Posts com a tag "reportagem"

circo Piracicaba vira capital nacional do circo

Beleza da arte circense vai ocupar Piracicaba com o 6º Festival Paulista de Circo - Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

A partir desta quinta (12), a cidade de Piracicaba, a 160 km da capital paulista, se torna a capital nacional da arte circense. Com direito a palhaços, malabaristas e trapezistas espalhados pelas ruas do município.

Afinal, vai começar a 6ª edição do Festival Paulista de Circo, com toda programação gratuita.

E este ano tem uma novidade promete a inclusão de uma plateia especial: haverá autodescrição dos espetáculos, além de tradução em libras.

O evento é realizado pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, com parceria da Associação Paulista dos Amigos da Arte e a Secretaria de Cultura do Município de Piracicaba.

A festa vai até o domingo (15), com 55 atrações, além de oficinas voltadas para as crianças. Ainda há o apoio cultural da Cooperativa Brasileira de Circo.

O homenageado deste ano é o equilibrista de objetos Bruno Edson, que completa 73 anos em outubro e desde os oito trabalha em circo. Ele será celebrado na abertura do evento, com a Banda Paralela.

A curadoria do festival é de Hugo Possolo e Alessandra Brantes. No evento, ainda haverá espaço para shows de cabaré, com nomes expressivos do circo nacional.

Confira a programação completa do 6º Festival Paulista de Circo em Piracicaba!

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leroy Problema técnico prejudica apresentação de bailarino francês na Bienal Sesc de Dança de Santos

Xavier Le Roy explicou ao público que as caixas de som não emitiam o som que ele havia planejado - Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado
Enviado especial do R7 a Santos (SP)*

O bailarino francês Xavier Le Roy subiu ao palco do Sesc Santos evidentemente contrariado na noite desta terça-feira (10). Ele apresentou a primeira sessão no evento de espetáculo solo, A Sagração da Primavera. Nesta quarta (11), haverá a segunda e última sessão, às 21h30, no Teatro do Sesc Santos.

Segundo o próprio artista, um problema técnico impediu que as caixas de som colocadas debaixo das cadeiras funcionassem a contento.

O espetáculo dele é uma performance na qual ele simula reger uma orquestra que toca a canção-título de Stravinsky. A grande sensação do espetáculo é o público se sentir dentro da força do som – daí a importância das caixas funcionarem corretamente.

O programa da obra diz que Le Roy “estudou biologia molecular antes de tornar-se bailarino” e que “suas apresentações interrogam de maneira crítica a noção de espetáculo”. Esta última parte é algo recorrente nas montagens exibidas na Bienal.

A obra é praticamente uma mistura do filme Fantasia da Disney, aquele com o ratinho Mickey de maestro, com as modernas salas Imax de cinema. Só que sem um funcionamento correto do som.

Além de ser avisada da não eficiência das caixas amplificadoras pelo próprio artista em tom sóbrio antes de tudo começar, a plateia ainda ouviu do próprio, falando em inglês com a ajuda de uma tradutora simultânea, que não teria uma experiência tal qual foi concebida pela mente de Le Roy.

O público foi elegante e permaneceu no espaço durante os 42 minutos em que ele regeu uma defeituosa Orquestra Filarmônica de Berlim tocando Stravinsky. Todos fizeram cara de paisagem e compactuaram na farsa encenada, já que todos muitos, incluindo o próprio bailarino, haviam broxado bem antes da possibilidade de gozo final.

O gerente adjunto do Sesc Santos, Sergio Pinto, afirmou ao R7 que a instituição “lamentou o ocorrido e providenciou a correção do problema assim que o mesmo foi detectado”.

– As caixas funcionaram perfeitamente, o que ocorreu foi que com a dimensão do ambiente não chegou à potência técnica sonora que ele necessitava. Para hoje, quando terá a segunda apresentação, trocamos cerca de 50% das caixas por outras mais potentes.

