Posts com a tag "r7"

16936177541 1f35b04005 z Festival de Curitiba 2015 começa a esquentar

Beijo caliente marca a peça Vulgaridades Sublimes, apresentada no Fringe - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*

O Festival de Teatro de Curitiba 2015 já engrenou. O evento, que começou na última terça (24) e vai até o próximo dia 5 de abril, já espalhou o teatro vindo de todos os lugares do Brasil pelos quatro cantos da capital paranaense. Tem espaço para todos os tipos de peça, para todos os tipos de público. Entre os 422 espetáculos da programação, 70 são gratuitos. Então, é só ficar esperto que dá para ver teatro sem doer no bolso. O Atores & Bastidores do R7 está na cidade e selecionou algumas imagens que já mostram que o Festival de Teatro de Curitiba caminha veloz pela estrada. Ainda bem.

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Gente e bonecos: a atriz Thaís Irentti na peça Iepe, da Trupe Temdona, em Curitiba - Foto: Annelize Tozetto/Clix

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Cena de Spon Spoff Spend, apresentada no Teatro Bom Jesus - Foto: Lina Sumizono/Clix

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A atriz Suzana Faini, destaque da peça Silêncio!, apresentada no Teatro da Reitoria nesta quarta (25) e quinta (26) - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

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Rafael Gomes, diretor de Gotas D'Água sobre Pedras Escaldantes - Foto: Annelize Tozetto/Clix

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Cena da peça espanhola Uma Casa na Ásia, que reconstruiu casa de Bin Laden no palco do Sesc da Esquina - Foto: Annelize Tozetto/Clix

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Cena da peça de rua Umbigo, apresentada no Largo da Ordem - Foto: Solomon/Clix

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Cena do espetáculo de dança Cinderela, que abriu o Festival de Teatro de Curitiba 2015 com o Balé Teatro Guaíra - Foto: Annelize Tozetto/Clix

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Patrícia Machado, protagonista do espetáculo Cinderela, do Balé Teatro Guaíra, toma um cafezinho - Foto: Annelize Tozetto/Clix

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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16934904222 00dd7bb790 z Mendigo bêbado grita em peça e vira destaque em Curitiba

No palco e na plateia também: peça paulista Spon Spoff Spend mostra o cotidiano de mendigos - Foto: Lina Sumizono/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Fotos LINA SUMIZONO/Clix

Um grupo inusitado de pessoas na plateia chamou mais atenção do que o próprio espetáculo Spon Spoff Spend, que estreou no Teatro Bom Jesus, na noite desta quarta (25), no Festival de Teatro de Curitiba.

A estudante de artes cênicas Júlia de Campos Moura resolveu, em parceria com a produção da peça, levar 14 moradores de rua para ver a sessão da peça que retrata justamente esta temática.

Muita gente na plateia, ao ver os mendigos entrarem no teatro, fez cara de nojo.

Cerca de dez espectadores não suportaram ocupar o mesmo espaço que os moradores de rua e se retiraram da peça, revoltados.

Contudo, quem ficou pode ver um espetáculo à parte. Quem realmente roubou a cena foi um dos moradores de rua.

Bêbado, ele interagiu o tempo todo com a peça. Gritava alto e respondia aos diálogos dos atores, todo desinibido.

A peça é da Cia. Maracujá Laboratório de Artes, de São Paulo, com o diretor convidado Fernando Escrich.

O tema da obra é justamente a convivência em uma comunidade de mendigos, que vira tema de um filme.

Ao fim da encenação no palco curitibano, os mendigos do palco e da plateia foram fortemente aplaudidos.

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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16741945290 fa88af346f h Conheça o príncipe encantado do Festival de Curitiba

Raphael Ribeiro, o Príncipe Encantado, provoca suspiros em Curitiba - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Fotos ANNELIZE TOZETTO/Clix

Mal começou a 24ª edição do Festival de Teatro de Curitiba e já existe um príncipe encantado perambulando no maior evento teatral do País.

