Posts com a tag "o retrato do bob"

juliana lourencao bob sousa O Retrato do Bob: Juliana Lourenção, bonequinha de luxoFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A atriz Juliana Lourenção é de Florianópolis, mas, aos poucos, começa a conquistar São Paulo, onde se formou no Teatro-Escola Célia Helena. Em sua terra natal, dançou no Jovem Ballet de Santa Catarina, com direção de Bárbara Rey, e também atuou na peça Quatro, do Grupo Círculo, dirigido por Christiano Scheiner. Além de manter a velha paixão com a dança, gosta de transitar entre o teatro e o cinema. Assim, está tanto no Grupo de Cinema Ap43, dirigido por Nara Sakarê, quanto no teatral Grupo Instante, dirigido por Paulo Marcello. E ainda encontra tempo para participar do Coletivo Zimbabwe, que prepara nova peça para setembro no Núcleo Artístico Pedro Costa, no Bixiga. A moça, que tem este rosto eternizado por Bob Sousa, delicado como o de Audrey Hepburn, está só começando...

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sabato magaldi foto bob sousa8 O Retrato do Bob: Sábato Magaldi, o imortalFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Sábato Magaldi é um dos maiores críticos  e pensadores da história do teatro brasileiro. É considerado a maior referência sobre a obra de Nelson Rodrigues. Desde 1994, ocupa a cadeira 24 da Academia Brasileira de Letras. Mineiro de Belo Horizonte, onde nasceu em 9 de maio de 1927, formou-se em direito pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e também estudou estética na Sorbonne, em Paris. Começou na crítica teatral no Rio, no Diário Carioca, em 1950. Três anos depois, atendeu ao convite de Alfredo Mesquista para dar aula de história do teatro brasileiro na EAD (Escola de Arte Dramática), em São Paulo, cidade na qual vive e onde foi retratado por Bob Sousa, em sua casa, no bairro Higienópolis. No mesmo período em que começou a lecionar na EAD, foi redator e repórter teatral do Estadão, que tinha como crítico Décio de Almeida Prado. Depois, assumiu a crítica do extinto Jornal da Tarde, onde ficou até se aposentar, em 1988. É doutor pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (Universidade de São Paulo) e professor emérito da Escola de Comunicações e Artes desde 2000. É mesmo um imortal.

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maria thereza vargas foto bob sousa4 O Retrato do Bob: Maria Thereza Vargas, memória viva do teatro brasileiroFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Maria Thereza Vargas cuida do teatro brasileiro como uma mãe a um filho querido. Uma das principais pesquisadoras de nosso palco, viveu neste ano de 2014 a glória de ser condecorada com o Grande Prêmio da Crítica da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) pela sua dedicação às artes cênicas e pelo livro Cacilda Becker - Uma Mulher de Muita Importância, lançado pela Imprensa Oficial. Paulistana, a estudiosa se formou em dramaturgia e em crítica teatral pela EAD (Escola de Arte Dramática), onde também coordenou a secretaria. Já atuou em variados órgãos de preservação da nossa cultura e lançou obras de referência sobre o nosso teatro, como Cem Anos de Teatro em São Paulo, em parceria com o crítico Sábato Magaldi. Afinal, Maria Thereza Vargas é a memória viva de nosso teatro.

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thiago liberdade magiluth foto bob sousa8 O Retrato do Bob: Thiago Liberdade, o fim e o início do Grupo Magiluth
Foto de BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Thiago Liberdade é onde começa e termina o Magiluth, principal grupo teatral surgido em Pernambuco nos últimos tempos. Nascido no Rio, filho de um pernambucano e de uma maranhense, chegou ao Recife com oito anos. Hoje, é pernambucano nato. Começou no teatro por acaso, na montagem que a irmã fazia na escola: Sonho de Uma Noite de Verão, de William Shakespeare. Não parou mais. No vestibular, marcou artes cênicas e entrou para a UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). Em 2004, fundou o Magiluth com outros três amigos do curso. No nome, as iniciais de cada um. Logo o grupo cresceu, Thiago foi fazer intercâmbio em Portugal, voltou e resolveu que queria cursar design. Em março de 2010, pediu para sair e se concentrar no novo curso. Justamente neste período, o Magiluth circulou pelo Brasil e ganhou reconhecimento nacional. Viu tudo, de longe. Quando voltaram ao Recife, em 2012, para a apresentação consagradora no Teatro Santa Isabel de Viúva, porém Honesta, de Nelson Rodrigues, Thiago chorou como um menino. No dia seguinte, escreveu uma emocionada carta pedindo para voltar. Foi aceito de cara. Desde então, é responsável pela comunicação e arte gráfica do grupo, uma das melhores do teatro brasileiro contemporâneo. Competente nos bastidores, volta aos palcos aos poucos: já fez algumas substituições em turnês e estará no elenco da nova peça, prevista para estrear em 2015. Não se considera o filho pródigo do Magiluth: “Porque, mesmo de longe, sempre estive presente”, diz. E sabe que sua presença, hoje, é imprescindível: “A gente se mata e renasce todos os dias. Por isso temos unidade. Porque amamos fazer teatro”.

