Posts com a tag "peça"

pedro garrafa Adolescentes que brigam na escola são tema da peça O Alvo; veja vídeo com diretor Pedro Garrafa

Pedro Garrafa fala da peça O Alvo: adolescentes em foco - Foto: Divulgação

O dramaturgo e diretor da peça O Alvo, em cartaz todo sábado, 17h30, no Teatro da Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi, esteve no estúdio do R7 para conversar com o colunista Miguel Arcanjo Prado sobre a montagem. Pedro Garrafa contou que a encenação é inspirada em situações de bullying e violência nas escolas, sobretudo entre adolescentes, assunto cada vez mais recorrente nos noticiários. No elenco, estão Andressa Andreato, Caroline Duarte, Julia Freire, Natalia Viviani e Kuka Annunciato. A montagem vai até 29 de agosto com entrada a R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia. Veja o vídeo:

pedro garrafa miguel arcanjo Adolescentes que brigam na escola são tema da peça O Alvo; veja vídeo com diretor Pedro Garrafa

Miguel Arcanjo Prado conversa com Pedro Garrafa sobre O Alvo - Foto: Divulgação

 

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EU E ELA 2 Cláudia Mauro enfrenta barata gigante em reestreia

Eu e Ela com Cláudia Mauro - Foto: Divulgação

Do R7

Sozinha no meio da noite, uma mulher solitária aguarda notícias do marido, monitora os passos da filha adolescente por telefone e resolve problemas do trabalho até receber uma visita inesperada: uma barata gigante. O confronto entre ela e o inseto é o mote do espetáculo Eu e Ela, com texto de estreia no teatro do escritor e jornalista Guilherme Fiúza.

— Essa história, mais do que uma comédia rasgada, é uma crônica sobre a solidão feminina. A relação das mulheres com a barata sempre me chamou atenção. É mais do que nojo e medo. É quase um fetiche ao contrário. A peça não é cabeçuda, é prosaica. O simbolismo brota da banalidade. O teatro é o mais poderoso para você arbitrar aquela situação limite e aprisionar toda a plateia naquela situação.

O espetáculo tem direção de Ernesto Picollo e mostra um divertido e angustiante encontro. Cláudia Mauro é Helena, a protagonista que fica histérica com a chegada da barata e que passa a refletir sobre o fracasso de seu casamento, a insatisfação com o emprego e consigo.

— Tive uma identificação muito rápida com a personagem e com o texto do Guilherme, que é genial! Confio nele e gosto de tudo o que ele escreve. Me sinto muito à vontade em cena. E trabalhar com o Neco [Picollo] é maravilhoso. É um diretor muito criativo, sensível, cuidadoso e com muito bom-humor. Uma pessoa que gosta de rir! Um diretor que sabe se comunicar muito bem com o público, que faz o texto chegar da melhor maneira possível. Era tudo o que eu queria e precisava nesse momento da minha vida. Me sinto preparada pra isso.

O espetáculo ganha tons nonsense com a participação especial dos atores Stella Brajterman e Andre Dale que se desdobram em papéis divertidos como o porteiro Seu Zé, os policiais acionados para exterminar o inseto e até a presença física da própria barata.

Fiúza teve a ideia do argumento em 2013 e mencionou-a casualmente numa conversa com Maitê Proença, que se tornou incentivadora do projeto e ajudou a produzi-lo. O autor contou ainda com o apoio dos diretores Moacyr Góes e Domingos de Oliveira, primeiros leitores do texto. Segundo o autor do texto, talvez tudo não fosse além de um papo doido entre amigos sem a chegada da produtora Renata Paschoal: “Ela acabou com a conversa fiada e concretizou o projeto”.

Eu e Ela
Quando: reestreia dia 29 de maio. Quinta a sábado, 21h, domingo, 20h. Até o dia 21/6/2015
Onde: Teatro Vanucci (r. Marquês de São Vicente, 52, Gávea. Rio de Janeiro. Informações: 0/xx/21 2274-7246)
Quanto: R$ 70 a R$ 80
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos

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FOTO 4 Entrevista de Quinta   Teatro é encontro de seres que se escutam, diz Rodrigo Spina

Rodrigo Spina dirige peça de autor romeno com grupo Os Barulhentos em SP- Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O nome do espetáculo é longo. Mas, as referências são muitas.

