Posts com a tag "reportagem"

Aisthesis foto2 Thiago Sabino 1024x682 WhatsApp vira tema de leitura dramática em SP

Projeto Aisthesis fará uma encenação a partir de WhatsApp - Foto: Thiago Sabino

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A tecnologia está cada vez mais conectada com o teatro. Um projeto no Itaú Cultural entre esta sexta (24) e domingo (26) promete fazer a Encenação do Instante, com direito à Leitura Dramática de WhatsApp, o aplicativo de comunicação presente atualmente nos celulares.

Artistas e público serão dirigidos ao vivo por Luiz Fernando Marques, o Lubi, que contará com o auxílio da iluminadora Raquel Oliveira, do diretor de Arte Renato Bolelli e do sonoplasta Ricardo Garcia.

A ação integra uma série de atividades do Aisthesis, contemplado pelo projeto Rumos Itaú Cultural, com artistas paulistanos e brasilienses. Estes prometem mesclar teatro, dança contemporânea e perfomance.

As atividades acontecem no Espaço Multiuso do Itaú Cultural (av. Paulista, 149), em São Paulo.

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a traidos Ex Rebelde, Arthur Aguiar abandona elenco e prejudica peça

Arthur Aguiar brigou nos bastidores e deixou a peça A-traídos, dirigida por Danielle Winits - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O ex-Rebelde Arthur Aguiar deu trabalho nos bastidores da peça A-traídos, dirigida por Danielle Winits, e deixou a montagem de uma hora para a outra, prejudicando a todos os profissionais envolvidos na peça.

Por conta da confusão, a apresentação da montagem em Belo Horizonte, que seria realizada neste fim de semana, foi cancelada.

A Roda Produções, responsável pelo espetáculo na capital mineira, divulgou o seguinte comunicado:

"Comunicamos a todos o cancelamento da apresentação da peça A-traídos, que aconteceria no dia 19 de abril, às 20h30, no Cine Theatro Brasil Vallourec.

Por questões de incompatibilidades profissionais do ator Arthur Aguiar com a produção nacional, responsável pela turnê do espetáculo, o ator deixa de integrar o elenco do espetáculo.

Aos que já garantiram os ingressos sentimos muito pelo transtorno [...]. Emitiremos um comunicado com todas as informações sobre como obter a devolução do dinheiro.

Nós, da Roda Produções, produtora local responsável exclusivamente pela apresentação que seria feita em Belo Horizonte, contamos com a compreensão de todos e pedimos desculpas a todos os envolvidos, em especial ao nosso público.

Atenciosamente,

Roda Produções"

Substituto

A produção do espetáculo no Rio já encontrou um substituto para Arthur Aguiar: o ator Fábio Beltrão, que já fez até fotos de divulgação com o elenco.

O novo cartaz da peça, após a saída de Arthur Aguiar, traz a seguinte frase: "Toda escolha implica perdas".

atraidos Ex Rebelde, Arthur Aguiar abandona elenco e prejudica peça

Após saída de Arthur Aguiar, novo cartaz da peça A-traídos traz a frase: "Toda escolha implica perdas" - Foto: Reprodução

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11159122 10153192366570520 1490292911 o 678x1024 Atriz do Satyros quebra o pé e estreia de A Filosofia na Alcova é adiada

Suzana Muniz quebrou o pé direito ao descer uma escada no Satyros 1 - "Fiquei muito triste, já estava tudo pronto para a estreia", ela diz - Foto: José Rubens Moldero

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A atriz Suzana Muniz, do grupo Os Satyros, quebrou o pé direito. Por conta do acidente, foi adiada a estreia da peça A Filosofia na Alcova, marcada para a próxima sexta-feira (17) e que inauguraria o novo espaço da trupe na praça Roosevelt, em São Paulo, a Estação Satyros.

Segundo informou a produtora Daniela Machado ao R7, ainda não há data definida para a nova estreia, pois o diretor da obra, Rodolfo García Vázquez, está em viagem a Estocolmo, na Suécia. Só quando este voltar ao Brasil é que o destino da peça será definido.

Suzana Muniz contou ao Atores & Bastidores do R7 que ficou “muito triste” com o ocorrido. “Já havíamos apresentado a peça em Piracicaba e estava tudo pronto para a estreia em São Paulo. Mas, acidentes acontecem e é preciso superá-los. Daqui a pouco estou boa novamente”, diz.

