Posts com a tag "grátis"

Cazuza LeoAversa367 682x1024 Memorial tem sessão grátis de Cazuza nesta sexta

Emilio Dantas vive Cazuza na peça - Foto: Leo Aversa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Quem curte o cantor e compositor Cazuza, morto em 1990, tem programa gratuito para matar a saudade do grande poeta do rock brasileiro.

Sucesso nos palcos de todo o País, o musical Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz será apresentado de graça, no Memorial da América Latina, ao lado do metrô Barra Funda, em São Paulo, nesta sexta (26), às 21h.

Veja, abaixo, fotos do espetáculo dirigido por João Fonseca e protagonizado por Emílio Dantas, na pele do filho de João e Lucinha Araújo.

Leia também a crítica!

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Cazuza do espetáculo com a turma do Barão Vermelho: puro anos 80 - Foto: Leo Aversa

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Puro rock no palco do musical Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz - Foto: Divulgação

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Segredos de liquidificador: Susana Ribeiro é Lucinha e faz os melhores embates com o Cazuza de Emilio Dantas - Foto: Divulgação

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cazuza musical Musical Cazuza tem sessão grátis nos 25 anos de sua morte

Emilio Dantas vive Cazuza no musical: nome aprovado pelos pais do roqueiro - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Parace que foi ontem. Mas, não. No próximo dia 7 de julho, completam-se 25 anos da morte de Cazuza.

Para lembrar Agenor de Miranda Araújo Neto, o grande poeta de nosso rock nacional, o musical Cazuza, Pro Dia Nascer Feliz será apresentado de graça ao ar livre no Memorial da América Latina, ao lado do metrô da Barra Funda, em São Paulo.

A sessão está marcada para as 20h do dia 26 de junho, uma sexta-feira.

A montagem, dirigida por João Falcão, tem o talento do ator Emílio Dantas, em excelente trabalho como o roqueiro filho de João Fonseca e Lucinha Araújo.

A peça já foi vista por 200 mil pessoas em turnê por 13 cidades brasileiras. Em uma hora e meia, o repertório traz os principais hits do compositor carioca, como Pro Dia Nascer Feliz, Ideologia, Exagerado, Codinome Beija-Flor e Faz Parte do Meu Show, entre outras.

A dramaturgia é de Aloisio de Abreu, a partir de entrevistas com pessoas que conviveram com Cazuza e do livro-biografia Só as Mães São Felizes, que Lucinha Araújo escreveu sobre o filho, que morreu com apenas 32 anos, vítima de complicações da Aids.

cazuza flavio colker Musical Cazuza tem sessão grátis nos 25 anos de sua morte

Cazuza: nem parece, mas a morte do grande compositor carioca já completa 25 anos - Foto: Flávio Colker

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gonzagao emi hoshi DSC 4659 Gonzagão encontra o povo na praça e de graça

Grátis no largo da Batata: Adrén Alves rouba a cena em Gonzagão - Foto: Emi Hoshi/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto EMI HOSHI

Em pleno clima das festas juninas, o público paulistano terá a oportunidade de assistir de graça e ao ar livre o musical que homenageia o cantor e compositor pernambucano Luiz Gonzaga (1912-1989), também conhecido como o Rei do Baião.

O espetáculo Gonzagão – A Lenda, dirigido por João Falcão, será apresentado neste sábado (13), às 20h, no largo da Batata, que fica em frente à estação Faria Lima do metrô de São Paulo.

Leia a crítica: Gonzagão envolve público

O musical, que dura 80 minutos e tem 40 canções, já foi visto por cerca de 150 mil pessoas em turnê por todo o País. As apresentações gratuitas têm patrocínio da marca Rede.

O ator Marcelo Mimoso vive Gonzagão. O elenco ainda tem, entre outros, Larissa Luz e Adrén Alves, este último um dos grandes destaques no time de atores.

Com brasilidade de sobra, a encenação revelou o talento de Laila Garin, que depois viveu Elis Regina em Elis, a Musical e hoje está no elenco da novela Babilônia.

Em 2013, quando viu a obra no Festival de Teatro de Curitiba, o blog pareceu prever a sua apresentação em praça pública quando disse: "Apresentado no gigante Teatro Positivo, o espetáculo deu aquela sensação de que seria um êxito retumbante se fosse levado para as ruas. Porque é uma obra com exagero de Brasil, do jeito que nosso povo gosta".

