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Foto de BOB SOUSA

pedro pires cia do feijao bob sousa 2014 O Retrato do Bob: Pedro Pires, de olho no Brasil
Fundador da Cia. do Feijão em 1998, o diretor Pedro Pires gosta de trabalhar em conjunto, como comprova o espetáculo Armadilhas Brasileiras, atualmente no cartaz. Apesar do diploma da Escola Internacional de Teatro Jacques Lecoq, de Paris, na França, ele sempre mergulha em temas nacionais. Na sede da trupe, na histórica rua Teodoro Baima, onde também fica o Teatro de Arena, ele e sua turma investigam a fundo nossa realidade. Lugar melhor não haveria de existir, pois foi ali, naquela mesma rua, que na década de 1960, o teatro passou a olhar para a nossa gente, revolucionando tudo. Atento ao fazer teatral de seu tempo, é um verdadeiro especialista em políticas públicas para as artes cênicas. Mas também é amante de nossa literatura. Já colocou no palco nomes como Mário de Andrade, Clarice Lispector e Machado de Assis. Sensível, colocou as agruras da metrópole paulistana em cena. Mas não ficou só nisso, porque Pedro Pires sempre está de olho no Brasil.

Armadilhas Brasileiras
Quando: segunda e domingo, 20h; sábado 21h. 120 min. Até 17/3/2014
Onde: Teatro da Cia. do Feijão (r. Teodoro Baima, 68, República, São Paulo, tel. 0/xx/11 3259-9086)
Quanto: grátis
Classificação etária: 14 anos

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Foto de Bob Sousa
Por Miguel Arcanjo Prado

georgette fadel foto bob sousa 2013 O Retrato do Bob: Georgette Faddel, artista do povo
No auge dos 40 anos, a artista de Laranjal Paulista Georgette Faddel é um dos nomes mais ativos do teatro brasileiro. Formada pela Escola de Arte Dramática da USP (Universidade de São Paulo), nem ela mesma sabe como dá conta de tanta coisa. Talvez seja por isso que todos a respeitam. Porque Georgette não brinca em serviço, por mais que tudo pareça uma grande diversão diante de seu talento. No momento, dirige O Duelo, peça da mundana companhia com Camila Pitanga em cartaz no Centro Cultural São Paulo. Nesse meio tempo, esteve no mês passado na Alemanha com o diretor Felipe Hirsch apresentando a peça Puzzle, da qual é atriz e que estreia no próxima quinta (7) no Teatro Paulo Autran do Sesc Pinheiros. Para completar a festa, ainda se junta à sua turma da Cia. São Jorge de Variedades entre 22 de novembro e 21 dezembro de 2013 na volta do consagrado espetáculo Barafonda, que invade as ruas do bairro da Barra Funda, em São Paulo, sextas e sábados, a partir das 15h, com saída da praça Marechal Deodoro. No meio da agenda frenética, arranjou tempo para receber com aquele sorriso no rosto o Atores & Bastidores, na Casa Livre, em São Paulo, espécie de seu segundo lar. Posou com gosto para o nosso Bob Sousa. Taí, a nossa corintiana chamada Georgette Fadel. Porque esta artista é realmente do povo.

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Foto de Bob Sousa
Por Miguel Arcanjo Prado
andre latorre foto bob sousa 2013 O Retrato do Bob: André Latorre, o artista que acreditou no teatro universitário e viu o sucesso
O ator e diretor André Latorre não esquecerá o mês de julho de 2013. Foi quando dirigiu o musical universitário Cabaret, com alunos da Faculdade Paulista de Artes, no Teatro Ruth Escobar, onde posou para o nosso Bob Sousa. A produção, feita na raça com apenas R$ 3.000, conquistou público de deixar qualquer teatro profissional de queixo caído. Filas intermináveis se formaram, com espectadores disputando cada um dos 60 lugares disponíveis em cada sessão. Êxito fruto da obstinação dele e do elenco de 21 jovens atores, que formam a Cia. Instável de Teatro. São 12 anos de estrada e 29 espetáculos montados, dos quais 12 são musicais. André se viu surpreso e realizado. A vida artística começou em 1992, quando, garoto, integrou o elenco da peça Saló Salomé, do então incipiente grupo Os Satyros, em uma louca viagem à Europa. Ficou por lá um tempo, estudou no Centro Andaluz de Teatro, voltou ao Brasil, trabalhou com gente importante, como o saudoso Zé Renato, criador do Teatro de Arena. Viveu de tudo. E sabe que sucesso não acontece todo dia. Não há fórmula mágica. Ao fim da temporada de glória de Cabaret, lembrou, no palco, emocionado, que grandes companhias da história do teatro brasileiro nasceram do teatro universitário. Coisa que leva a sério e à qual dedica sua vida. Foi aplaudido de pé.