Por onde passa,  o moço causa suspiros nas moças — e em muitos rapazes também.

Trata-se do bailarino Raphael Ribeiro, de 27 anos, protagonista do espetáculo Cinderela, que abriu o Festival nesta terça (24) e quarta (25), no tradicional palco do Teatro Guaíra.

Na obra, o bailarino paulista vive o próprio príncipe encantado, chamado pelo roteiro de Jovem Milionário.

Raphael integra a equipe do Balé Teatro Guaíra há seis anos e o corpo de dança desde 2011.

Este não é o primeiro papel de destaque do rapaz na companhia. Ele também foi protagonista do espetáculo A Sagração da Primavera, no qual fez o papel do Sábio.

Pelo jeito, agora é que não vai faltar Cinderela em Curitiba para o moço escolher.

16739408590 be3a09906a h Conheça o príncipe encantado do Festival de Curitiba

Raphael Ribeiro beija Cinderela no espetáculo que abriu o Festival - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Colaborou André Nunes

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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Velson DSouza03398x10 low res Entrevista de Quinta   Velson D’Souza troca SP por Nova York e conquista Broadway

Ator Velson D'Souza trocou São Paulo por Nova York e não se arrepende - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O ator brasileiro Velson D’Souza realiza o sonho de muitos colegas de profissão: atualmente trabalha na Broadway, em Nova York.

O moço está no elenco da peça I Catch You Dreaming, escrita pelo porto-riquenho Rafael Albarran e que transformou-se em sucesso de público na maior cidade dos EUA, no Teatro Flamboyan.

Na obra, faz o papel de um jovem gay que tem uma família católica e se apaixona por um ator.

A carreira do rapaz em solo norte-americano é cuidada pela agente Ann Steele, além dos menagers da Richard Rosenwald Associates. Ele ainda atua com dublagens na Stewart Talent e na Abrams Agency. Inclusive foi convocado para dublar o craque Neymar na campanha mundial da Nike na última Copa.

Antes de partir para o sonho americano, Velson atuou em espetáculos como o infantil A Odisséia de Arlequino, que levou o Prêmio APCA de melhor elenco, e A Sessão da Tarde, sucesso da Cia. Teatro Rock que ganhou o Prêmio Femsa.

O Atores & Bastidores do R7  conversou com o rapaz sobre o atual momento internacional de sua carreira nesta Entrevista de Quinta. Ele confessou que o ator é mais respeitado nos EUA do que no Brasil.

Leia com toda a calma do mundo.

I Catch You Dreaming 1 Entrevista de Quinta   Velson D’Souza troca SP por Nova York e conquista Broadway

Cena da peça I Catch You Dreaming: sucesso da Broadway tem brasileiro no elenco - Foto: Divulgação

MIGUEL ARCANJO PRADO — Como foi partir para o sonho de atuar nos EUA?
VELSON D’SOUZA — Quis fazer um intercâmbio entre as duas culturas. Sempre fui fascinado pela cultura norte-americana. Quando houve a possibilidade de fazer a mudança, não pensei duas vezes. O desafio também me interessou muito.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Você pensa em voltar?
VELSON D’SOUZA — Hoje minha base é aqui em Nova York e tenho projetos neste momento que impossibilitam minha ida ao Brasil. E minha intenção é continuar fazendo o intercâmbio entre as duas culturas aqui nos EUA e executar aqui projetos culturais similares aos que fiz parte no Brasil.  Mas recebi sondagens ano passado e esse ano para projetos de cinema e teatro em São Paulo. Seria um prazer poder trabalhar em projetos no Brasil no futuro, não sei quando acontecerá. Tudo depende do projeto e se este se encaixa na agenda daqui.