Aqui Estamos com Milhares de Cães Vindos do Mar é a nova peça da Cia. Os Barulhentos, com direção de Rodrigo Spina, em cartaz no Espaço Elevador, em São Paulo [veja serviço ao fim].

O espetáculo saiu do livro Cuidado com as Velhinhas Carentes e Solitárias, do autor romeno contemporâneo Matéi Visniec, radicado na França desde 1987.

A trupe, que fez sucesso nos palcos em 2013 com Muito Barulho por Nada, agora investiga solidão humana no mundo contemporâneo, num mundo cada vez mais tecnológico e vazio de sentidos, onde o privado e o público se misturam com facilidade, gerando angústia constante.

A encenação é um compilado de 15 peças curtas, que se entrecruzam. Para fazer a colcha de retalhos cênica dar certo, o diretor utilizou os conhecimentos que tem em teatro e em cinema.

No elenco estão Cadu Cardoso, Clara Rocha, Domitila Gonzalez, Gustavo Pompiani, Lia Maria, Lucas Horita, Lucas Paranhos, Marina Campanatti, Murilo Zibetti e Pedro Camilo.
Nesta Entrevista de Quinta ao Atores & Bastidores do R7, Rodrigo Spina descortina um pouco da obra e de sua carreira. Formado em cinema pela ECA-USP e mestre em artes pela Unicamp, onde é doutorando em artes da cena, ele conta, entre outras coisas, que seu diretor preferido é o italiano Fellini: "Pois sua arte sonha".

Leia com toda a calma do mundo.

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Roupas espalhadas: peça tem instigante cenário criado por Moshe Motta - Foto: Valérie Mesquita

MIGUEL ARCANJO PRADO — Rodrigo, fiquei sabendo que sua peça está toda em tons de cinza; por quê?
RODRIGO SPINA — Ao começarmos a ensaiar a peça, senti que as cenas deveriam ser realistas, críveis, porém com algum tipo de estranhamento, algo que deixasse o espectador com uma sensação esquisita. Assim, ao ver uma realidade fidedigna à sua frente, porém sem cor, o espectador, como alguns já relataram inclusive, tem a sensação de que algo de sua percepção visual foi modificada ou está falha, alguma coisa está fora da ordem comum – conteúdo de todas as cenas do espetáculo.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Interessante esta provocação estética.
RODRIGO SPINA — Diferentemente do cinema em preto e branco, que resulta nessa qualidade visual pela captação ou por filtros colocados a posteriori, o teatro completamente em tons de cinza, gera uma sensação de deslocamento da realidade, pois vemos um ator vivo em cena, na nossa frente e sem cor alguma – de acordo com o que Visniec tem no cerne de sua dramaturgia: o estado de coma do mundo contemporâneo, onde estamos cada vez mais acostumados a ver uma vida (?) tornando-se pasteurizada, com menos nuances de cores e sentimentos.

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Falta de cores foi opção estética do diretor - Foto: Valérie Mesquita

MIGUEL ARCANJO PRADO — Que poético isso que falou. É por aí mesmo... Mudando de assunto: você se formou em cinema e artes cênicas. Misturou as duas artes na peça?
RODRIGO SPINA — Como diretor, eu conduzo a obra teatral como algo audiovisual, uma combinação de imagens cênicas e sons. Obviamente, essas imagens cênicas são construídas pelos atores, que são ocentro nervoso do teatro, e o sons são combinações de suas vozes, ruídos, as trilhas musicais e seus silêncios. Como sou preparador vocal em teatro e professor de voz para atores, priorizei a aproximação dos atores às palavras de Visniec, a construção de suas imagens internas em seus próprios corpos. Assim, esses atores, jovens brasileiros, poderiam – pela palavra – instaurar questões da guerra do Leste Europeu, por exemplo.

