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Extraordinário Créditos Thiago Sabino 5 Teatro do Concreto comemora dez anos e cria Extraordinário inspirado na origem de Brasília

Extraordinário: cinco personagens em busca de um homem longe do mundo - Foto: Thiago Sabino

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Brasília, a nova capital do Brasil inaugurada por Juscelino Kubitschek há 54 anos, juntou ao mesmo tempo a realização de uma utopia com a frustração de se viver em uma cidade no meio do nada.

Extraordinário Créditos Thiago Sabino 4 Teatro do Concreto comemora dez anos e cria Extraordinário inspirado na origem de Brasília

Extraordinário celebra dez anos do Teatro do Concreto de Brasília - Foto: Thiago Sabino

Um lugar rodeada pelas imponentes construções de concreto de formas leves projetadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer e mergulhada na imposição do traçado definido pelo urbanista Lúcio Costa.

Pois um dos filhos mais ilustres desta terra, o Teatro do Concreto, vai mexer exatamente nestas questões iniciais na montagem Extraordinário, que celebra os dez anos da companhia teatral.

A obra tem dramaturgia de Vinícius Souza e direção de Francis Wilker. Ícone do teatro de grupo do Distrito Federal, a companhia tem número dos quais se orgulhar: nesta trajetória, foram sete espetáculos e três publicações.

Na peça, cinco personagens (vividos por Aline Seabra, Alonso Bento, Gleide Firmino, Jhony Gomantos e Nei Cirqueira) são convidados a fazer uma inusitada cobertura: a descoberta de um homem que habita um lugar nunca antes visitado.

A partir disso, o grupo questiona nossa realidade e os caminhos que a humanidade toma neste mundo pós-moderno e repleto de tecnologias. Extraordinário fica em cartaz no CCBB Brasília entre 2 de maio a 1º de junho. Uma exposição fotográfica no local também relembra a trajetória da trupe.

Extraordinário
Quando: Quinta a sábado, 19h30, domingo, 18h. De 2/5/2014 a 1º/6/2014.
Onde: CCBB Brasília (SCES Trecho 2 – Brasília, DF; tel. 0/xx/61 3108-7600)
Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)
Classificação etária: 14 anos

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cia passaro 2 Peça da Cia do Pássaro mistura fantasmas e mitos

Gente jovem reunida: o elenco da nova peça da Cia. do Pássaro - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

A associação entre o ar e a liberdade de criação artística é o que motiva a paulistana Cia. do Pássaro, em atividade desde 2011, após o encontro dos artistas Alessandro Marba, Dawton Abranches, Geovana Pagel, Giovana Dorna e Pedro de Alcântara.

O grupo apresenta ao público paulistano sua nova obra, Oriki, que mistura fantasmas, mitos e Shakespeare.

Oriki1 credito Ana Paula Hernandez Lara Peça da Cia do Pássaro mistura fantasmas e mitos

Fantasmas no palco: cena da peça da Cia. do Pássaro - Foto: Ana Paula Hernandez

A obra é fruto de um mergulho do grupo na mitologia africana. Dione Carlos assina a dramaturgia, e Dawton Abrances, a direção. Eles fundem elementos africanos a Hamlet, uma das mais emblemáticas peças de William Shakespeare.

Estão no elenco Alessandro Marba, Breno da Matta, Cristiano Belarmino, Deise Rodrigues, Dudu de Oliveira, Fábio Joaquim do Vale, Geovana Pagel, Giovana Dorna, Karina Bastos, Luisa Vilhena e João Carlos Gomes.

Segundo o grupo, "a mitologia africana, enraizada em nosso país no período da colonização, trouxe consigo uma vasta e rica gama de 'fantasmas' capazes de nos promover este contato com a origem".

Ainda de acordo com a Cia dos Pássaros, "nossa cultura aprendeu ao longo dos séculos a repudiar e temer o que lhe é diferente". E é justamente isto o que eles pretendem discutir no espetáculo.

A obra inaugura o projeto Shakeinspire-me, que pretende montar ainda a peça Córtex Falido, também inspirada na obra do dramaturgo inglês.

As peças anteriores da companhia foram a lírica Anjo Caído, apresentada em 2012, quando participou com sucesso no Fringe, a mostra paralela do Festival de Teatro de Curitiba, e Inspir.Ações para Voar, dirigida por Pablo Calazans em 2013.

