Posts com a tag "miguel arcanjo prado"

baby do brasil 2 620 barbara almeida Domingou: Baby do Brasil, Pedro Baby e o DNA

Baby do Brasil e o filho, Pedro Baby, no palco: ele trouxe a mãe de volta a todos nós - Foto: Bárbara Almeida

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Baby do Brasil no palco ainda é uma menina que dança até o sol raiar. Tem uma energia única, aquela aura carismática que faz com que o público sempre a queira bem. E que bom é vê-la de volta aos palcos, cantando aquelas canções fundamentais ao lado do filho, Pedro Baby, e de uma banda fantástica.

Idealizador do projeto, Pedro tem uma guitarra potente como a do pai, Pepeu Gomes. E Baby fez questão de dedicar ao ex-marido e pai de seus seis filhos o show realizado neste sábado (30), no Teatro Paulo Autran do Sesc Pinheiro. Chamou o filho de DNA presente de Pepeu, a quem definiu de "um dos artistas mais talentosos deste País".

É claro que Baby também falou de sua nova fase, evangélica. Contou como pediu a Deus orientação para voltar a cantar as canções de seu passado de contracultura. Disse que fez jejum de 80 dias, subiu ao monte (em Nova York, é claro) e ouviu a aprovação divina para o projeto.

O filho é cuidadoso com a mãe. Deixa Baby à vontade para ser Baby, neste reencontro do passado com o futuro. E a plateia também.

Generosa, a cantora coloca o filho em pé de igualdade consigo e, em um momento, diz que vai fazer backing vocal para ele.

Baby faz arroubos vocais, samba, dança, se comunica com o público, tira o comportado paulistano da cadeira do teatro. Faz todo mundo ser jovem outra vez. Porque ela exala uma juventude eterna. Juventude esta que independe de seus 62 anos cronológicos ou da fé que professa no palco ou fora dele. Baby é nome fundamental da música popular brasileira. E tê-la de volta aos palcos é uma delícia. É como voltarmos todos ao paraíso, sem pecado e sem juízo. Viva Pedro Baby. Viva Baby do Brasil.

*Miguel Arcanjo Prado é jornalista e gosta de um auê com você. A coluna Domingou, uma crônica semanal, é publicada todo domingo no blog Atores & Bastidores do R7.

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deto montenegro Vídeo: Oficina dos Menestréis faz musicais com estudantes; veja entrevista com Deto Montenegro

Miguel Arcanjo Prado entrevista o diretor Deto Montenegro, da Oficina dos Menestréis - Foto: Divulgação

O diretor da Oficina dos Menestréis, Deto Montenegro, esteve no estúdio do R7, para conversar com o colunista Miguel Arcanjo Prado sobre os dois musicais que ele dirige ao lado de Candé Brandão com alunos da rede pública, no Teatro Dias Gomes, em São Paulo. As apresentações acontecem nos dias 30 e 31 de agosto e 6 e 7 de setembro, sempre às 16h30, com entrada gratuita. Veja o vídeo:

 

Musicais da Oficina dos Menestréis com alunos da Escola Estadual João Comênius

A Dança dos Signos
Quando: Dias 30 e 31 de agosto, às 16h30
Sinopse: O espetáculo musical a A Dança dos Signos, de Oswaldo Montenegro, entrou em cartaz pela primeira vez em 1982, no Rio de Janeiro e, desde então, tem uma história de sucesso tanto de público como de crítica, sendo visto por mais de um milhão de pessoas por todo o Brasil.

O Vale Encantado
Quando: Dias 6 e 7 de setembro, às 16h30
Sinopse: Em O Vale Encantado, musical de Oswaldo Montenegro, moram os personagens do mundo da fantasia. Ali eles vivem uma vida normal, mas, cada vez que uma criança está prestes a sonhar, eles são convocados para entrar no sonho e executam as histórias que a gente conhece. Produzido pela Oficina dos Menestréis, o espetáculo conta as aventuras de seus personagens de maneira alegre e divertida, deixando fluir a emoção do texto, por meio da música, dos efeitos de luz e do diálogo. Com música ao vivo e mais de 50 artistas no palco, Vale Encantado é, na expressão mais simples, “um musical infantil pra gente grande”.