Ela conta que o acidente aconteceu no momento em que subiu a escada de metal no fundo do Espaço dos Satyros 1, para acertar um detalhe de iluminação na peça Célula Mater, feita com seus alunos da Oficina de Teatro do Satyros.

“Errei o degrau e torci o pé. Mas, aguentei as duas sessões da peça e só depois fui para o hospital”, recorda.

Além da bota ortopédica até o dia 25 de maio, a atriz também está utilizando muletas para se locomover.

Em A Filosofia da Alcova, de Marquês de Sade, Suzana Muniz vive a personagem Madame de Mistival, “a mãe conservadora que faz um contraponto aos libertinos da peça”, explica a atriz carioca radicada em São Paulo.

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Potestad. Fotos Joao Caldas 8 1024x674 Bebês raptados na ditadura argentina são tema da peça Potestad

Feridas de uma ditadura: Celso Frateschi e Laura Brauer em cena de Postestad - Foto: João Caldas

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A Argentina vive até os dias de hoje as consequências de uma dor que jamais se acaba. Durante a ditadura no país vizinho, entre 1976 e 1983, crianças filhas de presos políticos foram raptadas de seus pais e dadas para adoção por outras pessoas.

O crime de Estado motivou o movimento das Mães e Avós da Praça de Maio, entidade que até hoje se empenha em localizar o paradeiro das crianças desaparecidas. Mais de cem crianças já foram encontradas.

Tal contexto sociopolítico é pano de fundo da peça argentina Potestad, que ganha montagem no Sesc Pompeia, em São Paulo, com o Ágora Teatro, até 17 de maio. A obra traz os atores Celso Frateschi e Laura Brauer, sob direção de Pedro Mantovani.

A peça polêmica mostra tanto o trauma da perda de uma menina por uma família quanto a alegria do casal infértil e infeliz que adota a criança raptada.

Diálogo com o Brasil

O diretor afirma que a encenação dialoga com a realidade atual do Brasil, país que também viveu uma ditadura militar entre 1964 e 1985, e cujas memórias destes anos sombrios ainda é turva.

Não custa nada lembrar que, nos dias atuais, há brasileiros que vão às ruas pedir a volta dos militares, coisa impensável na sociedade Argentina.

“Nossa Comissão Nacional da Verdade findou seus trabalhos, e a grita dos militares e a indiferença geral impedem que se avence até mesmo na batalha das memórias, que incide diretamente sobre os destinos da política hoje”, diz Mantovani.

Potestad foi escrita pelo dramaturgo, psicanalista e ator argentino Tato Pavlovsky e tem tradução de Betch Cleinmann. Wagner Freire assina a luz, e Sylvia Moreira o cenário e o figurino. O projeto da peça engloba ainda bate-papos com convidados após as sessões dos dias 30 de abril, 7 e 14 de maio.

Potestad
Quando: Quinta a sábado, 21h, domingo e feriado, 19h. 60 min. Até 17/05/2015
Onde: Sesc Pompeia (r. Clélia, 93, Pompeia, São Paulo, tel. 0/xx/11 3871-7700)
Quanto: R$ 25 (inteira); R$ 12,50 (meia) e R$ 7,50 (comerciários e dependentes)
Classificação etária: 16 anos
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DSC3956 1024x819 Sucesso no cinema, Lisbela e o Prisioneiro vira musical

Ligia Paula Machado e Luiz Araújo em Lisbela e o Prisioneiro - Foto: Caio Gallucci

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Após conquistar as bilheterias do cinema em 2003 sob direção de Guel Arraes, a peça de teatro Lisbela e o Prisioneiro, escrita por Osman Lins em 1964, transforma-se no mais novo musical nacional dos palcos paulistanos.

A montagem estreia na próxima sexta (10), no Teatro Nair Bello, em São Paulo, onde fica em cartaz até 7 de junho.

A montagem capitaneada pela MP Produção Cultural, que já produziu o sucesso O Primo Basílio – O Musical, tem adaptação assinada por Francisca Braga e direção de Dan Rosseto e Ligia Paula Machado.

A trilha traz sucessos de Zé Ramalho, Pixinguinha, Dominguinhos, Caetano Veloso, João Pernambuco e Filipe Catto, sob direção musical de Dyonisio Moreno. Kleber Montanheiro fez o cenário e os figurinos, de inspiração circense.

Triângulo amoroso

O conturbado triângulo protagonista é formado por Ligia Paula Machado, como a jovem inocente Lisbela, Luiz Araújo, como o artista malandro Leléu, por quem ela se apaixona, e Beto Marden, na pele do mauricinho Douglas, com quem a moça tem casamento marcado.

