ao mesmo personagem, o engraçado desempregado Tunico, na remontagem em cartaz no Rio. O ator classifica o retorno como "um desafio".

— Vinte e cinco anos depois eu não desgasto mais energia à toa como na juventude, mas estou melhor, muito melhor como ator e  como comediante. Amo esta comédia! O elenco está afinadíssimo, embora diferente do primeiro, e em nada fica a dever.

Ignácio Coqueiro, que também é diretor da Record, assina a direção da obra que ficará em cartaz no Teatro dos Grandes Atores até 30 de março.

O grande charme da montagem original era a participação da atriz Henriqueta Brieba.

Para a nova montagem, o texto ganhou atualizações, para ficar mais contemporâneo.

A comédia foca na vida de uma família falida, que vive do dinheiro da sogra, dona Marieta (Selma Lopes, única além de Bemvindo do elenco original). Os pais, Cacilda (Nica Bonfim, que volta aos palcos cariocas após 30 anos de ausência) e Tunico (Bemvindo Sequeira), querem armar o casamento milionário do filho, Zé Antônio (Ronan Horta), com a rica Márcia (Ana Carolina Rayon). Entretanto, o plano falha porque o rapaz esconde um segredo. Para completar o time, há a vizinha fofoqueira Filó (Yara Brazão).

Por falta de Roupa Nova, Passeio o Ferro na Velha
Quando: Quinta, sexta e sábado, 21h. Domingo, 20h30. 90 min. Até 30/3/2014
Onde: Teatro dos Grandes Atores - Shopping Barra Square (av. das Américas, 3555, Barra da Tijuca, Rio, tel. 0/xx/21 3325-1645)
Quanto: R$ 70 (quinta e sexta) e R$ 80 (sábado e domingo)
Classificação etária: 14 anos

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jorge doria gaiola das loucas Sem preconceito com o riso farto, Jorge Dória foi um dos grandes nomes de nossa comédia teatral

Jorge Dória (à esq.) com Carvalhinho em A Gaiola das Loucas, 1994, dirigida por Jorge Fernando - Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

O carioca Jorge Pires Ferreira, o nosso ator Jorge Dória, que morreu nesta quarta (6), aos 92 anos, vítima de complicações renais e cardiorrespiratórias, deixa um verdadeiro rombo no teatro brasileiro.

Ator de comédia de raro talento, ele soube como poucos cavar a gargalhada genuína e inteligente em suas plateias.

Se seu rosto se tornou conhecido e admirado nacionalmente por conta do alcance da televisão, mas sua carreira deu importantes passos no palco do teatro brasileiro, onde foi o preferido de diretores como Domingos de Oliveira e João Bethencourt.

Tudo começou em 1940, quando entrou para a Companhia Eva Todor, na qual permaneceu por uma década girando o país ao lado da grande estrela, como conta a Enciclopédia Itaú Cultural de Teatro.

Nos anos 1960, conseguiu a glória de ter um texto escrito por Vinícius de Moraes – em parceria com Pedro Bloch e Gláucio Gil – para interpretar no palco, Procura-se uma Rosa, cuja direção foi assumida por Léo Jusi.

Em 1973, outro marco: Dr. Fausto da Silva, de Paulo Pontes com direção de ninguém menos do que Flávio Rangel.

Peça polêmica em plena ditadura

A experiência farta lhe deu coragem para assumir nos anos 1970 a produção de suas peças, colocando na direção o parceiro João Bethencourt.

gaiola 1974 funarte 300x226 Sem preconceito com o riso farto, Jorge Dória foi um dos grandes nomes de nossa comédia teatral

Cena de A Gaiola das Loucas na montagem de 1974, com Jorge Dória ao centro: homossexualidade retratada no palco em plena ditadura militar - Foto: Acervo Funarte

Assim, vieram Plaza Suíte em 1971, Chicaco 1930, no ano seguinte, Freud Explica, Explica, em 1973, A Gaiola das Loucas, em 1974 - um marco por tratar do tema da homossexualidade em plenos anos de chumbo da ditadura - , Sodoma, o Último a Sair Apague a Luz, de 1978, e O Senhor É Quem, de 1980.

Nos anos 1980, se aproxima do diretor Domingos de Oliveira, com quem vai trabalhar em Amor Vagabundo (ou Eternamente Nunca) em 1982, em Escolas de Mulheres, de 1984 – que lhe rendeu o Prêmio Mambembe de melhor ator –, em A Morte do Caixeiro Viajante, de 1986, e em Os Prazeres da Vida, de 1987.

Dória também foi dirigido por Wolf Maya nos palcos em 1983, em Belas Figuras, peça de Ziraldo. José Renato também foi outro diretor com quem trabalhou em 1988 na peça A Presidenta.

Suas peças mais recentes foram O Senhor É Quem, com texto e direção de João Bethencourt, em 1993, a remontagem de A Gaiola das Loucas com direção de Jorge Fernando, estrondoso sucesso em 1994; e a derradeira, em 1999, O Avarento, de Molière, com direção de João Bethencourt. É curioso observar que esta também foi a última peça feita por Paulo Autran.

De forte carisma cênico, Jorge Dória ficou conhecido por fazer os espetáculos adequarem-se a ele, que tinha total domínio da plateia e uma veia cômica natural e inesquecível. Para despeito da crítica, no palco fazia o que bem lhe entendesse. Porque tinha certeza que do seu ofício quem mais sabia era ele próprio.

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fabio porchat 2 divulgação Fábio Porchat hipnotiza plateia com estreia de Fora do Normal, em São Paulo

Fábio Porchat estreia Fora do Normal em São Paulo (foto: divulgação)

Por Andrea Miramontes
Especial para o Atores & Bastidores*

Ele fala umas 15 mil palavras por segundo. Prende a respiração e vai. Inacreditavelmente, todo mundo entende. E ri demais.

O moço é mesmo engraçado. Stand up comedy, apresentação qual o humorista se despe de personagens e faz rir com histórias cotidianas, é um desafio grande para o artista. Ou ele prende a plateia de cara ou que trate de pegar o microfone e sair de mansinho.

Porchat se manteve lá, preencheu o palco, o teatro e provocou aplausos no meio da tagarelice. Da queda de cabelo da mulher à aventura com massagistas no Japão, tudo vira piada.

O comediante estreou a montagem Fora do Normal em São Paulo, depois de passar por cidades como Rio de Janeiro, Fortaleza, Belo Horizonte, Cuiabá, Recife, Natal, Manaus, entre outras.

Ele, que é um dos sócios, atores e roteiristas do sucesso Porta dos Fundos, também já marcou presença na TV. Foi roteirista de programas da Rede Globo, como Os Caras de Pau e Esquenta. Atualmente, está no ar em A Grande Família.

Fora do Normal pede que você relaxe e entre na piada. A risada é certa, momento ótimo para esquecer a correria do cotidiano. Ou melhor, para rir dela também.

*Andrea Miramontes é jornalista, editora e colunista do R7.

Fora do Normal
Quando: sextas e sábados às 21h e 23h; 60 min; até 30/11/2013
Onde: Teatro Frei Caneca (rua Frei Caneca, 569, 7º andar, tel. 0/xx/11/ 3472-2229/ 3472-2230)
Quanto: R$ 80
Classificação: 14 anos

Confira a programação completa do 6º Festival Paulista de Circo em Piracicaba!

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