Posts com a tag "stand-up"

FABIANO CAMBOTA Fabiano Cambota encerra solos no Comedians

Fabiano Cambota: além de humorista, ele também é músico - Foto: Divulgação

Por MIGUEL ARCANJO PRADO

Às vésperas do Carnaval, ainda há espaço para o riso farto no Comedians, a famosa casa noturna de stand-up paulistana (r. Augusta, 1129, São Paulo, tel. 0/xx/11 2615-1129).

O humorista Fabiano Cambota se apresenta por lá nesta quinta (27), a partir das 21h.

Ele faz o espetáculo O Circo de um Homem Só, que encerra temporada de solos do espaço.

O artista, que também é músico da banda Pedra Letícia, também usa essa habilidade em sua apresentação.

O couvert artístico é de R$ 35.

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

mauricio meirelles 4 Entrevista de Quinta: Mauricio Meirelles abre Facebook no palco e dispara: “Somos ridículos”

Maurício Meirelles, do CQC, agora também tem espetáculo solo em SP - Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Rir de si próprio é dádiva dos grandes. E no mundo atual, onde muitos se expõem até o último fio de cabelo nas redes sociais, material para rir do outro e de si mesmo é o que não falta.

O comediante Mauricio Meirelles, repórter do CQC (Band) há dois anos, resolveu apostar neste filão para estrear em São Paulo seu primeiro espetáculo solo de stand-up, Não Leve a Sério, em cartaz todo sábado, às 23h59, no Teatro Jaraguá, em São Paulo [veja serviço ao fim da entrevista].

Publicitário com carreira de sucesso antes de se enveredar pelo mundo do humor, Meirelles, que também já trabalhou como redator do Legendários (Record), falou com o Atores & Bastidores do R7 sobre seu espetáculo nesta Entrevista de Quinta.

Leia com toda a calma do mundo:

Miguel Arcanjo Prado – Qual a maior diferença entre escrever para o palco e para a TV?
Mauricio Meirelles – Na TV, a escrita tem muitas etapas. Tem a ideia inicial, depois passa pelo produtor, vai gravar na rua, volta, passa pelo editor... Já no palco, é o que eu quero falar, eu tenho mais liberdade de criação para fazer o que eu quero.

mauricio meirelles 3 Entrevista de Quinta: Mauricio Meirelles abre Facebook no palco e dispara: “Somos ridículos”

Mauricio Meirelles quer rir do outro e de si - Divulgação

Foi difícil estrear espetáculo solo em São Paulo?
Sim! É o primeiro. Eu faço show em grupo há muito tempo. Tenho sete anos de carreira no stand-up. Os amigos sempre me falaram: "faz o seu solo". Mas sempre tive medo, porque São Paulo é uma guerra, então testei muito antes.

O que você preparou para seu show ser diferente dos inúmeros shows de stand-up que têm por aí?
O meu show começa no momento em que a pessoa compra o ingresso. Além disso, eu tenho um telão, uma abertura diferenciada. Investi muito. Fui para Las Vegas e vi como eles tratam o entretenimento. E resolvi aprimorar meu show também.

Estar no CQC ajuda a atrair o público?
Sim, e muito. Mas também acho que não é só estar na TV. É preciso estar exposto. O pessoal do Porta dos Fundos está aí para mostrar que a exposição pode ser também pela internet. Tenho um público que me acompanha sempre, que é mais segmentado. Agora, com a TV, veio mais gente de todo o País, que me conheceu no CQC e agora busca ver meu trabalho no teatro.

Como você entrou para o stand-up?
Foi por frustração. Eu sou publicitário e trabalhei em grandes agências. Acho que todo publicitário tem uma veia humorística, geralmente mais ácida, que não consegue colocar em prática na publicidade. Em 2005, comecei a escrever um blog. Muita gente começou a gostar dos meus textos e me falou para fazer stand-up. Eu fiz uma participação no Comédia ao Vivo, no Bar Ao Vivo, que tinha o Danilo Gentili, o Bruno Motta, o Fábio Rabin, a Dani Calabresa... Depois, eu fiz a Comédia em Pé, que tinha o Fábio Porchat... Foi rolando e o bichinho pegou. Aí, comecei a conciliar a carreira de publicidade com os palcos.