I Catch You Dreaming 3 Entrevista de Quinta   Velson D’Souza troca SP por Nova York e conquista Broadway

O ator em cena de I Catch You Dreaming - Foto: Divulgação

MIGUEL ARCANJO PRADO — Como foi se adaptar a Nova York? Foi desafiante?
VELSON D’SOUZA — A adaptação leva um tempo. Nova York é uma cidade muito cara e muita gente pensa que Nova York é a Times Square, a Estátua da Liberdade, etc. Nova York é muito mais que isso. Eu acho que a adaptação à culinária e ao estilo de vida de uma cidade que move num ritmo muito superior a uma cidade como São Paulo, por exemplo, são os grandes desafios. Ah! Para brasileiros, diria que com certeza o tempo. Em Nova York você tem a experiência das quatro estações do ano ao extremo. É tremendamente quente no verão e úmido. No inverno, é intensamente frio e seco!

MIGUEL ARCANJO PRADO — Onde percebeu mais dificuldade para um ator: em São Paulo ou em Nova York?
VELSON D’SOUZA — Depende. Cada lugar tem suas dificuldades e é diferente. No Brasil, existem poucas oportunidades para o ator. Produtores sérios passam anos tentando aprovar seus projetos em leis e depois anos tentando captar o dinheiro para realização do projeto. No Brasil, não existe um sindicato sério, que lute de verdade pelo ator. Bom, existir até existe. Acho que o ator no Brasil é muito explorado e pouco reconhecido. E também parece que é cada um por si. O povo só vai ao teatro no Brasil para ver ator famoso. Talvez eu esteja sendo um pouco radical, porém, é extremamente difícil para o ator viver só disso no Brasil. Nos EUA, é um pouco diferente. O ator é muito mais respeitado. O povo vai ao teatro, e eu não estou apenas falando de Broadway. Mas tem muito teatro regional que tem casa cheia todo espetáculo. Sem contar que nos Estados Unidos existem sindicatos para cada área que protegem o ator (não somente atores mas todos envolvidos, diretores, câmera man, etc). Pra você ter uma ideia, o ator que faz um comercial que vai passar em rede nacional tem contrato supervisionado pelo sindicato , SAG-AFTRA, recebe um valor fixo para gravar o comercial, e depois, recebe um valor por cada vez que o comercial passa na TV. O ator aqui é respeitado e protegido. Seria uma maravilha se isso acontecesse no Brasil. Claro que aqui tem suas dificuldades também, porém tem muito mais oportunidades.

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16306811983 79586dc9e6 z Veja primeiras imagens do Festival de Curitiba 2015

Cena de Cinderela, do Balé Teatro Guaíra, que abriu o Festival de Curitiba - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Os maiores expoentes do teatro brasileiro rumam para a capital paranaense. Muitos, já estão por lá. Foi aberta, na noite desta terça (24), a 24ª edição do Festival de Teatro de Curitiba. A primeira peça foi uma filha da terra: Cinderela, do Balé do Teatro Guaíra, no palco mais imponente do Estado e um dos principais do País. Veja as primeiras imagens do maior evento teatral da América Latina, que, neste ano, tem 422 peças na programação até o próximo dia 5 de abril. É teatro que não acaba mais.

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Multidão comemorou o começo do principal festival teatral brasileiro em Curitiba - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

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O saguão do Teatro Guaíra ficou lotado na primeira sessão do Festival - Foto: Nilton Russo/Clix

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Fogos de artifício anunciaram o começo do Festival de Teatro de Curitiba - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

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A maior festa do teatro brasileiro coloriu o céu da capital paranaense - Foto: Nilton Russo/Clix

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Os bailarinos fizeram bonito no palco do Teatro Guaíra, em Cinderela - Foto: Annelize Tozetto/Clix

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Na manhã desta quarta (25) a peça Desvio foi encenada nas ruas curitibanas - Foto: Lina Sumizono

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O diretor do Festival de Teatro de Curitiba, Leandro Knopfholz, recebe os convidados do evento - Foto: Clix

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A peça Agnessa também foi uma das primeiras do Fringe, a mostra paralela - Foto: Nilton Russo/Clix