Onde: Teatro Dias Gomes (r. Domingos de Morais, 348, Vila Mariana, metrô Ana Rosa, São Paulo, tel. 0/xx/11 5575-7472)
Quanto: Grátis
Classificação etária: Livre

coluna Oficina dos Menestréis Alunos Ensino Médio projetoCOMENIUS 11 Vídeo: Oficina dos Menestréis faz musicais com estudantes; veja entrevista com Deto Montenegro

Alunos da rede pública fazem dois musicais em São Paulo com a Oficina dos Menestréis - Foto: Divulgação

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agenda cultural29082014 Vídeo: Veja a Agenda Cultural do Hora News, na Record News, desta sexta feira, dia 29/08/2014

Miguel Arcanjo Prado e Lidiane Shayuri na Agenda Cultural da Record News - Foto: Reprodução

Toda sexta-feira é dia de Agenda Cultural no telejornal Hora News, da Record News. Miguel Arcanjo Prado conta para Lidiane Shayuri as melhores dicas para seu fim de semana em todo o Brasil. Veja o vídeo:

Veja também os bastidores da Agenda Cultural em uma galeria de fotos!

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coluna carybe serie compadre de ogum 50x35cm lindissima Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Serigrafia de Carybé que estará exposta no Sesc Belenzinho: beleza baiana para paulistano ver - Foto: Reprodução

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Viva Carybé!
A psicóloga Sabrina Almeida, querida da coluna, amará esta nota: o Sesc Bom Retiro sedia entre 19 de setembro e 9 de novembro de 2014 a exposição Serigrafias de Carybé, dedicadas ao artista plástico que retratou a Bahia como ninguém.

Baiano de coração
A mostra tem 30 trabalhos do artista argentino que se tornou baiano de coração. Claro que a exposição tem um dedo de Nancy Bernabó, viúva de Carybé. As peças trazem o sincretismo religioso e a alegria do povo baiano, tão bem representado também nas obras de Jorge Amado, que era compadre de Carybé. Ai, que falta que eles fazem!

Em tempo
O nome real de Carybé era Hector Julio Páride de Bernabó. A série de serigrafias expostas fizeram parte do projeto de abertura do seriado televisivo O Compadre de Ogum, inspirado no livro de Jorge Amado. A visitação à exposição será grátis, sempre de terça a sexta, das 10h às 20h30. Já no sábado, domingo e feriado, fecha mais cedo: às 18h30. O Sesc Bom Retiro fica na alameda Nothmann, 185, em São Paulo. A coluna vai, é claro.

coluna almodovar Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Almodóvar, nos tempos de mais rebeldia: festa homenageia cineasta em SP - Foto: Divulgação

Vamos a bailar 1
O cineasta Pedro Almodóvar é o grande homenageado da festa Venga Venga!, nesta sexta(29), a partir das 23h, no Mundo Pensante (r. Treze de Maio, 825, Bela Vista), em São Paulo. A organização pede que o público se inspire nos filmes do espanhol na hora de compor o visual.

Vamos a bailar 2
A banda Criolina, de Alê Muniz e Luciana Simões, vai animar a festa. O DJ equatoriano Atawallpa DR, e também os residentes Denny & Don prometem fazer todo mundo se balançar. Ah, a dançarina Flávia Lopes prepara uma performance de abalar. O ingresso é R$ 30 na porta, mas paga R$ 20 quem mandar o nome para a lista amiga no e-mail: festavengavenga@gmail.com. Depois, não diga que não avisei.

Agenda Cultural da Record News

Ai, que susto!
O namorado da atriz Cléo De Páris perdeu a carteira, com todos os documentos, no táxi. Pois não é que o taxista fez de tudo para devolver e conseguiu? O motorista, honesto, achou um comprovante de compra em uma livraria e ligou lá para saber quem era o cliente. Ao ver a cena da devolução, Cléozinha voltou a acreditar na humanidade. Ainda bem.

Canto da sereia
Fafá de Belém promete soltar seu vozeirão no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, na próxima quarta (3). Ela cantará uma canção no espetáculo O Nosso Villa - Um Musical Villa-Lobos, dirigido por Cecília Brennand, com a Cia. Sopro-de-Zéfiro, de Pernambuco. A obra tem 36 bailarinos-cantores, além de sete músicos. Timão.

coluna fulvio poster contigo z1 foto ramon rodrigues Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Fúlvio Stefanini, nos tempos de galã, em pôster da revista Contigo! - Foto: Ramon Rodrigues

Sessentão
A noite de 6 de setembro será movimentadíssima no Tuca, em São Paulo. É quando estreia a peça Antes de Mais Nada. No elenco, está Fulvio Stefanini, que completa 60 anos de carreira. Parabéns.

