Voltei! Alô, bateria

 

 Voltei! Alô, bateria

Assim como a Portela, que voltou a ganhar Carnaval, eu volto a escrever 

Olha quem está de volta? Euzinho! [mereço ouvir um “oba”?]

Não tinha noção que tanto tempo tinha se passado desde que tive de parar com o blog. O último post era de 2014!!!

Para conseguir conciliar com o trabalho, a proposta agora é outra. Vou atualizando como der, quando der. E conto com a compreensão [e a audiência] de vocês. Também pretendo ser menos noticioso e mais reflexivo. O que não mudou de antes, mesmo nesse tempo longe, é o amor ao samba, em especial, às escolas de samba.

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Achei muito curioso ver os últimos textos que estavam publicados aqui. Um deles, datado de 20 de novembro de 2014, era uma fala de Monarco, um dos portelenses mais ilustres, comemorando a nova fase da escola: “Depois do desfile de 2014, tudo mudou”.

E tudo mudou mesmo, meu caro! Felizmente. Parei de escrever contigo otimista e volto, coincidentemente, quando você comemora o campeonato da Portela. Que maravilha!

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Para (re)abrir os trabalhos, compartilho dois textos publicados recentemente aqui no R7. Assim ele fica aqui no histórico!

O primeiro, retrata uma das experiências mais incríveis e emocionantes que já vivi: fazer parte da comissão de frente da Unidos do Peruche.

De jornalista a comissão de frente no Carnaval: o dia em que fui reverenciado no Anhembi

O outro é uma pequena análise sobre o resultado do Carnaval de 2017 em São Paulo e no Rio de Janeiro, que foi um presente para o samba.

Carnaval 2017 escapa do fracasso e marca a valorização do samba