 Gonzagão encontra o povo na praça e de graça

Cena de Gonzagão, a Lenda: grátis, sábado (8), 20h, no largo da Batata, em SP - Foto: Emi Hoshi/Clix

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CLAUDIA JUNQUEIRA SABIÁS DO SERTAO Musical grátis homenageia cultura caipira em SP

Musical Sabiás do Sertão terá sessões grátis em SP - Foto: Claudia Junqueira

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Mergulhado na crescente onda sonora do sertanejo universitário comercial, o Brasil, muitas vezes, tem dado as costas para os tradicionais nomes que impulsionaram a cultura musical caipira no interior do País.

Mas, felizmente, há resistência cultural. E nos palcos.

A peça Sabiás do Sertão, da Cia. Cênica, é ambientada justamente no mundo interiorano da viola caipira, cuja preservação foi porta-bandeira de nomes como Inezita Barroso (1925-2015).

A montagem terá duas sessões grátis no próximo fim de semana em São Paulo.

Vindo de São José do Rio Preto, no interior paulista, o grupo se apresenta no Centro Cultural da Juventude (av. Deputado Emílio Carlos, 3.641, Vila Nova Cachoeirinha).

A sessão de sábado (13) começa às 18h, no Mirante do CCJ. Já no domingo (14), às 17h, a peça é apresentada na Área de Convivência do CCJ, sempre livre para todos os públicos.

A encenação apresenta grandes ícones da música caipira, por meio da trajetória de Cascatinha & Inhana, primeira dupla sertaneja formada por marido e mulher e que difundiu a chamada cultura de raiz.

Referências circenses compõem o panorama estético do espetáculo. No repertório do musical genuinamente nacional estão toadas, guarânias, rasqueados, boleros, rancheiras e canções.

A peça já viajou boa parte do Brasil e foi eleita pelo público a melhor montagem nacional no FIT-BH (Festival Internacional de Teatro, Palco & Rua de Belo Horizonte) no ano passado.

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spescola bobsousa6 Inscrições para cursos grátis da SP Escola de Teatro vão até 7 de maio

O diretor da SP Escola de Teatro, Ivam Cabral, com aprendizes de atuação da escola, em 2012, na sede da praça Roosevelt, em São Paulo - Foto: Bob Sousa

Do R7

A SP Escola de Teatro está com inscrições abertas para seus oito cursos regulares e gratuitos até as 17h da próxima quinta (7). A instituição é ligada à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e já é uma das mais importantes na formação de artistas de teatro no Brasil.

Há 53 vagas distribuídas nos cursos de Atuação, Cenografia e Figurino, Direção, Dramaturgia, Humor, Iluminação, Sonoplastia e Técnicas de Palco. As aulas começam no segundo semestre e os cursos duram dois anos, com aulas de terça a sábado, no período matutino ou vespertino, dependendo da turma. São 1.920 horas em quatro módulos semestrais.

As inscrições só podem ser feitas pela internet. É preciso ter mais de 18 anos e ter completado o ensino médio. A taxa de inscrição é de R$ 51. Leia o edital e inscreva-se.

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spescola bobsousa6 SP Escola de Teatro abre 53 vagas gratuitas

O diretor da SP Escola de Teatro, Ivam Cabral, com aprendizes de atuação da escola, em 2012, na sede da praça Roosevelt, em São Paulo - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A SP Escola de Teatro está com inscrições abertas para seus oito cursos regulares e gratuitos. A instituição é ligada à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e já é uma das mais importantes na formação de artistas de teatro no Brasil.

Há 53 vagas distribuídas nos cursos de Atuação, Cenografia e Figurino, Direção, Dramaturgia, Humor, Iluminação, Sonoplastia e Técnicas de Palco. As aulas começam no segundo semestre e os cursos duram dois anos, com aulas de terça a sábado, no período matutino ou vespertino, dependendo da turma. São 1.920 horas em quatro módulos semestrais.

As inscrições só podem ser feitas pela internet até 17h de 7 de maio de 2015. É preciso ter mais de 18 anos e ter completado o ensino médio. A taxa de inscrição é de R$ 51. Leia o edital e inscreva-se.