Ponte da Amizade
Entre 11 e 17 de setembro a Caixa Cultural da Sé, em São Paulo, exibe 21 filmes do Paraguai. Uma belíssima oportunidade para conhecer de perto a produção cinematográfica do nosso tão mal tradado país vizinho. Conheça a programação.

Boneco de Olinda
A 4ª Semana Internacional de Teatro de Animação do Sobrevento está marcada para ser realizada entre 16 e 28 de setembro, também na Caixa Cultural da Sé. Participam sete companhias de teatro de boneco: Companhias de Teatro de Animação Shakespeare Women Company (Portugal), Cia. Autónoma Dromosofista (Itália/Argentina), Théâtre De Cuisine e Théâtre De L'arc-En-Terre (França), Gaia Teatro (Peru), Cia. Catibrum (Minas Gerais) e Grupo Sobrevento (São Paulo). Gente boa reunida.

coluna suellen ogando Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

A mineira Suellen Ogando: atriz da pá virada conquista o teatro musical nacional - Foto: Divulgação

Alçando voo
Colados, Uma Comédia Musical Diferente faz três apresentações em Belo Horizonte no Cine Theatro Brasil Vallourec, na Praça Sete, nos próximos dias 5, 6 e 7 de setembro. No elenco, está a danadíssima Suellen Ogando, que fez sucesso no programa Máquina da Fama, do SBT, e anda arrebentando no teatro musical mineiro e brasileiro.

Pensando o teatro
Começa nesta sexta (29) o 2º Congresso Brasileiro de Teatro, em Florianópolis, Santa Catarina. O primeiro foi realizado em Osasco (SP) em 2011. Conheça a programação completa e saiba como fazer sua inscrição.

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Condomínio Nova Era, com texto de Victor Nóvoa, encerra temporada no Sesc Consolação - Foto: Alécio Cezar

Fim de festa
Chega ao fim no próximo dia 4 de setembro, o espetáculo Condomínio Nova Era, com direção de Rogério Tarifa, em cartaz no Espaço Beta do Sesc Consolação, em São Paulo. O dramaturgo Victor Nóvoa teve a inspiração para escrever a peça depois que morou em uma pensão no centro paulistano, em frente ao Minhocão. Uma frase que os moradores diziam ele jamais se esquece: "Ficar de pé custa caro".

Politizada
Condomínio Nova Era trata de temas como moradia, habitação, especulação imobiliária, ação militar e manifestações populares. Engajadíssima.

claudia raia 5 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Claudia Raia no camarim, pouco antes de subir ao palco para fazer Crazy for You - Foto: Divulgação

Filha pródiga
Olhaí Claudia Raia se aprontando para subir ao palco do Teatro Sérgio Cardoso, onde seu musical Crazy for You faz temporada popular. A coluna acha que Claudia tem muito mais a cara de São Paulo do que do Rio. Sempre que ela está na cidade é como se fosse o retorno de uma filha pródiga.

Cresceu
Talentosa, a atriz Marilice Cosenza ganhou mais destaque nesta temporada de Crazy for You. Agora, ela faz as personagens Lottie Child e Patricia Fodor.

Sem clones
Também no elenco de Crazy for You, Marcos Tumura revelou à coluna que quando alguém diz que um ator por aí está cantando que nem ele, ele brada: "Manda matar!". É brincadeirinha, é claro.

reynaldo machado Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Reynaldo Machado fará Jair Rodrigues nas apresentações do espetáculo Elis, a Musical em SP neste fim de semana, no Espaço das Américas, em São Paulo - Foto: Divulgação

De última hora
O ator e cantor Reynaldo Machado, que fez sucesso em musicais como Hair, foi convocado para substituir Ícaro Silva no papel de Jair Rodrigues, nas apresentações de Elis, a Musical no Espaço das Américas, em São Paulo, neste sábado (30) e domingo (31). Ele está feliz da vida, até porque é fã do saudoso Jair. E quem não é?

Repercutiu
Falando em Elis, fez um baita sucesso a Entrevista de Quinta com Laila Garin, protagonista do espetáculo, aqui no blog. Ela até ganhou novos fãs...