MIGUEL ARCANJO PRADO —Você fez doutorado na Unicamp sobre voz do ator?
RODRIGO SPINA — Meu doutorado foca em estudar a qualidade da escuta do ator e como ela desemboca em sua expressão vocal, ou seja, quero tirar das mãos do ator a exigência de uma impecabilidade fono-articulatória e colocar toda sua atenção no que ele escuta do outro, pelo jogo cênico. Assim, sua voz será resultado de trocas sensíveis entre os interpretes e não de um treinamento isolado e tecnicista.  Sinto que é momento de voltarmos a ter no jogo dos atores a maior fonte fomentadora da cena teatral e não partir das aptidões trabalhadas apartadas de um todo, em busca de um perfeccionismo esvaziado de histórias e cicatrizes.

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Peça é compilado de 15 cenas curtas que se entrecruzam - Foto: Valérie Mesquita

MIGUEL ARCANJO PRADO — Voltando à peça, em que mais ter feito cinema lhe ajudou na direção?
RODRIGO SPINA — Outra vantagem em ter estudado cinema, foi poder “montar” as cenas soltas num fio narrativo – o conhecimento de edição cinematográfico foi muito usado neste espetáculo – quadros de imagens que se resignificam por seu contexto. Por exemplo: um casal discutindo sua relação depois do sexo é totalmente redimensionado, pois é uma ação simultânea a um menino aprendendo a matar pessoas numa fronteira. Como a peça é composta de 14 cenas curtas encadeadas e simultâneas, o espetáculo torna-se um “filme multiplot”, desses que contem várias narrativas entrecortadas.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Como você escolheu o texto?
RODRIGO SPINA — Esse texto surgiu depois de um passeio por uma livraria em São Paulo, onde vi a coleção do Visniec publicada. Vendo os títulos, um deles chamou minha atenção: Cuidado com as Velhinhas Carentes e Solitárias. Ao pegar o livro e começar a ler, não consegui parar, levei ao grupo e todos se apaixonaram pelas cenas e começamos a montar a peça.

aquiestamos4 Entrevista de Quinta   Teatro é encontro de seres que se escutam, diz Rodrigo Spina

"Teatro é encontro de seres que se escutam", diz Rodrigo Spina - Foto: Valérie Mesquita

MIGUEL ARCANJO PRADO — Como se aproximou do autor, Matéi Visniec?
RODRIGO SPINA — Procurei Visniec virtualmente e encontrei-o pelo Facebook. Ele sempre foi muito solícito conosco e ajuda a divulgar sempre que possível. Enviei fotos do espetáculo para ele explicando como tinha feito o encaixe das cenas e as opções estéticas e ele respondeu: “Esse é o tipo de teatro que eu realmente gosto.” Obviamente, fiquei extremamente feliz, pois sinto que existe um encontro muito profícuo entre nós — os Barulhentos e suas palavras.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Você também é ator da Cia. Elevador Panorâmico. Como é agora estar no papel de diretor com o grupo Barulhentos?
RODRIGO SPINA — Aprendi a fazer teatro no Elevador. É impossível dizer o contrário. E fazer teatro de grupo – passando por todos setores – montei cenário, operei som e luz, fiz faxina e reformas na sede do grupo e também atuei... [risos]. Meu diretor, o Marcelo Lazzaratto, é meu grande orientador na vida artística. Ele sempre acompanha os processos que dirijo e problematiza algumas escolhas, sugere soluções. Enfim, sinto que o Lazzaratto é um avô artístico dos Barulhentos.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Dirigir mudou algo em você?
RODRIGO SPINA — Poder dirigir um grupo de atores tem transformado minha própria vida no palco, pois a maneira com que você esclarece alguma cena a um ator ou conduz o mesmo a fazer certa coisa faz com que você tenha que esclarecer procedimentos de criação de imaginário para si mesmo para que possa esclarecer ao outro. Assim, muito do que venho falado aos meus atores, tento colocar em prática nos espetáculos do Elevador, como ator.