E quando resolveu virar só humorista?
Foi quando vi que não dava mais, era preciso arriscar. Deu medo, porque estava na Talent [agência publicitária], uma empresa renomada, tinha um salário bom. Eu pensei, por ser jovem, se eu não arrisco agora, eu vou começar a ganhar bem e nunca mais faço o que quero. Graças a Deus, as peças de teatro lhe oferecem voucher de comida! Então, consegui parceria com todas as empresas que eu poderia para ter voucher de comida. Pelo menos eu estou garantido de comida. Nunca passei fome, graças a Deus!

mauricio meirelles cqc Entrevista de Quinta: Mauricio Meirelles abre Facebook no palco e dispara: “Somos ridículos”

Como repórter do CQC, Mauricio Meirelles diz que "aprendeu a lidar com o inesperado" - Foto: Divulgação

Qual o maior aprendizado que você teve no CQC?
O principal aprendizado é você lidar com o inesperado. A gente sempre vai gravar com o roteiro, a gente sempre lida com coisas que podem acontecer. E aprendi também a nunca confiar nas listas dos eventos! Você sabe: nunca vai o povo que está confirmado na lista que as assessorias mandam [risos]. O melhor de tudo foi tentar lidar com vários tipos de pessoas diferentes, ser agradável e ao mesmo tempo contestador nas entrevistas.

É verdade que você abre o Facebook de alguém da plateia em seu espetáculo?
É isso mesmo. Eu abro o Facebook de uma das pessoas no palco e faço o Facebullying. A premissa do show é não levar nada a sério! Eu provo isso no Facebook, mostrando que todo nós somos ridículos!

mauricio meirelles 2 Entrevista de Quinta: Mauricio Meirelles abre Facebook no palco e dispara: “Somos ridículos”

O humorista Mauricio Meirelles: "Provo no Facebook que todos somos ridículos" - Foto: Divulgação

Não Leve a Sério, com Mauricio Meirelles
Quando: Sábado, 23h59. 90 min. Até 14/12/2013
Onde: Teatro Jaraguá (r. Martins Fontes, 71, Novotel Jaraguá, metrô República ou Anhangabaú, São Paulo, tel. 0/xx/11 3255-4380)
Quanto: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)
Classificação etária: 14 anos

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

marcio ribeiro Brasil perde Márcio Ribeiro, o bonachão do humor

Márcio Ribeiro do jeito que gostava: no palco, fazendo todo mundo rir - Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Foi com tristeza enorme que recebi a notícia da morte do humorista Márcio Ribeiro, nesta quarta (29), com apenas 49 anos.

Ele havia acabado de fazer aniversário, no último dia 12. Estava feliz com seu novo show. Sucesso onde quer que se apresentasse.

Márcio sempre foi um querido comigo, nesta minha trajetória no jornalismo. Dizia que era seu fã, dos tempos em que ele apresentava o X-Tudo e eu era criança. Bem-humorado, dizia que eu estava dizendo que ele era velho.

E me contava as novidades de seu show, do que escrevia... Às vezes, me mandava um texto antes mesmo de levá-lo ao palco. E eu me sentia lisonjeado.

Texto perspicaz, ele sempre estava atento a tudo, como um bom humorista deve ser.

Márcio Ribeiro era o bonachão do humor. Não havia quem desgostasse dele. Tinha talento, carisma, era querido por todos.

Era uma espécie de mestre que unia as gerações e egos do mundo do stand-up. Reverenciado por gente como Bruno Motta e Danilo Gentili.

E não tinha medo de trabalho. Nem da vida. Transformava a doença em material para o riso. Debochava de si mesmo.

E é esta a imagem que vai ficar de Márcio Ribeiro. Um artista que, independentemente das agruras de sua vida, nos fazia rir, sua predileção em sua curta vida.

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

Gueminho Bernardes 02   foto Vanessa DAguiar Humorista tira sarro de autoajuda em stand up Como Fracassar na Vida e Ser Infeliz no Amor

Gueminho Bernardes faz apresentação única em SP - Foto: Vanessa D'Aguiar

Por Miguel Arcanjo Prado

As prateleiras de qualquer livraria estão repletas de livros que vendem soluções milagrosas para a vida profissional e pessoal. Segundo tais obras, basta você seguir todos os passos descritos para atingir o sucesso.