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VoltaaoMundo3A Credito MarianaChama Mineiros embarcam em A Volta ao Mundo em 80 dias

Cena de A Volta ao Mundo em 80 dias: temporada grátis em BH - Foto: Mariana Chama

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Após impressionar os paulistanos e abocanhar um Prêmio APCA e e um Troféu Femsa, o espetáculo A Volta ao Mundo em 80 Dias faz temporada gratuita em Belo Horizonte.

A peça da Cia. Solas de Vento tem sessões marcadas para os dias 21 e 22 de março, às 16h30, no Galpão Cine Horto (r. Pitangui, 3613, Belo Horizonte).

A adaptação do clássico de Júlio Verne conta com dois atores, Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues, que dão vida a dez personagens em ritmo vertiginoso.

As crianças acompanham a viagem, que passa por Europa, Egito, Índia, China, Japão e Estados Unidos, entre outros destinos. A direção e o texto são de Carla Candiotto.

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agendinha Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 26/12/2014

Miguel Arcanjo Prado dá as melhores dicas culturais na Record News - Foto: Divulgação

O colunista Miguel Arcanjo Prado conta as últimas dicas culturais de 2014 e saiba onde passar o Réveillon com shows gratuitos em várias capitais do Brasil. Veja o vídeo da Agenda Cultural do Hora News, da Record News, desta sexta (26):

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IMG 9265 Grátis e pop, musical Hairspray discute preconceito

Liza Caetano vive a jovem Tracy no musical Hairspray: entrada grátis em SP- Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Baltimore, 1962. A cidade norte-americana vive a tensão da reivindicação dos direitos iguais entre negros e brancos. Parte destes últimos resiste, não querendo perder a posição privilegiada na sociedade. Outra prefere juntar-se aos negros em sua luta.

Este é o pano de fundo do espetáculo Hairspray - O Musical, da Cia. Instável de Teatro, dirigida por André Latorre com alunos de teatro da Faculdade Paulista de Artes. A obra estreia em São Paulo nesta segunda (1º), no Teatro Ruth Escobar, com entrada gratuita. A temporada vai até 10 de dezembro, de segunda a quarta [veja serviço ao fim].

Hairspray tem música de Marc Shaiman e Scott Wittman e roteiro por Mark O'Donnell e Thomas Meehan, baseados no filme de 1988 de John Waters — e que teve remake produzido em 2007 com direção de Adam Shankmann.

Para o Latorre, o discurso político da obra dialoga com o Brasil de hoje.

hairspray andre latorre Grátis e pop, musical Hairspray discute preconceito

André Latorre, diretor do musical Hairspray: "O preconceito ainda está vivo, mas todos podem e devem lutar pelos seus direitos", afirma o artista - Foto: Divulgação

— Na Baltimore dos anos 1960, as pessoas já sabiam que era errado ter atitudes separatistas,mas continuavam tendo atitudes equivocadas, de forma velada e também explícita. Para nosso desespero, a situação não mudou.

O diretor afirma que "hoje, vemos o preconceito vivo, com pessoas preconceituosas que, se interrogadas, certamente mentirão,dirão que não são preconceituosas".

— Hoje em dia, a cultura do ódio intensifica estas atitudes equivocadas. Mudou a época, mas a maneira de agir é a mesma.

Latorre manteve "falas absurdas" de vários personagens para deixar "explícito onde mora o erro, a segregação".

— Procurei manter isso muito vivo para fazer o público ver que existem pessoas horríveis como aquelas que estão no palco. Procuro intensificar a atitude errônea dos personagens para que isso cause um efeito reflexivo na plateia. Acho essencial ligar a temática com o que estamos vivendo, caso contrário nossa função como artista não se completa. O teatro é um documento e espelho de determinadas épocas.

Coreografias pop

Hairspray também tem diversão, já que a história está ambientada na efervescência da juventude da década de 1960, que acaba de descobrir o rock'n'roll e toda sua energia. Há muitos corpos bailando em cena, coreografados por Nhago Ramos. Muitos mesmo, como conta Latorre.

— Temos 47 atores.Tivemos um processo de trabalho agitado, mas de belas descobertas.Nosso maior desafio foi unir um elenco tão grande. Às vezes, o palco parecia pequeno demais.

Com tanta gente em cena, uma verdadeira engrenagem acontece nos bastidores para que o musical evolua. Capitaneando o elenco gigantesco, o diretor convocou a atriz Liza Caetano para protagonizar a obra.