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O dramaturgo Samir Yazbek está em Curitiba e foi flagrado na pausa para um café - Foto: Annelize Tozetto/Clix

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E não falta teatro para os pequeninos: Abel e a Fera encantou as crianças na manhã desta quarta (25) em Curitiba - Foto: Lina Sumizono/Clix

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Espetáculo Iepe, da Trupe Temdona, foi apresentado nas Ruínas de São Francisco, nesta quarta (25), em Curitiba - Foto: Annelize Tozetto/Clix

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gambiarra29 04 3 Gambiarra faz festão para celebrar sete anos

Gambiarra faz festa na The Week para celebrar sete anos - Foto: Bruno Sagacious

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Todo domingo a turma do teatro em São Paulo tem ponto certo onde se encontrar: a Gambiarra. A festa, que atualmente acontece no Open Bar Club, em Pinheiuros, completa sete anos.

Só que a comemoração será em outro endereço. A festa será nesta sexta (27), a partir das 23h, na The Week (r. Guaicurus, 324, Lapa), outra casa que costuma receber edições especiais da noite teatral.

O ingresso é R$ 60, mas atores com DRT ou matriculado em cursos de artes pagam R$ 30. A idade mínima para entrar é 18 anos.

Na programação de aniversário, estão Simoninha e o bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, além dos DJs residentes Miro Rizzo, Taiguara Chagas, Trovão Rocha, Fabio Ock, Evelyn Cristina e Ramilson Maia.

Criada em março de 2008, a Gambiarra surgiu a partir de um almoço entre Anna Cecilia Junqueira e Alex Grulli, que resolveram profissionalizar suas famosas festas.

Logo a classe artística e nomes do jornalismo cultural passaram a frequentar a festa (e aprontar nela também). Assim, virou instantaneamente um hit de público.

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Tuca Notarnicola na festa Gambiarra: sete anos de sucesso - Foto: Bruno Sagacious

O Atores & Bastidores do R7, que inclusive comemorou seu lançamento três anos atrás justamente na Gambiarra, conversou com Tuca Notarnicola, que integra a equipe da festa. Leia com toda a calma do mundo.

MIGUEL ARCANJO PRADO — O que a Gambiarra tem de melhor?
TUCA NOTARNICOLA — A música, a alegria, a organização e o encontro de pessoas bem diferentes que lá dentro ficam iguais porque não existe nenhum tipo de preconceito.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Como a Gambiarra conseguiu renovar seu público ao longo destes sete anos?
TUCA NOTARNICOLA — As redes sociais ajudam, e muito, a despertar a curiosidade em quem não conhece a festa. E isso a equipe da Gambiarra sabe fazer muito bem, com criatividade e muitas opções de diversão em cada edição. Criamos o “Clube dos Viciados" logo no início, para os frequentadores assíduos, e até hoje eles sempre levam um amigo novo pra conhecer.
Comemorar a estreia, a temporada ou o encerramento de alguma peça em cartaz
também colabora, assim podemos reencontrar amigos e conhecer pessoas novas.

MIGUEL ARCANJO PRADO — Tuca, me conta uma história engraçada que você viveu na Gambiarra.
TUCA NOTARNICOLA — Toda noite acontecem milhares de cenas e casos engraçadíssimos entre os clientes, entre os DJs e entre os próprios funcionários da festa. Gambiarra é sinônimo de novos encontros, de acasos e de histórias que marcam para sempre a vida das pessoas. Além de encontros inusitados, também já presenciamos muitos começos de namoros, amizades, novos projetos, trabalhos e até casamentos! Histórias não faltam na pista da festa!

MIGUEL ARCANJO PRADO — Pelo jeito você não quer dar nome aos bois e esquece tudo o que vê na festa, né?
TUCA NOTARNICOLA — É [risos].

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vendramini José Eduardo Vendramini faz dose dupla no teatro

José Eduardo Vendramini: dramaturgo tem duas peças em cartaz ao mesmo tempo - Foto: Roberto Ikeda

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O dramaturgo José Eduardo Vendramini está mais do que prestigiado nos palcos nesta semana. É que duas peças escritas por ele estão em cartaz simultaneamente.

