Posts com a tag "rafael cavalcanti"

daniel rocha Roni troca Suelen por comédia romântica

Após o sucesso em Avenida Brasil (Globo), Daniel Rocha quer mergulho no teatro - Foto: Divulgação

Por Rafael Cavalcanti, do R7, no Rio

Depois de interpretar o Roni de Avenida Brasil, novela na qual fez par com Suelen (Ísis Valverde), o ator Daniel Rocha se prepara para um novo desafio: encenar a peça Amigos, Amigos, Amores à parte.

Com texto de Júnior de Paula, o espetáculo também tem no elenco a atriz Júlia Faria.

A estreia será no dia 22 de janeiro, em Niterói, região metropolitana do Rio.

Ele conta para o Atores & Bastidores do R7 como é  a obra:

— É uma comédia romântica leve, divertida, com uma questão política por trás. É uma peça pocket para viajarmos por todo o Brasil: queremos fazer Belém (PA), Recife (PE), Belo Horizonte (MG), entre outras. Dependendo da agenda, quando terminarmos a turnê faremos Rio e São Paulo.

O blog deseja que todos esses sonhos teatrais do moço se realizem em 2013.

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nivea stelmann Nívea Stelmann estrela peça de Mauro Rasi em 2013

Nívea Stelmann vai atuar em texto do grande Mauro Rasi em São Paulo em 2013 - Foto: Cia. da Foto/Divulgação

Por Rafael Cavalcanti, do R7, no Rio

Nívea Stelmann está feliz da vida e quer entrar 2013 com pé direito. Ou melhor, pé no tablado.

Ela se prepara para estrear a peça Batalha de Arroz Num Ringue Pra Dois, de Mauro Rasi, no dia 11 de janeiro.

O espetáculo vai ser dirigido por Jaqueline Laurence. Além de Nívea, tem no elenco o ator Maurício Machado. Ela conta ao Atores & Bastidores  do R7, toda feliz, como está se sentindo.

— Fazer uma peça do Mauro Rasi é uma honra, ser dirigida pela Jaqueline é um presente, e o Maurício é um grande ator teatral. Além disso, a peça fez um grande sucesso. Ou seja, tem tudo para dar certo.

Resoluta, a moça revela que o espetáculo ficará em cartaz no Teatro das Artes, no Shopping Eldorado, em São Paulo.

Sorte para ela.

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canastroes Paulo Gracindo ressuscita em peça com filho e netos

Trio familiar se une para celebrar o centenário de Paulo Gracindo - Foto: Manuel Correia/Divulgação

Por Rafael Cavalcanti, do R7, no Rio

Antes de começar a dar entrevista sobre a peça Canastrões, Gracindo Júnior, simpático, define, entre várias mordidas em um apetitoso queijo-quente: “Essa não é uma história tradicional”.
 
E não é, mesmo. Não se trata de uma montagem clássica, com começo, meio e fim, onde os personagens começam de um jeito e terminam de outro.

Canastrões, em essência, é uma grande reflexão sobre o papel do ator, a importância do teatro e, de forma resumida, sobre a própria imaginação.

O nome do espetáculo é uma referência à ideia do baú que os antigos atores carregavam consigo, e onde guardavam seus objetos de cena. Esse baú era chamado de “canastra”, e daí a ideia de “canastrão”. 
 
A peça é, também, uma grande homenagem a Paulo Gracindo, grande referência de todo o espetáculo, a inspiração usada pelo filho e pelos netos para falar sobre “ser ator”.

O texto foi todo construído pelo português Moncho Rodriguez, diretor do espetáculo, com base em depoimentos de Gabriel, Pedro (netos do artista) e Gracindo Júnior (seu filho).
 
A produção é impecável, e a relação dos “Gracindos” com seus baús é explorada de forma muito interessante. O objeto serve de esconderijo, escada, apoio para sentar, ficar em pé, e vira um interessante objeto de cena – quase uma metáfora de si mesmo.

Outro ponto fantástico da peça é quando Gracindo Júnior se senta em seu baú, coloca um chapéu e começa um monólogo. Isso acontece algumas vezes, e passaria quase despercebido se o efeito especial e a interpretação não roubassem a cena: o jogo de luz, sombra e tom de voz fazem parecer que Paulo Gracindo subiu no palco por alguns momentos, tomou o lugar do filho, e está ali, diante da plateia, falando sobre si mesmo. É emocionante.
 
O texto é bem construído, mas não segue muito a linha do “teatro moderno”. Mesmo cheio de reflexão, é carregado de poesia e imagens líricas – como um sonho bonito em uma noite tranquila, por exemplo. É lindo, mas, dependendo do humor, da paciência e da expectativa do espectador, ele pode achar a coisa meio arrastada.

Canastrões é uma peça muito interessante, mas o espectador precisa ter em mente que não vai assistir uma história tradicional, com personagens tradicionais.

Há quem critique esse gênero teatral mais reflexivo em prol de um outro, mais moderno, mais objetivo e próximo da TV e do cinema. A verdade é que há espaço para tudo. Só não vale ir ao teatro esperando uma coisa e sair reclamando que não foi tão bom assim.

Canastrões
Avaliação: Bom

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