A turma da Cia. dos Pássaros faz intercâmbio constante com outros jovens grupos da cidade de São Paulo, seja emprestando sua sede para ensaios ou apresentações, ou ainda por meio de colaborações artísticas.

Oriki - Kongeriget-Ifé
Quando: domingo, 19h. 60 min. Até 27/4/2014. Depois, sábado, 21h, entre 3 a 31/5/2014
Onde: Cia do Pássaro - Voo e Teatro (r. Álvaro de Carvalho, 177, metrô Anhangabaú, São Paulo, tel. 0/xx/11 9-7638-0242)
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Classificação etária: 12 anos

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eva wilma eduardo enomoto Eva Wilma será estrela do 7º Festival Ibero Americano de Teatro de São Paulo no Memorial

Eva Wilma: homenageada no 7º Festibero - Foto: Eduardo Enomoto

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Foto de EDUARDO ENOMOTO

Após ser aclamada com os últimos troféus especiais do Prêmio APCA e do Prêmio Shell pelos 60 anos de carreira e 80 de vida, a atriz Eva Wilma será homenageada mais uma vez.

Ela é a estrela principal da 7ª edição do Festival Ibero-Americano de Teatro de São Paulo. O evento acontecerá no Memorial da América Latina, ao lado da estação Barra Funda da CPTM e do metrô, entre os próximos dias 22 e 27 de abril, com entrada gratuita.

Eva vai abrir a mostra, com sua peça Azul Resplendor, que tem texto do peruano Eduardo Adrianzén.

Como o auditório Simón Bolívar pegou fogo em novembro do ano passado e segue interditado, uma lona será montada na Praça da Sombra. Também acontecerão peças ao ar livre em frente à Praça da Mão, um dos símbolos de São Paulo.

Ainda estão programadas oficinas, palestras e debates. Conheça a programação completa do Festibero!

Ao todo, serão 15 espetáculos. Além do Brasil, Seis países são representados: Portugal (Aos Nossos Filhos, com Maria de Medeiros e Laura Castro), Espanha (Decameron, de Cándido Pazó), Argentina (Como Arenas Entre Lãs Manos, com Ana María Cores), Bolívia (Y Si Te Canto Canciones de Amor, com a Cia. Tucura Cunumi),  Paraguai (Emiliano, com Fábio Chamorro) e México (A Vivir,  de Odin Dupeyron).

As obras brasileiras programadas são: Azul Resplendor (com Eva Wilma), Genet: o Poeta Ladrão (direção Sérgio Ferrara), Dentro é o Lugar Longe (com a Trupe Sinhá Zózima), Polvos Poéticos (com o Grupo Sensus), Marias da Luz (com As Graças), Cabeça de Papelão (com a Cia. da Revista), Borandá (com Fraternal Cia. de Arte e Malas-Artes), O Fiscal Federal (com Teatro Experimental do Sesc do Amazonas) e Relampião (com a Cia. do Miolo e Cia. Paulicéia).

As peças ocorrerão sempre a partir das 17h, entre 22 e 27 de abril. Os cerca de 9.000 ingressos serão distribuídos nos dias das respectivas peças a partir das 14h.

O Memorial da América Latina fica na av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, na Barra Funda, em São Paulo.

Conheça a programação completa do Festibero!

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curitiba 11 otempoefluidoaqui jorge mariano Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

Jovens atores ocuparam o palco na peça O Tempo É Fluido Aqui - Foto: Jorge Mariano/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*

O Fringe é a mostra paralela do Festival de Teatro de Curitiba, que chega ao fim neste domingo (6), após 13 dias de festa teatral na capital paranaense e público total de 230 mil pessoas no maior evento das artes cênicas do Brasil. Destacar-se em meio a mais de 400 peças é tarefa difícil. O Atores & Bastidores do R7 reuniu algumas imagens de montagens que marcaram o evento com sua proposta de diversidade, como a obra curitibana O Tempo É Fluido Aqui (foto acima), dirigida e escrita por Alexandre Bonin, que reuniu jovem elenco para discutir as escolhas de cada um.

