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Por Miguel Arcanjo Prado

Beth Goulart volta ao Rio de Janeiro com seu espetáculo solo Simplesmente Eu, Clarice Lispector (leia entrevista exclusiva com a atriz).

A estreia, para convidados, aconteceu nesta sexta (17), no Teatro Fashion Mall, no shopping Fashion Mall, em São Conrado, na zona sul carioca.

A união da família Goulart chamou a atenção dos presentes.

Paulo Goulart, que está em tratamento contra um câncer, fez questão de ir prestigiar a filha, acompanhado da mulher, Nicette Bruno.

A peça já foi vista por mais de 700 mil pessoas e caminha para bater o recorde de 1 milhão de espectadores.

Veja, algumas das imagens da noite de festa na família Goulart.

simplesmente eu poster daniel delmiro Paulo Goulart e Nicette Bruno aplaudem estreia da filha, Beth Goulart, no Rio de Janeiro

Família em festa no Teatro Fashion Mall: Acima e abaixo, Beth Goulart e Nicette Bruno paparicam Paulo Goulart; ao centro: Nicette, Paulo, Vanessa Goulartt (filha de Bárbara Bruno), Beth Goulart e seu filho, João Gabriel - Fotos: Daniel Delmiro/AgNews

Simplesmente Eu, Clarice Lispector
Avaliação: Ótimo
Quando: Sexta e sábado, 21h30; domingo, 20h. 60 min. Até 28/7/2013
Onde: Teatro Fashion Mall - Shopping Fashion Mall (estrada da Gávea, 899, São Conrado, Rio, tel. 0/xx/21 2422-9800)
Quanto: R$ 60 (sexta) e R$ 70 (sáb. e dom.)
Classificação etária: 12 anos
Avaliacao Otimo R7 Teatro PQ Paulo Goulart e Nicette Bruno aplaudem estreia da filha, Beth Goulart, no Rio de Janeiro

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joaquim lino 9 foto eduardo enomoto Joaquim Lino, o artista nômade

O inquieto artista Joaquim Lino, que gosta de andar pelo mundo - Foto: Eduardo Enomoto

Por Miguel Arcanjo Prado

Muso do Teatro R7, Joaquim Lino, de 32 anos, é paulista de Botucatu. Mas foi criado Brasil afora.

Terceiro dos quatro filhos de Beatriz e Fernando Lino, acompanhou os pais nas mudanças quase ciganas durante a vida. Morou em Ouro Fino, Uruaçu, Recife, Birigui e Chapadão do Céu.

joaquim lino 2 foto eduardo enomoto Joaquim Lino, o artista nômade

Após rodar Brasil com a família, Joaquim Lino morou na Inglaterra e na Argentina - Foto: Eduardo Enomoto

Com tanto perambular, ficou difícil criar raízes. “Nunca tive amigo de infância”, diz.

O sotaque acabou neutralizando diante da miscelânea de acentos que escutou. Mas também teve seu lado bom. Ficou “muito adaptativo”.

Aos 18 anos, depois de cursar ensino médio técnico em contabilidade, sentiu “necessidade de sair”. Criar sua própria história. Pegou um avião e foi trabalhar por um ano em uma ONG no interior da Inglaterra.

No dia a dia, ouvia dos colegas: “Joaquim, você tem de ser ator”. Ficou com aquilo na cabeça.

De lá, foi para a Dinamarca, onde ficou quatro meses antes de retornar ao Brasil meio que às pressas. “Teve o 11 de Setembro e meus pais me mandaram voltar. Ainda consegui ficar até dezembro”, lembra.

Quando voltou, pegou a família mudando-se para o interior de Goiás. Chegou à conclusão de que aquela vida nômade tinha dado para ele. “Vi que a minha história era outra”.

Fez a mala e foi morar com a tia Suzi Lino no bairro Alto da Lapa, em São Paulo. Resolveu investir naquilo que haviam lhe dito. Se matriculou em cursos de teatro, ficou sem grana, sofreu, sentiu saudades, chorou, mas ficou. “Esperava que as coisas fossem mais fáceis, que tudo estivesse pronto me esperando. Era inocente, claro. E vi que as coisas não eram assim. É o choque da vida”, afirma.

A primeira peça foi Evergreen, em 2004, na Casa das Caldeiras. Resolveu aprofundar o estudo artístico e entrou para a graduação em artes do corpo, na PUC-SP. “O curso é maravilhoso e me ajudou a compreender a arte como movimento, até por interligar a dança, o teatro e a performance”, conta.