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite da Bienal Sesc de Dança.

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oqueocorponaolembra Bienal Sesc de Dança faz Santos bailar por sete dias

Cena do espetáculo O Que o Corpo Não Lembra, do grupo belga Última Vez - Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

A cidade acostumada à coreografia dos estivadores do maior porto do Brasil agora dança novos ritmos. Começou na noite desta quinta (5) a oitava edição da Bienal Sesc de Dança, que vai até o próximo dia 12 de setembro, em Santos, no litoral paulista.

O evento existe de 1998 e já é considerado um dos principais eventos da dança contemporânea mundial. Contando o Brasil, são cinco os países participantes. Quatro grupos de fora representam Bélgica, França, Chile e Uruguai.

As obras abordam perguntas que o homem contemporâneo se faz o tempo todo.

A seleção feita pela curadoria não foi fácil, afinal, 546 trabalhos de 445 grupos de 16 Estados e 15 países se inscreveram. Destes, foram selecionados 22 espetáculos, oito intervenções, uma instalação, uma videoinstalação e duas exposições.

Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc São Paulo, afirma que o evento quer dialogar cada vez mais com a cidade que o sedia.

— Esta edição da Bienal retoma o impulso original ao explorar as possibilidades de conexão com a cidade de Santos. A ocupação inusitada dos ambientes urbanos abre espaço para uma reflexão sobre as manifestações da dança na contemporaneidade e sua forma de se colocar socialmente.

santos tadeu nascimento poster1 Bienal Sesc de Dança faz Santos bailar por sete dias

Santos, no litoral paulista, recebe turistas em busca de espetáculos de dança - Foto: Tadeu Nascimento

Paulistanos são bem-vindos

O evento pode ser uma boa desculpa para o público paulistano visitar o litoral em turismo cultural.

O Sesc vai disponibilizar transporte gratuito entre São Paulo e Santos, ida e volta, para quem comprar ingressos para os espetáculos.

O ônibus sairá sempre do Sesc Vila Mariana e os interessados no serviço precisam agendar o transporte pessoalmente ou pelo telefone 0/xx/11 5080-3100. A partir desta sexta (6) até o dia 12, o ônibus sai da rua Pelotas, 141, na Vila Mariana, sempre às 15h, rumo a Santos. E volta sempre após o último espetáculo do dia. Um guia de turismo acompanha os viajantes.

O público cego também terá acesso às obras, já que, pela primeira vez, haverá o serviço de áudio-descrição nos espetáculos, que serão realizados em 18 espaços santistas.

Gringos e brasileiros

São quatro grupos internacionais nesta edição: Ultima Vez, da Bélgica, dirigido pelo consagrado Wim Vandekeybus com o espetáculo O que o Corpo Não Lembra; Xavier Le Roy, da França, com A Sagração da Primavera; Javiera Peón-Veiga, do Chile, com a coreografia nosotres e a Companhia Periférico, do Uruguai, com o espetáculo Vazio.

dudude Bienal Sesc de Dança faz Santos bailar por sete dias

Dudude Hermann faz A Projetista - Foto: Guto Muniz

Entre os brasileiros, destaque para a catarinense Grupo Cena 11 Cia. de Dança, que celebra 20 anos de existência. Ela apresentará três espetáculos, incluindo o inédito Sobre Expectativas e Promessas, solo de Alejandro Ahmed. Ainda estarão presentes o coreógrafo Marcelo Evelin, com De repente fica tudo preto de gente; a bailarina mineira Dudude, com A Projetista; e o diretor carioca João Saldanha, com a coreografia Aventura entre Pássaros.

As crianças também serão foco de alguns espetáculos, como Pequena Coleção de Todas as Coisas, estreia da Cia. Dani Lima nas coreografias infantis, Álbum das Figurinhas, da Balagandança Cia, Têtes à Têtes, da coreógrafa Maria Clara Villa Lobos, e Poemas Cinéticos, do Grupo Lagartixa na Janela.