Veja, abaixo, outras peças que deram seu recado no Fringe:

curitiba 1 jorge mariano whiskyehamburguer Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

Patricia Vilela e Mario Bortolotto em Whisky e Hamburguer - Foto: Jorge Mariano/Clix

Dramaturgo reconhecido, Mario Bortolotto estreou no Festival de Teatro de Curitiba seu novo drama, Whisky e Hamburguer, no qual contracenou com Patricia Vilela. A obra conta a história de um homem abandonado pela mulher, que mergulha na depressão até receber a visita de uma amiga.

curitiba 2 resta um jorge mariano Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

Resta 1 foi a a posta da Cia. Antropofocus no Festival de Curitiba 2014 - Foto: Jorge Mariano/Clix

E no Fringe não faltou espaço para comédia. A peça Resta 1, da Antropofocus, de Curitiba, reuniu um verdadeiro time de improvisadores no palco. Com direção de Andrei Moscheto, a obra divertiu o público do Teatro Regina Vogue.

curitiba 3 sobreatosepalavras annelize tozetto1 Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

Mineiros se inspiraram em Goethe para criar Sobre Atos e Palavras - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Vindos de Belo Horizonte, os artistas da Cia. Exposta de Teatro apresentaram a peça Sobre Atos e Palavras. Em cena, um embate entre um escritor e um advogado inspirado no livro Fausto, de Goethe. Com direção de Mariana Bizzotto, a obra foi encenada por Bia Rodrigues, Thiago Di Nazaré e Marco Fugga.

curitiba 4 nordeste pra frente lina sumizono Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

A turma do grupo Bando do Padim Vô, de Camaçari (BA), mostrou a força nordestina no palco - Foto: Lina Sumizono/Clix

O Fringe também guardou lugar para as tradições nordestinas. O espetáculo Nordeste pra Frente, do Bando do Padim Vô, de Camaçari, na Bahia, levou o ritmo de sua terra para o palco do Solar do Barão. O público vibrou com o musical composto de cordéis dos nove Estados da região mais alegre do País. A direção é de Enoque Norberto.

curitiba 5 e toda vez que ela passa susan sampaio Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

João Butoh dirigiu atores da melhor idade em E Toda Vez que Ela Passa Vai Levando Qualquer coisa Minha - Foto: Susan Sampaio/Clix

E houve espaço também para atores da melhor idade. A peça E Toda Vez que Ela Passa Vai Levando Qualquer Coisa Minha, dirigida por João Butoh com artistas da cidade paulista de São Simão, comoveu os curitibanos com seus fantasmas andando pelo centro histórico.

curitiba 6 o testamento do cangaceiro lina sumizono Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

Vindo de Catanduva (SP), espetáculo O Testamento do Cangaceiro agradou quem assistiu à obra no centro curitibano - Foto: Lina Sumizono/Clix

A força do cangaço brasileiro invadiu as ruas do centro curitibano com a peça O Testamento do Cangaceiro, da Cia. Dell'arte, de Catanduva, no interior de São Paulo. Contaram a história de Cearin, um moço nordestino que tenta a sorte na cidade grande. O povo aplaudiu.

curitiba 7 oqueequeobaianotem daniel isolani Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

Força e charme do povo da Bahia povoaram a peça O Que É Que Esse Baiano Tem?, do grupo Teatral Aslucianas, do Rio - Foto: Daniel Isolani/Clix

Quem viu a apresentação da peça O Que É Que Esse Baiano Tem? poderia imaginar que o grupo era de Salvador. Grande engano, a montagem é carioquíssima. Na verdade, é uma homenagem à Bahia feita pelo Grupo Teatral Aslucianas, do Rio, embalada pelas canções de Dorival Caymmi, que completaria 100 anos em 2014. Belo presente.

curitiba 8 para poe humberto araujo Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

Thiago Inácio em cena de Para Poe, da Cia. Transitória, de Curitiba - Foto: Humberto Araújo/Clix

A turma da Cia. Transitória manteve sua presença forte na mostra Coletivo de Pequenos Conteúdos, no TUC (Teatro Universitário de Curitiba), dentro do Fringe. Uma das obras apresentadas foi Para Poe, com um ser exótico com dramas existenciais vindos direto da década de 1980. Surreal.

curitiba 9 inquilibrio ester gehlen Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

Adriano Brandão, de Cascavel, interior do Paraná dá o grito que o transforma no palhaço Tupisco Papipaquígrafo - Foto: Ester Gehlen/Clix

O palhaço também foi para a rua durante o Festival de Teatro de Curitiba. Neste caso, vindo diretamente de Cascavel, no interior do Paraná. Seu nome? Tupisco Papipaquígrafo, criação do artista Adriano Brandão, que conclamou o público a usar a imaginação em Inquilíbrio. Coisa boa.