Pois o humorista Gueminho Bernardes não acredita em nada disso. Muito pelo contrário, tira sarro da onda autoajuda em seu espetáculo de stand-up Como Fracassar na Vida e Ser Infeliz no Amor, que faz apresentação única em São Paulo nesta sexta (3), no Espaço dos Parlapatões, às 23h59. Ele explica ao R7 o porquê da peça.

— Eu não quis tirar onda; na verdade, quis triturar os paradigmas do autoajuda. Essa coisa do motivacional me irrita muito. Sucesso e felicidade não são coisas que cabem em fórmulas. Isso tudo é uma bobagem, mas sustenta uma indústria que funciona muito bem.

Apesar do discurso contestatório, Bernardes, que também é redator do humorístico da Globo Zorra Total, entrou na onda literária e lançou o texto da peça em livro homônimo pela Editora Giostri.

— Busquei inspiração na minha própria vida. O título é muito provocativo e incomoda as pessoas. Resolvi mostrar o outro lado da moeda, o inverso do caminho da autoajuda. As pessoas procuram o sucesso, mas não procuram saber por que elas fracassam. É um trabalho de humor, mas humor com opinião. No palco, defendo meu ponto de vista.

Morador de Juiz de Fora (MG), onde nasceu, ele é criador do Teatro de Quintal, com o qual já montou mais de 40 textos. Entre suas criações mais conhecidas do grande público, está a personagem Dilma do Zorra Total, feita em parceria com Gustavo Mendes.

Como Fracassar na Vida e Ser Infeliz no Amor
Quando: Sexta (3), às 23h59. 80 min. Apresentação única
Onde: Espaço dos Parlapatões (praça Franklin Roosevelt, 158, Centro, São Paulo, tel. 0/xx/11 3258.4449)
Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Classificação etária: 16 anos

Curta nossa página no Facebook!

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

risorama ernesto vasconcelos Com brilho de Nany People, Risorama faz rir 11 mil pessoas com stand up no Festival de Curitiba

Nany People é o grande charme do Risorama, o maior sucesso de público do Festival de Curitiba - Foto: Ernesto Vasconcelos/Clix

Por Miguel Arcanjo Prado*
Enviado especial do R7 ao Festival de Curitiba

jackson vieira Com brilho de Nany People, Risorama faz rir 11 mil pessoas com stand up no Festival de Curitiba

Irreverência de Nany People conquista os curitibanos - Foto: Jackson Vieira/Clix

Apesar de não serem bem-quistos pela turma do teatrão, os meninos e meninas que fazem stand-up deixam o Festival de Curitiba com o riso estampado no rosto.

O R7 apurou que o espetáculo Risorama, que reúne os maiores nomes do stand-up brasileiro no palco montado Parque Cultural do Park Shopping Barigui, obteve público 11 mil pessoas.

Isso faz dele o espetáculo mais visto do Festival de Curitiba.

A previsão inicial era de seis sessões, mas foram abertas outras cinco sessões extras, para dar conta da tamanha procura.

Cada apresentação contou com plateia lotada com 1.000 pagantes.

Idealizado pelo humorista paranaense Diogo Portugual, o Risorama completou em 2013 dez anos de existência.

Já passaram pelo palco do evento nomes como Danilo Gentili, Bruno Motta e Rafinha Bastos, entre outros.

IMG 9390 01042013 FOTOS Daniel Isolani Com brilho de Nany People, Risorama faz rir 11 mil pessoas com stand up no Festival de Curitiba

Nany People e humoristas comemoram os dez anos do Risorama - Foto: Daniel Isolani/Clix

Mas o grande charme do espetáculo é a mestre de cerimônias, Nany People. Talentosa e com poder ímpar de improviso, ela apresenta os comediantes da noite e faz divertidas interações com a plateia.

O diretor do Festival de Curitiba, Leandro Knopfholz, teoriza para o R7 sobre a razão de tamanho êxito.

- A Dani Calabresa fala que o Risorama é a colônia de férias dos humoristas. E acho que o público sente esse clima e por isso é sucesso sempre.