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Peça discute a solidão dos seres humanos nos tempos atuais - Foto: Valérie Mesquita

MIGUEL ARCANJO PRADO — Você acha que o teatro ainda tem importância política no Brasil de hoje?
RODRIGO SPINA — Sim, eu não faria teatro se não acreditasse nisso. A cultura (e no meu caso, meu ofício o teatro) é de fundamental importância para enxergarmos a realidade como ela é. Sinto que as mídias estão cada vez mais controladoras de opiniões e por consequência, as ações dos indivíduos, às vezes, as mais absurdas. Estamos cada vez mais copiando e colando opiniões em nossos “murais” eletrônicos, distanciados cada vez mais de uma relação verdadeira com os outros.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Você tem razão.
RODRIGO SPINA — Há uma certa banalização no uso da palavra hoje em dia, e quero que meu teatro fuja disso. Peço sempre aos atores terem cuidado com a palavra dita e vivida por eles em cena, cuidado em criar as imagens potentes que elas possuem a priori, sentidos profundos e vitais. E o teatro ainda é o lugar de encontro humano, nada além disso – o encontro entre seres que se escutam, onde há lugar para troca real. Isso, de início, já pode ser uma transformação política radical, hoje em dia.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Quais são seus diretores preferidos em cinema e teatro?
RODRIGO SPINA — Meu diretor predileto é o Fellini, pois sua arte sonha. Existe algo na obra dele que cala e faz rir. Algo que é gracioso, ao mesmo tempo, totalmente silenciador. Sinto que é quase impossível colocá-lo num único gênero. E esse tipo de arte me atrai. Diretores de cinema e teatro que conseguem ser plurais – abarcando mais sensibilidades humanas do que possíveis rótulos, tornando sua arte polissêmica e abrangente. Gosto muito de cinema mudo de Chaplin e Buster Keaton, o silêncio de Bergman, as cores de Almodóvar e no teatro é inevitável dizer, mas gosto muito do trabalho do Lazzaratto, por motivos óbvios, e do Felipe Hirsch, Márcio Meirelles e o trabalho dos Clowns de Shakespeare.

Aqui Estamos com Milhares de Cães Vindos do Mar
Quando: Sábado, 20h, domingo, 19h. 110 min. Até 31/5/2015
Onde: Espaço Elevador (r. Treze de Maio, 222, Bela Vista, São Paulo, tel. 0/xx/11 3477-7732)
Quanto: R$ 30
Classificação etária: 14 anos

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recursos humanos marcela falci Competição no trabalho vira tema de peça em SP

Colegas inescrupulosos no trabalho: cena da peça Recursos Humanos - Foto: Marcela Falci

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Você tem algum colega de trabalho que é capaz de fazer qualquer coisa para se dar bem na empresa, inclusive passar por cima de você? Pois é gente assim que aparece na peça Recursos Humanos, escrita e dirigida pelo paulistano Marcos Gomes, formado em ciências sociais pela PUC-SP.

A obra se passa em um ambiente corporativo mergulhado em um regime de competitividade. Nele, trabalham cinco funcionários: o chefe, a secretária e três analistas. Estão tão alienados no trabalho que sequer sabem o que a empresa produz.

Compõemo elenco Álvaro Motta, Carla Kinzo, Marcos Gomes, Rui Xavier e Walter Figueiredo.

Entre outras coisas, a peça aborda a suspensão no tempo provocada pela alienação burocrática. Em lugar tão medonho, não é à toa que uma série de incidentes trágicos vai abalar para sempre a vida dos personagens.

Recursos Humanos
Quando: sábado, 21h, domingo, 20h. 60 min. Até 15/3/2015
Onde: Teatro Pequeno Ato (r. Teodoro Baima, 78, metrô República, São Paulo, tel. 0/xx/11 99642-8350)
Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Classificação etária: 14 anos

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perdas e ganhos Sob direção da filha Beth Goulart, Nicette Bruno expõe no palco a falta de Paulo Goulart

Nicette Bruno e a filha Beth Goulart: balanço da vida na peça Perdas e Ganhos - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Foi tarefa dificílima para Nicette Bruno encarar a partida de seu companheiro de toda a vida e grande amor Paulo Goulart, em março deste ano. Como artista, a atriz expurga no palco seus sentimentos, sob direção da filha Beth Goulart, na peça Perdas e Ganhos, com texto de Lya Luft.

A montagem foi gestada há quatro anos e contou com o apoio de Paulo Goulart para o primeiro monólogo da mulher.

A obra tem luz de Maneco Quinderé e cenário de Ronald Teixeira. Estreou em Porto Alegre e será apresentada em Curitiba neste sábado (6), 21h, e domingo (7), 20h, no Teatro Fernanda Montenegro, no Shopping Novo Batel, com entrada a R$ 80 a inteira e R$ 40 a meia-entrada.

