"É difícil substituir Marone", diz Leandro Lima sobre estreia no Dancing Brasil

Apresentador tem apostado na espontaneidade e leveza para brilhar ao lado de Xuxa

Do R7*

Leandro Lima é a novidade do Dancing Brasil 3
Leandro Lima é a novidade do Dancing Brasil 3 Blad Meneghel

*Colaboração de Raíza Chaves, estagiária de conteúdo transmídia

Modelo, cantor, ator e agora apresentador. O paraibano Leandro Lima, de 35 anos, é uma das novidades da terceira temporada do Dancing Brasil.

Em entrevista ao site oficial, Leandro revela curiosidades sobre sua carreira e ainda conta como surgiu a oportunidade de participar do programa. Em um papo descontraido, ele diz que ser apresentador não estava em seus planos no momento.

Para quem não sabe, Leandro Lima começou na carreira artística aos 17 como cantor de axé do grupo Ala Ursa. Ele deixou a banda para se dedicar à profissão de modelo e também para fazer participações em novelas. Formado em publicidade e propaganda, Leandro interpretou o primeiro vilão de sua carreira em Belaventura, na Record TV.

Leandro treinava em frente ao espelho para falar com Xuxa
Leandro treinava em frente ao espelho para falar com Xuxa Blad Meneghel

Como surgiu oportunidade para ser apresentador?

Leandro Lima: Estava gravando um filme, no Rio, na sexta-feira, e marcaram meu teste para segunda. Fui pra São Paulo, fiz o teste e fui espontâneo. Foi essa espontaneidade e leveza que o Carelli [diretor geral do programa Dancing Brasil] viu. Era algo que não estava na minha cabeça agora, surgiu meio de surpresa, e já durante o teste gostei do que estava fazendo, apesar de ter sido difícil. Quando cheguei no estúdio, conheci a Xuxa e a equipe. Foi algo que me deixou meio tenso, mas depois me senti tão à vontade. Nunca imaginei que fosse ser assim. Me questionaram sobre não ter experiência como apresentador, mas tive banda por sete anos. Então, isso pode ter me dado bagagem para fazer um programa ao vivo.

Como foi a estreia do programa?

Leandro Lima: Ficava muito na frente do espelho falando "oi Xuxa, ei Xuxa...". Como não a conhecia, achava muito estranho e brincava em casa para me acostumar. Além disso, tive uma conversa com um cara que é muito bom de câmera. O Eri Johnson é um super amigo, que tive a sorte de encontrar um dia antes do programa já com o roteiro na mão. Ele sentou comigo e me orientou nas intenções do texto. Se fiz o programa ao vivo na estreia, de maneira natural, aparentemente muito à vontade, foram pelas dicas que o Eri me deu. Na verdade, eu estava bem nervoso. Mas estou cada vez mais feliz e à vontade com o projeto.

Qual sua relação com a dança?

Leandro Lima: Adoro assistir aos espetáculos de dança. Acredito até que posso ter ritmo, mas não como os bailarinos. Em casa, coloco música alta e danço sozinho da forma mais ridícula possível. Estou com vontade de dançar no programa. Mas a Xuxa tem me assustado dizendo que vai ser logo. Quero que a gente tenha uns ensaios, porque a galera se dedica bastante e não quero uma coreografia fácil, mas também não quero me arriscar no Jive. Adoraria dançar tango, acho lindo.

Como é entrar na terceira temporada do programa?

Leandro Lima: Tinha medo que fosse difícil entrar numa engrenagem de um programa que já estava todo perfeitinho. Já aconteceu de entrar em projetos em andamento na dramaturgia, elenco já trabalhando e é muito complicado. Mas eles me receberam de braços abertos. Todo mundo foi me mostrando os caminhos, com boa vontade. É difícil ter que substituir o Sergio Marone, que foi super querido por todos, mas procurei mostrar o meu trabalho.

Qual é o maior desafio nesta nova fase?

Leandro Lima: Acho que segurar a boca, já que a Xuxa está me deixando muito tranquilo. Não posso atropelar as coisas, me empolgar. Sei meu lugar e preciso estar atento. Estou adorando fazer o que faço, posso ser eu mesmo, brincar do jeito que brinco em qualquer lugar. Sou um cara espontâneo, que gosta de energia boa. Além disso, quero sempre o bem das pessoas. Sou meio atrapalhado, mas gosto de estar perto de gente do bem e alegrar as pessoas. Estar em um programa como o Dancing Brasil é a melhor coisa que poderia acontecer.

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