Fotos da dança

O evento terá duas exposições fotográficas. A primeira é de Manuel Vason, italiano radicado em Londres que fotografou grupos na América do Sul, para a mostra Still_Móvil – Performance, Fotografia, Colaboração, fruto de uma parceria entre Vason e a Rede Sul-Americana de Dança, em cartaz no Sesc Santos durante a Bienal.

A Bienal ainda tem outra exposição, homenageando o bailarino e coreógrafo japonês Kazuo Ohno, chamada Dispositivo Móvel Ohno.

Bienal Sesc de Dança de Santos
Quando:
De 5 a 12 de setembro
Onde: Sesc Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida, Santos, tel. 0/xx/13 3278.9800) e 17 outros espaços da cidade
Quanto: R$ 20,00; (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no Sesc e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes); Exceto para os espetáculos: O que o Corpo Não Lembra (Ultima vez), A Sagração da Primavera (Xavier Le Roy), que custam R$ 30,00; (inteira); R$ 15,00 (usuário matriculado no Sesc e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes)
Informações e programação completa no site da Bienal Sesc de Dança

bienal sesc Bienal Sesc de Dança faz Santos bailar por sete dias

8ª Bienal Sesc de Dança: 22 espetáculos em 18 espaços santistas por sete dias; veja a programação completa

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festa covil foto bob sousa 20131 Marcos de Andrade encerra temporada de Festa no Covil, mas avisa: “Peça volta em novembro a SP

Marcos Andrade interpreta filho de narcotraficante na peça Festa no Covil - Foto: Bob Sousa

Por Miguel Arcanjo Prado
Foto de Bob Sousa

Quem perdeu a temporada do espetáculo solo Festa no Covil, com Marcos Andrade, no Sesc Consolação, em São Paulo, pode ficar despreocupado, pois terá segunda chance.

O ator contou ao Atores & Bastidores do R7 que a obra dirigida por Mika Lins e com história de Juan Pablo Villalobos adaptada pela diretora e Ana Saggese, entrará novamente no cartaz em novembro deste ano, no CIT-Ecum, em São Paulo.

O ator recebeu a reportagem no camarim do Espaço Beta, pouco antes de encenar a última sessão da montagem no Sesc Consolação, nesta sexta (30).

Na peça, Andrade interpreta uma criança – com idade entre o fim da infância e o começo da pré-adolescência – filha de um narcotraficante e criada como príncipe pelo pai.

Com 11 anos de carreira, esta é a primeira aventura solo do ator catarinense de Joinville no palco. Formado pela Unicamp, ele trabalha há oito anos com Antunes Filho no CPT, o Centro de Pesquisa Teatral.

Para interpretar a criança, Marquinhos, como é chamado pelos amigos, teve se reinventar como ator.

— Tenho a impressão de ser um ator que sempre buscou uma visão de mundo e este papel justamente me fez aprender a desaprender tudo.

Veja as dicas da Agenda Cultural da Record News (toda sexta, meio-dia):

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ediponapraca phedra d cordoba cleo de paris foto bob sousa Os Satyros comemoram 25 anos com Édipo na Praça

A diva e a musa da praça Roosevelt: as atrizes Phedra D. Córdoba (à esq.) e Cléo De Páris (à dir.), em cena da peça Édipo na Praça - Fotos: Bob Sousa; Veja galeria completa da nova montagem do grupo paulistano Os Satyros!

Por Miguel Arcanjo Prado
Fotos de Bob Sousa

O grupo paulistano Os Satyros começa as comemorações de seus 25 anos, que serão completados em 2014, com a peça Édipo na Praça.

Com direção de Rodolfo García Vázquez, a montagem estreia nesta sexta (16), no Espaço dos Satyros Um, na praça Roosevelt, em São Paulo.

A peça traz a mitologia grega de Édipo para os tempos atuais e ainda faz referência a fatos ocorridos na praça, como o enfrentamento entre policiais e manifestantes em junho de 2013.

