Publicado em 19/06/2013 às 04h00
Miss Brasil trabalhou na lavoura antes de virar modelo
A miss Brasil Supranacional, Raquel Benetti, 26, é elegante, poliglota, articulada e tem conteúdo para opinar sobre assuntos relevantes. Ela deixa o povo especulando que tanta classe se deve a um berço de ouro, como esta blogueira que vos escreve já viu acontecer. Engano! A história da miss é diferente, e ela mesma explica ao Tudo Miss que não é da turma dos "bem-nascidos", não:
— Sou de uma família humilde, filha de um agricultor e uma costureira. Trabalhei até os 16 anos em uma lavoura de hortifrutigranjeiro com meus pais.
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Então a que ela deve a cara da riqueza, hein?
— Acredito que o meu jeito se deve muito à educação que tive e à minha maneira de me adequar aos diferentes ambientes em que circulo.
Experiência
Raquel é gaúcha de Sapiranga, na região metropolitana de Porto Alegre, mas cresceu em São Francisco de Paula, na serra gaúcha. Ela representou as duas cidades em suas três tentativas no concurso Miss Rio Grande do Sul. Em 2007, por Sapiranga, não se classificou (a vencedora foi Carol Prates). Em 2011, pela mesma cidade, foi vice de Priscila Machado, mais tarde miss Brasil e top 3 no Miss Universo. E em 2012, por São Francisco de Paula, foi top 15 no ano de Gabriela Markus, mais tarde miss Brasil e top 5 no Miss Universo.
Em abril último, representando o Estado do Espírito Santo, Raquel foi vice de Sancler Frantz no Miss Brasil World 2013 e ganhou o direito de representar o Brasil no Miss Supranacional, que acontece em setembro em Belarus.

Com toda essa experiência no mundo dos concursos de beleza, ela diz que já se adaptou à pressão que pesa nos ombros das misses. Na internet, cada clique das belas é avaliado pelos missólogos, mas ela não se intimida. Conta que em 2007 não percebia tanta exposição, mas que em 2011 sentiu uma diferença:
— Em 2011, quando decidi retornar aos concursos, senti este "boom" todo em volta da figura da miss. Mas eu adoro concursos e por isso me identifico muito com os admiradores, isso diminui a pressão.
Mas é justamente tanta experiência na vida de miss que Raquel aponta como seu possível ponto fraco:
— O nervosismo de não ter uma boa classificação. Como já passei por alguns concursos fico mais apreensiva com o resultado.
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Supranacional
Já seu ponto forte, ela afirma, é a comunicação com público. Raquel é figurinha assídua nas comunidades sobre misses das redes sociais, e adora dividir com os missólogos suas impressões sobre concursos de beleza e suas rainhas.
— Gosto de ouvir histórias, comentar e respondo tudo com entusiasmo.
A menos de três meses do Miss Supranacional (que ela chama pelo nome gringo, Supranational), a bela conta que está se aperfeiçoando:
— Vou trabalhar bastante a expressão corporal para me adequar ao perfil dinâmico e dançante do Miss Supranational. E estou priorizando o cuidado com o corpo, que precisa de melhora.
O Miss Supranacional é um concurso novo, mas Raquel já está por dentro do que a espera:
— O Supranational é um show. Eu entendo que eles procuram uma mulher de atitude, energia e jovialidade. Estudando as últimas edições me apaixonei pela estrutura do concurso. É um concurso em ascensão.
E ela já andou dando uma olhada nas demais concorrentes?
— Obviamente [risos]. Gosto muito da mexicana.

Quem conhece a trajetória de Raquel sabe que ela não era de usar produções com cores fortes na make e na roupa. Mas pela foto acima, dá para sentir que ela já está trabalhando para chegar ao concurso bem "supranacionalizada"!
Vida de miss
A gaúcha, que mora em São Paulo, contou ao blog que não vai dividir apartamento com a colega Sancler, a miss Brasil World:
— Esta seria uma condição caso as ganhadoras não residissem em São Paulo, para melhor preparação junto à equipe do Miss Brasil World. Como moramos aqui, e somos vizinhas, essa medida não foi necessária.