Querido Brahms fica em temporada até domingo (28), no Teatro J. Safra, em São Paulo. Na mesma cidade, também está Cartas Libanesas, sexta e sábado, no Sesc Ipiranga, que faz temporada até 30 de maio.

Em Cartas Libanesas, peça idealizada por Eduardo Mossri, foi escrita por Vendramini a partir de cartas que a avó do ator recebia do seu avô, imigrante libanês, que tentava ganhar a vida no Brasil no início do século 20.

Eduardo levou essas cartas para José Eduardo Vendramini, que também tem ascendência libanesa. Além das cartas, Vendramini pesquisou relatos verídicos de imigrantes libaneses no Brasil para construir o monólogo que conta a vida do personagem Miguel, que leva o mesmo nome do avô do autor.

Querido Brahms tem Carolina Kasting Werner Schünemann e Olavo Cavalheiro no elenco. A peça conta a história de amor, amizade e lealdade entre Clara Schumann, Robert Schumann e Johannes Brahms. A direção é de Tadeu Aguiar.

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leandro knopfholz annelize tozetto Com 422 peças, Festival de Teatro de Curitiba é o principal do Brasil: “Não é só para classe teatral, é para o público também”, diz Leandro Knopfholz

Leandro Knopfholz, diretor do Festival de Teatro de Curitiba, na manhã desta terça (24): "Não é um evento só para a classe teatral, é para o grande público também" - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Fotos ANNELIZE TOZETTO e
DANIEL SORRENTINO/Clix

Se o número de público acumulado em 24 edições o transformasse em uma cidade, o Festival de Teatro de Curitiba seria a terceira maior do Brasil. Já levou 5 milhões de pessoas ao teatro, número menor apenas do que as populações de São Paulo e do Rio. A própria Curitiba com seu 1,8 milhão de habitantes ficaria em nono lugar na mesma lista. Já se a brincadeira fosse transformar cada peça apresentada no Festival em uma cidade, o Festival de Teatro de Curitiba, com suas mais de 7.000 peças encenadas até hoje, ganharia fácil do próprio Brasil, que só teria 5.570 municípios a oferecer.

É com esta mistura de grandiosidade e tradição que começa nesta terça (24) e vai até o próximo 5 de abril a 24ª edição do maior e mais importante festival das artes cênicas no País: o Festival de Teatro de Curitiba, o maior da América Latina.

Curitiba teve público de 230 mil na última edição

Em tempos de crise econômica e com a concorrência de outros eventos do tipo, como a MITsp (Mostra Internacional de Teatro de São Paulo), Curitiba exibe seus números na batalha cênica. Só em 2014, o festival paranaense levou 230 mil pessoas ao teatro com um orçamento de R$ 6,5 milhões e quase 500 espetáculos.

Para se comparar, a MITsp deste ano, com orçamento de R$ 3,2 milhões para 12 peças, teve 17,5 mil pessoas de público em números prévios, já que o balanço final do festival paulista não foi divulgado pelos seus organizadores até o fechamento desta reportagem, nove dias após A MITsp acabar.

Ainda comparado à recente MITsp, o Festival de Teatro de Curitiba tem retorno de público maior: 13 vezes mais espectadores. E também leva mais gente ao teatro gastando menos. O gasto por espectador em 2014 em Curitiba foi de R$ 28,26. Já a segunda edição da MITsp, neste ano, gastou 653% a mais com cada espectador: R$ 182,85 por pessoa.

festival de curitiba publico daniel sorrentino clix picnik Com 422 peças, Festival de Teatro de Curitiba é o principal do Brasil: “Não é só para classe teatral, é para o público também”, diz Leandro Knopfholz

Fila gigante de público no centro histórico curitibano para ver uma peça de teatro: 230 mil pessoas foram ao Festival de Teatro de Curitiba em 2014 - Foto: Daniel Sorrentino/Clix/Arquivo R7

O orçamento do Festival de Teatro de Curitiba em 2015 é de R$ 6,5 milhões, o mesmo número de 2014 — mas que vale menos, já que a inflação foi alta nos últimos 12 meses e o dólar subiu a níveis estratosféricos. O número é distante dos R$ 8 milhões de 2013, ano de orçamento recorde. Mas, o evento segue firme com uma receita simples.