curitiba 10 mercedez com z jorge mariano Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

Comédia do Distrito Federal foi representada com Mercedes com Z - Foto: Jorge Mariano/Clix

Os brasilienses não poderiam ficar de fora do Fringe. A trupe Os Melhores do Mundo levou sua peça Mercedes com Z, dirigida por Adriana Nunes. Com um cenário digno de Almodóvar, contou as mazelas de uma simples dona de casa. Com direito a muito riso e também emoção.

curitiba 12 ohomemqueacreditava susan sampaio Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

Vindo de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, monólogo O Homem que Acreditava homenageou o escritor gaúcho Caio Fernando Abreu - Foto: Susan Sampaio/Clix

E houve direito também a homenagem literária no Festival de Teatro de Curitiba, 2014. O monólogo O Homem que Acreditava lembrou a obra de Caio Fernando Abreu no Fringe, no Teatro Mini-Guaíra. Marcio Meneghell, do Núcleo Rindo à Toa, subiu ao palco dirigido por Edson Bueno. Comoveu a plateia.

curitiba 13 oolhardeneuza lina sumizono Veja destaques do Fringe no Festival de Curitiba

Fabiana Ferreira assumiu o palco com o monólogo O Olhar de Neuza - Foto: Lina Sumizono/Clix

E entre os monólogos do Fringe esteve O Olhar de Neuza, sobre as agruras de uma mulher na menopausa. A peça da Cia do Abração, de Curitiba, integrou a Mostra Internacional de Solos do evento.Fabiana Ferreira assumiu a personagem-título, sob direção de Letícia Guimarães. Mostrou que é preciso se redescobrir.

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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protesto eduardo enomoto2 Protestos viram comédia musical Geração dos 20 Centavos no Festival de Teatro de Curitiba

Protesto em junho de 2013 no largo da Batata, em SP - Foto: Eduardo Enomoto

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Foto EDUARDO ENOMOTO

Os protestos que movimentam o Brasil desde junho de 2013 já chegaram ao palco. E no Festival de Teatro de Curitiba ganharam um representante no Fringe, a mostra paralela do maior evento teatral do País. Trata-se da peça Geração 20 Centavos, do Apolo Grupo de Teatro, de Mauá, na Grande São Paulo.

A peça, que estreia nesta sexta no auditório dos Correios, na capital paranaense, conta a história de Jojo Metralha, um cantor alienado que se vê, de uma hora para a outra, sob a acusação de ser um líder revolucionário.

O produtor do grupo, Felipe Rodrigues, conta que os artistas foram às marchas.

Festival de Curitiba 2014 teve público de 230 mil pessoas

– Estivemos presentes no movimento contra o aumento dos transportes públicos. Nossa peça é uma crítica às pessoas que não fazem nada e só ficam em casa, atrás do computador, falando mal dos outros.

A obra é uma comédia musical, com músicas e direção de Caio Evangelista. Estreia no dia 11 de abril no Teatro Municipal de Mauá. Já no dia 24 de abril inicia temporada no Teatro do Ator, na praça Roosevelt, no centro de São Paulo.

Rodrigues diz que o grupo “não é de direita nem de esquerda”. Muito pelo contrário.

– Estamos negando este sistema político. Mas não vamos levantar bandeiras de partidos.

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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laerte kessimos cirurgia Ator toma soco e quebra maxilar em São Paulo

Laerte Késsimos, no hospital, antes de fazer a cirurgia no maxilar - Foto: Reprodução

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

O Laerte Késsimos deve passar por uma cirurgia nas próximas horas, no Hospital Igesp, na Bela Vista, em São Paulo, onde está internado por conta de uma lesão no maxilar que sofreu durante uma confusão na rua Augusta, região central de São Paulo.

Mineiro radicado em São Paulo, Késsimos já realizou peças em importantes grupos da cena teatral paulistana, como Os Satyros e Núcleo Experimental. Sua obra mais recente foi Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, dirigida por Eric Lenate.

Segundo o próprio ator publicou em uma rede social, "rolou uma situação de assalto quando chegava em casa".

Festival de Curitiba 2014 teve público de 230 mil pessoas

De acordo com o relato do artista, "uma travesti roubou o celular" do bolso do ator, que reagiu. Ao ver os dois discutindo, um homem que passava na rua pensou que seria Késsimos quem estaria tentando agredir a travesti e lhe desferiu um "murro na cara".