Com Nany e sua turma, não há quem consiga segurar o riso.

risorama nany nilton russo Com brilho de Nany People, Risorama faz rir 11 mil pessoas com stand up no Festival de Curitiba

Nany People brilha no Risorama, espetáculo mais visto do Festival de Curitiba - Foto: Nilton Russo/Clix

*O jornalista Miguel Arcanjo Prado viajou a convite do Festival de Curitiba.

Curta nossa página no Facebook!

Veja a cobertura completa do R7 do Festival de Curitiba

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

joaokleber blog De volta aos palcos, João Kléber faz homenagem a Chico Anysio: “Uma escola como homem, como pai”

João Kléber volta aos palcos com novo show de humor (Foto: Divulgação)

Por Bruna Ferreira, do R7

Aquele cara conhecido pelos polêmicos “testes de fidelidade” na TV, depois pela participação no reality show A Fazenda (Record), já fez escola nos palcos com um mestre da grandeza de Chico Anysio (1931-2012).

João Kléber volta aos palcos brasileiros com o espetáculo de humor João Kléber - Entre a Pizza e o Motel, que fica em cartaz no Teatro Ruth Escobar, em São Paulo. Após uma longa temporada na Europa, ele pretende de vez ficar no Brasil.

Em entrevista ao blog, João falou sobre o convite para participar do show.

— No fim do ano passado, eu vi o espetáculo Entre a Pizza e o Motel e o pessoal me convidou para reformular, dirigir e atuar no espetáculo. Voltei para Portugal e transformei uma coisa que era stand-up comedy em um show de humor.

Ele diz que colocou muito do que aprendeu com o mestre Chico Anysio e com Jô Soares no espetáculo. Desde 2001, João Kléber não fazia um show de humor nos palcos, quando passou a dedicar-se apenas à carreira de apresentador de TV.

João Kléber diz que o novo espetáculo tenta resgatar a sátira política no País.

— Eu abro o espetáculo com a parte da sátira que foi um pouco perdida, política, social, cotidiana. O espetáculo tem váris projeções na tela, imagens e fotos, faço algumas dublagens e as pontes de ligação com os atores que entram sozinhos no espetáculo. Náo tenho nada contra o stand-up, mas hoje em dia, qualquer um acha que pode colocar um banquinho e fazer humor. Acho complicado. Respeito os profissionais como o Danilo Gentili e o Rafael Cortez.

João Kléber tenta resgatar o show de humor com muita produção, assim como ele aprendeu com Chico Anysio, que morreu em 2012, deixando saudade de seus personagens inesquecíveis. Ao se lembrar do grande professor, o ator e apresentador não se cansa de exaltar suas qualidades.

— Ele era muito fiel aos amigos. Quando dava a palavra, ele cumpria. Ele, praticamente, me adotou como filho, me orientou bastante, tudo o que eu sou hoje, devo uns 40% ao Chico. Eu tinha 27 anos quando ele dirigiu o meu espetáculo, que ficou dez anos em cartaz. Só no Rio de Janeiro foram cinco anos ininterruptos. Ele tinha conversas de homem para homem, de pai para filho. Uma vez comprei um carro conversível e ele me fez vender, disse que aquele carro não era bom para mim, que eu precisava ser reconhecido pelo o que eu era, não pelo que eu tinha. Ele foi uma escola como homem, como pai.

João Kléber - Entre a Pizza e o Motel
Quando: Sextas, às 21h30; sábados, às 22h; domingos, às 20h. 80 minutos. Até o dia 31/3/2013
Onde: Teatro Ruth Escobar (r. dos Ingleses, 209, Bela Vista, São Paulo, tel. 0/xx/11 3289-2358)
Quanto: R$ 50
Classificação etária: 14 anos

Leia também:
 
Fique por dentro do que os atores fazem nos bastidores
 
Descubra agora tudo o que as belas misses aprontam
 
Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

marcos veras div Marcos Veras retorna ao Rio com o <i>Falando a Veras</i>

Marcos Veras está em cartaz com duas peças no Leblon. Foto: Divulgação

Nina Ramos, do R7, no Rio

O público que gosta de espetáculos stand up já tem mais uma opção para incluir no roteiro do início do ano.

Marcos Veras retorna ao Teatro Leblon, no Rio de Janeiro, pelo quarto ano consecutivo com o Falando a Veras.

