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satyros andre stefano3 Satyros faz maratona no Domingo de Páscoa

Os atores Ivam Cabral, Robson Catalunha e Julia Bobrow em cena no Satyros - Foto: André Stefano

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O grupo paulistano Os Satyros anuncia que vai fazer uma verdadeira maratona teatral neste Domingo de Páscoa (20).

satyros andre stefano22 Satyros faz maratona no Domingo de Páscoa

Samira Lochter e José Sampaio - Foto: André Stefano

Os artistas vão apresentar, uma atrás da outra, as sete peças da série E Se Fez a Humanidade Ciborgue em Sete Dias, do diretor Rodolfo García Vázquez. Cada peça tem um enredo independente.

Entre os autores estão nomes como Dráuzio Varella e Rosana Hermann.

Satyros faz peça com sexo ciborgue e diretor diz: "Não temos medo de polêmica"

As sessões começam às 14h e vão até o fim do dia. A trupe afirma que manterá as sete peças aos domingos até o dia 11 de maio.

A primeira é Não Permanecerás, às 14h. Depois, às 15h30, vem Não Morrerás, com Phedra D. Córdoba. Às 17h é a vez de Não Vencerás.

Já às 18h30 é a sessão de Não Salvarás. A noite ainda reserva Não Saberás, às 20h, Não Amarás, às 21h30, e Não Fornicarás, às 23h.

Phedra D. Córdoba canta Beatles e causa furor

As peças acontecem no espaço dos Satyros Um (praça Roosevelt, 214, metrô República, tel. 0/x/11 3258-6345).

O ingresso para cada obra custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).

satyros andre stefano Satyros faz maratona no Domingo de Páscoa

Público faz fila na Roosevelt para ver maratona E Se Fez a Humanidade Ciborgue em Sete Dias - Foto: André Stefano

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feira boliviana 2 Teatro Documentário faz intervenção em feira de SP onde bolivianos seriam vendidos por R$ 1.000

Feira boliviana da rua Coimbra, no bairro Brás, em São Paulo - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os integrantes da Cia. Teatro Documentário realizaram uma intervenção artística neste sábado (12), na feira boliviana da rua Coimbra, no Brás, em São Paulo.

A ação fez parte do projeto Fomento ao Teatro de São Paulo.

A obra abordou aspectos da vida dos imigrantes bolivianos na cidade, como a exploração de sua mão de obra em confecções e a saudade do país de origem.

Muitos bolivianos que passavam pela feira, assim como brasileiros, pararam para ver a performance, que foi feita em um "portunhol" improvisado pelos artistas.

Em fevereiro deste ano, a feirinha da rua Coimbra virou notícia com o fato de um homem tentar "vender" dois imigrantes bolivianos por R$ 1.000 cada um.

Estima-se que a população de bolivianos em São Paulo chegue a 300 mil habitantes, dos quais apenas cerca de 70 mil são registrados oficialmente.

teatro documentario Teatro Documentário faz intervenção em feira de SP onde bolivianos seriam vendidos por R$ 1.000

Cia. Teatro Documentário na ação na feira boliviana do Brás, em São Paulo - Foto: Divulgação

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mario pazini foto eduardo toledo Morre aos 51 anos o ator e diretor Mário Pazini, famoso como Jesus na Paixão de Cristo de Taboão

O ator e diretor Mario Pazini, em seu papel mais emblemático, o de Jesus Cristo, na Paixão de Taboão da Serra, no ano de 2006: morte precoce após um ano de luta contra o câncer - Foto: Eduardo Toledo/Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O diretor e ator Mário Pazini morreu nesta segunda (31), em São Paulo, aos 51 anos, vítima de câncer, doença contra a qual lutava havia um ano.

Ele nasceu em 26 de novembro de 1962. O artista ficou conhecido por interpretar o papel de Jesus na famosa encenação da Paixão de Cristo de Taboão da Serra, na Grande São Paulo. O espetáculo foi criado por seus pais antes de seu nascimento.

Segundo nota divulgada pelo Grupo Clariô de Teatro, ao qual o artista pertenceu, o corpo é velado no Cemitério da Saudade, em Taboão, onde será sepultado às 16h. O endereço é av. Laurita Ortega Mari, 831, no bairro Parque Pinheiros.

Pazini deixa três filhas e a esposa, Naruna Costa, que também é atriz.

Leia a cobertura completa do R7 no Festival de Teatro de Curitiba!