Em 2007, fez o infantil Luna Clara e Apolo Onze, dirigido por Cris Lozzano. Tomou coragem e resolveu escrever e dirigir seu próprio projeto: Casa de Tijolos, um infantil que acabou ganhando o Proac e tinha Leo Moreira no elenco, ainda antes de virar dramaturgo de sucesso com a Cia. Hiato.

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Joaquim Lino está em ¡Salta!, peça do Coletivo Dodecafônico inspirada na obra da cineasta argentina Lucrécia Martel com direção de Verônica Veloso, que reestreia no Tusp em 8 de maio - Fotos: Eduardo Enomoto

Neste meio tempo, para ganhar grana, deu aulas de inglês em uma escola bilíngue. Em 2010, enveredou-se na dança, com a Cia Aberta de Dança, com o espetáculo Sapatos Cegos. E viu despertar em si o desejo de fazer cinema: “Escrevi e dirigi o curta A Criança, a Mulher e os Homens”.

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Sempre de projeto novo, Joaquim Lino dirigiu Cleyde Yáconis no cinema em um curta - Foto: Eduardo Enomoto

E o ímpeto nômade gritou outra vez nas veias e resolveu ir morar na Argentina, onde estudou roteiro em Buenos Aires. Enquanto fazia tantas coisas, teve de se despedir de uma pessoa muito amada, sua avó, Tereza Lino. “Ela foi uma referência feminina muito importante para mim”.

Logo após a perda, num impulso artístico-emocional, foi para a casa dela, no interior, mergulhou naquele mundo e naquelas roupas, e fez a performance Investigação Feminina e o Flerte com a Morte. “Eu tinha sonhos que invadiriam a casa e, quando terminamos, chegaram uns homens na casa, que seria vendida”.

E veio o segundo curta, Fala Comigo Agora, com a história de um quarentão que trabalha na noite vestido de mulher. O filme contou com elenco de peso: Cleyde Yáconis, Antônio Petrin, Cadú Favero e Marat Descartes. Em 2012, veio a surpresa com o convite para fazer a peça ¡Salta!, do Coletivo Teatro Dodecafônico, que volta no dia 8 de maio ao cartaz no Tusp. “Reencontrei a amiga Katia Lazarini e ela acabou fazendo a ponte”.

Diz que não ficou preocupado com a cena de nudez que fecha a montagem. “Fiquei tranquilo, mas tive de correr atrás do corpo [risos]”. “Ser o único homem da peça já traz automaticamente um destaque, porque a força masculina é diferente e tem outro peso. Saio da peça exausto”.

Assim que a nova temporada da peça acabar, vai para Goiás, onde fará com a família um curta experimental: O Homem Semeador. Depois, pretende viajar outra vez: “Quero ir para Nova York estudar roteiro”.

Pelo jeito, o desejo de mover-se pelo mundo está mesmo na veia de Joaquim Lino, o artista nômade.

joaquim lino 1 foto eduardo enomoto Joaquim Lino, o artista nômade

Além de atuar e dançar, Joaquim Lino também é roteirista e cineasta - Foto: Eduardo Enomoto

Veja, abaixo, imagens da carreira de Joaquim Lino:

joaquim lino poster carreira Joaquim Lino, o artista nômade

Uma carreira em quatro tempos: no alto: à esq., Joaquim Lino, em cena da peça ¡Salta! (Foto: Cacá Bernardes); à dir., Joaquim Lino na performance Investigação Feminina (Foto: Bernardo Baptista), que fez após perder sua avó; abaixo, à esq., Cleyde Yáconis em cena do curta Fala Comigo Agora, dirigido por Joaquim Lino; à dir., cena do curta A Criança, a Mulher e os Homens, também de Joaquim Lino (Foto: Ligiane Braga) - Arquivo Joaquim Lino

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festival de curitiba 1 erika zanatta Festival de Curitiba em 7 cliques de Erika Zanatta

Cena de teatro de rua no Festival de Curitiba 2013 - Foto: Erika Zanatta

Por Miguel Arcanjo Prado

O mês de abril chega ao fim. Ele foi marcado nos palcos pelo Festival de Curitiba, que reuniu mais 400 espetáculos na capital paranaense. O maior evento das artes cênicas do País deixou saudade em quem participou, seja no tablado ou na plateia. A fotógrafa paranaense Erika Zanatta acompanhou o evento com sua máquina sempre a postos e enviou para o blog sete imagens que marcaram o evento.