O R7 apurou que, para seguir grandioso mesmo com os cortes, a direção do evento conta com a colaboração de artistas, empresários, produtores e parceiros de longa data, que toparam renegociar valores. É assim que Curitiba segue apostando na diversidade de estilos e também numérica como receita de seu sucesso.

Nos 13 dias de evento deste ano serão 422 espetáculos ao todo: 29 na Mostra Oficial e 393 no Fringe, a tradicional mostra paralela, onde se pode ver de tudo um pouco, como é desejável no ambiente artístico democrático. E há novidades. Este ano serão sete estreias nacionais e quatro espetáculos internacionais: A House in Asia, Double Rite, Surfacing e Numax. A peça Dias de Luta, Dias de Glória, com a trajetória de Chorão, da banda Charlie Brown Jr. é um dos destaques também.

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O roqueiro Chorão será homenageado no palco do Festival de Teatro de Curitiba: Dias de Luta, Dias de Glória, peça sobre sua vida e sua música, está na programação - Foto: Luis França/Divulgação

O Festival de Teatro de Curitiba movimenta a economia não só da capital paranaense como a nacional também, sobretudo a área ligada aos transportes, serviços e hotelaria. Afinal, cerca de 1.500 artistas do País e de fora dele rumam para a cidade para participar de espetáculos (fora os turistas apaixonados pelo teatro que programa férias para o período em Curitiba), o que o torna o um festival definitivamente de peso e de repercussão nacional como nenhum outro.

Quem recebe toda essa gente a partir desta terça-feira (24) é Leandro Knopfholz, fundador e diretor geral do festival. Em tempos de crise, faz questão de agradecer os patrocinadores: a apresentação do Banco Itaú e Tradener, e os patrocínios da Renault do Brasil, da Petrobras, da Copel, da Fundação Cultural de Curitiba/Prefeitura de Curitiba e da UEG Araucária, além do apoio da Itaipu Binacional.

Direto de Curitiba, Knopfholz conversou, com exclusividade, com o Atores & Bastidores do R7 sobre o evento e seu atual cenário na manhã desta terça (24).

Leia com toda a calma do mundo.

leandro knopfholz annelize tozetto2 Com 422 peças, Festival de Teatro de Curitiba é o principal do Brasil: “Não é só para classe teatral, é para o público também”, diz Leandro Knopfholz

Leandro Knopfholz: "Festival de Curitiba não esconde informações, somos transparentes" - Foto: Annelize Tozetto/Clix

MIGUEL ARCANJO PRADO — Como o Festival de Teatro de Curitiba reage à forte concorrência de outros festivais, como a MITsp?
LEANDRO KNOPFHOLZ — O Festival de Teatro de Curitiba tem a proposta de conversar com o público. É seu grande diferencial. O teatro é a manifestação mais antiga que a gente conhece. Desde que o homem sentou-se em volta da fogueira para contar com um graveto que um bicho grande corria atrás dele, fazia teatro de alguma forma. O teatro continua sendo uma forma envolvente de se contar uma história. Isso é simples, mas é muito. A gente vive o momento em que a atenção das pessoas está cada vez mais dividida, as pessoas conversam com você e param para ver o celular. A atenção está dispersa por uma série de tecnologias, mas hoje você não tem só mais o graveto. Tem diversas formas de se contar a história. Mas, antes de tudo, ela precisa se comunicar. O festival entende teatro como uma arte que se comunica com o público, com espetáculos impactantes e que tocam as pessoas em diversas camadas, racional e emocionalmente.