O Atores & Bastidores do R7 acompanhou com exclusividade o último ensaio da montagem. Veja fotos exclusivas de Bob Sousa e também a reportagem completa no vídeo abaixo:


Édipo na Praça

Quando: Sexta, sábado e domingo, 20h. 100 min. Até 30/11/2013
Onde: Espaço dos Satyros Um (praça Roosevelt, 214, Metrô República, São Paulo, tel. 0/xx/11 3258-6345)
Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Classificação etária: 14 anos

RESULTADO - QUEM LEVOU UM PAR DE INGRESSOS:
Os internautas que levaram um par de ingressos cada um para ver a peça Édipo na Praça são:
Sábado (17/8/2013), 20h - Iara Psico (dois ingressos)
Domingo (18/8/2013), 20h - Vagner Epifânio (dois ingressos)
Ps. Os vencedores devem chegar ao teatro uma hora antes da sessão e apresentar documento com foto na bilheteria, se identificando como vencedores da promoção no blog Atores & Bastidores do R7.

Veja as fotos de Bob Sousa de Édipo na Praça!

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Camila Mota e Ze Celso foto Jennifer Glass Zé Celso ressuscita Cacilda em musical do Oficina

Camila Mota e Zé Celso Martinez Corrêa em cena da nova peça do Oficina - Foto: Jennifer Glass

Por Miguel Arcanjo Prado

José Celso Martinez Corrêa, o nosso Zé Celso, está em polvorosa, junto de seus artistas que compõem o Teatro Oficina.

O motivo é que nesta sexta (16), o grupo estreia seu novo espetáculo: o musical Cacilda!!! Glória no TBC – Capítulo 1. A montagem chega à capital após curta turnê pelo interior paulista.

Zé define a obra como uma “Ópera de Carnaval Eletrokandomblaica Tragicomicorgiástica” e lembra que “as montagens do Oficina Uzyna Uzona trabalham com a transversalidade de todas as artes: audiovisual se mistura à música, à dança e às artes-plásticas para criar e difundir uma ‘Obra de Arte Total’”.

Marcelo Drummond codirige o espetáculo. Nele, o mito teatral chamado Cacilda Becker (1921-1969) é ressuscitado.

A apresentação começa no início da carreira da atriz, no Teatro Brasileiro de Comédia, em 1949.

No segundo ato, dá um salto a 1968, o ano que o jornalista Zuenir Ventura chamou como aquele "que nunca terminou", auge da ditadura militar no Brasil.

Foi neste fatídico ano que Cacilda Becker assumiu a Secretaria do Conselho Estadual de Teatro. No posto, cheia de coragem, defendeu a classe teatral da censura e da violência militar da qual era vítima naquele então.

Claro que a montagem é cheia de referências aos dias atuais. Mergulhado nas novas tecnologias, o Oficina transmitirá todas as sessões, ao vivo, pela internet.

Cacilda!!! Glória no TBC – Capítulo 1
Quando: Sexta, 19h; sábado e domingo, 18h. 4h30 (com intervalo de 20 minutos). Até 1/9/2013
Onde: Teat(r)o Oficina (r. Jaceguai, 520, São Paulo, tel. 0/xx/11 3106-2818)
Quanto: R$ 20,00 (valor da inteira, às sextas-feiras), R$ 40,00 (valor da inteira, aos sábados e domingos) e R$ 5,00 (todos os dias, para moradores do Bixiga, mediante comprovação de residência). Meia-entrada válida para estudantes, idosos, artistas e cartão Petrobras. Venda na bilheteria do Teatro Oficina, uma hora antes de cada sessão
Classificação etária: 14 anos

Liz Sylvia e Camila foto Jennifer Glass Zé Celso ressuscita Cacilda em musical do Oficina

Luta de artistas contra a censura da ditadura militar é pano de fundo da nova peça do Oficina - Foto: Jennifer Glass

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rodolfo ivam Satyros terá programa no Multishow sobre internet

Rodolfo García Vázquez e Ivam Cabral, a dupla criadora do Satyros tem projeto para a TV paga - Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

A trupe paulistana Os Satyros, que começa a celebração de seus 25 anos nesta sexta (16), com a estreia da peça Édipo na Praça, tem outra novidade.