festival de curitiba erika zanatta Festival de Curitiba em 7 cliques de Erika Zanatta

Festival de Curitiba 2013 no olhar da fotógrafa Erika Zanatta

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nac31 Lee Taylor rebebe amigos e inaugura o NAC, Núcleo de Artes Cênicas do Centro da Cultura Judaica

O ator Lee Taylor (à esq.), no palco com Marcelo Szpektor, inaugura o NAC - Foto: Carol Mendonça

Por Miguel Arcanjo Prado

Grandes nomes do teatro brasileiro foram convocados pelo ator goiano Lee Taylor para a inauguração do NAC, o Núcleo de Artes Cênicas do Centro da Cultura Judaica, em São Paulo, na última segunda (15).

Antonio Fagundes e a namorada, a atriz Arieta Correa, estiveram na plateia.

Arieta é ex-colega de Lee Taylor no CPT, o Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho, no Sesc Consolação, em São Paulo, onde se formaram.

A inauguração do NAC comemorou os dez anos da sede própria do Centro da Cultura Judaica, instituição que vai completar 50 anos de existência.

Lee Taylor assume a coordenação artística e pedagógica do novo projeto. Para isso, deixou o CPT. Antunes Filho não foi à inauguração.

Ao lado do ator Marcelo Szpektor, Taylor leu o conto A Chave, do escritor judeu Isaac Bashevis Singer, que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1978.

O projeto prevê cursos semestrais gratuitos para formação de atores, sempre com uma montagem ao fim do período apresentada com entrada gratuita, sempre no Teatro da Centro da Cultura Judaica (r. Oscar Freire, 2500, Metrô Sumaré, São Paulo).

Conheça o site do NAC.

Com a leitura, o NAC lançou o projeto Mise en scène, experimentações cênicas de curta duração, com periodicidade mensal, sempre nos fins de semana, às 17h30. A programação é trocada a cada três meses.

Veja, abaixo, mais fotos da inauguração do NAC:

nac lee taylor Lee Taylor rebebe amigos e inaugura o NAC, Núcleo de Artes Cênicas do Centro da Cultura Judaica

Cenas da leitura que abriu o NAC - Núcleo de Artes Cênicas da Cultura Judaica, em São Paulo; Lee Taylor dividiu o palco com o amigo Marcelo Szpektor; Antonio Fagundes e a namorada, Arieta Correa, prestigiaram o evento - Fotos: Carol Mendonça

Mise en scène: A Chave
Quando: dias 27/4, 19/5 (Virada Cultural) e 22/6, às 17h30
Onde: NAC do Centro da Cultura Judaica (r. Oscar Freire, 2500, Metrô Sumaré, SP)
Quanto:
Grátis (ingressos distribuídos uma hora antes)
Classificação etária: Livre

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cleyde Morre Cleyde Yáconis aos 89 anos; veja fotos históricas da grande atriz brasileira

Cleyde Yáconis na última vez em que subiu em um palco: em julho de 2012 ela homenageou Nelson Rodrigues ao lado de Denise Fraga e Marco Antônio Braz no Auditório Ibirapuera, em SP - Foto: Francisco Cepeda/AgNews

Por Miguel Arcanjo Prado

Um dos maiores nomes do teatro brasileiro, Cleyde Yáconis morreu aos 89 anos, nesta segunda-feira (15), no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde estava internada desde outubro de 2012.

O velório acontece nesta terça-feira (16), na casa da atriz, no distrito de Jordanésia, em Cajamar, na Grande São Paulo.

O corpo será enterrado às 17h40, no Cemitério Municipal de Cajamar (r. Lázaro Dalcin, 301, Centro, Cajamar, SP). 

Apesar de ser irmã de uma grande atriz, Cacilda Becker, Cleyde Yáconis sempre teve brilho próprio, fosse na televisão ou nos palcos. Incansável, fez mais de 90 peças de teatro até o fim da vida.

O R7 acompanhou a última apresentação de Cleyde Yáconis em um palco, em julho de 2012. Após ler um texto de Nelson Rodrigues, ao lado de Denise Fraga e sob direção de Marco Antônio Braz, ela foi aplaudida de pé pelo Auditório Ibirapuera lotado.