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dan stulbach foto bob sousa1 O Retrato do Bob: Dan Stulbach, o homemFoto de BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O ator paulistano Dan Stulbach no momento é ninguém menos do que Deus nos palcos. Ele vive o Todo-Poderoso na peça Meu Deus!, em cartaz no Teatro Faap até 27 de julho. Na obra, contracena com a grande atriz Irene Ravache. Apesar do papel nas alturas, Dan gosta da simplicidade. Afinal, começou nos bastidores do teatro, fazendo funções técnicas e conquistou, degrau por degrau, o posto de destaque que hoje ocupa na dramaturgia brasileira, seja nos palcos, cinema, televisão ou como diretor do Teatro Eva Herz da Livraria Cultura. É formado em atuação na EAD (Escola de Arte Dramática) da USP e também concluiu o curso de comunicação social da ESPM. Não à toa, tem se saído muito bem como comunicador, seja em seu programa de rádio ou cobrindo a Fátima Bernardes nas manhãs da Globo. Mas, a praia onde se sente em casa, é mesmo o teatro. Tanto que foi retratado pelo nosso Bob Sousa no CPT (Centro de Pesquisa Teatral), grande templo teatral paulistano do mestre Antunes Filho. Em foco, mais do que o artista, o grande homem.

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rafaela cassol foto bob sousa 2014 O Retrato do Bob: Rafaela Cassol, gaúcha no teatroFoto de BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Rafaela Cassol é gaúcha de Três de Maio, mas já está mais paulistana do que nunca, apesar do chimarrão sempre debaixo do braço, como gosta de dizer. Formada em teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, deu os primeiros passos na carreira em Porto Alegre, sob comando do diretor Bob Bahlis. Na mesma época, integrou a turma da Casa de Cinema de Porto Alegre em diversas produções. Em São Paulo, atuou no espetáculo Policarpo Quaresma, sob comando do mestre Antunes Filho. Depois, em 2011, se aventurou na Barra Funda, integrando o elenco da montagem Mormaço, texto do mineiro Ricardo Inham com direção de Zé Henrique de Paula no charmoso Teatro do Núcleo Experimental. Posou para o nosso Bob Sousa cheia de atitude. Está certíssima a guria.

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Antonio  Fagundes foto bob sousa O Retrato do Bob: Antonio Fagundes, pés no teatro
Foto de BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Com Tribos, produzida por ele e na qual atua ao lado de seu filho, Bruno, o ator Antonio Fagundes demonstra seu amor pelo teatro. A peça faz sucesso no Tuca, em São Paulo, cidade para onde se mudou com os pais aos oito anos e que foi fundamental na formação do artista consciente que é. Começou no teatro estudantil em 1963 e, em 1967, quando a ditadura começava a ficar cada vez mais feroz, entrou para o elenco do histórico Teatro de Arena. Dois anos depois, foi para a extinta TV Tupi. Aos poucos, foi se tornando um dos rostos mais conhecidos da teledramaturgia. Em 1969, fez a emblemática montagem de Hair, de Gerome Ragni e James Rado, com Ademar Guerra. Trabalhou depois com diretores como Antônio Bivar, Fernando Torres, Paulo José, Flávio Rangel, Jorge Takla, Bibi Ferreira e Ulysses Cruz, entre outros. Na Globo, está desde 1976, quando integrou o elenco de Saramandaia. Três anos depois, fez sucesso ao lado de Stenio Garcia no seriado Carga Pesada, no ar entre 1979 e 1981, e que foi retomado entre 2003 e 2007. Apesar do estrelato, Fagundes jamais perdeu o vínculo com a turma do teatro paulistano. Exemplo disso é sua participação no seriado Mundo da Lua, no começo dos anos 1990, na TV Cultura, ao lado de nomes como Gianfrancesco Guarnieri, seu antigo companheiro no Arena. Considerado um dos grandes galãs da TV, Fagundes não se deslumbrou e é defensor de sua profissão. Fez questão de receber o nosso Bob Sousa em casa. Inteligente, mantém os pés no teatro.