A obra ainda traz nomes experientes no gênero musical para completar o elenco de oito atores: Marilice Cosenza, Nill de Pádua, Fernando Prata, Jonatan Motta e Milene Vianna.

O espetáculo conta com oito músicos, tocando ao vivo: João Paulo Pardal, Renan Cacossi, Maristela Silvério, Jonatan Motta, Azael Rodrigues, Daniel Warchauer e Augusto Brambilla.

Completam o time de artistas cinco acrobatas coordenados por Roger Pendezza e que prometem fazer estripulias no palco.

DSC4480 1024x927 Sucesso no cinema, Lisbela e o Prisioneiro vira musical

Ligia Paula Machado e Beto Marden: musical nacional estreia na sexta (10) - Foto: Caio Gallucci

Lisbela e o Prisioneiro
Quando: Sexta, às 21h30, sábado, às 21h; domingo, às 19h. 105 min. De 10/4/2015 a 7/6/2015
Onde: Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca 3º piso; rua Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo, tel. 0/xx/11 3472-2414)
Quanto: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada)
Classificação etária: livre

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16827100899 09a52f2ef8 k 1024x683 Desalinho aborda incesto no Festival de Curitiba com ator vindo de banda que abriu o Lollapalooza

Carolina Ferman e Gabriel Vaz vivem um amor proibido na peça Desalinho; o ator integra a banda Baleia, que abriu o Lollapalooza em São Paulo - Foto: Solomon/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Fotos SOLOMON/Clix

O polêmico tema do incesto, mergulhado em poesia, é pano de fundo da peça Desalinho. A obra, repleta de lirismo, é baseada na vida e na obra da poetisa portuguesa Florbela Espanca (1894-1930) e foi apresentada no Festival de Teatro de Curitiba 2015 no Teatro Paiol.

Um dos destaques é a participação no elenco do ator e músico Gabriel Vaz, da banda Baleia, que abriu o último Lollapalooza, festival musical em São Paulo na última semana.

A montagem carioca é dirigida por Isaac Bernat, com autoria de Marcia Zanelatto. No elenco, estão Carolina Ferman, Kelzy Ecard e Gabriel Vaz.

Os artistas participaram pela primeira vez do maior festival das artes cênicas no Brasil e confessaram ao Atores & Bastidores do R7 estarem emocionados, em entrevista concedida no café Solar do Rosário, no centro histórico curitibano.

"Tenho 34 anos de carreira e sempre quis estar no Festival de Curitiba", conta Isaac. A autora, Marcia, faz coro. "É a realização de um sonho, o que nos comove muito", diz. Ela conta que a obra estreou no Sesc Copacabana e que viajar é uma forma de "deixar a obra respirar".

Kelzy comemora a apresentação no histórico palco do Teatro Paiol, inaugurado em 1972 por Vinicius de Moraes. "É um lugar que carrega muita história. Tem um significado especial", declara.

16987327606 4ee2deef3b k 1024x683 Desalinho aborda incesto no Festival de Curitiba com ator vindo de banda que abriu o Lollapalooza

Carolina Ferman contracena com Kelzy Ecard, que vive uma enfermeira na peça, no palco do Paiol: "lugar histórico" - Foto: Solomon/Clix

Isaac diz que a peça traz a palavra poética para a cena. "Os atores fazem as coisas ficarem macias, existe muita dor, mas muita beleza também", explica. "Os atores estão conectados profundamente nesta peça", define. A obra conta a vida da poetisa (Carolina Ferman) e seu encontro com uma enfermeira (Kelzy Ecard), com a qual rememora a relação conturbada com seu irmão (Gabriel Vaz).

Carolina concorda: "A peça é feita da força deste encontro. Fala de amor, perdão, renúncia. É um mar infinito".

Como já dito, Gabriel Vaz veio diretamente do agitado festival de música Lollapalooza em São Paulo para o Festival de Teatro de Curitiba. Ele abriu o festival musical com sua banda Baleia e mergulhou no teatro em seguida. Mas, não reclama da correria.

Ele conta que a obra dialoga diretamente com a música que faz. "É uma peça que não tem medo de ser profundamente humana. Isso é muito corajoso hoje em dia. E a peça exige coragem não só da gente como do público também".

