Posts de: 24/01/2014

Temporal em SP danifica alegorias da Mancha Verde

Carro Temporal em SP danifica alegorias da Mancha Verde

Juju Salimeni, musa da escola, em visita ao barracão da Mancha Verde

A escola de samba Mancha Verde foi uma das vítimas do temporal que caiu na cidade de São Paulo na tarde desta sexta-feira (24).

A chuva danificou dois carros alegóricos. A terceira alegoria já estava pronta, mas ainda não estava embalada com plástico de proteção e ficou danificada.

Muitas peças de decoração do quarto carro, que estavam sendo montadas, também foram levadas embora pela água.

A chuva e o vento ainda danificaram algumas peças de encaixe das alegorias, que terão de ser refeitas.

Na tarde de quinta-feira (23), a musa da escola, Juju Salimeni, visitou o barracão e posou para fotos no local. Nas imagens, é possível ver algumas alegorias prontas.

A escola, que luta para voltar ao Grupo Especial, faz um ensaio técnico nesta noite (24) no Anhembi. A agremiação convocou um mutirão para segunda-feira (27), às 20h, para refazer o trabalho de montagem dos carros.

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Portela reúne comunidade para explicar enredo

003 Portela reúne comunidade para explicar enredo

Cerca de 1.500 portelenses foram à quadra na noite de quinta (23)

Todos os anos, as escolas de samba reúnem os compositores e apresenta como vão desenvolver seus enredos. Assim, eles conseguem desenvolver melhor a letra e entregar um samba dentro do que a escola estava esperando.

Em 2014, porém, a Portela resolveu fazer mais do que isso. A escola reuniu cerca de 1.500 componentes na quadra, um dia depois do ensaio, para apresentar o enredo Um Rio de mar a mar: do Valongo à Glória de São Sebastião.

A palestra foi comandada pelo professor Rogério Rodrigues, autor do enredo, o diretor cultural Luis Carlos Magalhães e antropólogo Fábio Pavão, do departamento de Carnaval da azul e branco.

Saiba tudo sobre o Carnaval 2014

Rogério Rodrigues destacou que a felicidade tomou conta da comunidade, que aprovou a iniciativa.

— Nestes 27 anos em que desfilo na Portela, nunca vi uma iniciativa como esta: apresentar para a comunidade o enredo, detalhado os setores e as fantasias das alas. A reação dos portelenses foi incrível, de muita alegria. No final, as pessoas vieram me falar que se sentiram prestigiadas.

Segundo Sérvulo Jorge Alves, um dos diretores das alas de comunidade, muita gente desfilava sem saber o que representava dentro do desfile.

— O portelense, há anos, andava com a autoestima meio desgastada. Foi uma grande demonstração de respeito com os componentes.

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Há 12 anos como rainha da Beija-Flor, Raíssa Oliveira não relaxa: “Todo ano parece uma estreia”

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Raíssa Oliveira: Nervosismo só passa quando o desfile começa

Apesar de conviver em um posto dominado por personalidades famosas nacionalmente, Raíssa Oliveira é uma das rainhas de bateria mais conhecidas do Rio de Janeiro. A beldade da Beija-Flor está há 12 anos à frente dos ritmistas e já encantou até Roberto Carlos.

Mas a experiência na avenida não deu mais segurança a jovem de 23 anos, que acaba de se formar em jornalismo.

— Não tem essa de experiência. Todo ano, para mim, parece uma estreia. Só consigo dar tchau ao nervosismo quando piso no Setor 1 com o pé direito.

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A escola de Nilópolis vai homenagear o diretor Boni no enredo O Astro Iluminado da Comunicação Brasileira. Raíssa está confiante com o trabalho da agremiação e apostando alto no desfile da Beija-Flor.

— Sou suspeita pra falar, mas o fato é que venho me arrepiando a cada ensaio: Estou sentindo um clima diferente na Beija-Flor

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A rainha de bateria da Beija-Flor já encantou atá o Roberto Carlos

O clima na quadra, segundo ela, é de festa e a ansiedade já toma conta da rainha de bateria, que começou no Carnaval aos 7 anos como passista.

— Nosso último ensaio durou quatro horas sem parar. Você pode imaginar o que é sambar e cantar por tanto tempo, sem descansar, e em cima do salto? É um intenso exercício aeróbico! A comunidade está com muita garra e agora ainda mais feliz com a reforma da quadra. Não há como não ficar ansiosa.

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