Neste ano, o ator mostrará no palco textos próprios, de cara limpa (como o stand up pede) e ainda fará números musicais. Quem assina a supervisão geral é Fábio Porchat.

Em paralelo ao Falando a Veras, Marcos está em cartaz no mesmo teatro com a peça Atreva-se, que tem direção de Jô Soares (leia crítica aqui).

A dica é fazer a dobradinha no fim de semana!

Falando a Veras
Temporada: até 30 de março.
Quando: sextas e sábados, às 23h.
Onde: Teatro Leblon – Sala Marília Pêra (rua Conde de Bernadotte, 26 – Leblon)
Ingresso: R$ 60
Classificação indicativa: 14 anos

Leia também:

Fique por dentro do que rola no mundo teatral

Descubra tudo o que as misses aprontam

Tudo que você quer ler está em um só lugar. Veja só!

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

nando viana blog Nando Viana mostra stand up gaúcho em São Paulo

Nando Viana mudou de mala e cuia com o sonho de viver de humor em SP - Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

O stand-up virou mesmo moda de riso fácil nas grandes capitais brasileiras.

No Rio Grande do Sul, Nando Viana é nome de destaque, já que foi precursor da renovação do gênero em Porto Alegre.

O ator chega agora a São Paulo com seu espetáculo Nem Bom, Nem Mau: Nando Viana, no Teatro Anhembi Morumbi, na zona leste paulistana, com produção de Elias Tavares Bezerra.

Após sucesso no Sul, o humorista quer conquistar a capital paulista, onde o mercado para o tipo de humor que faz é farto.

Como bom comediante que se preze, Nando escreve os próprios textos, no qual brinca com o lado bom e mau das pessoas.

— Uso um pouco o fato de ser gaúcho, mas gosto mesmo é de colocar situações engraçadas que vivi e que façam com que o público se identifique.

Nando foi motivado a fazer comédia ao ter contato com a turma do Comédia em Pé, do Rio, como Claudio Torres Gonzaga e Fábio Porchat. Mas não deixa de reverenciar velhos nomes do riso nacional.

— Da velha guarda do humor brasileiro, eu sempre gostei do Ary Toledo e também do José Vasconcellos.

O comediante aproveita o clima de união que paira na turma do stand-up para trazer, a cada apresentação, um convidado especial.

— No sábado agora vem o Murilo Couto, do Agora É Tarde. Já fechei também o Paulinho Serra, da MTV.

Nem Bom, Nem Mau: Nando Viana
Quando: Sábados, às 23h30. Até 28/7/2012
Onde: Teatro Anhembi Morumbi (av. Dr. Almeida de Lima, 1176, Brás, tel 0/xx/11 2872-1457
Quanto: R$ 40 (inteira)
Classificação: 14 anos

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

afrobege Robson Nunes faz humor com situações de racismo no stand up <i>Afrobege</i>, que chega a Brasília (DF)

Robson Nunes satiriza fatos de racismo pelos quais já passou no espetáculo - Foto: Divulgação

Por Miguel Arcanjo Prado

Figurinha fácil de nosso cinema, o ator Robson Nunes resolveu escolher um tema controverso de nossa sociedade para fazer humor no teatro: o racismo.

No espetáculo stand-up Afrobege, que estreia neste fim de semana em Brasília, ele “brinca com essa coisa da negritude”, como conta em conversa com o R7.

— A brincadeira começa no título. Durante muito tempo as pessoas pensavam que chamar alguém de negro era ofensa. Tem aquela história de clarinho, moreno claro, moreno escuro, moreninho... Afrobege, por exemplo, foi uma menina, que também era negra, que me classificou assim. Achei tão engraçado que resolvi fazer um espetáculo com esse nome.

Ações cotidianas de preconceito e ignorância das quais o negro costuma ser vítima no País viram piada na boca de Nunes, que provoca risada associada à conscientização das pessoas em relação ao desprezível preconceito racial.

—Junto da piada vem uma mensagem também. No Brasil, o preconceito é bem velado. É positivo ser uma coisa que as pessoas tenham vergonha de expor, mas, por outro lado traz um sofrimento camuflado.