O R7 apurou que o grupo capitaneado por Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez vai invadir a televisão.

Uma parceria do Satyros Cinema com a produtora curitibana WG7BR, de Gil Baroni, será responsável por um novo programa do canal pago Multishow.

A série terá 20 episódios e tem estreia prevista para outubro.

Como Os Satyros são vidrados em novas tecnologias, o programa vai falar sobre a internet.

A atração reunirá blogueiros para comentar os assuntos que bombam na rede.

O nome do programa deve ser escolhido nos próximos dias. Entre os nomes possíveis, estão Programa de Internet e WEBZ. Os dez primeiros episódios já estão gravados.

O projeto da atração conta ainda com a colaboração de Leandro Knopfholz, o diretor do Festival de Teatro de Curitiba.

O programa deverá ganhar uma segunda temporada, com mais 20 episódios.

Esta não é a primeira vez que Os Satyros se aventuram na televisão. No passado, eles já fizeram parceria com a TV Cultura.

Afinal, essa turma do Satyros não para.

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aprimeiravista Drica Moraes passa mal e cancela peça em BH

Bronquite: Drica Moraes (à esq.) e Mariana Lima, na obra que precisou ser cancelada em BH - Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

A atriz Drica Moraes precisou cancelar a sessão deste sábado (10) da peça A Primeira Vista, na qual atua com Mariana Lima.

A montagem seria realizada em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde houve apresentação normal nesta sexta (9).

Segundo os organizadores do projeto Teatro em Movimento, responsável pela apresentação, o motivo foi uma crise de bronquite de Drica.

Recentemente, a atriz venceu uma luta contra a leucemia.

O espetáculo, que tem destacada atuação tanto de Drica quanto de sua companheira de palco, celebra a volta da atriz ao trabalho e vem rodando o País, sempre com casa cheia.

Em São Paulo, fez temporada de sucesso no Sesc Pompeia no primeiro semestre deste ano, além de ter reinaugurado o Teatro Municipal Alfredo Mesquita. Dirigida por Enrique Dias, A Primeira Vista é um texto do canadense Daniel Maclvor com a história de uma forte relação amorosa entre duas mulheres que sonham em montar uma banda.

Leia a nota na íntegra sobre o cancelamento do espetáculo em Minas, que explica ainda como será a devolução do dinheiro do ingresso para quem já havia comprado:

“O projeto Teatro em Movimento informa o cancelamento da sessão deste sábado, 10 de agosto, às 21h, do espetáculo A Primeira Vista, no Teatro Bradesco, em Belo Horizonte.

A medida ocorre por motivo de crise de bronquite da atriz Drica Moraes.

As pessoas que compraram ingressos com cartão de crédito devem se dirigir à bilheteria do Teatro Bradesco (Rua da Bahia, 2244, Lourdes, Belo Horizonte, MG) para preenchimento de formulário de solicitação do cancelamento da compra.

O prazo estimado para a devolução dessa  modalidade é de 18 dias. As compras realizadas em dinheiro serão devolvidas também  na bilheteria do teatro.

O prazo para a solicitação do ressarcimento é deste sábado, 10 de agosto, a domingo, 17 de agosto.