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festival curitiba ricardo 3 Lina Sumizono humberto araujo Atores duelam por Ricardo III no Festival de Curitiba

No mesmo palco do Sesc da Esquina, o carioca Gustavo Gasparani e o paulistano Chico Carvalho disputam a preferência do público do Festival de Teatro de Curitiba em Ricardo III, de Shakespeare - Fotos: Lina Sumizono e Humberto Araújo/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Duas versões da mesma peça do inglês William Shakespeare disputam a preferência do público paranaense no Festival de Teatro de Curitiba 2014.

E a briga é boa, já que o duelo é travado entre cariocas e paulista. A obra é Ricardo III, apresentada em duas distintas montagens, uma do Rio e outra de São Paulo. Ambas no mesmo palco do Sesc da Esquina.

A montagem carioca tem ares pós-modernos. Encenada nos últimos dias 27 e 28, traz Gustavo Gasparani na pele de 22 dos 44 personagens da obra. A versão condensa a peça original de quatro horas em uma hora e meia e conquista a plateia.

Sérgio Modena assume a direção e diz "que o público se diverte vendo como o ator se desdobra e resolve uma cena em que há sete personagens contracenando".

Já a montagem paulistana, protagonizada por Chico Carvalho, que levou o Prêmio Shell de Teatro de melhor ator pelo papel, é mais tradicional. "Ricardo III é um personagem improvável, que reúne tudo que há de mal no ser humano. Por isso ele não é realista, não o encontramos em todos os lugares, mas a sua ambição de poder, sim", define o ator.

A peça, que foi apresentada no fim de semana também Sesc da Esquina, integra o projeto que prevê montagem de todos os 39 textos de Shakespeare num prazo de dez anos ao custo de R$ 40 milhões. A direção é de Marcelo Lazzaratto.

Leia a cobertura completa do R7 no Festival de Teatro de Curitiba!

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carnaval ed moraes Artistas do teatro pulam o Carnaval

Com direito a fantasia, o ator e diretor Ed Moraes, da Cia. dos Inquietos, faz um Carnaval em homenagem ao Oriente Médio nas ruas de São Paulo

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O clima de folia contagiou também os artistas do teatro brasileiro. O Atores & Bastidores do R7 fez uma pincelada e descobriu que alguns nomes importantes de nossos palcos andam se acabando na folia. Fazem muito bem.

carnaval luna martinelli Artistas do teatro pulam o Carnaval

A atriz Luna Martinelli se fantasiou de Frida, a pintora mexicana, e curtiu blocos de SP

carnaval lulu pavarin Artistas do teatro pulam o Carnaval

Lulu Pavarin (ao centro) brinca nos blocos de SP rodeada de amigos

carnaval cleo de paris Artistas do teatro pulam o Carnaval

A atriz Cléo De Páris, do grupo Os Satyros, saiu no Anhembi com a Vai-Vai

carnaval beto mettig danielle rosa Artistas do teatro pulam o Carnaval

Beto Mettig e Danielle Rosa, do Oficina, curtem o Carnaval de Salvador

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palhaco esio magalhaes felipe zig Palhaço pacifista protesta contra bombas burras

Esio Magalhães é o palhaço Zabobrim, que mostra à plateia o quanto a guerra é burra - Foto: Felipe Zig

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Enquanto o Brasil pega fogo, com bombas, protestos e discursos tão inflamados quanto perigosos, o público paulistano tem a última chance de conferir um poético e político olhar para a guerra no espetáculo WWW para Freedom, do grupo Barracão Teatro, no CIT-Ecum, em São Paulo. A montagem, um divertido e comovente monólogo com o palhaço Zabobrim, personagem criado pelo artista Esio Magalhães, encerra temporada no próximo domingo (23). Leia a crítica:

Ésio Magalhães é o palhaço da nossa geração

Talento genuíno para o humor é coisa rara. Divertir, de verdade, uma plateia, enquanto a faz refletir é dádiva que poucos artistas conseguem levar a contento. Pois Esio Magalhães é um dos grandes do humor brasileiro.

Na pele do palhaço Zabobrim, o ator surge no palco em WWW para Freedom, espetáculo concebido e dirigido por ele. Com dramaturgia assinada com Tiche Vianna, sua companheira no Barracão Teatro, ele conta a história do palhaço enviado a uma guerra em nome da liberdade.

esio magalhaes 2 foto eduardo enomoto maio 2013 Palhaço pacifista protesta contra bombas burras

De cara limpa: Esio Magalhães atua na peça WWW para Freedom em São Paulo - Foto: Eduardo Enomoto

A montagem é um duro cutucão na invasão norte-americana ao Iraque, em 2003, quando George Bush deu a desculpa esfarrapada de que Saddan Hussein – a quem matou – estava produzindo armamentos nucleares de destruição de massa; fato jamais comprovado.