Como fã confesso da atriz, o blog Atores & Bastidores do R7 não poderia deixar de homenageá-la com belas imagens que ilustram uma carreira de talento, inteligência, sensibilidade e humildade. Cleyde vai nos fazer muita falta.

cedoc funarte Morre Cleyde Yáconis aos 89 anos; veja fotos históricas da grande atriz brasileira

Cleyde Yáconis, no palco, em diversos momentos de sua vida: uma diva - Fotos: Cedoc/Funarte

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diario Baianos causam furor com amor gay em Curitiba

Inspirado em Jean Genet, o espetáculo baiano chamou a atenção dos curitibanos - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Por Miguel Arcanjo Prado
Enviado especial do R7 ao Festival de Curitiba
Fotos de Ernesto Vasconcelos/Clix

Os baianos da Ateliê Voador Companhia de Teatro, com sede em Salvador, causaram furor nos dois últimos dias do Festival de Teatro de Curitiba.

Em tempos de polêmica pelo deputado Marcos Feliciano ocupar a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, eles  apresentaram a peça O Diário de Genet. A obra tem base no dramaturgo francês Jean Genet, que colocou em primeiro plano as relações homossexuais, antes relegadas ao submundo.

O diretor Djalma Thürler não fez por menos e encheu a peça de cenas homoeróticas, protagonizadas pelos atores Duda Woyda e Rafael Medrado, que exibiram o corpo em excelente forma.

Veja as imagens do espetáculo:

o diario de genet ernesto vasconcellos Baianos causam furor com amor gay em Curitiba

O Diário de Genet encerrou mostra oficial do Festival de Curitiba - Fotos: Ernesto Vasconcelos/Clix

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Curitiba.

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Por Miguel Arcanjo Prado*
Enviado especial do R7 ao Festival de Curitiba
Fotos de Emi Hoshi/Clix

O Festival de Teatro de Curitiba é feito de gente. Nos 13 dias do evento que termina neste domingo (7), circularam pela capital paranaense artistas, profissionais da imprensa e, claro, muito público. Afinal, a plateia estimada do evento é de 220 mil pessoas.

O R7 saiu perambulando pelo festival, na companhia da fotógrafa Emi Hoshi e selecionou dez imagens que ilustram a grande festa do teatro brasileiro. Veja aí:

emi hoshi DSC 5499 Um olhar sobre o Festival de Teatro de Curitiba: dez imagens do maior evento das artes cênicas do País

Os atores moçambicanos Mauro Bernardo (de roxo), Pedro Paulo (de preto) e George Cabral (de verde) representaram a África no Festival de Curitiba com o Grupo Cultural da Universidade São Tomás de Moçambique, em Maputo; eles amam o Brasil e sonham em participar de alguma novela da Record - Foto: Emi Hoshi/Clix

emi hoshi DSC 5468 Um olhar sobre o Festival de Teatro de Curitiba: dez imagens do maior evento das artes cênicas do País

Os atores do grupo Ateliê Voador, de Salvador (BA), Rafael Medrado, Gustavo Oliveira e Duda Woyda, olham a repercussão do Festival de Curitiba no mural da sala de imprensa - Foto: Emi Hoshi/Clix

emi hoshi DSC 5480 Um olhar sobre o Festival de Teatro de Curitiba: dez imagens do maior evento das artes cênicas do País

A atriz Rebeka Lucio (de amarelo), do espetáculo O Prisioneiro, do Grupo K'os, de Fortaleza (CE), aproveita a tarde livre para conferir o espetáculo lambe-lambe Espia Só, da Cia. Andante, com os atores Laércio Amaral e Jô Fornara, de Itajái (SC) - Foto: Emi Hoshi/Clix

emi hoshi DSC 5492 Um olhar sobre o Festival de Teatro de Curitiba: dez imagens do maior evento das artes cênicas do País

Professoras e estudantes da Epheta, escola especializada no ensino de surdos, prestigiam os espetáculos de rua do Fringe no Memorial de Curitiba - Foto: Emi Hoshi/Clix

emi hoshi DSC 5603 Um olhar sobre o Festival de Teatro de Curitiba: dez imagens do maior evento das artes cênicas do País

A produtora de espetáculos de rua do Fringe pelo segundo ano Jessica Quadros posa com sua filha, a pequena Lara Quadros, de sete meses e a bebê mais fofa de Curitiba- Foto: Emi Hoshi/Clix

emi hoshi DSC 5618 Um olhar sobre o Festival de Teatro de Curitiba: dez imagens do maior evento das artes cênicas do País