Perdida na biblioteca
O dramaturgo e diretor James Akel pede a coluna para avisar que os horários corretos de República das Calcinhas são: sexta, 21h30; e sábado, 19h30. A estreia está marcada para 12 de setembro, no Teatro Maria Della Costa, em São Paulo. A temporada vai até 1º de novembro. Na comédia que se anuncia como politizada, Andressa Urach, a ex-vice Miss Bumbum, faz participação especial como uma vendedora de livros. Papel que é a cara dela, né?

coluna jorge paulo Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Olha a carinha dele: Jorge Paulo faz comédia no Teatro Bibi Ferreira, em SP - Foto: Divulgação

Deboche
O ator e radialista Jorge Paulo pede para a coluna avisar que sua peça Quem Ri por Último É Loira ou Português voltou a ser apresentada em São Paulo, no Teatro Bibi Ferreira, onde fica em cartaz até 19 de dezembro, sempre à meia-noite de sexta-feira com ingresso a R$ 40. Apesar do nome de sua peça, ele jura de pés juntos que não é preconceituoso e que só quer fazer rir o povão. Então, tá.

Baianidade nagô
O Festival do Teatro Brasileiro começa dia 4 de setembro em São Paulo com foco na cena baiana. Tudo sob comando de Sergio Bacelar. São nove espetáculos, dos quais sete, inéditos. Três espaços sediam as peças: CCBB-SP (onde tudo é de graça) e Teatro Sérgio Cardoso e Teatro João Caetano. Vai, gente!

coluna Oficina dos Menestréis Alunos Ensino Médio projetoCOMENIUS 11 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Alunos do ensino médio fazem dois musicais em São Paulo após Oficina dos Menestréis - Foto: Divulgação

Menestréis da educação
Os alunos da Escola Estadual João Amos Comênius, na Vila Catarina, em São Paulo, estão em polvorosa. É que eles vão estrear dois espetáculos dirigidos por Deto Montenegro e Candé Brandão, da Oficina dos Menestréis: Neste sábado (30) e domingo (31), às 16h30, tem A Dança dos Signos. Já no outro fim de semana, 6 e 7 de setembro, também às 16h30, tem O Vale Encantado. Excelente iniciativa de se levar o teatro musical para as escolas públicas.

Aqueles Dois, o retorno
A peça Aqueles Dois, da Cia. Luna Lunera baseada em texto de Caio Fernando Abreu, volta a ser encenada em Belo Horizonte. A montagem já teve 320 apresentações em 95 cidades brasileiras e uma do México. Agora, ficará entre 5 de setembro e 12 de outubro no Teatro João Ceschiatti, na capital mineira.

coluna Vaslav Nijinsky i sin debutballet En Fauns eftermiddag 1912jpg Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Bailarino Vlaslav Nijinsky dança em 1912: homenagem em peça de Gabriela Mellão - Foto: Divulgação

Pula, Nijinksy!
Coleguinha, a jornalista Gabriela Mellão dirige a quatro mãos com João Paulo Lorezon a peça Nijinsky - Minha Loucura é o Amor da Humanidade, que estreou nesta quinta (28), no Sesc Belezinho, em São Paulo. O texto também é de Gabriela e conta a trajetória do bailarino russo Vaslav Nijinsky, papel de Lorezon. A temporada vai até 21 de setembro, de quinta a domingo. Uma das apostas da encenação é uma cama elástica.

Espera feliz
A fila na porta do Espaço da Cia. do Pássaro (r. Álvaro de Carvalho, 177, Anhangabaú, São Paulo) para ver Cabaret - O Musical, com direção de André Latorre, costuma ter início por volta das 18h. O espetáculo acontece nesta sexta (29) e sábado (30), às 21h, com entrada grátis. A distribuição dos disputadíssimos 45 convites por sessão acontece às 20h.

coluna brava Experimento Cênico Julio e Aderaldo um dia na vida de dois sobreviventes julho 2013 271 Por trás do pano   Rapidinhas teatrais

Brava Companhia faz um teatro no qual descortina aspectos escondidos da sociedade - Foto: Divulgação

Teatro inteligente
A Brava Companhia faz mostra de repertório até dezembro de 2014. São cinco peças no Sacolão das Artes, na zona sul de São Paulo. Para chamar a atenção para a temporada, o grupo apresenta Quadratura do Círculo, dirigido por Márcio Rodrigues, na quinta (4), às 17h, na Praça do Patriarca, ali do lado da Prefeitura de São Paulo. Todos os trabalhadores (e patrões também) estão convidados. O teatro que o grupo faz tem forte pegada de crítica social. A turma é inteligente, está pensando o quê?