O ator, que já atuou em 11 filmes, como Carandiru, coleciona episódios nos quais foi vítima de racismo. Certa vez, aos 14 anos, uma atendente de lanchonete se certificou muitas vezes de que não fosse falsa a nota de R$ 5 que ele utilizou para comprar um salgado. Fora as inúmeras batidas policiais.

— Depois que a peça acaba, muita gente vem falar comigo, inclusive negros, dizendo que se identificaram com as situações. Se eu fosse branco, não faria esse espetáculo, porque não teria essa vivência. A conscientização pelo humor é sempre melhor.

O espetáculo ainda traz dois personagens clássicos do ator. O cobrador de ônibus Geílson, um conquistador latino barato, e Mano Bráulio, uma divertida homenagem a Mano Brown, do Racionais MC.

—Uma vez cruzei com o Mano Brown na passarela do aeroporto de Congonhas. Ele veio me falar que gostava do meu trabalho nos filmes Domésticas e Boleiros. Fiquei emocionado, porque sou fã dele. Falei com que iria fazer um personagem em homenagem a ele. Ele ainda não viu... Será que eu vou apanhar dele no próximo encontro? [risos]

Com um tema espinhoso no palco, nem sempre a plateia escuta com calma o texto. Nunes já passou por situações difíceis, como quando um homem branco gritou que ele não poderia falar assim de negros, “porque ele tinha amigo negro e que conhecia muitos negros que jogavam muita bola e cantavam muito bem”.

— Aí eu respondi: se o negro não sabe jogar bola nem cantar direito ele está ferrado na vida? [risos]

Afrobege (stand-up)
Quando: sábado, às 21h; domingo, às 20h. Até 1º/7/2012.
Onde: Teatro Brasil 21 Cultural (Setor Hoteleiro Sul, SHS quadra 06, conj. A, Bloco “A”, Brasília, DF, tel. 0/xx/61 3039-9296)
Quanto: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada)
Classificação: Livre

O ator, que trabalhou dez anos no Disney Channel, também está em cartaz no espetáculo infantil abaixo, no mesmo teatro, com a história de um menino que fantasia um mundo de super-heróis.

Nada É de Brinquedo – Quando os Alienígenas Ameaçam Nossas Jujubas (infantil)
Quando: sábado e domingo, às 16h. Até 1º/7/2012.
Onde: Teatro Brasil 21 Cultural (Setor Hoteleiro Sul, SHS quadra 06, conj. A, Bloco “A”, Brasília, DF, tel. 0/xx/61 3039-9296)
Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Classificação: Livre

O Retrato do Bob: Zé Celso, o mito de batom

Guatemaltecos mostram profecia maia em BH

Ponto de Encontro do FIT-BH reúne artistas e público

Bando de Teatro Olodum revela cultura negra no alto do morro, no FIT-BH

No FIT-BH, ator argentino mete a ripa no panelaço

Primeiro dia do Fito tem muito batuque em BH

Por trás do pano - Rapidinhas Teatrais

Veja a programação completa do FIT-BH!

O Retrato do Bob: a doce brutalidade de Otto Jr.

Descubra agora o segredo de cada miss

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes

Paulo Bonfá Foto de Shinji Nagabe blog <i>Risadaria</i> terá 190 artistas em 133 shows de humor

Paulo Bonfá comanda 1.500 profissionais no Risadaria - Foto: Shinji Nagabe/Divulgação

Quem gosta de rir tem endereço certo entre esta quinta-feira (22) e domingo (25): a terceira edição do Risadaria, que acontece no Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, em São Paulo.

No ano dos Jogos Olímpicos de Londres, o tema é A Maratona Mais Engraçada de Todos os Tempos.

O grande homenageado será Renato Aragão, humorista que faz crianças rirem na TV e no cinema há 40 anos. O festival exibirá os dez filmes de maior bilheteria do comediante.

Paulo Bonfá comanda o maior evento de humor da América Latina. Cerca de 1.500 profissionais trabalham nos 11 mil m² do Pavilhão.

Serão 190 artistas em 133 shows ao vivo em 60 horas de risada. Só no ano passado, foram 35 mil participantes. Número que a atual edição pretende superar.

Em conversa exclusiva com o blog, Bonfá falou sobre o atual mercado de humor no Brasil e revelou que quer levar o Risadaria a outras capitais.