Reflexões

O texto é repleto de emoção e também de reflexão sobre a família, a maturidade e as escolhas da vida. A obra ainda funciona como uma lição de superação diante das mudanças que o tempo traz.

Além de fazer o papel de narradora, Nicette também dá vida a três personagens da obra O Silêncio dos Amantes, também de Lya Luft, em um jogo teatral intenso.

"A vida é um processo de constantes transformações e isso nos assusta. Aprender a encontrar a força dentro de nós é uma das lições que a vida nos propõe. Às vezes precisamos perder para valorizar o que agora perdemos uma pessoa, a saúde, o emprego, amores ou a própria vida", diz Nicette.

Beth Goulart concorda: "Conhecer o pensamento de autores importantes aguça nosso próprio pensamento e amplia nosso olhar diante do mundo, da arte e do ser humano".

Depois de Curitiba, a peça segue para Campinas e Brasília. Em janeiro, estreia no Rio.

Veja as dicas da Agenda Cultural no vídeo abaixo:

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ENO 03071 Satyrianas tem peça em carro, bicicleta e guindaste

Carros estacionados na praça Roosevelt, em São Paulo, viram cenário das Autopeças - Foto: Eduardo Enomoto

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos EDUARDO ENOMOTO

Experiência de teatro intimista não faltam na Satyrianas 2014. O evento chega ao fim à meia-noite deste domingo (23), tendo exibido mais de 600 atrações com participação de 2.500 artistas.

Um dos projetos de teatro exclusivo é o Autopeças. Nele, após pegar ingresso para as disputadas sessões na bilheteria da praça Roosevelt, ao preço de pague quanto puder, os espectadores têm a chance de vivenciar uma experiência única: ver peças encenadas dentro de um automóvel ou ainda na garupa de uma bicicleta, como acontece na peça Volume Morto, escrita por Zen Salles. Na obra, o ator Adriano Carmona levará apenas um espectador em sua bicicleta pelas ciclovias do centro paulistano, tudo devidamente filmado e depois disponibilizado pela internet. Tem sessão única neste domingo (23), às 19h.

Em A Inevitável Seita do Vazio, os atores Marcio Tito Pellegrini, Lívia Carvalheiro e Malu Rodrigues, também autores e diretores da obra, abordam o desconforto que muitos sentem quando chega o fim do ano e surge aquele enorme vazio no peito. A apresentação é neste domingo (23), às 21h.

Corpos, peça escrita pelo dramaturgo Afonso Jr. de Lima, questiona o lugar do homem no mundo contemporâneo a partir do corpo em experiência, com atuação e direção de Léo Kildare Louback e Juan Manuel Tellategui. Tem sessões neste domingo (23), às 18h30, 19h, 19h30 e 20h.

Também foram apresentadas nas Satyrianas 2014 as autopeças Alfred, com texto e direção de Danilo Dal Lago e Fábio Melo, com atuação de Camilo Schaden, Leonardo Oliveira e Felipe Ferracioli; e também De Quem Você Ri, com texto de Célia Regina Forte e direção de Henrique Mello e Thiago Mendonça, com Dani Moreno e Julia Bobrow no elenco.

ENO 00551 Satyrianas tem peça em carro, bicicleta e guindaste

Guindaste do Grupo Sensus é atração concorrida na Satyrianas - Foto: Eduardo Enomoto

15 metros de altura

Além de carro e bicicleta, um guindaste com dois artistas do Grupo Sensus chamou a atenção do público na praça Roosevelt.

Ele elevou um espectador de cada vez, vendado, a 15 metros de altura, enquanto ouvia um texto exclusivo. A exclusividade fez dela uma das atrações mais concorridas da Satyrianas 2014.