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marcos tumura Vídeo: É preciso estudar para fazer musical, diz Marcos Tumura, de Crazy for You com Claudia Raia

Marcos Tumura, de Crazy for You, é um dos grandes nomes do teatro musical feito no Brasil - Foto: Reprodução

O ator Marcos Tumura, do musical Crazy for You, com Claudia Raia, esteve na redação do R7, onde conversou com o colunista Miguel Arcanjo Prado. Além de falar do espetáculo, que faz temporada popular no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, com meia-entrada a R$ 25 e R$ 30, ele ainda deu conselhos a quem quer se tornar uma estrela de musical como ele. Veja o vídeo:


Crazy for You
Avaliação: Muito bom
Quando:
Quinta e sexta, 21h, sábado, 17h e 21h, domingo, 18h. 150 min. Até 21/9/2014
Onde: Teatro Sérgio Cardoso (r. Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo, tel. 0/xx/11 3288-0136)
Quanto: R$ 50 e R$ 60 (inteira)
Classificação etária: Livre
Avaliacao Muito Bom R7 Teatro PQ Vídeo: É preciso estudar para fazer musical, diz Marcos Tumura, de Crazy for You com Claudia Raia

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leticia coura foto bob sousa6 Entrevista de Quinta: Quero fazer a discografia do Oficina, diz atriz e cantora Letícia Coura

A atriz e cantora Letícia Coura: ela gosta de samba, e de teatro também - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

A mineirinha de Belo Horizonte Letícia Coura é uma das figuras emblemáticas do teatro paulistano. Na cidade há mais de 20 anos, logo se misturou à turma do palco e também ao pessoal da música. Transita pelas duas áreas com todo o conforto do mundo.

Ela integra o grupo Revista do Samba, que acaba de lançar seu quinto disco, Samba do Revista. O trio, que ainda tem Vitor da Trindade e Beto Bianchi, é considerado referência em seu estilo musical. Além de cantora, também é atriz e integra o elenco do Teat(r)o Oficina dirigido por Zé Celso.

Agora em setembro, estará com o grupo no Mirada, o Festival Ibero-americano de Artes Cênicas de Santos, apresentando a peça Walmor y Cacilda 64: Robogolpe, na qual vive a atriz Cleyde Yáconis, mais uma personagem emblemática para seu currículo, onde já figura Tarsila do Amaral.

Letícia recebeu o Atores & Bastidores do R7 para esta Entrevista de Quinta em uma tarde de sol no Teat(r)o Oficina, no Bixiga, região central de São Paulo.

Ao contar sua história, explicou sua batida perfeita entre a música e o teatro. E ainda revelou seu projeto futuro: construir a discografia das músicas das cinco décadas do Oficina.

Leia com toda a calma do mundo.

leticia coura foto bob sousa2 Entrevista de Quinta: Quero fazer a discografia do Oficina, diz atriz e cantora Letícia Coura

Letícia Coura e seu cavaquinho: ela quer construir a discografia do Teat(r)o Oficina - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — Você é de Belo Horizonte, né?
Letícia Coura — Sim, mas já estou tanto tempo aqui em São Paulo que, às vezes, parece que minha vida em BH foi em outra encarnação [risos]. Meus pais eram do interior de Minas, meu pai era desembargador e minha mãe, contadora.

Miguel Arcanjo Prado — Como era quando criança?
Letícia Coura — Era a mais animada da sala, na festa junina, então, era emprestada para as quadrilhas das outras salas. Sempre gostei de música. Fiz violão clássico, depois passei para o popular, cantei em coral... Como cantora sou ótima atriz e como atriz sou uma ótima cantora [risos].

Miguel Arcanjo Prado —E quando chegou a hora do vestibular?
Letícia Coura — Escolhi comunicação na UFMG, sou sua colega de curso. Tenho uma irmã médica e um irmão arquiteto. Já estudava música, mas fiz comunicação. Na época da faculdade, comecei a fazer performance e vídeo. Fiquei um ano fora, morei em Genebra e Londres, e um pouquinho na França. Lá na Suíça toquei numa banda. Estudei inglês, viajei...

Miguel Arcanjo Prado — E foi bom dar este tempo?
Letícia Coura — Foi bom sair de casa, porque me virei sozinha. Trabalhei em restaurante, essas coisas. Ir para a Europa me fez ver que eu era ligada à cultura brasileira. Vi que conhecia muito a música brasileira. E quis voltar para o Brasil.

leticia coura foto bob sousa4 Entrevista de Quinta: Quero fazer a discografia do Oficina, diz atriz e cantora Letícia Coura

Letícia Coura nasceu em Belo Horizonte, morou na Europa, mas foi parar em SP - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado —Aí você terminou o curso na Fafich [Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG]?
Letícia Coura — Terminei, fiz jornalismo e publicidade. Acho que fiz curso superior porque disseram para mim que se um dia eu fosse presa teria direito à cela especial [risos].