"Ele acertou em cheio e quebrou meu maxilar. O celular foi recuperado", escreveu o ator revelado na peça Transex, do grupo Os Satyros, em 2004.

A notícia logo reverberou na classe artística. A atriz Lulu Pavarin se manifestou.

— Tomara tenha alguma câmera possa depois identificar quem são essas pessoas horríveis. Desejo que se recupere o mais rápido possível.

O Atores & Bastidores do R7 conseguiu falar com Késsimos neste domingo (6). Ele afirmou que, na confusão, o homem que lhe golpeou fugiu. E que não chegou a chamar a polícia.

Ele está no hospital acompanhado de familiares e amigos. Apesar do maxilar quebrado, Késsimos consegue falar pausadamente. Ele agradeceu a preocupação de todos.

laerte kessimos 3 ator foto eduardo enomoto r71 Ator toma soco e quebra maxilar em São Paulo

Laerte Késsimos é ator e já trabalhou em peças dos Satyros e do Núcleo Experimental - Foto: Eduardo Enomoto

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ERN 3551 Festival de Curitiba leva 230 mil pessoas ao teatro e diretor diz: “Ninguém tem porta fechada”

Ator brinca com espectador no Risorama, o espetáculo mais visto, com público de 12 mil pessoas no Festival de Teatro de Curitiba 2014 - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Fotos de ERNESTO VASCONCELOS/Clix

O Festival de Teatro de Curitiba, que termina nesta domingo (6), conseguiu levar 230 mil pessoas ao teatro em 13 dias. O número, que faz dele o maior do País, foi divulgado pelo diretor do evento, Leandro Knopfholz, em conversa com o Atores & Bastidores do R7. Segundo ele, foram 160 mil ingressos vendidos. Dos quase 500 espetáculos na programação, 71 tiveram entradas gratuitas.

Knopfholz conta que a 23ª edição manteve o foco em “ser um panorama do teatro brasileiro” e também do mundial, já que teve cinco espetáculos estrangeiros – número que ele pretende manter ou ampliar em 2015, sem prejudicar o teatro brasileiro.

ERN 4853 Festival de Curitiba leva 230 mil pessoas ao teatro e diretor diz: “Ninguém tem porta fechada”

Leandro Knopfholz: "Festival de Curitiba é panorama nacional e mundial" - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

– Quando voltei a dirigir o Festival, em 2008, eram 18 peças na Mostra Oficial. Hoje, não consigo fazer com menos do que 30.

No caso de peças internacionais, a negociação demanda mais tempo e ainda é preciso pensar questões logísticas, como contratos de trabalho internacional e produção local de cenário em muitas das ocasiões.

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Mais de 1.000 sessões

No Fringe, a mostra paralela para a qual “vem quem quer” segundo o diretor, contou com novidades, como a Mostra ES em Cena, com artistas capixadas. Em contraposição, a mostra com artistas de Minas Gerais deixou de existir. “Eles conseguiram patrocínio de última hora, quando a programação já estava fechada”, diz Knopfholz.

De acordo com o diretor, foram apenas 5% de peças canceladas no Fringe, em um universo de mais de 400 espetáculos. “Tivemos mais de 1.000 sessões”, diz.

Acidente com ator na abertura

Leandro Knopfholz também comentou, a pedido do R7, o acidente que marcou a abertura do evento, no dia 25 de março. Uma pesada peça de gesso se desprendeu do teto e atingiu a cabeça do ator gaúcho Fagner Zadra, que segue internado em um hospital curitibano.

fagner zada 200x300 Festival de Curitiba leva 230 mil pessoas ao teatro e diretor diz: “Ninguém tem porta fechada”

O ator gaúcho Fagner Zadra permanece internado: "Ele terá recuperação total", diz diretor do Festival de Curitiba, Leandro Knopfholz - Foto: Divulgação

O jovem de 30 anos, que integra o grupo de humor Tesão Piá, sofreu fratura na cervical e, aos poucos, recupera a movimentação.

O diretor do Festival de Curitiba define o ocorrido como “uma infelicidade enorme”.

– Quando soube da gravidade da situação, procurei um amigo cirurgião que é referência nesta área, de quem sou padrinho de casamento, que se dispôs na hora a cuidar do Fagner. Foi tudo muito rápido. Ele foi operado, já saiu da UTI e o prognóstico é que ele vai ter recuperação total. A gente espera que em três meses ele já esteja bem melhor. Vamos dar todo apoio a ele até que ele esteja correndo de novo.