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danilo grangheia foto bob sousa 2013 O Retrato do Bob: Danilo Grangheia, a voz de uma geração
O paulistano Danilo Grangheia, ator e diretor do Folias d'Arte, é um dos principais nomes do teatro paulistano contemporâneo. Filho da Escola de Arte Dramática da USP, o moço ainda foi buscar aprendizado extra no Mary Ward Centre of London. Astuto, gosta de estar perto dos clássicos. Já encenou William Shakespeare, Tchekhov, Molière, Jodorowsky, Dias Gomes e Nelson Rodrigues. Também passou por mãos de mestres importantes de nosso palco, como Cassio Scapin, José Rubens Siqueira, Luciano Chirolli, Bete Dorgam, Rodolfo García Vázquez e Tiche Vianna. Inquieto, gosta ainda de estar do outro lado e assume a direção quando lhe dá na telha. Seguidamente, tem feito atuações marcantes, como em As Três Velhas, de Maria Alice Vergueiro, Oresteia - O Canto do Bode, de Marco Antonio Rodrigues, e O Livro de Itens do Paciente Estevão, de Felipe Hirsch. É conhecido pela voz grave que contrasta com a singeleza de seu modo de ser. Voz forte que representa uma geração.

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lee taylor foto bob sousa 2013 O Retrato do Bob: um artista chamado Lee Taylor
Lee Taylor é um dos artistas mais importantes de sua geração. Veio de Goiás para dominar os concorridos palcos paulistanos. Desde que colocou os pés na metrópole, mostrou a que veio. Ao lado do mestre Antunes Filho, fez história no teatro brasileiro no começo do século 21. Sua atuação em A Pedra do Reino, foi referendada por Ariano Suassuna. Aliás, gente para referendar Lee é o que não falta. Corajoso, deixou o conforto do CPT, onde era estrela, para assumir o desafio de criar e comandar o NAC, o Núcleo de Artes Cênicas do Centro da Cultura Judaica. É lá que o pupilo está se tornando o mestre.

Leia: "Antunes continua meu mestre", diz Lee Taylor

Lee Taylor dirige dança no NAC

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chris tricerri foto bob sousa 2013 O Retrato do Bob: Christiane Tricerri, a musa
Quem pensa que Christiane Tricerri é apenas a atriz que interpreta a personagem Vega na novela das 21h Amor à Vida está redondamente enganado. Como evidencia nosso Bob Sousa, ela é muito mais do que isso. É musa de um tempo do teatro brasileiro. Deu as caras nos palcos menina, aos 16 anos, em Equus, no histórico palco do Teatro Ruth Escobar. Em 1981, estreou profissionalmente, em Mal Secreto, de Roberto Lage. Mas foi no ano seguinte, que ela fez a crítica cair para trás em gozo ao vê-la em Bella Ciao, que lhe rendeu o APCA. Logo, arrebanhou legião de fãs que iam ao teatro sucumbir diante de sua beleza. Virou musa do cartunista Angeli. Fez história com o Teatro Ornintorrinco, no qual entrou em 1985. E virou mito do teatro brasileiro na companhia de nomes como Cacá Rosset, José Celso Martinez Corrêa, Maria Alice Vergueiro, Raul Cortez. Sempre sem pudores, sem amarras. Uma artista, simplesmente.