Horário de funcionamento da bilheteria do Teatro Bradesco:
Segunda-feira a sábado, de 12h às 20h
Domingos e feriados de 12h às 19h
Informações: 0/xx/31 3516.1360”

Veja dicas da Agenda Cultural da Record News com Miguel Arcanjo Prado no vídeo:

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deus diabo foto stephanylopez Diretor passa o chapéu na internet e dispara: “Empresário pensa que ajudar teatro é caridade”

O diretor e ator Douglas Apelfeller Leite, na peça Deus e o Diabo no Caminho do Sol - Foto: Stephany Lopez

Por Miguel Arcanjo Prado

A internet é o presente da comunicação. O grupo de teatro Engenho Burlesko, de Governador Valadares (MG), sabe disso. Tanto que resolver passar o chapéu na rede para tentar financiar a turnê da peça Deus e o Diabo no Caminho do Sol. O sonho deles é fazer apresentações em Duque de Caxias (RJ), Santo André (SP) e Curitiba (PR).

Mas, para isso, precisam arrecadar R$ 6.000. O local da campanha pela grana é o Facebook. Ao R7, o grupo conta que nenhum político da cidade resolveu ajuda-los ainda. O diretor, Douglas Apelfeller Leite, afirma que “trabalhar com teatro é uma luta de foice diária”. E lamenta uma constatação à qual chegou.

— Muitos empresários acreditam que investir em cultura é fazer uma caridade aos artistas e não realizar um investimento na formação da sociedade e uma possibilidade de marketing cultural.

O grupo já bateu em várias portas. Ninguém abriu.

— Como nenhum empresário nem o poder público quis nos ajudar, a solução foi buscar incentivo e apoio das pessoas físicas mesmo. Por isso, iniciamos a campanha na internet.

A trupe afirma que fazer teatro no interior mineiro “não é diferente das demais realidades”. Diz que as companhias incipientes precisam conciliar outras atividades laborais com o teatro que fazem, como forma de sobrevivência, o que “acaba dividindo o processo criativo”. O diretor demonstra ter esperança.

— Pretendemos que essa rodada de chapéu online ajude-nos a mostrar nosso trabalho e a força do teatro do interior mineiro. Queremos representar nossa cultura. A nossa peça é baseada no norte de Minas e na região do Vale do Jequitinhonha. Ainda não obtivemos um retorno desejado. Há muitos curiosos e poucos colaboradores, mas estamos confiantes.

O grupo Engenho Burlesko foi criado em 2011. Atualmente, além de Douglas, a companhia é composta por Breno Lopes e Silva, Douglas Leite, Dudu Pires, Graziela Souto, Nicolle Sá, Rodrigo Limeres e Túlio Bernardes.

Para colaborar, clique aqui!

Veja a página do grupo!

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magiluth renata pires Grupo Magiluth impressiona Festival de Inverno de Garanhuns (PE) com peça Viúva, porém Honesta

Lucas Torres, em cena de Viúva, porém Honesta, do Grupo Magiluth - Foto: Renata Pires/Secult/Fundarpe

Por Miguel Arcanjo Prado
Fotos de Renata Pires

O assunto no Festival de Inverno de Garanhuns de 2013 é um só: a peça Viúva, porém Honesta, do Grupo Magiluth, de Recife.

A montagem, que já causou frisson no Festival de Teatro de Curitiba deste ano (leia a crítica do R7) e é aguardada com ansiedade em São Paulo, foi apresentada na cidade do interior pernambucano com teatro lotado.

A obra de Nelson Rodrigues encontrou na irreverência dos garotos de Recife seu par perfeito, gerando uma encenação de impacto e ousadia. Os meninos do Magiluth debocham de tudo e são sensação por onde passam.

Em Garanhuns, mais uma vez, foram aplaudidos de pé.

A fotógrafa Renata Pires registrou a encenação na cidade. Veja, abaixo, as belíssimas imagens:

magiluth festival de inverno garanhuns 2013 foto renata pires Grupo Magiluth impressiona Festival de Inverno de Garanhuns (PE) com peça Viúva, porém Honesta

Grupo Magiluth, de Recife, é o grande destaque do Festival de Inverno de Garanhuns (PE), com a ótima montagem da peça Viúva, porém Honesta, do jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues - Foto: Renata Pires/Secult/Fundarpe

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