MIGUEL ARCANJO PRADO — O Festival de Teatro de Curitiba desmistifica o teatro?
LEANDRO KNOPFHOLZ — Sim. O Festival entende o teatro como uma arte que comunica. Ele convida o público para ir ao teatro de uma maneira corriqueira, como se fosse ao cinema. Não sei por que o teatro ainda tem uma cara mais solene. Se eu te convido para ir ao cinema, a gente sai do trabalho e vai. Já o teatro tem aquela coisa de ir para a casa antes e se arrumar todo. A gente quer desmistificar o teatro, mostrar que ele é uma coisa bacana, fácil, não precisa criar barreiras formais para ir ao teatro. O teatro é fácil, direto, se comunica e é envolvente.

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Espaço para o teatro de rua: Festival de Teatro de Curitiba tem boa relação entre investimento e retorno de público - Foto: Daniel Sorrentino/Clix/Arquivo R7

MIGUEL ARCANJO PRADO — Voltando a comparar vocês com a MITsp, Curitiba tem público de 230 mil pessoas contra 17,5 mil do festival paulista em números prévios. Como vocês conseguem atingir tanta gente?
LEANDRO KNOPFHOLZ — Acho que um dos nossos diferenciais é o Fringe, a nossa mostra paralela democrática, que faz com que os números fiquem muito maiores e que oneram menos o festival do que uma mostra internacional. E acho que a gente busca o público. Pensamos: quanto mais cheia a sala mais barato fica o espetáculo. Se a casa fica vazia, uma peça pode custar R$ 10 mil por pessoa, se você enche, esse valor pode cair  para R$ 10. Por isso, a gente vai atrás do público.

MIGUEL ARCANJO PRADO — O orçamento é o mesmo do ano passado, mas o cenário atual é de crise econômica e alta do dólar. Como vocês lidam com isso?
LEANDRO KNOPFHOLZ — A gente diminuiu a programação de 38 para 29 peças na Mostra Oficinal e cortamos uma série de coisas. Tivemos de cortar custos, sim. Diminuímos convidados e outra série de questões. Renegociei com alguns fornecedores. A tradição nos ajudou, isso sem dúvida. A credibilidade e o carinho com o evento foram coisas importantes para realizar esta edição. O festival sem dúvida tem um patrimônio que é sua história e sua tradição, que são as relações criadas, que transcendem o contato puramente comercial. O festival é ume esforço conjunto de todos os envolvidos. E isso é muito importante.

sorrentino2 Com 422 peças, Festival de Teatro de Curitiba é o principal do Brasil: “Não é só para classe teatral, é para o público também”, diz Leandro Knopfholz

Público vê peça gratuita do Festival de Curitiba: "A cidade, em todas as suas camadas, está envolvida no evento; e você só pode ser global se você é forte local", diz Leandro Knopfholz - Foto: Daniel Sorrentino/Clix/Arquivo R7

MIGUEL ARCANJO PRADO — O Festival de Teatro de Curitiba sempre faz questão de divulgar seu balanço em seu último dia de evento. Outros festivais seguram os números ou sequer os divulgam. O balanço da MITsp por exemplo não sai até esta nossa conversa, nove dias após o término. Qual a importância para você de um evento deste porte ser transparente com a imprensa, os artistas e o público?
LEANDRO KNOPFHOLZ — Respeitamos muito o público, a imprensa, os artistas, os produtores e os patrocinadores. Eu acho que o mundo é cada vez mais transparente. Na TV digital que meu pai comprou você vê a espinha da apresentadora do telejornal. É impossível você esconder qualquer coisa. O cidadão está com o dedo no nariz e alguém tira uma foto e coloca na rede social. O mundo é online, a TV é digital. A informação circula muito rápido. Não tem como maquiar ou distorcer. A gente tem uma filosofia aqui de administrar por indicadores. Para você administrar você tem de medir. Como trabalhamos com muitos fornecedores e parceiros, a gente tenta fazer com que essa informação flua da maneira mais rápida, precisa e transparente possível. A gente não esconde nada.

