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publicado em 06/05/2010 às 19h07:

Querido John conta com estrela de E.T

Filme é um lamentável desastre, apesar de ser adaptação de um livro

Rubens Ewald Filho, colunista do R7

EUA, 10. Direção de Lasse Hallstrom. Com Channing Tatum, Amanda Seyfried, Richard Jenkins, Henry Thomas, D.J. Cotrona, Cullen Moss. Sony. Romance. 105 min.

 

Não tenho nada contra filmes românticos - nem poderia ter - já que tenho meu passado de novelista. Tenho mesmo um fraco por histórias de amor e com frequência sou até romântico. Mas tudo tem limite, e este novo filme chamado Querido John, é um lamentável desastre, apesar de ser adaptação de um livro do especialista Nicholas Sparks, de quem foi feito um filme bem bonito, que foi Diário de uma Paixão / The Notebook.

Outros não tão bem-sucedidos, como A Ultima Música - com Miley Cirus - ainda por estrear aqui -, Noites de Tormenta - com Richard Gere e Uma Carta de Amor - com Kevin Costner. Mas eles erraram completamente nesta história muito mal contada pelo diretor sueco Lasse Hellstrom, que parece ter perdido completamente a mão, a julgar pelo último trabalho, o filme do cachorro com o Richard Gere, Sempre ao Seu Lado. Mas este é bem pior. 

A história se passa no começo dos anos 2000, em uma praia da Carolina do Norte, onde uma moça bonita, Amanda Seyfried (de Mamma Mia), está passando férias e por acaso conhece um rapaz surfando (feito pelo Channing Tatum, de GI Joe, com seu jeito lombrosiano de deficiente mental).

Ele é militar e está de ferias por duas semanas, o que é mais do que suficiente para eles se apaixonarem. O rapaz tem apenas o pai, que é um sujeito bem estranho, fechado e que coleciona moedas (interpretado por Richard Jenkins, que foi indicado ao Oscar em 2009) e o herói se compara com uma moeda, dentro de um grande círculo de moedas ou roldanas da sociedade Americana.

O problema não é tanto a rivalidade, ou a família, nem um amigo que tem um filho autista (o papel do pai é mal feito por Henry Thomas, o ex-menino de Et), mas o destino traz o 11 de setembro e os ataques terroristas. 

O herói, que pretendia largar o serviço, não consegue deixar os colegas e por alguma razão mal explicada, a moça não entende. Dali em diante, neste terceiro ato, o filme só piora, vai ficando mais e mais absurdo e emburrecido, optando por soluções idiotas e primárias. Não consegue nem mesmo fazer chorar.

Mal contado, com trilha musical com excesso de canções imemoráveis, chegou a fazer sucesso na semana de estreia e passou dos R$ 105,6 milhões, mas o boca a boca o destruiu.

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