Miguel Arcanjo Prado — E o que você fez?
Letícia Coura — Abri uma produtora com amigos lá em BH. Aí fiz um concurso para ser jornalista do Tribunal do Trabalho e passei. Acho que foi a única felicidade que dei para a minha mãe [risos].

Miguel Arcanjo Prado — Mãe mineira adora ver filho passando em concurso público [risos]. E aí você virou servidora?
Letícia Coura — Sim. Mas este trabalho me possibilitou fazer um monte de coisa que tinha vontade. Estudei dança, fiz balé, gafieira, dança afro...E continuei na música. Era um trabalho que não atrapalhava... Tive muita influência do Clube da Esquina, comecei a fazer shows pelo DCE [Diretório Central dos Estudantes da UFMG]. Aí resolvi pedir transferência para São Paulo.

Miguel Arcanjo Prado — E conseguiu?
Letícia Coura — Sim. Cheguei em São Paulo em 1991. No começo, me dava uma angústia, sabe. Aí no prédio em que fui morar tinham dois músicos. Comecei a fazer a ULM [Universidade Livre de Música] e montei um show com o Chico Amaral [compositor mineiro, parceiro em vários sucessos do Skank] lá em BH. Ficava um pé lá, outro pé cá.

Miguel Arcanjo Prado — E o teatro?
Letícia Coura — A Titane [cantora mineira] estava morando em São Paulo e me indicou para fazer uma peça com a Beatriz Azevedo, porque ela precisava de uma cantora. Chamava-se I Love. Fizemos turnê em Campinas e tudo!

leticia coura foto bob sousa1 Entrevista de Quinta: Quero fazer a discografia do Oficina, diz atriz e cantora Letícia Coura

Foi ao ver peça do Oficina com Raul Cortez que Letícia ficou cativada pelo grupo - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — E o Oficina?
Letícia Coura — Morava na rua Vergueiro e fui ver As Boas do Oficina no Centro Cultural São Paulo, com o Raul Cortez no elenco. Era tão bonito! Lembro que pensei: ainda bem que me mudei para esta cidade que tem uma peça como essa. Aí a Beatriz me chamou para ir num ensaio de Hamlet, no Oficina. Lembro que era um Domingo de Ramos. Neste dia conheci o Zé [Celso, diretor do Oficina]. E aí acabei entrando para o Oficina e larguei o emprego no Tribunal do Trabalho.

Miguel Arcanjo Prado — Foi uma decisão difícil?
Letícia Coura — Foi. Estava tudo muito puxado, ensaios. E vi que não queria mais. Pedi para sair e não me arrependi. Já estava ligada ao teatro, então tive de fazer uma opção. É claro que de grana foi complicado. Comecei a dar aula de canto e aquilo me abriu um mundo.

Miguel Arcanjo Prado — Você resolveu investir na música?
Letícia Coura — Sim. Gravei o disco Bambambã, que é um disco com interpretações bem teatrais. Fiz turnê. Também fiz as Bacantes, no Oficina, na virada de 1999 para 2000. Depois, fui fazer peça no Satyros. Fiz a primeira peça com eles na praça Roosevelt. Lembro do Rodolfo [García Vázquez, diretor do Satyros] passando cera no chão antes de o teatro abrir [risos]. Conheci o Ivam [Cabral, ator] quando eles estavam voltando de Portugal. Ele tinha trazido um autor francês, Bernard-Marie Koltés e eu havia feito a tradução. Fizemos Retábulo da Avareza, Luxúria e Morte, no elenco tinha o Ivam, a Patrícia Vilela, o Daniel Gaggini, o Tadeu Perroni...

leticia coura foto bob sousa5 Entrevista de Quinta: Quero fazer a discografia do Oficina, diz atriz e cantora Letícia Coura

Letícia Coura integra o trio Revista do Samba, reconhecido até na Europa - Foto: Bob Sousa

Miguel Arcanjo Prado — Ainda não tinha a Phedra D. Córdoba?
Letícia Coura — Não! Eu lembro do dia em que a Phedra foi ver o Retábulo pela primeira vez. Lembro que o Ivam ficou todo intrigado, perguntando quem era aquela senhora [risos]... Depois a Phedra fazia ótimas apresentações no bar dos Satyros!