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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16962528566 35b287e331 k 1024x683 Ator busca raízes japonesas em peça no Festival de Curitiba

Eduardo Okamoto em cena da peça OE no Festival de Curitiba - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Fotos ANNELIZE TOZETTO/Clix

O ator Eduardo Okamoto, que já ganhou um Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) pelo desempenho na peça Recusa, resolveu estrear no Festival de Teatro de Curitiba 2015 e ao mesmo tempo acertar as contas com seus antepassados. Isso com seu novo espetáculo: o monólogo OE, apresentado no palco do Sesc da Esquina.

O nome do espetáculo é uma referência ao autor japonês no qual a peça se inspira, Kenzaburo Oe, atualmente com 80 anos.

Ao Atores & Bastidores do R7, Okamoto conta que a peça nasceu de um desejo de construir uma relação artística com a cultura de seus ascendentes, os japoneses.

"Meu avô paterno era japonês e meu pai foi a primeira geração que nasceu no Brasil. Meu pai queria que eu fosse brasileiro, porque sabia que havia muito preconceito com orientais no Brasil", recorda.

Há quatro anos, o ator resolveu comprar em uma livraria paulistana o livro Jovens de um Novo Tempo, Despertai, do autor japonês Kenzaburo.

"O livro tem um aspecto de pai e filho, também presente na obra e, de uma certa forma, na minha viagem ao Japão", conta.

Okamoto viajou para Yokohama, no Japão, onde esteve no Kazuo Ohno Dance Studio, hoje conduzido pelo filho de Kazuo, Yoshito Ohno. "Queria sabe como é o corpo lá", afirma.

A peça é dirigida por Marcio Aurelio e tem dramaturgia assinada por Cassio Pires. Este conta que "não foi uma adaptação, foi uma recriação".

Pires afirma ao R7 que fez "um poema para a cena" que partiu do romance, "uma série de pequenas narrativas que produzem imagens dispostas de uma maneira não linear". Ele enxugou as 400 páginas do livro em 14 páginas do texto cênico.

Okamoto diz que a peça "é o fluxo da vida, da verdade". Para ele, é "a vida se fazendo em nós, a forma como a vida grande vai atravessando a nossa vida particular".

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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Peça OE é inspirada por livro do autor japonês Kenzaburo - Foto: Annelize Tozetto/Clix

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IMG 2292 682x1024 Público fica excitado em Curitiba, diz Marco Nanini

Marco Nanini no Festival de Curitiba: "Público fica excitado" - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Fotos ANNELIZE TOZETTO/Clix

O ator Marco Nanini celebra estar mais uma vez na programação da Mostra Oficial do Festival de Teatro de Curitiba, o mais importante do País. Ele apresenta no evento a peça Beije Minha Lápide, após temporadas de sucesso no Rio e em São Paulo.

A obra de Jô Bilac e dirigida por Bel Garcia fala de um homem que é preso por tentar romper a barreira de vidro para beijar o túmulo do escritor Oscar Wilde. A última apresentação da peça no evento é nesta segunda (30), às 21h, no Teatro Positivo.

Em conversa exclusiva com o Atores & Bastidores do R7, Nanini conta que sempre fica emocionado ao participar do Festival.

"É um festival eclético e o público fica muito excitado em Curitiba. Então, é uma ótima relação. Esta é a terceira vez que venho", diz.

Nanini ama tanto o teatro que tem o seu próprio, o Galpão Gamboa, no Rio.

"Ao lado do Fernando Libonate e do César Augusto fazemos várias temporadas de outras companhias no espaço. Trabalhamos com a formação de plateia", explica.

O ator se despediu há pouco tempo de Lineu, o pai no seriado A Grande Família, que ficou no ar 14 anos com sucesso. "Fiz o Lineu 14 anos, a peça Irma Vap fiz por 11 anos. Sou ator de personagens que duram muito. Acho que tinha de ter uma vida mais comprida", brinca o ator de 66 anos.

Comida mineira e Oscar Wilde

Ele conta que, após Curitiba, viaja com a peça, indo inclusive para Belo Horizonte, onde morou na infância no Hotel Amazonas, no qual seu pai foi gerente. "Estou me preparando, porque a gente engorda em Minas", diz, bem-humorado. "Minhas funcionárias lá em casa são mineiras que nem você, aí você já viu a comida boa que elas fazem".

Nanini gosta de fazer teatro: "Sempre fiz, mesmo com A Grande Família no ar, porque o palco recicla o ator. Teatro é artesanal, tem público ao vivo, é outra conversa".