Mas o tom político da peça não é duro. Nem didático. Ele se mistura às risadas fartas da plateia, em consonância com o carisma de Esio Magalhães. Dono de invejável preparo físico e de uma autêntica percepção do outro, ele hipnotiza a todos e os conduz no caminho de seu personagem, em conflito diante do comportamento durão que o mundo bélico exige e sua real propensão à brincadeira.

O espetáculo encontrou soluções poéticas singelas e fortes, como a cena do bombardeio aéreo feita por frágeis aviões de papel que deslizam suaves pelo céu do palco.

O palhaço de Esio Magalhães brinca todo o tempo com o ridículo do homem, mostrando a real beleza que mora na simplicidade. Esio tem a magia de conseguir despertar a criança em cada um dos espectadores, sem em momento algum infantilizá-los. O que ele traz à tona é uma pureza esquecida e uma gama de valores humanistas que vêm sendo perdidos diante da crueza da vida, da parafernália tecnológica, do individualismo exarcebado, da violência.

Esio Magalhães nos mostra o quanto é bonito olhar para o outro e se importar com ele de fato. E o quanto um sorriso que brota em nossos lábios de forma genuína nos faz mais felizes. Sem sombra de dúvida, Esio Magalhães é o palhaço de nossa geração.

Leia entrevista exclusiva com Esio Magalhães

WWW para Freedom
Avaliação: Ótimo
Quando: Sexta e sábado, 21h, domingo, 20h. Até 23/2/2014
Onde: CIT – Ecum (r. da Consolação, 1623, Metrô Paulista, São Paulo, tel. 0/xx/11 3255-5922)
Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Classificação etária: 12 anos
Avaliacao Otimo R7 Teatro PQ Palhaço pacifista protesta contra bombas burras

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Foto 15 Teatro de Bonecas Zé Aires Teatro de Bonecas põe identidade em xeque

Milena Filócomo atua com Jackeline Stefanski em Teatro de Bonecas - Foto: Zé Aires

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

As atrizes Milena Filócomo e Jackeline Stefanski estarão no palco do Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, a partir desta segunda (13) na peça Teatro de Bonecas.

Concepção e dramaturgia são assinadas por Milena, que chamou Adriano Cypriano para dirigir a montagem.

A inspiração, claro, foi o espetáculo clássico Casa de Bonecas, de Ibsen.

A obra, de pegada poética, tem diálogo com a dança e traz cenas coreografadas.

Nela, as atrizes criam memórias para Nora, personagem criada por Ibsen, e discutirão o tema da identidade.

Tudo embalado pela trilha original composta por Kika. Vander Lins assina a produção geral.

Questões existenciais permeiam a encenação. O diretor, que também assina a iluminação, define sua montagem como "um espetáculo de teatro que se faz de memórias e de farrapos autobiográficos que postos juntos, em exótica coleção, tocam a audiência".

— O espectador toma como seu aquilo criado pelo artista. Imagens e histórias que de tão sinceramente humanas já não podem ter um único dono, senão toda a humanidade. E assim é com Teatro de Bonecas.

Teatro de Bonecas
Quando: Segunda e terça, 20h. 90 min. Até 4/2/2014
Onde: Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (r. Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo, tel. 0/xx/11 3288-0136)
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Classificação etária: 12 anos

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Klaviany Cozy e Aga Orimaf foto by Wesley Barba Eleito Melhor Projeto em Teatro de 2013 no R7, Vira Latas de Aluguel volta a Heliópolis

Klaviany Cozy e Aga Orimaf em cena de Vira-latas de Aluguel - Foto: Wesley Barba

Por Miguel Arcanjo Prado

Após ganhar como Melhor Projeto do Teatro R7 em 2013 em voto popular dos internautas do portal, a peça Vira-Latas de Aluguel volta ao cartaz no bairro Heliópolis, zona sul de São Paulo, no próximo sábado (11).

Daniel Gaggini assina a direção da montagem, inspirada no filme Cães de Aluguel, de Quentin Tarantino.

A obra tem atores recrutados na comunidade: Ana Carolina, Aga Orimaf, Bruno Ribeiro, Cesar Filho, Diego Renan, Eduardo Ferreira, James Calegari, Klaviany Cozy, Luciano José e PC Marciano.

A produção do espetáculo disponibiliza uma van - com lotação de 15 pessoas - que sai do Sesc Ipiranga, às 20 horas em ponto (Rua Bom Pastor, 822, São Paulo), e segue para o Metrô Sacomã (saída para a rua Bom Pastor) às 20h10, exatos dez minutos depois. O trajeto até Heliópolis dura cerca de dez minutos.