Ela vive a a adolescente Tracy Turnblad, cujo maior sonho é ser dançarina de um programa de TV, mas que, ao longo da montagem, amadurece ao ponto de ser uma das líderes pelos direitos dos negros na sociedade. Para dar conta das duas sessões diárias, a atriz contou com a ajuda do preparador vocal Mauricio Mangini.

—O processo de ensaio foi pesado. Mas foi aquela coisa de cair de cabeça. Tento manter uma rotina em relação ao físico para ter a resistência que Hairspray me exige. Vejo o musical como uma lição de superação tanto no físico quanto no registro vocal.

liza caetano Grátis e pop, musical Hairspray discute preconceito

A atriz Liza Caetano: preparo vocal e físico para dar conta da adolescente Tracy - Foto: Divulgação

Além de assistir aos dois filmes, a atriz também utilizou sua experiência com o universo lúdico, já que atua na Trupe dos Brincantes, em espetáculos infantis nos CEUs da capital paulista.

— Tracy é diferente de tudo o que eu fiz. Sempre fiz personagens mais velhas. E ela é justamente o contrário: é mais nova, tem um frescor, uma inocência. Tentei construir minha Tracy com a maior veracidade possível.

Liza conta que está satisfeita em fazer um musical que mexe com a sociedade.

— O preconceito ainda está aí. Acho importante a forma como Tracy enfrenta o preconceito e luta por uma sociedade com mais equilíbrio. Diante de tanto preconceito hoje contra homossexuais, negros, nordestinos e mulheres, o Brasil parece que anda para trás. Esse musical é um simulacro da sociedade brasileira atual.

Latorre concorda com sua atriz. E também manda seu recado final.

Hairspray nos dá uma mensagem um tanto amarga, apesar de toda nuvem de laquê que parece fazer a peça ser leve e divertida. O texto nos faz lembrar que o preconceito ainda está vivo,mas que todos podem e devem lutar pelos seus direitos.

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Multidão: Hairspray - O Musical tem 47 artistas no palco do Teatro Ruth Escobar - Foto: Divulgação

Hairspray - O Musical
Quando: Segunda a quarta, 18h e 21h. 100 min. 1º até 10/12/2014
Onde: Teatro Ruth Escobar (r. dos Ingleses, 209, Bela Vista, metrô Brigadeiro, São Paulo, tel. 0/xx/11 3289-2358)
Quanto: grátis (musical universitário sem fins lucrativos)
Classificação etária: Livre

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pombas urbanas Eraumavezumrei credito tatitbrandao Pombas Urbanas faz 25 anos com 12 sessões grátis

Cena da peça Era uma Vez um Rei, que será apresentada no mês comemorativo dos 25 anos do grupo teatral Pombas Urbanas: cidade de São Paulo em foco com 12 sessões espalhadas pela metrópole - Foto: Tatit Brandão

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A partir desta quinta (23), às 16h, na praça do Correio, centro paulistano, o grupo de teatro Pombas Urbanas começa a fazer uma festa que durará um mês. Até 22 de novembro faz 12 apresentações grátis de quatro espetáculos de seu repertório para celebrar seus 25 anos de história: Era Uma Vez Um Rei, Todo Mundo Tem Um Sonho, Mingau de Concreto e Histórias para Serem Contadas.

Cartões postais paulistanos serão visitados pela arte do grupo, que já agendaram sessões na avenida São João e no parques da Água Branca, do Carmo e Jacuí.

Ainda no clima de celebração, uma exposição de fotos com a trajetória da trupe acontece em sua sede, o Centro Cultural Arte em Construção (av. dos Metalúrgicos, 2.100, Cidade Tiradentes, São Paulo, tel. 0/xx/2285-7758). No dia 30 de outubro, data oficial de seu aniversário de 25 anos, haverá uma festinha no local a partir das 20h com entrada gratuita.

Além das comemorações, o grupo já está montando sua nova peça, Cidade Desterrada, que deve estrear em junho de 2015.

O Pombas Urbanas surgiu em 1989 e tem como foco pesquisar a cidade de São Paulo e seus habitantes. Desde 2004, tem sede própria na Cidade Tiradentes, emblemático bairro da zona leste paulistana. Veja a programação completa.

Você acha que o teatro deve falar da realidade social?

  • Sim, afinal o palco é sempre um espaço de reflexão!
  • Não, acho que o teatro tem de ser apenas fantasia.
 Pombas Urbanas faz 25 anos com 12 sessões grátis

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