Miguel Arcanjo Prado —E a música?
Letícia Coura — Aí lancei meu segundo disco, Vian, em um show no Satyros, com direção do Rodolfo, com os poemas do autor francês Boris Vian musicados. O Ivam foi muito importante nesta época e fazia o show comigo, criamos juntos. Era em linguagem de cabaret. Foi uma época boa... O Satyros tinha coisa a semana inteira. Quando não fazia meu show, ficava na bilheteria. Depois, montei a Revista do Samba, que é o trio no qual estou até hoje ao lado do Vitor da Trindade e do Beto Bianchi. Foi a gente que fez o show da reabertura do Bar Brahma, na clássica esquina da Ipiranga com São João.

Miguel Arcanjo Prado — O grupo tem muito prestígio.
Letícia Coura — Olha, gravamos o primeiro disco, Clássicos do Samba, e logo fizemos turnê na Europa. O segundo disco, Outras Bossas, só saiu na Europa. Em 2005, fizemos o projeto Revista Bixiga Oficina do Samba, resgatando sambas paulistanos e trabalhando com as crianças do bairro.

Miguel Arcanjo Prado — E aí você passou a se dividir entre o grupo e as peças do Oficina?
Letícia Coura — Sim. Fiz Os Sertões, O Banquete, tudo... Neste ano, em Walmor y Cacilda 64: Robogolpe, que agora vamos apresentar no Mirada, lá em Santos, faço a Cleyde Yáconis. Já fiz também a Tarsila do Amaral... São personagens muito ricas e emblemáticas. Sempre trabalho a música dentro do Oficina. E sabe qual é o meu grande sonho?

Miguel Arcanjo Prado — Qual?
Letícia Coura — É um dia consegui fazer a discografia inteira das peças do Oficina. Porque a história musical do grupo é muito rica e merece ser registrada para o futuro.

leticia coura foto bob sousa3 Entrevista de Quinta: Quero fazer a discografia do Oficina, diz atriz e cantora Letícia Coura

A cantora e atriz Letícia Coura, no Teat(r)o Oficina: onde une teatro e música - Foto: Bob Sousa

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gabriela duarte Gabriela Duarte se comove em Nova York e monta peça existencial baseada em filme de Bergman

Gabriela Duarte (ao centro) encabeça o elenco de peça que adapta filme de Bergman - Foto: Jairo Goldflus

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Gabriela Duarte que levar ao palco a discussão existencial presente na obra de Ingmar Bergman (1918-2007), diretor sueco considerado um dos gênios do cinema do século 20. Ela protagoniza a peça Através de um Espelho, adaptação do filme homônimo de 1961 que estreia no Teatro Anchieta do Sesc Consolação no próximo dia 5 de setembro.

Ulysses Cruz é o diretor responsável pela adaptação para os palcos e convocou Nelson Baskerville para viver o patriarca de uma família em frangalhos que se vê obrigada a passar a limpo seu passado com o retorno da filha, Karin, papel de Gabriela.

Foi a atriz quem teve a ideia de fazer a montagem do texto no Brasil, após ver a versão teatral de Jenny Worton em Nova York dois anos atrás.

Diz que saiu do teatro tocada. "A peça nunca mais me saiu da cabeça", conta a filha de Regina Duarte. Gabriela ainda revela que a montagem lhe fez rever por muito tempo algumas perguntas fundamentais da vida.

O velho solitário interpretado por Baskerville serve de alterego para o próprio Bergman no texto, reescrito por Marcos Daud e Valderez Cardoso, que deram um toque coloquial à obra. O diretor diz que fizeram "a peça se comunicar efetivamente com o público brasileiro". E Cruz ainda provoca: "Não me interesso nem um pouco pelos dilemas escandinavos se esses não forem os nossos dilemas. Essa peça tem de se comunicar com o seu Zé e a dona Maria e ainda por cima não deixar de ser Bergman”.

No elenco, ainda estão os atores Marcos Suchara e Lucas Lentini.