Raquel já rodou por alguns países como modelo e é independente. Num concurso de miss, há espaço tanto para garotas viajadas como ela, como para jovens de cidadezinhas do interior que estão sozinhas pela primeira vez. Como será que essa mistura funciona, nos dias que antecedem um concurso? Ela contou sua experiência:
— Este ano no Miss Brasil World criamos um grupo nas redes sociais somente para as candidatas para que colocássemos nossas dúvidas e dividíssemos opiniões. Foi bastante interessante esta troca de experiências conflitantes!
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Publicado em 13/06/2013 às 11h20
Favorável à descriminalização do aborto, miss Brasil critica estatuto do nascituro
Segunda colocada no Miss Brasil World, em abril, Raquel Benetti, 26, ganhou o direito de representar o Brasil no Miss Supranacional, que acontece em setembro em Belarus.
A bela é miss desde os 19, quando representou o município de Sapiranga, onde nasceu, no Miss Rio Grande do Sul 2007. E mesmo antes disso, ainda garotinha, disputou concursos de beleza em festas no interior do Estado.
Durante todo esse tempo como rainha da beleza, Raquel conquistou admiradores e se tornou uma das misses mais queridas pelos missólogos. Perguntada sobre o porquê de ter tantos fãs, ela responde:
— Acho que por ser bastante acessível e não me esquivar de opiniões polêmicas. Gosto de dividir, compartilhar com eles.
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Sendo assim, a miss topou falar ao Tudo Miss sobre alguns temas que têm gerado controvérsia.
Raquel estuda direito e pretende seguir carreira na área da sociologia jurídica. O blog quis saber se ela tem uma posição sobre o projeto do estatuto do nascituro, que estabelece garantias ao bebê ainda em gestação e até aos embriões congelados. Um dos muitos pontos polêmicos do projeto é a criação de uma espécie de "bolsa" para a mulher vítima de violência sexual que mantiver a gravidez, nos casos em que o pai (o estuprador...) não puder pagar pensão. (Ué, mas ele não deveria estar preso?)
A miss soltou o verbo:
— Para mim [o estatuto do nascituro] é um completo regresso da autonomia sexual que a mulher conquistou. Nos vendo ainda como simples reprodutoras, induzindo a ter uma gestação advinda de um crime, de algo torturante para a mulher. O nascituro já tem direitos assegurados no nosso Código Civil, sem restringir os direitos da mãe.
E falando em gestação, ela toma partido novamente quando o assunto é a descriminalização do aborto:
— Eu me posiciono a favor da descriminalização do aborto. Ser mãe deve ser uma escolha. Milhares de mulheres jovens, pobres, com baixa escolaridade, morrem ou são vítimas de sequelas permanentes devido a procedimentos ilegais do aborto em condições precárias. Eu não faria um aborto, mas sou esclarecida das precauções para evitar uma gestação não quista. Milhões de mulheres no Brasil não são.
Em breve tem mais Raquel Benetti aqui no blog!
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Publicado em 21/04/2013 às 04h00
Rainha da Beleza: Taíse Dias
Ela tem um rosto que parece estar sempre se transformando: às vezes é uma oriental, outras, uma latinona, e por aí vai. Estamos falando da gaúcha Taíse Dias, miss Pelotas, a musa do Tudo Miss nesta semana. Conheça!
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Nome completo: Taíse Rodrigues Dias
Idade: 25
Data de nascimento: 21/01/1988
Altura: 1,75 m
Peso: 55 kg
Medidas (busto - cintura - quadris): 88 cm - 64 cm - 90 cm
Títulos que já ganhou: Garota Verão RS 2005. E fui top 3 no Miss RS 2013
Cidade onde nasceu: Pelotas (RS)
Cidade onde mora: Bancoc (Tailândia)
Música preferida: Feeling Good - Michael Bublé
Filme: Não tenho um favorito, adoro assistir filmes e sempre que possível vou ao cinema
Ator ou atriz: Will Smith e Julia Roberts
Cor preferida: Gosto de todas!
Perfume favorito: Chance, da Chanel, e Elie Saab
Esmalte favorito: Renda - Risqué
Livro: A Short History of Nearly Everything - Bill Bryson
Sonho: Ser bem sucedida nos meus planos futuros
Uma viagem inesquecível: Para as ilhas da Tailândia com meus irmãos
Uma miss inesquecível: Ieda Maria Vargas [miss Universo 1963]
Ídolo: Ayrton Senna
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