Posts com a tag "o retrato do bob"

matias umpierrez foto bob sousa O Retrato do Bob: Matías Umpierrez, solidão que nadaFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Matías Umpierrez conquista o público paulistano com seu projeto TeatroSOLO. Até setembro, ocupa variados espaços da cidade com espetáculos escritos e dirigidos por ele e que são vistos por apenas um espectador por sessão. Para o diretor, a solidão não é algo terrível, mas, sim, uma capacidade de comunicação e reflexão mais íntima. Além da terra natal, Buenos Aires, seu projeto já aportou em Nova York e na Espanha. O portenho já fez teatro, televisão e cinema em seu país. De 2007 até este ano, coordenou a área teatral do Centro Cultural Rojas, da Universidade de Buenos Aires. Posou para o nosso Bob Sousa com ar de que aprender a ser só nem sempre precisa ser um problema.

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nydia licia foto bob sousa3 O Retrato do Bob: Nydia Licia e seus fantasmasFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Ninguém se Livra de Seus Fantasmas. Foi este o título que a atriz Nydia Licia escolheu para a sua autobiografia, lançada pela Editora Perspectiva. Afinal, a fina flor do teatro brasileiro passou por sua trajetória. Aos 88 anos, esta italiana nascida em Trieste no dia 30 de abril de 1926 é uma das bases de nosso teatro. E também sua memória viva. Memória esta que compartilha em livros fundamentais, como as biografias de Raul Cortez, Rubens de Falco e Sérgio Cardoso, além de Eu Vivi o TBC, todos lançados pela Imprensa Oficial. De família judia, chegou ao Brasil em 1939, fugindo dos horrores do nazi-fascismo. Após participar do Grupo de Teatro Experimental, de Alfredo Mesquita, entrou para o TBC (Teatro Brasileiro de Comédia) em 1950, quando substituiu Cacilda Becker na peça Nick Bar... Álcool, Brinquedos, Ambições dirigida por Adolfo Celi. Casou-se com o ator Sérgio Cardoso, ao lado de quem em 1953 abriu a Cia. Nydia Licia-Sergio Cardoso. Nos anos 1960, já separada, assumiu suas próprias produções. A partir dos anos 1970 se dedicou ao teatro infantil. Nas décadas seguintes, tornou-se uma das mais conceituadas professoras e pesquisadoras do teatro brasileiro. Posou para nosso Bob Sousa com a serenidade de quem não tem medo de fantasmas; muito pelo contrário, os domina como ninguém.

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debora rebecchi bob sousa 1 O Retrato do Bob: Debora Rebecchi, desafiadoraFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A atriz Debora Rebecchi se prepara para fazer sua primeira novela, a próxima do horário das 19h da Globo, Alto Astral. Fará Liz, personagem filha dos atores Edson Celulari e Silvia Pfeifer. Cria do teatro paulistano, é formada pela EAD (Escola de Arte Dramática) da USP (Universidade de São Paulo). Nos cinemas, além de ter atuado em mais de dez curtas, fez também o longa-metragem Satyrianas, 78 Horas em 78 Minutos. Já foi dirigida por nomes poderosos da cena, como Celso Frateschi, Roberto Audio, Vladimir Capella e Bete Dorgam, entre outros. Na TV paga, em 2015, estará no elenco de uma série. Posou para nosso Bob Sousa cheia de atitude. Pelo jeito, a atriz não teme desafios.

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chiquinho foto bob sousa7 O Retrato do Bob: Francisco Medeiros, mestre queridoFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O paulistano Francisco Medeiros, ou Chiquinho para os mais íntimos, acaba de encerrar o ciclo como coordenador do curso de atuação da SP Escola de Teatro. Ele, que já passou também pela ELT (Escola Livre de Teatro) de Santo André e pela EAD (Escola de Arte Dramática), passa a olhar atentamente sua carreira de diretor. O que faz muito bem, afinal é um dos grandes nomes do teatro. Formado em direção teatral pela Universidade de São Paulo, integrou os grupos de dança Stagium e da lendária bailarina e coreógrafa Ruth Rachou. Estreou como diretor em 1972, com Fando e Lis, de Fernando Arrabal. Em 1984, causou furor com Artaud, o O Espírito do Teatro e ganhou o Molière com a obra. Em 1990, fez parceria com o autor Alcides Nogueira em Antares. Em 1995, foi a vez de mergulhar em Tchekhov em A Gaivota, que marcou época no porão do Centro Cultural São Paulo. Sua carreira também coleciona experiências internacionais, como o período em que trabalhou no Theatre for Latin América de Nova York, entre 1979 e 1981, época em que teve mestres como Peter Brook. Também já atuou na imprensa como crítico de teatro para crianças no extinto Jornal da Tarde, no fim dos anos 1970. Sempre atento ao trabalho do ator, Chiquinho é um mestre querido por gerações de novos artistas que chegam ao palco.