MIGUEL ARCANJO PRADO — O que o Festival de Teatro de Curitiba tem que os outros festivais não têm?
LEANDRO KNOPFHOLZ — Tem uma história de 24 edições e isso leva a tudo: às relações interpessoais consolidadas, à tradição, ao carinho e ao orgulho que a classe teatral de todo o País e o curitibano tem do evento. O envolvimento das pessoas com o evento no dia a dia é incrível. Ontem, por exemplo, fui pegar meu carro estacionado, e a moça da zona azul do trânsito viu que eu era “o cara do festival” e veio me pedir se eu tinha o livrinho da programação, porque ela queria se programar. Isso é uma percepção que a cidade, em todas as suas camadas, está envolvida no evento. E você só pode ser global se você é forte local. Por isso, o Festival de Teatro de Curitiba é o maior e o mais importante festival de teatro do Brasil, conhecido em todo o mundo. Porque o Festival de Teatro de Curitiba não é um evento só para a classe teatral, é para o grande público também.

sorrentino Com 422 peças, Festival de Teatro de Curitiba é o principal do Brasil: “Não é só para classe teatral, é para o público também”, diz Leandro Knopfholz

Público lota arquibancadas na peça chilena El Hombre Venido de Ninguna Parte, em 2014, na praça Santos Andrade, uma das principais de Curitiba - Foto: Daniel Sorrentino/Clix/Arquivo R7

Leia a cobertura do R7 no Festival de Teatro de Curitiba!

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lee taylor eduardo enomoto r7 4 Lee Taylor busca ajuda para espetáculo do NAC

Lee Taylor: NAC faz campanha para montar seu novo espetáculo - Foto: Eduardo Enomoto

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Lee Taylor, ator e coordenador do NAC (Núcleo de Artes Cênicas), está em busca de apoio para o novo espetáculo do grupo, DOC. (des)prezados.

O objetivo é angariar fundos para a montagem da peça, que já conquistou 115 colaboradores até o momento. A montagem é inspirada em depoimentos de pessoas comuns que viveram situações de desprezo.

“Faltam apenas três dias na campanha e precisamos de mais parceiros para atingirmos nossa meta, pois se isso não acontecer, perderemos todo o valor arrecadado nestes 60 dias de campanha”, explica Lee.

A meta é arrecadar R$ 10.600, dos quais R$ 8.140 já foram arrecadados até a manhã desta terça (24).

Quem se interessar pode contribuir com R$ 30, o que garante um ingresso quando a peça estrear. Já quem doar R$ 40 vai ganhar um par de entradas. Saiba aqui como colaborar.

O NAC também está com inscrições abertas para sua nova turma de atores. O último dia para se inscrever é esta quarta (25). Saiba mais e faça aqui sua inscrição. Desde 2014, o NAC tornou-se um curso de extensão, em nível de aperfeiçoamento, do Instituto de Artes da Unesp. Atualmente o faz residência artística na Casa das Caldeiras.

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ariane rocha Após Vitória, Ariane Rocha faz teatro no Rio

Antonio Bento Ferraz, Emilio Boechat e Ariane Rocha no palco - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A atriz Ariane Rocha não quer saber de descanso. Mal terminou a novela Vitória, na Record, na última sexta (20), ela voltou ao teatro.

Ariane está no elenco da peça O Sol Está Quente e a Água Está Ótima, em cartaz no Teatro O Tablado, no bairro Jardim Botânico, zona sul do Rio. Ela contracena na obra com seu namorado, Antonio Bento Ferraz.

“Não quero parar de trabalhar, nada de férias agora", afirma, resoluta. A peça é de autoria de Emilio Boechat, também do time de roteiristas da nova novela da Record, Os Dez Mandamentos.

A atriz ainda faz parte do canal Aturando, no Youtube, com bastidores da TV. A série já vai para a terceira temporada.

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