O Festival de Curitiba divulgou nota na qual afirma que “até o momento não tem como apontar com precisão que fatores desencadearam o ocorrido” e que “iniciou uma perícia na peça decorativa para identificar as causas do acidente”.

Knopfholz conta que o dia após o acidente “foi o mais difícil para todos do Festival de Curitiba”.

– Aos poucos, fomos levantando a cabeça, porque tínhamos de cumprir o compromisso firmado com o público, os artistas e a imprensa de realizar o Festival. Tenho de agradecer à ótima equipe que tenho, todos superprofissionais e proativos.

Ausência de Gerald Thomas

gerald thomas foto © Nil Caniné 5243 200x300 Festival de Curitiba leva 230 mil pessoas ao teatro e diretor diz: “Ninguém tem porta fechada”

Gerald Thomas não apareceu: "Ninguém tem porta fechada", diz diretor do Festival de Curitiba - Foto: Nil Caniné

Sobre o cancelamento da peça Entredentes do diretor Gerald Thomas, após esta ter sido confirmada e divulgada na programação, Leandro Knopfholz dá uma declaração franca.

– É um saco [a desistência de última hora de Thomas]. Já estavam contratados e com o dinheiro depositado. Aí vem e-mail falando que não vão conseguir estrear. Fazer o quê?

A reportagem perguntou se, por conta do ocorrido, Thomas ficará com as portas fechadas no maior festival teatral do Brasil. Eis a resposta de Knopfholz.

– Não. Ninguém tem porta fechada por aqui.

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Risorama ou Clube do Bolinha?

O Risorama, a mostra de stand-up que teve a 11ª edição neste ano, teve público de 12 mil pessoas. É o evento mais visto do Festival de Curitiba.

bibi nanypeople Festival de Curitiba leva 230 mil pessoas ao teatro e diretor diz: “Ninguém tem porta fechada”

Nany People: após dez anos, ela fez falta no Risorama - Foto: Divulgação

Neste ano, após dez anos apresentando o evento idealizado pelo humorista curitibano Diogo Portugal, a atriz Nany People deixou a festa por não chegar a um acordo de contrato com o Festival. Foi de pronto substituída por Marcio Ballas.

Composto majoritariamente por homens, a reportagem quis saber se o Risorama não se tornou uma espécie de Clube do Bolinha. O diretor do Festival de Curitiba disse que “não tinha pensado nisso” e afirmou que “pode até ser...”. Mas revelou que, apesar de os homens dominarem o palco, a maioria do público do Risorama é feminina.

ERN 4177 Festival de Curitiba leva 230 mil pessoas ao teatro e diretor diz: “Ninguém tem porta fechada”

Cena da peça Hamlet na Máfia, do Fringe: espaço para todos - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Oficinas e bar do Festival

Questionado sobre mais espaço para oficinas e debates com artistas de renome que participam do evento, Knopfholz afirma que “este não é o principal objetivo do Festival”, mas diz que “adoraria receber uma proposta de alguma instituição de ensino neste sentido”.

Sobre existir um espaço de encontro informal para os artistas, público e a imprensa no Festival, Knopfholz afirmou que a Prefeitura de Curitiba proibiu venda de bebidas alcoólicas nos espaços públicos. Assim, o Bar do Festival que ficava no Memorial de Curitiba precisou ser desativado.

O diretor disse que também sente falta de um espaço assim, mas não sabe se ele vingaria. “Sobretudo à noite, as pessoas se dispersam muito”, avalia. Mas, promete estudar a ideia.

– O que a gente faz no Festival de Teatro de Curitiba é aproximar possibilidades.

ERN 4857 Festival de Curitiba leva 230 mil pessoas ao teatro e diretor diz: “Ninguém tem porta fechada”

Leandro Knopfholz, diretor do Festival de Curitiba: "Possibilidades" - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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leonardo bricio daniel sorrentino Leonardo Brício volta ao Festival de Curitiba após 21 anos com peça sobre os porões da ditadura

Leonardo Brício: após 20 anos ele volta ao Festival de Curitiba - Foto: Daniel Sorrentino/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Foto DANIEL SORRENTINO/Clix

O ator Leonardo Brício comemora estar outra vez no Festival de Teatro de Curitiba 2014. O evento, que está em sua 23ª edição, marcou sua história.