Leia o bate-papo:

Miguel Arcanjo Prado – Como surgiu a ideia de fazer o Risadaria?
Paulo Bonfá –
O Risadaria surgiu em 2007, a partir de uma inquietude minha com relação à maneira como o humor era  (e, talvez, ainda seja) tratado por parte das pessoas. Em mais de 20 anos de carreira, muitas vezes ouvi de colegas comediantes que nossa atividade era a "série B" das artes, uma espécie de segunda divisão do cenário cultural, mas não é! Então decidi arregaçar as mangas e mostrar a força do conteúdo cômico, reunindo num só lugar todas as maneiras de fazer uma pessoa rir. Felizmente, muitos outros humoristas "compraram" esta ideia e chegamos à terceira edição do Risadaria como o maior evento do gênero em toda a América Latina.

Como você vê o crescimento do mercado de stand-up nos últimos tempos? O público estava sentindo falta de rir?
Dentre todas as vertentes do humor, a comédia stand-up sem dúvida foi a que mais cresceu nos últimos anos. Não acho que seja por uma "demanda reprimida de risadas", mas sim pela facilidade de difusão de novos conteúdos via web, pela influência de artistas internacionais na TV paga e, obviamente, pelo talento da nova geração que dominou os palcos.

Muita gente por aí diz que inventou o stand-up, mas não cita que nomes como Jô Soares e Chico Anysio já faziam números de stand-up décadas atrás. Acha que falta um reconhecimento ao pioneirismo de nomes como eles pela geração atual?
O stand-up comedy existe fora do Brasil há muitas décadas, sempre fez parte das referências do humor anglo-saxão, mas nosso país também teve muitos pioneiros nos espetáculos e shows de humor, os quais em vários momentos se serviram do formato em questão. Nas minhas pesquisas, além de Chico e Jô, sempre sobressaiu José Vasconcellos, que morreu no ano passado, infelizmente. Recomendo aos fãs de stand-up comedy conhecer a performance Eu Sou o Espetáculo, registrada em antigos LPs, em que José Vasconcellos mostra ser um verdadeiro showman.

Quem são os três melhores no stand-up atual em sua opinião?
Basta olhar a programação do Risadaria 2012 para ver que esta é uma pergunta sem resposta! Há uma profusão de talentos, com diferentes estilos, e existe espaço para todos na cena atual. O público realmente tem opções totalmente excelentes para rir!

No que o evento melhorou nestas edições? O que ainda precisa melhorar?
Serão 12 mil metros quadrados de pura comédia. Temos acervos cômicos de TV, rádio, cinema, quadrinhos, literatura, internet. Receberemos mais de 200 artistas de 13 Estados brasileiros e duas atrações internacionais inéditas no Brasil, com shows ininterruptos durante quatro dias. Há um espaço dedicado a homenagear Renato Aragão e uma área infantil, a Risadaria Kids. Pela primeira vez, os maiores blogs de humor do país apresentarão conteúdos específicos para o evento. Realizaremos ao vivo a final do segundo campeonato brasileiro de stand-up comedy. Enfim, um encontro jamais visto, com todo conforto e segurança, restaurante, lanchonete... O que pode ser melhor? Talvez incluir uma programação de "humor na música" em 2013!

Você tem vontade de levar o evento a outras capitais?
Desde sempre, meu desejo é que o Risadaria seja um projeto itinerante. Ele cabe em qualquer lugar, é a cara do Brasil, mas falta ainda um maior apoio de empresas patrocinadoras para que seja viável excursionar pelo País.

Risadaria
Quando: quinta (22) a domingo (25), das 10h às 22h
Onde: Pavilhão da Bienal (parque Ibirapuera, São Paulo, tel. 0/xx/11 4003-1527)
Quanto: R$ 30 (Pavilhão da Risada); R$ 70 a R$ 100 (Teatro)
Classificação: 14 anos (menores podem entrar acompanhados dos pais ou responsáveis legais)

Veja quem levou o Prêmio Shell em São Paulo

Galpão representa Brasil nos Jogos de Londres

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Digg
  • Facebook
  • Netvibes
Ir para a home do site
Todos os direitos reservados - 2009- Rádio e Televisão Record S/A
exceda.com