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alexandre reinecke foto bob sousa 2013 O Retrato do Bob: Alexandre Reinecke, o diretor que manda nas estrelas
Alexandre Reinecke não para. Já dirigiu mais de 30 espetáculos nos últimos 13 anos. É o queridinho das celebridades. Por sua batuta, já passaram nomes como Dan Stulbach, Adriane Galisteu, Lúcia Veríssimo, Reynaldo Gianecchini, Thiago Fragoso e Norival Rizzo. A comédia é seu grande filão. Costuma lotar as plateias. No momento, dirige a obra Uma Vida no Teatro, no Teatro Vivo, em São Paulo, com Francisco Cuoco e Ângelo Paes Leme no elenco. Está sempre cheio de novos projetos. E, em boa parte deles, sempre tem uma estrela no palco.

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helo cintra foto bob sousa 2013 O Retrato do Bob: O olhar de Heloisa Cintra
Heloisa Cintra vive mergulhada no teatro. É sua paixão, seu trabalho, sua vida, sua família. É atriz formada pelo Teatro Escola Célia Helena. Mas também é jornalista com diploma da PUC-SP. Assim, quando não está no palco, atua como assessora de imprensa para espetáculos teatrais da Arteplural, de Fernanda Teixeira. Helô, como os amigos a chamam, sempre está disposta. Com aquele sorriso no rosto. Está grávida de sete meses de seu segundo filho. Já é mãe do pequeno Gabriel, primeiro fruto de seu casamento com o músico Daniel Maia. Um pé na família, outro no palco. Sua peça mais recente foi O Amante, em 2012, quando foi dirigida por Francisco Medeiros. Passou pelas mãos de importantes mestres do teatro brasileiro, como Elias Andreato, Gabriel Viellela e Marcelo Lazzaratto. E também já esteve do outro lado, quando dirigiu a peça Meu Trabalho É Um Parto, em 2011. De vez em quando, flerta com o cinema e com a TV, sempre com brilho próprio. Porque em todas as frentes, como evidencia este retrato de nosso Bob Sousa, Heloisa Cintra sempre tem o seu olhar.

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tatiana belinky foto bob sousa O Retrato do Bob: A falta de Tatiana Belinky

A escritora Tatiana Belinkymorreu aos 94 anos no último sábado (15). Era russa de nascimento e brasileira de coração, desde que para cá se mudou com a família, vinda de São Petesburgo, quando tinha apenas dez anos de idade. Fluente em português, russo, alemão e letão, deixou mais de 250 livros. Traduziu importantes obras de seu país natal, como clássicos teatrais de Tchekhov. Seu corpo foi enterrado neste domingo (16), no Cemitério Israelita da Vila Mariana, em São Paulo. Tatiana, que posou para o nosso Bob Sousa entre os amados livros de sua estante, foi um dos principais nomes do teatro feito para crianças no Brasil. No dia da foto, bem humorada, disse: "Bob, sua câmera me faz cócegas". Começou adaptando e traduzindo textos em 1948, que eram produzidos por seu marido, Julio de Gouveia, na Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo. Com a chegada da TV, o casal levou suas produções para a TV Tupi, entre 1951 e 1964, onde também adaptou pela primeira vez para a televisão o Sítio do Pica-pau Amarelo, de Monteiro Lobato. A ministra da Cultura, Marta Suplicy, afirmou que Tatiana Belinky foi “joia rara, sensível e produtiva”.  Vai fazer uma falta enorme.

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ligia cortez bob sousa O Retrato do Bob: A sabedoria de Lígia Cortez
Lígia Cortez é grande atriz. Tem peso, propriedade e sabedoria. Tanto que escolheu a biblioteca da Escola Superior de Artes Célia Helena, que ela comanda em São Paulo, para ser retratada pelo nosso genial Bob Sousa. Se tem o respeito no ensino das artes cênicas, tem também o aplauso quando exerce o ofício no palco. Mostra, atualmente, domínio do fazer teatral na peça A Dama do Mar, na qual é a protagonista do texto de Ibsen adaptado por Susan Sontag sob direção de ninguém menos do que Bob Wilson. No Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, vive Elida Wangel, mulher perdida entre as possibilidades do mar e as raízes da terra... E raiz é o que não falta na trajetória de Ligia. Tem tradição. Filha de Célia Helena e Raul Cortez, dois monstros de nossa história teatral, segue o mesmo rumo de seus progenitores, que deixaram marcas indeléveis nos tablados do Brasil.

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