Os atores Vagner Araújo (à dir.) e Douglas Pinheiro (de azul), do grupo Mascárate Teatro, de Embu Guaçu (SP) aproveitam a tarde para tomar uma cervejinha e pensar novos projetos em uma mesa do centro histórico curitibano após apresentar o espetáculo Quarto de Empregada - Foto: Emi Hoshi/Clix

emi hoshi DSC 5642 Um olhar sobre o Festival de Teatro de Curitiba: dez imagens do maior evento das artes cênicas do País

A estudante de arquitetura da UFPR Thaís Andressa da Silva, de 18 anos, chamou a atenção do público do largo da Ordem por sua beleza e virou musa do evento - Foto: Emi Hoshi/Clix

emi hoshi DSC 5669 Um olhar sobre o Festival de Teatro de Curitiba: dez imagens do maior evento das artes cênicas do País

Tem um ingresso aí? Debora Cristina dos Santos, Raquel Francielle, Marisa Thomazzi e Vanessa Ricetti, do Movimento dos Sem Ingressos, batem ponto na porta do Memorial de Curitiba - Foto: Emi Hoshi/Clix

erika zanatta IMG 0685 Um olhar sobre o Festival de Teatro de Curitiba: dez imagens do maior evento das artes cênicas do País

A turma da comunicação do festival a postos: a assessora Giovana Neiva (de vestido estampado) e os fotógrafos Daniel Sorrentino (de branco), Daniel Isolani (de cinza) e Ana Cris Willerding (de preto), na sala de imprensa do festival - Foto: Erika Zanatta

emi hoshi DSC 5676 Um olhar sobre o Festival de Teatro de Curitiba: dez imagens do maior evento das artes cênicas do País

O palhaço Deivison Souza dá adeus ao Festival de Curitiba com aquele sorriso - Foto: Emi Hoshi/Clix

 

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Curitiba.

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bilheteiro FOTOS Daniel Isolani Bilheteiro bonitão vira muso do Festival de Curitiba

Ator e bilheteiro, Erick Alessandro chama a atenção do público curitibano - Foto: Daniel Isolani/Clix

Por Miguel Arcanjo Prado*
Enviado especial do R7 ao Festival de Curitiba
Fotos de Daniel Isolani/Clix

Tem gente no Festival de Curitiba que não sai da bilheteria do TUC (Teatro Universitário de Curitiba). Mas o motivo não é apenas conseguir ingressos para a Mostra de Pequenos Conteúdos, que integra a programação do Fringe, a mostra paralela, com espetáculos de jovens companhias curitibanas.

bilheteiro daniel isolani1 Bilheteiro bonitão vira muso do Festival de Curitiba

Erick Alessandro Herculano tem 24 anos e é também ator - Foto: Daniel Isolani/Clix

A razão para tanto interesse é outra e se chama Erick Alessandro, o ator curitibano de 24 anos que também é bilheteiro no local.

Bonitão e dono de olhos azuis piscina, ele preenche os ingressos com toda a calma do mundo e sempre com muita gentileza.

Erick integra a Transitória Produções Artísticas, que organiza há cinco anos o Coletivo de Pequenos Conteúdos.

A reportagem do R7 apurou que o moço tem 60 quilos distribuídos em 1,74 de altura.

Além de trabalhar na bilheteria do TUC, também poderá ser visto no palco no festival. Fará o infantil Marcelo, Marmelo, Martelo, com texto de Ruth Rocha e que será apresentado no Museu Oscar Niemeyer no sábado (6), às 13h, e no domingo (7), às 12h. Fará Juca, o melhor amigo do protagonista.

Quem ficou morrendo de interesse por Erick leva agora um banho de água fria.

Ele contou para a reportagem que tem uma namorada, a advogada Fabianne Candeo. Portanto, não está disponível na praça.

Suspiros decepcionados ecoam pelo Festival de Curitiba.

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O muso Erick Alessandro fará um infantil no Festival de Curitiba - Foto: Daniel Isolani/Clix

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Curitiba.

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wendell duarte3 Wendell Duarte se despede de Aser de <i>José do Egito</i>: Fizemos história na teledramaturgia

Wendell Duarte foi um dos destaques da minissérie José do Egito, na Record - Foto: Alex Mendes

Por Miguel Arcanjo Prado

Destaque em José do Egito, o ator mineiro de Belo Horizonte Wendell Duarte já sente aquela tristeza de ter de se despedir de Aser, que ele interpretou na superprodução da Record.

O personagem foi seu primeiro de peso na TV.