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antonio petrin foto bob sousa2 O Retrato do Bob: Antônio Petrin, ator de qualidadeFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Aos 76 anos, o ator Antônio Petrin, nascido em Laranjal Paulista, não quer saber de pausa no trabalho. Nome forte do nosso teatro, acaba de fazer o personagem Viriato, na novela Em Família, de Manoel Carlos. Na TV, fez papeis emblemáticos, como o Tenório de Pantanal, na Manchete, em 1990. Só no SBT, atuou em dez novelas. Na Record, esteve em Marcas da Paixão, em 2000, e Essas Mulheres, de 2005. No cinema, entre outros, atuou no clássico O Beijo da Mulher-Aranha, de Hector Babenco, de 1985. É formado em 1967 pela Escola de Arte Dramática, a EAD, então dirigida por Alfredo Mesquita. Desde então, trabalhou com uma constelação de nomes dos nossos palcos: Gianni Ratto, Flávio Rangel, Ulisses Cruz, Mauro Rasi, José Renato, Marcio Aurélio, Sérgio Ferrara, Francisco Medeiros, Roberto Bomtempo, Roberto Lage e Alexandre Reinecke, entre outros. Com currículo potente, vive lutando por inteligência na dramaturgia. Por essas e outras, é um ator de qualidade.

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juliana lourencao bob sousa O Retrato do Bob: Juliana Lourenção, bonequinha de luxoFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A atriz Juliana Lourenção é de Florianópolis, mas, aos poucos, começa a conquistar São Paulo, onde se formou no Teatro-Escola Célia Helena. Em sua terra natal, dançou no Jovem Ballet de Santa Catarina, com direção de Bárbara Rey, e também atuou na peça Quatro, do Grupo Círculo, dirigido por Christiano Scheiner. Além de manter a velha paixão com a dança, gosta de transitar entre o teatro e o cinema. Assim, está tanto no Grupo de Cinema Ap43, dirigido por Nara Sakarê, quanto no teatral Grupo Instante, dirigido por Paulo Marcello. E ainda encontra tempo para participar do Coletivo Zimbabwe, que prepara nova peça para setembro no Núcleo Artístico Pedro Costa, no Bixiga. A moça, que tem este rosto eternizado por Bob Sousa, delicado como o de Audrey Hepburn, está só começando...

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sabato magaldi foto bob sousa8 O Retrato do Bob: Sábato Magaldi, o imortalFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Sábato Magaldi é um dos maiores críticos  e pensadores da história do teatro brasileiro. É considerado a maior referência sobre a obra de Nelson Rodrigues. Desde 1994, ocupa a cadeira 24 da Academia Brasileira de Letras. Mineiro de Belo Horizonte, onde nasceu em 9 de maio de 1927, formou-se em direito pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e também estudou estética na Sorbonne, em Paris. Começou na crítica teatral no Rio, no Diário Carioca, em 1950. Três anos depois, atendeu ao convite de Alfredo Mesquista para dar aula de história do teatro brasileiro na EAD (Escola de Arte Dramática), em São Paulo, cidade na qual vive e onde foi retratado por Bob Sousa, em sua casa, no bairro Higienópolis. No mesmo período em que começou a lecionar na EAD, foi redator e repórter teatral do Estadão, que tinha como crítico Décio de Almeida Prado. Depois, assumiu a crítica do extinto Jornal da Tarde, onde ficou até se aposentar, em 1988. É doutor pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (Universidade de São Paulo) e professor emérito da Escola de Comunicações e Artes desde 2000. É mesmo um imortal.