ENO 00481 Satyrianas tem peça em carro, bicicleta e guindaste

Guindaste eleva público a 15 metros de altura: Grupo Sensus na Satyrianas 2014 - Foto: Eduardo Enomoto

Veja a cobertura completa do R7 na Satyrianas

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 Vídeo: Homofóbico persegue casal de lésbicas em peça; veja entrevista com atriz Ana Paula Grande

Peça Tem Alguém que Nos Odeia mostra casal de lésbica cercado pelo ódio: elenco tem as atrizes Bruna Anauate e Ana Paula Grande no Teatro da Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi - Foto: Pedro Karg

A atriz Ana Paula Grande esteve no estúdio do R7 para conversar com o colunista Miguel Arcanjo Prado. Ela falou sobre a peça na qual atua, Tem Alguém Que Nos Odeia, com texto de Michelle Ferreira e direção de José Roberto Jardim, em cartaz até o fim de setembro no Teatro da Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi, em São Paulo. Em pauta, uma tema mais do que atual: a homofobia. Ela contracena com Bruna Anauate, sua colega na Cia. Le Cucá; as atrizes formam um casal de lésbicas que é perseguido por um vizinho homofóbico. A entrada é R$ 60 a inteira e R$ 30 a meia-entrada. Tem sessão sábado, 20h, e domingo, 18h. Veja o vídeo com a entrevista completa:

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o beijo do homem Peça faz salada intelectual para falar do amor

Espetáculo O Beijo do Homem terá sessão grátis na Biblioteca Mário de Andrade, em SP - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A peça O Beijo do Homem é um verdadeiro mergulho em grandes nomes do pensamento e da escrita mundial.

O espetáculo será apresentado na próxima segunda (14), na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, às 19h, com entrada gratuita.

O texto da obra foi inspirado em nomes como Zygmunt Bauman, o papa polonês da pós-modernidade líquida, e o sociólogo francês e mito da semiótica Roland Barthes.

Não bastasse tanta pujança intelectual, a dramaturgia ainda tem pitadas da escritora brasileira Clarice Lispetor e do chileno Pablo Neruda e do argentino Jorge Luis Borges.

Na temática, o amor e a perda, tudo mergulhado no caos urbanos repleto de violência e vaidade.

A peça é do Núcleo C.U.L.T Dramaturgia, com direção de Ed Anderson. Estão no elenco, Marcelo Barranco, Marcos Valentim e Valéria Pedrassoli.

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BRtrans Foto Lina Sumizono alta1 BR Trans fecha temporada em SP com bate papo

Entrada grátis: cena da peça BR-Trans, que termina temporada em São Paulo - Foto: Lina Sumizono

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Após sucesso no último Festival de Curitiba, a peça BR-Trans termina curtíssima temporada gratuita em São Paulo neste sábado (28), às 20h, na Oficina Cultural Oswald de Andrade (r. Três Rios, 363, Bom Retiro, tel. 0/xx/11 3222-2662).

O espetáculo traz o ator cearense Silvero Pereira em cena. Ele também é autor do texto, dirigido por ele e Jezebel De Carli. No enredo, o universo dos transgêneros, transformistas e transexuais. Em cena, muita graça e muita tristeza também.

Neste sábado (28), data em que se comemora o Dia Internacional do Orgulho LGBT,  o público paulistano pode participar de um bate-papo com Pereira, que integra o Coletivo Artístico As Travestidas. Começa às 17h.

Ele promete responder perguntas sobre o processo criativo da peça, que contou com investigação cênica na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. As entradas tanto para o bate-papo quanto para a peça podem ser retiradas sempre meia hora antes.

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tony giusti pos man Olhar na padaria perturba homem de meia idade

O ator Tony Giusti em cena da peça Pós-Man: temporada até 29 de junho - Foto: Cosmo Anastasi

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Um olhar recebido incomoda e causa rebuliço na existência de um homem de meia idade.

Esta é a premissa da peça Pós-Man, monólogo com o ator Tony Giusti, em cartaz em São Paulo, no Top Teatro, até o fim deste mês.

A obra tem direção de Einat Falbel, eleita Melhor Atriz do Teatro R7 2012 por sua atuação em Bichado, também melhor espetáculo daquele ano.

O olhar perturbador surge de um outro homem, no dia em que o protagonista vai a uma padaria, na esquina de casa.

A partir daí, muita coisa muda em sua vida, já que ele mergulha em um verdadeiro inferno existencial.

A dramaturgia é assinada também por Giusti.

Pós-Man
Quando: Sábado e domingo, 18h. 60 min. Até 29/6/2014
Onde: Top Teatro (r. Rui Barbosa, 201, Bela Vista, São Paulo, tel. 0/xx/11 2309-4102)
Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Classificação etária: 14 anos

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