Foi Nanini quem desejou abordar o universo de Oscar Wilde no palco. "Sempre tive um interesse muito grande nele. Oscar Wilde tem uma obra brilhante e uma vida trágica", afirma.

Para o futuro, além de circular com a peça Beije Minha Lápide, prepara uma montagem de Ubu Rei e deve voltar em breve à televisão: "No final do ano devo começar uma novela, mas a Globo não decidiu ainda qual será", finaliza.

IMG 2362 682x1024 Público fica excitado em Curitiba, diz Marco Nanini

Sucesso da TV, Nanini não abandona o teatro: "Palco recicla o ator" - Foto: Annelize Tozetto/Clix

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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16749624250 932a643446 z Rifa e carona com pai garantem presença da Trupe Temdona no Festival de Teatro de Curitiba

Cena da peça Iepe, nas Ruínas de São Francisco, em Curitiba - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Fotos ANNELIZE TOZETTO/Clix

Para muitos trabalhadores das artes cênicas no Brasil, o Festival de Teatro de Curitiba é a grande oportunidade de apresentar suas criações para um público amante do teatro e também para a imprensa, que cobre o evento como nenhum outro do gênero.

Foi pensando nisso que a Trupe Temdona, grupo formado com artistas saídos da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, no ABC Paulista, resolveu investir em uma temporada no Fringe, a mostra paralela do Festival de Teatro de Curitiba.

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Gente e bonecos: Thaís Irentti na peça Iepe, da Trupe Temdona, em Curitiba - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Foram escalados para três apresentações de Iepe, uma das 70 peças gratuitas do evento que soma 422 montagens ao todo até o próximo dia 5 de abril.

O espetáculo de rua tem texto de Luis Alberto de Abreu, e direção de Pedro Alcantara. No elenco, estão André Félix, Rosane Rodrigues, Thais Irentti e Rodrigo Sampaio. Foi o pai deste último, Josimar Araújo Sousa, o Mazinho, que virou o motorista da companhia na viagem a Curitiba.

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Rodrigo Sampaio e André Félix na comédia Iepe, pela primeira vez em um festival - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Para economizar, todos se hospedaram em um hostel no centro da capital paranaense. Além de apresentar a peça, os atores aproveitaram também para conhecer Curitiba e fizeram programas turísticos, como visitar o Jardim Botânico.

O ator Rodrigo Sampaio conta que não foi fácil chegar a Curitiba. "Fizemos uma rifa e levantamos o dinheiro para a viagem. E cá estamos nós", diz.

O grande sonho da companhia agora é "conseguir que outras portas de outros festivais se abram", até porque "este é o nosso primeiro", afirma Sampaio. "O Festival de Teatro de Curitiba é o maior e mais plural festival de teatro do País. Aqui, podemos conhecer também outros artistas, outros grupos que talvez jamais teríamos a oportunidade de conhecer", finaliza.

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André Félix e Rodrigo Sampaio (de peruca branca) em cena de Iepe - Foto: Annelize Tozetto/Clix

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16934904222 00dd7bb790 z Mendigo bêbado grita em peça e vira destaque em Curitiba

No palco e na plateia também: peça paulista Spon Spoff Spend mostra o cotidiano de mendigos - Foto: Lina Sumizono/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Fotos LINA SUMIZONO/Clix

Um grupo inusitado de pessoas na plateia chamou mais atenção do que o próprio espetáculo Spon Spoff Spend, que estreou no Teatro Bom Jesus, na noite desta quarta (25), no Festival de Teatro de Curitiba.

A estudante de artes cênicas Júlia de Campos Moura resolveu, em parceria com a produção da peça, levar 14 moradores de rua para ver a sessão da peça que retrata justamente esta temática.

Muita gente na plateia, ao ver os mendigos entrarem no teatro, fez cara de nojo.

Cerca de dez espectadores não suportaram ocupar o mesmo espaço que os moradores de rua e se retiraram da peça, revoltados.

Contudo, quem ficou pode ver um espetáculo à parte. Quem realmente roubou a cena foi um dos moradores de rua.

Bêbado, ele interagiu o tempo todo com a peça. Gritava alto e respondia aos diálogos dos atores, todo desinibido.

A peça é da Cia. Maracujá Laboratório de Artes, de São Paulo, com o diretor convidado Fernando Escrich.

O tema da obra é justamente a convivência em uma comunidade de mendigos, que vira tema de um filme.

Ao fim da encenação no palco curitibano, os mendigos do palco e da plateia foram fortemente aplaudidos.

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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