Através de um Espelho
Quando: Sexta e sábado, 21h; domingo, 18h. Estreia dia 5/9/2014. 75 min. Até 4/10/2014.
Onde: Teatro Anchieta do Sesc Consolação (r. Dr. Vila Nova, 245, Vila Buarque, São Paulo, tel. 0/xx/11 3234-3000)
Quanto: R$ 30 (inteira); comerciários e dependentes pagam R$ 6
Classificação etária: 12 anos

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fernanda viacava Vídeo: Atriz Fernanda Viacava fala sobre interpretar uma prostituta em Abajur Lilás, de Plínio Marcos

Atriz Fernanda Viacava fala sobre a peça Abajur Lilás, de Plínio Marcos, em cartaz em São Paulo - Foto: Divulgação

O colunista do R7 Miguel Arcanjo Prado recebeu na redação do portal a atriz Fernanda Viacava, que faz parte do elenco da peça Abajur Lilás, texto de Plínio Marcos dirigido por André Garolli com a Cia. Triptal em cartaz no Teatro Nair Bello, no shopping Frei Caneca, em São Paulo. Em um bate-papo descontraído, ela falou do desafio de fazer teatro independente, das relações humanas na obra do autor e ainda convidou o público a assistir à montagem. Veja o vídeo:

Abajur Lilás
Quando: Sexta, 21h30, sábado, 21h, domingo, 19h. 80 min. Até 14/9/2014
Onde: Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca 3º piso (rua Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo, tel. 0/xx/11 3472-2414)
Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Classificação etária: 16 anos

 

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miguel arcanjo prado eloisa vitz Vídeo: Corrupção e disputa por poder são tema de Reino, do Gattu; veja entrevista com Eloisa Vitz

Miguel Arcanjo Prado entrevista Eloisa Vitz, da peça Reino, na redação do R7 - Foto: Divulgação

O editor de Cultura e colunista de teatro do R7, Miguel Arcanjo Prado, recebeu na redação do portal, em São Paulo, a atriz, diretora e dramaturga do Grupo Gattu, Eloisa Vitz. Ela falou sobre o espetáculo Reino (leia a crítica), que está em cartaz A obra é uma comédia política pop, que consegue ser leve, irônica e inteligente. A peça é encenada no novo espaço aberto pela trupe, o Teatro do Sol, em Santana, na zona norte de São Paulo. Veja o vídeo:

 

 

reino 4 Vídeo: Corrupção e disputa por poder são tema de Reino, do Gattu; veja entrevista com Eloisa Vitz

Reino, do Grupo Gattu: discussão inteligente e bem humorada do Brasil no Teatro do Sol - Foto: Divulgação

 

Reino
Avaliação: Muito bom
Quando: Sexta, 21h30; sábado, 21h; domingo, 20h. 75 min. Até 28/9/2014 com possibilidade de prorrogar
Onde: Teatro do Sol (r. Damiana da Cunha, 413, Santa Terezinha, Santana, São Paulo, tel. 0/xx/11 3791-2023)
Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Classificação etária: 14 anos
Avaliacao Muito Bom R7 Teatro PQ Vídeo: Corrupção e disputa por poder são tema de Reino, do Gattu; veja entrevista com Eloisa Vitz

 

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magiluth foto bob sousa3 Grupo Magiluth volta a SP com Viúva, porém Honesta para 2 sessões pelo Palco Giratório

O ator Giordano Castro, em cena da peça Viúva, porém Honesta, do Grupo Magiluth - Foto: Bob Sousa

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos BOB SOUSA

O Grupo Magiluth volta a apresentar sua irreverente versão para a peça Viúva, porém Honesta, de Nelson Rodrigues, em São Paulo.

A obra já rodou o Brasil, sempre com sucesso de público e de crítica. O texto, mais que atual, é uma “farsa irresponsável”, como bem definiu Nelson Rodrigues, e faz crítica ferrenha à imprensa e à sociedade brasileira.

A peça foi concebida em São Paulo, durante a permanência do grupo pernambucano na cidade em 2012. A obra já fez temporada de sucesso em São Paulo neste ano, com filas dobrando o quarteirão no Itaú Cultural da avenida Paulista.

Os rapazes de Recife agora se apresentam nesta terça (26) e quarta (27), no Teatro do Sesc Santana, na zona norte da capital paulista. O ingresso custa R$ 20 a inteira, R$ 10 a meia-entrada, mas comerciário e dependente paga apenas R$ 5.

O Grupo Magiluth é formado por Pedro Vilela, Pedro Wagner, Giordano Castro, Lucas Torres, Erivaldo Oliveira, Mário Sergio Cabral e Thiago Liberdade, os sete Novos Pernambucanos do teatro brasileiro.

magiluth foto bob sousa4 Grupo Magiluth volta a SP com Viúva, porém Honesta para 2 sessões pelo Palco Giratório

Grupo Magiluth em cena: deboche, irreverência e talento pernambucano no teatro brasileiro - Foto: Bob Sousa

Leia mais sobre o Magiluth no R7

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