Carnaval 2013

10/2/2013 às 02h18 (Atualizado em 10/2/2013 às 21h32)

Com ousadia e alegria, Mocidade Alegre desfila em busca do bicampeonato

Campeã do Carnaval 2012 empolgou e se divertiu na avenida

Thiago Calil, do R7

Ousada, com cores vibrantes e muita animação, a Mocidade Alegre foi a terceira escola a se apresentar na madrugada deste domingo (10). Confiante em seu samba e na empolgação de seus componentes, a agremiação se permitiu por duas vezes parar totalmente a bateria e calar os microfones para deixar que apenas o público cantasse.

Tudo isso para falar sobre a tentação e mudar os finais das histórias já conhecidas do público. A marca do desfile foi o bom humor do enredo e o requinte das fantasias e da alegoria.

A comissão de frente abriu a apresentação com um convite à tentação. Os destaques da coreografia foram Robério Teodoro e Nani Moreira, passista que se consagrou na escola como rainha de bateria. Os dois representavam as serpentes do pecado original.

Veja fotos do desfile da Mocidade Alegre

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No abre-alas, a escola mostrou que morder a maçã, ao contrário da história de Adão e Eva, não era proibido. Na alegoria motorizada, de mais de 30 m, as serpentes rastejavam felizes pelo paraíso.

Nas alas seguintes, todos os pecados capitais, como gula, avareza, luxúria e ira, foram liberados, abrindo caminho para o céu. O paraíso foi retratado como uma grande balada de música eletrônica.

A escola apostou em muitos grupos cênicos, que se intercalavam às alas cênicas. E assim tornou-se possível os mortos voltarem à vida, os homens ganharam superpoderes, aprenderam a voar e a viajar no tempo. A terceira alegoria mostrou um laboratório científico onde tudo era possível, até criar Franksteins.

Os contos de fadas ganharam novas versões: o sapo não quis virar príncipe, a Chapeuzinho Vermelho era periguete e Robin Hood roubava dos pobres e dava aos ricos. Na ala das baianas, as madrastas se transforaram em “boadrastas”.

Na quarta alegoria, a Branca de Neve cozinhava criancinhas em um caldeirão enquanto os anões, na verdade, eram ladrões. No último setor, foi pregado o respeito à tradição, homenageando todas as escolas de samba de São Paulo. O carro que fechou o desfile representou o apocalipse da alegria, sintetizando o enredo da agremiação.

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