A peça começa a ser encenada dentro do veículo.

Leia a Entrevista de Quinta com Daniel Gaggini

Gaggini é velho conhecido da comunidade de Heliópolis, onde dirige o Festival Cine Favela de Cinema.

As novas sessões de Vira-Latas de Aluguel são realizadas aos sábados e domingos a partir das 20h.

Para garantir lugar na plateia, o espectador precisa reserva ingresso por telefone ou email: (11) 3141-1595 / 11 98483-8263 e viralatasdealuguel@gmail.com.

Um dos charmes da peça é fazer referência ao cotidiano de Heliópolis, como conta o diretor.

— Os personagens são moradores da região e suas histórias se confundem com a história do bairro. A forma como os moradores se comunicam é fruto de intensa pesquisa, que leva ao palco os sons das ruas, a música alta que impede de escutar qualquer outra coisa. A trama amarra no contexto questões sociais, políticas e religiosas.

Ele ainda revela que a montagem é calcada no realismo.

— Ao escolher trabalhar com uma história que se passa na comunidade, o objetivo foi integrar o espaço externo ao espetáculo. No boteco em que acontece a primeira cena, o público terá a oportunidade de assistir aos atores interpretando, mas também de compartilhar espaços com os frequentadores do lugar, ouvir a música que eles escutam, andar nas calçadas, observar como os carros disputam passagem entre as ruelas.

Bruno Ribeiro foto by Weslei Barba Eleito Melhor Projeto em Teatro de 2013 no R7, Vira Latas de Aluguel volta a Heliópolis

Bruno Ribeiro em cena do espetáculo dirigido por Daniel Gaggini - Foto: Weslei Barba

Vira-latas de Aluguel
Quando: Sábado e domingo, 20h. Até 9/2/2013
Onde: Cine Favela (r. do Pacificador, 288, Heliópolis, São Paulo, tel. 0/xx/11 3141-1595)
Quanto: Grátis (peça para apenas 21 pessoas; reservas no e-mail viralatasdealuguel@gmail.com)
Classificação etária: 16 anos

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Armadilhas Brasileiras foto de José Romero Cia. do Feijão faz temporada gratuita em São Paulo do espetáculo Armadilhas Brasileiras

Armadilhas Brasileiras: de volta a SP após percorrer seis capitais brasileiras - Foto: José Romero

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A Cia. do Feijão marcou para o dia 18 de janeiro de 2014 a reestreia em São Paulo do espetáculo Armadilhas Brasileiras.

Após a primeira estreia na capital paulista, em abril do ano passado, a montagem caiu na estrada.

Esteve em Natal, Recife, João Pessoa, Brasília, Goiânia e Rio de Janeiro.

A nova temporada, na sede do grupo, na República, tem entrada gratuita.

Pedro Pires assina a direção e também a dramaturiga, feita com Zernesto Pessoa.

No palco, estão os atores Fernanda Haucke, Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Guto Togniazzolo e Vera Lamy.

O enredo conta a história de um grupo de artistas que preparam um espetáculo sobre a influência da Crise de 1929 nos trabalhadores brasileiros.

Armadilhas Brasileiras
Quando:
Sábado, 21h, domingo e segunda, 20h. 120 min. Até 17/3/2014
Onde: Companhia do Feijão (r. Dr. Teodoro Baima, 68, metrô República, São Paulo, tel. 0/xx/11 3259-9086)
Quanto:
Grátis (distribuição de entradas por ordem de chegada uma hora antes, não há reservas)
Classificação etária:
14 anos

 

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circo duba becker Palhaço abandona circo e se perde na metrópole em O Circo de um Homem Só, da Cia. Suno

Duba Becker vive palhaço perdido na metrópole no espetáculo O Circo de um Homem Só - Foto: André Scatolin

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Este janeiro será mês do riso no Espaço dos Parlapatões, em São Paulo.

Entre 8 e 29 de janeiro de 2014, fica em cartaz no famoso palco da praça Roosevelt o espetáculo O Circo de um Homem Só, com o artista Duba Becker.

Além de acróbata e malabarista, na obra da Cia. Suno, Becker é um palhaço que se aventura na metrópole, após deixar um circo.

A direção é de Helena Figueira e, a produção, de André Moretti.

Duba Becker tem currículo extenso e já se apresentou em países como Alemanha, Argentina, Chile, Portugal e Itália.

O Circo de um Homem Só
Quando: Quartas, 21h. 50 min. Até 29/1/2014
Onde: Espaço dos Parlapatões (praça Roosevelt, 158, metrô República, São Paulo, tel. 0/xx/11 3258-4449)
Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Classificação etária: Livre

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