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maria thereza vargas foto bob sousa4 O Retrato do Bob: Maria Thereza Vargas, memória viva do teatro brasileiroFoto BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Maria Thereza Vargas cuida do teatro brasileiro como uma mãe a um filho querido. Uma das principais pesquisadoras de nosso palco, viveu neste ano de 2014 a glória de ser condecorada com o Grande Prêmio da Crítica da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) pela sua dedicação às artes cênicas e pelo livro Cacilda Becker - Uma Mulher de Muita Importância, lançado pela Imprensa Oficial. Paulistana, a estudiosa se formou em dramaturgia e em crítica teatral pela EAD (Escola de Arte Dramática), onde também coordenou a secretaria. Já atuou em variados órgãos de preservação da nossa cultura e lançou obras de referência sobre o nosso teatro, como Cem Anos de Teatro em São Paulo, em parceria com o crítico Sábato Magaldi. Afinal, Maria Thereza Vargas é a memória viva de nosso teatro.

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thiago liberdade magiluth foto bob sousa8 O Retrato do Bob: Thiago Liberdade, o fim e o início do Grupo Magiluth
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Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Thiago Liberdade é onde começa e termina o Magiluth, principal grupo teatral surgido em Pernambuco nos últimos tempos. Nascido no Rio, filho de um pernambucano e de uma maranhense, chegou ao Recife com oito anos. Hoje, é pernambucano nato. Começou no teatro por acaso, na montagem que a irmã fazia na escola: Sonho de Uma Noite de Verão, de William Shakespeare. Não parou mais. No vestibular, marcou artes cênicas e entrou para a UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). Em 2004, fundou o Magiluth com outros três amigos do curso. No nome, as iniciais de cada um. Logo o grupo cresceu, Thiago foi fazer intercâmbio em Portugal, voltou e resolveu que queria cursar design. Em março de 2010, pediu para sair e se concentrar no novo curso. Justamente neste período, o Magiluth circulou pelo Brasil e ganhou reconhecimento nacional. Viu tudo, de longe. Quando voltaram ao Recife, em 2012, para a apresentação consagradora no Teatro Santa Isabel de Viúva, porém Honesta, de Nelson Rodrigues, Thiago chorou como um menino. No dia seguinte, escreveu uma emocionada carta pedindo para voltar. Foi aceito de cara. Desde então, é responsável pela comunicação e arte gráfica do grupo, uma das melhores do teatro brasileiro contemporâneo. Competente nos bastidores, volta aos palcos aos poucos: já fez algumas substituições em turnês e estará no elenco da nova peça, prevista para estrear em 2015. Não se considera o filho pródigo do Magiluth: “Porque, mesmo de longe, sempre estive presente”, diz. E sabe que sua presença, hoje, é imprescindível: “A gente se mata e renasce todos os dias. Por isso temos unidade. Porque amamos fazer teatro”.

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dan stulbach foto bob sousa1 O Retrato do Bob: Dan Stulbach, o homemFoto de BOB SOUSA
Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O ator paulistano Dan Stulbach no momento é ninguém menos do que Deus nos palcos. Ele vive o Todo-Poderoso na peça Meu Deus!, em cartaz no Teatro Faap até 27 de julho. Na obra, contracena com a grande atriz Irene Ravache. Apesar do papel nas alturas, Dan gosta da simplicidade. Afinal, começou nos bastidores do teatro, fazendo funções técnicas e conquistou, degrau por degrau, o posto de destaque que hoje ocupa na dramaturgia brasileira, seja nos palcos, cinema, televisão ou como diretor do Teatro Eva Herz da Livraria Cultura. É formado em atuação na EAD (Escola de Arte Dramática) da USP e também concluiu o curso de comunicação social da ESPM. Não à toa, tem se saído muito bem como comunicador, seja em seu programa de rádio ou cobrindo a Fátima Bernardes nas manhãs da Globo. Mas, a praia onde se sente em casa, é mesmo o teatro. Tanto que foi retratado pelo nosso Bob Sousa no CPT (Centro de Pesquisa Teatral), grande templo teatral paulistano do mestre Antunes Filho. Em foco, mais do que o artista, o grande homem.

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