— Fui muito bem recebido na Record por toda a equipe e fiz amigos que vou levar para a vida toda. Foi uma produção bem gostosa de se trabalhlar, com sentimento de equipe. Fizemos história na teledramaturgia.

A simpatia mineira de Wendell fez sucesso nos bastidores da minissérie. Afinal, sua entrada na produção foi fruto de muita batalha, desde que deixou a família humilde em Belo Horizonte rumo ao sonho de ser ator no Rio (leia a história dele aqui).

— Eu me considero um homem de sorte, porque pude trabalhar ao lado de grandes feras da televisão, que sempre me ajudaram.

Agora, é esperar para rever Wendell, que começou nos palcos de BH, em breve de volta à TV.

Abaixo, alguns momentos marcantes do ator na minissérie da Record:

poster wendell duarte Wendell Duarte se despede de Aser de <i>José do Egito</i>: Fizemos história na teledramaturgia

O ator mineiro Wendell Duarte foi destaque em José do Egito como Aser - Divulgação

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shell bob sousa beth nicette ieda timberg Saiba quem levou 25º Prêmio Shell de Teatro em SP

Noite de festa teatral e emoção em São Paulo: Nicette Bruno e a filha Beth Goulart apresentam os vencedores do Shell; Nathalia Timberg homenageia a camareira Ieda Ferreira - Fotos: Bob Sousa

Por Miguel Arcanjo Prado*
Fotos de Bob Sousa

O 25º Prêmio Shell de Teatro foi entregue nesta terça (12), em uma noite que reuniu alguns dos principais nomes dos palcos paulistanos, na Estação São Paulo, em Pinheiros, capital paulista.

A festa teve apresentação de Nicette Bruno e Beth Goulart, mãe e filha que fazem parte de uma das mais tradicionais famílias das artes cênicas brasileiras.

Saiba também como foi a entrega do Prêmio APCA!

Um dos momentos mais emocionantes da noite foi a homenagem à camareira Ieda Ferreira, por sua dedicação há décadas nos bastidores dos palcos.

O grande vencedor da noite foi o espetáculo L'Ilustre Molière, que levou três troféus.

Veja a lista completa dos vencedores:

Autor
Alexandre Dal Farra por Mateus, 10

Direção

Maria Thaís por Recusa

Ator

Guilherme Sant’Anna por L’illustre Molière        

Atriz

Lavínia Pannunzio por Um Verão Familiar

Cenário

Márcio Medina por Recusa

Figurino:

Zé Henrique de Paula por L'ilustre Molière

Iluminação

Guilherme Bonfanti por Bom Retiro 958 Metros

Música
Fernanda Maia por L’illustre Molière

Categoria Especial
Lume Teatro pelos 25 anos de trabalho permanente de pesquisa

Veja, abaixo, o registro do Prêmio Shell nas lentes do fotógrafo Bob Sousa:

 

fernanda maia ed moraes bob sousa Saiba quem levou 25º Prêmio Shell de Teatro em SP

Fernanda Maia levou melhor música por seu trabalho em L'Ilustre Molière; já o ator e produtor Ed Moraes representou a melhor atriz, Lavínia Pannunzio, do espetáculo Um Verão Familiar - Fotos: Bob Sousa

ilustre moliere bob sousa Saiba quem levou 25º Prêmio Shell de Teatro em SP

Turma da peça L'ilustre Molière, dirigido por Sandra Corveloni (de cinza), comemorou 3 prêmios - Foto: Bob Sousa

 

lume bob sousa Saiba quem levou 25º Prêmio Shell de Teatro em SP

A turma do Grupo Lume, de Campinas (SP), comemorou o prêmio na categoria especial por 25 anos de trabalho permanente de pesquisa teatral - Foto: Bob Sousa

 

guilherme bonfanti bob sousa1 Saiba quem levou 25º Prêmio Shell de Teatro em SP

Com a família: Guilherme Bonfanti celebra o prêmio de melhor iluminação - Foto: Bob Sousa

25shell bobsousa3 Saiba quem levou 25º Prêmio Shell de Teatro em SP

Jantar do Prêmio Shell reuniu personalidades do teatro em SP - Foto: Bob Sousa

 

 

shell bob sousa Saiba quem levou 25º Prêmio Shell de Teatro em SP

Os cinco jurados do Prêmio Shell: Marici Salomão e Noemi Marinho (as duas à esquerda) e Mario Bolognesi, Alexandre Mate e Carlos Colabone (os três à direita) - Foto: Bob Sousa

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