Ele esteve na segunda edição do Festival, há 21 anos, quando fez Romeu e Julieta, de William Shakespeare, dirigido por Moacyr Gooes, em 1993. Agora, faz a peça Nem Mesmo Todo o Oceano, da Cia. OmondÉ, no Teatro Guairinha.

O artista vibra com o retorno à capital paranaense.

– Fiquei muito feliz quando me falaram que viríamos ao Festival de Curitiba. É um orgulho estar aqui, já que é o maior do Brasil e o que dura há mais tempo.

O ator revela que já reencontrou amigos antigos no restaurante do festival. E que gosta do clima onde se respira arte.

– Depois, vamos para Belo Horizonte. E ainda vamos viajar muito pelo Brasil com a peça.

Leonardo Brício faz parte do elenco da Record e em breve deve voltar à TV. Ele foi protagonista de Rei Davi.

Mudanças

Sobre o que mudou nele nestes 20 anos, ele reflete um pouco e responde.

– Acho que hoje sou mais seguro das conquistas que já consegui na profissão. Antes, era só um sonhador. É difícil sobreviver como ator no Brasil. Acho que estou mais maduro e consciente de minha profissão hoje em dia.

Nem Mesmo Todo o Oceano, texto original do mineiro Alcione Araújo, foi adaptado e dirigido por Inez Viana, e tem a ditadura militar brasileira de pano de fundo para contar a história de um médico que trabalhou nos porões da tortura.

nem mesmo todo oceano daniel sorrentino Leonardo Brício volta ao Festival de Curitiba após 21 anos com peça sobre os porões da ditadura

Com Leonardo Brício e Inez Viana (à frente, ao centro), equipe da peça Nem Mesmo Todo o Oceano posa no Memorial de Curitiba - Foto: Daniel Sorrentino/Clix

Ameaças

A diretora conta que a montagem da obra aconteceu durante o processo de protestos que marcaram o Rio em 2013. E que ficou impressionada de como as coisas no País estavam ficando iguais ao enredo da obra.

– As pessoas estavam sendo ameaçadas, gente estava desaparecendo, como o Amarildo. Um aluno meu, que estava no protesto em frente à casa do governador, recebeu ameaça de morte. E a mãe dele também. Eu cheguei a pegar um táxi e ouvir o motorista defender que a ditadura militar deveria voltar. Um absurdo! Vivemos uma grande insatisfação. Copa para quê? O Rio de Janeiro está um caos.

Leonardo Brício concorda e diz que a peça, assim como a mídia ninja, mostra a realidade e não uma edição maquiada. Por isso, comove as pessoas.

– Uma amiga minha mais velha, que também é atriz e filha de militares, quase não conseguiu ficar até o fim da peça. Ela se emocionou muito. É importante relembrar, porque muita gente, infelizmente, ainda não tem noção de como foram as coisas na ditadura.

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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marli pereira da silva foto ernesto vasconcelos Vovó larga família para ver teatro em Curitiba
Marli Pereira da Silva: R$ 1600 investidos só para ver teatro - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*
Fotos de ERNESTO VASCONCELOS/Clix

Ela tem 63 anos, é funcionária pública aposentada, mora no bairro Parque São Domingos, em São Paulo. Tem quatro filhos, uma netinha e apenas uma obsessão nesta época do ano: ver o máximo de peças no Fringe, a mostra paralela do Festival de Teatro de Curitiba que tem mais de 400 espetáculos.

Para realizar tal aventura, Marli Pereira da Silva conta ao Atores & Bastidores do R7 que gasta R$ 1.600 aproximadamente. Mas não reclama do valor investido. Ama teatro.

- Via notícias do festival e tinha este sonho há muito tempo. Vim a primeira vez em 2013, e vi 40 peças; este é meu segundo ano. Já vi 22 peças.

Marli conta que viu a primeira peça na vida aos 15 anos de idade, ainda na escola. Sentiu uma emoção tão grande que nunca mais parou de ir ao teatro. Em Curitiba, se hospedou em um hostel, pra deixar os custos mais baixos de sua aventura teatral. Não vê obras da Mostra Oficial, que têm ingresoss a R$ 60, porque "consegue ver as mesmas peças em São Paulo a R$ 8 no Sesc". Prefere as do Fringe, que são grátis ou bem baratinhas.