Tribos

Quando: Sexta e sábado, 21h30; domingo, 18h. 100 min. Até 27/7/2014
Onde: Tuca (R. Monte Alegre, 1024, Perdizes, São Paulo, tel. 0/xx/11 3670-8455)
Quanto: R$ 70 (sex. e dom.) e R$ 80 (sáb.)
Classificação etária: 14 anos

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marcos loureiro foto bob sousa O Retrato do Bob: Marcos Loureiro, por perto
Foto de BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O paulistano Marcos Loureiro começou ator e hoje é muito mais diretor. Deu seus primeiros passos nas artes cênicas tendo aulas com professores lendários do Teatro Escola Macunaíma. Gente do cacife de Myriam Muniz, Klauss Vianna, Antunes Filho e Fauzi Arap. Este último foi quem o encaminhou à direção, de forma certeira. Juntos, dirigiram Chorinho, sucesso nos palcos com Claudia Mello, Caio Blat e, depois, Denise Fraga. No momento, dá vida ao texto de um outro ex-professor seu, Plínio Marcos, um de seus dramaturgos preferidos. Assina a direção de mais uma montagem para Navalha na Carne, no Teatro da Garagem. Habitué da praça Roosevelt, reduto do teatro alternativo paulistano, Loureiro conhece a noite da cidade, retratada na peça. Na metrópole que não para, coleciona sucessos, como Hotel Lancaster, com Mario Bortolotto, e A Louca de Chaillot. com Cleyde Yáconis. Afinal, quando o assunto é teatro, Marcos Loureiro está sempre por perto.

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phedra cordoba bob sousa4 O Retrato do Bob: Phedra D. Córdoba, fundamental

Atriz dos Satyros, Phedra D. Córdoba faz 76 anos: diva dos palcos alternativos - Foto: Bob Sousa

Fotos de BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

26 de maio é data especial no teatro brasileiro. Dia de celebrar uma de nossas maiores divas. Afinal, é aniversário de Phedra D. Córdoba, a cubana que se converteu no maior nome dos palcos alternativos deste País. Phedra é Havana, é Walter Pinto, é calle Corrientes, é Medieval, é Nostro Mundo, é Homo Sapiens, é a árvore mais frondosa da Praça Roosevelt, pertence ao público. Phedra faz 76 anos. Merece mimos, carinhos e elogios. Porque conserva uma energia de menina. Quem duvida, vá vê-la cantar Beatles no Espaço dos Satyros 1, na peça Não Morrerás, da qual é estrela absoluta. Porque Phedra não sai do cartaz. Tem carisma de sobra. Tem técnica. Tem viço. Tem bom gosto. Tem elegância sutil. Tudo com seu sotaque gostoso de ouvir. É claro que ela teria de posar para o nosso Bob Sousa em data tão nobre. E em dose dupla. Porque Phedra D. Córdoba é fundamental.

phedra cordoba bob sousa11 O Retrato do Bob: Phedra D. Córdoba, fundamental

Phedra D. Córdoba, aos 76 anos: energia e carisma de uma eterna menina - Foto: Bob Sousa

Saiba mais sobre Phedra D. Córdoba!

Leia também: Brasil abre o palco para teatro da América Latina

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Foto de BOB SOUSA 
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

laura cardoso foto bob sousa O Retrato do Bob: Laura Cardoso, artista de respeito

Laura Cardoso: aos 86 anos, ela segue encantando o público diariamente - Foto: Bob Sousa

Qual atriz de 86 anos está por aí, trabalhando como uma menina e arrebatando espectadores diariamente?  Pois a paulistana Laura Cardoso faz tudo isso e muito mais. Não é à toa que esta mulher formidável se tornou uma das artistas mais admiradas e cultuadas pelo público brasileiro, seja no teatro, no cinema ou na televisão. E os paulistanos ainda têm a chance de vê-la de perto, no palco, até o próximo dia 25 de maio. Afinal, ela é estrela da peça A Última Sessão, sucesso no Teatro Shopping Frei Caneca. Laura é uma espécie de mestre de cerimônia do espetáculo escrito e dirigido por Odilon Wagner que traz no elenco mestres veteranos de nossas artes cênicas. Defensora ferrenha da liberdade e do pensamento inteligente, Laura faz sempre questão de dar dicas preciosas aos jovens. Porque tem frescor, como demonstra nesta pose para o nosso Bob Sousa. Afinal, referência incontestável, Laura Cardoso é artista de respeito.

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