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publicado em 27/06/2010 às 12h00:

Animação BugiGangue ganha o posto de
primeira produção brasileira em 3D

Curta-metragem de Ale McHaddo também pode se tornar um longa em 2012

Bárbara Stefanelli, do R7

Na corrida para emplacar a primeira produção em 3D nacional, foi o curta-metragem BugiGangue - Controle Terremoto quem saiu na frente. Recém-lançada, a pioneira produção do estúdio 44 Toons conta com a direção Ale McHaddo, que já foi presidente da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA), e ainda possui o título de primeiro filme tridimensional do Brasil.

Como explica o diretor, a animação de 11 minutos e que demorou seis meses para ficar pronta já foi exibida em duas sessões para convidados e, além de fazer parte do festival Anima Mundi, que começa em julho deste ano, também pode ganhar algumas exibições nos cinemas brasileiros nos próximos meses.
 
- Provavelmente vamos fazer algumas sessões em agosto, que serão abertas ao público em uma ou duas salas de cinema de uma rede. Como é um curta-metragem, não vai ser cobrado o ingresso.
 
McHaddo conta que a ideia de produzir o curta em 3D nasceu da vontade de lançar um longa-metragem com a tecnologia tridimensional. Segundo o diretor, o filme com os próprios personagens do curta deve ser lançado em 2012.
 
- Os personagens de BugiGangue - Controle Terremoto já existiam nas histórias em quadrinhos, games e animações na internet. E, na verdade, BugiGangue tem um projeto de longa, que se chama BugiGangue no Espaço e deve ser lançado em 2012.
 
Para já se preparar para a gravação do filme, o diretor conta que achou melhor se arriscar no universo do curta antes, para assim já testar as dificuldades e particularidades da tecnologia 3D.
 
 
 
- No curta, a gente testou muito. Experimentamos muitas técnicas e desenvolvemos alguns procedimentos para que no longa não tenhamos qualquer tipo de susto. Por causa do curta, já sabemos como tudo deve ser feito, como devem ser armazenadas as imagens e qual é a logística da produção. Ainda aprendemos como a tecnologia estereoscópica pode ser usada enquanto se conta uma história.
 
BugiGangue 3D na TV
 
A turma liderada pelo protagonista Gustavinho, o personagem loiro, ainda pode invadir as televisões em breve e, claro, em 3D. Segundo McHaddo, o curta BugiGangue - Controle Terremoto também serviu como um projeto piloto para uma futura série animada.
 
- Estamos preparando a série para TV, já pensando na demanda tridimensional, com os mesmos personagens. Imagino que a série fique pronta daqui uns três anos, quando o número de televisões e de programas exibidos em 3D já tenham se popularizado.
 
Mercado 3D nacional
 
Sobre o 3D no Brasil, o diretor acredita que a tecnologia já virou mania nas produções blockbusters e também aqueceu o mercado cinematográfico nacional. Para McHaddo, agora só falta o próprio Brasil entrar na jogada.
 
- O que ainda não temos são filmes brasileiros de público com esse tipo de técnica. A gente imagina que BugiGangue no Espaço tenha esse potencial e por isso queremos produzi-lo em 3D. O público está esperando por isso, agora o negócio é conseguir produzir em 3D com rapidez para aproveitar essa demanda de mercado.
 
Mesmo longe de ser comparado com a facilidade que Hollywood caminha pela tecnologia tridimensional, o curta BugiGangue - Controle Terremoto abre portas para futuras produções do tipo e ainda possui o status de pioneiro, como ressalta McHaddo.
 
- Vão sair muitos filmes daqui para frente em 3D. Mas BugiGangue - Controle Terremoto é o primeiro filme lançado, produzido e já concluído com esta tecnologia no Brasil.

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