Em meio a tanta euforia, ela só lamenta não ter a companhia dos familiares em seu sonho.

- Meus filhos não gostam de teatro. Eles até fizeram uma camiseta que diz "vá ao teatro, mas não me chame".


*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

Leia a cobertura completa do R7 no Festival de Teatro de Curitiba!

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festival debora falabella ernesto vasconcelos2 Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Débora Falabella no Festival de Teatro de Curitiba - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Por MIGUEL ARCANJO PRADO
Enviado especial do R7 a Curitiba*

Todas os dias, durante o Festival de Teatro de Curitiba, a sala de imprensa do evento, no Memorial de Curitiba, no centro histórico da capital paranaense, recebe visitantes ilustres. São atores, atrizes, diretores e dramaturgos que vão até lá para defender suas peças em entrevista coletiva com a imprensa que cobre o maior evento do teatro brasileiro. Afinal, conseguir um lugar ao sol entre quase 500 espetáculos na programação é mesmo complicado. Por isso, cada um vende seu peixe. Veja, abaixo, algumas das estrelas de nossos palcos que passaram pelo local:

festival einat falbel ernesto vasconcelos Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Einat Falbel falou sobre a solidão presente no espetáculo Bichado - Foto: Ernesto Vasconcelos

A atriz Einat Falbel foi divulgar o espetáculo Bichado, do Núcleo Experimental, dirigido por Zé Henrique de Paula, no qual interpreta a garçonete Agnes. Afirmou que o tema do texto "é a solidão".

festival bruno mazzeo daniel sorrentino Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Filho de Chico Anysio, Bruno Mazzeo interpreta personagens hipócritas em Curitiba - Foto: Daniel Sorrentino/Clix

Já o comediante Bruno Mazzeo, filho de Chico Anysio, foi falar sobre sua peça Sexo, Drogas & Rock'n'roll e disse que seus personagens são "todos hipócritas".

festival debora falabella ernesto vasconcelos1 Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Débora Falabella falou sobre o jogo de poder na peça Contrações - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Débora Falabella conversou sobre Contrações, que lhe rendeu o Prêmio APCA de melhor atriz dividido com a colega de cena Yara de Novaes. Afirmou que a história da peça, sobre uma funcionária humilhada por uma gerente, "poderia se passar em qualquer lugar".

festival kiko marques ernesto vasconcelos Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Kiko Marques, autor consagrado com prêmios neste ano, participa do evento - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Kiko Marques, dramaturgo que levou os prêmios Shell e APCA por Cais, ou da Indiferença das Embarcações, explicou sua obra aos jornalistas que cobrem o Festival de Teatro de Curitiba. Falou que a obra revela suas lembranças da Ilha Grande, "é uma mistura de pesquisa e das minhas memórias".

festival chico carvalho  Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Chico Carvalho, protagonista de Ricardo III, chamou a atenção pela bandana - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Eleito o melhor ator de 2013 pelo Prêmio Shell de Teatro, Chico Carvalho falou sobre a peça Ricardo III, que ele protagoniza.  Disse que “Ricardo III é um personagem improvável, que reúne tudo que há de mal no ser humano".

festival mayara magri ernesto vasconcelos Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Mayara Magri falou sobre a produção paulistana Ricardo III, da qual participa - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Mayara Magri, que também faz a montagem paulistana para a peça Ricardo III, de William Shakespeare, também participou do bate-papo.

festival eriberto leao annelize tozetto1 Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Eriberto Leão discute a vida e a obra de Jim Morrison no Festival de Curitiba - Foto: Annelize Tozetto/Clix

Eriberto Leão levou a psicodelia do The Doors para a sala de imprensa do Festival de Teatro de Curitiba, onde defendeu sua peça, Jim. " “Essa é minha homenagem ao artista que abriu as portas da minha inquietação, das artes dramáticas, da literatura e da percepção”, definiu.

festival claudio fontana ernesto vasconcelos Atores defendem suas peças no Festival de Curitiba

Claudio Fontana estava compenetrado ao divulgar sua peça, Um Réquiem para Antônio - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Já Claudio Fontana foi divulgar a peça Um Réquiem para Antônio, ao lado do companheiro de cena Elias Andreato. Disse que a "metáfora poética e circense ajuda muito a contar essa história". A obra fala do embate entre dois compositores: Mozart e Salieri.

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Teatro de Curitiba.

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